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	<title>Portal Cultura PE &#187; estrondo</title>
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		<title>Isso Foi um Estrondo? toma conta da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2024 20:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107056" aria-labelledby="figcaption_attachment_107056" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Cantarelli/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-107056" alt="Rodrigo Cantarelli/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/ipatrimonio-Brejo-da-Madre-de-Deus-Casa-de-Camara-e-Cadeia-Imagem-Rodrigo-Cantarelli-1-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus</p></div>
<p>Arte feita em casa, Pernambuco. Profusão em cadeia. Câmara de efusivas discussões de história, tradição e contemporaneidade. Isso Foi um Estrondo? é o resultado do Edital de Concurso nº 002/2023 – Ocupação das Salas de Exposições da Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus, município do Agreste Central, a 204 km da capital. O programa, com seis exposições de artes visuais, entra em cartaz neste sábado (15). A visitação para o público acontece, de 17 de junho a 30 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.</p>
<p>O concurso é uma promoção do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Nesta edição há seis propostas contempladas de dez artistas e uma curadora representantes de diversas cidades do Estado.</p>
<p>Performances, pinturas, produção têxtil, fotografias com técnicas seculares e interatividade marcam a pluralidade de produções artísticas e curatoriais emergentes e a consequente reflexão crítica que as acompanha em busca do fortalecimento da linguagem e do fomento da produção artística. O projeto também visa à ampliação do acesso ao espaço cultural.</p>
<p>&#8220;Estamos ampliando progressivamente os recursos para o fomento e incentivo das diversas linguagens culturais, com foco permanente na questão da democratização regional&#8221;, afirma a secretária estadual de Cultura, Cacau de Paula. &#8220;É uma oportunidade tanto para o público agrestino prestigiar trabalhos incríveis, quanto para os artistas ampliarem as fronteiras de inserção de suas obras&#8221;, salienta.</p>
<p>&#8220;Foi com muita satisfação que recebemos o resultado das propostas contempladas nesse edital. Artistas e obras formam um microcosmo da diversidade e pluralidade de nossas artes visuais representando municípios de diferentes regiões do estado&#8221;, comemora a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</p>
<p>&#8220;Isso Foi um Estrondo? estará aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mas estamos à disposição para visitações previamente agendadas, inclusive aos sábados e domingos&#8221;, avisa a gestora do equipamento, Mônica Mendonça.</p>
<p><strong>O EQUIPAMENTO –</strong> A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus foi construída em 1847, possivelmente com projeto do engenheiro francês Louis Vauthier, o mesmo responsável pelo projeto do Teatro de Santa Isabel, no Recife. A edificação segue a arquitetura neoclássica da época e o programa de prédios dessa natureza.</p>
<p>Atualmente ainda conseguimos compreender nos pavimentos as funções de Câmara (1º pavimento) e Cadeia (térreo), inclusive encontrando as camas dos detentos que cumpriam pena no edifício até a década de 1990.</p>
<p>O atual centro cultural dispõe de 18 ambientes que juntos somam 660 m² disponíveis para diversos tipos de atividades culturais. A Casa de Câmara e Cadeia de Brejo da Madre de Deus é um monumento tombado pela Fundarpe.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Exposição de Artes Visuais Isso Foi um Estrondo? –</strong> <em>Edital de Ocupação de Salas da Casa de Câmara e Cadeia do Brejo da Madre de Deus (Rua Maestro Tomás de Aquino, nº 60, bairro Nossa Senhora do Bom Conselho, Brejo da Madre de Deus-PE). Visitação: aberta ao público de 17 de junho a 30 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Entrada gratuita</em></p>
<p><strong>MOSTRAS</strong></p>
<div id="attachment_110087" aria-labelledby="figcaption_attachment_110087" class="wp-caption img-width-324 alignnone" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/O-Coração-do-Boi.jpg"><img class="size-medium wp-image-110087" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/O-Coração-do-Boi-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O Coração do Boi, de Íris Daniele Marcolino</p></div>
<p><strong>O Coração do Boi</strong>, de Íris Daniele Marcolino. Performance da artista visual agrestina Íris Marcolino, pesquisadora e artista do corpo que mergulhou no barro do Alto do Moura para se misturar com a terra. Os elementos da terra e do fogo compõe o corpo cênico da autora. A performance e sua instalação refletem a crise climática e alimentar que o mundo vive. Traz uma narrativa poética e cheia de delicadeza a partir do corpo.</p>
<div id="attachment_110088" aria-labelledby="figcaption_attachment_110088" class="wp-caption img-width-601 alignnone" style="width: 601px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Nas-Profundezas-de-Minha-Superfície.jpg"><img class="size-medium wp-image-110088" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Nas-Profundezas-de-Minha-Superfície-601x486.jpg" width="601" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Nas Profundezas de Minha Superfície, de Elvira Freitas</p></div>
<p><strong>Nas Profundezas de Minha Superfície</strong>, de Elvira Freitas. Recorte íntimo da obra da artista Elvira Freitas Lira e de sua experiência de existir com um furacão de sentimentos no fim do mundo abordando a doçura, a crueldade e a violência que convivem nessa experiência. Uma mostra de sentimentos e sobre intimidade que traz desde sua primeira pintura até a mais recente. Releituras religiosas, autorretratos e outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_110089" aria-labelledby="figcaption_attachment_110089" class="wp-caption img-width-388 alignnone" style="width: 388px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Sobrevivência-dos-Vaga-Lumes.png"><img class="size-medium wp-image-110089" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Sobrevivência-dos-Vaga-Lumes-388x486.png" width="388" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Sobrevivência dos Vaga-Lumes, de Beatriz Arcoverde</p></div>
<p><strong>A Sobrevivência dos Vaga-Lumes</strong>, de Beatriz Arcoverde. Exposição coletiva com curadoria de Beatriz Arcoverde. Traz a diversidade da produção têxtil na arte contemporânea de Pernambuco. Faz alusão aos vaga-lumes como representantes das diversas formas de resistência da cultura, do pensamento e do corpo ante as luzes ofuscantes do poder, da mídia e da mercadoria e à obra do filósofo francês Georges Didi-Huberman.</p>
<div id="attachment_110090" aria-labelledby="figcaption_attachment_110090" class="wp-caption img-width-488 alignnone" style="width: 488px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/LAR-Agreste.jpg"><img class="size-medium wp-image-110090" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/LAR-Agreste-488x486.jpg" width="488" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">LAR Agreste, de Mike Selva</p></div>
<p><strong>LAR Agreste</strong>, de Mike Selva. Convite para enxergar a região por meio de diferentes perspectivas. Transporta o visitante para o coração do Agreste onde pode sentir o calor do Sol, o cheiro da terra e a vibração da vida local. É um lugar onde se vive, cria-se raízes e se encontra acolhimento. Algumas obras são uma representação realista das memórias de viver na região; outras revelam o imaginário do artista.</p>
<div id="attachment_110091" aria-labelledby="figcaption_attachment_110091" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Fina-Linha-Vermelha-de-Rememoração.jpg"><img class="size-medium wp-image-110091" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/A-Fina-Linha-Vermelha-de-Rememoração-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A Fina Linha Vermelha de Rememoração, de Ícaro Lira Galvão</p></div>
<p><strong>A Fina Linha Vermelha de Rememoração</strong>, de Ícaro Lira Galvão. Resultado da pesquisa mais recente de Ícaro Lira Galvão, que coleta descartes, como madeira e materiais fotográficos de sebos e antiquários. Explora temas como acúmulo, esquecimento e rememoração. Utiliza a técnica cianotipia, processo fotográfico manual do século 19 que usa materiais como café e ervas. Depois faz intervenções como rasgos, costuras e acoplagens.</p>
<div id="attachment_110092" aria-labelledby="figcaption_attachment_110092" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Eu-O-Outro.jpg"><img class="size-medium wp-image-110092" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Eu-O-Outro-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Eu O Outro, de Fábio Santana</p></div>
<p><strong>Eu O Outro</strong>, de Fábio Santana. Propõe a possibilidade de “exposição outra” por meio de exercícios que ampliem a atenção para o real e sua verdade. Não a verdade sobre o real, mas a que sai do real. Os visitantes são convidados a participar da construção por meio do desenho. A princípio apresenta-se como algo individual, proposto pelo artista. Mas na verdade é uma exposição coletiva de maneira comunal e relacional.</p>
<p><em>* As obras das mostras estão disponíveis para venda diretamente com os artistas.</em></p>
<p><strong>BIOGRAFIAS</strong></p>
<div id="attachment_110093" aria-labelledby="figcaption_attachment_110093" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Íris-Daniele-Marcolino.jpg"><img class="size-medium wp-image-110093" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Íris-Daniele-Marcolino-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Íris Daniele Marcolino</p></div>
<p><strong>Íris Daniele Marcolino</strong> é artista visual e pesquisadora, com mestrado e doutorado pela Universidade Federal de Santa Catarina. Fez do Alto do Moura, onde vive, sua morada há mais de oito anos e desenvolve sua pesquisa entre o barro e o corpo. É a artista responsável pelos corações de íris que representam a base de seus resultados de pesquisa no barro a partir do corpo.</p>
<div id="attachment_110094" aria-labelledby="figcaption_attachment_110094" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Elvira-Freitas.jpg"><img class="size-medium wp-image-110094" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Elvira-Freitas-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Elvira Freitas</p></div>
<p><strong>Elvira Freitas</strong> é pintora autodidata desde a infância. De Arcoverde (PE), aos 19 anos ingressou no curso de aquarela de Pink Wainer, que a contratou como assistente. Participou de exposições no Recife e em São Paulo. Em 2024 foi indicada ao Prêmio Pipa. Trabalha com pintura figurativa em acrílica e a óleo usando técnicas mistas com colagem, escritos e poesias. Sua obra aborda situações do universo feminino contemporâneo e retrata a dualidade que permeia a experiência de ser mulher explorando doçura e violência. A influência da cultura popular nordestina resulta em pop art sertaneja.</p>
<div id="attachment_110095" aria-labelledby="figcaption_attachment_110095" class="wp-caption img-width-347 alignnone" style="width: 347px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Beatriz-Arcoverde.jpg"><img class="size-medium wp-image-110095" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Beatriz-Arcoverde-347x486.jpg" width="347" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Beatriz Arcoverde</p></div>
<p><strong>Beatriz Arcoverde</strong> tem mestrado em sociologia pela Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, e história da arte pela Universidade de Lindenwood, EUA. É produtora cultural de projetos e artistas pernambucanos e curadora de galeria de arte. Realiza exposições de artistas que curou, gerencia programações em ocupações, publica e produz festivais e projetos artísticos de várias linguagens. Na exposição A Sobrevivência dos Vagalumes, que integra o edital de ocupação da Casa de Câmara e Cadeia, trabalha com as artistas Clara Nogueira, Clarissa Machado, Isabella Alves, Laura Melo e Oluyiá França.</p>
<div id="attachment_110096" aria-labelledby="figcaption_attachment_110096" class="wp-caption img-width-343 alignnone" style="width: 343px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Mike-Selva.jpg"><img class="size-medium wp-image-110096" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Mike-Selva-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mike Selva</p></div>
<p><strong>Mike Selva</strong> é natural de Limoeiro (PE) e vive em Santa Cruz do Capibaribe (PE) desde 2006. Nascido e criado no Agreste pernambucano, Mike Selva ama a cultura de sua região. Possui experiência como assessor e produtor cultural, curador e professor. Em 2020 começou a pintar telas e percebeu que essa atividade o preenche. Descobriu-se artista visual e suas obras são marcadas pela profunda conexão com sua região natal, o comportamento das pessoas, as vibrações e a relação do homem com a natureza. Participou de exposições em Santa Cruz do Capibaribe, Caruaru e Olinda.</p>
<div id="attachment_110097" aria-labelledby="figcaption_attachment_110097" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Ícaro-Lira-Galvão.jpg"><img class="size-medium wp-image-110097" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Ícaro-Lira-Galvão-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ícaro Lira Galvão</p></div>
<p><strong>Ícaro Lira Galvão</strong> é recifense. Bacharel em comunicação social com habilitação em fotografia pela Aeso-Barros Melo, desenvolve pesquisa no campo da fotografia experimental e expandida. Por haver iniciado os estudos na área da fotografia analógica teve contato com processos fotográficos históricos e se debruça principalmente sobre a cianotipia. Sua produção investiga temas relacionados à memória e ao esquecimento. Por meio de resgate de técnicas oitocentistas, apropriação de fotografias de acervo e intervenções na imagem aborda a passagem do tempo bem como a ação dele e do homem sobre as superfícies.</p>
<div id="attachment_110100" aria-labelledby="figcaption_attachment_110100" class="wp-caption img-width-364 alignnone" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgaçãp</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Fábio-Santana2.jpg"><img class="size-medium wp-image-110100" alt="Divulgaçãp" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Fábio-Santana2-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Fábio Santana</p></div>
<p><strong>Fábio Santana</strong> é natural de Moreno (PE) e vive e trabalha no Recife. Descobrindo-se como artista a partir da curiosidade, do risco e do encontro, ele acredita, mesmo de maneira provisória, que a arte seja algo que possibilite criar espaços para eclodir presenças. Professor por formação, possui doutorando em design pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), mestrado em artes visuais (UFPE e Universidade Federal da Paraíba, com bolsa Capes), especialização em arte-educação pela Universidade Católica de Pernambuco e licenciatura em desenho &amp; plástica pela UFPE. Também é baterista e tatuador.</p>
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