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	<title>Portal Cultura PE &#187; Eu indico</title>
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		<title>George Souza (N’Zambi) exalta o reggae de Marcelo Santana</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2015 13:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Eu Indico de hoje é rastafári puro! O músico George Souza, vocalista e principal compositor da banda de N’Zambi aceitou nosso convite e traz uma dica pra rodar no toca-discos. Ao Cultura PE e aos internautas ele indica o disco Pureza de Menino (2001), do cantor e compositor Marcelo Santana. Um dos pilares do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/george-nzambi.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26571" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/george-nzambi-607x378.jpg" width="607" height="378" /></a></p>
<p>O <strong>Eu Indico</strong> de hoje é rastafári puro! O músico <strong>George Souza</strong>, vocalista e principal compositor da banda de N’Zambi aceitou nosso convite e traz uma dica pra rodar no toca-discos.</p>
<p>Ao <strong>Cultura PE</strong> e aos internautas ele indica o disco <strong><em>Pureza de Menino</em></strong> (2001), do cantor e compositor Marcelo Santana. Um dos pilares do reggae pernambucano, Santana traz em suas músicas positive vibrations, dialogando com as raízes da música nordestina. Autor de 4 discos – além de <em>Pureza de Menino</em>, lançou<em> Sensibilize </em>(1996), <em>Reggae na alma</em>(2004) e <em>Marcelo Santana Acústico</em> (2008) &#8211; , dois documentários – <em>Iroco</em> e <em>Casa Amarela</em> – é um dos mais autênticos ativistas da música reggae no estado.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/m-santana.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26574" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/m-santana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Em 2001, uma grande amiga me convidou para conhecer o Zezin Bar, em Casa Amarela. Na ocasião, eu já tinha tido uma banda de hardcore chamada Setor Oeste (extinta em 98), e, nesse período, eu era batuqueiro do Maracatu Várzea do Capibaribe, do cantor Abissal e do Mestre Pirulito. Minha vontade de formar uma banda ligada à cultura afro surgia nesse período e, justamente nesse espaço, fui apresentado ao músico Marcelo Santana, que era filho do dono do Bar e estava lançando o disco </em>Pureza de Menino,<em> com sua banda, o Comando Rasta.</em></p>
<p><em>Pra mim ouvir a palavra Xangô, dentre tantas outras, num reggae, foi uma grande surpresa, pois até então só eu associava o gênero às mensagens de amor, ou críticas sociais ligadas a uma espiritualidade rastafári. Foi como se abrisse um leque de possibilidades para criação de um trabalho autoral de reggae em Pernambuco, que focasse nas raízes afropernambucanas, trazendo nosso sotaque, nossas tradições, resgatasse palavras africanas do nosso cotidiano, buscando a espiritualidade das nossas tradições culturais, questionasse o racismo no mundo, ressignificando o reggae raiz com as nossas próprias raízes. Isso tudo trazendo uma leveza rítmica e melódica que possibilitasse o mergulho por completo na música.</em></p>
<p><em>Essas foram as sensações proporcionadas por este CD que adquiri de imediato e que me fez buscar o seu disco anterior de 1996, o </em>Sensibilize<em>, assim como os posteriores ao </em>Pureza de Menino<em> (2001), me tornando um fã de carteirinha de Marcelo Santana e dando bases para compor músicas que viriam fundar a banda N’zambi, em 2003. Indico a todos a ouvirem esse belíssimo trabalho que despertou em mim a importância de colocar identidade na música, independente de qual seja o gênero escolhido para se seguir ou se referenciar. Muito asè!</em>”</p>
<p><strong>Ouça <em>Pureza de Menino</em>, de Marcelo Santana</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eZevjA1LFxI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Fadas Magrinhas participam do “Eu Indico”</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2015 15:21:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Jornal da Palmeira]]></category>
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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico vem em dose dupla: Aninha Aráujo e Lula Araújo, as Fadas Magrinhas, são as convidadas da vez. Cada uma, indicando um artista e obra diferente! Há cinco anos, as irmãs encantam crianças de um bem jeito diferente, com músicas infantis que passeiam por elementos da cultura popular, como o forró, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/unnamed.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26008" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/unnamed-607x413.jpg" width="607" height="413" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> vem em dose dupla: Aninha Aráujo e Lula Araújo, as <strong>Fadas Magrinhas</strong>, são as convidadas da vez. Cada uma, indicando um artista e obra diferente! Há cinco anos, as irmãs encantam crianças de um bem jeito diferente, com músicas infantis que passeiam por elementos da cultura popular, como o forró, o coco e o caboclinho. No último sábado (6), se apresentaram no Teatro de Santa Isabel, lançando seu primeiro CD,<em> Fadas Magrinhas</em>, com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura.</p>
<p><strong>Aninha Araújo</strong> indicou ao<strong> Cultura.PE</strong> e aos internautas o disco <em>Vermelhas Nuvens</em>, do instrumentista e compositor <strong>Hugo Linns</strong>. Esse é o mais recente álbum do músico, em Huggo transporta, com maestria, a viola dinâmica a um novo campo de possibilidades na música contemporânea.</p>
<p>Já <strong>Lulu Araújo</strong> foi de <em>Jornal da Palmeira</em>, de <strong>Erasto Vasconcelos</strong>. O trabalho marca a entrada do músico de uma vez na música moderna de Pernambuco. Com um casting invejável de colaborações (Fábio Trummer, Karina Buhr, Pupillo, Dengue, Urêa, entre outros), o disco traz a poesia profunda e delicada de Erasto, versando sobre a natureza, as pessoas, os bairros e o cotidiano.</p>
<p><strong>Aninha Araújo sobre <em>Vermelhas Nuven</em>s, de Hugo Linns</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-6864" title="Hugo Linns" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/11/hugolinns_vermelhas02-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><em>&#8220;Um músico atento, versátil, criativo e muito talentoso. Esse é Hugo Linns.<br />
</em><br />
<em> Conheço Hugo há muitos anos e sempre o admirei pela maneira como se relaciona com a música! Acho genial a forma como consegue colocar nas suas composições, sentimentos, cores, texturas, paisagens, experimentos e nos oferece essa maravilhosa teia musical.</em></p>
<p><em>O disco </em>Vermelhas Nuvens<em> mostra a viola sob outro ponto de vista. Ele resgata esse instrumento tradicional e coloca num contexto atual, usando os pedais e tirando sons com lindas “texturas”. Os arranjos são primorosos&#8230; eles, assim como a direção e composições são assinadas pelo próprio Hugo Linns, que contou com grandes amigos e parceiros musicais, e essa afinidade está presente em todo o CD. Viola de 10 cordas, violão tenor, baixo acústico, percussões e a viola dinâmica, fazem deste trabalho uma grande referência da música instrumental de Pernambuco. Estamos bem representados!!!&#8221;</em></p>
<p><strong>Lulu Araújo sobre <em>Jornal da Palmeira</em>, de Erasto Vasconcelos</strong></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26012" alt="Eric Gomes/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/9375992618_eb28a5e09b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>&#8220;<em>Uma música sonhada, dessas que invadem nossos dias, nossos sentimentos e vontades. Assim é a música de Erasto Vasconcelos, por quem tenho um carinho pra lá de especial. Com ele subimos (eu e Aninha) ao palco pela primeira vez, o que decerto é um grande marco em nossa carreira.</em></p>
<p><em>Grande figura da música pernambucana e referência para muitos grupos de Olinda, Erasto é mais que um percussionista, é um músico completo, inconfundível, cheio de criatividade e ousadia. Com ele, o cotidiano ganha vida e se torna eterno em suas canções. O respeito aos animais é outra característica de seu trabalho, em especial o carinho e admiração pelos pássaros e seus cantos.</em></p>
<p><em>Em 2005, lançou o CD Jornal da Palmeira, inspirado num musical de sua autoria, que fala sobre bairros, paisagens urbanas, o canto dos pássaros, paixões e festas.</em></p>
<p><em>O disco traz um Erasto moderno, repaginado, que dialoga com tradições e experimentalismos. Muito bem acompanhado por Fábio Trummer, que produziu o CD, e por músicos como Karina Buhr, Alexandre Urêa, Pupilo e Dengue, dentre outros, o CD é, pulsante, emocionante e lindo. No repertório, um pouco de tudo, o que mostra mais uma vez a versatilidade e ousadia, tão presentes no trabalho de Erasto. São 12 canções:</em><br />
Recife, O baile &#8216;Betinha&#8217;, Mauricéia, Pipoca do cinema, Azulão poema, Forró das meninas, Advinhação, Capiba disse que é pra já, Poema da paz, Guia de Olinda, Ceci e Maranguape<em>. Particularmente, não sei dizer qual é a minha preferida, amo todas!</em><br />
<em> Espero que vocês curtam esse músico, que faz a gente tirar os pés do chão sempre&#8221;</em>.</p>
<p><strong>Ouça<em> Açude</em>, uma das faixas de <em>Vermelhas Nuvens</em>, de Hugo Linns</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/100841070&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>Assista ao clipe de <em>Maranguape</em>, uma das músicas de <em>Jornal da Palmeira</em>, de Erasto Vasconcelos</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/XyHg_hfUECw" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>DJ Da Mata: “Moacir Santos é uma influência de vida”</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 18:26:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Moacir Santos]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico traz como convidado o responsável por movimentar várias pistas de dança da cidade. O DJ Da Mata, nome frequente nas festas mais descoladas da cidade um nome que roda com frequência na agulha do seu toca-discos. Ao Cultura PE e aos internautas, ele indica o disco Coisas (1968), do maestro, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/10603235_831044623596197_5840776307111202471_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25669" alt="Reprodução/Facebook" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/10603235_831044623596197_5840776307111202471_n-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> traz como convidado o responsável por movimentar várias pistas de dança da cidade. O <strong>DJ Da Mata</strong>, nome frequente nas festas mais descoladas da cidade um nome que roda com frequência na agulha do seu toca-discos.</p>
<p>Ao <strong>Cultura PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco <em>Coisas</em> (1968), do maestro, compositor, instrumentista e arranjador <strong>Moacir Santos</strong> (1926-2006). Natural de Flores, no Sertão do Pajeú, Moacir ganhou notoriedade internacional pelo seu virtuosismo e por ser um dos mais inovadores maestros do século XX, ao reunir em suas músicas, elementos do jazz, o samba, maracatu, entre outras vertentes da musicalidade negra. <em>Coisas</em> é o seu disco mais emblemático, considerado por críticos do mundo inteiro como item fundamental em qualquer discoteca.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/16458.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25670" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/16458-607x442.jpg" width="607" height="442" /></a></p>
<p>“<em>A obra que eu indico é o disco Coisas, disco de estreia do maestro Moacir Santos, de 1968, que saiu pela gravadora Forma.</em></p>
<p><em>Conhecido por ser um músico virtuoso e multiinstrumentista, ele tocava piano, saxofone, bateria, banjo, clarineta entre outros instrumentos. Começou seus estudos de música muito jovem e logo se tornou um profissional de mão cheia. Na minha opinião, esse maestro pernambucano talvez seja um dos mais originais e cultuados no mundo da música. Ele é uma grande referência e sempre foi citado por pesquisadores da música brasileira.</em></p>
<p><em>A música de Moacir tem personalidade própria e dificilmente você irá encontrar algo parecido e com sonoridade similar. Sem dúvida alguma, todos devem conhecer suas músicas e sua vida. Quando escuto as músicas de Moacir, consigo imaginar várias cenas, lugares e tempos distintos. Ele consegue criar uma imagética assim que você começa a escutar sua obra.</em></p>
<p><em>Teve parcerias com Vinicius de Moraes e foi professor de Baden Powel, Sérgio Mendes, Nara Leão, João Donato, entre outros grandes músicos brasileiros. Também gravou trilhas para filmes e foi assistente do compositor alemão Hans Joachim Koellreuter. Simplesmente, um gênio da música brasileira. Sempre relacionei sua música à imagem, e assim que fui convidado para criar um trilha ao vivo de um filme no projeto Base Apresenta, onde eu mixava músicas na hora da reprodução do filme, não tive dúvida que iria usar algumas de suas obras. Principalmente num documentário chamado Jahu, no Recife, onde mostra a nossa cidade no começo do século passado. Moacir Santos é uma verdadeira influência de vida. Um mestre!”</em></p>
<p><strong>Ouça o disco <em>Coisas</em>, de Moacir Santos</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/RX-keWoDgcg" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>China: “‘Cordões umbilicais’ é uma obra belíssima e cheia de nuances”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/china-cordoes-umbilicais-e-uma-obra-belissima-e-cheia-de-nuances/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2015 14:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cordões Umbilicais]]></category>
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		<category><![CDATA[Flaira Ferro]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico tem como convidado o cantor e compositor China. Dono de uma das mais originais e cativantes presenças de palco da música pernambucana, China sabe, como ninguém aliar instigação e qualidade no seu trabalho, que transita pela música pop com consistência. São quatro discos lançados – Um só (2004), Simulacro (2007), [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/China.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-25403" alt="Leo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/China-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> tem como convidado o cantor e compositor <strong>China</strong>. Dono de uma das mais originais e cativantes presenças de palco da música pernambucana, China sabe, como ninguém aliar instigação e qualidade no seu trabalho, que transita pela música pop com consistência. São quatro discos lançados – <em>Um só</em> (2004), <em>Simulacro</em> (2007), <em>Moto contínuo</em> (2011) e, mais recentemente, <em>Telemática</em> (2014 – e uma carreira polivalente: o se divide entre sua carreira solo, a banda Del Rey, o projeto infantil Coisinha, além de atividades no rádio e na televisão.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco <em>Cordões umbilicais</em> (2014), o álbum de estreia da artista <strong>Flaira Ferro</strong>. Conhecida pelo seu trabalho como bailarina, a jovem surpreendeu a todos com seu disco, que traz 11 faixas (dez de sua autoria), onde ela se desnuda em um tom confessional, cantando suas verdades, sua natureza humana, e desbrava a si mesma.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19998" alt="Silvia Machado/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/IMG_9478-fotoSilviaMachado-607x440.jpg" width="607" height="440" /></a></p>
<p><em>Flaira Ferro, além de ser uma bailarina e passista incrível, enveredou pela música com a mesma desenvoltura. O seu disco de estreia, </em>Cordões umbilicais<em>, é uma obra belíssima e cheia de nuances. O trabalho de percussão do disco é belíssimo, os arranjos são muito bem colocados, fazendo com que a voz dela brilhe, assim como são os grandes discos de cantoras autorais.</em></p>
<p><em>Gosto muito de </em>Me curar de mim<em>. A letra é bem bonita, forte, e o violão que a acompanha é incrível. Me lembrou umas coisas de Geraldo Azevedo. O refrão é forte, a percussão delicada. Tudo somando para que a voz de Flaira pinte bem na canção.</em></p>
<p><em>A voz de Flaira? Que voz linda! Nem sabia que a moça era cantora, e me impressionou muito o seu canto. Acho que é mais uma vertente dela que eu não conhecia. Nunca soube que ela escrevia e agora me deparo com uma obra linda. Otto fala uma coisa bem legal: ‘Ninguém melhor do que o próprio compositor para cantar as suas músicas’. Acho que Flaira canta com propriedade as coisas que ela sente e escreve</em>.</p>
<p><strong>Confira músicas do disco <em>Cordões umbilicai</em>s, de Flaira Ferro<br />
</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/users/108843995&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Isadora Melo: “‘Filhosofia’ é rocks, filosofia e nós para serem desatados”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/isadora-melo-filhosofia-e-rocks-filosofia-e-nos-para-serem-desatados/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/isadora-melo-filhosofia-e-rocks-filosofia-e-nos-para-serem-desatados/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 20 May 2015 14:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Eu indico]]></category>
		<category><![CDATA[Filhosofia]]></category>
		<category><![CDATA[Isadora Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Vertin Moura]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem marca presença esta semana no Eu Indico, é a cantora Isadora Melo. Dona de voz doce, marcante, vem, mesmo ainda muito jovem, solidificando uma carreira de grandiosa intérprete da música pernambucana. Seu canto já passeou por projetos como Arabiando, no espetáculo O Baile do Menino Deus, nas parcerias com os amigos Juliano Holanda e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14695378272_b9d9b0f72a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10836" alt="Pri Buhr" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14695378272_b9d9b0f72a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem marca presença esta semana no <strong>Eu Indico</strong>, é a cantora <strong>Isadora Melo</strong>. Dona de voz doce, marcante, vem, mesmo ainda muito jovem, solidificando uma carreira de grandiosa intérprete da música pernambucana. Seu canto já passeou por projetos como Arabiando, no espetáculo <em>O Baile do Menino Deus</em>, nas parcerias com os amigos Juliano Holanda e Zé Manoel, além de participação no disco <em>Pra ficar</em>, da Orquestra Contemporânea de Olinda. Recentemente, fez uma participação na série <em>Amorteamo</em>, da Rede Globo, e se prepara para gravar seu primeiro disco solo.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas, Isadora indica <em>Filhosofia </em>(2012), álbum de estreia de <strong>Vertin Moura</strong>. O jovem arcoverdense é dono de uma presença cênica poderosa, com sua música que une poesia, performance e uma pegada visceral. O disco está disponível no <a href="http://vertinmoura7.wix.com/filhosofia" target="_blank">site do artista</a> para download.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/vertin-moura.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15903" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/vertin-moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Vi Vertin pela primeira vez tocando como participação especial num show de Juliano Holanda, na Galeria Café Castro Alves. ‘É Saudade’ toca de cara e é lindo o jeito visceral dele tomar o palco. O timbre é incrível e a brincadeira que ele inventa entre voz e guitarra instiga e prende qualquer criatura. Tem o sotaque que indica o ponto de partida da jornada, mas o alcance do som é universal, nada restrito ou caricato. O disco ‘Filhosofia’ (seu primeiro solo) é um registro que se faz entender tanto quanto ao vivo. O repertório é rocks, filosofia e nós para serem desatados.</em></p>
<p><em>Vertin é um mundo, dentre alguns outros que vêm surgindo no Agreste e Sertão de Pernambuco, que precisa ser escutado e visto</em>”.</p>
<p><strong>Ouça duas canções de <em>Filhosofia</em></strong><br />
<iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/67382818&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/zd5LOZT2PD4" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Graxa: “Di Melo é mito total!”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/graxa-di-melo-e-mito-total/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2015 18:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem participa, nesta semana, do Eu Indico é o cantor e compositor Graxa, que acaba de lançar o seu segundo álbum, Aquele Disco Massa. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas. Ao Cultura.PE e aos internautas ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-18088" alt="Juvenil Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Graxa-crédito-Juvenil-Silva-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem participa, nesta semana, do <strong>Eu Indico</strong> é o cantor e compositor <strong>Graxa</strong>, que acaba de lançar o seu segundo álbum, <em>Aquele Disco Massa</em>. Um dos nomes que integra a Cena Beto, ele traz em seu trabalhos referência do rock, blues, folk, sempre com letras ferinas, mas muito bem humoradas.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o primeiro disco do mito <strong>Di Melo</strong>, de 1975. Soulman recifense que fez carreira labo B em São Paulo, e foi redescoberto pelas novas gerações há cerca de uma década, voltando às paradas de sucesso com seu balanço que mistura soul, funk, tango, latinidades entre outras malemolências mais.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo.jpg"><img class="size-medium wp-image-4959" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/05/DiMelo-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>“<em>Agito, embalo, dançante e curtição. Fera total. Tem nem o que dizer, bicho! Indo para muito além das definições de música boa ou ruim, independente disso, não há de se negar que o figura &#8220;X&#8221; que colocar o som desse disco e não curtir é uma figura preocupante, não vai ter jeito que dê jeito, quanto mais um texto.</em></p>
<p><em>Vou falar uma parada bem clichê, mas é verdade: o repertório desse disco é muito rico &#8211; apesar de ter fortes bases na soul music. Mas alguns exemplos como </em>Conformopólis<em>, </em>Sementes<em> e </em>Má Lida<em> – essa última, com lindos arranjos de cordas – servem pra endossar o que eu tô dizendo. Também tem Minha Estrela, que já é uma que tem uma pegada mais de música latina – “esfrega-esfrega” e safadeza bacana.</em></p>
<p><em>E o vinil? O original é mosca branca, mas, se não me engano, fizeram relançamento. Queria o meu. Um dia rola! Esse é de prateleira. Pegar ele e colocar na radiola. Funciona no fim de semana, um pratinho de guisado e uma cachaça organizada. Quando vê, tu já tá dançando, numa boa, de óculos escuros, parecendo até que vai morrer doce quando o mundo se acabar em mel. Isso funciona em fins de semana.</em></p>
<p><em>E Di Melo? O cara é mito total! O Imorrível! Dá pra tu? Queres mais? Pra mim, já é o suficiente. E fora que o cara é bonitão! Manja na lábia e no papo. Tem altos estilos </em><em>de gírias &#8216;dimélisticas&#8217; que eu uso porque é o linguajar fera, tipo: “coracional” ou, até mesmo, “sorvete comportamental”. Tem outros. Fortes influências! Discaço! E Di Melo é figuraça que deve ser admirada e considerada sempre em todos os cantos e épocas. Um grande abraço pra ele</em>”.</p>
<p><strong>Ouça o disco Di Melo (1975)</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/t7xwo7HW9g8" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>DJ Vinícius Lezo elogia “Elefantes na Rua Nova”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/dj-vinicius-lezo-elogia-elefantes-na-rua-nova/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2015 15:23:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O convidado da semana do Eu indico é um dos nomes mais frequentes na noite recifense. O baixista e produtor musical Vinícius Lezo é também conhecido por ser DJ bastante requisitado nas festas da cidade (ele prefere dizer que “brinca de botar som”). Em seu set que agita as pistas noite afora, as “pedras” do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/10007491_10203642353402321_7357625170417242655_n.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24371" alt="Flora Pimentel" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/10007491_10203642353402321_7357625170417242655_n-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a></p>
<p>O convidado da semana do <strong>Eu indico</strong> é um dos nomes mais frequentes na noite recifense. O baixista e produtor musical <strong>Vinícius Lezo</strong> é também conhecido por ser DJ bastante requisitado nas festas da cidade (ele prefere dizer que “brinca de botar som”). Em seu set que agita as pistas noite afora, as “pedras” do 70’s, afrobeat, jazz, funk, jazz, old school, entre outras vertentes. Ele também é um dos idealizadores da festa a Noite do Agito Pesado e integrante da banda Pé-Preto, além de fazer parte do núcleo de DJs d’A Casa do Cachorro Preto.</p>
<p>Ao<strong> Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco <em>Elefantes da Rua Nova </em>(2011), primeiro álbum solo do instrumentista, arranjador e produtor Caçapa. O músico faz parte de uma geração de artistas como Siba, Isaar, Alesandra Leão e Maciel Salú, entre outros que tinham como linha mestra a utilização de referências das nossas tradições musicais populares. Em sua estreia solo, ele vem com um trabalho instrumental de robustez. Em oito faixas – são côcos, baianos, rojões e um samba – ele evidencia a presença marcante das violas, que ganham outras nuances, através da utilização de pedais de efeitos.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/CacapaFinal001.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-24479" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/CacapaFinal001-607x337.jpg" width="607" height="337" /></a></p>
<p>“<em>Acho bastante interessante a maneira como Caçapa revisita a música popular nordestina&#8230; Explorando bastante os arranjos, timbres e texturas principalmente. Usando distorções, delays, entre outras &#8220;modernidades” , se assim posso dizer. O que faz com que a música fique a cada faixa mais densa tanto na pegada, quanto no conceito. Em especial, me agradam bastante as músicas </em>Côco Rojão nº 3<em> e </em>Côco Rojão nº 2<em>. Outra particularidade de Caçapa é tratar sua obra com números, o que me lembra bastante Moacir Santos, com (o disco) </em>Coisas<em>, quando afirmava que suas músicas eram mesmo &#8220;coisas&#8221;, simplesmente coisas (risos)</em>”</p>
<p><strong>Ouça o disco <em>Elefantes da Rua Nova</em>, de Caçapa</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/playlists/799998&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Maciel Salú: “Em ‘Avante’, eu vi rock, maracatu, Mata Norte, Recife, São Paulo”</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Apr 2015 18:26:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana, o Eu Indico traz como convidado o músico Maciel Salú. Diretamente da Cidade Tabajara, em Olinda, onde aprendeu a ser brincante, com o pai, Mestre Salustiano, Maciel empunha sua rabeca com habilidade, destilando canções que têm como marca sua voz característica. Seja solo, no Chão e Chinelo (antiga banda), com DJ Dolores e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Maciel-Salu-foto-Jose-Cleiton-Carbonel.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22985" alt="José Cleiton Carbonel" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/Maciel-Salu-foto-Jose-Cleiton-Carbonel-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Esta semana, o <strong>Eu Indico</strong> traz como convidado o músico <strong>Maciel Salú</strong>. Diretamente da Cidade Tabajara, em Olinda, onde aprendeu a ser brincante, com o pai, Mestre Salustiano, Maciel empunha sua rabeca com habilidade, destilando canções que têm como marca sua voz característica. Seja solo, no Chão e Chinelo (antiga banda), com DJ Dolores e a Orchestra Santa Massa, ou com a Orquestra Contemporânea de Olinda, Maciel é está presente nos grandes projeto de música do estado.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco <em>Avante</em>, de <strong>Siba</strong>. O álbum marca uma renovação estética na obra do artista, que vinha experiências com a banda Mestre Ambrósio e com a Fuloresta. Em Avante, Siba reassume a guitarra e explora ritmos universais. No momento, ele se prepara para lançar mais um novo trabalho.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/SIBA_Caroline-Bittencourt.jpg"><img class="size-medium wp-image-20709" alt="Caroline Bittencourt" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/SIBA_Caroline-Bittencourt-607x387.jpg" width="607" height="387" /></a></p>
<p>“<em>Ouvir Siba é entrar em um labirinto poético e não querer sair. Os versos e palavras aguçam os sentidos, cada um deles, e faz aflorar pensamentos e sentimentos. Compositor de primeira, cantor de identidade única e músico que orgulha pela coragem que tem de reinventar a si mesmo, ou melhor, permitir-se ser múltiplo, mesmo sendo um só.</em></p>
<p><em>O disco Avante é exemplo dessa coragem, quando Siba, como ele próprio descreve, dá um “salto Avante” ao passado e futuro, retomando a guitarra da juventude para o som do Siba de hoje.</em></p>
<p><em>Da primeira vez que ouvi Avante, eu vi rock, maracatu, Mata Norte, Recife, São Paulo, e fui tomado de orgulho. Orgulho da trajetória desse artista tão complexo e, ao mesmo tempo, tão simples. Simples por essa verdade tão arrebatadora que ele imprime em tudo o que faz. Orgulho por esse cara ser daqui e imprimir, seja na voz, na poesia, no acorde da guitarra ou no pinicado da rabeca, o selo de Pernambuco, e, ao mesmo tempo, ser livre de qualquer rótulo, afinal, música é música e ponto final. E isso o ‘cabra’ faz e com maestria!</em>”</p>
<p><strong>Veja o clipe da música <em>Canoa furada</em> e ouça <em>Preparando o salto</em>, duas canções do disco <em>Avante</em>, de Siba<br />
</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/AvuFMu0brIM" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/169490331&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
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		<title>Petrúcio Amorim: “Vale a pena escutar Maciel cantando frevo verdadeiro”</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/petrucio-amorim-vale-a-pena-escutar-maciel-cantando-frevo-verdadeiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 14:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CD]]></category>
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		<category><![CDATA[Perfume de Carnaval]]></category>
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		<description><![CDATA[Quem participa do Eu Indico desta semana é o cantor, poeta e compositor Petrúcio Amorim. Nome respeitado do universo do forró, o caruaruense coleciona composições que se tornaram clássicos na sua voz e de outros intérpretes: Cidade grande, Confidências, Tareco e mariola, Devagar, entre outras. Ao Cultura.PE e aos internautas ele indica um disco de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Petrucio-Amorim-Foto-de-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-18228 alignnone" title="Petrucio Amorim" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Petrucio-Amorim-Foto-de-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem participa do <strong>Eu Indico</strong> desta semana é o cantor, poeta e compositor <strong>Petrúcio Amorim</strong>. Nome respeitado do universo do forró, o caruaruense coleciona composições que se tornaram clássicos na sua voz e de outros intérpretes: <em>Cidade grande</em>, <em>Confidências</em>, <em>Tareco e mariola</em>, <em>Devagar</em>, entre outras.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica um disco de outro forrozeiro, que, recentemente, se lançou em uma nova seara musical: <em>Perfume de Carnaval</em>, álbum de <strong>Maciel Melo</strong>, um verdadeiro mergulho no frevo. Com produção de Maestro Spok, o disco é dedicado ao compositor Carlos Fernando e traz 11 composições inéditas, todas no mais autêntico ritmo carnavalesco pernambucano.</p>
<div id="attachment_20980" aria-labelledby="figcaption_attachment_20980" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-20980" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/02/maciel-melo-costa-neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Acostumado ao forró, Maciel Melo surpreende com &#8220;Perfume de Carnaval&#8221;, disco totalmente dedicado ao frevo</p></div>
<p>&#8220;<em>O CD que tenho escutado ultimamente e que tem me dado bastante prazer é o disco </em>Perfume de Carnaval<em>, do poeta, cantor e compositor Maciel Melo. Um trabalho maravilhoso, criativo e de pura elegância musical, uma bela viagem pela nossa cultura. Vale a pena escutar Maciel cantando frevo verdadeiro, sem fugir das nossas tradições. </em>Perfume de Carnaval<em> é um CD totalmente dedicado a um eterno compositor pernambucano, nosso querido Carlos Fernando.</em></p>
<p><em>Pernambucano, inteligente e talentoso, Maciel compõe a maioria das músicas. O poeta apresenta seu primeiro trabalho dedicado ao frevo. No repertório, ele inclui parcerias geniais com grandes nomes da nossa arte, iluminados como Geraldo Azevedo, Maestro Spock, Luciano Magno, César Michiles, Rogério Rangel e muitos outros. Fiquei muito feliz pela sua dedicação. Com certeza, mais um que colabora espetacularmente pela existência da cultura popular. Parabéns, Maciel! O mundo é grande e o destino lhe abraça!</em>&#8221;</p>
<p><strong>Assista ao clipe do frevo <em>Davanira</em>, uma das músicos do disco <em>Perfume de Carnaval</em>, de Maciel Melo</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/hKNTtcsi66k" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cannibal saboreia &#8220;O gosto novo da vida&#8221;</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cannibal-saboreia-o-gosto-novo-da-vida/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 15:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Café Preto]]></category>
		<category><![CDATA[Cannibal]]></category>
		<category><![CDATA[Devotos]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula Cortes]]></category>
		<category><![CDATA[O gosto novo da vida]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem marca presença no Eu Indico desta semana é o músico Cannibal. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto. Ao Cultura.PE [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23543" alt="Clara Gouvêa/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/7215593658_2ace8ee35f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Quem marca presença no <strong>Eu Indico</strong> desta semana é o músico <strong>Cannibal</strong>. Nascido Marconi de Souza Santos, diretamente do Alto José do Pinho, bairro que se transformou pela força pulsante da cultura que habita ali, Cannibal é fundador, baixista e vocalista da banda Devotos e também está à frente da banda Café Preto.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas ele indica o LP <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes. Um dos principais nomes da psicodelia nordestina (mais especificamente pernambucana), Lula é um ícone da música alternativa para gerações a fio. Neste álbum, de 1981, está o veneno da sua música, o rock que fez a cabeça de muita gente, inclusive a de Cannibal.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-23544" alt="Victor Jucá" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/04/4825517938_39957a3e37_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>Conheci o Lula Côrtes no começo da década de 1990 em um evento chamado &#8216;Rock and Roll Circus&#8217;. Chega até mim um cara magro, barbudo, fala que me admira e diz que tem uma letra para mim e queria entregar. Sinceramente, eu não sabia quem era, mas fiquei muito feliz com suas palavras, um pouco alcoolizadas, mas com bastante sinceridade. Saquei que era um cara diferenciado. O tempo nos aproximou quando eu comecei a frequentar a Soparia e ele sempre estava cantando com uma banda chamada Má Companhia. Pronto! Conheci o Lula Côrtes rock’n’roll. </em><em>Sempre ouvia vários elogios a seu começo de carreira, sobre um disco super raro, com Zé Ramalho, chamado</em> Paêbiru,<em> e outras histórias no universo das artes plásticas.</em></p>
<p><em> Há 10 ou 15 anos, eu jogava uma pelada de futebol todas as segundas-feiras, em Olinda, com músicos, produtores, jornalistas e amigos dos amigos. Numa dessas noites, um amigo (Coca) me presenteou com um LP do Lula Côrtes. Fui para casa feliz com o presente, mas demorei a ouvir porque quase todo final de semana eu via Lula cantando com a Má Companhia.</em></p>
<p><em>Quando eu escutei o disco pela primeira vez, eu não acreditei! Era outra história, outra concepção, outra viagem: um disco psicodélico, ao mesmo tempo pop e super gostoso de ouvir, com letras sempre direcionadas ao cotidiano do artista, musicalidade rica, bons instrumentos e a descoberta que as misturas dos elementos percussivos e as influências dos ritmos regionais já tinham sido descobertas antes do Movimento Mangue.</em><br />
<em><br />
O gosto novo da vida é um LP maravilhoso, que mostra uma fase maravilhosa do Lula, em parcerias com Tito Lívio, Dom Tronxo, Edilson e José Rosas. Tem um encarte com rascunhos de letras feitas à mão, lápis e tintas, negativos de fotos pincéis e uma foto maravilhosa de lula em um sofá, CHEIO DE VIDA!!!!</em></p>
<p><em>Às vezes, quando escuto muito uma banda, um artista, eu fico com aquela inveja boa e digo: &#8216;Eu queria ter feito essa música!&#8217;(risos) E desse disco, </em>O gosto novo da vida<em>, eu queria ter escrito a música </em>Desengano”.</p>
<p><strong>Ouça <em>O gosto novo da vida</em>, de Lula Côrtes</strong></p>
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