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	<title>Portal Cultura PE &#187; fábio horácio-castro</title>
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		<title>Escritor pernambucano vence o Prêmio Sesc de Literatura</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2021 15:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_85642" aria-labelledby="figcaption_attachment_85642" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/diogo-monteiro-premio-sesc-literatura-2021.png"><img class="size-full wp-image-85642" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/diogo-monteiro-premio-sesc-literatura-2021.png" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">O livro &#8220;O que a casa criou&#8221;, de autoria do escritor pernambucano Diogo Monteiro, foi vencedor na categoria Conto</p></div>
<p>O Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do país na distinção de escritores inéditos, acaba de anunciar os vencedores da edição 2021, nas categorias Romance e Conto. Os selecionados foram o paraense Fábio Horácio-Castro, com o romance &#8220;O réptil melancólico&#8221;, e o pernambucano Diogo Monteiro, com a coletânea de contos &#8220;O que a casa criou&#8221;. A origem dos autores reafirma o estímulo à diversidade por parte do Prêmio e sua capacidade de projetar escritores das mais distintas regiões do país. Os livros dos dois vencedores serão publicados em outubro pela editora Record, parceira do Prêmio Sesc desde a sua criação.</p>
<p>&#8220;O réptil melancólico&#8221; trata de colonialidade, colonialismo e colonização, das alegorias sobre a Amazônia e da Amazônia como alegoria. A narrativa parte do retorno de Felipe para sua cidade, após longa estadia fora do país. Ele seguira para o exílio na primeira infância, levado por sua mãe, militante política perseguida e torturada pelo regime militar brasileiro. Nesse processo de retorno, restabelece contato com a família paterna, particularmente com seu primo Miguel, que está fazendo o caminho oposto: o de partir da cidade.</p>
<p>&#8220;O que a casa criou&#8221; é um livro sobre o espanto. Todos os seus 16 contos, inclusive o que dá nome ao volume, tratam de alguma forma sobre a possibilidade de encontrar o inusitado a qualquer momento, na virada de uma esquina ou no abrir de uma porta. São histórias sobre a fragilidade do real e do nosso confortável conceito de realidade, e sobre como a quebra dessa normalidade age sobre pessoas, lugares e coisas.</p>
<p>Neste ano, o Prêmio recebeu a inscrição de 1688 livros, sendo 850 em Romance e 838 em Conto. O cronograma não foi afetado pela pandemia, porque foi todo executado por trabalho remoto. Dessa forma, o resultado pôde ser divulgado no prazo previsto.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sobre os autores</strong></span></p>
<p>O pernambucano Diogo Monteiro, de 43 anos, também é jornalista e atua com pesquisa de opinião e estratégia. Ele conquistou a premiação com o livro &#8220;O que a casa criou&#8221;. <em>“Sempre escrevi e participava de algumas coletâneas, mas nunca tinha pensado no Prêmio Sesc. Este ano, tive um livro infantojuvenil publicado pela primeira vez, o &#8220;Relógio de Sol&#8221;. Agora, será a segunda vez que coloco uma obra para o público, na categoria conto”</em>, destaca.</p>
<p>Fábio Horácio-Castro, paraense e jornalista de formação, tem 52 anos, é professor universitário e venceu com o romance O réptil melancólico. <em>“É a minha primeira participação no Prêmio Sesc e não esperava vencer na categoria. Escrevo mais sobre pesquisas relacionadas à Amazonia. Como eu tinha um projeto deste livro, aproveitei o isolamento da pandemia, finalizei a obra e me inscrevi. Fiquei muito contente com o retorno”</em>, comemora.</p>
<p>Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Em sua 18ª edição, se tornou uma das mais importantes premiações do país, sendo hoje considerado referência por críticos literários, escritores brasileiros e visto como grande porta de entrada para o mercado editorial no Brasil.</p>
<p><em>“A premiação foi criada em 2003 e se consolidou como a principal do país para autores iniciantes. Nesse ano, os vencedores foram das regiões Norte e Nordeste e consideramos essa diversidade excelente para a cena literária nacional”</em>, explica o analista de Literatura do Departamento Nacional do Sesc, Henrique Rodrigues.</p>
<p>Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, o que contribui para a credibilidade e a visibilidade do projeto, pois insere os livros na cadeia produtiva do mercado livreiro. Os livros têm lançamento no final do ano com tiragem inicial de 2 mil exemplares. Desde a sua criação em 2003, mais de 16 mil livros foram inscritos e 31 novos autores foram revelados.</p>
<p>O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, protegidos por anonimato. Isso impede que os avaliadores reconheçam os reais autores, evitando qualquer favorecimento. Os romances e contos são avaliados por escritores profissionais renomados, que selecionam as obras vencedoras pelo critério da qualidade literária.</p>
<p>A relevância do projeto também pode ser medida por meio do sucesso dos seus vencedores, que costumam vencer ou ser finalistas de outros grandes prêmios literários como o Jabuti, Biblioteca Nacional e São Paulo de Literatura. Eles também vêm sendo convidados para outros importantes eventos internacionais, como a Primavera Literária Brasileira, realizada em Paris, o Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal, e a Feira do Livro de Guadalajara, no México.</p>
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