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	<title>Portal Cultura PE &#187; festcine</title>
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		<title>21º Festival de Curtas de Pernambuco tem início celebrando a força do audiovisual pernambucano</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Dec 2019 13:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diante de um Cinema São Luiz repleto de realizadores, familiares e amigos da sétima arte, o 21º Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine) teve início nesta segunda-feira (9) celebrando a força do audiovisual pernambucano. A abertura do evento teve também a presença de gestores do Governo de Pernambuco e da Prefeitura do Recife, realizadores do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73741" aria-labelledby="figcaption_attachment_73741" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6380.jpg"><img class="size-medium wp-image-73741 " alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6380-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Programação deste ano é composta por 49 filmes, exibindo uma grande diversidade de temas, estéticas, narrativas e processos de realização pernambucana</p></div>
<p>Diante de um Cinema São Luiz repleto de realizadores, familiares e amigos da sétima arte, o 21º Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine) teve início nesta segunda-feira (9) celebrando a força do audiovisual pernambucano. A abertura do evento teve também a presença de gestores do Governo de Pernambuco e da Prefeitura do Recife, realizadores do festival, e dos homenageados desta edição, o cineasta Alexandre Figueirôa e a atriz Conceição Camarotti &#8211; que receberam o Troféu Fernando Spencer durante a homenagem.</p>
<p>Representando o governador Paulo Câmara, o secretário de Cultura de Pernambuco, Gilberto Freyre Neto, ressaltou a cadeia de valor que se estabelece a partir da academia, por meio de uma base técnica difundida e qualificada, com o mercado do audiovisual em Pernambuco durante o festival.</p>
<div id="attachment_73738" aria-labelledby="figcaption_attachment_73738" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6311.jpg"><img class="size-medium wp-image-73738 " alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6311-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gilberto Freyre Neto destacou a importância do FestCine para a cadeia produtiva do audiovisual em Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: left;">“É a partir do FestCine, a base da nossa estrutura do desenvolvimento do audiovisual, que a gente consegue atingir voos mais altos. 21 anos é algo pra ser celebrado. Tenho certeza que até o próximo sábado (14) se estabelecerá os próximos anos de sucesso do cinema pernambucano, porque tudo começa aqui. Todos os grandes pernambucanos do audiovisual, em algum momento, passaram por esse festival”, destacou Gilberto Freyre Neto.</p>
<p>Iana Claudia Marques, gerente de Desenvolvimento e Descentralização Cultural, da Fundação de Cultura Cidade do Recife (FCCR), disse que “é uma honra participar deste festival construído em parceria com tanto respeito e cuidado. “Estamos aqui celebrando um evento de resistência. Em tempos tão difíceis, cada um de vocês aqui faz da arte um propósito para a vida”, comemorou a gestora.</p>
<div id="attachment_73737" aria-labelledby="figcaption_attachment_73737" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6306.jpg"><img class="size-medium wp-image-73737" alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6306-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A solenidade de abertura do FestCine também contou com a presença de gestores da Prefeitura do Recife, realizadoras do festival junto ao Governo de Pernambuco</p></div>
<p>Para Luciana Poncioni, coordenadora do Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e do FestCine, “nesta edição, tivemos mais de 150 curtas enviados à curadoria, o que ajuda a revelar a intensa produção audiovisual pernambucana dos últimos anos”.</p>
<p>O panorama das mostras competitivas desta edição é composto por 49 filmes, exibindo uma grande diversidade de temas, estéticas, narrativas e processos de realização. São ficções, videoartes, documentários, animações e videoclipes que integram as programações de duas mostras competitivas, a Mostra geral e a de Formação. A programação completa está disponível no Portal Cultura.PE (www.cultura.pe.gov.br). Clique <a href="https://drive.google.com/file/d/1Qi1GFKkHAKyHtahCtmKcj_3tDhXFKY3c/view?usp=sharing" target="_blank"><strong>AQUI </strong></a>e confira o catálogo do FestCine.</p>
<div id="attachment_73739" aria-labelledby="figcaption_attachment_73739" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6331.jpg"><img class="size-medium wp-image-73739" alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6331-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Conceição Camarotti recebeu das mãos de Silvana Meireles, secretária Executiva de Cultura de Pernambuco, o Troféu Fernando Spencer</p></div>
<p>Dos 49 selecionados, participam realizadores do litoral ao sertão, representando cidades como Arcoverde, Buíque, Carpina, Caruaru, Igarassu, Jaboatão dos Guararapes, Jatobá, Olinda, Orobó, Petrolândia, Petrolina, Recife e Tacaratu.</p>
<p>Os selecionados concorrem a um total de R$ 58,5 mil em premiações, divididas na Mostra Competitiva Geral e na Mostra Competitiva de Formação. Será concedido, ainda, o Troféu Fernando Spencer para os filmes que concorrem na Mostra Competitiva Geral em diversas categorias.</p>
<div id="attachment_73740" aria-labelledby="figcaption_attachment_73740" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6338.jpg"><img class="size-medium wp-image-73740" alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6338-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Além da atriz Conceição Camarotti, o cineasta e professor Alexandre Figueirôa é um dos homenageados do 21º FestCine</p></div>
<p>Um dos realizadores presentes na noite de abertura do 21º FestCine, Marcos Carvalho, coordenador do projeto Cinema no Interior e um dos diretores do curta “O menino que tinha medo do rio”, de Petrolândia, fez um agradecimento em especial à comissão organizadora do festival. “Nós estamos sendo bem acolhidos aqui nesse festival e sou muito grato a tudo que conspirou a favor para que chegássemos até aqui. E vamos resistir sempre. Vamos realizar, sonhar e  fazer cinema”, celebrou.</p>
<p><strong>Ações integradas -</strong> Nesta edição, o FestCine conta com atividades em parceria com outras linguagens artísticas da Secretaria de Cultura de Pernambuco. O Troféu Fernando Spencer, por exemplo, foi produzido pelo artista e coordenador de Artes Plásticas da Secult-PE, Márcio Almeida.</p>
<div id="attachment_73734" aria-labelledby="figcaption_attachment_73734" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6252.jpg"><img class="size-medium wp-image-73734 " alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/PHR6252-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">No Hall do Cinema São Luiz há uma feira com produtos de diversas marcas pernambucanas</p></div>
<p style="text-align: left;">Outra novidade deste ano é que quem apresenta o festival é o ator e assessor de Circo da Secult-PE, Jorge Clésio &#8211; que recentemente realizou o mesmo trabalho no 12º Festival de Cinema de Triunfo. Além da apresentação do festival, Jorge Clésio mediará os debates com os realizadores que acontecem de terça (10) a sábado (14), às 17h, no hall do Cinema São Luiz.</p>
<p>A Assessoria de Design e Moda da Secult-PE vai promover durante todo o festival uma feira criativa com alguns trabalhos de marcas como Dona Quitéria, Arte em Linha, Vem Meu Bem, Micro Mundo e A Cápsula, que vão vender no hall do São Luiz produtos como canecas, pôsteres, terrários, roupas e outros acessórios.</p>
<div id="attachment_73742" aria-labelledby="figcaption_attachment_73742" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">PH Reinaux/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/49197246096_51f412d79b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-73742 " alt="PH Reinaux/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/49197246096_51f412d79b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Este ano, o FestCine tem uma parceria com o Café do Bond, instalado no primeiro andar do São Luiz</p></div>
<p style="text-align: left;">Já a Assessoria de Gastronomia da Secult-PE ocupou o primeiro andar do Cinema São Luiz numa parceria com o Café do Bonde, da gastróloga e baristaf Ana Claudia Martins, que preparou um cardápio especial para o FestCine com elementos da culinária pernambucana.</p>
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		<title>FestCine abre inscrições para oficina de cinema voltada para mulheres</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 18:54:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 21º Festival de Curtas de Pernambuco está com inscrições abertas para uma oficina voltada para jovens mulheres interessadas em cinema. “Formatos viáveis e midiativismo”, ministrada pelo coletivo Mulheres no Audiovisual de Pernambuco (MAPE), pretende ensinar técnicas de produção audiovisual a partir de equipamentos mais acessíveis, buscando facilitar o aprendizado de técnicas como filmagem, som [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73627" aria-labelledby="figcaption_attachment_73627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/30471956960_5055a3e96b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-73627" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/30471956960_5055a3e96b_k-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Ofiina pretende ensinar técnicas de produção audiovisual a partir de equipamentos mais acessíveis, buscando facilitar o aprendizado de técnicas como filmagem, som e edição, a partir de celulares</p></div>
<p>O 21º Festival de Curtas de Pernambuco está com inscrições abertas para uma oficina voltada para jovens mulheres interessadas em cinema. “Formatos viáveis e midiativismo”, ministrada pelo coletivo Mulheres no Audiovisual de Pernambuco (MAPE), pretende ensinar técnicas de produção audiovisual a partir de equipamentos mais acessíveis, buscando facilitar o aprendizado de técnicas como filmagem, som e edição, a partir de celulares. Interessadas têm até o próximo domingo (8) para se inscrever através do e-mail festcinepe@gmail.com, anexando RG, CPF e uma carta de intenção.</p>
<p>A oficina, voltada para jovens de 15 a 20 anos, terá uma duração de 20h/aula e é voltada para a produção de vídeos e criação de conteúdo para veiculação na web (Igtv, Youtube, Facebook, Whatsapp e Telegram, entre outros). As aulas vão acontecer de 9 a 13 de dezembro, das 14h às 17h, na sala de formação do Portomídia (Rua do Apolo, 235, Bairro do Recife).</p>
<p>O objetivo é fortalecer a juventude a se apropriar de técnicas para a criação de peças audiovisuais e de múltiplas narrativas. Além disso, a formação sociopolítica e artística será aliada a técnica, para que as jovens possam acentuar a sua visão crítica sobre vídeos que consomem, propiciar experiências práticas e reflexivas quanto ao conteúdo de audiovisual e fortalecer a linguagem técnica para quem já utiliza as redes sociais como meio de divulgação.</p>
<p><strong>MAPE -</strong> Mulheres no audiovisual de Pernambuco é um grupo/movimento de articulação política composto por mulheres trabalhadoras do audiovisual, que atuam em combate às desigualdades sociais dentro e fora do cinema, na perspectiva de visibilizar as produções culturais realizadas por mulheres e construir novas narrativas, olhares e horizontes.</p>
<p><strong>21º FestCine -</strong> Marcada para acontecer entre os próximos dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine) chega à sua 21ª edição com 49 filmes pernambucanos selecionados para a programação. Ao todo, 152 trabalhos de várias cidades do estado participaram do processo de inscrição.</p>
<p>O FestCine é realizado pelo Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife, e tem o objetivo de incentivar a produção audiovisual pernambucana. Este ano, o festival irá homenagear o cineasta Alexandre Figueirôa e a atriz Conceição Camarotti.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Oficina “Formatos Viáveis e midiativismo”<br />
9 a 13 de dezembro, das 14h às 17h<br />
Sala de formação do Portomídia (Rua do Apolo, 235, Bairro do Recife)<br />
Gratuito | Inscrições até domingo (8), pelo e-mail festcinepe@gmail.com</p>
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		<title>Festival de Curtas de Pernambuco agita a semana no Cinema São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/festival-de-curtas-de-pernambuco-agita-a-semana-no-cinema-sao-luiz/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Dec 2019 14:58:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcada para acontecer entre os próximos dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine) chega à sua 21ª edição com 49 filmes pernambucanos selecionados para a programação. Ao todo, 152 trabalhos de várias cidades do estado participaram do processo de inscrição. O FestCine é realizado pelo Governo de Pernambuco e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_72167" aria-labelledby="figcaption_attachment_72167" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/Captura-de-Tela-2019-10-09-às-08.35.18.png"><img class="size-medium wp-image-72167" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/10/Captura-de-Tela-2019-10-09-às-08.35.18-607x307.png" width="607" height="307" /></a><p class="wp-caption-text">Cinema São Luiz recebe a programação do FestCine de 9 a 14 de dezembro</p></div>
<p>Marcada para acontecer entre os próximos dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine) chega à sua 21ª edição com 49 filmes pernambucanos selecionados para a programação. Ao todo, 152 trabalhos de várias cidades do estado participaram do processo de inscrição. O FestCine é realizado pelo Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife, e tem o objetivo de incentivar a produção audiovisual pernambucana. Este ano, o festival irá homenagear o cineasta Alexandre Figueirôa e a atriz Conceição Camarotti.</p>
<p>A sessão especial de encerramento, no sábado (14/12), às 17h, terá a exibição do filme “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e contará com acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência (audiodescrição). Clique <a href="https://drive.google.com/file/d/1Qi1GFKkHAKyHtahCtmKcj_3tDhXFKY3c/view?usp=sharing" target="_blank"><strong>AQUI </strong></a>e confira o catálogo do FestCine.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Homenageados</strong></span><br />
<strong>Alexandre Figueirôa</strong> é doutor em cinema pela Sorbonne (França) e atualmente atua como professor adjunto do curso de Jornalismo da Universidade Católica de Pernambuco, da Especialização em Estudos Cinematográficos e da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap).</p>
<div id="attachment_73603" aria-labelledby="figcaption_attachment_73603" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/IMG-3816.jpg"><img class="size-medium wp-image-73603" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/IMG-3816-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O professor da Unicap, Alexandre Figueirôa, é um dos homenageados este ano</p></div>
<p><strong>Conceição Camarotti</strong> é uma atriz pernambucana conhecida por atuar como diretores como Cláudio Assis e Matheus Nachtergaele. Já participou de filmes premiados como “Texas Hotel“ (1999), “A Febre do Rato“ (2011), “A Festa da Menina Morta“ (2008) e “Baixio das Bestas“ (2006).</p>
<div id="attachment_73599" aria-labelledby="figcaption_attachment_73599" class="wp-caption img-width-406 alignnone" style="width: 406px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/conceicao-camarotti_a177284.png"><img class="size-full wp-image-73599" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/12/conceicao-camarotti_a177284.png" width="406" height="478" /></a><p class="wp-caption-text">A atriz Conceição Camarotti, conhecida por filmes como “Baixio das Bestas“ (2006) e “A Febre do Rato“ (2011), também é uma das homenageadas</p></div>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Filmes</strong></span><br />
Dos 49 selecionados, participam realizadores do litoral ao sertão, representando cidades como Arcoverde, Buíque, Carpina, Caruaru, Igarassu, Jaboatão dos Guararapes, Jatobá, Olinda, Orobó, Petrolândia, Petrolina, Recife e Tacaratu.</p>
<p>Os selecionados concorrem a um total de R$ 58,5 mil em premiações, divididas na Mostra Competitiva Geral e na Mostra Competitiva de Formação. Será concedido, ainda, o Troféu Fernando Spencer para os filmes que concorrem na Mostra Competitiva Geral em diversas categorias.</p>
<p><em>“O FestCine é um grande encontro da cadeia do cinema e da produção audiovisual pernambucana, principalmente os que estão iniciando sua carreira, e chega à sua vigésima primeira edição ressalta a força da produção local”</em>, comemora Gilberto Freyre Neto, secretário Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<div id="attachment_71465" aria-labelledby="figcaption_attachment_71465" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/bacurau.jpg"><img class="size-medium wp-image-71465" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/bacurau-607x277.jpg" width="607" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">A sessão especial de encerramento, no sábado (14/12), às 17h, será com a exibição do filme “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e contará com acessibilidade comunicacional para pessoas com deficiência (audiodescrição)</p></div>
<p><em>“Ao longo de sua história, o FestCine representa uma das poucas iniciativas de difusão dos produtos culturais audiovisuais produzidos no estado e foi uma janela de exibição de filmes de cineastas, hoje reconhecidos, como Camilo Cavalcanti, Marcelo Gomes, Antônio Carrilho e Adelina Pontual”</em>, ressalta Marcelo Canuto, presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p><em>“Especialmente num momento como o que vivemos agora, em que o cinema pernambucano é festejado no mundo inteiro, conquistando público, crítica especializada e prêmios em diversos países, o FestCine confirma sua importância. É preciso e urgente investirmos na formação de novas gerações para o audiovisual do Recife e de Pernambuco”</em>, celebra o presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>PROGRAMAÇÃO DO 21º FESTCINE</strong></span><br />
Local: Cinema São Luiz (Rua da Aurora, 175 &#8211; Boa Vista, Recife/PE)<br />
Acesso gratuito</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Segunda-feira (9/12)</strong></span><br />
18h30 &#8211; Abertura do 21º FestCine</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mostra Competitiva Formação (56 minutos)</span><br />
Classificação:<br />
Espelhos (Documentário, 8 minutos), de Carol Lima.<br />
Linha da Mão (Documentário, 17 minutos), de Victória Drahomiro.<br />
O menino que tinha medo do rio (Ficção, 20 minutos), de Dir. Coletiva.<br />
Notícias de São Paulo (Documentário, 11 minutos), de Priscila Nascimento.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mostra Competitiva Geral (98 minutos)</span><br />
Classificação:<br />
Marie (Ficção, 25 minutos), de Leo Tabosa.<br />
Não moro mais aqui (Animação, 10 minutos), de Laura de Araújo.<br />
Corpo Em Brasa &#8211; Romero Ferro e Duda Beat (Videoclipe, 4 minutos), de Sâmia Emerenciano.<br />
Deus te dê boa sorte (Documentário, 23 minutos), de Jacqueline Farias.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Terça-feira (10/12)</span></strong><br />
<span style="text-decoration: underline;">18h30 &#8211; Mostra Competitiva Formação (55 minutos)</span><br />
Classificação: 14 anos<br />
A Última Feira (Documentário, 20 minutos), de Tharciele Santiago.<br />
AA- (Ficção, 11 minutos) de Pedro Ferreira.<br />
Cena Jazz (Documentário, 24 minutos) de Tiago Silva</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mostra Competitiva Geral (92 minutos)</span><br />
Classificação: 14 anos<br />
Ex-Humanos (Ficção, 17 minutos), de Mariana Porto.<br />
Barbas de Molho (Animação, 11 minutos), de Eduardo Padrão e Leanndro Amorim.<br />
Nome de Batismo – Frances (Documentário, 16 minutos), de Tila Chitunda.<br />
Revólver (Vídeo clipe, 4 minutos), de Cezar Maia.<br />
Banzo (Experimental, 7 minutos), de Rafael Nascimento.<br />
Caranguejo Rei (Ficção, 23 minutos), de Enock Carvalho e Matheus Farias.<br />
Elos (Documentário, 12 minutos), de Juliana Lima.<br />
Desumanize o Humano (Vídeo Clipe, 3 minutos), de Sérgio Dantas.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quarta-feira (11/12)</strong></span><br />
<span style="text-decoration: underline;">18h30 – Mostra Competitiva de Formação (58 minutos)</span><br />
Classificação: 12 anos<br />
BRAVO! (Documentário, 22 minutos), de João Gabriel Lourenço.<br />
Legado e Resistência (Documentário, 10 minutos), de Dir. Coletiva.<br />
FilmeClipe Favela em Crise – Marolas Crew (Documentário, 10 minutos), de Dir. Coletiva.<br />
Nu Ngi Sénégal: Imigrantes no Recife (Documentário, 16 minutos), de Erick da Silva.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Mostra Competitiva Geral (92 minutos)</span><br />
Classificação: 14 anos<br />
Volta Seca (Ficção, 21 minutos), de Roberto Veiga .<br />
Um peixe pra dois (Animação, 10 minutos), de Chia Beloto  e Marila Cantuária.<br />
Piu Piu (Documentário, 16 minutos), de Alexandre Figueirôa.<br />
Corpo Monumento (Experimental, 18 minutos), de Alexandre Salomão.<br />
Suporto Perder (Videoclipe, 7 minutos), de Cezar Maia.<br />
O balido interno (Ficção, 15 minutos), de Eder Deó.<br />
Zumbi (Videoclipe, 6 minutos), de Rafaela Gomes.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Quinta-feira (12/12)</strong></span><br />
18h30 – Mostra Competitiva Geral (100 minutos)<br />
Classificação: 12 anos<br />
Mansão do Amor (Ficção, 17 minutos) de Renata Pinheiro.<br />
O mundo de Clara (Animação, 7 minutos) de Ayodê França.<br />
Eu falo com todo mundo (Videclipe, 4 minutos), de Buguinha Dub e Costa Neto.<br />
Hoje sou felicidade (Documentário, 20 minutos), de João Luís e Tiago Aguiar.<br />
Rosário (Ficção, 19 minutos) Juliana Soares e Igor Travassos.<br />
Quarto Negro (Ficção, 23 minutos), de Carlos Kamara.<br />
Na busca do Conhecimento (Videoclipe, 4 minutos), de Cassiano Cassique.<br />
Dias tão vermelhos (Experimental, 4 minutos), de Clara Gouvêa.<br />
Hotel Central (Documentário, 18 minutos), de Tiago Martins Rêgo<br />
Brega Protesto &#8211; Sem Destruição (Videoclipe, 3 minutos), de Dir. Coletiva.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sexta-feira (13/12)</strong></span><br />
18h30 – Mostra Competitiva Geral (102 minutos)<br />
Classificação: 16 anos<br />
Até 10 (Ficção, 10 minutos), de Gabriel Coêlho.<br />
Una &#8211; Faz Ideia (Videoclipe, 10 minutos), de Chico Ludermir.<br />
Quando a chuva vem? (Animação, 8 minutos), de Jefferson Batista.<br />
Naticoda (Experimental, 13 minutos), de Taciano Valério.<br />
Atrofia (Ficção, 15 minutos ), de Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang.<br />
ARRETE &#8211; NUM ME ENCABULE (Videoclipe, 04 minutos), de Nathalia Simião.<br />
Sambada dos Mascarados (Documentário, 24 minutos), de Chia Beloto e Rui Mendonça.<br />
D-20 Vermelha (Ficção, 11minutos), de Djaelton Quirino.<br />
Ouça o corpo falar (Experimental, 17minutos), de Ana Gabriela e Sofia de Oliveira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Sábado (14/12)</strong></span><br />
17h – Sessão Especial com acessibilidade comunicacional<br />
Classificação: 14 anos</p>
<p>Bacurau (Ficção, 130 minutos, 2019), de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles</p>
<p>19h – Sessão especial Mostra Documentando</p>
<p>20h – Cerimônia de Encerramento</p>
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		<item>
		<title>21º FestCine abre inscrições para a oficina &#8220;Documentando&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Nov 2019 13:52:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A quinta temporada do Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, será finalizada durante a 21ª edição do FestCine com uma nova turma. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 6 de dezembro, e, para  se inscrever, os interessados devem enviar uma carta de intenção para o e-mail festcinepe@gmail.com, informando nome completo e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_73425" aria-labelledby="figcaption_attachment_73425" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Festcine_Divulgação-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-73425" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/Festcine_Divulgação-2-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Serão disponibilizadas 20 vagas e as aulas serão realizadas de 9 a 13 de dezembro, das 13h30 às 17h, no Espaço Pasárgada</p></div>
<p>A quinta temporada do Documentando, ministrada pelo cineasta Marlom Meirelles, será finalizada durante a 21ª edição do FestCine com uma nova turma. As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 6 de dezembro, e, para  se inscrever, os interessados devem enviar uma carta de intenção para o e-mail festcinepe@gmail.com, informando nome completo e idade.</p>
<p>As aulas levarão os participantes a conhecerem todo o processo de realização de um documentário. &#8220;Queremos provocá-los a refletir sobre suas vivências e pensar em narrativas que contemplem questões sociais, de gênero, raça, territorialidade, identidade, entre outras coisas&#8221;, explica Marlom Meirelles.</p>
<p>Ao final de cada oficina, os estudantes produzem um documentário com temática livre, escolhida por meio de exercícios coletivos. Serão disponibilizadas 20 vagas e as aulas serão realizadas de 9 a 13 de dezembro, das 13h30 às 17h, no Espaço Pasárgada. O FestCine é uma realização conjunta entre o Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife, e acontece de 9 a 14 de dezembro, no Cinema São Luiz.</p>
<p><strong>Documentando -</strong> Nascido em 2009, o projeto vem contribuindo há uma década para o fortalecimento da produção audiovisual independente em Pernambuco, iniciando novos produtores e ampliando as possibilidades de alcance de suas obras. Ao todo, já foram cinco temporadas com cerca de 70 oficinas realizadas e mais de 1800 estudantes beneficiados. Todas as Regiões de Desenvolvimento do Estado foram contempladas no percurso, que contou este ano com incentivo do Funcultura.</p>
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		<title>21ª edição do FestCine abre inscrições para a cena audiovisual pernambucana</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Sep 2019 18:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o objetivo de incentivar a produção, a criatividade e a difusão da produção audiovisual pernambucana, além de apresentar as diversas realizações de curtas-metragens oriundas da produção independente do estado, a 21ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine) abre seu processo seletivo. As inscrições poderão ser feitas de 30 de setembro a 31 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44389027230_b28376098e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-65176 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/44389027230_b28376098e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com o objetivo de incentivar a produção, a criatividade e a difusão da produção audiovisual pernambucana, além de apresentar as diversas realizações de curtas-metragens oriundas da produção independente do estado, a 21ª edição do Festival de Curtas de Pernambuco (FestCine) abre seu processo seletivo. As inscrições poderão ser feitas de 30 de setembro a 31 de outubro, pela plataforma <a href="http://www.mapacultural.pe.gov.br/" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>. O festival é uma realização conjunta entre o Governo de Pernambuco e a Prefeitura do Recife, e acontece de 9 a 14 de dezembro, no Cinema São Luiz, no Recife. Confira <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/editais/convocatoria-de-selecao-do-21o-festcine-festival-de-curtas-de-pernambuco/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> o edital.</p>
<p><em>“O FestCine é um grande encontro da cadeia do cinema e da produção audiovisual pernambucana, principalmente os que estão iniciando sua carreira. O FestCine chega à sua vigésima primeira edição e ressalta a força da produção local”</em>, comemora Gilberto Freyre Neto, secretário Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<div id="attachment_42101" aria-labelledby="figcaption_attachment_42101" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Djair Freire/Secult-PE/PCR</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/FESTCINE.jpg"><img class="size-medium wp-image-42101" alt="Djair Freire/Secult-PE/PCR" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/FESTCINE-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">21º FestCine ocupará o Cinema São Luiz</p></div>
<p><em>“Ao longo de sua história, o FestCine representou uma das poucas iniciativas na difusão dos produtos culturais audiovisuais produzidos no Estado e foi uma janela de exibição de filmes de cineastas, hoje reconhecidos, como Camilo Cavalcanti, Marcelo Gomes, Antônio Carrilho e Adelina Pontual”</em>, ressalta Marcelo Canuto, presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p><em>“Especialmente num momento como o que vivemos agora, em que o cinema pernambucano é festejado no mundo inteiro, conquistando público, crítica especializada e prêmios em diversos países, o FestCine confirma sua importância. É preciso e urgente investirmos na formação de novas gerações para o audiovisual do Recife e de Pernambuco”</em>, celebra o presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha.</p>
<p>Os selecionados concorrem a um total de R$ 58,5 mil em premiações, divididas na Mostra Competitiva Geral e na Mostra Competitiva de Formação. Será concedido ainda o Troféu Fernando Spencer para os filmes concorrentes na Mostra Competitiva Geral em diversas categorias. O resultado dos curtas escolhidos será divulgado no dia 10 de novembro. Dúvidas sobre este edital deverão ser tiradas pelo e-mail <strong>festcinepe@gmail.com</strong>.</p>
<p>O FestCine é realizado por meio da Secult-PE, Fundarpe, Secretaria de Cultura do Recife e FCCR. No ano passado, 209 filmes de várias regiões do Estado foram inscritos.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Público prefere filmes pernambucanos no Cinema São Luiz</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/publico-prefere-filmes-pernambucanos-no-cinema-sao-luiz/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/publico-prefere-filmes-pernambucanos-no-cinema-sao-luiz/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Sep 2019 13:54:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_71610" aria-labelledby="figcaption_attachment_71610" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624939037_f0fb529ac2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-71610" alt=" Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624939037_f0fb529ac2_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">São Luiz também lidera a bilheteria nacional do filme &#8220;Bacurau&#8221;, que já alcançou mais de 300 mil espectadores no Brasil</p></div>
<p>Considerado como a casa do cinema pernambucano, o Cinema São Luiz recebeu em 2019 a estreia de seis filmes produzidos por cineastas do estado: “Organismo”, de Jeorge Pereira; “Divino Amor”, de Gabriel Mascaro; “Estou Me Guardando Para Quando o Carnaval Chegar”, de Marcelo Gomes; “Parquelândia”, de Cecília da Fonte; “A Serpente”, de Jura Capela; e “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles. Somente neste ano, cerca de 20 mil expectadores foram até o São Luiz conferir as produções pernambucanas no audiovisual. Desses seis filmes, quatro receberam incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura Audiovisual.</p>
<p>“Esse número reflete a política cultural desenvolvida pelo Estado para fomentar o setor do audiovisual. Além dessas estreias, o São Luiz também se prepara para receber no final deste ano a 21ª edição do FestCine, que no ano passado contou com a presença de mais de quatro mil pessoas durante as sessões das mostras competitivas – todas com filmes pernambucanos”, declara o secretário Estadual de Cultura, Gilberto Freyre Neto.</p>
<div id="attachment_71608" aria-labelledby="figcaption_attachment_71608" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624798021_944ece6b39_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-71608 " alt=" Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624798021_944ece6b39_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dos seis filmes pernambucanos exibidos no São Luiz este ano, quatro contam com incentivo do Funcultura Audiovisual</p></div>
<p>“Estamos diante de uma perspectiva nacional em que a arte e a cultura terão um papel muito importante nessa resistência. A partir desses seis filmes pernambucanos podemos discutir vários temas que são de extrema importância para a sociedade, e boa parte deles foram produzidos com incentivo do Governo de Pernambuco”, ressalta Marcelo Canuto, presidente da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p>“Bacurau”, o recordista de público dos filmes pernambucanos exibidos no São Luiz, já foi visto por 13.400 pessoas até a última terça-feira (17/09). O São Luiz também lidera a bilheteria nacional do filme, que já alcançou mais de 300 mil espectadores no Brasil. “Divino Amor” segue em segundo lugar. Em terceiro lugar está “Estou me guardando para quando o carnaval chegar”. Os três longas, além de “Parquelândia”, contam com incentivo do Funcultura Audiovisual em pelo menos uma das etapas de produção.</p>
<div id="attachment_71609" aria-labelledby="figcaption_attachment_71609" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fernando Figueirôa/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624802176_e1332af96c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-71609" alt=" Fernando Figueirôa - Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/09/48624802176_e1332af96c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Desde 2015 o São Luiz possui um projetor digital Barco 23B 4K, além de um servidor digital e processadores e amplificadores de som para formato Dolby 7.1</p></div>
<p>De acordo com Geraldo Pinho, responsável pela programação do Cinema São Luiz, a procura por estreias no equipamento cultural se tornou algo recorrente desde 2015. “Notamos uma procura maior quando o São Luiz inaugurou seu novo projetor digital Barco 23B 4K, com capacidade de projetar filmes em 3D, além de um servidor digital e novos processadores e amplificadores de som para formato Dolby 7.1. Esse equipamento nos coloca no mesmo nível das melhores salas de cinema comercial do País”.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">HISTÓRICO -</span></strong> Inaugurado no dia 6 de setembro de 1952, o São Luiz tornou-se um dos mais emblemáticos cinemas do Recife, prezando por essa arte em sua concepção clássica, com exibição em cineteatro. Hoje o Cinema São Luiz é o de mais rica concepção artística e arquitetônica do Recife e um dos últimos cinemas de rua do país. Em 2008, o prédio foi tombado como monumento histórico e em 2010 foi adquirido pelo Governo de Pernambuco.</p>
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		<title>Crítica: GeoPoesis, de Zé Diniz e Fred Nascimento</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Dec 2018 17:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Poesia não se traduz. Não se explica. Sente-se. Ou não. GeoPoesis, filme de Zé Diniz e Fred Nascimento, que venceu em primeiro lugar na categoria ‘Videoarte/Experimental’ da competitiva geral no 20º Festcine, situa-se nesse espaço em que qualquer tentativa de tradução ou explicação seria ingênua. Por que não dizer, desnecessária. Como experimento [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65711" aria-labelledby="figcaption_attachment_65711" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/geopoesis.jpg"><img class="size-medium wp-image-65711" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/geopoesis-607x365.jpg" width="607" height="365" /></a><p class="wp-caption-text">O curta ficou em 1º lugar na categoria de videoarte/experimental.</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong><b></b></p>
<p>Poesia não se traduz. Não se explica. Sente-se. Ou não. <i>GeoPoesis</i>, filme de Zé Diniz e Fred Nascimento, que venceu em primeiro lugar na categoria ‘Videoarte/Experimental’ da competitiva geral no 20º Festcine, situa-se nesse espaço em que qualquer tentativa de tradução ou explicação seria ingênua. Por que não dizer, desnecessária.</p>
<p>Como experimento (planejado) que é, o trabalho realizado com o Grupo Totem – que desenvolve conceitos performáticos há 30 anos, completos neste 2018 -, o curta com cerca de 20 minutos de duração tem como referência norteadora a cultura dos povos indígenas de Pernambuco, os Pankararu, Kapinawá e os Xukuru.</p>
<p>A relação proposta aqui pelas performers Juliana Nardin, Taína Veríssimo, Gabi Cabral, Lau Veríssimo e Inaê Veríssimo é a da interação com os elementos da natureza; ou melhor seria dizer, elas próprias vivenciarem os elementos da natureza &#8211; com a coreografia sendo aqui a expressão absoluta dessa representação (apoiada por figurino e maquiagens bem específicos).</p>
<p>Coreografia que interage com a locação escolhida – em particular o Vale do Catimbau, em Buíque (PE) -, com sua diversidade arenosa, rochosa e de vegetação; sem falar na imponência visual, denotando respeito.</p>
<p>Nesse sentido, soa muito acertado que <i>GeoPoesis </i>inicie sempre com closes destacando detalhes no corpo das mulheres para daí partir para o todo, para a natureza, com a mulher como que trespassando pelos quatro elementos da nossa natureza.</p>
<p>Numa certa medida, este experimento remete a um outro trabalho igualmente impactante no qual mulher e natureza são uma só coisa. É de <i>Solon </i>(2017)<i> </i>que falamos. Curta mineiro, de Clarissa Campolina, que sugere o surgimento da vida na terra começando pela mulher vindo da água.</p>
<p>Além da coreografia, figurino, maquiagem e locação, há um quinto aspecto indissociável ao bom resultado com o qual somos agraciados em <i>GeoPoesis: </i>a trilha sonora conduzida por Cauê Nascimento (na guitarra), Alexandre Salomão (derbak e didgeridoo e ainda editor de som) e os diretores Zé Diniz e Fred na percussão/efeitos e didgeridoo, respectivamente.</p>
<p>É com os efeitos de som e a trilha sonora de personalidade forte que o filme ajuda, ainda mais, a ‘vender’ para ao espectador a ideia de simbiose entre as performers e a natureza. A sequência de Inaê Veríssimo com uma rocha junto ao seu corpo, ou os movimentos de Taína Veríssimo pintando as pernas a partir de outra pedra, e ainda, Juliana Nardin ‘descolando-se’ da rocha, tudo sob os efeitos sonoros e musicais criados especificamente para o filme, são perfeitos exemplos desse acerto.</p>
<p>Ao final, fica a indiscutível certeza de que estamos diante de um trabalho profundamente feminino. E seria pouco afirmar assim apenas pela presença exclusiva das mulheres em cena. É feminino pela ideia da mulher como, ela própria, um elemento transformador da natureza.</p>
<p>Duas sequências em particular parecem reforçar essa ideia. Os movimentos em torno da fogueira, e a espécie de comunicação e reverência entre elas e o sol que nasce no horizonte. Sol que sempre foi, e será, a fonte de energia necessária para qualquer vida aqui na Terra florescer.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crítica: Desyrrê, curta-metragem realizado coletivamente em Triunfo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Dec 2018 17:33:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<div id="attachment_65506" aria-labelledby="figcaption_attachment_65506" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/Desyrre</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/desyree.jpg"><img class="size-medium wp-image-65506" alt="Still/Desyrre" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/desyree-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O documentário foi o vencedor de Formação</p></div>
<p>O primeiro registro valioso aqui diz respeito ao fato de não apenas termos dois curtas-metragens realizados no município de Triunfo, Sertão do Pajeú pernambucano, concorrendo no 20º Festcine, mas também pelo fato de ambos terem sido premiados na Competição em Formação. Enquanto a realização coletiva <em>#Turismo_Selvagem</em> levou o título de melhor animação, <strong>Desyrrê</strong>, um trabalho também coletivo, levou para o interior do Estado o troféu de melhor documentário na mesma competitiva. É como se ambos dissessem, “prestem atenção aos talentos fora do âmbito urbano de Pernambuco”.</p>
<p>Nesse sentido, a personagem que dá título a Desyrrê, o filme, é também uma vencedora. E isto apenas pelo fato de existir – sendo este fato um já ato também de resistir. Desyrrê, a protagonista, é uma mulher trans, negra, vivendo numa pequena cidade interiorana, lugar onde pode ser alta a probabilidade de sua população alimentar uma lógica conservadora no que diz respeito ao comportamento sexual de seus habitantes.</p>
<p>E, sendo assim, como seria a vida de Desyrrê em Triunfo? O filme nos serve como uma introdução da resposta para essa pergunta. E desde sua abertura – com a voz em off da protagonista sobre um fundo preto avisando: “acostume!”, para aqueles que se espantam com seu hábito de pilotar sua moto de salto alto –, já entendemos de imediato que temos aqui um exemplo de determinação. De uma pessoa que quebra regras constantemente para poder ser quem é.</p>
<p>Em sua apresentação, antes da projeção no cine São Luiz (Recife), Desyrrê avisou “não sou de falar muito”, e a equipe que produziu o filme soube aproveitar bem essa espécie de ‘timidez despachada’ da personagem.</p>
<p>Sobre a equipe do filme, o que temos é um outro coletivo que desenvolveu aqui um trabalho ao final da oficina ministrada pelo realizador Marlom Meirelles, dentro do projeto Documentando (Eixo Audiovisual), incentivado pelo Funcultura/Governo de Pernambuco.</p>
<p>Voltando à nossa heroína dentro de seu filme, é fácil verificar que a objetividade estética do segundo é o que há de mais honesto para retratar a primeira. Acompanhar o cotidiano de Desyrrê na casa humilde, preparando o café da manhã, ou no trajeto para a faculdade de ônibus, ou trabalhando na cozinha de um restaurante sem <em>glamourizar</em> nada disso é o que nos aproxima da protagonista.</p>
<p>E se consideramos que a identificação é a ferramenta mais eficaz para desconstruir preconceitos, Desyrrê, o filme, acerta em cheio na estratégia de apresentação dessa moça que também tem respeito pela Igreja Católica.</p>
<p>Como ela própria conta, ir a Igreja, que começou como um refúgio para se sentir protegida em função do preconceito que sofria desde a juventude, acabou sendo também o lugar que a despertou para a sexualidade com um outro homem. Na vida, Desyrrê conta que a figura de seu pai &#8211; também contrariando expectativas preconceituosas &#8211; foi a que entendia a condição do filho que se sentia filha. Em depoimento, a personagem diz claramente, e séria, que a mãe e os irmãos são homofóbicos.</p>
<p>Entre um depoimento e outro, temos o que podemos chamar de performances de Desyrrê. Não artística, mas da personalidade, de estilo de vida que ela criou para si; com isto passando pela simples e legítima vaidade de ser uma mulher.</p>
<p>Estes são os momentos de respiro que a narrativa do filme nos oferece – dentro de uma vida dura -, e que também nos aproxima de um outro lado de Desyrrê. O da alegria e o do regozijo dela ser quem é, e se sentir quem é. Seja quando desfila ‘montada’ e no salto por uma trilha pedregosa e bucólica, enquanto a câmera a acompanha de perto; seja no encerramento do filme, quando ela dança na noite, devidamente vestida para uma festa, e tendo ao fundo o famoso açude João Barbosa Sitônio.</p>
<p>É como se Desyrrê fosse parte integrante da paisagem. Como se Desyrrê fosse Triunfo, e Triunfo fosse Desyrrê. O que significa, em outras palavras, algo para que o Oásis do Sertão se sinta orgulhoso de si próprio.</p>
<p>Assista:</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/nONOG-IMYCc" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Crítica: Geronimo, de Anny Stone</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Dec 2018 16:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Nunca foi fácil trabalhar no cinema entre o limiar do realismo e do fantástico (ou do surrealismo). Dar o tom correto tanto a um quanto a outro, se desenvolvidos separadamente, já é também, por si só, algo que requisita uma elaboração para lá de azeitada sobre suas fórmulas, sobre seus signos. Realizar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<p>Nunca foi fácil trabalhar no cinema entre o limiar do realismo e do fantástico (ou do surrealismo). Dar o tom correto tanto a um quanto a outro, se desenvolvidos separadamente, já é também, por si só, algo que requisita uma elaboração para lá de azeitada sobre suas fórmulas, sobre seus signos. Realizar algo que transite de um lado para o outro dentro de uma mesma obra&#8230; bom, aí já entramos num outro patamar de sofisticação.</p>
<div id="attachment_65435" aria-labelledby="figcaption_attachment_65435" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/Gerônimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Geronimo-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-65435" alt="Still/Gerônimo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/Geronimo-3-607x254.jpg" width="607" height="254" /></a><p class="wp-caption-text">O curta Geronimo, de Anny Stone, venceu na categoria de Ficção</p></div>
<p>No caso do trabalho eleito como o melhor curta-metragem de ficção na Competitiva Geral do 20º Festcine – <strong>Geronimo</strong>, de Anny Stone– é suave, mas segura, a curva que nos conduz do concreto para o intangível no percurso de seu enredo. E só por isso, o filme de Stone mereceria atenção. O cenário aqui é determinante, e também é a opção como ele nos é apresentado. Falamos da bela, dura e desértica região do Vale do Catimbau pela qual transita o protagonista Geronimo (vivido pelo ator paraibano Sebastião Formiga, de <em>O som ao redor</em>).</p>
<p>Com a fotografia de Breno César imprimindo uma tonalidade quase monocromática e assim aproveitando a pequenez de Geronimo diante da imensidão dos cânions, fica de pronto estabelecido que a aridez da paisagem só reforça o que o destino reserva de pedregoso para o nosso herói. E o melhor, num sentido literal e também metafórico.</p>
<p>A aridez da paisagem emoldura a aridez do protagonista, do qual não escutamos nenhuma fala, não recebemos nenhum dado além do que temos na imagem. Ele é um homem simples, vivendo numa humilde casa sertaneja e que, ao acordar, se prepara para uma jornada, carregando com muita dificuldade um caixão nas costas. Sobe uma trilha improvável para o alto de uma montanha e com ele vamos tentando entender o porquê de tanta determinação. O porquê daquele empenho para seguir diante de tanta dificuldade nas quais tropeça no percurso.</p>
<p>A não resposta que o filme não dá para essa pergunta é a não resposta que nunca teremos, mas sempre a buscaremos até a morte. “Transitar” é o verbo mais preciso a usar aqui, uma vez que Geronimo, roteirizado por Sidney Rocha, trata de uma travessia, e sobre o que a travessia significa, sendo ela mais definidora do que o seu destino. É da vida, portanto, que Anny e Sidney nos falam em seu filme.</p>
<p>Na travessia não faltam distração e alegria, como temos na vida. A representação aqui vem na forma de uma roda-gigante, cuja imagem Geronimo não hesita em registrar numa máquina fotográfica. Um instrumento que define muito bem a tentativa de prolongarmos o prazer, ou estendermos o tempo (ou a memória de um tempo). Interessante percebermos que o prazer aqui não vem descolado do risco, na forma de um precipício que ameaça Geronimo, distraído por esse prazer.</p>
<p>Aqui, Anny aproveita bem a situação provocando o espectador sobre um possível falso final. É como um recado, nos lembrando que a distração nos alivia de nosso destino, mas ele sempre vai nos espreitar por trás, uma vez que a humanidade está condenada. Um destino que se repetirá e se repetirá e se repetirá.</p>
<p>Em sua leitura mais direta, Geronimo nos remete à mitologia grega de Sísifo, que recebeu dos deuses, como castigo, a obrigação de levar nas costas uma enorme pedra de mármore para o topo de uma montanha, de onde ela rolaria para baixo sempre que ele estivesse próximo de atingir seu objetivo.</p>
<p>A sina de Sísifo era para o mesmo não esquecer de que os mortais nunca terão a mesma liberdade que os deuses. Se a própria raiz da palavra ‘mortal’ define a condição do homem, o que lhe cabe é cuidar da limitada liberdade que possui dentro de sua travessia. Aquela que tem um destino definido, para um único e inevitável lugar.</p>
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		<title>Crítica: Guaxuma, curta-metragem de Nara Normande</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Dec 2018 15:23:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Se cineastas brincam de deuses em seus filmes, criando um mundo particular, formatando-o de maneira que tudo seja resolvido visualmente dentro de um retângulo, e ainda provocando o espectador com o que também está fora do retângulo, imagine então como se divertem os animadores. Se divertem e trabalham duro. Sim, porque a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Luiz Joaquim</em></strong></p>
<div id="attachment_65406" aria-labelledby="figcaption_attachment_65406" class="wp-caption img-width-460 alignnone" style="width: 460px"><p class="wp-image-credit alignleft">Still/Guaxuma</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/guaxuma2.jpg"><img class="size-full wp-image-65406" alt="Still/Guaxuma" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/guaxuma2.jpg" width="460" height="320" /></a><p class="wp-caption-text">A animação &#8216;Guaxuma&#8217;, de Nara Normande, é fábula inspirada na história da diretora</p></div>
<p style="text-align: left;">Se cineastas brincam de deuses em seus filmes, criando um mundo particular, formatando-o de maneira que tudo seja resolvido visualmente dentro de um retângulo, e ainda provocando o espectador com o que também está fora do retângulo, imagine então como se divertem os animadores.</p>
<p style="text-align: left;">Se divertem e trabalham duro. Sim, porque a mesma medida do desvario criativo funcionando para conceber ambientes e personagens que desafiam qualquer lógica ou lei racional serve também de régua, proporcionalmente, para medir a dimensão do trabalho que essa brincadeira dá.</p>
<p>Com <strong>Guaxum</strong>a, terceiro filme de Nara Normande e vencedor do título de melhor animação na Competição Geral do 20º Festcine, a diretora nos oferece uma fábula inspirada em sua própria história de vida, e o resultado que obtemos disso reside naquela casa de prazeres, visuais e sensoriais, onde a gente esquece da gente mesmo. Sobram poucos elogios maiores que esse a serem feitos sobre um filme.</p>
<p>Guaxuma nos provoca a cada novo olhar. Não por nos desafiar com seu discurso, pois ele é bem dado de primeira, mas por não ‘encolher’ a cada revisão &#8211; ainda que seja objetivo em sua fábula.</p>
<p>O certo, na qualidade de manter o encantamento a cada nova vista sobre este filme de areia de Nara, é a sua técnica. Corrigindo: é a sua técnica ajustada em sintonia fina com o seu discurso.</p>
<p>Guaxuma conta, com narração em off na voz da própria diretora, a amizade e o amor de infância da cineasta, sua amiga Tayra. Ambas meninas, foram criadas na região litorânea de Alagoas, que dá título ao filme. É uma história que se constrói em cima de fotografias e da memória de Nara.</p>
<p>Nesse sentido, a personalidade visual e sonora (por sua voz como narradora onisciente) que Nara criou aqui estabelece um universo onírico que é, ao mesmo tempo, particular e reconhecível.</p>
<p>‘Particular’ porque a ‘Nara’ e a ‘Tayra’ que enxergamos em Guaxuma são únicas. E mesmo que construídas em formatos diversos (mas seguindo o mesmo princípio estético), e carregando sempre a areia como elemento presente em seu corpo, elas são únicas. Nas bonecas ‘Nara’ e ‘Tayra’ de areia com enchimento, por exemplo – que certamente têm o perfil mais marcante -, vemos seus rostos circulares com os olhinhos pretos redondos e sem a boca, sugerindo uma eterna curiosidade.</p>
<p>É um perfil definido, que saiu da cabeça da Nara-deus onisciente, dona dos traços e do mundo que nos chega pelo filme, a partir de uma ‘Nara’ e ‘Tayra’ de um outro mundo. Este real.</p>
<p>O filme nos é ‘reconhecível’ exatamente por isto. Em Guaxuma, a narradora se coloca em primeira pessoa e nesse jogo de personificação, fica tácito que a alegria e a melancolia que iremos acompanhar ali foi real. Nesse sentido, o curta-metragem é também um documentário. Inusitado, é verdade, pois não está interessado na verdade dos fatos (e também está!), mas quer saber, principalmente, da verdade da memória e do amor.</p>
<p>Essa é, enfim, a combinação matadora que Nara Normande soube equilibrar aqui com a sabedoria de mestres da animação. Do cinema. Pois, ainda que seu filme nos toque por todas as revoluções da técnica da animação &#8211; e ele nos toca -, é com a comoção pelo destino da Tayra real, ilustrado tão lindamente pelos pássaros de origami partindo pelo céu, que deixamos a sala de cinema.</p>
<p>Em tempo: Entre tantos prêmios recebidos por Guaxuma onde quer que seja exibido, um deles, não por acaso, foi o de melhor documentário em curta-metragem. Aconteceu em outubro último, no Festival Internacional de Cinema de Hamptons, em Long Island, Nova Iorque (EUA). Com a premiação, inclusive, o filme está habilitado a concorrer a uma vaga nessa categoria (documentário de curta) no Oscar de 2020.</p>
<p><strong>ASSISTA AO TRAILER</strong></p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/274537503?color=ffffff&amp;byline=0&amp;portrait=0" height="338" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="https://vimeo.com/274537503">GUAXUMA | Trailer | VOSTEN</a> from <a href="https://vimeo.com/lesvalseurs">Les Valseurs</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
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