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	<title>Portal Cultura PE &#187; Fagner Chagas</title>
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		<title>Em Gravatá, Festival Pernambuco Meu País dá início à programação com noite dedicada às vertentes do forró e adesão total do público</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 15:09:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119895" aria-labelledby="figcaption_attachment_119895" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115828.png"><img class="size-medium wp-image-119895" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115828-607x397.png" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Pé de serra, universitário, eletrônico e mais – Nesta sexta-feira (22), em Gravatá, o Festival Pernambuco Meu País deu início à programação de imersão na cultura pernambucana com noite dedicada às vertentes do forró, ritmo fincado nas raízes do Nordeste. Com shows de Fagner Chagas, PV Calado, Mara Pavanelly, Dorgival Dantas e Tarcísio do Acordeon, o quinto município-sede do evento demonstrou adesão total do público ao lotar o Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, com o palco Pernambuco Meu País.</p>
<p>“Viva o Festival Pernambuco Meu País! Um evento criado para o povo, em um momento em que Pernambuco pulsa cultura, tradição e história. Tragam a família e venham celebrar com a gente: hoje é dia de forró, amanhã tem samba, e no domingo tem muito mais. Minha gratidão a todos que ajudaram a construir esse espetáculo incrível”, celebrou a governadora Raquel Lyra, em fala oficial na abertura.</p>
<p>Por volta das 18h30, o espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana. Com direção coreográfica de Maria Paula Costa Rêgo, trilha sonora dirigida por Maciel Salu e projeção digital de Gabriel Furtado, a obra encantou o público por celebrar a identidade cultural e a força nordestina.</p>
<p>“Nos inspiramos nas tradições populares e em nossos mestres, que nos apresentam espetáculos inusitados, com regras, estéticas e formas próprias de brincar. Queríamos homenagear essa maneira simples e eficaz de fazer arte, que é tão característica das nossas brincadeiras populares”, detalhou Maria Paula, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, foi a vez da cultura local subir ao palco, com o gravataense Fagner Chagas, que trouxe a sanfona e zabumba, mesclando com instrumentos eletrônicos, e um repertório repleto de hits com o melhor do forró tradicional. Muito pé de serra e bailarinos a caráter – em homenagem ao cangaço –, o cantor chamou o público para cantar junto com faixas clássicas, como “É Proibido Cochilar”, “Seis Cordas”, “Forrobodó”, “Pedras Que Cantam” e versões de músicas originalmente de outros estilos em forró, como “Anunciação”, de Alceu Valença.</p>
<div id="attachment_119896" aria-labelledby="figcaption_attachment_119896" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115950.png"><img class="size-medium wp-image-119896" alt="O espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115950-607x391.png" width="607" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana</p></div>
<p>Logo em seguida, a pegada do forró estilizado tomou conta do palco Pernambuco Meu País, com o recifense, mas radicado em Caruaru há mais de dez anos, PV Calado. Ninguém ficou parado com um giro nos sucessos do estilo nas plataformas de streaming e homenagens aos mestres do forró, além das canções autorais do artista, como o hit “Deixa Eu Te Esquecer Primeiro”.</p>
<p>Com o público já embalado pelo ritmo, foi a vez da cantora Mara Pavanelly passear por grandes clássicos, explorando junto ao seu repertório a força do forró eletrônico. Com trajetória marcante em grupos como Forrozão Tropykália, Garota Safada e Furacão do Forró, Mara Pavanelly apresentou seu projeto solo em um show nostálgico e cheio de energia.</p>
<p>Trazendo sua poesia cantada, sanfona sempre em mãos e um xote romântico, Dorgival Dantas emocionou ao subir ao palco com “Tarde Demais”, fazendo o público responder em coro ao verso “agora posso estar de frente a você”, num dos momentos mais marcantes da noite. O artista seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos.</p>
<p>Também com a sanfona em mãos, coube a Tarcísio do Acordeon encerrar a noite com a energia e o ritmo pulsante do piseiro, abrindo seu show com o hit “Proteção de Tela”. O artista comandou uma apresentação vibrante e cheia de emoção. Entre solos marcantes, sucessos autorais e homenagens aos clássicos, ele surpreendeu ao chamar Mara Pavanelly de volta ao palco para cantar “Planeta de Cores”. O público seguiu firme até o início da madrugada, cantando junto hits como “Meu Sonho” e “Quatro Semanas de Amor”, num encerramento à altura da grande celebração ao forró promovida pelo festival.</p>
<div id="attachment_119897" aria-labelledby="figcaption_attachment_119897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-120807.png"><img class="size-medium wp-image-119897" alt="Dorgival Dantas seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-120807-607x394.png" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Dorgival Dantas seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos</p></div>
<p>Neste sábado (23), o palco Pernambuco Meu País segue animando e ecoando música para toda a cidade a partir das 18h30, com atrações como Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires. Nos intervalos, o DJ João Guerra promete mandar a energia do público lá em cima em um set especial no Som na Rural. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>País das Culturas Populares tem se destacado por crossover, salvaguarda e a força do samba-reggae</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 04:59:54 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira edição, o Festival Pernambuco Meu País tem mostrado, como poucos eventos, a tradição e a força que tem o samba-reggae no Estado, sobretudo o produzido na Zona Norte da capital. Uma das inúmeras gratas surpresas da programação, essa tem acontecido à tarde, no polo País das Culturas Populares, sobre o já famoso palco-caminhão que percorre as oito cidades programadas para este ano. Neste sábado (27), em Gravatá (Agreste), foi a vez do Bloco Obirin, do Morro da Conceição, ditar o ritmo. A festa continuou até o início da noite com a Ciranda das Flores Amunam (Nazaré da Mata, Zona da Mata Norte), do Coco de Umbigada (Olinda), do forró de Fagner Chagas (Gravatá) e do coral afro Voz Nagô (Recife).</p>
<p>Céu azul, temperatura de 25 °C. Foi nesse clima que o primeiro grupo de samba-reggae de mulheres do Recife subiu ao palco, logo depois da hora do almoço, para mostrar seus repertório composto por temas autorais e standards nacionais, como é comum a grupos do gênero.</p>
<p>Em seguida foi a vez das Flores Amunam, formado por integrantes da Associação das Mulheres de Nazaré Mata, mostrar suas canções que enaltecem o papel da mulher e seu empoderamento. Com vozes, percussão e metais, interpretou composições de Xico Bezerra (Se Tu Quiser), Vital Farias (Ai que Saudade d&#8217;Ocê), Alceu Valença (Anunciação) e Dominguinhos &amp; Anastácia (Eu Só Quero um Xodó) em ritmo de ciranda.</p>
<p>E esse tem sido outro aspecto curioso na grade de programação de festival: evidenciar o crossover entre os vários gêneros e ritmos, mostrando como artistas bebem das mais diferentes fontes, seja para divertir e/ou se aproximar de gerações e gostos diversos, derrubando muros e (pré)conceitos.</p>
<p>Se a tarde estava quente, com a apresentação do Coco de Umbigada virou brincadeira. Referência em coco de roda no Estado (leia-se: no mundo), o grupo surgido nas cercanias de Olinda e Paulista (Região Metropolitana do Recife) trouxe para o Agreste a força da tradição centenária do gênero sob o comando de Mãe Beth de Oxum, Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p>E como não poderia deixar de ser, Gravatá foi muito bem representada por um de seus filhos, o forrozeiro Fagner Chagas, que fez o País das Culturas Populares pegar fogo com uma set list bem arrumada misturando forrós tradicionais com estilizados e xotes. No cardápio, sucessos consagrados de Zé Ramalho (frevo, Mastruz com Leite (baião de Dois, de Luiz Fidélio &amp; Jaboty; e Meio-Dia, de Fidélio com Danilo Lopes), Flávio José (Meu Cenário, de Petrúcio Amorim) e Luiz Gonzaga (Numa Casa de Reboco (parceria com Zé Marolino).</p>
<p>Era tudo o que o público queria para dançar agarradinho. Houve até tempo para canções do xará mais famoso, Raimundo Fagner (Espumas ao Vento, de Accioly Neto; Revelação, de Clodô &amp; Clésio; Pedras que Cantam, de Dominguinhos &amp; Fausto Nilo). Sem dúvida uma referência inusitada.</p>
<p>Já à noite, o caminhão-palco encerrou este sábado com chave de ouro: com o septeto de vozes femininas Voz Nagô atuando como headliner. O grupo, acompanhado de uma banda de percussão e cordas, é uma das criações do saudoso músico Naná Vasconcelos, um dos homenageados desta edição do festival (ao lado do artista visual Abelardo da Hora), e surgiu em 2009 para compor a abertura do Carnaval do Recife &#8211; o que faz até hoje.</p>
<p>Mas em se tratando de sete mulheres negras ativistas culturais, o Voz Nagô ganhou vida própria e vem mostrando um talento incrível. Neste sábado, começou prestando uma homenagem ao padrinho, com a canção Juvenal Nagô, de Manu Nascimento, ex-integrante do grupo. Depois fez um set apenas com músicas de Naná rearranjadas especialmente para o septeto. E, claro, não faltaram os supracitados crossovers, em versões de sucesso de Alceu Valença (Anunciação; La Belle de Jour) e Reginaldo Rossi (Recife Minha Cidade).</p>
<p>E como se tudo isso fosse pouco, pode-se afirmar que o País das Culturas Populares tem se mostrado uma síntese das manifestações que são talvez as principais responsáveis pela salvaguarda da cultura popular, sobretudo a de origem ancestral, das matrizes africana e dos povos originários.</p>
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