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	<title>Portal Cultura PE &#187; Exposição</title>
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		<title>MEPE abre nesta quinta (26) mostra Sobre águas, que discute a memória e o futuro do planeta</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 18:42:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra Sobre águas no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância [...]]]></description>
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<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123376" alt="Série Branqueamento dos Corais, 2022, esculturas de polipropileno reciclado e retroiluminado com led" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Série-Branqueamento-dos-Corais-2022-esculturas-de-polipropileno-reciclado-e-retroiluminado-com-led-607x425.jpeg" width="607" height="425" /></a></p>
<p>Unindo força poética à crítica ambiental, a artista visual gaúcha Vera Reichert inaugura nesta quinta (26.03) a mostra <i>Sobre águas </i>no Museu do Estado de Pernambuco, equipamento gerido pelo Governo do Estado por meio da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A exposição, inaugurada na semana do Dia Mundial da Água, trabalha essa substância vital como matéria estética, símbolo de memória e de reflexão sobre o futuro do planeta, em uma poética que transita entre fotografia, vídeo, instalação, pintura e escultura. O vernissage, destinado a convidados, ocorre no dia 26, às 19h. A mostra segue aberta para visitação do público de 27 de março a 3 de maio, com entrada gratuita.</p>
<p><span style="color: #222222;">Com curadoria e produção de André Venzon, </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre águas</i></span><span style="color: #222222;"> </span><span style="color: #222222;">agrega mais de 100 obras e </span><span style="color: #222222;">propõe um mergulho poético e sensorial nas múltiplas dimensões da água — elemento central na pesquisa de Vera Reichert ao longo de mais de três décadas. </span><span style="color: #222222;">A pesquisa da artista foca </span><span style="color: #222222;">a presença da água na paisagem e na memória. Sua produção articula arte e natureza, ciência e sensibilidade, revelando um olhar atento às transformações ambientais e às relações entre corpo, território e tempo. </span><span style="color: #222222;">A </span><span style="color: #222222;">exposição</span><span style="color: #222222;"> já foi montada em São Paulo, Brasília e Porto Alegre, </span><span style="color: #222222;">e seu catálogo, </span><span style="color: #222222;">impresso pela </span><span style="color: #222222;">Editora Pubblicato, </span><span style="color: #222222;">será </span><span style="color: #222222;">distribu</span><span style="color: #222222;">ído</span><span style="color: #222222;"> <wbr />gratuita</span><span style="color: #222222;">mente </span><span style="color: #222222;">ao público.</span></p>
<p align="justify">Ao receber <i>Sobre </i><i>á</i><i>guas</i>, o Museu do Estado de Pernambuco reforça seu compromisso com exposições que articulam arte contemporânea, reflexão social e sustentabilidade, convidando o público a reconhecer a água não apenas como recurso natural, mas como elemento vital, simbólico e unificador.</p>
<p align="justify">Transitando por diferentes linguagens, Vera Reichert constrói narrativas visuais que capturam a fluidez, a transparência e a força simbólica da água. Sua obra não se limita à representação da paisagem, mas propõe uma experiência imersiva, na qual o espectador é convidado a perceber a água como elemento vital, matéria em constante mutação e metáfora das dinâmicas da própria existência. <span style="color: #222222;">Entre os destaques estão a</span><span style="color: #222222;">s</span><span style="color: #222222;"> instalaç</span><span style="color: #222222;">ões</span><span style="color: #222222;"> “Colunas D’água”, que dialoga com as enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, e “Últimas Gotas”, composta por 30 torneiras com gotas de cristal, criando uma metáfora visual sobre a urgência da preservação dos recursos hídricos. Integra ainda a exposição o curta-metragem “Sete mares e uma paixão”, exibido pelo Canal Arte1, além de obras em </span><span style="color: #222222;"><i>backlight</i></span><span style="color: #222222;"> e esculturas espelhadas que ampliam a experiência imersiva do público.</span></p>
<p align="justify"><span style="color: #222222;">“Durante a visitação, o público </span><span style="color: #222222;"><span style="color: #222222;">também </span><span style="color: #222222;">vai encontrar fotografias subaquáticas em universos raros, escotilhas espelhadas, instalações que t</span><span style="color: #222222;">ensionam a</span><span style="color: #222222;"> abundância e </span><span style="color: #222222;">a </span><span style="color: #222222;">escassez, </span><span style="color: #222222;">além de superfícies de lagoas transformadas em composições circulares”, completa o gestor do Museu do Estado, Rinaldo Carvalho.</span></span><b> </b></p>
<p><b>SERVIÇO<br />
</b><span style="color: #222222;">Exposição </span><span style="color: #222222;"><i>Sobre </i></span><span style="color: #222222;"><i>á</i></span><span style="color: #222222;"><i>guas</i></span><span style="color: #222222;">, </span><span style="color: #222222;">de </span><span style="color: #222222;">Vera Reichert<br />
</span><span style="color: #222222;">Curadoria </span><span style="color: #222222;">de</span><span style="color: #222222;"> André Venzon<br />
</span>Local: Museu do Estado de Pernambuco | Avenida Rui Barbosa, 960; Graças, Recife-PE<br />
Abertura para convidados: 26 de março de 2026, às 19h<br />
<span style="color: #222222;">Visitação: 27 de março a 3 de maio </span><span style="color: #222222;">| Terça a sexta, de 9h às 17h; Sábados e domingos, das 14h às 17h<br />
</span>Entrada gratuita</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123377" alt="Instalação_Última Gota_3" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Instalação_Última-Gota_3-364x486.jpeg" width="364" height="486" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div></div>
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		<item>
		<title>&#8220;Da Próxima Vez, o Fogo!&#8221;: Laos estreia exposição com ilustrações em bico de pena sobre identidade, cultura e memória afro-brasileiras</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jan 2026 17:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122633" aria-labelledby="figcaption_attachment_122633" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena..jpg"><img class="size-medium wp-image-122633" alt="Foto: Thiago das Mercês/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Thiago-das-Mercês-foto-Mostra-“Da-Próxima-Vez-o-Fogo”-reúne-36-ilustrações-em-nanquim-bico-de-pena.-607x482.jpg" width="607" height="482" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Thiago das Mercês/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">O artista visual Laos, da comunidade de Brasília Teimosa, no Recife, estreia a exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”, com 36 ilustrações em nanquim bico de pena. Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), além de parceria com a Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur) e o Cais do Sertão, a mostra entra em cartaz na galeria Espaço Cactus, no térreo do museu, no dia 20 de janeiro (terça-feira), das 16h às 19h, e permanece no local até 15 de março deste ano. Durante a abertura, o próprio autor realiza uma visita guiada para o público, às 18h. A entrada é gratuita.</p>
<p dir="ltr">As obras autorais de arte da exposição trazem como referência o imaginário ancestral afro-brasileiro, mostrando a identidade negra, preservando memórias coletivas e destacando suas riquezas enquanto povo. A curadoria é assinada pela produtora cultural pernambucana Isabela Reis, com produção e comunicação da Afinco Produções. Praticamente todas as obras são em preto e branco. Do total delas, três têm um fundo aquarelado.</p>
<p dir="ltr">“Inspirada no livro ‘Da Próxima Vez, O Fogo’ (1963), de James Baldwin, a exposição também é pensada como gesto de reconexão e afirmação cultural, sobretudo porque as obras surgem de vivências pessoais de um homem negro periférico. Coletivamente, são símbolos, rostos e ritos que atravessam o tempo e o corpo”, declara Laos, que realiza a primeira exposição da carreira.</p>
<p dir="ltr">Vale dizer que a mostra fica aberta para visitação durante quase dois meses, nos horários e dias de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira); 13h às 18h (sábado e domingo); e toda última quinta-feira do mês as atividades são estendidas das 10h às 20h.</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o artista</strong></p>
<p dir="ltr">Laércio Eduardo Nascimento, popularmente conhecido como Laos, também é ilustrador, tatuador e artesão. A sua arte pernambucana é feita a mão. Ao mesmo tempo, esse saber é um repasse do seu pai, que é sapateiro. Além do fato de aprender com a própria família, compartilhadora de conhecimento, experimenta técnicas manuais de desenho e dialoga com a tecnologia e suas mudanças e adaptações.</p>
<p dir="ltr">Laos destaca a pulsação poética e política da exposição, ampliando o sentido de liberdade e resistência presente nos traços. Essa vibração tem relação com o gênero musical jazz. &#8220;Pharoah Sanders (saxofonista), Alice Coltrane (pianista), John Coltrane (saxofonista e compositor) e os diálogos com a musicalidade de matriz afro-diaspórica são inspirações para o processo criativo do fazer das obras”, acrescenta.</p>
<p dir="ltr">As obras e produções artístico-culturais da autoria do recifense Laos reúnem ancestralidade, materialidade do corpo e resistência cultural como estudo e pautas principais, entre ilustração, pintura, gravura, instalações e colaborações no cinema.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><em>&gt; Serviço:</em></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Exposição “Da Próxima Vez, o Fogo!”</strong></p>
<p dir="ltr">Abertura: 20 de janeiro de 2026 (terça-feira), das 16h às 19h</p>
<p dir="ltr">Em cartaz: até 15 de março de 2026</p>
<p dir="ltr">Local: galeria Espaço Cactus (térreo do Cais do Sertão &#8211; endereço: Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Armazém 10)</p>
<p dir="ltr">Entrada: gratuita</p>
<p dir="ltr">Horário de funcionamento do Cais do Sertão: 10h às 16h (de terça-feira a sexta-feira);</p>
<p dir="ltr">13h às 18h (sábado e domingo); toda última quinta-feira do mês o horário é estendido das 10h às 20h.</p>
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		<title>Exposição Espelho de Brincantes, de Juliana Souto chega ao Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jan 2026 20:32:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cultura popular]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
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		<description><![CDATA[As indumentárias de mestres e mestras de grupos de reisado de Garanhuns, com suas cores fortes e riqueza de detalhes, foram a inspiração para a artista Juliana Souto criar as fotografias que compõem a exposição Espelho de Brincantes, uma jornada visual ao universo do reisado, que tem lançamento na terça-feira, dia 13, às 18h, na Arte Plural Galeria, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122604" aria-labelledby="figcaption_attachment_122604" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Juliana Souto</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Espelho-de-Brincantes-foto-Juliana-Souto.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122604" alt="Foto: Juliana Souto" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/01/Espelho-de-Brincantes-foto-Juliana-Souto-607x486.jpeg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Espelho de Brincantes</p></div>
<p>As indumentárias de mestres e mestras de grupos de reisado de Garanhuns, com suas cores fortes e riqueza de detalhes, foram a inspiração para a artista Juliana Souto criar as fotografias que compõem a exposição Espelho de Brincantes, uma jornada visual ao universo do reisado, que tem lançamento na terça-feira, dia 13, às 18h, na Arte Plural Galeria, no Bairro do Recife. Na criação de Espelho de Brincantes, a artista, que também é designer de moda, teve como base uma pesquisa histórica sobre a manifestação cultural do Reisado na cidade, suas origens e o legado artístico das personagens que mantém viva a tradição ao longo dos anos. O resultado dessa imersão ficará à disposição do público de todas as idades até 7 de fevereiro, de segunda a sábado, com entrada gratuita e audiodescrição.</p>
<p>Espelho de Brincantes tem curadoria de Joana D’Arc Lima e pesquisa histórica de Edvania Kehrle. Foram pesquisados a Mestra Zefinha e os mestres João Tibúrcio e Gonzaga, ícones de três grupos de reisado que atuam em Garanhuns desde a década de 1950. Eles foram fotografados em seus trajes de festa e nos quadros, que medem 1mx0,80cm, aparecem num ambiente onírico criado pela artista em tons de rosa. “Meu trabalho é uma mistura de fotografia de moda com a fotografia documental, onde mesclo a cultura pop internacional e a cultura regional. Esta exposição é minha forma de honrar estes mestres e mestra, chamando a atenção dos diversos públicos para a profunda conexão entre eles e suas deslumbrantes indumentárias festivas, revelando as raízes de suas tradições”, destaca Juliana Souto.</p>
<p>“Ao deslocar Seu Tibúrcio, Seu Gonzaga e Dona Zefinha, de seus lugares reais e colocá-los neste espaço fantástico, lúdico, mítico, Juliana Souto promove um gesto de dotar suas existências, suas histórias de dignidade e singularidade, sem necessariamente romper com suas origens, mas ao contrário, reforça suas tradições e seus modos de fazer e de existir na brincadeira do Reisado e na vida”, afirma a curadora Joana D’Arc Lima.</p>
<p>BRINCANTES –<strong> Dona Zefinha (Josefa Anália de Sousa, 1945)</strong> é natural de Brejão, no Agreste de Pernambuco. Ela cresceu acompanhando seu pai, José Laurentino, e seu tio, Cândido Sertanejo, nas brincadeiras do Reisado, em um contexto historicamente marcado pela predominância masculina. Aprendeu a confeccionar os adereços e as indumentárias do grupo e passou a brincar no Reisado Três do Oriente por volta de 1998. Sua atuação como mestra representa um marco importante para o Reisado em Garanhuns, afirmando a presença feminina em uma tradição que, por muito tempo, restringiu às mulheres papéis secundários ou invisibilizados. Como mestra, Dona Zefinha mantém vivos os saberes herdados de gerações anteriores, contribuindo para a preservação da memória do Reisado e inspirando novas mulheres a ocuparem espaços de liderança nas manifestações da cultura popular.</p>
<p><strong>Mestre João Tibúrcio (João Tibúrcio da Silva, 1946 – 2025)</strong> foi agricultor aposentado e residente no sítio Buraco d’Água, na zona rural de Garanhuns. Aprendeu o Reisado ainda na infância, por volta de 1955, com seu pai, Tibúrcio Caetano da Silva. Iniciou sua trajetória como contramestre, tornou-se rei e, posteriormente, mestre do seu grupo. Nos últimos anos, atuou como violeiro, mantendo viva a tradição musical do Reisado. Também dominava a produção das indumentárias, sendo responsável, junto com sua família, por toda a ornamentação do grupo. Autodidata, aprendeu a tocar viola observando outros violeiros. Cantava peças de mestres antigos e também composições de sua própria autoria. Mestre João Tibúrcio faleceu em 11 de dezembro de 2025, deixando um legado fundamental para a memória e a continuidade do Reisado em Garanhuns.</p>
<p><strong>Luiz Gonzaga de Lima (1943–2023)</strong> nasceu no sítio Sussuarana, localidade que hoje integra o município de São João. Iniciou-se no Reisado aos 13 anos, quando, inspirado pelo Mestre Cândido Sertanejo, decidiu formar seu próprio grupo ao lado de outras crianças. Ao longo de sua trajetória, integrou diversos grupos de Reisado em Garanhuns. Em 2017, foi reconhecido como Mestre da Cultura Popular pelo Ministério da Cultura e, em 2018, recebeu o título de Patrimônio Vivo do Estado de Pernambuco. Grande entusiasta do Reisado, teve papel fundamental na salvaguarda da tradição na região, atuando na formação de crianças e jovens e incentivando a criação de novos grupos, contribuindo de forma decisiva para a continuidade dessa manifestação cultural.</p>
<p>A exposição Espelho de Brincantes, estreou em julho de 2025 no Centro de Produção Cultural do SESC GARANHUNS, é realizada via Fundo de Incentivo à Cultura do Governo de Pernambuco – FUNCULTURA.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição Casa Habitada em reta final no CAC-UFPE</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 14:45:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo de editais da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco (PNAB) do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, direcionada pelo Ministério da Cultura do Governo Federal, a exposição Casa Habitada segue com visitação até a sexta-feira (07/11) na Galeria de Arte Capibaribe, no CAC-UFPE. A mostra dos fotógrafos pernambucanos Ulisses [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121075" aria-labelledby="figcaption_attachment_121075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Exposição-Casa-Habitada.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121075" alt="Foto: divulgação " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/Exposição-Casa-Habitada-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Casa Habitada</p></div>
<p>Com incentivo de editais da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco (PNAB) do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura do Estado, direcionada pelo Ministério da Cultura do Governo Federal, a exposição Casa Habitada segue com visitação até a sexta-feira (07/11) na Galeria de Arte Capibaribe, no CAC-UFPE. A mostra dos fotógrafos pernambucanos Ulisses Moura, Dhyego Lima e Nivaldo Carvalho aborda o universo doméstico, com sua intimidade, memórias e afetos. A exposição, que tem curadoria da professora Milena Travassos, foi aberta no início de outubro e, desde então, movimentou a Galeria Capibaribe com diversas atividades e trocas entre artista, público e curadora.</p>
<p>Com 38 obras, entre fotografias de variadas dimensões e uma videoarte, a exposição mergulha no cotidiano de pessoas ligadas afetivamente aos fotógrafos. As casas, habitadas por pessoas e cenários, tornam-se personagens centrais das narrativas visuais, nas quais objetos ordinários — como uma cadeira de balanço, um varal ou uma televisão — ganham significado poético.</p>
<p>Ainda que partam do registro da realidade, o trio não se propõe a trazer “verdades”, “testemunhos”. As imagens buscam incitar a imaginação e fomentar o diálogo. Por isso, a adoção do conceito de “documentário imaginário”, desenvolvido pela pesquisadora Kátia H. Lombardi, que oferece ferramentas para realizar apropriações e reconstruções na contemplação desse conjunto de imagens.</p>
<p>“A autora ressalta, além do caráter técnico das imagens fotográficas, suas particularidades culturais e estéticas. Cada foto é passível de modulações provocadas por elas, por seu contexto temporal e espacial, como também por quem as olha. O documentário misturado com o imaginário ofereceu-nos abertura para exercitarmos um recorte poético ao pensar a montagem da exposição e a leitura das obras”, explica a curadora Milena Travassos.</p>
<p>Dentro dessa proposta, a curadoria organizou o percurso em três eixos temáticos derivados das próprias imagens: &#8220;Solidez&#8221;, com o ensaio de Ulisses Moura sobre sua avó, dona Hozana; &#8220;Limite&#8221;, explorado por Dhyego Lima através das janelas que demarcam o dentro e o fora; e &#8220;Fluxo&#8221;, onde Nivaldo Carvalho registra a mudança de sua casa, tratando objetos e corpos como rastros fugidios.</p>
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		<title>Exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola chega ao Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE)</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Oct 2025 15:06:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Homenageando os 95 anos de uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE) recebe a exposição “ORIXAMBÁ”, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121021" aria-labelledby="figcaption_attachment_121021" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54586791363_477b92421e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-121021" alt="Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54586791363_477b92421e_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Homenageando os 95 anos de uma das mais importantes e resistentes expressões da cultura afro-brasileira em nosso estado, o Terreiro de Xambá, Patrimônio Vivo de Pernambuco, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE) recebe a exposição “ORIXAMBÁ”, do fotógrafo Paulinho Filizola, com a curadoria do antropólogo Raul Lody e texto crítico do escritor Ronaldo Correia de Brito. Após passar pelo Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), a mostra segue com as celebrações com a abertura gratuita em Olinda marcada para este sábado (1º) e seguirá em cartaz até o dia 01 de dezembro.</p>
<p dir="ltr">Situada no térreo do Museu, a mostra reúne registros capturados ao longo de 23 anos de vivência e respeito ao Terreiro pelas lentes do fotógrafo e filho de santo da casa Paulinho Filizola, revelando não apenas a beleza dos ritos e dos orixás, mas também a humanidade, a devoção e resistência que sustentam essa tradição.</p>
<p dir="ltr">Fundado em 1930, por Maria Oiá, no bairro de Campo Grande, no Recife, o Terreiro de Xambá é símbolo de ancestralidade, fé, resistência e preservação de saberes sagrados de matriz africana. Sua trajetória é marcada por lutas, mas sobretudo por uma profunda dignidade cultural e espiritual, que atravessou gerações até chegar aos dias de hoje, sob a liderança do babalorixá Pai Ivo de Xambá.</p>
<div id="attachment_121024" aria-labelledby="figcaption_attachment_121024" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54585700992_22ccc8d4f2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-121024" alt="Situada no térreo do MASPE, a mostra reúne registros capturados ao longo de 23 anos de vivência e respeito ao Terreiro pelas lentes do fotógrafo e filho de santo da casa Paulinho Filizola I Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/54585700992_22ccc8d4f2_k-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Situada no térreo do MASPE, a mostra reúne registros capturados ao longo de 23 anos de vivência e respeito ao Terreiro pelas lentes do fotógrafo e filho de santo da casa Paulinho Filizola I Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Ao trazer a história do Terreiro de Xambá por meio da ação, o Museu reafirma seu compromisso com a valorização da memória, da diversidade e das heranças africanas que compõem a identidade cultural do nosso povo. “Mais do que uma exposição, é um poderoso ato de diálogo inter-religioso. Um convite para nos conectarmos com nossa herança ancestral e celebrarmos a beleza que existe na diversidade da fé”, destaca Iron Mendes, coordenador do MASPE.</p>
<p dir="ltr">Aos interessados, as visitas a “ORIXAMBÁ” podem ser feitas de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 17h. Exceto na abertura, que terá entrada gratuita, os ingressos custam R$5,00. Crianças até 12 anos e idosos acima de 60 não pagam. Mais informações estão disponíveis no Instagram oficial do MASPE, o<a href="https://www.instagram.com/museuartesacrape/?utm_source=qr&amp;igsh=Njl5cDlibG11emg5#"> @museuartesacrape</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>MASPE</strong></p>
<p dir="ltr">Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu de Arte Sacra de Pernambuco (Maspe) foi inaugurado em 11 de abril de 1977 e ocupa o antigo Palácio dos Bispos de Olinda, uma das primeiras construções da cidade, erguida em 1537 por Duarte Coelho. O edifício, que ao longo dos séculos serviu como sede episcopal, colégio, residência religiosa e até quartel durante a Segunda Guerra Mundial, foi transformado pela Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) em espaço dedicado à exposição e estudo da arte sacra. Seu acervo, formado principalmente por peças cedidas pela Arquidiocese de Olinda e Recife, inclui santos, relicários, custódias, pinturas religiosas e uma valiosa coleção de imagens policromadas e douradas dos séculos 16 e 17.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>&gt; SERVIÇO</em></strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Exposição “ORIXAMBÁ” do fotógrafo Paulinho Filizola chega ao Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE)</strong> – Fotografias de Paulinho Filizola, com curadoria de Raul Lody e texto crítico de Ronaldo Correia de Brito</p>
<p dir="ltr">&gt; Abertura: 01 de novembro, às 16h</p>
<p dir="ltr">&gt; Visitação: De 01 de novembro a 01 de dezembro</p>
<p dir="ltr">&gt; Horários: Terça a sexta-feira, 10h &#8211; 17h e sábados e domingos de 14h &#8211; 17h</p>
<p dir="ltr">&gt; Endereço: Museu de Arte Sacra de Pernambuco (MASPE) I R. Bpo. Coutinho, 726 &#8211; Carmo, Olinda &#8211; PE, 53120-130</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição internacional Terra-Mar aporta na Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-internacional-terra-mar-aporta-na-torre-malakoff/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 14:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 11 e 27 de outubro de 2025, o Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe, será transformado em um ponto de encontro entre arte, ciência e cultura popular com a chegada da exposição “Terra-Mar: um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos”. Depois [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120579" aria-labelledby="figcaption_attachment_120579" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Exposição-Terra-Mar.-Fotos-divulgação-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120579" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Exposição-Terra-Mar.-Fotos-divulgação-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Terra-Mar</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Entre os dias 11 e 27 de outubro de 2025, o Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco através da Fundarpe, será transformado em um ponto de encontro entre arte, ciência e cultura popular com a chegada da exposição “Terra-Mar: um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos”. Depois de estrear no Aquário de Montpellier, na França, a mostra desembarca no Brasil convidando o público a mergulhar nos universos dos socioecossistemas marinhos tropicais. A visitação será gratuita de terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e nos domingos, das 14h às 18h, e também estará disponível em formato virtual pelo site do projeto <a href="http://www.terramar.online/">www.terramar.online</a>. O Observatório Cultural Torre Malakoff fica na Praça do Arsenal da Marinha, no Bairro do Recife.</p>
<p>Mais do que uma experiência visual, a exposição busca promover a cultura oceânica, a conscientização ambiental e o diálogo entre ciência e sociedade, reunindo uma programação diversificada que envolve intervenções artísticas, rodas de conversa, oficinas, atividades educativas, apresentações culturais e mostras científicas em diálogo com escolas, comunidades costeiras e o público em geral.</p>
<p>A inauguração acontece no sábado (11/10) e será marcada por apresentações de cavalo-marinho e ciranda, manifestações tradicionais profundamente ligadas à memória cultural de Pernambuco. Reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo IPHAN, o cavalo-marinho reúne improvisação cênico-musical, dança, teatro e canto, povoado por criaturas imaginárias que surgem como metáforas poéticas das águas que conectam sertão e mar. Já a ciranda, dança circular marcada pelo compasso das ondas e pelo canto coletivo, evoca a fluidez do oceano e a força do encontro. A proposta é inscrever esses saberes no contexto da Terra-Mar como um convite à escuta e ao reconhecimento do oceano como território vivo de memória, cultura e resistência. A solenidade de abertura será restrita a convidados, das 17h às 21h, com bufê de culinária nordestina e a presença de apoiadores, artistas e pesquisadores ligados ao projeto.</p>
<p>Entre os dias 13 e 17 de outubro, a programação segue com o ciclo de debates “Ideias para Adiar o Fim do Mundo”, inspirado no pensamento do líder indígena Ailton Krenak. Pesquisadores do projeto TAPIOCA, educadores, representantes de povos originários, comunidades pesqueiras e ativistas ambientais estarão reunidos para discutir de forma acessível e transdisciplinar temas como mudanças climáticas, poluição marinha, socioecossistemas costeiros e a importância de estudar o oceano. A proposta é aproximar ciência e sociedade, revelando ao público os bastidores de pesquisas desenvolvidas em campo e em laboratórios, ao mesmo tempo em que promove o encontro entre diferentes formas de conhecimento.</p>
<p>Nos dias 16 e 17 de outubro, oficinas práticas convidarão os visitantes a repensar o uso de materiais, com destaque para uma atividade de reciclagem de resíduos plásticos domésticos, ensinando como transformá-los em objetos criativos e de menor impacto ambiental. Já na semana de 20 a 24 de outubro, estudantes de escolas públicas participarão de visitas mediadas com atividades lúdicas e educativas, em parceria com o Museu de Oceanografia, incluindo apresentações de teatro de fantoches sobre alfabetização oceânica e conservação dos ecossistemas marinhos e costeiros.</p>
<p>A exposição também integrará a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT 2025), de 20 a 24 de outubro, quando a Torre Malakoff receberá mostras científicas e interativas dedicadas a diferentes aspectos da vida marinha. Estão previstas exposições sobre plâncton, tubarões, corais e invertebrados, além de atividades que abordam poluição e impactos ambientais, com jogos, realidade virtual e experiências educativas voltadas a todas as idades. Palestras e rodas de conversa completam a programação, com temas que vão do branqueamento de corais aos mistérios do oceano profundo, passando pelo papel dos navios oceanográficos.</p>
<p>Até a inauguração, o público pode acompanhar uma campanha de sensibilização ambiental nas redes sociais do projeto, pelo Instagram @terra.a.mar, que trará curiosidades sobre os ecossistemas marinhos, depoimentos de pesquisadores e agentes culturais, além de informações sobre as atividades educativas e culturais da mostra.</p>
<p><b>OBSERVATÓRIO CULTURAL TORRE MALAKOFF</b> – O equipamento cultural é um importante monumento tombado pelo Governo do Estado de Pernambuco, através da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), e localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta, lembrando também mesquitas do Oriente. No ano 2000, a Torre foi transformada em espaço cultural com destaque para a música e a fotografia. São oito salas de exposição, além de salas educativas e administrativas. Na área externa, um anfiteatro serve como espaço para diversos eventos. O funcionamento do observatório está temporariamente suspenso.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO: </span></b></p>
<p><b>Exposição Terra-Mar: um continuum dos manguezais às profundezas dos oceanos</p>
<p></b>Local: Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife – Recife-PE)</p>
<p>Data: 11 a 27 de outubro de 2025</p>
<p>Visitação: terça a sexta-feira, das 10h às 17h | Domingos, das 14h às 18h</p>
<p>Instagram: @culturape / @torremalakoff / @terra.a.mar</p>
<p>E-mail: <a href="mailto:torre.malakoff@gmail.com">torre.malakoff@gmail.com</a></p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Museu do Estado de Pernambuco (MEPE) recebe exposição composta por obras de estudantes da Rede Estadual de Ensino</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2025 15:07:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120374" aria-labelledby="figcaption_attachment_120374" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123.png"><img class="size-medium wp-image-120374" alt="Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120123-607x401.png" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Daniela Pedrosa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Unir arte e educação na formação da juventude pernambucana: esse é o objetivo da exposição “Bicentenário da Confederação do Equador: arte-educação nas escolas da Rede Estadual de Ensino”, que foi inaugurada nesta quarta-feira (17) no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe). A iniciativa é fruto do incentivo do Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Educação de Pernambuco (SEE), com o apoio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A mostra integra as homenagens aos 200 anos da Confederação do Equador e estará aberta ao público de forma gratuita até o dia 05 de outubro.</p>
<p>A atividade reúne diversas linguagens artísticas, como artes visuais, pintura, vídeo, dança, teatro e música, e é resultado de um projeto realizado entre julho de 2024 e julho deste ano, envolvendo 12 escolas da Rede Estadual de Ensino. Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p>
<div id="attachment_120375" aria-labelledby="figcaption_attachment_120375" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142.png"><img class="size-medium wp-image-120375" alt="Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120142-607x400.png" width="607" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Com objetivo principal de promover atividades de formação cultural que abordam eventos históricos significativos de Pernambuco, a ação propõe a valorização dos protagonistas dessa história.</p></div>
<p>Para a presidente da Fundarpe, Renata Borba, a exposição é resultado da grande parceria e colaboração entre a Fundarpe e a Secretaria de Educação. &#8220;Ela traz uma linda coleção de pinturas de uma nova geração que está se destacando e, ao mesmo tempo, valorizando a nossa história e cultura. Além disso, a Fundarpe tem desenvolvido projetos como o Brincantes nas Escolas e a exposição Patrimônios de Pernambuco, que está sendo apresentada em doze regiões de desenvolvimento do Estado. Esses projetos têm como objetivo levar informações sobre os patrimônios materiais e imateriais, formando professores, gestores públicos e outros interessados em se tornarem novos agentes multiplicadores da preservação cultural em seus próprios territórios&#8221;, destaca.</p>
<p>Durante a abertura da exposição, os estudantes puderam ver o resultado final das obras que criaram, além de explorar as instalações do Espaço Cícero Dias, uma das principais áreas do Mepe, compartilhando espaço de um acervo que abriga mais de 14 mil peças. Como destaque, a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p>
<div id="attachment_120376" aria-labelledby="figcaption_attachment_120376" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201.png"><img class="size-medium wp-image-120376" alt="Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &quot;Chamas da Liberdade&quot;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador. " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-19-120201-607x398.png" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a abertura da exposição, destaque para a apresentação de dança &#8220;Chamas da Liberdade&#8221;, espetáculo que remonta a trajetória de Frei Caneca, uma das figuras centrais da Confederação do Equador.</p></div>
<p>&#8220;O Museu do Estado de Pernambuco tem como missão preservar, pesquisar e difundir a nossa história. Trazer essa exposição para cá, com obras de pintura, artes visuais, além de filmes e apresentações de dança, representa a culminância desse processo tão significativo. A comemoração do Bicentenário da Confederação do Equador deveria, sem dúvidas, encontrar seu ponto final aqui, no museu, onde arte, história e cultura se entrelaçam de forma única&#8221;, ressalta o gestor do Mepe, Rinaldo Carvalho.</p>
<p><strong>MEPE</strong><br />
Gerido pelo Governo de Pernambuco, o Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), instalado desde 1940 em um palacete do século 19 que pertenceu ao filho do Barão de Beberibe, abriga um acervo com mais de 14 mil peças distribuídas em diversas categorias: Arqueologia, Cultura Indígena, Presença Holandesa em Pernambuco, Arte Sacra, Cultura Afro-Brasileira, Ex-Votos, Iconografia, Mobiliário, Porcelana, Cristais e Pintura com telas de artistas como Cícero Dias, Telles Júnior, Francisco Brennand e Burle Max. Além do prédio principal, o museu conta com o Espaço Cícero Dias e uma casa para cursos e oficinas de arte. Recentemente, foi inaugurado o Palacete Estácio Coimbra, um espaço que recria a vivência de um casarão pernambucano do século 19, com mobiliário de época, fotografias e textos distribuídos em sete núcleos conceituais e 12 ambientes, oferecendo aos visitantes uma imersão na história da aristocracia urbana de 200 anos atrás.</p>
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		<title>Belo Jardim recebe o projeto itinerante Patrimônios de Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/belo-jardim-recebe-o-projeto-itinerante-patrimonios-de-pernambuco/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/belo-jardim-recebe-o-projeto-itinerante-patrimonios-de-pernambuco/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 18:28:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O município de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, será o próximo ponto de parada da 2ª edição do projeto itinerante Patrimônios de Pernambuco, com instalações no Memorial do IFPE &#8211; Campus Belo Jardim. A ação, que é composta por uma exposição e atividades formativas, faz parte do conjunto de iniciativas que consolidam o decreto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120222" aria-labelledby="figcaption_attachment_120222" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-15.23.54.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120222" alt="Foto: Eduardo Cunha/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-09-11-at-15.23.54-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição itineranete Patrimônios de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">O município de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, será o próximo ponto de parada da 2ª edição do projeto itinerante Patrimônios de Pernambuco, com instalações no Memorial do IFPE &#8211; Campus Belo Jardim. A ação, que é composta por uma exposição e atividades formativas, faz parte do conjunto de iniciativas que consolidam o decreto do Governo do Estado que instituiu o Programa de Educação Patrimonial da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), por meio da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural.</p>
<p style="text-align: left;">O evento de abertura da exposição em Belo Jardim acontecerá na próxima terça-feira (16/09), às 19h30. A exposição tem o objetivo de ampliar o alcance das ações de identificação e proteção de referências culturais nas cidades, através da interiorização das políticas de preservação cultural do Estado. Em Belo Jardim, a visitação acontecerá gratuitamente de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h, até o dia 03 de outubro.</p>
<p style="text-align: left;">“A exposição apresenta painéis informativos sobre a atuação da Fundarpe na preservação do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Os temas incluem bens tombados, bens materiais e imateriais registrados, Patrimônios Vivos, atividades de educação patrimonial e o Patrimônio Ferroviário. Painéis interativos permitirão ao público participar, como através da montagem de quebra-cabeças e outras atividades, e também expressar suas opiniões sobre o patrimônio cultural local. O objetivo é promover o conhecimento e a valorização do patrimônio. Além da exposição, será oferecida uma oficina destinada a gestores, professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados na preservação cultural. Convidamos a todos a participar do projeto e a acompanhar as novidades através das redes sociais do Cultura PE”, destacou o gerente de Educação Patrimonial e Articulação da Fundarpe, Flávio Barbosa.</p>
<p style="text-align: left;">Após passar por Belo Jardim, o projeto itinerante Patrimônios de Pernambuco segue para São José do Egito, no Sertão do Pajeú, entre os dias 08 de outubro e 31 de outubro; Jaboatão dos Guararapes, entre os dias 05 e 21 de novembro, e com encerramento em Olinda, entre os dias 25 de novembro e 02 de janeiro, na Região Metropolitana do Recife (RMR).</p>
<p style="text-align: left;">A exposição foi construída a partir da publicação digital da cartilha “Patrimônios de Pernambuco: Materiais e Imateriais” (link para acesso aqui), em comemoração aos 50 anos da Fundarpe, com lançamento no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG), em 2023. A mostra é composta por painéis com textos e imagens, vídeos e quebra-cabeças dos Patrimônios de Pernambuco, que geram interatividade com os visitantes. O espaço tem caráter educativo e visa difundir a diversidade dos bens culturais reconhecidos, além de estimular ações de preservação e salvaguarda de outros bens ainda não identificados.</p>
<p style="text-align: left;"><b>MÓDULOS DA EXPOSIÇÃO</b> – A Exposição é composta por painéis com textos, imagens e vídeos referentes às categorias de Patrimônio Cultural de Pernambuco: Material, Imaterial, Vivo e Ferroviário. A interatividade na exposição é garantida pelos quebra-cabeças do Patrimônio Cultural, pelo vocabulário da preservação, pelos QR-Codes que direcionam o visitante a mais informações e pelo painel interativo onde os visitantes poderão compartilhar suas impressões e suas outras referências culturais. A mostra conta com recursos de acessibilidade, incluindo tradução em Libras, braile e audiodescrição dos conteúdos e legenda nos vídeos.</p>
<p style="text-align: left;">São cinco painéis: o primeiro, de abertura, traz informações sobre a exposição e a atuação da Fundarpe. O segundo faz referência ao Patrimônio Cultural Material, com informações sobre os bens materiais protegidos em Pernambuco e as formas de preservação. O terceiro apresenta um conteúdo sobre o Patrimônio Cultural Imaterial e a Política de Registro do Patrimônio Vivo de Pernambuco, ressaltando sua importância para a salvaguarda dos bens imateriais em Pernambuco. O quarto painel é voltado a apresentar informações sobre o Patrimônio Ferroviário de Pernambuco, mostrando a distribuição geográfica da rede e seus elementos.</p>
<p style="text-align: left;">O último painel apresenta um mapa onde estão localizados os bens culturais protegidos em Pernambuco, com todas as 12 regiões de desenvolvimento e seus respectivos municípios. No outro lado do painel, os visitantes são convidados a compartilhar suas próprias referências culturais, uma vez que o objetivo da exposição é, não apenas apresentar o que já é oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural, mas incentivar o público para que reconheça e valorize os bens culturais de suas próprias cidades.</p>
<p style="text-align: left;">O vocabulário da preservação complementa a exposição. São placas, afixadas no alto, entre os painéis, que trazem informações sobre termos e conceitos relacionados ao universo do Patrimônio Cultural, tais como preservação, salvaguarda, educação patrimonial, dentre outros. A interatividade na exposição é reforçada com os quebra-cabeças do Patrimônio Cultural, que são divididos nas categorias de Patrimônio Material, Imaterial, Ferroviário e Patrimônios Vivos, e contam com peças que remetem aos bens e detentores de saberes populares, com informações sobre sua história e valor cultural.</p>
<p style="text-align: left;"><b>FORMAÇÃO</b> – Além da exposição, a ação itinerante promove a formação “Metodologias participativas de identificação, estudos e difusão de referências culturais” em cada cidade por onde passa, voltada para o público de professores, gestores e interessados no tema, buscando compartilhar orientações e promover metodologias participativas para identificar, pesquisar e proteger referências culturais. Essa ação atende à necessidade de expandir as iniciativas formativas, multiplicar parcerias e fortalecer os processos de identificação e proteção cultural, conectando a Fundarpe a experiências de Educação Patrimonial já existentes.</p>
<p style="text-align: left;">A facilitação da formação será dos técnicos André Cardoso e Rivaldo Casado, do Núcleo de Educação Patrimonial da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundarpe. O encontro terá início com a acolhida dos participantes, momento em que serão apresentados os objetivos da formação e promovida a integração entre todos os presentes. Em seguida, será realizada uma sensibilização para a percepção de referências culturais, utilizando dinâmicas de grupo para estimular o olhar atento e reflexivo dos participantes.</p>
<p style="text-align: left;">Após essa introdução, serão discutidos conceitos relacionados ao Patrimônio Cultural, abrindo espaço para que os participantes pratiquem a identificação e a seleção de referências culturais em seus contextos. Serão também sugeridas maneiras de divulgar os resultados da pesquisa participativa, como publicações, exposições e outras formas de compartilhamento.</p>
<p style="text-align: left;">Na sequência, o grupo será incentivado a desenvolver experiências de identificação e difusão de referências culturais em suas próprias comunidades, com o compromisso de posteriormente compartilhar os trabalhos realizados e as vivências adquiridas com a Fundarpe. A formação será concluída com uma visita mediada à Exposição Patrimônios de Pernambuco, oportunidade em que os participantes serão convidados a multiplicar o conhecimento adquirido, mobilizando outros grupos para também conhecerem a mostra.</p>
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		<title>Exposição fotográfica Àbàmodá explora relação do uso das folhas no Candomblé e Jurema</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 17:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119849" aria-labelledby="figcaption_attachment_119849" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/1000036294.jpg"><img class="size-medium wp-image-119849" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/1000036294-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição Fotográfica Àbàmodá</p></div>
<p>Com incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo do Estado de Pernambuco, a exposição fotográfica Àbàmodá explora as relações espirituais que as folhas possuem em seus usos em ritos de Candomblé e Jurema Sagrada, e fica aberta para visitação até o dia 20 de setembro no Museu Histórico de Igarassu.</p>
<p>Nas palavras dos seus criadores, a exposição é composta por uma série de registros, os quais apresentam reflexões acerca da religiosidade, das relações do corpo e a natureza e das folhas sagradas, da manutenção das práticas litúrgicas e do afeto entre os adeptos, sacerdotes e sacerdotisas no cuidar dentro dos terreiros através do uso das plantas.</p>
<p>A ação foi idealizada pelo jovem produtor cultural Douglas Santos e conta com a produção de Anna Beatriz Mergulhão, direção de arte do multiartista Anderson Odé Bomí, curadoria da Profa. Suzana Queiroz e Adalgisa Aguiar, contando ainda com a colaboração de Leandro Ramos como fotógrafo e Emanuele Nascimento na revisão do material educativo. Realizada pelo Ponto de Cultura Axé dos Ventos, a exposição engloba 20 fotografias registradas durante o período da pandemia de covid-19, que retratam uma relação sagrada talvez ainda mais reforçada pelo isolamento exigido pelo momento excepcional da época.</p>
<p>As imagens estão expostas no Auditório do Museu Histórico de Igarassu,  com encerramento da visitação na Semana Municipal de Vivência e Prática da Religião, Cultura e Tradições Afro-Indígenas de Igarassu.</p>
<p>Para o encerramento, será realizada a “I Mostra Igarassu Tem Audiovisual”, com exibição de curtas-metragens (vídeo danças e mini-doc) produzidos por pesquisadores, brincantes e fazedores de cultura da cidade, cujas as temáticas dialogam com a salvaguarda dos saberes e fazeres ancestrais dos povos e comunidades tradicionais, das manifestações culturais e dos mestres e mestras do saber popular.</p>
<p><strong>Exposição Fotográfica ABAMODÁ</strong><br />
Auditório do Museu Histórico de Igarassu<br />
Rua Barbosa Lima, Nº 18, Centro, Igarassu-PE<br />
Período de visitação: até 20 de setembro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição “Nostalgia: memória e infância negra”, do artista Afro&#8217;G, estreia no Cais do Sertão</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 18:20:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119832" aria-labelledby="figcaption_attachment_119832" class="wp-caption img-width-345 alignnone" style="width: 345px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Paula Muniz/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.16.38.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119832" alt="Foto: Paula Muniz/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-21-at-15.16.38-345x486.jpeg" width="345" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Afro&#8217;G</p></div>
<p>Contemplada pelos Editais da Política Nacional Aldir Blanc Pernambuco (PNAB), com apoio financeiro do Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura, e direcionada pelo Ministério da Cultura – Governo Federal, a exposição “Nostalgia: Memória e Infância Negra”, do artista Afro’G, estreia neste sábado (23/08), às 17h, no Centro Cultural Cais do Sertão, no Recife Antigo. Com curadoria de Rebecca França, a mostra apresenta mais de 15 obras inéditas que resgatam vivências da infância negra periférica e convidam o público a refletir sobre memória, afeto e arte urbana. A visitação segue gratuita até o dia 23 de setembro.</p>
<p>A proposta de Afro’G é recriar, com cores vibrantes e forte carga emocional, lembranças que marcaram o cotidiano de meninos e meninas das periferias urbanas. Entre as cenas retratadas estão o banho de bacia, as brincadeiras com pião, bolhas de sabão, pipas no céu e tardes em fliperamas. As obras combinam pintura, materiais recicláveis, brinquedos antigos e elementos do graffiti – linguagem que constitui a base da trajetória do artista.</p>
<p>“Brincar é um ato fundamental que devemos continuamente preservar, até o recomeço da vida. A infância é um território eterno, lar que sempre voltamos a visitar. Por isso, Afro’G continua seu manifesto por uma infância como lugar para cultivar amor, cuidado, segurança, criatividade e ludicidade – um manifesto iniciado nas paredes das ruas do Recife e em outras cidades do Brasil”, destaca a curadora Rebecca França.</p>
<p>A exposição também contempla um programa educativo gratuito, com rodas de conversa, visitas mediadas e atividades interativas voltadas para crianças, adolescentes, educadores e escolas públicas da Região Metropolitana do Recife. “Espero que cada visitante se sinta acolhido e reconheça sua própria infância, ainda que de maneiras diferentes. Essa exposição é uma homenagem às memórias boas que nos formam”, afirma Afro’G.</p>
<p>Como desdobramento da mostra, será realizada uma campanha de arrecadação de brinquedos durante todo o período de exposição. Os itens serão doados no Dia das Crianças às famílias da Favela do Detran, comunidade onde o artista nasceu e cresceu. A iniciativa reforça o elo entre memória, infância e solidariedade, mobilizando o público a transformar lembranças em gestos concretos de cuidado.</p>
<p>Afro’G (Ricardo Gabriel) é artista plástico e grafiteiro recifense, nascido na Favela do Detran. Filho e neto de catadores de recicláveis, iniciou sua trajetória profissional em 2019 e vem consolidando um estilo próprio, o afromodernismo, que dialoga com o afrofuturismo e a cultura negra periférica. Sua prática começou ainda na infância, incentivada pela avó, Dona Joana, que lhe fornecia lápis, livros e papelão coletados na reciclagem – materiais que seguem presentes em sua produção. Entre seus trabalhos urbanos de destaque estão o mural de 160 metros no tapume da Ponte Princesa Isabel, os 12 painéis afrofuturistas do Túnel Josué de Castro e a intervenção nas torres da Biblioteca Digital Dr. Joaquim Suassuna, no Pina. Suas obras já circularam em São Paulo e em países como Estados Unidos, Argentina, Holanda e Escócia, além de parcerias com marcas como Converse e Kenner. Inspirado pela moda afro, pela música e pelas vivências da periferia, Afro’G ressignifica elementos da cultura negra e estabelece diálogos entre passado, presente e futuro.</p>
<p>A exposição é uma realização da Alto Mar – Imagens &amp; Movimentos e do Estúdio Negras Linhas, com produção da Experimento Produções, e conta ainda com apoio institucional do Cais do Sertão, Seu Maracá e do Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM).</p>
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