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	<title>Portal Cultura PE &#187; Eufrásio Barbosa</title>
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		<title>Feira de artesanato têxtil reúne mulheres artesãs de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 18:01:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115119" aria-labelledby="figcaption_attachment_115119" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Laís Domingues/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/1-Risolange-Rodrigues-Crédito_-Laís-Domingues.jpg"><img class="size-medium wp-image-115119" alt="Laís Domingues/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/1-Risolange-Rodrigues-Crédito_-Laís-Domingues-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A artesã Risolange Rodrigues</p></div>
<p>De sexta-feira (20) a domingo (22), o município de Olinda é palco da 1ª Feira Mulheres que Tecem Pernambuco: Fios que Conectam e Transformam. Realizada no Mercado Eufrásio Barbosa, com início às 14h da sexta, e aberta ao público, a feira celebra o protagonismo feminino no artesanato têxtil reunindo mais de 20 artesãs de diversas regiões do Estado. A homenageada desta edição é dona Albanita Lima de Oliveira, que passou a vida bordando manualmente estandartes de Carnaval para muitos blocos e muitas agremiações.</p>
<p>Projeto de realização da Linhas de Fuga e Experimento Produções, com parceria da Azú Curadoria, Lu.Az, Barco Verde e Ogunté, a feira conta com apoio de Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Mamam), Espaço Brennand e Palete em Casa, além de incentivo do Governo do Estado de Pernambuco por meio do edital Funcultura Geral.</p>
<p>Com uma proposta de abrir uma interlocução do público com o trabalho das mulheres, mas também com seus saberes e vivências, a programação da feira inclui, além da comercialização de produtos, rodas de conversa e oficinas com participação das artesãs como debatedoras e oficineiras. As mesas promovem diálogos sobre políticas públicas para o artesanato em Pernambuco; sobre as relações entre moda e arte têxtil; e sobre as pedagogias culturais e saberes entre gerações. Já as oficinas, com práticas de renda renascença, bordado, crochê e tapeçaria complementam as atividades.</p>
<p>“Nosso intuito é concretizar a feira como um dos eventos relevantes do mercado nacional do artesanato do Nordeste e do Brasil atraindo artistas e pesquisadores. O evento é uma oportunidade para socialização, comercialização e reflexão do fazer, do trabalho e da criatividade mobilizada por essas mulheres&#8221;, explica Rose Lima, produtora executiva da pesquisa e da feira.</p>
<p>Com uma rica diversidade de tipologias têxteis, a feira tem representantes de trabalhos individuais e coletivos dos municípios de Passira, Recife, Macaparana, Lagoa do Carro, Tacaratu, Olinda, Orobó, São Lourenço, Ibimirim e Pesqueira. A artesã Risolange Rodrigues, que trabalha com tapeçaria desde menina, é uma das participantes da feira e uma das oficineiras da programação.</p>
<p>“A expectativa em participar da feira é grande, porque nunca existiu aqui um evento voltado especificamente para a questão têxtil. Geralmente esses eventos têm artesanatos bem generalizados e, a partir do momento em que você segmenta, além de dar visibilidade abre o olhar das pessoas, do público, para entenderem como funciona o mundo têxtil”, explica Risolange, que vem de Lagoa do Carro e também é turismóloga.</p>
<p>Na feira também é lançada a terceira edição da pesquisa Mulheres que Tecem Pernambuco, proposta que desde 2017 mapeia iniciativas de mulheres que trabalham com materiais têxteis no Estado com a intenção de dar visibilidade e protagonismo a essas mulheres. Foi dessa iniciativa que nasceu a proposta da feira.</p>
<p>Nesta terceira edição, a pesquisa mergulhou no núcleo Região Metropolitana do Recife conhecendo o trabalho de mulheres dos municípios de Recife, Olinda e Camaragibe. “Foram 16 mulheres mapeadas. Além da pesquisa documentar eventos, associações e grupos que atuam nas cidades, acrescentamos à pesquisa cinco tipologias artesanais: tingimento, estamparia, patchwork, fuxico e macramê. Nas técnicas anteriormente mapeadas foram adicionadas novos modos de fazer, como o bordado em estandartes e o crochê na moda&#8221;, explica Clara Nogueira, coordenadora-geral da pesquisa e da feira.</p>
<p>Além de dar visibilidade às histórias e tradições das artesãs, o evento apresenta o artesanato como um vetor de transformação cultural e econômica destacando como essas mulheres unem tradição e inovação na criação de produtos únicos.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Programação</span>:</strong></p>
<p><em><strong>Sexta-feira, 20</strong></em></p>
<p>14h às 20h &#8211; Feira Expositiva<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Renda Renascença<br />
17h às 18h &#8211; Abertura oficial da feira e lançamento da 3ª edição da Pesquisa Mulheres que Tecem Pernambuco.<br />
18h às 20h &#8211; Mesa de debate Política Pública: Artesanato em Pernambuco</p>
<p><em><strong>Sábado, 21</strong></em></p>
<p>9h às 21h &#8211; Feira Expositiva<br />
9h às 13h &#8211; Oficina Bordado<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Crochê<br />
16h às 18h &#8211; Mesa de debate Pedagogias Culturais: O Repasse do Saber-Fazer</p>
<p><em><strong>Domingo, 22</strong></em></p>
<p>10h às 20h &#8211; Feira Expositiva<br />
14h às 18h &#8211; Oficina Tapeçaria<br />
15h às 17h &#8211; Mesa de debate Relações entre Moda e Arte Têxtil</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>1ª Feira Mulheres que Tecem Pernambuco: Fios que Conectam e Transformam -</strong> <em>de sexta-feira (20) a domingo (22), no Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro, s/nº, Varadouro, Olinda-PE. Entrada gratuita</em></p>
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		<title>Orquestra Arruando celebra os 80 anos do Maestro Edson Rodrigues, no Eufrásio Barbosa</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/orquestra-arrruando-celebra-os-80-anos-do-maestro-edson-rodrigues-no-eufrasio-barbosa/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 01:32:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[80 anos]]></category>
		<category><![CDATA[apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[Eufrásio Barbosa]]></category>
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		<category><![CDATA[Orquestra Arruando]]></category>
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		<description><![CDATA[Sexta-feira (29) é dia de frevar e celebrar com a Orquestra Arruando em Olinda. Criada em 2013, com o objetivo de valorizar e propagar a música e a dança Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a Orquestra Arruando evoca o frevo que vem da rua com seu calor, suor e riso. Aquele que embala e ferve [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Orquestra-Arruando-Foto-Tiago-J-Silva-607x404.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-93253" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Orquestra-Arruando-Foto-Tiago-J-Silva-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Sexta-feira (29) é dia de frevar e celebrar com a Orquestra Arruando em Olinda. Criada em 2013, com o objetivo de valorizar e propagar a música e a dança Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, a Orquestra Arruando evoca o frevo que vem da rua com seu calor, suor e riso. Aquele que embala e ferve as cidades do Recife e de Olinda. E para celebrar os 80 anos do Maestro Edson Rodrigues, um dos quatro Mestres-Vivos do Frevo (ao lado de Ademir Araújo, Clovis Pereira e Duda), a orquestra promove um show gratuito e especial, o primeiro presencial após dois anos. O evento conta com o apoio da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<p>O encontro será no Teatro Fernando Santa Cruz, no Mercado Eufrásio Barbosa, às 20h30. No repertório, 22 músicas, sendo 11 do Maestro Edson Rodrigues, como “Roda e avisa” e “Duas épocas”. Uma noite de frevo, mas, também, de outros ritmos, como chorinho e salsa, em composições do próprio Edson Rodrigues. Vinte artistas, entre eles o próprio maestro ao saxofone, estarão no palco tocando clássicos como “Batalha de confete”, “Recife, cidade lendária”, “Festim” e “Quer mais o quê”.</p>
<p><strong>Sobre o Maestro -</strong> Edson Carlos Rodrigues, regente, compositor, arranjador, nasceu no Recife, em 29 de março de 1942. Um dos fundadores da Banda Municipal do Recife, em 1958, teve a sua formação musical na banda de música da Escola Industrial Agamenon Magalhães, no Recife, especializando-se em clarinete e saxofone. Foi campeão do Concurso de Músicas Carnavalescas da Prefeitura do Recife (1966) e, durante toda a década de 1970, participou de vários festivais. Hoje é um dos quatro Mestres-Vivos do Frevo &#8211; ao lado de Ademir Araújo, Clovis Pereira e Duda.</p>
<p><strong>Sobre a Arruando -</strong> A Orquestra Arruando começou sua atuação em novembro de 2013, com a realização de dois shows na Praça do Marco Zero do Recife. Desde o início, seu objetivo é apresentar o mais autêntico frevo fora do período de Carnaval. E é por isso que ela segue lutando. Por entender o frevo como a mais autêntica manifestação artística e cultural do Brasil. Por vê-lo como a afirmação da identidade irredenta desse altivo e forte povo pernambucano. E, pernambucanamente falando, o frevo precisa ser tocado, dançado, apreciado, curtido e amado ao longo do ano inteiro: em primeiro lugar na sua terra, para que, em seguida, possa ser melhor difundido pelo Brasil e mundo.</p>
<p>Até 2019, foram 52 shows em praça pública – 42 deles no Marco Zero. A quase totalidade no chão, ao lado do público e com ele interagindo. Chão que é o palco do frevo, desde os seus primórdios, nas últimas décadas do século 19. E público que é a essência do frevo, a massa “frevente” que se espremia há mais de cem anos pelas ruas dos bairros de Santo Antônio e São José, aos primeiros toques dos clarins, dando nome à música. Público que se encanta e que encanta os turistas que assistem aos shows da Arruando, os quais, no momento seguinte ao encantamento, fundem-se aos passistas. Cada qual com seu jeito singular de fazer o passo, de frevar, de pular ou, mesmo que de leve, balançar ao som desse ritmo contagiante. De fato, ninguém fica parado ou sai indiferente a nossa música-mor.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Orquestra Arruando homenageia o 80º aniversário do Maestro Edson Rodrigues<br />
Quando: 29 de abril (sexta-feira), às 20h30<br />
Onde: Teatro Fernando Santa Cruz, no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa (Largo do Varadouro &#8211; Varadouro, Olinda &#8211; PE)<br />
Apoio cultural: Fundarpe e Secult-PE</p>
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