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	<title>Portal Cultura PE &#187; Estrela de Ouro</title>
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		<title>Palcos Pernambuco Meu País no Carnaval celebraram a diversidade da herança das matrizes africanas na noite de domingo</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2025 13:12:39 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116454" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Entre a energia ancestral do Maracatu Nação Pernambuco e o balanço do reggae de Maneva, os foliões que curtiram o domingo nos palcos do Recife e de Olinda do Pernambuco Meu País no Carnaval viveram um dia apoteótico de muita celebração da música pernambucana e brasileira. Em especial dos ritmos e tradições populares oriundos da herança africana. Samba, rap, reggae, maracatu de baque solto e de baque virado ecoaram pelo Jardim do Cais do Sertão e pela Praça do Carmo, consolidando este quarto dia do Carnaval de Pernambuco 2025.</p>
<p>No palco Recife quem abriu a tarde foi o Maracatu Nação Pernambuco com uma apresentação emocionante. “É sempre um motivo de muita alegria a gente poder estar mostrando o que Pernambuco tem de melhor. Quero parabenizar o Governo pela iniciativa, dizer que a gente está muito feliz por esse grande momento, que é o nosso Pernambuco aqui no palco. Nosso Estado hoje é o que é também graças à nossa cultura popular”, celebrou o contramestre do grupo, Bernardo José.</p>
<p>Em seguida foi a vez do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança tomar conta do palco e do gramadão. Patrimônio Vivo de Pernambuco, o grupo é um dos maiores representantes do maracatu rural e encantou todos os presentes com suas cores e brilhos. Os caboclos de lança em especial chamavam  atenção do público, como foi o caso da pernambucana radicada em Brasília Cristiane Carvalho. “Fazia anos que eu não passava o Carnaval aqui e, depois do frevo, uma das brincadeiras da cultura popular que mais amo e sinto falta é o Maracatu. Vim pro Pernambuco Meu País só para vê-los e estou muito emocionada e feliz. É uma oportunidade única para quem não conseguir ir até a Zona da Mata”, ressaltou a foliã.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116456" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-1-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6134-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116455" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6134-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O fim de tarde seguiu com as Sambadeiras, que transformaram o jardim do Cais numa avenida de samba com a mais alta energia. A bateria formado apenas por mulheres mesclou clássicos do samba com muita música pernambucana e colocou todo mundo para cantar e dançar. E o encerramento do domingo no palco Recife se deu com o aguardado show de Mestre Ambrósio.</p>
<p>Como esperado, o grupo reuniu um grande público que cantou do início ao fim os maiores sucessos da banda pernambucana que fez história nos anos 1990. “A gente não existiria enquanto grupo se não existisse a cultura popular. E a gente quer estar nesse espaço onde o tema, o assunto é esse. Então tá mais do que perfeita nossa presença aqui hoje no Pernambuco Meu País”, contou o músico e vocalista Siba. “Esse show tem o diferencial de acontecer durante o Carnaval, né?Nessa época sempre tem uma temperatura maior, essa festividade que também contamina a gente. A cultura popular tem uma força sempre, mas no Carnaval ela atinge uma dimensão muito maior”, complementou o integrante Helder Vasconcelos.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6213-1-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116457" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6213-1-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6431-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116458" alt="Foto: Felipe Bessa/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG_6431-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Rap, samba, reggae e Oscar em Olinda</strong></p>
<p>Na histórica Praça do Carmo o palco Pernambuco Meu País no Carnaval em Olinda também vibrou ancestralidade. Orquestra Rockfônica de Frevo, Fundo de Quintal, Teto, Marcelo D2, Tribo de Jah e Maneva lotaram o local com um público animado e apaixonado pela pluralidade da música brasileira.</p>
<p>Nem a chuva atrapalhou os foliões que curtiram a noite olindense. Muito pelo contrário, o frescor trazido pela água foi até celebrada e renovou as energias de quem queria aproveitar o domingo até o fim. Havia que estivesse lá pela quarta noite seguida, celebrando com segurança e diversão.</p>
<p>Marca do Carnaval de Pernambuco e do Pernambuco Meu País, a diversidade cultural é o que mais tem atraído diariamente os locais e turistas ao Carmo. A noite de domingo não foi diferente e ainda foi coroada pelo tão aguardado Oscar do filme “Ainda Estou Aqui&#8221;, do cineasta brasileiro Walter Salles. O telão do palco anunciou a notícia esperada por todos e o público foi ao delírio com a boa nova. A energia que já havia se inchado com Tribo de Jah se manteve até a madrugada com o show enérgico de Maneva, numa grande celebração de música, tradição e cinema.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/Snapinst.app_482466283_18494703817055584_281540448370274243_n_1080-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116459" alt="pemp oscar" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/Snapinst.app_482466283_18494703817055584_281540448370274243_n_1080-1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG-20250303-WA00631.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116463" alt="Foto: Cena Quatro" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/IMG-20250303-WA00631-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116460" alt="Foto: Paula Maestrali/ Secult-PE/ Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/03/foto-4-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cais do Sertão recebe Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Dec 2024 19:10:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115252" aria-labelledby="figcaption_attachment_115252" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115252" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Mestre-Agnaldo-2-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Agnaldo</p></div>
<p>Pela primeira vez no Recife acontece uma sambada de cavalo marinho genuína e tradicional, do anoitecer até “quebrar a barra do dia” (amanhecer). A atividade, que ocorre no Cais do Sertão, neste sábado (28), a partir das 20h, é conduzida pelo Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, da Zona da Mata Norte pernambucana, Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco, comandado por mestre Agnaldo. O acesso é gratuito.</p>
<p>O projeto foi contemplado nos editais da Lei Paulo Gustavo Pernambuco e tem apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE), via LPG, direcionada pelo Ministério da Cultura (MinC) do governo federal.</p>
<p>A Primeira Sambada de Cavalo Marinho da Capital é uma realização da Sambaqui Criações, com corodução do Instituto Casa Astral e conta com o apoio do Centro Cultural Cais do Sertão e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur).</p>
<p>É uma oportunidade para recifenses, turistas e todos os admiradores e amantes da cultura popular explorarem e celebrarem a rica tradição cultural da sambada de cavalo marinho, uma manifestação cultural única, com raízes na Zona da Mata Norte de Pernambuco, e que mistura música, poesia, teatro e dança. Contemplando e preservando o folguedo, brincantes e admiradores da cultura, com o tempo ideal para manifestar as expressões corporais e cotidianas da brincadeira em seu formato mais tradicional.</p>
<p>O evento conta também com duas oficinas de cavalo marinho, que são realizadas nesta sexta-feira (27), no mesmo local, também por mestre Agnaldo. As atividades são gratuitas e abertas para todos os interessados e conta com intérprete de libras.</p>
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		<title>Ciclo natalino resgata as tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 15:58:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_114770" aria-labelledby="figcaption_attachment_114770" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado.jpg"><img class="size-medium wp-image-114770" alt="Morgana Narjara/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/Cavalo-Marinho-Boi-Pintado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo Marinho Boi Pintado, de Aliança (PE)</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco ocorrem, este ano, de 7 a 31 de dezembro, em Olinda (Região Metropolitava do Recife) e em cinco municípios da Zona da Mata Norte do Estado (Aliança, Camutanga, Condado, Glória do Goitá e Itambé), cidades que reúnem a maior parte dos grupos dessa manifestação popular, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos estaduais. O evento conta com o apoio do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de cavalo marinho, que durante toda a noite realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><strong>Dia 7</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Brasileiro (Condado)</p>
<p><strong>Dia 14</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)<br />
Cavalo Marinho Estrela do Oriente (Camutanga)<br />
Cavalo Marinho Boi Maneiro (Itambé)</p>
<p><strong>Dia 21</strong></p>
<p>Cavalo Marinho de Mestre Batista (Aliança)</p>
<p><strong>Dia 22</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança)<br />
Cavalo Marinho Boi Tira-Teima (Glória do Goitá)</p>
<p><strong>Dia 25</strong><br />
Cavalo Marinho Boi Matuto (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Boi da Luz (Olinda)<br />
Cavalo Marinho Flor de Manjerona (Olinda)</p>
<p><strong>Dia 31</strong><br />
Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</p>
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		<title>Terreiradas de Cavalo Marinho marcam ciclo natalino</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 19:05:11 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107036" aria-labelledby="figcaption_attachment_107036" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o.jpg"><img class="size-medium wp-image-107036" alt="Jan Ribeiro/Secult PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/32773585788_68d1fc2f3e_o-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco na Casa da Rabeca</p></div>
<p>As tradicionais Terreiradas de Cavalo Marinho de Pernambuco acontecem em Aliança e Condado, na Zona da Mata Norte, municípios que reúnem a maior parte dos grupos tradicionais, entre eles o Cavalo Marinho Boi Pintado (Aliança) e Estrela de Ouro (Condado), Patrimônios Vivos do Estado de Pernambuco. O evento tem apoio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>Além das terreiradas na Mata Norte, acontece na Região Metropolitana do Recife, também com o apoio da Fundarpe, o 28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco 2023, na Casa da Rabeca, em Olinda, espaço mantido pela família de Mestre Salustiano (Patrimônio Vivo de Pernambuco, in memoriam), que reúne grupos de cavalo marinho para celebrar o Natal no dia 25 de dezembro.</p>
<p>As festas de terreiro marcam o momento principal de reunião de brincantes de Cavalo Marinho, que durante toda a noite, realizam o auto natalino em sua totalidade com a presença de seus mais de 70 personagens alternando-se entre músicas, encenações, improvisos e coreografias chegando a uma duração de aproximadamente oito horas até o amanhecer do dia. Cada terreirada tem um grupo convidado, que faz a abertura do evento, além do anfitrião do terreio, que se apresenta e celebra com os convidados por toda a noite.</p>
<p>O apoio à realização das festas nos terreiros e sedes dos grupos de cavalo marinho, expressão cultural registrada como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco e do Brasil, faz parte das ações fomentadas por meio da Politica Estadual de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (Decreto nº 47.129 de 14 de fevereiro de 2019).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação:</span></strong></p>
<p><strong>Dia 16 &#8211; Chã de Camará (Aliança)</strong></p>
<p>20h &#8211; Boi Matuto de Olinda<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho de Mestre Batista</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Boi Pintado – Chã do Esconso (Aliança)</strong></p>
<p>20h – Boi Tira-Teima de Glória do Goita, do mestre Zé de Bibi (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
21h – Cavalo Marinho Boi Pintado (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p><strong>Dia 23 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela Brilhante (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi da Luz de Olinda<br />
21h – Cavalo Marinho Estrela Brilhante</p>
<p><strong>Dia 25 &#8211; Casa da Rabeca (Olinda)</strong></p>
<p>28º Encontro de Cavalo Marinho de Pernambuco</p>
<p><strong>Dia 31 &#8211; Terreiro do Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Condado)</strong></p>
<p>20h – Cavalo Marinho Boi Brasileiro<br />
21h &#8211; Cavalo Marinho Estrela de Ouro (Patrimônio Vivo de Pernambuco)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Grupo Grial tem sua história armorial registrada em livro da Cepe</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 13:35:15 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106510" aria-labelledby="figcaption_attachment_106510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida.jpg"><img class="size-medium wp-image-106510" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Grupo-Grial-2-reduzida-607x411.jpg" width="607" height="411" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Grial</p></div>
<p>Em 1997, o escritor Ariano Suassuna (1927-2014) e a bailarina e coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo criaram um grupo de dança contemporânea com base nas tradições populares nordestinas. O Grupo Grial, representação em baile do movimento armorial idealizado por Ariano, completou 25 anos de existência em 2022 e agora celebra a data com a publicação de um livro para registrar sua história.<br />
<em>Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</em> (R$ 150) é lançado pela Cepe Editora, neste sábado (25), às 17h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe – Avenida Rui Barbosa, Nº 960, bairro das Graças, Recife). Em seguida há a apresentação do cavalo marinho Estrela de Ouro, do município de Condado (PE). Às 16h, Maria Paula, organizadora do livro, conversa com o brincante Pedro Salustiano sobre a dança armorial na programação Diálogos Petrobras da Mostra Movimento Armorial 50 Anos, em cartaz no Mepe.<br />
No título da Companhia Editora de Pernambuco a trajetória do Grial é resgatada em textos do professor Carlos Newton Júnior, da crítica em dança Helena Katz, do intérprete e coreógrafo Kleber Lourenço, do jornalista Mateus Araújo e de Maria Paula. Também é contada por fotos dos 13 espetáculos de dança encenados pelo grupo em um quarto de século.<br />
“O Grial aprofundou o mergulho no universo da dança e dos espetáculos populares conseguindo promover finalmente a fusão do erudito com o popular com a qual Suassuna tanto sonhava”, escreve Carlos Newton Júnior. Para Helena Katz, “o Grial se tornou uma escola não formal de experimentações preciosas passando a alfabetizar o Brasil de viés colonial – que se entendia como ‘de formação erudita’ e não reconhecia a força nefasta do colonialismo interno que fortalecia o peso do Sudeste e enfraquecia o das outras regiões.”<br />
Maria Paula costuma dizer que o Grial teve três fases e é assim que ela apresenta o grupo no livro. A primeira reuniu seis dançarinos intérpretes, de 19 de março de 1997 – com o espetáculo de estreia, <em>A Demanda do Graal Dançado</em>, roteirizado por Ariano – até 2004. A segunda, com 11 dançarinos e brincantes, vai de 2004 a 2010 (<em>Brincadeira de Mulato</em> é um dos espetáculos dessa etapa). E a terceira, de 2010 a 2014, trouxe solo, duo e equipes de oito integrantes em apresentações como <em>Castanho sua Cor e Terra</em>.<br />
O livro, de acordo com Maria Paula, é um importante registro da dança armorial. “Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades.”</p>
<p><strong>PRÊMIOS –</strong> O Grial recebeu indicações de Melhor Espetáculo, pela Folha de S.Paulo, por <em>Castanho sua Cor e Travessia</em>; o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) de Intérprete Criadora, com <em>Terra</em>; e o prêmio de Melhor Espetáculo, Melhor Espetáculo pelo Júri Popular, Melhor Figurino, Melhor Cenário, Melhor Iluminação e Melhor Bailarina pelo festival Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Entrevista com Maria Paula Costa Rêgo:</span></strong></p>
<p><strong>CEPE – <em>Levando em consideração o conceito armorial do grupo, como é/era feita a seleção dos integrantes?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>A primeira equipe do Grupo Grial foi escolhida pelo próprio Ariano Suassuna, quando fui convidada para criar o Grial com o espetáculo </em>A Demanda do Graal Dançado<em>, em 1997. Depois desse espetáculo criamos o </em>Auto do Estudante que se Vendeu ao Diabo<em> e com o tempo saíram alguns dançarinos. Tive algumas indicações de pessoas próximas que conheciam nosso trabalho e com essa equipe eu segui por sete anos. Quando o Grupo Grial resolveu aprofundar sua pesquisa junto ao cavalo marinho e maracatu rural eu me aproximei da família de Mestre Biu (</em>in memoriam<em>). Todos os participantes dessa época (até hoje) eram escolhidos por convite, porque eu os via se mover durante as sambadas. Mesmo não sendo brincantes (no espetáculo Travessia havia dançarinos que não eram brincantes) eu sempre os convidava por tê-los visto atuar em algum lugar.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>O Grial apresentou 13 espetáculos coreográficos em 25 anos. Tem alguma criação nova sendo preparada? Se sim, há previsão de estreia?</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>O Grupo Grial teve um intervalo de cinco anos devido a minha escolha de vivenciar a gestão pública. Diante dos fatos políticos daquele momento era evidente que o setor cultural iria ser cancelado e foi exatamente nesse momento que fui convidada a participar da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) como responsável pelo setor da Dança. Aceitei o convite. Me retirei da gestão pública em julho de 2022 e desde então venho construindo o retorno do Grupo Grial. No momento o que me interessa é a retomada com releituras de algumas peças antigas, como por exemplo </em>Uma Mulher Vestida de Sol<em>, que acaba de receber o Prêmio do Banco do Nordeste para remontá-la e circular por cidades pernambucanas. Acho a possibilidade de releitura de peças antigas uma oportunidade maravilhosa até porque eu acredito na movência das minhas obras. Os intérpretes do Grial estão mais maduros, dançando melhor, mais intensamente. Temos novos intérpretes, inclusive Bruna, uma dançarina/cantora artista PCD visual. Estou muito feliz com essa nova fase do Grupo Grial. Quanto a nossa nova criação coreográfica ainda é um segredo (risos). Mas estou absolutamente sem pressa. Acredito ter amadurecido e o livro é mais uma constatação do trabalho do tanto de feito. Agora é continuar reverberando novos mundos, com novos intérpretes e apontando novos coreógrafos.</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Queria que você falasse sobre a importância da publicação do livro para a arte/dança armorial pernambucana/brasileira.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Memória é algo tão precioso para um povo. Devemos ter consciência dessa riqueza e importância sempre. Toda peça cultural, material ou imaterial, nos traz indícios de caminhos feitos e de mundos existentes no passado longínquo ou não. Para além de representar pontos de partidas representam também continuidades. Continuar algo é adentrar no âmago da história, refletir, criticar e propor algo que avance. Acredito que deve ser assim a construção de sociedades incríveis. Eu poderia usar o termo civilizada no lugar de incríveis, mas diante dos fatos atuais no mundo o que é ser uma sociedade civilizada, não é mesmo?</em></p>
<p><strong>CEPE – <em>Como avalia os 25 anos de vida do grupo Grial? Os maiores desafios, as dificuldades, os momentos de alegria, as recompensas.</em></strong><br />
<strong>MARIA PAULA –</strong> <em>Quando olho para o livro vejo o tanto que construímos. O tamanho do que construímos. As tantas conquistas. Inclusive o livro é a própria recompensa. Mas é sempre surpreendente toda essa estrada feita sem apoio de uma empresa patrocinadora. Porque a ausência de patrocínio significa sacrifícios para além dos esforços dos intérpretes, mas de todas as famílias envolvidas. É sempre muito difícil defender uma entrega total em algo que não traz retorno financeiro e esse foi sempre nosso desafio maior. Agradecemos aos prêmios e apoios de todas as instâncias públicas, mas agora necessitamos de apoio estruturante por períodos longos (de quatro a seis anos) e fazer avançar e reverberar essa experiência de resultados concretos aos quatro cantos do mundo. Os momentos de alegrias foram muitos. Aliás, quase todos. Não sei se foi a minha formação em improvisação, em que todo o percalço é apenas um novo traçado, ou se foi minha mãe, que nunca titubeou diante de situações difíceis. Ou até mesmo meu compromisso com Ariano em relação à defesa de uma dança armorial. Mas o fato é que tive sim tristezas e muitos desafios durante estes quase 30 anos do Grial. Mas tudo confirma a razão da caminhada e me impulsiona para a frente.</em></p>
<div id="attachment_106511" aria-labelledby="figcaption_attachment_106511" class="wp-caption img-width-410 alignnone" style="width: 410px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa.jpg"><img class="size-medium wp-image-106511" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Capa-Poeira-sagrado-e-festa-410x486.jpg" width="410" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Poeira, Sagrado e Festa: 25 Anos do Grupo Grial</p></div>
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