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	<title>Portal Cultura PE &#187; FEPEC</title>
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		<title>Debates apontam caminhos para o audiovisual brasileiro em Triunfo</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2015 01:57:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A programação do 8º Festival de Cinema de Triunfo segue priorizando ações de formação cultural, diálogos sobre cinema e os rumos das políticas para o setor em todo o país. Nesta quinta-feira, 6 de agosto, um bate-papo pela manhã reuniu o público do festival e os realizadores Marcelo Pedroso (Brasil S/A), Ismael Moura (Ilha), Jackson [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A programação do 8º Festival de Cinema de Triunfo segue priorizando ações de formação cultural, diálogos sobre cinema e os rumos das políticas para o setor em todo o país.</p>
<div id="attachment_28806" aria-labelledby="figcaption_attachment_28806" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/19733309743_ce65ba5433_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28806" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/19733309743_ce65ba5433_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Realizadores participaram de mais um bate-papo do festival</p></div>
<p>Nesta quinta-feira, 6 de agosto, um bate-papo pela manhã reuniu o público do festival e os realizadores Marcelo Pedroso (Brasil S/A), Ismael Moura (Ilha), Jackson Abacatu (O Extraordinário Caso do Sr. A) e Marcus Curvelo (Com Fome no Fim do Mundo Remix), que exibiram seus filmes no dia anterior. A conversa girou em torno de questões como os diferentes processos de produção dos filmes, motivações pessoais e coletivas que levaram ao desenvolvimento dos projetos e, também, sobre as muitas possibilidades de intervenção social e política do cinema.</p>
<p>No fim da tarde, o festival também abriu espaço para o seminário ‘Cinema Político e Políticas para Cinema’, realizado em parceria com a Associação Brasileira de Documentaristas/Associação Pernambucana de Cineastas (ABD-PE/APECI). Presidente da ABD-PE, Pedro Severien deu início à conversa, que acabou acontecendo sem muita cerimônia mesmo, na praça ao lado da Câmara Municipal de Vereadores: “A ideia é aproveitar esse momento de festival aqui na cidade, para avaliarmos coletivamente a política para o audiovisual”.</p>
<div id="attachment_28803" aria-labelledby="figcaption_attachment_28803" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/19734435644_3e1d8e162c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28803" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/19734435644_3e1d8e162c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Atividade aconteceu na praça mesmo, aberta a participação de todos</p></div>
<p>Colaborando com a discussão, a presidente da Federação de Cineclubes de Pernambuco, Yanara Galvão, falou sobre a importância do festival deixar uma “contrapartida social na cidade, incentivando que os cineastas participantes autorizem que cópias de suas obras fiquem para escolas e cineclubes da região”. Ainda avaliando o festival, Yanara complementou que “o acervo e a distribuição dos filmes são gargalos, mas também não podemos regredir nas ações de formação, precisamos retomar ações com professores do município, inclusive”.</p>
<div id="attachment_28807" aria-labelledby="figcaption_attachment_28807" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/20348569272_f9c427df4c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28807" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/20348569272_f9c427df4c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Presidente da FEPEC, Yanara Galvão também participou da conversa</p></div>
<p>Fátima Finizola é professora de literatura e, em sua intervenção, manifestou o desejo de ver a lei 13.006 de 2014, que obriga a exibição de filmes nacionais em escolas de todo o Brasil, ser implementada. “Tenho essa vontade de contribuir com a formação crítica dos alunos através do audiovisual, mas infelizmente ainda não há uma metodologia para aplicação da lei”, lamentou. Dialogando com a preocupação apresentada, Pedro Severien observou que “esta é uma inquietação tá acontecendo no país inteiro porque ainda não há um manual da aplicação da lei, o desafio é elaborarmos modelos pedagógicos para lidar com o audiovisual na escola”.</p>
<div id="attachment_28804" aria-labelledby="figcaption_attachment_28804" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/19736124783_2a377922dd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28804" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/08/19736124783_2a377922dd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pedro Severien e Mariana Porto, da ABD-PE, coordenaram o momento de diálogo</p></div>
<p>De pronto, Agamenon, que integra o Cineclube Caretas, sugeriu ações em parceria, comentou sobre a necessidade dos professores se engajarem também nesta luta cineclubista e adiantou que está em curso a implantação na cidade o “Centro Criativo de Cultura, um equipamento que tem tudo para fortalecer o audiovisual, o teatro, o artesanato e outras expressões, podendo ser até um polo do Festival de Cinema no próximo ano”, apontou.</p>
<p>Para Milena Evangelista, coordenadora do Audiovisual da Secult-PE, “é enriquecedor este momento de repensar alguns aspectos do festival, com o objetivo de integrá-lo cada vez mais à dinâmica, ao cotidiano não apenas de Triunfo, mas de todo o Pajeú”. Sobre o desafio de consolidar uma politica permanente, inclusive no que diz respeito à dinamização do Cine Theatro Guarany para além dos dias de festival, Milena ressaltou que “esta é uma urgência e, nesse sentido, será realizado pela primeira vez em Triunfo um debate no sábado sobre cinemas de rua, o objetivo é pensarmos esses espaços a partir da possibilidade de atuação em rede”.</p>
<p>Mariana Porto, vice-presidente da ABD-PE fez um chamamento à participação de cada vez mais realizadores do audiovisual em instâncias de avaliação e definição de políticas públicas: “Estamos galgando cada vez mais espaços em fóruns, conselhos, comissões, mas é preciso que mais pessoas se envolvam, assumam responsabilidades, atuem conosco nesse sentido”.</p>
<p>Ao final, Pedro Severien lembrou a todos que está aberto o processo eleitoral para o Conselho de Política Cultural de Pernambuco. De 11 de agosto a 14 de setembro, interessados devem se inscrever na formação do colégio eleitoral, que permitirá a cada um, votar e ser votado como representante da sociedade civil. <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/secult-pe-publica-editais-que-normatizam-processo-eleitoral-dos-conselhos-estaduais-de-preservacao-do-patrimonio-e-de-politica-cultural/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a> as informações completas sobre esse processo.</p>
<p>&gt;&gt; O Festival de Cinema de Triunfo é uma realização do Governo de Pernambuco, através da Secult-PE e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura de Triunfo. Confira a <a href="http://bit.ly/1IHwCkS" target="_blank"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong>.</a></p>
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		<title>Oficina do FIG culmina em exibição cineclubista</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 14:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A partir de uma oficina cultural desenvolvida durante o 25º FIG, representantes da Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC) realizaram uma exibição de curta-metragens brasileiros na Casa Galeria Galpão através do Cineclube Garoa, esquematizado durante os quatro dias de atividades teóricas e práticas. Durante a oficina, os alunos realizaram a curadoria dos curtas exibidos, relacionados a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de uma oficina cultural desenvolvida durante o 25º FIG, representantes da Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC) realizaram uma exibição de curta-metragens brasileiros na Casa Galeria Galpão através do Cineclube Garoa, esquematizado durante os quatro dias de atividades teóricas e práticas. Durante a oficina, os alunos realizaram a curadoria dos curtas exibidos, relacionados a temáticas ligadas às artes visuais &#8211; &#8220;Power changes&#8221;, de Rafaela Cavalcanti, Fernanda Xavier e Sará Régia (PE), &#8220;Cancha&#8221;, de Luciano Mariz (PB) e &#8220;Grafitti dança&#8221;, de Rodrigo Eba (SP).</p>
<div id="attachment_28097" aria-labelledby="figcaption_attachment_28097" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19363620573_95d101460e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-28097" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19363620573_95d101460e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Exibições na Casa Galeria Galpão do FIG marcaram estreia do Cineclube Garoa</p></div>
<p>O coordenador de projetos da FEPEC, Manu Dias, explicou que o principal objetivo da parceria com o FIG foi propôr não só a exibição de produtos nacionais, mas também um trabalho de reflexão para os futuros cineclubistas. &#8220;<em>Nesse cineclube em particular, procuramos unir o regionalismo ao que é novo, dialogando com as linguagens expostas na Casa Galeria, a exemplo da exibição de &#8216;Cancha&#8217;, um homem paraibano do interior que causou estranheza por gostar de usar peças femininas. Com isso, discutimos temas como identidade e sexualidade em uma perspectiva mais crítica</em>&#8220;, disse.<em><br />
</em></p>
<p>A oficina foi incluída no festival a partir de um edital e faz parte de uma série que roda outros festivais da Fundarpe, como o Festival Pernambuco Nação Cultural. &#8220;<em>Realizamos esse trabalho para lembrar a importância dos cineclubes enquanto movimento de resistência que iniciou a formação da crítica de cinema. Além disso, são poucas cidades do interior que tem cinemas de bairro, que exibem uma cinematografia mais artística, além do circuito comercial e que contemplem a produção independente nacional</em>&#8220;, ressaltou a presidente da FEPEC, Yanara Galvão.<em><br />
</em></p>
<p>Um dos participantes do Cineclube Garoa é o estudante de Matemática do campus Garanhuns da Universidade de Pernambuco (UPE) Magno Salustiano, que pretende levar o projeto a instituição em que estuda, como meio de difundir a prática na cidade. &#8220;<em>O mais interessante é que nesse tipo de sessão analisamos também o processo criativo e a construção e desconstrução de conceitos através da arte. Há uma troca com quem assiste que vai além de consumir a cultura, pois precisamos também entendê-la e criticá-la</em>&#8220;, pontuou.<em><br />
</em></p>
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