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	<title>Portal Cultura PE &#187; Felipe Cordeiro</title>
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		<title>Belém do Pará se encontra com Garanhuns</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 19:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/BeFunky-Collage.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27498" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/BeFunky-Collage-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p style="text-align: left;">Foi dada a largada para o 25° Festival de Inverno de Garanhuns! E, nesta segunda noite do FIG (17), o estado do Pará desembarca de mala e cuia na cidade. O tempero do tacacá, da maniçoba, do açaí vai dar o tom dos encontros que acontecem hoje, no Palco Dominguinhos. A cantora <strong>Fafá de Belém</strong> se une aos músicos <strong>Manoel Cordeiro</strong> e <strong>Felipe Cordeiro</strong>, dando uma nova roupagem ao seu repertório. Quem fecha a noite é a banda arrasa quarteirão Calypso, que não vai deixar o público parado. A instigação da noite terá também a presença da banda Ska Mari Pastora, especialista em criar pontes musicais entre o frevo e o ska. Quem abre a noite, a partir das 21h, é Leo e Banda.</p>
<p>O show que reunirá Felipe Cordeiro e Manoel Cordeiro e a cantora Fafá de Belém vai mostrar a Garanhuns a sonoridade do estado do Pará, que vem ganhando cada vez mais forças nos últimos anos. O encontro, inédito em Pernambuco, vai passear pelas tradições culturais da região amazônica brasileira, com boas doses de guitarradas, carimbós e também referências pop, cartilha pela qual Felipe constrói sua música e vem ressignificando essa musicalidade tão característica do local. Também haverá espaço para choro, valsa, MPB e outras vertentes musicais.</p>
<p>O Pará também é quem vai encerrar a noite. Carimbós, cúmbias, merengues, bachatas estão no caldo musical da banda <strong>Calypso</strong>, que promete arrastar uma multidão nesta noite. São 15 anos de história, 21 CDs, 7 DVDs e milhões de fãs por todo o Brasil. Boa parte deles, com certeza, estará em Garanhuns para ver Joelma e Chimbinha. O ritmo contagiante da banda vai transformar o chão da Esplanada Cultural Mestre Dominguinhos numa grande pista de dança, espaço para passos, dos mais tímidos aos mais ousados.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Calypso.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-27499" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/Calypso-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Além do Pará, Pernambuco também se encontra com a Jamaica. A banda <strong>Ska Maria Pastora</strong> vai participar vestindo o frevo e o baião com a malemolência típica do ska. Às margens do Rio Doce é o nome do primeiro disco do grupo, que, pela primeira vez, se apresentará no maior palco do FIG. A mistura fina do Maria Pastora coloca no mesmo patamar nomes como Capiba, The Skatalites, Nelson Ferreira e Rotterdam Ska Jazz Foundation. Música efervescente e dançante que está no DNA de qualquer pernambucano.</p>
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		<title>Música popular com talento e sofisticação no Palco Pop</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2012 21:13:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">Por André Dib</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_6295" aria-labelledby="figcaption_attachment_6295" class="wp-caption img-width-593 aligncenter" style="width: 593px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-37.jpg"><img class="size-full wp-image-6295" alt="Felipe Cordeiro apresentou músicas do álbum “Kitsch pop cult” (Foto:Edmar Melo/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-37.jpg" width="593" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Felipe Cordeiro apresentou músicas do álbum “Kitsch pop cult” (Foto:Edmar Melo/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Abordagens sofisticadas para a músicas da cultura popular deram o tom da noite desta quinta (19/7) no Palco Pop do 22º Festival de Inverno de Garanhuns. Terreiro Cibernético, Curumim, Renata Rosa e Felipe Cordeiro deram ao público energia para seguir em frente. A ligação com o programa do Palco Guadalajara, que encerra a programação do dia com Reginaldo Rossi, foi total.</p>
<p>Um pouco antes de seu show, o cantor Felipe Cordeiro, do Pará, disse que só não iria assistir ao show do rei do brega porque se comprometeu em discotecar na festa Baile Tropical, promovida pelo DJ Patrick Tor4 no Bar Escritório. No palco Felipe apresentou músicas do álbum “Kitch Pop Cult”. Perguntado se ele se incomoda com o rótulo “brega cult”, pelo qual é classificado pela imprensa, ele responde que o brega é apenas uma das suas referências.</p>
<p>“Não gosto dessa palavra, cult, parece que estou higienizando. O título do CD tem a ver com um pouco de ironia, das pessoas quererem transformar o brega em cult”, disse o artista, que quando subiu no palco, colocou todos para dançar.</p>
<p>O mesmo pode ser dito sobre a rabequeira paulista Renata Rosa, que logo após tocar a primeira música, lembrou que há 11 anos ela estreava no palco do FIG. Em seu trabalho, elementos da cultura nordestina dialogam com suas origens, como a música árabe, ibérica e africana. O resultado é uma música forte, que convoca o público a algo bem próximo ao transe. Em um dos melhores momentos, centenas de palmas e pés batendo no chão colocaram à prova a resistência do tablado de madeira do Palco Pop.</p>
<div id="attachment_6296" aria-labelledby="figcaption_attachment_6296" class="wp-caption img-width-592 aligncenter" style="width: 592px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-38.jpg"><img class="size-full wp-image-6296" alt="Curumim deu um show de talento e competência (Foto:Edmar Melo/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-38.jpg" width="592" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">Curumim deu um show de talento e competência (Foto:Edmar Melo/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Segunda atração da noite, o paulista Curumim impressionou pela energia e provou que é um dos bateristas mais talentosos e requisitados do Brasil. Tocando no centro do palco, ladeado por baixo e guitarra, eis o mais instigante power trio do 22º FIG. Montado na hora, de acordo com a vibe do momento, ele conciliou diferentes gêneros da música, como a black music, reggae, samba e até um frevo, que ganharam ares contemporâneros. Não bastasse, cantou no melhor estilo rapper.</p>
<p>A programação do Palco Pop começou com a banda de rock Terreiro Cibernético, de Garanhuns.</p>
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		<title>“A música independente ganha com esse festival”, afirma Marcia Castro</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Jul 2012 13:28:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cantora baiana fez seu primeiro show em Pernambuco no Palco Pop do 22° FIG Por Joana Pires Quando Marcia Castro subiu ao Palco Pop nesta quarta-feira (18/7), muita gente já se aglomerava na frente do palco com expectativa de ver o seu show. Foi uma surpresa para a baiana, que já tinha se apresentado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr">A cantora baiana fez seu primeiro show em Pernambuco no Palco Pop do 22° FIG</p>
<p>Por Joana Pires</p>
<div id="attachment_6372" aria-labelledby="figcaption_attachment_6372" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-60.jpg"><img class="size-medium wp-image-6372" alt="Márcia Castro. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-60-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Castro. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">Quando Marcia Castro subiu ao Palco Pop nesta quarta-feira (18/7), muita gente já se aglomerava na frente do palco com expectativa de ver o seu show. Foi uma surpresa para a baiana, que já tinha se apresentado em Pernambuco como uma das convidadas de Mercedes Soza, no Teatro Guararapes em 2008. Mas vir para o Estado cantando seu trabalho autoral fez Marcia perceber a amplitude de sua música.</p>
<p>“Eu não tinha dimensão de como o trabalho estava repercutindo aqui”, comentou logo após o show. A cantora apresentou o álbum “De pés no chão”, o segundo de sua carreira. No repertório, músicas como “Preta pretinha”, dos Novos Baianos, e “Menina mulher da pele preta”, de Jorge Ben Jor, caíram na boca do público que vibrou quando, no final da apresentação, ela cantou o Frevo Pecadinho, que a lançou nacionalmente.</p>
<p>“Eu amo frevo. Não me importo muito com essa espécie de rixa entre o frevo baiano e o frevo pernambucano. Morais Moreira e Alceu Valença sempre fizeram parte da minha vida. O frevo é a minha ideia de festa”, confessou Marcia.</p>
<p>Ao comentar sobre a importância da música pernambucana na sua formação, ela fez questão de destacar o trompetista Spok, o cantor Otto e o baterista Pupillo, da Nação Zumbi, como músicos que a influenciam. “Acho que a música de Recife é muito responsável por uma renovação estética que a música independente tem vivido, porque a música da cidade tem conseguido espaço em outros circuitos. Recife é um cenário muito importante para a produção e a criatividade nacional”.</p>
<p>E completa: “Salvador ficou muito estigmatizada por essa voracidade da indústria do Axé Music. A Bahia de Dorival Caymmi, de Batatinha, Raul Seixas e Camisa de Vênus, essa Bahia diversa ficou afogada e agora a gente tá voltando. O axé foi muito importante para a Bahia mas agora estamos encontrando o equilíbrio”.</p>
<p>Para Marcia, festivais como o FIG são fundamentais para divulgação da música independente, que não encontra espaço fácil nas rádios e outros meios de comunicação. “Esses festivais possibilitam a circulação do artista independente e acabam tendo um papel muito importante já que até alguns anos atrás não tínhamos espaços de divulgação democráticos como a Internet”.</p>
<div id="attachment_6374" aria-labelledby="figcaption_attachment_6374" class="wp-caption img-width-338 aligncenter" style="width: 338px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-61.jpg"><img class="size-medium wp-image-6374" alt="Alessandra Leão, no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-61-338x486.jpg" width="338" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Alessandra Leão, no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p dir="ltr">A cantora Alessandra Leão, que também fez um show muito bem recebido pelo público do Palco Pop, também concorda com a importância dos festival para a formação de uma plateia que entenda a diversidade musical do país. “O FIG consegue juntar artistas de gêneros bem diversos, o que faz com que as pessoas acabem conhecendo outras músicas”. Alessandra, que já esteve no FIG também em 2007, 2009 e 2011, apresentou um dos últimos shows do CD “Dois Cordões”, antes de começar a se preparar para produzir o 3° CD da carreira.</p>
<p>Quem abriu a noite de apresentações no Palco Pop foi o cantor Zé Manoel. O petrolinense veio ao FIG pela segunda vez apresentar as músicas do seu álbum, lançado em maio no Teatro Santa Isabel, no Recife. “Me surpreendi com a quantidade de pessoas que estava assistindo ao show e cantando as músicas. Fui muito bem recebido pelo Festival”. Sua música suave emocionou e realmente contagiou a plateia, que dançou ao som de Samba Tem, e outros sucessos autorais, além de versões bem interessantes como a música Sabiá, de Luiz Gonzaga, cantada em inglês. Quem completou a noite de shows no Palco Pop foi o jazz abrasileirado da banda Delicatessen.</p>
<div id="attachment_6375" aria-labelledby="figcaption_attachment_6375" class="wp-caption img-width-599 aligncenter" style="width: 599px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-62.jpg"><img class="size-full wp-image-6375" alt="Zé Manoel no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FIG-62.jpg" width="599" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Manoel no Palco Pop. (Foto: Tiago Calazans/Secult-PE)</p></div>
<p>Amanhã, quinta (19/7), passam pelo Palco Pop Terreiro Cibernético, Curumin, Renata Rosa e Felipe Cordeiro.</p>
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