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	<title>Portal Cultura PE &#187; Fabiana Moraes</title>
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		<title>A vida e a obra das mulheres da fotografia no Recife são registradas em livro</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 17:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife) é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115098" aria-labelledby="figcaption_attachment_115098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115098" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A fotógrafa Isabella Valle</p></div>
<p>A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma pela outra. Isabella conversa sobre essa produção com a diagramadora do livro, Isabella Alves, em uma live de pré-venda, às 19h30 da próxima terça-feira (17), transmitida pelo canal da Cepe no <strong><a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a></strong>. A mediação é da editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> tem origem na tese de doutorado de Isabella Valle, defendida em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM-UFPE). “O livro não é uma cópia da tese. A linguagem foi adaptada ao formato de uma grande reportagem”, informa a autora. A edição é da jornalista Fabiana Moraes, o prefácio é assinado pela renomada fotógrafa Nair Benedicto e o design é de Isabella Alves. A publicação tem financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>De acordo com a autora, a proposta é abraçar diferentes gerações de fotógrafas do Recife, da década de 1970 até os anos 2010, período no qual ela também está incluída. “Nem todas são do Recife, mas todas fazem parte da história da fotografia na cidade. Minha ideia é apresentar uma narrativa diferente da oficial, na perspectiva de gênero”, declara. Vida pessoal, maternidade, sexualidade, violência, articulações e redes de solidariedade são assuntos abordados no livro. “A conclusão é positiva, com um lugar de força e esperança. Mostra para onde está indo a profissão de fotógrafa”, comenta Isabella Valle.</p>
<p>Participam do título, com entrevista, respondendo a perguntas em questionário ou na ciranda de fotos, Gleide Selma, Yêda Bezerra de Mello, Roberta Guimarães, Mariana Guerra, Hélia Scheppa, Priscila Buhr, Alcione Ferreira, Tuca Siqueira, Joana Carvalho e Carol de Andrade, entre outras. São profissionais que atuam em mercados de trabalho diversos, de fotojornalismo a foto de casamento. Ainda segundo Isabella Valle, a ciranda de fotos (o autorretrato e uma fotografada pela outra) possibilitou mais interação entre elas, inclusive para conhecer o trabalho das colegas. “É um livro de memória que, pela abordagem, acaba não sendo restrito às fotógrafas, mas a todas as mulheres”, observa.</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Isabella Valle é fotógrafa, pesquisadora e organizadora do livro Fotografias e Culturas Midiáticas Contemporâneas da Universidade Federal da Paraíba (Editora CCTA-UFPB, 2023). É professora de fotografia no Departamento de Comunicação e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB, além de coordenadora do Laboratório de Pesquisas em Imagens, Corpos e Afecções (Tato) na mesma instituição.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Live de pré-venda do livro <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em>, com bate-papo entre a autora Isabella Valle e a diagramadora Isabella Alves e mediação de Gianni Gianni -</strong> <em>terça-feira (17), às 19h30, transmitida pelo canal da Cepe no <a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a>. Preço do livro: R$ 50, de 17 de dezembro de 2024 a 20 de janeiro de 2025, na <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank">loja virtual</a> da Cepe</em></p>
<div id="attachment_115099" aria-labelledby="figcaption_attachment_115099" class="wp-caption img-width-371 alignnone" style="width: 371px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA.png"><img class="size-medium wp-image-115099" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA-371x486.png" width="371" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</p></div>
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		<title>Assista aos trailers da série de TV &#8220;Vulneráveis&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Sep 2015 14:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A série de TV &#8220;Vulneráveis&#8221; foi lançada na noite desta segunda-feira (14/09) no Cinema do Museu, mantido pela Fundação Joaquim Nabuco, em Casa Forte, no Recife. &#8220;Vulneráveis&#8221; apresenta visões distintas sobre o impacto de grandes obras e investimentos industriais na vida de milhares de famílias de renda média, de pessoas que se beneficiaram do boom econômico, mas que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A série de TV &#8220;Vulneráveis&#8221; foi lançada na noite desta segunda-feira (14/09) no Cinema do Museu, mantido pela Fundação Joaquim Nabuco, em Casa Forte, no Recife. &#8220;Vulneráveis&#8221; apresenta visões distintas sobre o impacto de grandes obras e investimentos industriais na vida de milhares de famílias de renda média, de pessoas que se beneficiaram do <i>boom</i> econômico, mas que podem retornar à pobreza a qualquer momento, dependendo da conjuntura. Famílias estruturalmente presas à pobreza. O argumento original e pesquisa foram criados por César Rocha e Laércio Portela. Os quatro episódios foram filmados e editados com direção de Déa Ferraz, Tuca Siqueira, Carol Vergolino, Getsemane Silva, Nath Gomes e Fabiana Moraes. A série tem um viés autoral e está sendo exibida pela TV Câmara desde o início de setembro. Confira o calendário de exibição e a ficha técnica completa abaixo. Em outubro, a série terá reexibição.</p>
<p>O roteiro do primeiro episódio da série, intitulado &#8220;Canavieiros&#8221;, ganhou o prêmio Rucker Vieira, organizado pelo Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), que financiou a produção do filme. Os três episódios seguintes (Mata Norte, Caldeirão e Dia de Pagamento) foram produzidos com incentivo do Funcultura, mantido pelo Governo de Pernambuco, Secretaria de Cultura e Fundarpe. &#8220;Canavieiros&#8221; está sendo transformando em longa-metragem, também com o incentivo do Funcultura. O grupo de profissionais envolvidos são associados ao Ateliê Produções e Alumia Produções e Conteúdo.</p>
<p>Os diretores tiveram liberdade para construir narrativas próprias a partir de visões distintas sobre o novo universo econômico e social trazido pelas grandes obras e sua relação conflituosa com as populações locais. As gravações foram feitas nos municípios de Ipojuca, em torno do Porto de Suape; de Goiana, nas proximidades da Fiat; em Flores e Sertânia, no entorno da Ferrovia Transnordestina e da Transposição do Rio São Francisco.</p>
<p>Além da série de TV, o projeto é composto por livro e ensaio fotográfico de Tom Cabral. O fotógrafo acompanhou os bastidores das filmagens e captou com sua câmera a amplitude das paisagens do novo desenvolvimento e as nuances dos pequenos dramas humanos.</p>
<p><strong>FICHA TÉCNICA:</strong></p>
<p>Vulneráveis – Série para TV</p>
<p>Argumento original e pesquisa: César Rocha e Laércio Portela</p>
<p>Episódio Canavieiros (direção Déa Ferraz)</p>
<p>Episódio Mata Norte (direção Tuca Siqueira)</p>
<p>Episódio Caldeirão (direção Carol Vergolino, Getsemane Silva e Nath Gomes)</p>
<p>Episódio Dia de Pagamento (direção Fabiana Moraes)</p>
<p>Realização: Ateliê Produções</p>
<p>Coprodução: Alumia Produções e Conteúdo</p>
<p>Incentivo: Funcultura – Fundarpe – Secretaria de Cultura – Governo do Estado de Pernambuco</p>
<p><strong>Calendário de exibição de Vulneráveis na TV Câmara<br />
</strong><strong></strong></p>
<p><strong>1º episódio &#8211; Caldeirão - <strong><strong><strong>Assista ao trailer <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pUXKnfZjf38" target="_blank">AQUI</a></strong></strong></strong></strong></p>
<p>05/09 &#8211; Sábado 22h</p>
<p>06/09 &#8211; Domingo 23h</p>
<p><strong>2º episódio &#8211; Mata Norte - <strong><strong>Assista ao trailer <a href="https://www.youtube.com/watch?v=zY_t4fAIfIU" target="_blank">AQUI</a></strong></strong></strong></p>
<p>12/09 &#8211; sábado 22h</p>
<p>13/09 domingo 23h</p>
<p><strong>3º episódio &#8211; Canavieiros &#8211; <strong>Assista ao trailer </strong><a href="https://www.youtube.com/watch?v=r5mTDSHDXtQ" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p>19/09 &#8211; sábado 22h</p>
<p>20/09 &#8211; domingo 23h</p>
<p><strong>4º episódio (último) &#8211; Dia de Pagamento &#8211; Assista ao trailer  <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Fko-6JY6A1A" target="_blank">AQUI</a></strong></p>
<p>26/09 &#8211; sábado 22h</p>
<p>27/09 &#8211; domingo 23h</p>
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		<title>Fabiana Moraes lança luz sobre o olhar subjetivo no jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2015 14:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Michelle Assumpção O livro Nascimento de Joicy – Transexualidade, jornalismo e os limites entre repórter e personagem, da jornalista e socióloga pernambucana Fabiana Moraes, será lançado nesta terça-feira (12), no Recife (Livraria Cultura do Paço Alfândega), às 19h. Na ocasião, haverá sessão de autógrafos e um bate-papo com a autora e três convidadas: Joicy, cabeleireira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_24617" aria-labelledby="figcaption_attachment_24617" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/RLPC4080.jpg"><img class="size-medium wp-image-24617   " alt="Rodrigo Lobo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/RLPC4080-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O livro da jornalista é fruto de uma série de reportagem publicada, em 2011, no JC</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Michelle Assumpção</strong></p>
<p>O livro <em>Nascimento de Joicy – Transexualidade, jornalismo e os limites entre repórter e personagem</em>, da jornalista e socióloga pernambucana Fabiana Moraes, será lançado nesta terça-feira (12), no Recife (Livraria Cultura do Paço Alfândega), às 19h. Na ocasião, haverá sessão de autógrafos e um bate-papo com a autora e três convidadas: Joicy, cabeleireira trans, personagem da reportagem <strong><a href="http://www2.uol.com.br/JC/especial/joicy/" target="_blank"><em>O nascimento de Joicy</em></a></strong>, Maria Clara Araújo, mulher trans, estudante de Pedagogia da UFPE, conhecida por ser uma das 95 transexuais autorizadas a usar o nome social no Enem 2014, e Viviane Vergueiro, transfeminista e pesquisadora na área de gênero pela UFBA.</p>
<p>É o quarto livro da jornalista, mas ela sente como sendo o primeiro. Fabiana escreveu <em>Os Sertões</em> (2010), <em>Nabuco em pretos e brancos</em> (2012) e <em>No país do racismo institucional</em> (2013), todos frutos de reportagens especiais. <em>O Nascimento de Joicy</em>, no entanto, foi além da reportagem publicada no<em> Jornal do Commercio </em>(JC), onde ela é repórter especial. A reflexão sobre a relação – na maioria das vezes, conflituosa – desenvolvida com sua personagem, demandou capítulos a mais. Não é uma questão de contar os bastidores de uma notícia, mas de pensar sobre um jornalismo mais subjetivo, onde noções aprendidas na faculdade, tais como o que é notícia, hierarquização das informações, as indefectíveis perguntas (quem, quando, onde, como, por que?), podem e precisam urgentemente ser questionadas.</p>
<p>Através de uma narrativa densa, que mescla vida real e conceitos acadêmicos, e que considera os muitos outros lados de uma história, Fabiana ilumina dois temas distintos: transexualidade e jornalismo. Enriquece um debate que é urgente que seja feito a respeito dessas duas questões: no universo trans, a necessidade de se conhecer, desnaturalizar os discursos; no jornalismo, a fim de atender a urgente demanda da sociedade que anseia por mais qualidade e ética na informação.</p>
<p>Confira a entrevista que a jornalista concedeu ao <strong>Cultural.PE</strong> sobre a obra:</p>
<p><strong>1- Este é seu quarto livro, mas você sente como sendo o primeiro. Por quê?</strong><br />
É que esse eu escrevi além da reportagem. A primeira parte do livro é a reportagem da série, mas a segunda é uma analise critica minha sobre minha relação com ela (Joicy), que foi uma relação conflituosa muitas vezes, dolorida, permeada por muita solidariedade, porém, também discussões feias. Eu fiquei com muita raiva. Às vezes, eu queria não falar com ela durante um bom tempo, abro o segundo capítulo falando isso. Então, o que aconteceu me colocou em situações que jornalismo nenhum vai ensinar. Na verdade, a prática da profissão vai lhe colocar continuadamente nesse tipo de desafio. Eu posso ter passado por tudo isso com Joicy, mas amanhã posso encontrar um novo personagem que vai me colocar à prova novamente, e desconstruir coisas técnicas que você, como repórter, vai assumindo.</p>
<p><strong>2- A escrita dessa reportagem só começa após um longo período de apuração. Como foi a tua preparação e organização para escrever?</strong><br />
Eu tinha pedido licença do jornal para escrever a minha tese de doutorado. Estava em casa, mas, às vezes, era custoso, solitário&#8230; E, aí, eu já tinha vontade de fazer uma reportagem com um só personagem e eu queria escrever sobre transex, pois, eu sempre pensava como é estar num mundo com um corpo com o qual você não se identifica. Comecei a fazer umas visitas, uma pesquisa de campo. Um dia na semana, deixei a tese de lado e saí para escrever isso. Encontrei com Joicy num dia de atendimento no Hospital das Clínicas, ela ia ser a próxima. Eu não percebi que era uma mulher. Ela levantou a mão e disse: “eu sou a próxima”. E, isso, gerou em mim um interesse maior, pois percebi que as transexuais não gostavam que ela ficasse por perto. Elas não a tratavam muito bem, por não ter cabelão, brinco, batom. Isto é, a identidade do socialmente percebido como feminino, e, por isso, ela era colocada do lado. Pensei, “e ainda tem isso?”. Mas, ao mesmo tempo, ela muito segura. Uma coisa que ela tem de muito incrível é a autoestima. Comecei a conversar com ela, fui à casa da irmã. Ela vinha do município de Alagoinha. Quando esses encontros começaram a ser mais frequentes, comecei a perceber características dela, senti que não iriam ser muitos fáceis para mim. Durante essa relação comecei a acompanhar, via as coisas acontecendo. Tipo, a pessoa que ela amava indo embora, dizendo que não podia ficar com ela. Ela ficou muito mal quando ele foi embora. Chorou muito. Também nunca me coloquei como amiga, mas às vezes dizia algumas coisas. Eu não sabia que ia virar isso. Então, eu não me preparei porque eu não esperava. E quando você não se prepara o aprendizado é outro.</p>
<p><strong>3- Os conceitos que permeiam a discussão do transgênero são muito novos e, mesmo entre as pessoas que respeitam e buscam entender mais este universo, ainda existem muitos erros de abordagem. Como foi para você se debruçar sobre esse tema? E como você percebe essa questão ser tratada na sociedade?</strong><br />
Somente nos últimos cinco, três anos, se intensificou mais. Nas universidades, a matrícula é pelo nome que a transexual ou a travesti usa, mas alguns órgãos atualmente começam a fazer isso e abre toda uma questão, mas é um tipo de assunto que traz holofotes para essa história. <em>O Nascimento de Joicy</em> foi a matéria que eu fiz que mais gerou identificação nas pessoas. Uma figura que muita gente não conseguia compreender, mas que, quando chegam mais perto da história de vida dela, todo mundo se identifica. E sabe por quê? Todo mundo quer ser amado, quer conforto, quer respeito. Quem não se identifica com a história de alguém que busca se colocar no mundo e que os outros a vejam de uma maneira respeitosa e querida? Eu acho que quando você fica sabendo desse tipo de história e passa a observar mais que as pessoas, trans ou não, têm vontades de vida iguais as suas, isso vai diminuindo a distância. A questão LGBT, de maneira geral, foi ficando mais palatável para um público que nem queria ouvir falar. Mas a gente ainda usa muito termo errado. Eu usei na matéria “mudança de sexo”, que não existe, é redesignação sexual, no livro eu me corrijo.</p>
<p><strong>4- A literatura para o tema é acessível?</strong><br />
Para <em>Joicy</em>, eu não precisei de uma literatura. Óbvio, que depois eu fui ler sobre isso, mas acho que quando comecei a ir para a literatura, já sabia o que eu queria fazer, a matéria estava pronta. O que veio depois de Joicy é que acabou me levando para a literatura. Porque, na verdade, o que eu estudo é sociedade, consumo, comunicação, jornalismo. Eu não discutia gênero. Mas percebi que começou a vir muito com <em>Fale com Ela</em>, <em>Joicy</em>, <a href="http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2011/05/28/luisa-marilac-e-o-sonho-de-ser-aceita-5782.php" target="_blank"><strong><em>Luisa</em></strong></a>, e fui fazendo outras, lendo coisas, era chamada a participar de bancas, mas não era o foco naquele momento. Nunca me passou pela cabeça quando eu comecei a fazer, mas depois pensei. Tenho um tio homossexual, e tenho lembranças dele desde a época de criança. Depois, com o passar dos anos, eu percebi que esse meu tio era travesti. Ele trabalhou como travesti. Fui recuperando minhas lembranças de infância e lembro que ele era alvo de piada o tempo todo. Isso nunca me veio à cabeça, mas, quando comecei a ter contato com as travestis, vi que tinha muito essa questão que eu trazia comigo, que é como você pode viver no mundo sendo constantemente questionado por sua presença.</p>
<p><strong>5- O livro traz a discussão da subjetividade no jornalismo. A relação que se estabeleceu pós-narrativa te levou a outro tipo de “fazer jornalístico”. Quando você percebeu que essa história por traz da notícia era relevante e precisava ser contada?</strong><br />
Essa relação, que se impôs e foi construída entre nós (Joicy e eu), me colocou o tempo todo à prova como jornalista. Eu não era uma jornalista inexperiente quando encontrei Joicy. Já tinha 13, 14 anos de redação. E, isso, me fez refletir muito sobre a prática da gente, sobre como a gente faz, o que chamamos de fonte, de personagem, de jornalismo humanizado, e que virou um tanto clichê: pauta, notícia, a ideia de notícia é completamente elitizada – o que, quando, como, onde, quem – e a partir dessa relação perceber o nível de subjetividade que estava imposto. Quando resolvi escrever a matéria, o tipo de texto, queria que fosse o mais seco possível. A partir do momento em que eu escrevo que Joicy tem na geladeira um pimentão, e ela chega ao hospital, e ouve que café se toma em casa (Joicy pede um café ao seu médico, durante consulta, que lhe nega), o que eu preciso mais escrever? Ao mesmo tempo, tenho que estar atenta pra isso. Quando comecei a falar de subjetividade, sem negar a objetividade, é muito pensando nesses pormenores que se colocam.</p>
<p><strong>6- O jornalismo ensina a fazer recortes de situações e realidade. A proposta da subjetividade é então ampliar e enxergar o contexto maior?</strong><br />
Ou, então, dentro desse recorte, você ser o mais rico possível, onde não coloque de lado questões fundamentais para que ele não seja falso, e também admitindo os limites desse recorte. Eu me lembro de que, quando fiz <a href="http://www2.uol.com.br/JC/sites/sertoes/" target="_blank"><strong><em>Os Sertões</em></strong></a>, queria trazer um sertão fora dos limites. Queria ir pra um lugar que não conhecia e voltar para falar desse lugar. Minha premissa era essa: “não conheço o Sertão. O sertão que Euclides da Cunha falou naquela época, eu quero falar agora”. Mas eu tinha um tempo, uma quantia, tinha limitações. O que me irrita, às vezes, é o repórter fazendo essas matérias como se fosse aventura. É a vida dos outros. Não suporto essas coisas, de viajar sete mil quilômetros, passar por vários perigos&#8230; Na verdade, você quer se capitalizar com a matéria, não tá falando sobre mundo. Havia toda uma construção midiática sobre o sertão, e não precisei ir tão longe. Quando cheguei em Ibimirim, tinha uma boate gay. Sabe? A gente não vive num mundo congelado, e às vezes a gente insiste em lidar com as coisas como se elas fossem congeladas. E, muitas vezes, o que causa estranhamento é que é muito parecido com a gente, e a gente queria que fosse diferente. Então, acho que temos que estar abertos à outras questões.</p>
<p><strong>7- Seria desnaturalizar o discurso, desconstruir certas crenças?</strong><br />
A pesquisadora Sylvia Moretzsonh, que assina a apresentação d’<em>O Nascimento de Joicy</em>, tem um livro do qual gosto muito,<em> Pensando Contra os Fatos</em>, que trata da desconstrução de um senso comum. O senso comum, às vezes, usando um termo bem papo reto, pode lascar a vida de uma pessoa. Por exemplo, achar que travesti necessariamente é puta. Lembro-me de uma matéria que saiu certa vez no jornal daqui: “Três pessoas foram presas, uma mulher, um homem – não falava o nome das pessoas – e um menor de idade, que era travesti”. Esse era o lead da matéria. Eu conhecia o jornalista que escreveu e liguei, “Posso te fazer uma pergunta?”. “Se você vai manter na matéria que o menor é travesti, coloca também se o homem e a mulher são heterossexuais”. Porque a gente naturaliza mesmo e fica repetindo as coisas. A gente tem que parar de repetir as coisas, sem refletir sobre elas. E a pergunta mais maravilhosa do mundo que precisa ser sempre feita é: por que as coisas são como elas são?</p>
<p><strong>8- Qual tua expectativa com relação à contribuição do livro e dos debates que poderá gerar?</strong><br />
Acredito que o livro contribui para se pensar no tipo de jornalismo que estamos praticando e no tipo de jornalismo que está em plena transmutação. Não existe um modelo único de jornalismo, são vários, todos eles fundamentalmente potentes. Existe, está posto, uma demanda social por uma produção jornalística de qualidade, existe uma demanda enorme de pessoas que são representadas precariamente no espaço midiático, e elas, é obvio, sublinham: &#8220;eu quero que falem sobre mim&#8221;, e, melhor ainda, elas podem se utilizar de vários mecanismos para falarem sobre si próprias. O livro, nesse sentido, abre para uma discussão sobre a desconstrução de um jornalismo que se pautou muito sobre uma verdade universal, uma ideia de verdade única, quando ela não existe. Ao mesmo tempo, vejo <em>O Nascimento de Joicy</em> como um elogio ao jornalismo. Eu ando bem cansada do desmerecimento concedido atualmente aos profissionais da área, que possuem um papel importantíssimo na construção da democracia.</p>
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		<title>“Tatuagem” ganha edição em DVD e Blu-Ray</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 21:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista Fabiana Moraes e a pesquisadora Ângela Prysthon. O encontro acontece na Livraria Cultura (Paço Alfândega), no Bairro do Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15465" alt="Flávio Gusmão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>“Tatuagem” é estrelado por Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo García e grande elenco que trazem à tela a história do debochado grupo teatral Chão de Estrelas e o amor que aflora entre Clécio Wanderley, líder da trupe, e o recruta Fininha. O filme vem ganhando colecionando prêmios em diversos festivais pelo país. Entre eles, conquistou quatro kikitos no Festival de Gramado, cinco prêmios no Festival do Rio, outros cinco no Festival de Cinema de Triunfo, além de ser a única produção brasileira indicada ao Prêmio Goya, da Espanha, na categoria Melhor Filme Ibero-Americano.</p>
<p>Com distribuição da Imovision, o DVD/Blu-Ray traz, além do filme em si, material extra, como as apresentações teatrais, na íntegra, do Chão de Estrelas, além dos vídeos Super-8 do professor Joubert, que, no filme, registrava as performances da trupe, além de trailers e making of.</p>
<p><strong>Tatuagem</strong><br />
Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia.</p>
<p>A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha (Jesuíta Barbosa), apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. É esse encontro que estabelece a transformação de nosso filme para os dois universos. A aproximação cria uma marca que nos lança no futuro, como TATUAGEM: signo que carregamos junto com nossa história.</p>
<p>Revisitando o cinema novo, flertando com o experimentalismo do super-8 da década de setenta no Brasil e dialogando com o cinema contemporâneo, TATUAGEM procura jogar luz sobre as várias maneiras que podemos ler e interpretar a história e a cinematografia de um país, devolvendo-lhe texturas e cheiros, e abrir uma brecha para vislumbrar uma das faces mais interessantes e complexas do Brasil: a história que nasce na marginalidade dos acontecimentos.</p>
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		<title>Para montar e desmontar o Sertão</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 01:37:20 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4322" aria-labelledby="figcaption_attachment_4322" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Ricardo Moura</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-4322" alt="Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2012/05/sertões-estrangeiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Sertões estrangeiros”, com o escritor Ronaldo Correia de Brito (dir.) e jornalista Fabiana Moraes (centro), sob mediação de Schneider Carpegianni</p></div>
<p>O que é sertão? Contemporâneo, ultrapassado, mítico, sem tempo? De que matéria é feito, que cara tem? Qual a sua influência sobre a expressão artística de quem nasce ou vive aí? Essas perguntas foram feitas, direta ou indiretamente, na mesa de debates “Sertões estrangeiros”, de ontem (19/05), com a participação da jornalista Fabiana Moraes e do escritor Ronaldo Correia de Brito, e mediada por Schneider Carpeggiani.</p>
<p>Tanto a jornalista quanto o escritor, cada um dentro das possibilidades que cabem nos seus exercícios, experimentam lançar um olhar diverso sobre o sertão em seus trabalhos. Veja um pequeno depoimento dos convidados falando sobre o sertão nos seus livros:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/qWBd94hUW6g" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/tT9ewBa3lDE" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>O sertão que mudou, que incorporou elementos urbanos e que já não tem mais correspondência com a ideia do lugar prevalentemente agrário, esteriotipado e fechado ao que é moderno. Essa foi a tônica da mesa, que mexeu com qualquer ideia pronta sobre o sertão e os sertanejos. Diante disso, Fabiana Moraes fala da necessidade de desmonte da ideia pré-concebida de uma arte brasileira ou sertaneja. Ou seja, de uma arte que se engessa e se curva diante de um modelo. Mas um desmonte que não seja negação, e sim um forma não viciada de olhar e tratar o tema.</p>
<p>Ronaldo Correia de Brito fala dos personagens estereotipados da dita literatura regionalista, e da emergência de reinventar esses modos de ver o sertão. Para ele, o sertão mudou. “Então é natural que tudo isso mude, e que a literatura, a música, a poesia popular, não continuem investindo numa ética não existente. Insitindo num naturalismo não mais existente. Copiando este modelo, este esteriótipo de mundo, de personagens”, afirma.</p>
<p>Ouça também um trecho de<em> Galiléia</em> (de Ronaldo Correia de Brito) e de <em>Os Sertões</em> (livro-reportagem de Fabiana Moraes), lidos pelos próprios autores durante a mesa:</p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/2m19rBzzm8U" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/A-p3ixJrltQ" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Entrevista com Fabiana Moraes &#8211; CLISERTÃO 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 12:40:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Publicado em 19/05/2012. Publicado em 19/05/2012. Fabiana Moraes fala sobre Os Sertões.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 19/05/2012. Publicado em 19/05/2012. Fabiana Moraes fala sobre Os Sertões.</p>
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		<title>Fabiana Moraes no CLISERTÃO 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 12:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado em 19/05/2012. Fabiana Moraes lê um trecho de Os Sertões, durante o CLISERTÃO 2012.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 19/05/2012. Fabiana Moraes lê um trecho de Os Sertões, durante o CLISERTÃO 2012.</p>
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		<title>Convidada: Fabiana Moraes</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 09:26:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Jornalista com doutorado em Sociologia, autora dos livros-reportagens Os Sertões (Editora Cepe, finalista do Jabuti em 2011) e Nabuco em Pretos e Brancos (editora Massangana).Há 15 anos trabalhando no Jornal do Commercio, é vencedora de vários prêmios de jornalismo, entre eles três Esso (reportagens A Vida Mambembe, Esso Regional, em 2007; Os Sertões, Esso de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/fabiana-moraes.jpg"><img class="size-medium wp-image-4647 alignleft" alt="Heldes Régis" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/fabiana-moraes-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a>Jornalista com doutorado em Sociologia, autora dos livros-reportagens Os Sertões (Editora Cepe, finalista do Jabuti em 2011) e Nabuco em Pretos e Brancos (editora Massangana).Há 15 anos trabalhando no Jornal do Commercio, é vencedora de vários prêmios de jornalismo, entre eles três Esso (reportagens A Vida Mambembe, Esso Regional, em 2007; Os Sertões, Esso de Jornalismo, em 2009; e O Nascimento de Joicy, Esso de Reportagem, 2011), além do Embratel de Cultura por Quase Brancos, Quase Negros em 2011.</p>
<p>No CLISERTÃO participa no dia 18/05 a partir das 16h30 da mesa “<strong>Sertões estrangeiros”, </strong>com o<strong> </strong>escritor Ronaldo Correia de Brito. Mediação: Schneider Carpeggiani.</p>
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