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	<title>Portal Cultura PE &#187; fátima quintas</title>
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		<title>Cepe reúne dez ensaístas para homenagear Clarice Lispector</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2021 10:10:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_81192" aria-labelledby="figcaption_attachment_81192" class="wp-caption img-width-353 alignright" style="width: 353px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-81192 " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/O-que-escrevo-continua_ClariceLispector_Site-1-353x486.jpg" width="353" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A obra é uma coletânea de ensaios sobre a obra da escritora Clarice Lispector</p></div>
<p>&#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; é o título do primeiro lançamento do ano da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). É também o primeiro evento presencial a ser realizado pela editora desde o início da pandemia. Organizado pelo poeta e cronista José Mário Rodrigues, o livro será lançado nesta próxima quinta-feira (14), às 16h, no auditório do Centro Cultural Cais do Sertão, localizado no Recife Antigo. Durante o encontro será transmitido um vídeo de Nadia Battella Gotlib, autora da fotobiografia da escritora, falando sobre a vida e obra de Clarice.</p>
<p>José Mário reuniu ensaios dos seguintes autores: Raimundo Carrero, Lourival Holanda, Cícero Belmar, Mário Helio, Luzilá Gonçalves Ferreira, Ângelo Monteiro, Fátima Quintas, Fernando de Mendonça, Marilene Felinto e texto do próprio organizador, que ciceroneou Clarice na sua última visita ao Recife, em maio de 1976.</p>
<p>Como disse a jornalista Lêda Rivas na apresentação, a escritora emerge entre sombras dramáticas, desafiando os que buscam decodificá-la nesses 100 anos de seu nascimento e 43 de seu encantamento. <em>“Cada autor pinçou uma nuance específica, mergulhou nas suas raízes, perseguiu seus passos, caçou seus segredos. Há depoimentos pessoais, análises críticas, instantâneos inusitados. Labirinto espelhado, caleidoscópico, tudo em Clarice é mistério. Bem que ela avisou: Tenho várias caras. Uma é quase bonita, outra é quase feia. Sou um o quê? Um quase tudo”</em>.</p>
<p>Raimundo Carrero conta como foi designado para ir a um almoço com Clarice.<em> “Um encontro para nunca mais se livrar dele”</em>, diz. O almoço havia sido organizado por José Mário, que aproveitou a visita de Clarice para entrevistá-la e aproveitar sua companhia, sendo o cicerone dela e da assistente, Olga Borelli.</p>
<p>Em seu ensaio sobre a ocasião, o cronista conta, com devoção, como a salvou de uma crise de pânico e como a escritora chegou a fazer previsões sobre sua vida, tão mística que era, chegando a ser chamada de bruxa. <em>“Clarice possuía uma ‘compulsiva intuição’, como afirmou Otto Lara Resende (jornalista e escritor mineiro)”</em>, conta o organizador.</p>
<div id="attachment_81193" aria-labelledby="figcaption_attachment_81193" class="wp-caption img-width-587 aligncenter" style="width: 587px"><p class="wp-image-credit alignleft">Acervo pessoal</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976.jpg"><img class="size-medium wp-image-81193" alt="Acervo pessoal " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/01/clarice-lispector-jose-mario-rodrigues-visita-recife-1976-587x486.jpg" width="587" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta José Mario Rodrigues e Clarice Lispector, durante sua visita ao Recife, em 1976</p></div>
<p>Confira abaixo uma entrevista com José Mário Rodrigues sobre o livro de ensaios e sua relação com Clarice Lispector.</p>
<p><strong>1- Você teve um contato interessante com Clarice. Conseguiu perfurar a bolha de timidez em que ela vivia, dissipar o pânico e fazê-la enfrentar o público. Como uma mulher que intimidava o seu interlocutor com sua beleza, mistério e inteligência, poderia ser conduzida tal qual uma criança a falar para uma plateia?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tomava muitos remédios. Era natural que, diante de uma grande plateia, acontecesse uma crise de pânico. E foi o que aconteceu na entrada do auditório do Bandepe (Banco do Estado de Pernambuco, privatizado em 1998), no Recife antigo, onde ela fez uma palestra ou melhor, leu o texto que havia preparado. O auditório estava lotado. Na época em que ela esteve aqui, 1976, não era um nome tão popular, como ficou depois de sua morte, em 1977. Era conhecida nos meios intelectuais. Sempre aos domingos, à tardinha, ia ao Largo Boticário, no Rio de Janeiro, para uma visita ao pintor e poeta Augusto Rodrigues, o criador das Escolinhas de Arte no Brasil. Eu ainda não conhecia, pessoalmente, a autora de Água Viva. Perguntei a Augusto como era Clarice Lispector? Resposta: “Bonita, sedutoramente atraente, às vezes esquisita, misteriosa, muito inteligente e tem algo de bruxa”</em>.</p>
<p><strong>2- O título refere-se à permanência, à contemporaneidade da obra de Lispector?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­-<em> Retirei o título do livro de um texto de Água viva que diz: “Tudo acaba, mas o que escrevo continua. O melhor ainda não está escrito. O melhor está nas entrelinhas”. Toda obra da autora de Laços de família está alicerçada no mistério, na inquietação, no desconhecido. Ela mesma disse em entrevistas: “Escrever é procurar entender, é reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador”</em>.</p>
<p><strong>3- Por que o organizador não prefaciou o título?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO ­- <em>Não prefaciei o livro porque eu também queria escrever sobre os dias em que fui cicerone, juntamente com o escritor Augusto Ferraz, nos quatro dias em que ela estava revendo o Recife e também alguns familiares. Lembro-me que estivemos no apartamento de Samuel Lispector, primo de Clarice, na Avenida Boa Viagem. Sou o único participante do livro que não é ensaísta. Preferi que a conceituada jornalista Lêda Rivas fizesse a apresentação, que, aliás, está muito bem escrita</em>.</p>
<p><strong>4- Clarice era bem mística e, além de lhe prometer o contato da cartomante dela no Rio de Janeiro, ainda fez uma predição para você. Como foi esse momento?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Clarice tinha participado de um Congresso de Bruxaria na Colômbia, como convidada especial. A promessa de me levar para conhecer a cartomante dela e que morava na Zona Norte do Rio de Janeiro, aconteceu na Oficina de Brennand, numa visita que fizemos ao grande pintor. Fiquei surpreso, a princípio. Mas, em outros tempos, eu era chegado às cartas que não mentem jamais. Uma vez, conheci uma cartomante, em Garanhuns, onde vivi parte da minha vida, e que tinha o mesmo nome de minha mãe: Noemia. Tudo que ela disse sobre meu futuro, aconteceu</em>.</p>
<p><strong>5- Quando conheceu Clarice você já tinha lido que títulos dela? Era um de seus muitos admiradores?</strong></p>
<p>JOSÉ MÁRIO &#8211; <em>Antes de conhecer Clarice eu tinha lido, apenas, o livro Água Viva. Fiquei encantado com a leitura. Depois que a conheci, li A Maçã no Escuro, A Paixão Segundo GH, Laços de Família, Hora da Estrela e Felicidade Clandestina. Durante alguns anos, sempre aos sábados, ela escrevia crônicas no Jornal do Brasil. Essas crônicas foram reunidas em um livro A Descoberta no Mundo</em>.</p>
<p><strong>SOBRE O AUTOR -</strong> José Mário Rodrigues é poeta, jornalista e cronista. Pertence à Academia Pernambucana de Letras. Sua mais recente publicação foi a reunião de sua poesia, publicada pela Cepe e que tem como título: O voo da eterna brevidade, premiado pela Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do livro &#8220;O que eu escrevo continua &#8211; Dez ensaios no centenário de Clarice Lispector&#8221; (Organizador: José Mário Rodrigues)<br />
Quando: 14 de janeiro de 2021, quinta-feira, às 16h<br />
Local: Auditório do Centro Cultural Cais do Sertão (Armazém 10, Av. Alfredo Lisboa, s/n)<br />
Valor: livro impresso R$ 30, e-book R$ 12</p>
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		<title>Fátima Quintas é agraciada com o Troféu Rio, concedido pela União Brasileira de Escritores</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 13:21:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escritora, antropóloga e ex-presidente da Academia Pernambucana de Letras (APL), Fátima Quintas venceu, por meio de uma votação virtual, o Troféu Rio de Excelência Literária em 2020, organizado pela União Brasileira dos Escritores seção Rio de Janeiro (UBE-RJ). A pernambucana concorreu ao troféu junto aos escritores Adriano Espínola (CE) e Marinês Bonacina (RS). O concurso existe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_78358" aria-labelledby="figcaption_attachment_78358" class="wp-caption img-width-600 alignnone" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft">João Velozo/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/fatima-quintas-foto-joao-velozo-600.jpg"><img class="size-full wp-image-78358" alt="João Velozo/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/08/fatima-quintas-foto-joao-velozo-600.jpg" width="600" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Fátima Quintas recebe a premiação nesta quinta-feira (27), numa cerimônia virtual pelo Google Meet</p></div>
<p>Escritora, antropóloga e ex-presidente da Academia Pernambucana de Letras (APL), Fátima Quintas venceu, por meio de uma votação virtual, o Troféu Rio de Excelência Literária em 2020, organizado pela <a href="https://www.facebook.com/Uni%C3%A3o-Brasileira-de-Escritores-Ube-RJ-342657253102161/?ref=page_internal" target="_blank"><strong>União Brasileira dos Escritores seção Rio de Janeiro (UBE-RJ)</strong></a>.</p>
<p>A pernambucana concorreu ao troféu junto aos escritores Adriano Espínola (CE) e Marinês Bonacina (RS). O concurso existe há 19 anos, e essa é a primeira vez que um autor nordestino vence a premiação. A cerimônia virtual de entrega do troféu, comandada pela presidente da UBE-RJ, Márcia Barroca, acontece nesta quinta-feira (27), a partir das 15h, via Google Meet: <a href="https://meet.google.com/sws-madv-bsf" target="_blank"><strong>meet.google.com/sws-madv-bsf</strong></a>. A reunião também marca a comemoração de 62 anos de fundação da UBE-RJ.</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fpermalink.php%3Fstory_fbid%3D636745170360033%26id%3D342657253102161&amp;width=500" height="400" width="600" frameborder="0" scrolling="no"></iframe></p>
<p><strong>PERFIL -</strong> Fátima Quintas nasceu no Recife, Pernambuco. Diplomou-se em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e ingressou na Fundação Joaquim Nabuco em 1965, na qualidade de pesquisadora/ antropóloga. Realizou cursos de Pós-Graduação em Antropologia Cultural e Museologia em Lisboa, no Instituto de Ciências Sociais e Política Ultramarina e no Museu das Janelas Verdes, respectivamente, residiu em Portugal por sete anos.</p>
<p>Publicou diversas obras de Antropologia e vem se dedicando a estudos sobre Gilberto Freyre. Atualmente é coordenadora do Seminário de Tropicologia da Fundação Gilberto Freyre. Conheceu o sociólogo de perto e com ele manteve uma relação filial, o que propiciou o crescimento, desde cedo, de sua admiração pelo autor. São vários os livros por ela organizados sobre o pensamento do escritor pernambucano.</p>
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		<title>APL abre inscrições para curso de língua portuguesa</title>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 13:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para o curso Língua portuguesa: dificuldades da escrita e da interpretação de textos, oferecido gratuitamente pela Academia Pernambucana de Letras (APL). A atividade possui disponível o total de 180 vagas e será realizada no sábado (30), no horário das 8h às 12h e das 14h às 18h. Possuindo como ministrantes a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10623305_1690813604477378_875250576853871716_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-19623" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/10623305_1690813604477378_875250576853871716_o-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Estão abertas as inscrições para o curso <em>Língua portuguesa: dificuldades da escrita e da interpretação de textos</em>, oferecido gratuitamente pela Academia Pernambucana de Letras (APL). A atividade possui disponível o total de 180 vagas e será realizada no sábado (30), no horário das 8h às 12h e das 14h às 18h.</p>
<p style="text-align: justify;">Possuindo como ministrantes a presidente da APL, Fátima Quintas, e a professora universitária Ana Maria César, serão abordados temas como tipos de linguagens, princípios básicos do padrão culto da língua portuguesa e interpretação de textos, tendo em vista explorar diversos autores brasileiros através de suas formas de expressão.</p>
<p style="text-align: justify;">As pré-inscrições podem ser feitas através do telefone: (81) 3268-2211. Já as inscrições presenciais devem ser feitas na sede da própria APL, localizada no bairro das Graças, no Recife. O curso possui apoio do Governo de Pernambuco, através da Fundarpe.</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
<em><strong>Curso Língua portuguesa: dificuldades da escrita e da interpretação de textos</strong></em><br />
<strong>Quando:</strong> sábado, 30 de maio<br />
<strong>Horário:</strong> das 8h às 12h e das 14h às 18h.<br />
<strong>Local:</strong> sede da Academia Pernambucana de Letras (Av. Rui Barbosa, nº 1596, bairro das Graças, no Recife)<br />
<strong>Inscrições e informações:</strong> (81) 3268-2211<br />
<strong><em>Curso gratuito</em></strong></p>
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		<title>APL recebe lançamento de 23 livros</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Sep 2014 16:32:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Academia Pernambucana de Letras sedia nesta quinta-feira (11), a partir das 19h, o lançamento simultâneo de 23 novos títulos. Batizado de Celebração da Palavra Escrita, o evento, promovido pela APL em parceria com a editora Bagaço, prestará uma homenagem especial à escritora pernambucana Luzilá Gonçalves. Homenageada Doutora em Estudos Literários pela Universidade de Paris VII, a garanhuense Luzilá Gonçalves [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_13555" aria-labelledby="figcaption_attachment_13555" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/APL.jpg"><img class="size-medium wp-image-13555" alt="A sessão de autógrafos acontecerá nos jardins da APL " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/APL-607x407.jpg" width="607" height="407" /></a><p class="wp-caption-text">A sessão de autógrafos acontecerá nos jardins da APL</p></div>
<p>A Academia Pernambucana de Letras sedia nesta quinta-feira (11), a partir das 19h, o lançamento simultâneo de 23 novos títulos. Batizado de <em>Celebração da Palavra Escrita</em>, o evento, promovido pela APL em parceria com a editora Bagaço, prestará uma homenagem especial à escritora pernambucana Luzilá Gonçalves.</p>
<p><strong>Homenageada</strong><br />
Doutora em Estudos Literários pela Universidade de Paris VII, a garanhuense Luzilá Gonçalves é professora da UFPE. Pesquisadora e colunista do Diario de Pernambuco, a autora já publicou mais de 30 livros ao longo de sua carreira. Entre seus principais trabalhos como escritora, encontra-se o ensaio <strong><a href="http://www.rocco.com.br/index.php/livro?cod=1668" target="_blank"><em>Humana, Demasiado Humana</em></a></strong> sobre a psicanalista germano-russa Lou Andréas-Salomé, lançado em 2000.</p>
<p><strong>Livros</strong><br />
O lançamento reúne 23 títulos de autores estreantes e veteranos, acadêmicos e não-acadêmicos. Entre os veteranos, encontra-se: Fátima Quintas, presidente da APL, com <em>Uma Noite de Sol</em>, publicação que reúne crônicas publicadas no Jornal do Commercio; e José Teles, com o seu <em>Por Falar em Ornitorrinco: Crônicas Curtas e Grossas</em>, copilação dos textos que o jornalista e escritor publica semanalmente na coluna <em>Curto e Grosso</em>, do JC.</p>
<p>Além das obras de autoria individual, haverá ainda o lançamento de duas publicações coletivas: <em>Entrelinhas da Literatura Pernambucana</em> e a <em>Coletânea de Poetas Cabenses</em>, com organização de Liliane Jamir e Tereza Helena Soares e Silva respectivamente. Confira os livros que serão lançados:</p>
<p><em>A flauta de vidro</em>, de Alvacir Raposo<br />
<em>A prisão de São Benedito e outras histórias,</em> de Luiz Berto<br />
<em>Acácias</em>, de Jussara Rocha Kouryh<br />
<em>As águas correm para a eternidade</em>, de Admaldo Matos<br />
<em>Caminho inverso</em>, de Cláudia Lima<br />
<em>Por Falar em Ornitorrinco: Crônicas Curtas e Grossas</em>, de José Teles<br />
<em>Entrelinhas da literatura pernambucana</em>, organização de Liliane Jamir<br />
<em>Espectro</em>, de Tereza Soares<br />
<em>Geometria de uma vida</em>, de Abdias Moura<br />
<em>Imagens em fuga &amp; o trapézio dos dias</em>, de Angelo Monteiro<br />
<em>Liberdade de pássaro</em>, de Lourdes Sarmento<br />
<em>Noturnos</em>, de Dário Rocha<br />
<em>Rubaiyat</em>, de Milton Lins<br />
<em>Textos Esparsos &#8211; Crônicas dispersas</em>, de Geraldo Pereira<br />
<em>Trança &#8211; Segundo Fio</em>, de Flávia Suassuna<br />
<em>Uma Noite no Sol</em>, de Fátima Quintas<br />
<em>8 Contos Despretensiosos</em>, de Rita Rafael<br />
<em>Sortilégio possível</em>, de Ivan Marinho<br />
<em>Medalha de Carne</em>, de José Roberto de Melo<br />
“<em>Bárbara e o Arco-Íris</em>, de Jacques Cerqueira<br />
<em>Imilce</em>, de Lucila Nogueira<br />
<em>Terceira dezena de poemas</em>, de Dirceu Rabelo<br />
<em>Coletânea de Poetas Cabense</em>, organização de Tereza Helena Soares e Silva</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
Celebração à Palavra Escrita<br />
Data: 11/9<br />
Horário: 19h<br />
Local: Academia Pernambucana de Letras (Av. Rui Barbosa, 1596)<br />
Acesso: Gratuito</p>
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