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		<title>Festival de Ópera de Pernambuco celebra compositor pernambucano Euclides Fonseca</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Aug 2024 19:59:45 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_113103" aria-labelledby="figcaption_attachment_113103" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-08-29-at-11.32.46.jpeg"><img class="size-medium wp-image-113103" alt="Maestro Wendell Kettle" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/09/WhatsApp-Image-2024-08-29-at-11.32.46-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Maestro Wendell Kettle</p></div>
<p>O Festival de Ópera de Pernambuco (FOPE), que teve início na última sexta-feira (23), no Teatro de Santa Isabel, chega à sua quinta edição trazendo uma homenagem aos 170 anos de nascimento do compositor Euclides Fonseca (1854-1929), o primeiro compositor de óperas nascido em Pernambuco. O evento, que segue até o dia 08 de setembro, é uma realização da Academia de Ópera e Repertório e da Sinfonieta da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob direção artística do maestro Wendell Kettle, com incentivo do Funcultura para duas óperas.</p>
<p>Nesta edição, entre os trabalhos que serão apresentados, o maestro Wendell Kettle resgata a obra &#8220;A Princesa do Catete&#8221;, ópera composta por Euclides Fonseca em 1883 e que integra o acervo da Biblioteca José Antônio Gonsalves de Mello, do Instituto Ricardo Brennand. A obra foi composta a partir do libreto escrito pelo também pernambucano Carneiro Vilela (1846-1913), escritor conhecido e um dos<br />
fundadores da Academia Pernambucana de Letras. A parceria entre o compositor e o escritor resultou em uma comédia única, com valor imensurável para a cultura de Pernambuco e do Brasil. A montagem desta ópera é mais do que uma celebração da história musical do estado, ela se revela, acima de tudo, como um convite para que o público conheça e valorize essa herança. &#8220;Essa dobradinha entre Euclides Fonseca e Carneiro Vilela é de um valor cultural muito importante. Então queremos que todos possam vir, assistir e prestigiar, para conhecer e para valorizar a ópera produzida aqui no nosso Estado&#8221;, destaca o maestro Wendell Kettle.</p>
<p>O trabalho exigiu a orquestração de &#8220;A Princesa do Catete&#8221;, que é a definição de quais instrumentos tocam em cada parte da música, as melodias, as harmonias e os ritmos. &#8220;É sempre um desafio você traduzir na composição textural de uma orquestra a linguagem que o compositor expressou no piano. Então eu procuro sempre ter um estudo do ritmo dramático da obra para saber como orquestrar determinado momento&#8221;, explica o maestro e idealizador do festival Wendell Kettle. Essa não é a primeira vez que Wendell Kettle faz o trabalho de orquestração de óperas de Euclides Fonseca. O mesmo trabalho precisou ser feito com as óperas &#8220;Leonor&#8221; e &#8220;Il Maledetto&#8221;, apresentadas em edições anteriores do FOPE.</p>
<p>&#8220;A primeira ópera de Euclides Fonseca, &#8220;Leonor&#8221;, tem duas versões. Uma versão de 1883, que ele mesmo orquestrou, e depois ele fez uma versão com piano, em 1915. Nós juntamos essas duas versões para que a gente pudesse ter uma ópera de uma duração maior&#8221;, explica o maestro. A restauração das obras de Euclides Fonseca é um trabalho meticuloso, que envolve não apenas a modernização da orquestração, mas também a preservação da essência original das composições. O processo de orquestração é crucial, ainda, para a valorização e modernização do repertório operístico local, possibilitando que essas obras sejam mais acessíveis e atraentes para novos públicos.</p>
<p>&#8220;Também restauramos a obra &#8220;Il Maledetto&#8221;, um drama bíblico em um ato, baseado na história de Caim e Abel. Do &#8220;Il Maledetto&#8221;, a gente tem uma abertura orquestrada, mas com uma orquestração não c convencional para os dias de hoje. Então nós modernizamos a orquestração da abertura, colocamos o violoncelo e complementamos com alguns outros instrumentos&#8221;, complementa Wendell Kettle. A Academia de Ópera e Repertório da UFPE tem desempenhado um papel crucial nesse processo de restauração e divulgação das obras de Fonseca. A expectativa é que o projeto se complete no próximo ano, com a montagem de &#8220;As Donzelas d&#8217;Honor&#8221;. Além disso, há planos para uma parceria com a Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenada pela professora Melina Peixoto, que estudou &#8220;A Princesa do Catete&#8221; em seu doutorado, visando ampliar a visibilidade das obras de Fonseca.</p>
<p><strong>Sobre Euclides Fonseca</strong></p>
<p>Euclides de Aquino Fonseca é uma figura histórica de grande importância para a música pernambucana. Natural do Recife, ele foi pioneiro na composição de óperas no estado. No festival deste ano, a escolha de &#8220;A Princesa do Catete&#8221; reflete a vontade de resgatar e celebrar o legado cultural deixado por Fonseca. Abolicionista, compôs em 1888 um Te Deum para comemorar a abolição dos escravos. O compositor atuou também como crítico musical, professor, pianista e maestro, com atuação de destaque no Club Carlos Gomes, sociedade artística amadora atuante no século XIX em Pernambuco. É patrono da cadeira de nº 26 da Academia Brasileira de Música e membro da Academia Pernambucana de Música. Em 1925, escreveu e publicou, pela editora do Diario de Pernambuco, o livro &#8220;Um século de vida musical em Pernambuco&#8221;.<br />
Euclides Fonseca chegou a ser convidado a continuar os estudos de piano na Alemanha, mas recusou o convite com receio da distância da família, bem como de tornar-se ingrato ao seu país. Por razões semelhantes, recusou convites feitos por Carlos Gomes, o compositor de ópera mais importante do país, para trabalhar em Belém, no Pará, e também a proposta feita pelo regente Alberto Nepomuceno, para seguir para o Rio de Janeiro.</p>
<p><strong>Sobre o V Festival de Ópera de Pernambuco</strong></p>
<p>O Festival de Ópera de Pernambuco começou na última sexta-feira (23) e segue até 08 de setembro, no Teatro de Santa Isabel. A realização é da Academia de Ópera e Repertório e da Sinfonieta UFPE, sob direção artística do maestro Wendell Kettle. No primeiro fim de semana, o público conferiu a obra &#8220;O Menino Maluquinho&#8221;, ópera composta pelo maestro Wendell Kettle em homenagem ao icônico<br />
personagem do escritor Ziraldo. O elenco do espetáculo infanto-juvenil era composto apenas por crianças. No último fim de semana do evento, a ópera apresentada será “O Elixir do Amor&#8221;, trabalho do italiano Gaetano Donizetti.</p>
<p>Os ingressos custam a partir de R$ 30 (meia-entrada) e podem ser adquiridos apenas presencialmente na bilheteria do Teatro de Santa Isabel.</p>
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