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	<title>Portal Cultura PE &#187; &#8220;Eu vim da ilha&#8221;</title>
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		<title>Dança, música e poesia em Limoeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 12:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5458" aria-labelledby="figcaption_attachment_5458" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903661516_2ff5cf4921_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5458" alt="Companhia de dança do Sesc Petrolina apresentou na cidade &quot;Eu vim da ilha&quot; (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903661516_2ff5cf4921_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Companhia de dança do Sesc Petrolina apresentou na cidade &#8220;Eu vim da ilha&#8221; (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>O anfiteatro da Praça da Bandeira, em Limoeiro, foi palco de diferentes atrações do Festival Pernambuco Nação Cultural, na noite de ontem (31/8). Às 19h, se apresentou o espetáculo “Eu vim da ilha”, da Cia de dança do Sesc de Petrolina, seguido da primeira edição do festival Recicantando, que mesclou música e poesia.</p>
<p>Fruto de uma vivência de três anos do grupo na Ilha de Massangano, situada entre Petrolina e Juazeiro, o premiado trabalho “Eu vim da Ilha” explora as sensações do encontro entre os 13 bailarinos e as cerca de 200 famílias da comunidade do Sertão pernambucano. Da ilha, os bailarinos aprenderam o “samba de véio”, tradição antiga dos moradores, que se mistura aos movimentos da dança contemporânea. Percebe-se a água nos movimentos; percebe-se o sol na iluminação. E, somados aos cantos e aos batuques dos bailarinos em cena, constata-se uma verdade no encontro entre a companhia e Massangano.</p>
<p>Apresentado em Limoeiro pela primeira vez, o espetáculo agradou Dona Maria José de Oliveira. “Achei diferente. E é maravilhoso poder ver coisas diferentes”, afirmou, mostrando que, aos 63 anos, ainda tem encanto pela novidade. Do outro lado, o coreógrafo Jailson Lima  também estava satisfeito. “A gente gosta muito de circular nas cidades pequenas. A gente traz no espetáculo uma ilha que é maior do que a gente”, disse.</p>
<p><strong>Música e poesia</strong></p>
<div id="attachment_5459" aria-labelledby="figcaption_attachment_5459" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903583054_b9419f2f9e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5459" alt="Público assistiu à primeira edição do projeto Recicantando (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903583054_b9419f2f9e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público assistiu à primeira edição do projeto Recicantando (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Depois da dança, foi a vez do encontro da poesia com a música na primeira edição do Recicantando. Idealizado pelo poeta limoeirense Maciel França, o projeto intercalou recitações de poesia por poetas locais com músicas que foram criadas a partir de poemas.</p>
<p>Sivaldo Venerando, Fátima Oliveira, William Araújo, Sérgio Ricardo e o próprio Maciel França recitaram suas poesias. Já os cantores Djalma Santana, Saulo e Hélio Aragão apresentaram versões para “José” (baseado no poema de Carlos Drummond, musicado por Paulo Diniz), “Canteiros” (baseado no poema de Cecília Meireles, musicado por Fagner), “Monte castelo” (baseado no poema de Camões, musicado por Renato Russo), entre outras canções, sempre com a mesma proposta.</p>
<p>Ao final das apresentações, Maciel França contou que este evento foi a possibilidade de trazer luz para os poetas locais. “A gente estava um pouco esquecido. É uma forma de tornar a poesia visível. Espero que o evento se repita várias vezes”, afirmou. Se depender do público, a vontade do idealizador vai se realizar. “Eu queria era mais saúde para poder sempre ver esse tipo de coisa”, disse Antônio Luis Duarte, 64 anos, ao lado da esposa Marinete.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Amizade, palhaçada e celebração da vida</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Aug 2012 13:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Giselly Andrade O espetáculo “Decripolou totepou” fez grande sucesso entre as crianças ontem (quinta-feira, 30/8), no Salão Paroquial da Igreja de Santo Amaro, em Taquaritinga do Norte. Na peça, uma palhaça de circo chamada Bandeira, interpretada pela atriz Odília Nunes, sofre de uma “dor de boneca”, uma tristeza que a impede de exercer sua função [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5488" aria-labelledby="figcaption_attachment_5488" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Decripolou-totepou_Otília_Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-5488" alt="Na peça, a atriz Odília Nunes vive a palhaça Bandeira (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Decripolou-totepou_Otília_Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Na peça, a atriz Odília Nunes vive a palhaça Bandeira (Foto: Costa Neto)</p></div>
<div>
<p> Giselly Andrade</p>
<p>O espetáculo “Decripolou totepou” fez grande sucesso entre as crianças ontem (quinta-feira, 30/8), no Salão Paroquial da Igreja de Santo Amaro, em Taquaritinga do Norte. Na peça, uma palhaça de circo chamada Bandeira, interpretada pela atriz Odília Nunes, sofre de uma “dor de boneca”, uma tristeza que a impede de exercer sua função de palhaça e, por isso, pede ajuda às crianças da plateia.</p>
<p>Em meio às piadas, poesias e brincadeiras da personagem, as crianças são envolvidas no espetáculo e convidadas a participar ativamente da encenação, virando as principais ajudantes de Bandeira. “Decripolou topetou” tem sete anos de estrada e envolve não só o público infantil, mas também os pais que o acompanha. Foi o caso de Cláudia Lima, de 32 anos, que levou seus dois filhos para a peça. “Estou rindo tanto quanto os meus filhos. Tive a oportunidade de voltar a ser criança”, disse a dona de casa,  já confirmando presença nos demais espetáculos.</p>
<p>Aos poucos, Bandeira recupera suas habilidades e encena vários números de malabarismo, mágica e declamação de poesia. Com roupa feita de material reciclado, a personagem passa para o público, entre uma brincadeira e outra, a importância da convivência com os amigos, da ajuda ao próximo e, sobretudo, da celebração da vida.</p>
<p><strong>Confira a programação de artes cênicas no FPNC:</strong></p>
<p><strong> TAQUARITINGA DO NORTE</strong></p>
<p>Local: Salão Paroquial, sempre às 17h</p>
<p><strong>Sexta-feira, 31/8</strong><strong> </strong>(às 18h30)</p>
<p>“Pluft, o fantasminha camarada” | Cênicas Companhia de Repertório (Recife/PE)</p>
<p><strong>Sábado, 1/9</strong></p>
<p>“Minha cidade” | Grupo Teatro Marco Zero (Recife-PE)</p>
<p><strong>LIMOEIRO</strong></p>
<p><strong>//Artes cênicas</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira, 31/8</strong></p>
<p>19h – Espetáculo de dança “Eu Vim da Ilha” | Cia. De Dança do SESC de Petrolina (Petrolina-PE)</p>
<p>Local: Anfiteatro da Praça</p>
<p><strong>Sábado, 1/9</strong></p>
<p>20h30 – Teatro Adulto (Homenagem a Nelson Rodrigues)</p>
<p>“Viúva, porém honesta” | Grupo Magiluth (Recife-PE)</p>
<p>Local: Centro Cultural Ministro Marcos Vinicius Vilage</p>
<p><strong>OROBÓ</strong></p>
<p>//<strong>Artes cênicas</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira, 31/8</strong></p>
<p>10h – Teatro de Rua - “A inconveniência de ter coragem” | Pontinho de Cultura Galpão das Artes (Limoeiro-PE)</p>
<p>Local: Praça principal</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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