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	<title>Portal Cultura PE &#187; feminismo</title>
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		<title>Pesquisa artística resgata a resistência de mulheres nos contextos repressivos do passado e do presente</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2025 18:41:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em processo investigativo que dialoga com mulheres das quatro macrorregiões de Pernambuco, com ações no Recife (RMR), Goiana (Zona da Mata), Caruaru (Agreste) e Afogados da Ingazeira (Sertão), o projeto de pesquisa “Com-dor, mas sem medo: mulheres, memória, performance e política”, conduzido pelas artistas e pesquisadoras da dança e da performance Silvia Góes e Roberta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117560" aria-labelledby="figcaption_attachment_117560" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rojas-12122019-103.jpeg"><img class="size-medium wp-image-117560" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/Rojas-12122019-103-607x401.jpeg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Performance Rojas aconteceu no Recife-PE</p></div>
<p>Em processo investigativo que dialoga com mulheres das quatro macrorregiões de Pernambuco, com ações no Recife (RMR), Goiana (Zona da Mata), Caruaru (Agreste) e Afogados da Ingazeira (Sertão), o projeto de pesquisa <b>“Com-dor, mas sem medo: mulheres, memória, performance e política”</b>, conduzido pelas artistas e pesquisadoras da dança e da performance <b>Silvia Góes</b> e <b>Roberta Ramos</b>, propõe uma escuta crítica, sensível e performativa das memórias de mulheres que vivenciaram o contexto das ditaduras cívico-militares sul-americanas. A etapa empírica da pesquisa se desenrola ao longo dos meses de maio e junho de 2025, com rodas de conversa, oficinas presenciais e on-line, e a culminância do projeto, que será uma apresentação pública dos resultados, englobando relatos, laboratórios e apresentação de registros em audiovisual, buscando conexões entre a história coletiva e as vivências singulares de mulheres que atravessaram, direta ou indiretamente, os efeitos das ditaduras cívico-militares na América do Sul, orquestradas, por exemplo, pela <b>Operação Condor.</b></p>
<p>O projeto, de natureza <b>prático-teórica e com finalidade artística futura</b>, parte de um marco comum às pesquisadoras Silvia Góes e Roberta Ramos: ambas nasceram em 1975, ano simbólico em que teve início a Operação Condor, intensificou-se a repressão política na América Latina, e ao mesmo tempo emergiram importantes movimentos feministas no Brasil e outros países da América Latina, além da oficialização do Dia Internacional da Mulher pela ONU.</p>
<p>A Operação Condor foi uma aliança repressiva firmada em 1975 entre os Estados Unidos e as ditaduras militares do Brasil, Chile, Paraguai, Uruguai e Argentina. O pacto visava a intensificar o controle e a perseguição a grupos e partidos de esquerda nesses países, instaurando um sistema articulado de vigilância, sequestro, tortura e eliminação de opositores. Professores, estudantes, artistas e militantes passaram a ser rotulados como “subversivos” e se tornaram alvos preferenciais do regime. O saldo dessa articulação foi trágico: milhares de mortos e desaparecidos, cujas histórias continuam a ecoar como feridas abertas na memória coletiva latino-americana.</p>
<p>É a partir desse contexto histórico e do entrelaçamento das experiências autobiográficas que o projeto investiga memórias de mulheres, documentos, obras artísticas e experiências afetivas ligadas ao recorte da década de 1970, lançando um olhar contemporâneo, feminista e performativo sobre esse período. Ao final do processo, será produzido e disponibilizado um registro audiovisual que irá sintetizar as vivências, as memórias e as experiências partilhadas ao longo do percurso.</p>
<p>“A nossa pesquisa nasce do desejo de olhar criticamente para o passado a partir do presente que habitamos como mulheres, artistas e pesquisadoras. Ao conectar nossas histórias de vida com as memórias de outras mulheres atravessadas pela ditadura e pela resistência feminista, buscamos construir, através da arte e da escuta, uma historiografia sensível, afetiva e performativa. É um exercício de reencontro com o que fomos e do que ainda podemos ser juntas&#8221;, <b>expressam as artistas e pesquisadoras da dança e da performance Silvia Góes e Roberta Ramos. </b></p>
<p>A pesquisa conta, ainda, com a orientação do professor e diretor de teatro <b>Rodrigo Dourado</b>, que aporta sua experiência em teatro documental, biodrama e estudos de gênero, e com articulação regional de <b>Karuna de Paula</b>, historiadora, pesquisadora e produtora cultural, responsável por estabelecer pontes com mulheres e organizações feministas nas cidades das quatro macrorregiões envolvidas.</p>
<p>As atividades práticas da pesquisa nas cidades da Região Metropolitana do Recife e do Interior de Pernambuco têm parceria com instituições do Recife, sob a coordenação de Karuna de Paula e colaboração de Dani Goberto; de Goiana, com coordenação de Ane Rôse; de Caruaru, conduzida por Raquel Santana; e de Afogados da Ingazeira, com a facilitação de Uilma Queiroz. Mulheres interessadas em participar e se inscrever gratuitamente podem entrar em contato com as pesquisadoras através do e-mail: com.dor.mas.sem.medo@gmail.com.</p>
<p><strong>O calendário de ações inclui:</strong></p>
<p><strong>Rodas de Conversa</strong> com mulheres nascidas na década de 1970, que serão convidadas a compartilhar suas memórias e perspectivas sobre o passado e o presente (dias 03 e 04 de maio, das 10h às 12h);</p>
<p><strong>Oficinas presenciais</strong> com as artistas da dança e pesquisadoras, que funcionarão como espaço para experimentação e partilha de práticas de memória e performance, a partir de laboratórios práticos que foram experimentados pelas pesquisadoras, envolvendo metodologias de improvisação, biodrama, teatro documental e autobiografia (dias 10 e 24 de maio, das 10h às 13h, na UFPE/CAC);</p>
<p><strong>Oficinas on-line</strong> com as artistas da dança e pesquisadoras (11 e 25 de maio, das 10h às 12h);</p>
<p><strong>Apresentações públicas</strong> do resultado da pesquisa e roda de conversa com as artistas e pesquisadoras (dia 14 de junho, em local a ser divulgado em breve, e das 16h às 18h).</p>
<p>As artistas se aprofundam em como o corpo pode ser um território de resistência e reexistência. Silvia Góes, desde sua estreia com “OSSevaO” (2011), explora a relação entre história e biografia em suas criações. Em 2019, apresentou a performance “Eu, tu, elas e Brecht”,<b> </b>que já integrou eventos como o TREMA Festival e a Semana da Luta Antimanicomial. Já Roberta Ramos, professora da UFPE e pesquisadora do Acervo RecorDança, se dedica há mais de uma década ao desenvolvimento de uma historiografia da dança performativa e emancipatória, tendo realizado pós-doutorado em instituições no Brasil e na Europa. Como parte de seus experimentos historiográficos, construiu o solo <i>Brasilogia </i>(2016), com uma discursividade crítica sobre o contexto político brasileiro daquele momento. No Coletivo Lugar Comum, concebeu e fez a dramaturgia, além de compor o elenco, da performance e intervenção urbana <i>Motim </i>(2015), cujo caráter político consistia em defender a importância micropolítica do riso. E, ainda, em uma pesquisa que antecedeu <b>Com-dor, mas sem medo</b>, a artista chegou a apresentar, no Trema! festival, uma palestra-performance intitulada <i>Essa Menina </i>(2021), uma parceria entre o Coletivo Lugar Comum e o Teatro de Fronteira, com direção de Rodrigo Dourado.</p>
<p><b>“Com-dor, mas sem medo: mulheres, memória, performance e política”</b> busca reconstruir narrativas silenciadas, aproximando vozes e histórias de mulheres que viveram ou herdaram os impactos das ditaduras. Através da arte e da escuta, o projeto aposta na força coletiva da memória e da performance em dança como instrumentos de resistência, cuidado e transformação social.</p>
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		<title>Vivência gratuita promove círculo dançante e terapêutico para mulheres</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Mar 2021 21:03:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/NatalieRevorêdo3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-82680" alt="NatalieRevorêdo3" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/NatalieRevorêdo3-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>As inscrições estão abertas para “Moveres do CorpoLuz – II Jornada Dançante ao Coração”, vivência gratuita que vai promover círculo dançante e terapêutico para mulheres. Enxergando o corpo como uma potente ferramenta de ação política, revolucionária e afetiva, a facilitadora Natalie Revorêdo vai promover quatro encontros, nos dias 15, 16, 17 e 18 de março, sempre das 16h às 18h, via a plataforma online Zoom, com acesso livre e gratuito mediante inscrições neste link, <a href="https://linktr.ee/natalieCorpoLuz">https://linktr.ee/natalieCorpoLuz</a>. São 20 vagas. A iniciativa conta com apoio da Lei Aldir Blanc.</p>
<p>Em sua trajetória, a empreendedora, artista e iluminadora cênica Natalie Revorêdo tem trilhado seus fazeres artísticos por lugares que promovem o resgate do protagonismo feminino e a incessante afirmação da presença do corpo-mulher em espaços ainda majoritariamente masculinos.</p>
<p>“Moveres do CorpoLuz – II Jornada Dançante ao Coração” está aberto para todas as mulheres com idade acima de 18 anos (cis, trans, mães, gestantes, diversas), experientes em dança ou não, desde que dispostas a escutarem o próprio coração e partilhar. Os quatro encontros serão guiados pelos ritmos e energias lunares. “É o momento de viver uma tenda da lua, onde todas são convocadas a cuidarem de si em uma ciranda de mulheres sábias. São sementes que eu jogo, possibilidades de caminhos, mas quem realiza a trilha são elas”, ressalta Natalie Revorêdo.</p>
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		<title>2ª edição do Festival Afrodisia em Pauta acontece em março</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/2a-edicao-do-festival-afrodisia-em-pauta-acontece-em-marco/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 18:37:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[As mulheres são as protagonistas no Festival Afrodisia em Pauta. A programação gratuita e online mescla quadros diversos com depoimentos, trocas de experiências, bate-papo, painéis de debate e música. A segunda edição do projeto acontece nos dias 19, 20 e 21 de março, com apoio da Lei Aldir Blanc, transmitido pela plataforma Youtube da anfitriã [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/afrodisia.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-82487" alt="afrodisia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/afrodisia-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>As mulheres são as protagonistas no Festival Afrodisia em Pauta. A programação gratuita e online mescla quadros diversos com depoimentos, trocas de experiências, bate-papo, painéis de debate e música. A segunda edição do projeto acontece nos dias 19, 20 e 21 de março, com apoio da Lei Aldir Blanc, transmitido pela plataforma Youtube da anfitriã Renata Jambeiro (youtube.com/renatajambeiro). São mais de 50 mulheres entre as atrações, incluindo nomes como Mariana Aydar, Fabiana Cozza, Verônica Ferriani e Roberta Sá. A programação completa está disponível <a href="https://docs.google.com/document/d/e/2PACX-1vSG-cNeu6KGJxGI1xfOfKooADBT5FF6mxGKKShuQvw2qhJTm3xJJCORBOsq691IiA/pub" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Participam da 2ª edição do Afrodisia em Pauta artistas e profissionais reconhecidas pelo seu desempenho profissional em setores distintos. Um movimento de sororidade, arte e exaltação à mulher, de todas as regiões do país.</p>
<p>O evento já nasceu online, com a primeira edição realizada em 2020, durante a pandemia, de maneira lúdica, reflexiva e com contribuições voluntárias, já que as artistas tiveram suas agendas de trabalho interrompidas. Essa segunda edição conseguiu ampliar o escopo do festival e participantes, reunindo mais de 70 participantes, sendo 90% mulheres, entre cantoras, produtoras, doutoras e especialistas, além da equipe.</p>
<p>A apresentadora Renata Jambeiro compartilha a motivação para realizar o evento. “O festival Afrodisia nasceu de uma mobilização feminina que já acontecia desde quando meu DVD e meu CD homônimos foram concebidos, pela percepção e desejo de ver a mulher protagonizando sua própria história. Uma união de mulheres dedicadas a contribuir no mundo com sua arte, sua especialidade, seu olhar, suas ações. A segunda edição vem para fortalecer um movimento de sororidade que existe desde o início, algo que sempre busquei praticar em minha trajetória, contemplando igualdade de gêneros, enaltecendo histórias, protagonismo feminino, discorrendo sobre pautas relevantes e criando uma egrégora iluminada”, avaliou.</p>
<p>O Festival Afrodisia em Pauta é produzido pela Ritmiza Produções, em parceria com Renata Jambeiro.</p>
<p>Serviço<br />
2ª edição do Festival Afrodisia em Pauta<br />
Data: 19, 20 e 21 de março de 2021<br />
Horário: a partir das 15h<br />
Onde: pelo youtube.com/renatajambeiro<br />
Gratuito</p>
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		<title>“Riot Days”, relato de prisão de integrante do Pussy Riot, será lançado no Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2020 14:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_75170" aria-labelledby="figcaption_attachment_75170" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200207-WA0027.jpg"><img class="size-medium wp-image-75170" alt="    Lançamento do livro, com presença da autora, contará com exibição de filme e roda de conversa com entidades feministas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/IMG-20200207-WA0027-282x486.jpg" width="282" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Lançamento do livro, com presença da autora, contará com exibição de filme e roda de conversa com entidades feministas</p></div>
<p>Nome conhecido no movimento feminista mundial, o grupo de música punk russo Pussy Riot costuma protagonizar manifestações impactantes para chamar a atenção para a causa. Um desses atos – uma apresentação não autorizada realizada em uma igreja ortodoxa de Moscou – é o ponto de partida do livro “Riot Days”, de Maria Alyokhina (ou Masha Alyokhina, como também é chamada). Ela foi presa durante a manifestação contra o presidente Vladmir Putin e passou quase dois anos em uma colônia penal onde diz haver trabalho forçado. Na sexta-feira (7), ela estará no Recife para o lançamento da publicação no Cinema São Luiz, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe. O evento, marcado para as 17h30, contará com roda de conversa entre movimentos feministas locais e exibição de filme “Act and Punishment”, seguido de debate. A ocasião também contará com o lançamento de dois cordéis da coleção Pandemia (n-1 edições), intitulados “Engaiolaram-nos” e “Sobre(viver ), escritos por mulheres que passaram pelo sistema prisional brasileiro.</p>
<p>Os cordéis foram organizados pela cientista social Rose Teixeira, que desenvolve pesquisa sobre o encarceramento de mulheres do estado de São Paulo, e pela psicóloga Nathali Estevez. &#8220;Nós visitamos três diferentes unidades prisionais e, logo nas primeiras semanas de entrevistas com mulheres, muitas disseram que escreviam, que gostariam de publicar seus textos e algumas tinham projetos de publicar após o cárcere. Muitas falavam do gosto pela leitura e pediram se poderíamos conseguir a doação de livros novos. Algumas que estavam presas há décadas narravam a ausência de livros nos presídios. Com o lançamento do Riot Days, vimos que seria possível articular o debate sobre o encarceramento de mulheres no Brasil, a partir da experiência de prisão da Maria na Rússia, e elaboramos o projeto da publicação dos cordéis&#8221;, conta Rose.</p>
<p>Os cordéis também contam com relatos das pesquisadoras, a partir das suas entradas e saídas das unidades prisionais, e a busca para saber quem são essas mulheres e qual a função da prisão. &#8220;Também percebemos que, diferentemente de outros países, não tínhamos uma tradição de textos, biografias escritas por mulheres que passaram pela prisão, assim a N1 Edições acolheu a proposta e viabilizou as publicações&#8221;, conta.</p>
<p>O acesso ao cinema é gratuito e aberto ao público, porém sujeito à lotação. É preciso retirar ingresso na portaria do cinema, uma hora antes do início. A programação começa às 17h30, no primeiro andar do São Luiz, com uma roda de conversa com o Coletivo Liberta Elas e a Rede Nacional de Feministas Antiproibicionistas (RENFA).  Após o lançamento dos cordéis haverá ainda, às 19h, a exibição do ﬁlme “Act and Punishment”, seguido de debate com a escritora e outras integrantes dos grupos, com a mediação de Ingrid Farias (RENFA). Na banca da Distro Dysca, plataforma de produção cultural, propagação filosófica e agitação política, será possível conferir diversas publicações independentes.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Lançamento do livro “Riot Days”, de Maria Alyokhina<br />
Cinema São Luiz<br />
Sexta-feira, 7 de fevereiro, a partir das 17h30<br />
Entrada gratuita (sujeito à lotação, com retirada de ingresso uma hora antes do início do evento)</p>
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		<title>&#8216;Todo Poder a elas&#8217; ocupa o Museu da Abolição neste domingo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/todo-poder-a-elas-ocupa-o-museu-da-abolicao-neste-domingo/</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2016 14:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Museu da Abolição]]></category>
		<category><![CDATA[toto poder a elas]]></category>

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		<description><![CDATA[Para contribuir com processos de empoderamento das mulheres pernambucanas, acontece neste domingo (10), a primeira edição do festival Todo Poder a Elas. Com organização do coletivo Poder Feminino Crew, o evento vai ofertar, no Museu da Abolição (Recife), uma programação cultural e formativa a partir das 9h. &#8220;O foco do festival são as mulheres da periferia. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para contribuir com processos de empoderamento das mulheres pernambucanas, acontece neste domingo (10), a primeira edição do festival <strong>Todo Poder a Elas</strong>. Com organização do coletivo <em>Poder Feminino Crew, </em>o evento vai ofertar, no Museu da Abolição (Recife), uma programação cultural e formativa a partir das 9h.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/todo-poder-a-elas.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-37830" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/07/todo-poder-a-elas-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a></p>
<p>&#8220;O foco do festival são as mulheres da periferia. Por falta de conhecimento, a maioria delas acabam reproduzindo machismo, têm seus direitos cerceados, são submissas e sofrem violência doméstica (física e psicológica), além de terem jornada de trabalho dupla, no emprego e em casa&#8221;, aponta a curadoria do evento. Palestras, cine-debate, rodas de diálogos, oficinas e outras atividades (in)formativas sobre direitos estão na programação, que será inteiramente protagonizada por mulheres.</p>
<p>Além disso, o festival também vai encorajar as mulheres a assumirem aspectos de sua identidade, como seu cabelo, sua cor, sua origem. &#8220;A promoção da autoestima será realizada através de palestras e serviços gratuitos de estética (escova, corte, penteados, maquiagem, tranças, penteado afro etc.&#8221;, aponta o coletivo.</p>
<p>Saiba mais sobre o festival <a href="https://www.facebook.com/events/1712807232311038/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mostra feminista movimenta Recife e Olinda durante todo o mês de março</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mostra-feminista-movimenta-recife-e-olinda-durante-todo-o-mes-de-marco/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Mar 2016 15:27:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Casa do Cachorro Preto]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Idealizado com a proposta de aliar a pauta política da luta feminista às práticas culturais e artísticas, será lançado nesta terça-feira, 8 de março, o coletivo Vaca Profana, marcando no Recife o Dia Internacional da Mulher. Durante todo o mês de março, o coletivo promove a Mostra que é Femi!, com uma programação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/mostra-que-e-femi.jpg"><img class="size-full wp-image-34445 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/mostra-que-e-femi.jpg" width="607" height="224" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Por Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Idealizado com a proposta de aliar a pauta política da luta feminista às práticas culturais e artísticas, será lançado nesta terça-feira, 8 de março, o <a href="https://www.facebook.com/vacaprofanaproducao" target="_blank">coletivo Vaca Profana</a>, marcando no Recife o Dia Internacional da Mulher. Durante todo o mês de março, o coletivo promove <a href="https://www.facebook.com/events/183688755341972/" target="_blank">a Mostra que é Femi!</a>, com uma programação composta por debates, performances, música e artes visuais espalhada em três espaços no Recife e em Olinda: Roda Café, Mundo Novo e A Casa do Cachorro Preto. Tudo gratuito.</p>
<p>O lançamento do coletivo será no Roda Café, Bairro do Recife, a partir das 19h. Além da performance que dá nome ao grupo, a noite terá ainda apresentação da DJ Pri Buhr e intervenção artística de Nathália Queiroz, seguida de uma roda de diálogo com Fernanda Capibaribe, Camila Góes e Stella Zimmerman.</p>
<div id="attachment_34436" aria-labelledby="figcaption_attachment_34436" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueroa/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/20160204112857377455u.jpg"><img class="size-medium wp-image-34436 " alt="Beto Figueiroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/20160204112857377455u-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Performance Vaca Profana</p></div>
<p>O coletivo surgiu a partir de uma brincadeira de Carnaval feita por Dandara Pagu, que se fantasiou inspirada na música de Caetano Veloso, interpretada por Gal Costa. <em>“A fantasia consiste basicamente numa máscara de vaca e com os seios de fora, numa crítica a questão da liberdade do corpo das mulheres. Com o frisson causado, percebi a importância dessa discussão e comecei a idealizar este grupo. Hoje ele é integrado por mulheres de várias áreas, como jornalistas, designers, artistas plásticas e acadêmicas, entre várias outras vertentes”</em>, explica a produtora cultural. Ainda de acordo com Dandara: &#8220;<em>A gente quer estar envolvida nessa discussão de forma mais lúdica. Falando sério, com tom artístico”. </em></p>
<div id="attachment_34432" aria-labelledby="figcaption_attachment_34432" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/image_15_dXAtBWk.jpeg"><img class="size-medium wp-image-34432 " alt="Beto Figueiroa/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/image_15_dXAtBWk-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Coletivo com atuação política e artística surgiu a partir de uma brincadeira de Carnaval</p></div>
<p><strong>Programação da Mostra que é Femi!</strong></p>
<p>Cada semana deste mês será guiada por um tema, a começar pelo ‘Lugar de mulher é onde ela quiser’, de 8 a 13 de março, com foco na questão do protagonismo feminino. “<em>Já na segunda semana vamos falar de feminismo negro, e na terceira sobre feminismo e transsexualismo. Por fim, na última semana a discussão será em torno da maternidade”</em>, pontua Dandara.</p>
<div id="attachment_34433" aria-labelledby="figcaption_attachment_34433" class="wp-caption img-width-425 alignright" style="width: 425px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/obra-gio-simoes.jpg"><img class=" wp-image-34433 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/03/obra-gio-simoes-607x396.jpg" width="425" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Peças da artista Gio Simoes compõem a mostra &#8216;Delas&#8217;, instalada na Casa do Cachorro Preto a partir de quinta-feira (10)</p></div>
<p>Um dos destaques da programação da Mostra que é Femi! é a exposição ‘Delas’, que vai ficar instalada na Casa do Cachorro Preto, em Olinda, a partir da próxima quinta-feira (10). A mostra conta com trabalhos de 17 artistas pernambucanas e foi pensada como forma de dar mais visibilidade ao talento dessas mulheres. Dentre as peças, estão pinturas, ilustrações, desenhos, gravuras, esculturas e bordados, que dialogam com o universo feminino e feminista.</p>
<p>Participam desta exposição nomes como Baiá, Bia Melo, Carolê, Carol Merlo, Clara Nogueira, Clarissa Machado, Gio Simões, Ianah, Joana Liberal, Katia Fugita, Luciene Torres, Nathalia Queiroz, Oluyiá França, Simone Mendes, Tainá Tamashiro, Tatiana Móes e Valeria Rey Soto. A visitação poderá ser feita até o dia 27 de março, de quinta a domingo, das 16h às 21h.</p>
<p>De acordo com Dandara, a ideia é que o coletivo Vaca Profana mantenha uma programação de atividades mensais em torno deste assunto. “<em>A gente quer participar, estar envolvida nessa discussão que vai perdurar por muito tempo, e colaborar pra que cada um possa se conscientizar enquanto indivíduo e não apenas se diferenciar apenas pelo gênero”</em>.</p>
<p><strong>Confira a programação da Mostra que é Femi!</strong><br />
8 a 13 de março<br />
Tema: Lugar de mulher é onde ela quiser</p>
<p><strong>Terça-feira (8/03)</strong><br />
Local: Roda Café (Rua Madre de Deus, 66, Recife Antigo)<br />
Lançamento do Coletivo<br />
19h &#8211; DJ Pri Buhr<br />
Intervenção Artística em painel Nathália Queiroz<br />
20h &#8211; Lançamento do Coletivo Vaca Profana<br />
20h30 &#8211; Roda de conversa Mesa com Fernanda Capibaribe, Camila Góes e Stella Zimmerman<br />
Mediação: Vaca Profana<br />
23h &#8211; Grande encontro com as mulheres do ato unificado do dia 8 de março &#8211; É Pela Vida das Mulheres</p>
<p><strong>Quinta-feira (10/03)</strong><br />
Local: A Casa do Cachorro Preto (Rua 13 de Maio, 99, Olinda)<br />
Abertura da exposição coletiva Delas<br />
19h &#8211; Abertura da exposição coletiva Delas<br />
19h &#8211; DJ Vaca Profana<br />
20h &#8211; Apresentação de Aninha Martins<br />
20h30 &#8211; Performance Vaca Profana</p>
<p><strong>Sexta-feira (11/03)</strong><br />
Local: Roda Café<br />
Som da Hora<br />
19h &#8211; Apresentação do grupo Casas populares da BR 232</p>
<p><strong>Sábado (12/03)  </strong><br />
Local: Catamaran (Praça das Cinco Pontas, Recife)<br />
Odara Ôdesce, com DJ Vaca Profana e Performance</p>
<p><strong>Domingo (13/03)</strong><br />
Local: A Casa do Cachorro Preto<br />
Noite da Bolacha Preta só com mulheres / Encerramento da primeira semana temática<br />
17h &#8211; Roda de conversa com Sheila Oliveira (jornalista), Gio Simões (ilustradora), Oluyiá França (ilustradora), Aninha Martins (cantora) e Joana Pires (do coletivo Deixa ela em Paz)<br />
Mediação: Vaca Profana<br />
20h &#8211; Noite da Bolacha Preta apenas com artistas mulheres</p>
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		<title>Conversa com Luzilá Gonçalves abre série de debates literários do 25º FIG</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2015 18:01:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[fig 2015]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[LUZILÁ GONÇALVES]]></category>
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		<description><![CDATA[Na primeira noite da Praça da Palavra, a homenageada do 25º Festival de Inverno de Garanhuns, Luzilá Gonçalves, abriu a série de debates sobre literatura que devem atrair centenas de visitantes nos próximos dias. Durante a discussão, mediada pelo professor Alexandre Furtado, Luzilá trouxe à tona temas recorrentes de suas produções literárias e acadêmicas, como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na primeira noite da Praça da Palavra, a homenageada do 25º Festival de Inverno de Garanhuns, Luzilá Gonçalves, abriu a série de debates sobre literatura que devem atrair centenas de visitantes nos próximos dias. Durante a discussão, mediada pelo professor Alexandre Furtado, Luzilá trouxe à tona temas recorrentes de suas produções literárias e acadêmicas, como o feminismo e o papel da mulher na literatura nacional e regional, além de contar um pouco de sua trajetória como romancista e pesquisadora na área de escritos literários produzidos por mulheres pernambucanas. Na ocasião, a autora garanhuense foi aclamada por diversos leitores, professores e escritores da região, que ouviram, atentos, as histórias que marcaram seus 30 anos de carreira, em que publicou cerca de 30 livros.</p>
<div id="attachment_27636" aria-labelledby="figcaption_attachment_27636" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19803080096_51368e1aed_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27636" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19803080096_51368e1aed_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A homenageada do festival conversou com o escritor Alexandre Furtado</p></div>
<p>&#8220;<em>Tudo o que é beleza me interessa, e o FIG é uma oportunidade de diversas culturas expressarem sua beleza. Me senti muito honrada por ter sido escolhida para essa homenagem e, mais ainda, por poder participar ativamente dessa edição. O carinho com que as pessoas me tratam aonde quer que eu vá é como uma segunda homenagem e estreitam, ainda mais, minha relação com a cidade. É como se eu estivesse unindo um passado que nunca vivi ao meu presente</em>&#8220;, contou, emocionada, Luzilá, que passou mais de uma década fora de seu estado natal.</p>
<p>De acordo com o secretário de Cultura do Estado, Marcelino Granja, discussões relacionadas a produção literária e a homenagem a Luzilá também serviram como um incentivo para relembrar a multiculturalidade do FIG, que, costumeiramente, é atrelado às atrações musicais. &#8220;<em>Não queremos que as pessoas deixem de lembrar da grandiosidade do festival por conta dos grandes nomes musicais que trazemos. Homenagear Luzilá é relembrar todas as linguagens que permeiam o FIG, valorizar a cultura de Garanhuns e também a força da mulher, já que vivemos em um momento tão conturbado atualmente com relação aos setores mais oprimidos da sociedade. Além disso, é maravilhoso ter a pessoa que escolhemos homenagear participando ativamente e animando o festival</em>&#8220;, pontuou Marcelino.</p>
<div id="attachment_27637" aria-labelledby="figcaption_attachment_27637" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19209138863_aedea60c1f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27637" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19209138863_aedea60c1f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelino Granja e Márcia Souto prestigiaram o bate-papo com a escritora.</p></div>
<p>O bate-papo  marcou o começo das visitas da escritora aos espaços reservados à literatura do FIG &#8211; a Praça da Palavra e a Livraria e Cafeteria Casa Café. Na manhã deste domingo (19), o livro &#8220;A cabra sonhadora&#8221;, escrito por Luzilá, será relançado também na Praça da Palavra, às 11h, com contação de histórias. Na quarta-feira (22), na Casa Café, haverá um bate-papo com a escritora, a partir das 17h. Já na quinta-feira (23), haverá uma conversa entre a homenageada, que volta às ações na Praça da Palavra, e a também escritora Luzinette Laporte sobre livros infantis, a partir das 16h. Na sexta-feira (24), ocorrerá a última ação: uma palestra de Luzilá sobre autores pernambucanos e o panorama atual de produção literária do estado.</p>
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