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	<title>Portal Cultura PE &#187; Faculdade Senac</title>
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		<title>Na Jornada, patrimônio alimentar atravessa fronteiras municipais e estaduais</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 21:50:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O segundo dia da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar, nesta terça-feira (27), realizado na Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade, no câmpus-sede da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no bairro de Dois Irmãos (Zona Oeste do Recife), foi dividido entre dois tipos de trocas de experiências. O primeiro, no intercâmbio entre a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) acerca de Gastronomia e Identidade Territorial; o segundo, sob o tema Gastronomia Pernambucana como Patrimônio, teve como foco os saberes sobre quatro tipos de doces: doce de guabiraba, de Paudalho (Zona da Mata Norte); bolo barra branca, de Bezerros (Agreste); cartola; e bolo de noiva.</p>
<p>Este ano sob o tema Cultura Alimentar e Identidade Territorial, o evento é fruto de uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e da Faculdade Senac (FacSenac). Integra a 17ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, que, apesar do nome, conta com programação desde o início deste mês de agosto.</p>
<p>Pela manhã, a professora Ericka Calabria, coordenadora do curso de Gastronomia da UFRPE, mediou a palestra A Experiência em Minas Gerias: Sistemas Culinários da Cozinha Mineira &#8211; o Milho e a Mandioca &#8211; Candidatura do Queijo Minas à Patrimônio da Humanidade. Para esse colóquio foi convidado Luis Molinari, diretor de Promoção do Iepha-MG, que dividiu a mesa ainda com Marcelo Renan de Souza, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p>Um dos reflexos da importância da gastronomia como vetor de identidade cultural, como apontou Marcelo Renan, tem sido o recente boom de pedidos para que vários produtos, e seus processos, tornem-se patrimônio cultural em Pernambuco. O mesmo, de acordo com Luis Monari, ocorre em Minas Gerais. Ambos os gestores falaram um pouco da experiência de construção da política de patrimônio cultural, com respectiva metodologia, para uma plateia formada em sua maioria por alunos de gastronomia da UFRPE.</p>
<p>No debate após as palestras ficou mais evidente o percurso das experiências pernambucana e mineira. Enquanto a primeira geralmente parte do pedido de registro de um produto consolidado (como, por exemplo, o bolo de noiva, o queijo coalho, o doce de guabiraba, a mariscada, a manta de ovinos e caprinos de Petrolina ou o café de Taquaritinga do Norte), a segunda costuma ter início na identificação dos saberes, processos e práticas socioculturais associadas a cada produto.</p>
<p>&#8220;É extremamente importante para os órgãos de preservação manter intercâmbios técnicos com os de outros Estados&#8221;, ressaltou Marcelo Renan. &#8220;Este ano trouxemos a experiência do Iepha-MG, no reconhecimento da cozinha mineira e do queijo minas. É interessante para nós, porque temos o processo de reconhecimento do queijo coalho e de outros bens do patrimônio alimentar pernambucano. Para nós, técnicos, serve como uma troca de conhecimentos técnicos entre instituições; e, para os estudantes, a oportunidade de conhecer mais a fundo esses processos de reconhecimento do patrimônio alimentar&#8221;, compartilhou o gerente.</p>
<p>Já Luis Molinari considera que os profissionais de patrimônio cultural precisam desse tipo de intercâmbio e cada vez mais desses encontros para discutir procedimentos, metodologias, legislação e formas de fazer. &#8220;Existe, obviamente, um entendimento de como fazemos a proteção do patrimônio cultural, mas também o fazer dessa proteção é muito importante&#8221;, afirmou. &#8220;Eventos como esse são muito importantes para que possamos somar esforços, entender procedimentos e criar consensos em relação a formas de abordagens de patrimônios&#8221;, disse o diretor.</p>
<p><strong>DOCE QUE TE QUERO DOCE -</strong> A tarde da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar, nesta terça-feira (27), na UFRPE, ficou ainda mais açucarada. Com mediação da antropóloga, Luciana Gama, assessora técnica da Fundarpe, doces pernambucanos com grande potencial de serem reconhecidos como patrimônios imateriais do Estado ilustraram a palestra e debate sob o tema Gastronomia Pernambucana como Patrimônio. A professora da casa Ericka Calabria voltou à mesa para falar sobre a cartola; as doceiras Lucia Maria dos Santos, Isabel Cristina Assis da Silva e Maria do Socorro de Assis defenderam o doce de guabiraba; e a também professora Cristianne Barros, da Faculdade Senac, retomou os assuntos dos bolos de noiva e barra branca, já abordados na segunda-feira (26), na FacSenac.</p>
<p>A emoção tomou conta da mesa formada apenas por mulheres, que compartilharam experiências dessas delícias de patrimônios que atravessam o Estado, do Litoral ao Agreste, passando pela Zona da Mata Norte. No debate suscitaram sugestões como a elaboração de uma cartilha do patrimônio alimentar e a instrumentização para tornar as pessoas doceiras aptas a concorrerem ao título de Patrimônio Vivo de Pernambuco. A tarde, claro, terminou com uma degustação de amostras desses doces tão desejados.</p>
<p>A professora Ericka Calabria, que participa da Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco desde a primeira edição, e há dois anos possui uma ligação ainda mais afetiva com a realização da Jornada do Patrimônio Alimentar, lembrou como o patrimônio imaterial ganhou maior representatividade ao longos dos anos. &#8220;Percebi também que a Semana foi se interiorizando, saiu mais do Recife, e cada vez mais as questões do patrimônio imaterial foram surgindo&#8221;, contou. &#8220;Fico muito feliz que a gastronomia, que já era reconhecida nos editais, vai se inserindo nas políticas culturais como uma linguagem, uma área dentro de patrimônio, e vai sendo valorizada. A UFRPE fica muito feliz por participar e cooperar com essa demanda&#8221;, celebrou.</p>
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		<title>Jornada do Patrimônio Alimentar tem início com delícias de vinhos e bolos pernambucanos</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Aug 2024 21:42:33 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem achava que a Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco já havia acabado rasgou a boca. Ou melhor, encheu a boca. E os olhos. Em sua 17ª edição, o evento entrou em sua reta final, esta semana, com a realização da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial. O evento é fruto de uma parceria do Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Faculdade Senac (FacSenac). A estreia, nesta segunda-feira (26), na Faculdade Senac, foi dedicada aos vinhos produzidos na região do Vale do São Francisco (Sertão) e ao bolos que são patrimônios culturais pernambucanos.</p>
<p>A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial continua até a próxima quinta-feira (29). Confira <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial" href="https://docs.google.com/forms/d/1lpWSRQJcTL49AD5KAj499jIRxeMavJYK5XvuOEskgGA/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> a programação completa.</p>
<p>Pela manhã, no Auditório da FacSenac, foi colocado o tema Indicação Geográfica: Vinhos do Vale do São Francisco. Robson Lustosa, coordenador de gastronomia da faculdade, mediou as palestras com Luciana Arruda, professora do curso de bacharelado em gastronomia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFRPE; e Yanne Moreira, economista e assessora de Arranjos Produtivos da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe).</p>
<p>Após uma breve introdução da assessora de Gastronomia da Secult-PE, Dianne Sousa, e do gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, Marcelo Renan de Souza, cada expositor explicou, em sua área, como se deu o processo de registro de indicação geográfica (conferido a produtos ou serviços que são característicos de seu local de origem, o que lhes atribui reputação, valor intrínseco e identidade própria, além de os distinguir em relação a seus similares disponíveis no mercado) dos vinhos produzidos no Vale do São Francisco.</p>
<p>&#8220;A indicação geográfica do vinho é nossa primeira de alimentação no Estado&#8221;, lembrou Dianne Sousa. &#8220;Temos muitos outros produtos em potencial. Inclusive, temos um processo em andamento, que é o do queijo coalho do Agreste, que se encontra em fase de pesquisa e delimitação&#8221;, contou. &#8220;O caso de sucesso do vinho, sua implementação e desenvolvimento, desperta para outros mercados o interesse de buscar o selo de indicação geográfica, como nos casos do mel e do café de Taquaritinga do Norte&#8221;, exemplificou.</p>
<p>O debate que se seguiu com a plateia contou ainda com a participação da sommelière Mariana Dubeux, que ministrou, no fim da manhã, no salão de eventos da FacSenac, a oficina Degustando o Vale do São Francisco. Na workshop, fez uma breve apresentação sobre os rótulos locais e sua projeção comercial e pôde proporcionar uma experienciação de alguns tipos de vinhos produzidos no Estado.</p>
<p>A tarde foi dedicada a quatro concorridas oficinas gastronômicas sob o título Os Doces Patrimônio de Pernambuco, ministrada por professoras da FacSenac: Bolo de Rolo, com Juliana Costa; Bolo Barra Branca, com Tânia Bastos; Bolo de Noiva Pernambucano, com Cristianne Barros; e Bolo Souza Leão, com Renata Oliveira.</p>
<p>&#8220;A academia tem que inserir naquilo que está sendo desenvolvido no âmbito externo&#8221;, comentou Robson Lustosa. &#8220;Em nossas práticas educacionais consideramos também a discussão da gastronomia quanto aos aspectos culturais focando no conteúdo de desenvolvimento econômico regional&#8221;, disse. &#8220;Temos uma disciplina de confeitaria em que discutimos também o patrimônio. Na discplina de enogastronomia tratamos das indicações de procedência sempre trazendo à tona os vinhos que são produzidos na região do Vale do São Francisco. Na educação não faz sentido falar, tratar de alguns assuntos sem um olhar para o desenvolvimento local, na promoção do desenvolvimento regional&#8221;, explicou o professor.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 20:31:41 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card-1-Alimentar-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112459" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Card-1-Alimentar-1-427x486.jpg" width="427" height="486" /></a></p>
<p>O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult PE) e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com os cursos de gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e a Faculdade Senac (FacSenac), anunciam a 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial. O evento acontece de segunda (26) a quinta-feira (29).</p>
<p>A ação integra a programação da 17ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco e tem como objetivo fortalecer o debate acerca das políticas públicas culturais voltadas ao contexto do patrimônio alimentar em Pernambuco; e promover trocas acadêmicas e divulgação de iniciativas da sociedade civil que contribuem com a preservação e a promoção dos patrimônios alimentares.</p>
<p>O evento é aberto ao público e acontece na Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade da Universidade Federal Rural de Pernambuco, (Câmpus-Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/nº, bairro Dois Irmãos); e na Faculdade Senac Pernambuco (Rua do Pombal, nº 57, 22º andar, bairro Santo Amaro), no Recife. É necessária a inscrição prévia para garantia de vagas, sujeita à lotação dos dois locais.</p>
<p>Com foco no debate relacionado à cultura alimentar e às identidades territoriais, a programação está organizada em temáticas que envolvem: Indicação Geográfica e Alimentos; Gastronomia e Identidade Territorial; Gastronomia Pernambucana como Patrimônio; e Os Doces Patrimônio de Pernambuco. Além disso, em parceria com a FacSenac e a UFRPE, ocorre a vivência com mestras marisqueiras da comunidade de Vila Velha, na Ilha de Itamaracá, na Região Metropolitana do Recife, Litoral Norte do Estadio. Há emissão de certificado para os presentes.</p>
<p>As inscrições, devem ser feitas exclusivamente <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial" href="https://docs.google.com/forms/d/1lpWSRQJcTL49AD5KAj499jIRxeMavJYK5XvuOEskgGA/viewform?pli=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>.</p>
<p>A programação da 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial também inclui o painel virtual Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares. O objetivo é promover uma formação on-line voltada para gestores, professores e pesquisadores de todo o Estado ligados à gastronomia, turismo, economia criativa e cultura, entre outros.</p>
<p>Para essa ação as inscrições devem ser feitas exclusivamente <a title="3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial - Painel para Gestores" href="https://docs.google.com/forms/d/11YJTy-AEMY6WchEYT7NQMcDfK_pqewV8p1mfNDHglMQ/viewform?edit_requested=true" target="_blank"><strong>aqui</strong></a>. Uma vez inscrito, o link do evento será enviado para o e-mail de cada participante cadastrado.</p>
<p>“A realização desse evento reforça a importância da discussão dos temas do patrimônio cultural sob diferentes perspectivas acadêmicas e traz ao debate como as características regionais podem fornecer elementos identitários para o que chamamos de gastronomia regional&#8221;, explica Marcelo Renan, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe. &#8220;O foco deste ano é mostrar a importância da vinculação de pratos e produtos a suas características históricas, conceituais e técnicas, por exemplo, como aparece nas indicações geográficas e na patrimonialização de saberes gastronômicos ligados às identidades locais”, completa.</p>
<p>Para Ericka Rocha, professora e coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE, e uma das organizadoras do evento, “a Jornada do Patrimônio Alimentar é um momento da Semana do Patrimônio de Pernambuco que está tomando fôlego e crescendo a cada ano, sinalizando a importância da temática para a sociedade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Para a comunidade acadêmica ligada aos cursos de gastronomia, ilumina e faz refletir sobre o legado presente nas práticas cotidianas ligadas à alimentação e seus rituais&#8221;, afirma ainda a docente. &#8220;É com muita alegria que a UFRPE participa desse evento trazendo excelentes discussões para os alunos do curso de gastronomia e a todos na área.&#8221;</p>
<p>Dianne Sousa, pesquisadora, produtora cultural e atual gestora da Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, lembra que a cultura alimentar se revela por meio de práticas e saberes históricos, culturais, ambientais e territoriais e compreende todo o processo, do cultivo à forma de partilha dos alimentos. &#8220;A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar proporcionará importantes reflexões e experiências acerca da identidade alimentar e das relações territoriais”, almeja.</p>
<p>A 3ª Jornada do Patrimônio Alimentar: Cultura Alimentar e Identidade Territorial traz à tona o debate acerca da gastronomia enquanto reflexo dos costumes e das tradições de uma sociedade para fortalecimento dos territórios, bem como possibilita, por meio da preservação de práticas e saberes, o enaltecimento contínuo da identidade cultural e dos laços comunitários. &#8220;Para além do empreendedorismo em negócios do segmento gastronômico, a gastronomia é expressão das potencialidades culturais, ambientais, sociais e econômicas de cada região em que seja promovida e destacada, incitando o locavorismo e a valorização das comunidades por meio de seus laços culturais, criando um legado duradouro para as futuras gerações em uma conexão imbricada que alinha tradição e inovação”, comenta Robson Lustosa, coordenador de Gastronomia da Faculdade Senac Pernambuco.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Confira a programação completa:</strong></span></p>
<p><strong>Segunda-feira, 26</strong></p>
<p>9h às 11h, Auditório da Faculdade Senac Pernambuco<br />
Tema: Indicação Geográfica: Vinhos do Vale do São Francisco<br />
Palestrantes: Luciana Arruda, professora do curso de bacharelado em gastronomia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia de Alimentos da UFRPE; Yanne Moreira, bacharela em economia (UFPE) e assessora de Arranjos Produtivos (Adepe)<br />
Mediação: Robson Lustosa, coordenador de gastronomia da Faculdade Senac</p>
<p>11h às 12h, Salão de Eventos da Faculdade Senac Pernambuco<br />
Tema: Oficina Degustando o Vale do São Francisco (20 vagas, inscrição presencial)<br />
Palestrante: Mariana Dubeux, a sommelière da ViniBrasil/Rio Sol</p>
<p>13h às 17h, 7º andar da Faculdade Senac<br />
Tema: Os Doces Patrimônios de Pernambuco (40 vagas)<br />
Oficinas Gastronômicas:<br />
Bolo de Noiva Pernambucano, com Cris Barros, professora de gastronomia da FacSenac-PE;<br />
Bolo de Rolo, com Juliana Costa, professora da Senac-PE;<br />
Bolo Souza Leão, com Renata Oliveira, professora da FacSenac-PE;<br />
Bolo Barra Branca, com Tânia Bastos, professora da Senac-PE</p>
<p>14h às 16h<br />
Painel Virtual &#8211; dia 1: Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares</p>
<p><strong>Terça-feira, 27</strong></p>
<p>9h30 às 12h30<br />
Biblioteca Setorial Manuel Correia de Andrade, UFRPE<br />
Tema: Gastronomia e identidade Territorial<br />
A Experiência em Minas Gerias: Sistemas Culinários da Cozinha Mineira: O Milho e a Mandioca &#8211; Candidatura do Queijo Minas a Patrimônio da Humanidade<br />
Palestrantes: Luis Molinari, diretor de Promoção do Iepha-MG; e Marcelo Renan Oliveira de Souza, gerente de Patrimônio Imaterial da Fundarpe.<br />
Mediação: Ericka Maria de Melo Rocha Calabria, coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE</p>
<p>14h às 17h<br />
Tema: Gastronomia Pernambucana como Patrimônio<br />
Palestrantes: Doce de Guabiraba, com as doceiras Lucia Maria dos Santos e Isabel Cristina Assis da Silva;<br />
Bolo de Noiva e Bolo Branca, com Cris Barros, professora da FacSenac-PE<br />
Cartola, com Ericka Maria de Melo Rocha Calabria, coordenadora do curso de bacharelado em gastronomia da UFRPE<br />
Mediação: Luciana Gama, antropóloga e assessora técnica da Fundarpe</p>
<p><strong>Quarta-feira, 28</strong></p>
<p>Vivência para alunos de gastronomia com mestras marisqueiras de Vila Velha, Itamaracá (PE)</p>
<p><strong>Quinta-feira, 29</strong></p>
<p>14h às 16h<br />
Painel Virtual &#8211; dia 2: Estratégias de Agregação de Valor de Produtos Agroalimentares</p>
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		<title>Desfile de moda celebra conclusão do projeto Novos Produtores de Cadu Sales</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Aug 2024 17:07:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Faculdade Senac Pernambuco é palco de um desfile de moda aberto ao público, nesta quarta-feira (21). O evento, realizado no Dia Internacional da Moda, com entrada franca, marca a conclusão do projeto Novos Produtores, idealizado pelo produtor de moda e styling Cadu Sales que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Faculdade Senac Pernambuco é palco de um desfile de moda aberto ao público, nesta quarta-feira (21). O evento, realizado no Dia Internacional da Moda, com entrada franca, marca a conclusão do projeto Novos Produtores, idealizado pelo produtor de moda e styling Cadu Sales que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio de recursos do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e apoio do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). O desfile acontece na área de convivência da faculdade, no 6º andar. O evento é gratuito.</p>
<p>O projeto foi responsável por preparar novos talentos para o mercado oferecendo uma experiência prática única em três módulos: Produção de Editorial, Produção de Fashion Film e Produção de Desfile.</p>
<p>“A ideia de realizar esse projeto parte da necessidade de oferecer uma formação complementar em produção de moda para alunos do nosso Estado formando para o mercado de trabalho novos profissionais, que saem desse curso com um portfólio robusto e prático. É muito significativo. Estarmos concluindo essa vivência no Dia Internacional da Moda”, afirmou o idealizador Cadu Sales.</p>
<p>Durante o projeto, sob coordenação de Cadu Sales, os alunos puderam vivenciar a rotina de profissionais pernambucanos da área, como o figurinista Álamo Bandeira, o maquiador Laércio AZ e o fotógrafo Ravaneli Mesquitta (Ravmes) no módulo de Editorial; a stylist Camila Ferza, o maquiador Raphael Ramos e o videomaker Carlos Linz, no módulo de Fashion Film; e o diretor criativo Nestor Mádenes e o maquiador Lucas Menezes, no módulo de Desfile.</p>
<p>Para Sofia Lira, uma das alunas participantes, a experiência foi transformadora. “O curso Novos Produtores tem sido uma verdadeira virada de chave para mim. A oportunidade de trabalhar com grandes nomes da moda, que eu sempre admirei de longe, me cativou desde o início. Cada aula me dá mais clareza sobre o que significa uma produção de moda de verdade alimentando minha paixão por essa arte. Saio daqui mais confiante e pronta para transformar conceitos criativos em realidade”, pontuou.</p>
<p><strong>O IDEALIZADOR -</strong> Pós-graduado em produção de moda e styling, Cadu Sales é produtor de moda, curador, figurinista e pesquisador. Em sua trajetória acadêmica desenvolveu a pesquisa Moda Espetáculo, que estabelece relações entre moda e teatro. Recentemente realizou a performance de moda Pernambuco Estampado, dentro da programação do Festival Pernambuco Meu País, em Pesqueira (Agreste), onde o público pôde carimbar seu figurino criando assim a estampa desejada.</p>
<p>Cadu também representou a moda pernambucana na 4° Conferência Nacional de Cultura, realizada este ano em Brasília, e foi curador de moda na 24ª Feira Nacional de Negócios de Artesanato (Fenearte), em que foi responsável por selecionar os expositores de moda. Além disso, atua como conselheiro no Conselho Municipal de Design do Recife e no Conselho Estadual de Política Cultural de Pernambuco (CEPC-PE).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Desfile de conclusão do curso Novos Produtores -</strong> <em>quarta-feira (21), a partir das 17h, na área de convivência da Faculdade Senac Pernambuco (Rua Marquês do Pombal, nº 57, 6º andar, bairro Santo Amaro, Recife-PE). Acesso gratuitao</em></p>
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		<title>CEPPC-PE aprova, por unanimidade, o registro Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Dec 2023 14:30:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural (CEPPC-PE) votou nessa quinta-feira (14), por unanimidade, a favor do registro das Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. O evento ocorreu na Academia Pernambucana de Letras (APL). É o primeiro bem imaterial ligado à cultura gastronômica registrado no Estado com base na Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito estadual.</p>
<p>Com a deliberação do CEPPC-PE, após a assinatura oficial do decreto pela governadora Raquel Lyra e sua publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), o bem cultural é inscrito no Livro de Registro dos Saberes do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado de Pernambuco.<br />
O Bolo de Noiva Pernambucano, parte obrigatória nos rituais de casamentos e em diversos outros eventos sociais, ostenta uma receita de origem inglesa brilhantemente adaptada pelas mãos pernambucanas. A iguaria se diferencia dos bolos de casamento dos outros Estados pelos ingredientes e sabores característicos.</p>
<p>Amplamente difundido, encontrado em todas as microrregiões, o Bolo de Noiva está presente no cotidiano do povo pernambucano sendo comercializado em vários formatos e tamanhos. Sua produção e consumo fazem parte da nossa cultura culinária atingindo todas as classes sociais tornando-se símbolo da gastronomia pernambucana e um importante instrumento de geração de renda — movimentando o mercado gastronômico, gerando empregos, convertendo-se em pilar econômico para inúmeras famílias que há gerações perpetuam essa tradição —, além de promover a socialização da cultura local.</p>
<p>Segundo Cris Barros, chef, pesquisadora e professora de gastronomia da Faculdade Senac, que também foi uma colaboradora da pesquisa do bem que culminou com o registro, “reconhecer os modos de fazer o Bolo de Noiva como Patrimônio Imaterial de Pernambuco é salvaguardar um bem alimentar cultural único no País valorizando e reconhecendo a comunidade produtiva das boleiras e boleiros que movimentam a economia no Estado e que repassam seus conhecimentos às novas geraçõe perpetuando a preservação dos saberes tradicionais”.</p>
<p><strong>PROCESSO -</strong> A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) submeteu, em 1º de julho de 2021, o requerimento de registro do Bolo de Noiva Pernambucano como Patrimônio Imaterial de Pernambuco à Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE). Após estudos realizados pela Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe, em conjunto com a Assessoria de Gastronomia da Secult-PE, a Secretaria acatou o requerimento de registro do bem, cujo processo contou com anuência de boleiros e boleiras pernambucanos.</p>
<p>A partir de então foi sugerida a alteração da nomenclatura do processo de registro (e consequentemente do bem a ser registrado) de Bolo de Noiva de Pernambuco para Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco, já que o reconhecimento é do conjunto de saberes associados a sua produção e não apenas o produto em si.</p>
<p>Após acatamento da Secult-PE pelo registro do bem no Livro de Registro dos Saberes, conforme o inciso III, do Art. 4º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, como consta no art. 7º da Lei nº 16.426, de 27 de setembro de 2018, que instituiu o Sistema Estadual de Registro e Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, no âmbito do Estado de Pernambuco, coube à Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) dar início à instrução técnica para a produção de inventário sobre o bem cultural e elaboração do parecer técnico conclusivo do processo de registro. A partir daí é encaminhado ao CEPPC para deliberação final da decisão culminando, ou não, no registro do bem nos respectivos Livros de Registro do Patrimônio Cultural Imaterial do Estado.</p>
<p>Ao longo o processo a Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe contou com a colaboração e parceria de instituições e de detentores e detentoras que enriqueceram tanto a pesquisa bibliográfica e o mapeamento da comunidade detentora do bem, como o documento do parecer técnico conclusivo do Registro da Produção Artesanal e Práticas Socioculturais Associadas ao Bolo de Noiva de Pernambuco.</p>
<p>Em 10 de maio de 2022 a Secult-PE e a Fundarpe realizaram no YouTube a live Bolo de Noiva, Patrimônio Gastronômico de Pernambuco com o objetivo de divulgar e fortalecer a articulação entre boleiras e boleiros, as instituições e a sociedade civil. Participaram do debate a chef, pesquisadora e professora do Senac Cris Barros; Marcelo Renan, historiador e coordenador de Patrimônio Imaterial da Fundarpe; e a gastróloga, professora, pesquisadora e então assessora de Gastronomia da Secult-PE, Ana Cláudia Frazão. Na ocasião foi discutida a importância do registro e do reconhecimento de um patrimônio alimentar como o Bolo de Noiva pernambucano.</p>
<p>Durante a 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em agosto de 2022, ocorreu a Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da Contribuição do Patrimônio Alimentar para o Desenvolvimento Local: Turismo, Empreendedorismo e Preservação com o objetivo de divulgar as iguarias reconhecidas como patrimônio imaterial alimentar em Pernambuco, bem como as que estão em processo de registro.</p>
<p>Promovido pela Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Uninassau e a Faculdade Senac, um dos encontros contou com a presença da professora Cris Barros por meio de uma aula-demonstração em que se discutiu acerca da história do bolo, da parte prática de como se dá seu preparo, quais são os ingredientes, entre outras demonstrações.</p>
<p>Marcelo Renan e Ana Frazão também reforçaram para o público presente a importância da salvaguarda de bens alimentares focando no Bolo de Noiva pernambucano como uma grande referência identitária que vai desde o ambiente da cozinha à comensalidade nas mais diversas celebrações.</p>
<p>Entre março e abril de 2023 técnicas da Fundarpe realizaram entrevistas com Cássia Pereira, Eliane Asfora e Cris Barros, boleiras da Região Metropolitana do Recife (RMR), que afirmam trabalhar com a receita dita tradicional do bolo. Além disso, a Fundarpe contribuiu com debates realizados na Faculdade Senac sobre o processo de registo e os aspectos socioculturais ligados ao bolo.</p>
<p><strong>PLANO DE SALVAGUARDA -</strong> Após a votação do CEPPC-PE a favor do registro, e da publicação da resolução informando da decisão, será publicado o decreto do Governo de Pernambuco que oficializa o registro do bem nos livros de registro do Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco. A partir daí se dará o início da elaboração do plano de salvaguarda com a participação da comunidade.</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem a 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar no Recife</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Aug 2023 12:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com os cursos de Gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Faculdade Senac e o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), promovem a 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Comida cultura e território: salvaguardando saberes e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_104432" aria-labelledby="figcaption_attachment_104432" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Jornada-do-Patrimônio-Alimentar_Foto-de-Jan-Ribeiro_Secult-PE_Fundarpe-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-104432" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/08/Jornada-do-Patrimônio-Alimentar_Foto-de-Jan-Ribeiro_Secult-PE_Fundarpe-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Com foco no debate relacionado à cultura e território alimentares, a programação está dividida em três partes: culinária afro-brasileira, culinária indígena e tradições da culinária pernambucana</p></div>
<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com os cursos de Gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), Faculdade Senac e o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), promovem a 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Comida cultura e território: salvaguardando saberes e fazeres dos sistemas alimentares.</p>
<p>O evento é aberto ao público e acontece na próxima segunda (28) e terça-feira (29), no Auditório do Ceagri da UFRPE e no Salão de eventos do Senac. Para participar, é necessário realizar uma inscrição prévia para garantia de vagas (a ação é sujeita à lotação dos espaços) por meio de um <b><a href="https://docs.google.com/forms/d/1A3cVtpOpO2xQyh156mVFOGHVh9qKXhP8Wr_PNaT1ouw/viewform?pli=1&amp;chromeless=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true">formulário online</a></b>.</p>
<p>A atividade integra a programação da 16ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco e tem como objetivo fortalecer o debate acerca das políticas públicas culturais voltadas ao contexto do patrimônio alimentar em Pernambuco, bem como gerar trocas acadêmicas e divulgação de iniciativas da sociedade civil que contribuem com a preservação e a promoção dos patrimônios alimentares.</p>
<p>Com foco no debate relacionado à cultura e território alimentares, a programação está dividida em três partes: culinária afro-brasileira, culinária indígena e tradições da culinária pernambucana. O evento contará com a presença de Mãe Lu e Iyabassé Rosemary, do Ilê Axé Oxalá Talabí, localizado em Paulista, recém registrado como Patrimônio Vivo de Pernambuco; e Bella e Iran Xukuru, representantes da etnia Xukuru da Serra do Ororubá.</p>
<p>Para Marcelo Renan, coordenador de Patrimônio imaterial da Fundarpe, a realização deste evento em parceria com duas importantes instituições de ensino do Estado, reforça a importância de introduzir temas da preservação do patrimônio cultural para diferentes áreas acadêmicas.</p>
<p>“A gastronomia se conecta com aspectos culturais, sociais, políticos e territoriais. Por isso mesmo, nesta edição, trouxemos discussões sobre as culturas alimentares de povos originários e de matrizes africanas para evidenciar matrizes presentes nas bases da cultura alimentar em Pernambuco”, destaca Marcelo Renan.</p>
<p>O evento também faz uma homenagem póstuma ao Mestre Cazuza do Alfenim, José Otaviano da Silva Filho, herdeiro da tradição da produção do Alfenim, doce de origem árabe produzido à base de açúcar e limão e popularizado no agreste pernambucano pelas mãos de sua mãe, Maria Belarmina, a Dona Menininha, primeira Patrimônio Vivo representante da gastronomia popular pernambucana. Mestre Cazuza do Alfenim esteve presente na Jornada do Patrimônio Alimentar de 2022, demonstrando aos alunos e interessados o saber-fazer desta iguaria pernambucana.</p>
<p>Dianne Sousa, pesquisadora e produtora cultural, atual gestora da coordenação de Gastronomia da Secult-PE, opina que a cultura e a história dos povos estão ligadas à alimentação. “Para entender toda a diversidade da gastronomia é fundamental dialogar sobre práticas, representações e conhecimentos que permeiam nossa identidade. A 2° Jornada do Patrimônio Alimentar proporciona debates e reflexões acerca da dinâmica dos processos alimentares e sua continuidade”.</p>
<p>Para Ericka Rocha, professora e coordenadora do curso de Bacharelado em Gastronomia da UFRPE, e uma das organizadoras do evento, as memórias associadas à alimentação expressam estruturas sociais e se comportam como marcos de identidade.</p>
<p>“Neste sentido, refletir sobre o legado de sabores, modos de fazer e práticas de comensalidade que permeiam a alimentação no Brasil, é um passo para compreender nossa sociedade e cultura. A Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco, em sua 16ª edição, traz uma rica oportunidade para iluminar, refletir e debater sobre culturas alimentares que permeiam o estado, na 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar”, avalia Erick Rocha.</p>
<p>Robson Lustosa, coordenador de Gastronomia da Faculdade Senac Pernambuco, reforça que a Gastronomia, como área de conhecimento e de atuação na alimentação, apresenta-se sempre de maneira complexa o que a coloca como expressão cultural em um cenário multifacetado de ações e reflexões.</p>
<p>“A 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar oportuniza a sociedade a debater sobre a preservação e consolidação do patrimônio enquanto conjunto de signos e representações, nos permitindo refletir o quanto ainda podemos ser autênticos e capazes de preservar saberes e sabores que contam nossos caminhos do passado e nos apontam as trilhas para o futuro&#8221;, pontua Robson Lustosa.</p>
<p><b>SEMANA DO PATRIMÔNIO –</b> Com uma série de ações gratuitas como palestras, seminários, debates e encontros temáticos, a 16ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco conta com a participação de 25 municípios pernambucanos e diversos parceiros nesta 16ª edição. A programação completa está disponível <b><a href="https://www.even3.com.br/16-semana-do-patrimonio-cultural-de-pernambuco">aqui</a></b>.<b> </b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Serviço:<br />
</span></b>2ª Jornada do Patrimônio Alimentar<br />
Segunda (28) e terça (29)<br />
Auditório do Ceagri da UFRPE (Campus Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos)<br />
Salão de eventos da Faculdade Senac Pernambuco (Rua do Pombal, 57, Santo Amaro, 22º andar)<br />
Gratuito<br />
Inscrições via <b><a href="https://docs.google.com/forms/d/1A3cVtpOpO2xQyh156mVFOGHVh9qKXhP8Wr_PNaT1ouw/viewform?pli=1&amp;chromeless=1&amp;pli=1&amp;edit_requested=true">formulário on-line</a></b></p>
<p><b>Confira a programação completa da 2ª Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Comida cultura e território: salvaguardando saberes e fazeres dos sistemas alimentares:</b></p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Segunda-feira (28)</span></b></p>
<p>Tema:<b> </b>Culinária afro-brasileira como Patrimônio Imaterial<br />
Horário: 14h às 17h<br />
Local: Auditório do Ceagri da UFRPE (Campus Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos)<br />
Convidados:<br />
-  Mãe Lu e Iyabassé Rosimary &#8211; Ilê Axé Oxalá Talabí (Patrimônio Vivo de Pernambuco)<br />
- Rozélia Bezerra (Professora Doutora Aposentada do Departamento de História da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Membro e Pesquisadora Gehislit &#8211; PUC/MG)<br />
Mediação: Bruno Celso Vilela Correia (Doutor em Sociedad y cultura pela Universitat de Barcelona e professor do curso de Gastronomia da UFRPE)</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">Terça-feira (29)</span></b><b> </b></p>
<p>Tema: Tradições da culinária pernambucana como Patrimônio Imaterial<br />
Horário: 9h às 12h<br />
Local: Salão de eventos da Faculdade Senac Pernambuco (Rua do Pombal, 57, Santo Amaro, 22º andar)<br />
Convidados:<br />
- Lorena Bezerra de Sousa (Coordenadora do curso de Gastronomia da Faculdade Senac PE &#8211; UV Caruaru)<br />
- Vânia Lemos- Itep/CT Laticínios (Coordenadora do Museu do Queijo de Coalho)<br />
- Exibição do Documentário: O Francês e Coalho<br />
Mediação: Luciana Gama (Doutora em Antropologia pela Universidade Federal de Pernambuco &#8211; UFPE e Assessora Técnica da Coordenadoria de Patrimônio Imaterial da Fundarpe)</p>
<p>Tema: Culinária indígena como Patrimônio Imaterial<br />
Horário: 14h às 17h<br />
Local: Auditório do Ceagri da UFRPE (Campus Sede &#8211; Rua Dom Manuel de Medeiros, s/n, Dois Irmãos)<br />
Convidados:<br />
- Iran Neves Xukuru (extensionista do Instituto Agronômico de Pernambuco &#8211; IPA) e Angela Neves Pereira, conhecida como Bella Xukuru (representante do Coletivo Jupago Krekáe e primeira Bacuroa do povo Xukuru)<br />
- Mônica Jacomé (pós-graduanda em Gestão Social do Patrimônio Cultural, pela Universidade Federal da Bahia, arte ducadora popular, pesquisadora e produtora cultural. É autora do Cardápio de Histórias e produziu o XEPACULT, ambos projetos com incentivo do Funcultura).<br />
- Exibição do Documentário: Territórios Gastronômicos do Velho Chico<br />
Mediação: Monica Helena Panetta (Doutoranda em Agroecologia e Desenvolvimento Territorial &#8211; PPGADT|UFRPE e Professora do curso de Gastronomia da Universidade Federal Rural de Pernambuco)</p>
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		<title>Secult-PE e Fundarpe promovem a &#8220;Jornada do Patrimônio Alimentar&#8221; no Recife</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Aug 2022 16:46:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A rica e diversa gastronomia pernambucana contará com uma ação especial dentro da programação da 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Trata-se do debate &#8220;Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da contribuição do patrimônio alimentar para o desenvolvimento local: turismo, empreendedorismo e preservação&#8221;, que acontecerá nos dias 22, 23 e 24/8 (segunda, terça e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_96132" aria-labelledby="figcaption_attachment_96132" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Antônio Melcop/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/alfenim-foto-antonio-melcop-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="size-medium wp-image-96132" alt="Antônio Melcop/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/alfenim-foto-antonio-melcop-secult-pe-fundarpe-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A receita do Alfenim será um dos destaques da programação do evento</p></div>
<p>A rica e diversa gastronomia pernambucana contará com uma ação especial dentro da programação da 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco. Trata-se do debate &#8220;Jornada do Patrimônio Alimentar &#8211; Perspectivas da contribuição do patrimônio alimentar para o desenvolvimento local: turismo, empreendedorismo e preservação&#8221;, que acontecerá nos dias 22, 23 e 24/8 (segunda, terça e quarta-feira), das 17h às 21h, na Uninassau e na Faculdade Senac.</p>
<p>Com inscrições gratuitas, por meio do e-mail: <strong>patrimonioimaterial@gmail.com</strong>, o evento tem como objetivo divulgar as iguarias que já são reconhecidas como patrimônio imaterial alimentar em Pernambuco, bem como as que estão em processo de reconhecimento patrimonial, quais sejam: Bolo de Noiva, Caldeirada de Itapissuma, Fritada de Aratu de Igarassu, Alfenim de Agrestina, Bolo de Rolo e Manta da Carne de Bode de Petrolina.</p>
<p><em>&#8220;Convidamos gestores municipais de cultura, de turismo e sustentabilidade, além de mestres e mestras da gastronomia pernambucana para acompanhar o cozimento desses pratos. O público vai conhecer melhor a história por trás dessas receitas, os segredos, o surgimento, as particularidades do preparo, além de se deleitar com apresentações ao vivo que vão culminar com degustações de cada apresentação&#8221;</em>, diz Ana Cláudia Frazão, assessora de Gastronomia da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE).</p>
<p>Entre os convidados, estão: Cris Barros (Bolo de Noiva), Cléo Ferraz (Bolo de Rolo), Mestre Cazuza (Alfenim), Mestra Patrícia (Fritada de Aratu), Cândido Araújo (Manta de Bode) e Mestra Jacira (Caldeirada). Veja a programação abaixo:</p>
<p>- 22/8 (segunda-feira), das 17h às 21h, Laboratório de Demonstração Gastronômica da Uninassau (Rua Fernando Lopes, 778, Graças &#8211; Recife/PE): <strong>Bolo de Noiva e Caldeirada de Itapissuma</strong>;</p>
<p>- 23/8 (terça-feira), das 17h às 21h, Laboratório de Demonstração Gastronômica da Uninassau (Rua Fernando Lopes, 778, Graças &#8211; Recife/PE): <strong>Fritada de Aratu de Igarassu e Alfenim de Agrestina</strong>;</p>
<p>- 24/8 (quarta-feira), das 17h às 21h, Laboratório de Demonstração da Faculdade Senac (R. do Pombal, 57 &#8211; Santo Amaro, Recife/PE): <strong>Bolo de Rolo e Manta da Carne de Bode de Petrolina</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/ana-claudia-frazao-foto-mari-frazao.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-96137" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/ana-claudia-frazao-foto-mari-frazao-323x486.jpeg" width="323" height="486" /></a></p>
<p><strong>SALVAGUARDA -</strong> Para Ana Claudia Frazão (foto acima), esses encontros, como o da Jornada do Patrimônio Alimentar, <em>&#8220;servem para difundir nossa rica gastronomia e culinária de raiz do Estado, com a perspectiva de garantir que nossos patrimônios alimentares estejam protegidos através da construção e execução das políticas públicas culturais&#8221;</em>. Nas apresentações, o público poderá observar <em>&#8220;as particularidades dos modos de fazer e ingredientes que compõem as ricas histórias que atravessam a linha do tempo desses receituários e preparações&#8221;</em>, diz ela.</p>
<p>Em relação ao desenvolvimento local, a assessora de Gastronomia da Secult-PE destaca que o reconhecimento desses patrimônios alimentares<em> &#8221;valorizam a cultura de cada lugar de sua origem, fortalecem as cadeias produtivas e garantem a preservação desse receituário e a promoção do turismo gastronômico&#8221;</em>.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> A 15ª Semana do Patrimônio Cultural de Pernambuco é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secult-PE/Fundarpe. Programado para acontecer entre os dias 15 e 30 de agosto de 2022, o evento conta com a participação de 31 municípios pernambucanos e mais de 209 atividades, que envolvem ações educativas, cursos, exposições, lançamento de livros, oficinas, palestras, rodas de diálogo, seminários e visitas guiadas. Clique <a href="https://drive.google.com/file/d/1eI7-Pgrf8ZLQ0RW7JmPQLQzV0s_TtXXp/view" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> e confira a programação completa.</p>
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		<title>Catálogo “Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco&#8221; será lançado no Senac</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jan 2020 13:49:39 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco]]></category>

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		<description><![CDATA[A renda Renascença de Poção e Pesqueira é conhecida como um dos artesanatos mais representativos de Pernambuco, que sempre encantou a todos por seus desenhos e trabalhos manuais. Essa prática do século 16, chegou ao Estado trazida por freiras que ensinaram a prática para mulheres das cidades pernambucanas do interior. Nesse cenário, surge a personagem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_74734" aria-labelledby="figcaption_attachment_74734" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Moreira/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Dona-Odete-Maciel-foto-tiago-moreira-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-74734" alt="Tiago Moreira/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/01/Dona-Odete-Maciel-foto-tiago-moreira-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A rendeira Dona Odete Maciel é a figura central da publicação</p></div>
<p>A renda Renascença de Poção e Pesqueira é conhecida como um dos artesanatos mais representativos de Pernambuco, que sempre encantou a todos por seus desenhos e trabalhos manuais. Essa prática do século 16, chegou ao Estado trazida por freiras que ensinaram a prática para mulheres das cidades pernambucanas do interior.</p>
<p>Nesse cenário, surge a personagem central  do catálogo “Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco&#8221; que, com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será lançado no próximo dia 13 de fevereiro (quinta-feira), às 16h30, na Faculdade Senac, localizada em Santo Amaro (Recife). Conhecida nacionalmente por seu trabalho, Dona Odete Maciel, a única mestra artesão de renda Renascença viva em Pernambuco. Uma mulher forte e ao mesmo tempo delicada que representa a força da mulher nordestina: artesão, dona de casa, professora, mãe, esposa&#8230; são algumas das características desse rico personagem do nosso artesanato.</p>
<p>O catálogo foi idealizado pelo fotógrafo Felipe Cândido e conta com produção-executiva de Tereza Franco, fotografias de Andréa Franco, textos do jornalista Phelipe Rodrigues, edição e produção de moda de Tiago Moreira. A publicação terá distribuição gratuita no dia do seu lançamento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento catálogo: “Odete: A Mestra da Renda Renascença em Pernambuco”.<br />
Quando: 13 de fevereiro (quinta-feira), às 16h30<br />
Onde: Salão de Eventos Faculdade Senac (R. do Pombal, 57 &#8211; Santo Amaro, Recife &#8211; PE).</p>
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		<title>Inscrições abertas para encontro sobre produção de eventos culturais no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2015 14:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[André Valença]]></category>
		<category><![CDATA[coletivo sexto andar]]></category>
		<category><![CDATA[Coquetel Molotov]]></category>
		<category><![CDATA[Eric Gomes]]></category>
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		<category><![CDATA[Produção de Eventos Culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Profana Pub]]></category>
		<category><![CDATA[Sambada Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Talk Show]]></category>

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		<description><![CDATA[A Faculdade Senac, no Recife, está com inscrições abertas para o talk show gratuito sobre produção de eventos culturais, que acontece no próximo sábado (17), das 8h30 às 12h, no auditório P3 da instituição. No encontro, serão abordados conhecimentos técnicos e práticos envolvendo desde a elaboração de projetos, além de estratégias de captação de recursos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Eventos-Culturais-divulgacao.png"><img class=" wp-image-30878 alignright" alt="Eventos Culturais - divulgacao" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/10/Eventos-Culturais-divulgacao-486x486.png" width="292" height="292" /></a>A Faculdade Senac, no Recife, está com inscrições abertas para o talk show gratuito sobre produção de eventos culturais, que acontece no próximo sábado (17), das 8h30 às 12h, no auditório P3 da instituição. No encontro, serão abordados conhecimentos técnicos e práticos envolvendo desde a elaboração de projetos, além de estratégias de captação de recursos para a realização de eventos, possibilitando aos participantes um network de experiências com profissionais atuantes no mercado cultural pernambucano.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os facilitadores, estarão participando o chef de gastronomia Leandro Ricardo e os produtores culturais André Valença (Profana Pub), Eric Gomes (Coletivo Sexto Andar), Jarmeson de Lima (Produtor do Coquetel Molotov) e Paloma Granjeiro (Sambada Comunicação). Além de mecanismos sobre a captação de recursos públicos e privados para financiamento de eventos, o talk show também irá permitir a compreensão de criação e produção em diversos segmentos culturais.</p>
<p style="text-align: justify;">As inscrições são gratuitas seguem até a sexta-feira (16), no site da faculdade, através do <strong><a title="link" href="http://portal.faculdadesenacpe.edu.br/senac/acadweb.modulo.cursos.php" target="_blank">link</a></strong>. As vagas são limitadas.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Talk Show Produção de Eventos Culturais </strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 17 de outubro<br />
<strong>Horário:</strong> das 8h30 às 12h<br />
<strong>Local:</strong> Auditório P3 da Faculdade Senac (Av. Visconde de Suassuna, nº 500, bairro de Santo Amaro, no Recife)<br />
<strong>Inscrições: <a title="site" href="http://portal.faculdadesenacpe.edu.br/senac/acadweb.modulo.cursos.php" target="_blank">site</a></strong> da instituição<br />
<em>Encontro gratuito</em></p>
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