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	<title>Portal Cultura PE &#187; festival de cinema</title>
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		<title>7º Curta na Serra divulga filmes selecionados e celebra edição histórica com recorde de inscrições</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 14:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Tarciso Augusto/Divulgação Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da 7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123342" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2026/03/Curta-na-Serra_Tarciso-Augusto_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><br />
Foto: Tarciso Augusto/Divulgação</p>
<p dir="ltr">Entre os dias 27 e 29 de março de 2026, o distrito de Serra Negra, em Bezerros (PE), será palco da <strong>7ª edição do Curta na Serra &#8211; Festival de Cinema ao Ar Livre</strong>. Consolidado como um dos principais festivais de cinema do Estado e uma referência no circuito de eventos ao ar livre no Brasil, o festival promoverá três dias de programação gratuita, reunindo exibições de filmes, homenagens, debates, oficinas e atividades formativas, conectando realizadores e público em um dos cenários mais emblemáticos do Agreste pernambucano.</p>
<p dir="ltr">Realizado pelo Eixo Audiovisual e Pernambuco Filmes, com incentivo do Funcultura, da Secretaria de Cultura de Pernambuco e do Governo de Pernambuco, o Curta na Serra se diferencia por sua capacidade de agregar produções que exploram diferentes gêneros, formatos e territórios, trazendo narrativas de todas as regiões do país. Nesta edição histórica, o festival bateu recorde de participação, com 1.194 filmes inscritos, número que reafirma sua relevância crescente no cenário audiovisual brasileiro e a confiança dos realizadores no projeto.</p>
<p dir="ltr">A seleção deste ano está organizada em quatro seções: Panorama Pernambuco, Panorama Nacional, Videoclipe e Sessão Especial. A curadoria do 7º Curta na Serra é assinada por Vitor Búrigo, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), editor do site CineVitor e apresentador do podcast Plano Geral, que buscou reunir obras que dialogam com a diversidade estética e temática do cinema brasileiro contemporâneo, valorizando tanto a produção regional quanto os múltiplos olhares que atravessam o país.</p>
<p dir="ltr">Com uma programação composta por curtas-metragens de ficção, documentário, animação e experimental, o festival convida o público a mergulhar em diferentes experiências cinematográficas. Em formato híbrido, além das sessões presenciais realizadas ao ar livre no Anfiteatro de Serra Negra, parte dos filmes também será exibida on-line, ampliando o alcance da programação e fortalecendo a difusão do audiovisual independente brasileiro.</p>
<p>“O recorde de inscrições reafirma a relevância que o Curta na Serra conquistou ao longo dos anos. Receber filmes de todas as regiões do país demonstra a confiança dos realizadores no projeto e fortalece nossa missão de interiorizar o acesso ao cinema, promovendo encontros entre diferentes realidades e ampliando o diálogo do público com a produção audiovisual brasileira”, destaca Marlom Meirelles, idealizador e diretor do festival.</p>
<p dir="ltr">No Panorama Nacional, filmes do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Norte, Paraíba, São Paulo, Goiás e Ceará compõem um mosaico de temáticas e linguagens. Já o Panorama Pernambuco evidencia a força da produção local com obras que dialogam com identidade, memória, território e experimentação estética. A mostra Videoclipes amplia o diálogo entre cinema e música, reunindo trabalhos de diferentes regiões do país. A Sessão Especial complementa a programação com títulos que aprofundam a diversidade temática e regional da edição.</p>
<p dir="ltr"><strong>MAIS SOBRE A PROGRAMAÇÃO</strong></p>
<p dir="ltr">A programação do festival também contará com Rodas de Diálogo, Debates e Oficinas, reafirmando o compromisso do Curta na Serra com a formação de novos realizadores e com o fortalecimento da cadeia produtiva do audiovisual, especialmente no interior do Brasil. As atividades promovem encontros entre cineastas, produtores, estudantes e o público, ampliando o impacto cultural do evento para além das telas.</p>
<p dir="ltr">Realizado a aproximadamente 960 metros de altitude, em meio à paisagem natural da Serra Negra, o Curta na Serra se consolidou como um dos festivais de cinema ao ar livre mais relevantes do país. Ao ocupar um território marcado pela força da cultura popular pernambucana, o evento transforma o distrito em ponto de encontro do audiovisual brasileiro, promovendo descentralização, democratização do acesso à cultura e circulação de obras contemporâneas em um contexto geográfico único. Mais do que um festival, o Curta na Serra é uma experiência coletiva que une cinema, arte e identidade em plena Serra Negra.</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira os filmes selecionado para o 7º Curta na Serra:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA NACIONAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">ABANDONAR UM CAVALO, Arthur Pereira Maciel (SP)</p>
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<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AKAÎUTĨ, de Kaline Cassiano, JP Mello e Sylara Silvério (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DEPOIS DE VOCÊ, de Gustavo Marques (GO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">FARPA, de Thaís Olivier e Raphael Phields (MG)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NO INÍCIO DO MUNDO, de Camilla Osório de Castro (CE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PEDRA-MAR, de Janaína Lacerda (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">RESSONÂNCIA, de Anna Zêpa (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SAMBA INFINITO, de Leonardo Martinelli (RJ)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>PANORAMA PERNAMBUCO | Mostra competitiva</strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A MENINA E O POTE, de Valentina Homem e Tati Bond</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AQUI É LONGE DE LÁ, de Samuel Marinho</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">BABALU É CARNE FORTE, de Xulia Doxágui</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DYNAMITE SOM: O FUTURO É LAMENTO NEGRO, de Lia Letícia e Pedro Severien</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">LANÇA-FOGUETE, de William Oliveira</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PÉ DE CHINELO, de Cátia Cardoso</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SERTÃO 2138, de Deuilton B Junior</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TRINCHEIRAS, de Lucas da Rocha e Maria Clara Almeida</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>VIDEOCLIPE | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">ALUMEIA: LUANA FLORES &amp; JULIANA LINHARES, de Luana Flores (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">CANA QUEIMADA DE DESEJOS: SÁVIO SABIÁ, de Ricardo Sékula e Sávio Sabiá (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">MERGULHO: NAYRI, de Juh Almeida (BA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">NAS COISAS TÃO MAIS LINDAS: CAIKE SOUZA, de Caio Arruda (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PARACETAMONO: SR. COIMBRA, de Tássia Araújo (PI)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PONTE AÉREA: PEDRO MANN, de Renan Salotto (RJ/SP)</p>
</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>SESSÃO ESPECIAL | Mostra competitiva </strong></p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">A NAVE QUE NUNCA POUSA, de Ellen Morais (PB)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">AMERICANA, de Agarb Braga (PA)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">DA ALDEIA À UNIVERSIDADE, de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo (TO)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">HISTÓRIAS DO ALTO, de Carlos Kamara (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O BICHO QUE EU TINHA MEDO, de Jhonatan Luiz (DF)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">O PINTOR, de Victor Castilhos (RS)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">PUPÁ, de Osani (RN)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">QUANDO EU FOR GRANDE?, de Mano Cappu (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SANTO GRAAL, de Giselle Gonçalves e João Oliveira (PE)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">SOB O CÉU DE ANALÂNDIA, de João Folharini (SP)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">TENTE SUA SORTE, de Guenia Lemos (PR)</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr" role="presentation">VERMELHO DE BOLINHAS, de Joedson Kelvin e Renata Fortes (CE)</p>
</li>
</ul>
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		<title>Cinema São Luiz recebe programação do 16º Janela Internacional de Cinema do Recife neste fim de semana</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; Entre os dias 1º e 2 de novembro, sábado e domingo, respectivamente, o Cinema São Luiz traz à programação os filmes que compõem a 16ª edição do Festival Janela Internacional de Cinema. Em mais um ano, a mostra exibirá lançamentos nacionais e internacionais, clássicos restaurados e sessões especiais de curtas-metragens de Jomard Muniz de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Cinema-São-Luiz-Secult-PE-Fundarpe1.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120207" alt="Cinema São Luiz Secult PE  Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Cinema-São-Luiz-Secult-PE-Fundarpe1-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Entre os dias 1º e 2 de novembro, sábado e domingo, respectivamente, o Cinema São Luiz traz à programação os filmes que compõem a 16ª edição do Festival Janela Internacional de Cinema. Em mais um ano, a mostra exibirá lançamentos nacionais e internacionais, clássicos restaurados e sessões especiais de curtas-metragens de Jomard Muniz de Britto. Os ingressos podem ser adquiridos na plataforma Sympla do Janela.</p>
<p>Este ano, a curadoria da mostra, que chega à sua 16ª rodagem, ficou a cargo de Pedro Azevedo Moreira, diretor de programação do festival; dos cineastas e escritores Felipe André Silva e Dodô Azevedo; da multiartista Biarritzzz e do montador e crítico Montez.</p>
<p>A primeira sessão do sábado (1º), às 14h, será o documentário “With Hasan in Gaza”, do realizador palestino Kamal Aljafari, que, por meio de registros de antigas imagens, capta vislumbres da vida cotidiana e fragmentos de uma realidade agora irreversivelmente transformada da Palestina. A partir das 16h30, o cineasta pernambucano Fábio Leal apresenta o seu novo curta-metragem, Faz-Tudo, que abrirá a sessão do longa “Nem Deus é Tão justo Quanto Seus Jeans”, de Sérgio Silva.</p>
<p>Além desses, às 18h30, haverá exibição do média-metragem “Os Arcos Dourados de Olinda”, que abre a sessão comemorativa de 60 anos do clássico “São Paulo S.A (1965)”, de Sérgio Person, que culminará em debate com a cineasta e filha do realizador, Marina Person, e o cineasta Kléber Mendonça Filho. Já às 21h10, as produções “Ajude os Menor”, de Janderson Felipe e Lucas Litrento, e “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente, debutam na tela do São Luiz.</p>
<p>No domingo (2), às 13h, em homenagem ao legado do mestre do cinema surrealista norte-americano David Lynch, o templo do cinema pernambucano traz coletânea de sete curtas-metragens experimentais anteriormente publicados no site DavidLynch.com — Out Yonder: The Neighbor Boy (11’), Darkened Room (12’), Industrial Soundscape (10’), Boat (8’), Lamp (30’), Bug Crawls (5’) e Intervalometer Experiments (19’) —, que exploram o universo surreal e sensorial do artista, entre imagens brutas, som experimental e fragmentos de realidade distorcida.</p>
<p>Outro homenageado do dia será o cineasta, poeta e ensaísta pernambucano Jomard Muniz de Britto, que ganha mostra especial de custas recém-restaurados, às 14h45. A Sua obra é marcada por humor, irreverência e crítica mordaz às estruturas de poder e à moral burguesa. Serão exibidos: Jogos Labiais Libidinais (1979), Inventário de um Feudalismo Cultural (1978, 12’), Alto Nível Baixo (1977, 6’), Discurso Classe Média (1977, 4’) e Palhaço Degolado (1976, 13’).</p>
<p>Além dos curtas de Lynch e Muniz de Britto, o festival também evidencia produções aclamadas em festivais internacionais como “Kontinental 25”, de Radu Jude”, que será exibido às 16h15, além dos nacionais “Papagaios”, de Douglas Soares, e “Dolores”, do pernambucano Marcelo Gomes e Maria Clara Escobar, com sessões às 18h20 e 20h30, respectivamente. As duas últimas projeções culminarão em debates.</p>
<p>Toda a programação do Janela Internacional de Cinema do Recife (@janeladecinema) pode ser conferida nas redes sociais da mostra e na perfil oficial do Cinema São Luiz (@cinemasãoluizpe).</p>
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]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>15º Festival de Cinema de Triunfo inicia nesta segunda-feira (9)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/15o-festival-de-cinema-de-triunfo-inicia-na-proxima-segunda-feira-9/</link>
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		<pubDate>Mon, 09 Dec 2024 19:40:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
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		<description><![CDATA[Está chegando a hora do Sertão do Pajeú mostrar, mais uma vez, que é terra de cinema, reforçando a vocação do nosso estado em fortalecer e celebrar o audiovisual local e nacional. Entre os dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Cinema de Triunfo realiza sua 15ª edição, com o centenário Theatro Cinema [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/THEATROCINEMAGUARANYFelipeSoutoMaiorFundarpeSecultPE.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-115033" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/THEATROCINEMAGUARANYFelipeSoutoMaiorFundarpeSecultPE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Está chegando a hora do Sertão do Pajeú mostrar, mais uma vez, que é terra de cinema, reforçando a vocação do nosso estado em fortalecer e celebrar o audiovisual local e nacional. Entre os dias 9 e 14 de dezembro, o Festival de Cinema de Triunfo realiza sua 15ª edição, com o centenário Theatro Cinema Guarany abrindo suas portas para mostras de curtas e longas, além de atividades formativas, debates e uma série de outras ações que farão a cidade respirar cinema durante uma semana. O festival é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), em parceria com a Prefeitura Municipal de Triunfo, do Sesc e da Associação Comercial de Triunfo.</p>
<p dir="ltr">A programação deste ano segue abraçando a pluralidade, descentralização e inventividade que já são as marcas do festival. Curtas, médias e longas oriundos de todos os cantos do estado, do Nordeste e do Brasil estão presentes, com a tela do Theatro Cinema Guarany recebendo narrativas e imagens que estimulam debates sobre a diversidade da cultura brasileira,  com uma curadoria que buscou equilibrar diferentes gêneros e formatos, como ficção, documentário, cinema experimental e videodança, além de uma programação especial para o público infanto-juvenil e a Mostra Judith Quinto, realizada pelo Sesc.</p>
<p dir="ltr">“O Festival de Cinema de Triunfo é um momento muito importante do calendário do audiovisual tanto do estado, como do Nordeste e do Brasil. Ele chega em sua 15ª edição consolidado como um espaço de encontros e trocas para a cadeia produtiva, mostrando que a força do cinema no nosso estado não se concentra apenas na capital, mas abrange toda sua extensão territorial”, afirma a Secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">A abertura oficial do festival será realizada às 18h, no Theatro Cinema Guarany, com a apresentação dos Caretas de Triunfo, além da Orquestra Filarmônica Isaias Lima e o Balé Popular de Triunfo. Em seguida, inicia-se a mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais, seguida do primeiro longa do festival, o paraibano Cervejas no Escuro, de Tiago A. Neves. Também compõe a mostra de longa os títulos Tijolo por Tijolo (Victória Álvares e  Quentin Delaroche, PE), Citrotoxic (Júlia Zakia, SP), Sekhdese (Graciela Guarani e Alice Gouveia) e Légua Tirana (Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka, PE)</p>
<p dir="ltr">“A nossa programação busca incentivar a participação do público nos debates, fortalecendo o diálogo entre realizadores e espectadores. Além de buscar criar um espaço de troca e reflexão crítica sobre os temas abordados nos filmes, com uma seleção de obras que exploram questões como ancestralidade, identidade de gênero, territorialidade, cultura popular e tradições regionais”, explica a Coordenadora de Audiovisual da Secult-PE, Maria Samara.</p>
<p dir="ltr"><strong>AMOSTRA PRAÇA PE</strong></p>
<p dir="ltr">Uma das novidades do 15º Festival de Cinema de Triunfo é a Amostra Praça PE, que vai proporcionar ao público a experiência de assistir curtas-metragens ao ar livre e curtir apresentações de atrações musicais pernambucanas, com o Som na Rural. A Amostra acontecerá de 12 a 14 de dezembro, a partir das 19h, na Praça do Avião.</p>
<p dir="ltr">Como atrações culturais, a banda Ambrosino, de Triunfo; o grupo Forró Só Triscando, também da cidade, que se apresentará no Dia Nacional do Forró (13/12); a cantora e compositora Jéssica Caitano, natural de Triunfo e umas das homenageadas do festival; o tradicional grupo Samba de Coco Raízes de Arcoverde.</p>
<p dir="ltr"><strong>OFICINAS </strong></p>
<p dir="ltr">As atividades formativas, um dos principais braços do Festival de Cinema de Triunfo, serão realizadas na Fábrica de Criação Popular do Sesc e na Escola Municipal Milton Pessoa, na zona rural de Triunfo. A primeira, Oficina de Crítica Cinema na Palma das Mãos, começa uma semana antes do festival, entre os dias 3 e 6 de dezembro, sendo ministrada por Ingá Patriota, de onde também sairão os votantes do júri popular, com inscrições abertas até o dia 25/11.</p>
<p dir="ltr">Já nos dias 11 e 12 de dezembro, começa a oficina Aquilombalab, voltada para a distribuição de curtas-metragens, ministrada por Anna Andrade. O momento é voltado às trabalhadoras do audiovisual e busca criar um espaço de fortalecimento da estrutura feminina e negra atuante no Nordeste.  A programação contará com dois encontros presenciais em que as profissionais irão compartilhar suas experiências e reflexões sobre as áreas de atuação no audiovisual.</p>
<p dir="ltr">Sucesso na edição passada, a oficina Outros Sertões e o Minuto retorna neste ano, ministrada por Mila Nascimento, Uilma Queiroz, Alexandehn, com monitoria de Crawd, agora sendo realizada na Escola Municipal Milton Pessoa, na zona rural de Triunfo, com um público formado por estudantes do ensino fundamental e da Educação para Jovens e Adultos (EJA). A iniciativa proporcionará aos sertanejos conhecimento teórico e prático para serem protagonistas da construção de sua identidade e de seu desenvolvimento cultural por meio do audiovisual. Ao fim da oficina, eles produzirão um vídeo de 1 minuto, desde a criação do roteiro, filmagem, captação e tratamento de áudio, até a edição final, passando por todas as etapas: pré-produção, filmagem e pós-produção.</p>
<p dir="ltr">Quem também retorna é o coletivo CineRuaPE, que traz duas atividades para esta edição do festival, ambas no dia 14 de dezembro. A primeira será uma mesa de debate sobre cinemas de rua do Sertão do Pajeú, discutindo as relações entre produção cinematográfica e oferta de salas de cinema, a distribuição, a formação de público, a produção e a sustentabilidade da produção cinematográfica. A segunda atividade será uma visita guiada ao Theatro Cinema Guarany, destacando sua história e características únicas que o torna referência cultural do nosso festival.</p>
<p dir="ltr"><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>SEGUNDA-FEIRA (09/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">17h  | Caretas de Triufo</p>
<p dir="ltr">17h |Orquestra Filarmônica</p>
<p dir="ltr">17h30  | Balé Popular de Triunfo</p>
<p dir="ltr">18h |Cerimônia de abertura</p>
<p dir="ltr">19h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Kruarã &#8211; Território Ancestral (Outro, 6 min, 2024, Triunfo-PE, Livre), de Zinid<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e Ensurdecidos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Kruarã – Território Ancestral, incita a reflexão sobre a perda do território do povo KARIRI e o apagamento histórico da religiosidade, da memória social e cultural do povo originário de Triunfo-PE.</p>
<p>Dinho (Ficção, 20 min, 2023, Recife-PE, 10 anos), de Leo Tabosa<br />
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e legendas para surdos e ensurdecidos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A vida de Dinho é marcada por abandonos. Agora, sua mãe biológica retorna prometendo ficar, enquanto seu melhor amigo está para partir.</p>
<p dir="ltr">SER TRAVA NO SERTÃO TRANSGRESSORA (Documentário, 45 min, 2021, Arcoverde-PE, Livre), de Luís Massilon da Silva Filho</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A vida e a arte de três artistas travestis no interior de Pernambuco, a relação com o território, a sensibilidade, poeticidade e transgressão que essas artistas transmitem, transfiguram, travalham com sua arte.</p>
<p dir="ltr">RHEUM (Experimental, 2 min, 2024, Salvador, BA, Livre), de Rayana França</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Permeada pela liricidade do sonho, RHEUM acompanha a experiência sinestésica de Remela. Com trilha sonora autoral e sendo produzido em animação com areia, o curta trabalha o suspense criado pelo subconsciente.</p>
<p dir="ltr">20h30 | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p>Cervejas no escuro (Experimental, 83 minutos, 2023, Princesa Isabel &#8211; PB, 12 anos), de Tiago A. Neves</p>
<p dir="ltr">Sinopse: O luto pela morte do marido é também a oportunidade para Edna refazer o filme que foi a sua vida e encontrar por trás dessa aventura amizades e situações cujos enlaces costuram o passado histórico local à sua própria vida.</p>
<p>Debate após sessão</p>
<p dir="ltr"><strong>TERÇA-FEIRA (10/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">17h – Grupo Cambindas, apresentando o espetáculo Cambindas de Triunfo</p>
<p dir="ltr">18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Navio (Ficção, 11 min, 2023, Natal-RN, Livre), de Alice Carvalho, Larinha R. Dantas e Vitória Real</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A catadora Dandara vaga invisível pela cidade. O encontro com Exu Mirim a leva para o fundo da memória.</p>
<p dir="ltr">Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade Viva na Pele Talhada (Documentário, 24 min, 2024, Poço Redondo &#8211; SE, Livre), de Bruno Marques.<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e Ensurdecidos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A arte de talhar o couro está na família de Mestre Orlando Félix há gerações. Foi a partir desse saber que o filme “Mestre Orlando do Couro: Ancestralidade Viva na Pele Talhada” foi pensado. Gravado na cidade de Poço Redondo, o documentário revela um pouco da história do couro no Sertão nordestino a partir da vida de Seu Orlando.</p>
<p dir="ltr">SOCORRO &amp; MAZÉ (Documentário, 18 min, 2024, Surubim &#8211; PE, Livre), de João Marcelo</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A história de duas artistas nascidas e criadas sob o sol escaldante em plena caatinga do Nordeste brasileiro, alimentava um sonho de um dia prosperarem através da música. No caminho, muitas dificuldades, enganadas, vão ao fundo do poço e ressurgem no ritmo da perseverança, do trabalho e na resistência em celebrar o autêntico forró.</p>
<p dir="ltr">Carniceiros (Terror, 24 min, 2023, Petrolina -PE, 12 anos), de Geisla Fernandes e  Wllyssys Wolfgang Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Abraão e seus filhos vagueiam sem rumo, evitando os contaminados. Judite e sua família se mantêm unidos por uma única causa: a sobrevivência. Em um mundo onde a desconfiança substituiu a generosidade, os riscos se intensificam a cada momento.</p>
<p dir="ltr">Miração (Experimental, 10 min, 2024, Ouricuri- PE, Livre), de Agamenon Porfírio<br />
Sinopse: &#8220;Miração&#8221; se refere ao estado visionário experimentado em momentos de alteração da consciência. Aqui, &#8220;mirar&#8221; não se limita apenas ao ato de olhar, mas à conjunção entre ação e contemplação. É esse estado de &#8220;miração&#8221; que norteia o protagonista, que sonha e</p>
<p dir="ltr">consegue enxergar muito além do imediatamente visível. O curta, através do olhar do personagem, reflete sobre questões como o tempo, o deslocamento de si e da sua terra, além do desejo e do ímpeto de retornar. Uma espécie de road movie onírico de volta para o sertão.</p>
<p>SUSTENTA A PISADA! (Videodança, 7 min, 2024, Arcoverde-PE, Livre), de Jéssika Betânia</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Hoje é impossível pensar o coco de Arcoverde sem o tamanco e os passos do trupé. Sua pisada ímpar e cativante é carregada de ancestralidade e ritmo. A grande maioria dos passos utilizados hoje pelos grupos da cidade foram criados por Valete Gomes, que faz parte da primeira geração de dançarinos após a inovação do tamanco de madeira trazida por Lula Calixto. Então, por que não deixar que os pés de Valete contem essa história?</p>
<p dir="ltr">20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p>TIJOLO POR TIJOLO (Documentário, 104 min, 2024, Recife-PE, Livre), de Victória Álvares e  Quentin Delaroche</p>
<p dir="ltr">Sinopse: No Ibura, periferia do Recife, Cris tem a impressão de que tudo está por um fio. Ela e o marido perderam os empregos no início da pandemia de Covid e também a casa em que moravam com 3 crianças pequenas, por risco de desabamento. Grávida do quarto filho e em busca de uma laqueadura, ela trabalha como micro-influenciadora digital, enquanto tenta reconstruir a casa e reestruturar a vida.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr"><strong>QUARTA-FEIRA (11/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">14h I Mostra especial: sessão questões de gênero</p>
<p dir="ltr">Questões de gênero (Documentário, 28 min, 2024, Serra Talhada &#8211; PE, Livre), de Marlom Meirelles</p>
<p dir="ltr">Sinopse: O primeiro episódio da série &#8220;Questão de Gênero&#8221; apresenta um grupo de drag queens que reside em Serra Talhada, principal município da mesorregião do Sertão pernambucano. Na terra lembrada pelo nascimento de Lampião, arquétipo do chamado ? cabra macho? Nordestino, as personagens usam e abusam da arte para questionar e desconstruir os modelos tradicionais de masculinidade da região e a partir dos seus corpos, implantar e promover o germe da mudança social no espaço onde vivem, trabalham e resistem.</p>
<p dir="ltr">14h30 |Debate após sessão</p>
<p dir="ltr">18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Solange Não Veio Hoje (Ficção, 20 min, 2024, Salvador &#8211; BA, Livre), de Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Alan é um homem de classe média que está acostumado a ser sempre servido. Um dia, de repente, Solange, que trabalha como funcionária em sua casa, desaparece misteriosamente. Ele então começa a mergulhar no caos que vai tomando proporções catastróficas.</p>
<p>Samuel foi trabalhar (Ficção, 17 min, 2024, Maceió-AL, 10 anos), de Janderson Felipe e Lucas Litrento</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na véspera de deixar a informalidade e ser contratado, Samuel é assombrado pelo seu instrumento de trabalho: a fantasia de engenheiro.</p>
<p dir="ltr">Flor do Coco (Documentário, 15 minutos, 2024, Toritama &#8211; PE, Livre), de Vinícius Tavares</p>
<p dir="ltr">Sinopse: “Flor do Coco” é um mergulho na poesia de Maria Ozana, uma mulher à frente de seu tempo. Residente de Toritama-PE, Ozana desafia estereótipos enquanto navega entre suas múltiplas identidades: escritora, poeta e vendedora de cocadas.</p>
<p dir="ltr">Mulher Maracatu (Documentário, 23 min, Nazaré da Mata- PE, 2023, Livre), de Carlota Pereira e Dani Cano</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Mulher Maracatu traz a coragem de Dona Maria José Marques, a conhecida Cabocla Zezinha, que foi a primeira mulher a vestir a indumentária de caboclo de lança do maracatu rural, onde só os homens eram os brincantes. Mulheres de dentro do universo dessa cultura popular, que por muito tempo foram excluídas por crendices anacrônicas, falam como Dona Zezinha abriu o caminho para dar espaço a outras vozes dentro da brincadeira. A relação das mulheres com o maracatu em Nazaré da Mata e região se relaciona com aquilo que se manifesta na alegria: fazer a cultura ser para todas as pessoas.</p>
<p dir="ltr">Moagem (Documentário, 16 min, 2024, Tabira &#8211; PE, Livre), de Odília Nunes<br />
Acessibilidade: legendagem descritiva.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Moagem capta a dura e doce empreitada de homens que plantam e colhem a cana de açúcar para a produção de rapadura no Sertão do Pajeú pernambucano. A cada ano a tradição dos engenhos diminui e fazer a moagem torna-se resistência e encontro.</p>
<p dir="ltr">O Bombeiro (Documentário, 3 minutos, 2022, Recife &#8211; PE, Livre), de Mozart Albuquerque</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Um viveiro de agaves silvestres em documentário animado.</p>
<p dir="ltr">20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p dir="ltr">CITROTOXIC (Ficção, 84 min, 2023, Amparo- SP, Livre), de Julia Zakia<br />
Acessibilidade: audiodescrição, libras e cc.</p>
<p>Sinopse: Bianca e sua filha Serena, de 7 anos, vivem em meio aos excessos e toxicidades da vida urbana. Depois de uma advertência médica, elas se retiram rumo ao interior para um fim de semana perto da natureza. Lá encontram Zé, um trabalhador rural, que aplica veneno na fazenda vizinha. Inquietações surgem a partir da angústia da mãe sobre o perigo do veneno, e da espontânea conexão entre a menina e Zé.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr"><strong>QUINTA-FEIRA (12/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">14h | Ritual sagrado com as crianças Angico Pankararu</p>
<p dir="ltr">14h30 |Sessão Cine Sesc apresenta Mostra competitiva de curta e média-metragem infanto-juvenil</p>
<p dir="ltr">Era uma noite de São João (Musical, 11 min, 2022, João Pessoa &#8211; PB, Livre), de Bruna Velden<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Dona Dorinha, uma viúva idosa cumprindo quarentena no interior do Sertão, relembra da janela de seu sobradinho a sua história de vida através das festas juninas da cidade ao longo dos anos.</p>
<p dir="ltr">CÓSMICA (Documentário, 7 min, 2022, João Pessoa &#8211; PB, Livre), de Ana Bárbara Ramos</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Num mundo onde a crise climática atinge proporções críticas, Iara decide falar com a Terra. Com uma visão pura e coração determinado, ela escreve uma carta para expressar seu amor pelo planeta e principalmente convocar outras crianças numa missão que ela considera de extremo valor: salvar o planeta das besteiras dos adultos.</p>
<p dir="ltr">Como Chorar Sem Derreter (Ficção, 15 min, 2024, Rio de Janeiro &#8211; RJ, Livre), de Giulia Butler</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Depois de ter segurado o choro por tempo demais, os olhos de Elizabeth estão secos. Em casa, ela conta o que está acontecendo para a estranha menina que vive com ela. A criança então inventa uma máquina para salvá-la.</p>
<p dir="ltr">Super-Herois (Aventura, 11 min, 2022, Brasília &#8211; DF, Livre), de Rafael de Andrade<br />
Acessibilidade: Audiodescrição</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Os super-herois famosos se ocupam dos problemas dos adultos, mas as crianças também têm seus super-herois, sempre prontos para ajudar a resolver seus dilemas. Herois anônimos podem estar mais perto do que imaginamos e, neste divertido filme, eles serão relevados.</p>
<p dir="ltr">YADEDWA SEETÔ (Ficção, 13 min, 2024, Petrolândia &#8211; PE, Livre), do Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indígena Angico Pankararu.<br />
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e legenda descritiva.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Yadedwa Seetô (Menino Pássaro) é um filme criado e estrelado por crianças da comunidade Angico Pankararu, Sertão de Pernambuco. A história gira em torno de Seetô, um menino que embarca em uma jornada mágica pelos cenários da caatinga, vivenciando experiências incríveis. Após ser picado por uma cobra, ele recebe auxílio dos seres místicos da mata e do rio, como a Comadre Fulozinha, os pássaros e outros seres da natureza. Ao buscar sua própria libertação, Seetô também acaba libertando diversos seres que o acompanham em sua aventura pela caatinga. Um filme emocionante que nos faz refletir sobre a conexão entre todos os seres vivos e a importância da liberdade.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr">18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Emerenciana (Documentário, 12 min, 2023, Curitiba &#8211; PR, Livre), de Larissa Nepomuceno<br />
Acessibilidade: Audiodescrição e legenda para surdos e ensurdecidos.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Ela teve nome, sobrenome e uma história, mas por ser negra e pobre teve sua identidade apagada. Emerenciana Cardoso Neves.</p>
<p dir="ltr">Mansos (Ficção, 20 min, 2024, Cuiabá &#8211; MT, 14 anos), de Juliana Segóvia</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Benedita é uma jovem que cresceu com uma marca em seu passado: o assassinato de sua mãe, Tereza. Benedita, agora liderança, fará valer a luta de sua mãe em uma busca incessante por vingança.</p>
<p dir="ltr">Uma Irmã Mais Velha (Documentário, 25 min, 2024, Recife &#8211; PE, Livre), de Drica Mendes<br />
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: A história da população negra brasileira pode ser revisitada por muitos ângulos, sendo um deles o de uma mulher negra. Inaldete Pinheiro de Andrade esteve presente na formação do movimento negro em Pernambuco e tem sua trajetória entrelaçada com a história de luta e reexistência da população afro-pernambucana. A circularidade do tempo se revela por meio de suas memórias, um pertencimento “a uma África do lado de lá e uma África do lado de cá”, como também expressa afetos ancestrais grafados em cascas cinza-arroxeadas e avermelhadas do tronco de antigas memórias do seu velho irmão, o Baobá. Inaldete Pinheiro de Andrade apresenta, neste documentário, uma perspectiva sobre o movimento negro pernambucano, mas desvela sobretudo a memória sócio-histórica negra de “Uma Irmã Mais Velha”.</p>
<p dir="ltr">De Pés &#8211; Dom Santana (Musical, 8 min, 2024, Cabo de Santo Agostinho &#8211; PE, Livre), de Cora Fagundes<br />
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Na pequena vila Pernambucana, Dom Santana convicto do poder que lhe foi dado por seus ancestrais, se conecta com a magia das divindades que lhe cercam em busca de coragem para viver um grande amor que lhe atravessa.</p>
<p dir="ltr">CAROL (Ficção, 13 min, 2021, Afogados da Ingazeira &#8211; PE, Livre), de Bruna Tavares</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Carol é uma mãe solo na periferia de Recife.</p>
<p dir="ltr">Lilith (Documentário, 15 min, 2022, Afogados da Ingazeira &#8211; PE, 12 anos), de Nayane Nayse<br />
Acessibilidade: Legenda para surdos e ensurdecidos, Libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Através de relatos, Lilith destaca desigualdades de poder, usando alegorias para expor o estigma da mãe sobrecarregada em um contexto patriarcal interiorano.</p>
<p dir="ltr">BÚFALA (Experimental, 9 min, 2021, Goiânia &#8211; GO, Livre), de Tothi Santos<br />
Acessibilidade: Audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Descarrego é um documentário no qual a realizadora utiliza-se da performance como um processo catártico para lidar com as memórias de um abuso sofrido por ela em 2013. Nesse auto-retrato escrito em forma de carta, ela rememora os fatos dolorosos do passado como forma de enfrentamento dessa póstuma violência na finalidade de destruir o último objeto que ainda a prende a esse trauma: um guarda-roupas.</p>
<p>20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p dir="ltr">Sekhdese (Documentário, 78 min, 2023, Recife -PE, Livre), de Graciela Guarani e Alice Gouveia</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Sekhdese significa sabedoria, em Yathê, língua do povo Fulni-ô, do Nordeste do Brasil. Sabedoria das mulheres indígenas, expondo a luta pela terra, cultura, meio ambiente e o etnocídio do qual são vítimas, pelas investidas das igrejas neopentecostais.</p>
<p dir="ltr">Debate após sessão</p>
<p dir="ltr">Amostra Praça PE (PRAÇA DO AVIÃO)</p>
<p dir="ltr">Som na Rural</p>
<p dir="ltr">19h – Exibição Curta-Metragem</p>
<p dir="ltr">21h – Ambrosino</p>
<p dir="ltr"><strong>SEXTA-FEIRA (13/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">18h | Mostra competitiva de curtas, médias-metragens e filmes experimentais</p>
<p dir="ltr">Cinemas de rua de Guaxupé (Documentário, 20 min, 2024, Guaxupé &#8211; MG, Livre), de Eudaldo Monção Jr.<br />
Acessibilidade: Libras</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Os resquícios dos cinemas que já existiram em Guaxupé, como o Cine Theatro São Carlos, evidenciam ao espectador através desta narrativa, histórias da vida de seu público frequentador. O filme abordará também o processo de construção de um cinema de rua na cidade, que contemplará três salas de exibição. Sendo este, um feito inédito no Brasil, atualmente.</p>
<p dir="ltr">A Edição do Nordeste (Documentário, 20 min, 2023, Natal &#8211; RN, 12 anos), de Pedro Fiuza</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Para se inventar uma região é preciso criar sua cultura, de preferência com ajuda do cinema. Inspirado no livro e peça &#8220;A Invenção do Nordeste&#8221;, esta é uma reedição de filmes brasileiros essenciais para a fundação do imaginário nordestino.</p>
<p dir="ltr">O Som da Pele (Documentário, 22 min, 2023, Recife &#8211; PE, Livre), de Marcos Santos Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: “A música não foi feita apenas para ser ouvida, isso é apenas uma parte, mas para ser sentida, isso é o todo”. Foi partindo dessa premissa que o músico e educador Irton Mário da Silva, mais conhecido como mestre Batman, assumiu a missão de levar a música aos não ouvintes e, através do método por ele desenvolvido intitulado musilibras, ensinou garotos e garotas com surdez total ou parcial, oriundos de vários bairros da cidade do Recife e Região Metropolitana, a fazer música&#8230; Esses garotos são hoje os Batuqueiros do Silêncio.</p>
<p dir="ltr">SUA MAJESTADE, O PASSINHO (Documentário, 22 min, 2022, Recife &#8211; PE, 10 anos), de Carol Correia, Mannu Costa<br />
Acessibilidade: Legendagem para surdos e ensurdecidos, libras e audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Entre os morros e as vielas das periferias do Recife ecoam gritos de crianças, música gospel, pontos de orixás e batidas de brega funk. E é no ritmo do &#8220;passinho dos malokas&#8221; que jovens periféricos estão transformando a cena artística da cidade e fazendo-se conhecidos nas redes e no mundo.  Uma música, uma dança. Uma cultura atravessada por questões sociais, econômicas e de gênero.</p>
<p dir="ltr">É Cantando que Eu Me Liberto (Documentário, 29 min, 2024, Triunfo &#8211; PE, Livre), de Tatá Farias</p>
<p dir="ltr">Sinopse: É cantando que eu me liberto&#8221; é o primeiro documentário sobre a história da artista popular de Triunfo Jéssica Caitano, com quase 20 anos de carreira, a obra busca registrar algumas das dimensões que a artista atravessa, é a Jéssica filha, irmã, sobrinha, aluna, mestra, referência pajeuzeira, abordando trajetória, território e oralidade e seu discurso poético que reescreve e atualiza o imaginário do sertão na música popular brasileira.</p>
<p>BucóliCALL (Experimental, 6 min, 2024, Peçanha &#8211; MG, Livre), de Fábio Narciso</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Ligações com o tempo, fixadas no espaço, vindas do interior.</p>
<p>Damião (Musical, 5 min, 2021, São Lourenço da Mata &#8211; PE, 16 ano), de Hórus<br />
Acessibilidade: Legenda e Audiodescrição.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: Esta obra é uma homenagem ao Damião, escravizado acusado de assassinar o Português Moreira, feitor do Engenho Cangaçá, no dia 19 de outubro de 1880 em São Lourenço da Mata.</p>
<p dir="ltr">20h | Mostra competitiva de longa-metragem Nacional</p>
<p dir="ltr">LÉGUA TIRANA (Ficção, 112 min, 2024, Exu &#8211; PE, Livre), de Diogo Fontes Ek&#8217;derô e Marcos Carvalho Xôlaka<br />
Acessibilidade: Libras, Audiodescrição e Legenda Descritiva.</p>
<p dir="ltr">Sinopse: LÉGUA TIRANA é um mergulho no universo de paisagens, ritmos e sonoridades de onde LUIZ GONZAGA surgiu para revolucionar a Música brasileira. Seguindo o fluxo de consciência do Artista em seu momento final, LÉGUA TIRANA acompanha o menino Luiz Gonzaga em seu aprendizado de vida. Nesta jornada em busca do seu dom e do seu destino, ele aprende a ouvir o mundo escutando rezadeiras, comboieiros, retirantes e finalmente com Januário – o seu pai e com a própria Natureza. De cada um desses mestres, recolhe o essencial para construir a matriz sonora da sua revolução musical.</p>
<p dir="ltr">Amostra Praça PE (PRAÇA DO AVIÃO)</p>
<p dir="ltr">Som na Rural</p>
<p dir="ltr">19h – Exibição Curta-Metragem</p>
<p dir="ltr">21h – Forró Só Triscando</p>
<p dir="ltr"><strong>SÁBADO (14/12/2024)</strong></p>
<p dir="ltr">10h às 11h | Visita guiada ao Theatro Cinema Guarany, com o Coletivo CineRuaPE<br />
14h às 16h | Cinemas de Rua do Pajeú: retomada, funcionamento e perspectivas em debate<br />
18h | Mostra Judith Quinto<br />
19h | Sessão Outros Sertões e o Minuto</p>
<p dir="ltr">20h | Cerimônia de Premiação do 15º Festival de Cinema de Triunfo</p>
<p dir="ltr">Amostra Praça PE (PRAÇA DO AVIÃO)</p>
<p dir="ltr">Som na Rural</p>
<p dir="ltr">19h – Exibição Curta-Metragem</p>
<p dir="ltr">21h – Jéssica Caitano</p>
<p dir="ltr">22h10 - Samba de Coco Raízes de Arcoverde</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cine Marim movimenta o final de semana em Olinda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cine-marim-movimenta-o-final-de-semana-em-olinda/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jun 2023 16:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
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		<description><![CDATA[Entre os dias 4 e 11 de junho, a cidade de Olinda sedia a programação do Cine Marim &#8211; Festival de Cinema de Olinda. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, surge como uma janela para a difusão de filmes pernambucanos com atividades que acontecerão no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cartaz_1080p-CINE-MARIM.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-101959" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/06/Cartaz_1080p-CINE-MARIM-607x341.png" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Entre os dias 4 e 11 de junho, a cidade de Olinda sedia a programação do Cine Marim &#8211; Festival de Cinema de Olinda. O evento, que conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, surge como uma janela para a difusão de filmes pernambucanos com atividades que acontecerão no Sítio Histórico (Teatro Fernando Santa Cruz, no Mercado Eufrásio Barbosa) e no quilombo urbano do Portão do Gelo (Centro Cultura Grupo Bongar &#8211; Nação Xambá).</p>
<p>Idealizado pelo cineasta Adalberto Oliveira, o Cine Marim contará com quatro mostras, competitivas e não competitivas. A Mostra O Tempo de Agora, com curadoria de Lia Letícia, reúne produções que giram em torno da tradição e insurreições das culturas afrobrasileiras sob várias perspectivas. A Mostra Acessível, com curadoria de Amanda Ramos, será composta por filmes que possuem legenda para pessoas surdas e ensurdecidas, interpretação de libras e audiodescrição para as Pessoas com Deficiência; a Mostra Olinda, com curadoria de Adalberto Oliveira e Caio Sales, terá como temática principal a própria cidade; e a Mostra Farol, também com curadoria de Amanda Ramos, exibirá filmes do estado de Pernambuco onde, através de do júri formado por Cynthia Falcão, Daniel Bandeira e Mia Aragão, premiará os destaques técnicos e artísticos das produções selecionadas.</p>
<p>O Cine Marim também vai contar com as masterclasses de Liliana Tavares sobre audiovisual e acessibilidade, de Marcelo Ikeda sobre cinema independente e de Juliana Lima, que abordará a temática das narrativas negras no cinema documental. As atividades não necessitam de inscrição prévia e serão transmitidas ao vivo pelo canal do Youtube do festival.</p>
<p>Já as oficinas acontecem após a etapa de exibições, a partir do dia 14 de junho. No formato online, para o público acima dos 15 anos de idade, será oferecida a oficina &#8220;Documentando&#8221;, ministrada por Marlom Meirelles e, no presencial, a &#8220;Oficina rápida de cinema ligeiro&#8221;, voltada para adolescentes de 13 a 15 anos, que acontecerá no Centro Cultural Grupo Bongar &#8211; Nação Xambá, conduzida por Eva Jofilsan. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas através do link disponível do perfil do festival no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cine_marim/" target="_blank"><strong>@cine_marim</strong></a>.</p>
<p>Como parte da programação paralela, o Cine Marim promove, nesta sexta-feira (2), o evento &#8220;Cinema ao ar livre&#8221;, uma ação cultural em defesa dos cinemas de rua de Pernambuco, que busca unir forças aos movimentos da sociedade civil e poder público para reabertura do Cine Olinda, equipamento histórico que segue fechado há mais de 40 anos.</p>
<p>Todas as atividades do festival são gratuitas e os ingressos para as mostras presenciais serão distribuídos 1h antes de cada sessão.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cinema São Luiz e Teatro do Parque abrigam programação do Cine PE</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/teatro-do-parque-e-cinema-sao-luiz-abrigam-programacao-do-cine-pe/</link>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2022 14:55:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Teve início, nesta última sexta-feira (9), a 26ª edição do CINE PE – Festival do Audiovisual. Considerado como uma das maiores vitrines da produção audiovisual brasileira, o evento terá programação mista até o próximo dia 14 de dezembro (quarta-feira), no Teatro do Parque e no Cinema São Luiz. A programação completa está disponível no site: [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/cine-pe-festival.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97766" alt="Felipe Souto Maior/Cine PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/cine-pe-festival-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Teve início, nesta última sexta-feira (9), a 26ª edição do CINE PE – Festival do Audiovisual. Considerado como uma das maiores vitrines da produção audiovisual brasileira, o evento terá programação mista até o próximo dia 14 de dezembro (quarta-feira), no Teatro do Parque e no Cinema São Luiz. A programação completa está disponível no site: <a href="https://festivalcinepe.com.br/programacao/" target="_blank"><strong>festivalcinepe.com.br/programacao</strong></a>.</p>
<p>Para Sandra Bertini, diretora do festival, é uma alegria poder usar duas das principais salas de projeção da capital pernambucana para realizar o evento.<em> “Essa é a primeira vez que realizaremos o festival em dois locais. É uma novidade que precisou acontecer por causa de uma reforma que está acontecendo no São Luiz, mas que calhou maravilhosamente bem. Os convidados e representantes dos filmes que estão vindo de outros estados estão muito empolgados com a oportunidade de conhecer dois monumentos tão importantes da história da nossa cidade e poder exibir seus filmes neles. Acabou sendo um turismo cinematográfico, digamos assim”</em>, comentou Sandra.</p>
<p><strong>INGRESSOS GRATUITOS -</strong> Por mais um ano, a entrada para todas as sessões será gratuita. Em comum acordo com a Prefeitura do Recife, gestora do Teatro do Parque, e com o Governo do Estado, gestor do Cinema São Luiz, Sandra Bertini optou mais uma vez pela gratuidade, por exprimir “uma sintonia com o momento de adversidade vivenciado por todos”.</p>
<p>Durante o festival, a bilheteria do cinema estará aberta diariamente para retirada dos ingressos. A distribuição das entradas estará sujeita à lotação da sala. Nos dias em que o Cinema São Luiz receber o festival, a lotação da casa estará reduzida a 343 assentos. Por este motivo, a produção salienta a importância de chegar cedo para garantir o acesso a cada noite de exibição.</p>
<p><strong>CUIDADOS -</strong> O uso de máscara não será obrigatório, mas a produção chama a atenção para o crescente número de casos de Covid-19 no Estado e pontua a importância de se proteger contra a doença.</p>
<p><strong>ACESSIBILIDADE -</strong> Assim como nos anos anteriores, o Cine PE contará com legendagem eletrônica para atender ao público com deficiência auditiva.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO POR CINEMA -</strong> A 26ª edição do CINE PE começa no Teatro do Parque, no dia 9. Nos dias 10 e 11, o evento aporta no Cinema São Luiz. De 12 a 14, as sessões voltam a ser realizadas no Teatro do Parque.</p>
<p><strong>SEMINÁRIOS GRATUITOS -</strong> Com o intuito de promover e valorizar a cultura e o cinema, o CINE PE promove dois seminários gratuitos neste ano. O primeiro, com o tema “Cenários Econômicos, Políticos e Sociais para 2023: O que Será do Brasil?” acontece no sábado, dia 10, com a presença do economista e professor Edmar Bacha, do ex-ministro Cristóvam Buarque e do ex-governador do Rio Grande do Sul Germano Rigotto. No dia 11, domingo, será realizado um debate sobre “Políticas públicas para a cultura e o audiovisual”. Os seminários acontecem no Hotel Beach Class Convention, em Boa Viagem, das 15h às 18h, e a entrada é aberta ao público.</p>
<p>AGENDA DO CINE PE 2022<br />
19 DE OUTUBRO (quarta-feira)<br />
MOSTRA INFANTIL DE CINEMA DO CINE PE 2022<br />
Hora: 14h00<br />
Local: Teatro do Parque<br />
Acesso: Gratuito para alunos da rede pública de ensino municipal do Recife</p>
<p>“Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo” (BR), Aventura, Direção: Mauro Lima, 102’<br />
21 DE OUTUBRO (sexta-feira)<br />
MOSTRA INFANTIL DE CINEMA DO CINE PE 2022<br />
Hora: 14h00<br />
Local: Teatro do Parque<br />
Acesso: Gratuito para alunos da rede pública de ensino municipal do Recife</p>
<p>“10 Horas para o Natal” (BR), Comédia, Direção: Cris d’Amato, 92’<br />
9 DE DEZEMBRO (sexta-feira)<br />
ABERTURA OFICIAL DO CINE PE 2022<br />
Hora: 19h30<br />
Local: Teatro do Parque<br />
Acesso: Gratuito (retirar a pulseira na bilheteria duas horas antes do início da sessão)</p>
<p>MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2022<br />
Hora: 19h30<br />
Local: Teatro do Parque<br />
Acesso: Gratuito (retirar a pulseira na bilheteria duas horas antes do início da sessão)<br />
Mostra Hors-Concurs<br />
“A Vida Secreta de Delly” (PE), Documentário, Direção: Marlom Meirelles, 18’<br />
Homenagem Artística<br />
Sérgio Rezende<br />
Mostra Hors-Concurs<br />
“Leila Para Sempre Diniz” (RJ), Documentário, Direção: Sérgio Rezende e Mariza Leão, 9’<br />
Mostra Competitiva de Longas-Metragens<br />
“Vermelho Monet” (SP), Ficção, Direção: Halder Gomes, 135’<br />
10 DE DEZEMBRO (sábado)<br />
ENTREVISTAS COLETIVAS COM O HOMENAGEADO E OS REALIZADORES DOS FILMES EXIBIDOS NO DIA 9 DE DEZEMBRO<br />
Hora: 9h<br />
Local: Hotel Beach Class Convention &#8211; Boa Viagem / Salão Bezerros<br />
Coordenação: Edu Fernandes (curador do Cine PE – SP)<br />
Acesso: Gratuito</p>
<p>MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2022<br />
Hora: 19h30<br />
Local: Cinema São Luiz<br />
Acesso: Gratuito (retirar a pulseira na bilheteria duas horas antes do início da sessão)<br />
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos<br />
“Contos de Amor e Crime” (PE), Ficção, Direção: Natali Assunção, 16’<br />
“Mormaço” (PE), Documentário, Direção: Carol Lima, 10’<br />
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais<br />
“Andrômeda” (DF), Ficção, Direção: Lucas Gesser, 14’<br />
“Alexandrina &#8211; Um Relâmpago” (AM), Documentário, Direção: Keila Sankofa, 11’<br />
“O Destino da Senhora Adelaide” (MG), Animação, Direção: Breno Alvarenga e Luiza Garcia, 5’<br />
“Maria” (RS), Documentário, Direção: Guilherme Carravetta de Carli, 8’<br />
Mostra Competitiva de Longas-Metragens<br />
“Aldeia Natal” (PR), Documentário, Direção: Guto Pasko, 98’</p>
<p>SEMINÁRIOS – CINE PE 2022<br />
Tema: “Cenários Econômicos, Políticos e Sociais para 2023: O que Será do Brasil?”</p>
<p>Hora: das 15h às 18h<br />
Local: Sala de eventos do Hotel Beach Class Convention – Boa Viagem<br />
Coordenação: Alfredo Bertini<br />
Acesso: Gratuito<br />
11 DE DEZEMBRO (domingo)<br />
ENTREVISTAS COLETIVAS COM OS REALIZADORES DOS FILMES EXIBIDOS NO DIA 10 DE DEZEMBRO<br />
Hora: 9h<br />
Local: Hotel Beach Class Convention &#8211; Boa Viagem / Salão Bezerros<br />
Coordenação: Edu Fernandes (curador do Cine PE – SP)<br />
Acesso: Gratuito</p>
<p>MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2022<br />
Hora: 19h30<br />
Local: Cinema São Luiz<br />
Acesso: Gratuito (retirar a pulseira na bilheteria duas horas antes do início da sessão)<br />
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos<br />
“Da Boca da Noite à Barra do Dia” (PE), Documentário, Direção: Tiago Delácio, 18’<br />
“Último Dia” (PE), Ficção, Direção: Armando Lôbo, 12’<br />
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais<br />
“Fantasma Neon” (RJ), Ficção, Direção: Leonardo Martinelli, 20’<br />
“Geruzinho” (RJ), Documentário, Direção: Juliana Teixeira, Luli Morante e Rafael Amorim, 14’<br />
“Desejo e Necessidade” (PB), Ficção, Direção: Milso Roberto, 10’<br />
“O Crime da Penha” (SP), Animação, Direção: Daniel Souza Ferreira e Dudu Marella, 6’<br />
Mostra Competitiva de Longas-Metragens Nacionais<br />
“Gerais da Pedra” (MG), Documentário, Direção: Paulo Junior, Gabriel Oliveira e Diego Zanotti, 90’</p>
<p>SEMINÁRIOS – CINE PE 2022<br />
Tema: “Políticas Públicas para a Cultura e o Audiovisual”</p>
<p>Hora: das 15h às 18h<br />
Local: Sala de eventos do hotel Beach Class Convention – Boa Viagem<br />
Acesso: Gratuito<br />
12 DE DEZEMBRO (segunda-feira)<br />
ENTREVISTAS COLETIVAS COM OS REALIZADORES DOS FILMES EXIBIDOS NO DIA 11 DE DEZEMBRO<br />
Hora: 9h<br />
Local: Hotel Beach Class Convention – Boa Viagem / Salão Bezerros<br />
Coordenação: Edu Fernandes (curador do Cine PE – SP)<br />
Acesso: Gratuito</p>
<p>MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2022<br />
Hora: 19h30<br />
Local: Teatro do Parque<br />
Acesso: Gratuito (retirar a pulseira na bilheteria duas horas antes do início da sessão)<br />
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Pernambucanos<br />
“Solum” (PE), Ficção, Direção: Vitória Vasconcellos, 15’<br />
“A raiz de um” (PE), Animação, Direção: Pedro Henrique Lima, 6’<br />
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais<br />
“Benzedeira” (PA), Documentário, Direção: San Marcelo e Pedro Olaia, 15’<br />
“Fragmentos de Gondwana” (PE), Documentário, Direção: Adalberto Oliveira, 17’<br />
“Os pilotos do plano” (SP), Ficção, Direção: Bruna Lessa, 21’<br />
Mostra Competitiva de Longas-Metragens Nacionais<br />
“Casa Izabel” (PR), Ficção, Direção: Gil Baroni, 84’<br />
13 DE DEZEMBRO (terça-feira)<br />
ENTREVISTAS COLETIVAS COM OS REALIZADORES DOS FILMES EXIBIDOS NO DIA 12 DE DEZEMBRO<br />
Hora: 9h<br />
Local: Hotel Beach Class Convention – Boa Viagem / Salão Bezerros<br />
Coordenação: Edu Fernandes (curador do Cine PE – SP)<br />
Acesso: Gratuito</p>
<p>MOSTRAS DE FILMES DO CINE PE 2022<br />
Hora: 19h30<br />
Local: Teatro do Parque<br />
Acesso: Gratuito (retirar a pulseira na bilheteria duas horas antes do início da sessão)<br />
Homenagem Artística<br />
Bárbara Paz<br />
Mostra Hors-Concurs<br />
“Ato” (MG), Ficção, Direção: Bárbara Paz, 20’<br />
Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Nacionais<br />
“Ensaio Sobre o Grito” (RS), Animação, Direção: Rafael Valles, 7’<br />
Mostra Competitiva de Longas-Metragens Nacionais<br />
“Um Outro Francisco” (CE), Documentário, Direção: Margarita Hernández, 74’<br />
“Rama Pankararu” (RJ), Ficção, Direção: Pedro Sodré, 98’<br />
14 DE DEZEMBRO (quarta-feira)<br />
ENTREVISTAS COLETIVAS COM O HOMENAGEADO E OS REALIZADORES DOS FILMES EXIBIDOS NO DIA 13 DE DEZEMBRO<br />
Hora: 9h<br />
Local: Hotel Beach Class Convention – Boa Viagem / Salão Bezerros<br />
Coordenação: Edu Fernandes (curador do Cine PE – SP)<br />
Acesso: Gratuito</p>
<p>SOLENIDADE DE ENCERRAMENTO<br />
Hora: 19h30<br />
Local: Teatro do Parque<br />
Acesso: Gratuito (retirar a pulseira na bilheteria duas horas antes do início da premiação)<br />
Premiação<br />
Entrega de Troféu Calunga de Prata aos vencedores do Cine PE 2022<br />
Entrega dos prêmios das empresas parceiras do Cine PE 2022</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sessões de cinema ao ar livre serão exibidas em Serra Negra</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sessoes-de-cinema-ao-ar-livre-serao-exibidas-em-serra-negra/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/sessoes-de-cinema-ao-ar-livre-serao-exibidas-em-serra-negra/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 15:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[festival de cinema]]></category>
		<category><![CDATA[IV Curta na Serra – Festival de Cinema ao Ar Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[Serra Negra]]></category>

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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o IV Curta na Serra – Festival de Cinema ao Ar Livre promoverá três dias de programação gratuita e aberta ao público nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, no Anfiteatro de Serra Negra, em Bezerros (PE). Contemplando produções audiovisuais de todo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Curta-na-Serra-Juarez-Ventura-4.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-97574" alt="Juarez Ventura " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/Curta-na-Serra-Juarez-Ventura-4-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, o IV Curta na Serra – Festival de Cinema ao Ar Livre promoverá três dias de programação gratuita e aberta ao público nos dias 9, 10 e 11 de dezembro, no Anfiteatro de Serra Negra, em Bezerros (PE). Contemplando produções audiovisuais de todo o país, o Festival Curta na Serra irá exibir e premiar filmes nas categorias Curta-Metragem Nacional, Curta-Metragem Pernambucano e Videoclipe. Além da exibição de 46 curtas-metragens, entre competitivos e não competitivos, a 4ª edição do Curta na Serra conta ainda com atrações culturais e atividades de formação e fomento ao audiovisual no Estado. A programação completa está disponível no site: <a href="https://curtanaserra.com.br/" target="_blank"><strong>curtanaserra.com.br</strong></a>.</p>
<p>De acordo com o cineasta Marlom Meirelles, idealizador e produtor executivo do festival, o Curta na Serra inova ao transformar a Serra Negra em uma sala de cinema ao ar livre, com a proposta de ampliar as experiências culturais fora da capital pernambucana. “A quarta edição do Curta na Serra continua a preencher uma lacuna no campo da difusão na região do Agreste e inova ao proporcionar uma rica experiência de caráter multicultural (cinema, música, gastronomia, artes plásticas e artesanato), tudo isso em conexão com a natureza”, afirma Marlom.</p>
<p>A principal novidade desta edição, para o produtor, é a estreia do Curta na Serra como festival. <em>&#8220;Pela primeira vez nós vamos ter filmes concorrendo a premiações nas mostras competitivas. Outra novidade é que retornamos ao Anfiteatro e ao Polo Cultural de Serra Negra, o que faz o Curta na Serra um evento tão único, por estar imerso e em contato com a natureza&#8221;</em>, explica Meirelles. Além disso, o Curta na Serra chega a sua 4ª edição em formato híbrido, com atividades presenciais e virtuais.</p>
<p>Ao longo de um mês de inscrições, o IV Curta na Serra recebeu quase 500 trabalhos, entre obras de ficção, documentários, experimentais, animações e videoclipes. O cuidadoso trabalho de curadoria de Vitor Búrigo, editor-chefe do site CineVitor e membro da Abraccine, Associação Brasileira de Críticos de Cinema, selecionou filmes de 18 estados, além do Distrito Federal, com representantes de todas as cinco regiões do país.</p>
<p>A programação do IV Curta na Serra conta ainda com a Sessão Homenagem Fernando Spencer, que celebra a vida e a obra do jornalista e cineasta pernambucano, considerado um dos mais antigos realizadores do Estado. Conhecido como o autor das três bitolas (Super-8, 16mm, e 35mm) que passou ainda pelo digital, ganhando diversos prêmios nacionais e estrangeiros em sua carreira, Fernando Spencer é um dos homenageados desta edição do festival. O autor receberá a homenagem (<em>in memoriam</em>) ao lado da coreógrafa Mileide Santos e seu grupo Folcpopular, e do arte-educador Carlos Marques e o balé popular Papanguarte, que representam as tradições culturais de Bezerros.</p>
<p>Haverá ainda a Mostra VerOuvindo, realizada em parceria com o Festival de Filmes com Acessibilidade Comunicacional do Recife &#8211; VerOuvindo. Abrigando filmes com recursos de acessibilidade comunicacional, a mostra exibirá três títulos pernambucanos vencedores do Prêmio VerOuvindo de Serviço de Acessibilidade, com duas animações e um documentário.</p>
<p><strong>Formação e fomento -</strong> Visando fortalecer a construção da identidade cultural da sociedade, através do acesso ao cinema e do estímulo à realização de novos filmes, mostras e festivais independentes em todas as regiões do Estado, o IV Curta na Serra promove ainda ações de formação e fomento em sua programação.</p>
<p>O estímulo à participação de realizadores e produtores, sobretudo da região, acontecerá por meio de debates após as sessões e de duas mesas de diálogos: a &#8220;Roda de Diálogos Interiorização e Visibilidade &#8211; O audiovisual na Universidade Pública&#8221;, realizada em conjunto com a Universidade Federal de Pernambuco &#8211; Campus Agreste e mediada pela professora Amanda Mansur, e a &#8220;Roda de Diálogos Caminhos do Audiovisual em Pernambuco&#8221;. Os encontros visam fortalecer a rede de contatos entre realizadores, produtores e demais integrantes das cadeias produtivas das diferentes regiões do Estado.</p>
<p>O segmento de formação também será contemplado com a Oficina de Produção Executiva, ministrada por Alexandre Soares, que é o idealizador do Curta Taquary e do Criancine. Com objetivo de fomentar novas realizações de projetos culturais no Agreste do estado, a oficina traz conteúdos teóricos, experiências do oficineiro e depoimentos de profissionais da área.</p>
<p>Confira os filmes selecionados para o IV Curta na Serra:</p>
<p><strong>PANORAMA NACIONAL</strong><br />
A Caixa de Lázaro, de Tereza Duarte e Júlio Castro (RN)<br />
Aqueles que Estamos Esquecendo, de R. B. Lima e Rebeca Linhares (PB)<br />
Dádiva, de Evelyn Santos (SP)<br />
Ela Mora Logo Ali, de Rafael Rogante e Fabiano Barros (RO)<br />
Foi um Tempo de Dor, de Vinícius de Oliveira e Thiago Nunes (DF)<br />
Isso Sempre Acontece, de Lara Koer (SC)<br />
Nazaré: do verde ao barro, de Juraci Júnior (RO)<br />
Nicinha Não Vem, de Muriel Alves (RJ)<br />
Pedro, de Leo Silva (CE)<br />
Quinze Primaveras, de Leão Neto (CE)</p>
<p><strong>PANORAMA PERNAMBUCO</strong><br />
Adeus, Carnaval de Olinda, de Igor Pimentel e Rosielle Machado<br />
desAFETOS, de Marcos Medeiros e José Ruiz<br />
Eu faço a Minha Sambada, de Juliana Lima<br />
Jaguamérica, de Bako Machado<br />
Lilith, de Nayane Nayse<br />
Mestre Walter &#8211; Minha arte, Meu Ofício, de Luciano Torres<br />
Quebra Panela, de Rafael Anaroli<br />
Rio Mar, de Coletivo Cinema no Interior</p>
<p><strong>VIDEOCLIPES</strong><br />
Abaixa que é tiro, de Bloco do Caos e GOG; direção: Rodrigo Rímole (SP)<br />
Chorar, de Karola Nunes &amp; Pacha Ana feat. Curumin; direção: Juliana Segóvia (MT)<br />
Claudio, de Nana Lacrima; direção: Calebe Lopes (BA)<br />
Dorme Pretinho, de Lia de Itamaracá; direção: Lia Leticia (PE)<br />
Kumbayá, de Skarimbó; direção: Babi Baracho (RN)<br />
Lamento de Força Travesti, de Renna feat. Gabi Benedita; direção: Renna Costa (PE)<br />
Não Pode Parar, de Platônicca feat. Barro; direção: Platônicca e Fábio Cavalcante (PE)<br />
Nosso Trato, de Lia Paris; direção: Netrola (SP)<br />
Terra (Remix), de Ciel &amp; Radiola Serra Alta; direção: Paulinho Lima (PE)<br />
Tudo Eu, de Amiri; direção: Elirone Rosa, Fernando Sá e Ione Maria (SP)</p>
<p><strong>SESSÃO ESPECIAL</strong><br />
A Morte do Funcionário, de Guilherme Pau Y Biglia (PR)<br />
Aguado, de Gabriela Miranda e Matheus Brant (AL/SP)<br />
Ave Maria, de Pê Moreira (RJ)<br />
Benzedeira, de Pedro Olaia e San Marcelo (PA)<br />
Cem Pilum &#8211; A História do Dilúvio, de Thiago Moraes (AM)<br />
Cinemas de Rua de Aracaju, de Eudaldo Monção Jr. e Juliana Vila Nova (BA/SE)<br />
Deus Não Deixa, de Marçal Vianna (RJ)<br />
Essa Terra é Meu Quilombo, de Rayane Penha (AP)<br />
Forrando a Vastidão, de Higor Gomes (MG)<br />
Lado a Lado, de Gleison Mota (SP)<br />
Memórias do Fogo, de Rita de Cássia, Leandro Olímpio e Irineu C. Neto (ES/PB/SP)<br />
Mutirão: O Filme, de Lincoln Péricles (LKT) (SP)<br />
O Rio de Cada Um, Pedro Marchiori (RJ)<br />
Ytwã, de Kian Shaikhzadeh (BA)</p>
<p><strong>SESSÃO HOMENAGEM &#8211; FERNANDO SPENCER</strong><br />
Capiba, ontem, hoje e sempre, de Fernando Spencer</p>
<p><strong>MOSTRA VEROUVINDO</strong><br />
A Saga da Asa Branca (1979), de Lula Gonzaga<br />
Da Boca da Noite à Barra do Dia, de Tiago Delácio<br />
Vivências, de Everton Amorim</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Janela de Cinema do Recife ocupa instalações do Teatro do Parque e do Cinema da Fundação</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/janela-de-cinema-do-recife-ocupa-instalacoes-do-teatro-do-parque-e-do-cinema-da-fundacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 15:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[festival de cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Janela Internacional de Cinema do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[teatro do parque]]></category>

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		<description><![CDATA[O festival Janela Internacional de Cinema do Recife realiza uma edição de transição de 12 a 24 de julho. A programação marca o retorno do evento às salas de cinema do Recife, com duas mostras especiais e inéditas, além de pré-estreias e atividades especiais. Em 2021, o festival foi realizado em formato experimental e on-line, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/janela-internacional-de-cinema-do-recife-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95163" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/janela-internacional-de-cinema-do-recife-foto-jan-ribeiro-secult-pe-fundarpe-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>O festival Janela Internacional de Cinema do Recife realiza uma edição de transição de 12 a 24 de julho. A programação marca o retorno do evento às salas de cinema do Recife, com duas mostras especiais e inéditas, além de pré-estreias e atividades especiais. Em 2021, o festival foi realizado em formato experimental e on-line, devido a pandemia da Covid-19. A última edição presencial foi em 2019. O ciclo de atividades antecede a retomada do formato tradicional do festival, que terá sua décima quarta edição em novembro deste ano, com mostras competitivas.</p>
<p>O Janela traz nesta edição especial uma mostra com todos os longas-metragens da cineasta estadunidense Kelly Reichardt, considerada um dos principais nomes do cinema independente mundial; a mostra Ladrões de Cinema, com curadoria dedicada à presença marcante de atores e atrizes negras na história do cinema brasileiro; as estreias dos premiados longas brasileiros “Rio Doce”, de Fellipe Fernandes, e “Entre nós talvez estejam multidões”, de Aiano Bemfica e Pedro Maia de Brito, a pré-estreia do longa de terror “Crimes of The Future”, de David Cronenberg, exibido no Festival de Cannes; uma obra inédita comissionada da artista Anti Ribeiro; o programa de curtas comissionados Eu Me Lembro; cinco aulas-encontros com diferentes temas e formatos, incluindo uma conversa com Antônio Pitanga; e o workshop 2ª Janela de Criação, dedicado a se debruçar sobre arquivos fotográficos de populações trans. A curadoria desta edição especial é formada por Luís Fernando Moura, Lorenna Rocha e Rita Vênus. Nesta terça-feira (12), às 19h, o festival realiza um diálogo on-line da equipe de curadoria com o público através do site do festival: <a href="https://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank"><strong>www.janeladecinema.com.br</strong></a>.</p>
<p>Como parte da mostra Ladrões de Cinema, em parceria com a organização Cinelimite e o laboratório Link Digital, o Janela promoveu a digitalização dos negativos do filme &#8220;A Rainha Diaba&#8221; (1974), que será apresentado pela primeira após a ação de preservação. Estrelado pelo ator Milton Gonçalves, falecido este ano, o filme cinquentenário é dirigido por Antonio Carlos Fontoura, que estará presente no festival para debate, bem como a consultora do processo de digitalização, Débora Butruce.</p>
<p>O festival Janela de Cinema mais uma vez se dedica a trazer filmes inéditos e especiais, difundir e preservar os arquivos de cinema e promover trocas de conhecimento e experimentos sobre o audiovisual e a cultura brasileira contemporânea e mundial. As sessões e atividades do ciclo são realizadas no Cinema da Fundação (Derby) e Cineteatro do Parque, além de dois encontros online. Toda a programação detalhada e sinopses estarão disponíveis no <a href="https://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank"><strong>site do evento</strong></a>.</p>
<p>A edição especial do Janela de Cinema é realizada pela Cinemascópio Produções com incentivo do Funcultura e apoio da Embaixada da França. O Janela tem direção artística de Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux, coordenação de programação de Luís Fernando Moura, coordenação de produção de Dora Amorim, assistência de produção de Juliana Soares, e produção executiva de Carol Ferreira, assessoria de imprensa de Flora Noberto e conteúdo para redes sociais do Mirah Ateliê de Ideais (Juliana Santos e Paula K.). A identidade visual do Janela é assinada pela designer e artista Clara Moreira a partir de imagens da intervenção do coletivo Coque Vídeo no Centro do Recife, realizada pelo festival em 2021.</p>
<p><em>&#8220;No final do ano, o Janela deve retomar o formato que conhecemos antes do início da pandemia, e esta edição de agora marca um retorno do Janela à cidade – mais um experimento, e também extremamente especial, que montamos com olhos e ouvidos atentos&#8221;</em>, diz Luís Fernando Moura.<em> &#8220;Nesta edição, trazemos o conjunto da obra de Kelly Reichardt pela primeira vez ao Brasil, propomos um olhar para a filmografia brasileira com cópias raras ou inéditas e exibição de filmes especiais. Em torno disso, estamos experimentando o que é retornar às salas também através das Aulas do Janela, atividades em que nos debruçamos sobre as imagens que nos cercam, dos arquivos, aos ícones, ao que vemos na internet. Um festival de cinema é um espaço de formação em muitos sentidos, é um lugar de experimentação coletiva em torno de imagens&#8221;</em>, explica.</p>
<p><strong>MOSTRAS -</strong> A mostra Kelly Reichardt Integral traz pela primeira vez ao país o conjunto de sete longas-metragens da cineasta estadunidense: &#8220;Rio de Grama&#8221;, &#8220;Antiga Alegria&#8221;, &#8220;Wendy e Lucy&#8221;, &#8220;O Atalho&#8221;, &#8220;Movimentos Noturnos&#8221;, &#8220;Certas Mulheres&#8221; e &#8220;First Cow: A Primeira Vaca da América&#8221;. Reconhecida pela crítica mundial e presente nos principais festivais, sua obra dirige um olhar contemporâneo à identidade do continente americano e particularmente dos Estados Unidos, revisitando os efeitos da colonização nos EUA e o estado de espírito de personagens forasteiras, frequentemente mulheres, através de dramas íntimos, histórias de viagem e amizade e uma versão própria de uma perspectiva sobre gêneros do cinema americano, como o western.</p>
<p>Outro destaque será a mostra Ladrões de Cinema, uma seleção dedicada a olhar a história do cinema brasileiro a partir do protagonismo dos artistas negros e negras. A mostra é uma pequena seleção de cinco longas-metragens, filmes de 1957 a 2018, a partir de cópias digitais disponíveis para cinema, em DCP, que investigam a ideia de Brasil com as presenças marcantes de artistas como Grande Otelo, Léa Garcia ou Antonio Pitanga. &#8220;Nesta mostra, a ideia de autoria é de certo modo subvertida, sendo que o eixo com que olhamos a história passa a ser o que e quem está em frente às câmeras, particularmente estes artistas que, através da atuação, indicam que há uma história da arte a ser contada a partir destas presenças memoráveis, incontornáveis, mobilizadoras de todo um imaginário&#8221;, diz Luís Fernando Moura.</p>
<p>Entre os filmes da Mostra Ladrões de Cinema, está “A Rainha Diaba” (1974), protagonizado por Milton Gonçalves, grande talento da dramaturgia brasileira que faleceu recentemente. Com roteiro de Plínio Marcos, Milton interpreta um personagem inspirado em João Francisco dos Santos, conhecido como Madame Satã, tornando o ator reconhecido hoje como pioneiro do cinema LGBT+. O filme ganhou sua primeira cópia digital graças a uma parceria entre o Janela, a Link Digital/Mapa Filmes e Cinelimite, com base em negativo guardado no Arquivo Nacional e em cópia positiva oferecida pelo CTAV. A mostra traz ainda cópia recém-restaurada que estreou no festival de Cannes de 2021 de “Orfeu Negro” (1959), produção francesa filmada no Rio de Janeiro que conquistou a Palma de Ouro.</p>
<p>O Janela também apresenta, pela primeira vez em sala de cinema, o conjunto de curtas “Eu me Lembro”, com filmes comissionados pelo Janela que tiveram exibições online durante a edição de 2021. Os curtas, produzidos por realizadores brasileiros e estrangeiros, serão exibidos no Cinema da Fundação (Derby). Os filmes abordam a importância das memórias individuais e coletivas, dos arquivos e da preservação das histórias e foram realizados por cineastas como Anna Muylaert, João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Matta, Kaique Brito e Bruno Ribeiro.</p>
<p><strong>ESTREIAS -</strong> O Janela exibirá filmes da mais nova safra do cinema brasileiro e estrangeiro. O filme “Rio Doce”, primeiro longa-metragem do realizador pernambucano Fellipe Fernandes, terá exibição no Cine Teatro do Parque seguida por debate com o diretor. A ficção ganhou o prêmio de melhor filme recentemente no Olhar de Cinema (Curitiba), além de outras premiações no circuito de festivais. Outra estreia será do longa “Entre nós talvez estejam multidões”, documentário musical do mineiro Aiano Bemfica e do pernambucano Pedro Maia de Brito em parceria com o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) de Belo Horizonte.</p>
<p>Do cinema estrangeiro, o Janela promove a pré-estreia de “Crimes of the Future”, de David Cronenberg, em parceria com a plataforma de streaming MUBI. A história de terror/ ficção científica segue Saul Tenser (Viggo Mortensen), um uma celebridade artística que junto com sua parceira Caprice (Leá Seydoux) mostra publicamente a metamorfose de seus órgãos em performances de vanguarda. O trabalho tem chamado a atenção pela atuação de Kristen Stewart.</p>
<p>Também como parte da programação de sessões especiais, a artista Anti Ribeiro trará uma peça sonora para uma sala de cinema, em trabalho comissionado pelo festival.<em> &#8220;A ideia é que as pessoas vão à sala de cinema para uma experiência diferente, não com a imagem propriamente, com o som, e Anti Ribeiro tem tido um trabalho artístico notável nessa pesquisa, intimamente ligada às noções de diáspora e da construção de outras percepções&#8221;</em>, diz Luís Fernando Moura.</p>
<p><strong>AULAS -</strong> Na área de formação, o festival dá continuidade às Aulas do Janela, encontros e experimentações para trocas de conhecimento sobre audiovisual e cultura. Serão cinco aulas, quatro delas presenciais no Cinema da Fundação (Derby) e uma online, que também trazem tanto nomes consagrados pela trajetória no cinema quanto artistas e pesquisadores contemporâneos. O acesso às aulas presenciais na Fundação é gratuito, com distribuição das entradas com uma hora de antecedência na bilheteria.</p>
<p><em>&#8220;As aulas são uma das faixas mais especiais para nós que construímos o Janela. Em particular, esse ano o conjunto delas se debruça sobre nossa cultura compartilhada, seja a história do cinema brasileiro, visto por um ângulo da dissidência, quanto pelas imagens que nos cercam cotidianamente, das figurinhas de aplicativos de comunicação até a produção musical que circula na internet, e que apesar de incrível não está em festivais, bem como por métodos de retomada e preservação de arquivos&#8221;</em>, diz Luís Fernando Moura.</p>
<p>A aula on-line será com o ator e diretor Antonio Pitanga, que falará sobre sua trajetória no encontro “Cinema que Ginga”, com mediação de Lorenna Rocha e Gabriel Araújo, do plataforma Indeterminações (<a href="https://indeterminacoes.com/" target="_blank"><strong>indeterminacoes.com</strong></a>), dedicado à pesquisa sobre o cinema negro brasileiro. A história e preservação da cinematografia brasileira, em torno de &#8220;A Rainha Diaba&#8221;, será contemplada na aula com o diretor Antônio Carlos Fontoura e a pesquisadora e conservadora Débora Brutuce, que estarão no Recife. Em outro encontro, os profissionais preservadores William M. Plotnick e Laura Batitucci, da organização Cinelimite, ministram aula sobre métodos de preservação e digitalização de filmes.</p>
<p>Dando continuidade às reflexões sobre a produção de imagens fora do circuito de cinema que foi realizado no ciclo de aulas anterior, a artista Lia Letícia fará uma aula-performance em torno de figurinhas de comunicação remota e das maneiras contemporâneas de criar narrativas, no entorno daquelas imagens consideradas propriamente artísticas. O jornalista e pesquisador GG Albuquerque fará um ensaio comentado com vídeos de música que circulam pela internet, particularmente de artistas negros, como uma espécie de playlist-palestra ao vivo com participação do público.</p>
<p><strong>JANELA DE CRIAÇÃO -</strong> Na área de fomento à produção audiovisual e formação, será realizada a segunda edição da Janela de Criação, uma oficina para realização de filmes curtos. O workshop terá condução da curadora Rita Venus no Recife e será ministrado pelo Archivo da Memória Trans Argentina (<a href="https://archivotrans.ar/" target="_blank"><strong>archivotrans.ar</strong></a>), que participará remotamente dos encontros através de videoconferência. A oficina será aberta à participação de pessoas transgêneras, que irão criar filmes a partir dos seus arquivos pessoais e de imagens do Archivo Trans. As inscrições serão anunciadas nas redes sociais do Janela no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/janeladecinema/" target="_blank"><strong>@janeladecinema</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Janela Internacional de Cinema do Recife &#8211; Edição Especial 2022<br />
De 12 a 24 de julho no Cinema da Fundação (Derby) e no Cine Teatro do Parque<br />
Ingressos: venda nas bilheterias dos cinemas com uma hora de antecedência da sessão.<br />
Cinema da Fundação: terça-feira R$ 7 (preço único), quarta a Domingo: R$ 14 (inteira) e R$ 7 (meia-entrada). Gratuito para professores na quarta. Acesso gratuito para aulas de cinema, com distribuição das entradas com uma hora de antecedência.<br />
Cine Teatro do Parque: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia-entrada)<br />
Programação: <a href="https://docs.google.com/document/d/1apwaNeBdEEgLJCfLsWz7G3miWspShNkgz1JeVZ6Ng8k/edit?usp=sharing" target="_blank"><strong>bit.ly/Prog_Janela2022</strong></a> | Site: <a href="https://www.janeladecinema.com.br/" target="_blank"><strong>www.janeladecinema.com.br</strong></a> | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/janeladecinema/" target="_blank"><strong>@janeladecinema</strong></a></p>
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		<title>Inscrições abertas para as oficinas do Festival de Cinema de Triunfo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2018 16:50:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
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		<description><![CDATA[Estão abertas as inscrições para as atividades de formação cultural do 11º Festival de Cinema de Triunfo, que acontece de 6 a 11 de agosto. O processo é online, basta enviar um e-mail até o dia 26/7 para festivaldetriunfope@gmail.com. O título deve ser &#8220;inscrição + nome da oficina&#8221; e as exigências para cada minicurso estão mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas as inscrições para as atividades de formação cultural do <strong>11º Festival de Cinema de Triunfo</strong>, que acontece de 6 a 11 de agosto. O processo é online, basta enviar um e-mail até o dia 26/7 para <strong>festivaldetriunfope@gmail.com</strong>. O título deve ser &#8220;inscrição + nome da oficina&#8221; e as exigências para cada minicurso estão mais detalhadas abaixo:</p>
<p><strong>OFICINA DE CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA</strong></p>
<p><strong>Objetivo:</strong> Formar um olhar crítico para apreciação da linguagem cinematográfica – bem como introduzir algumas premissas dessa mesma linguagem – e, com isso, possibilitar que um grupo de alunos esteja capacitado para formar o júri popular do festival.</p>
<div id="attachment_62078" aria-labelledby="figcaption_attachment_62078" class="wp-caption img-width-538 alignnone" style="width: 538px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/carol.png"><img class="size-medium wp-image-62078" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/carol-538x486.png" width="538" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Carol Almeida</p></div>
<p><strong>Ministrante:</strong> Carol Almeida &#8211; Jornalista cultural, crítica de cinema e atualmente doutoranda do programa de pós-graduação em Comunicação na Universidade Federal de Pernambuco, com foco em estudos sobre o cinema contemporâneo brasileiro. Tem atuado nos coletivos Elviras – Mulheres Críticas de Cinema e no MAPE (Mulheres o Audiovisual Pernambucano). Além disso, escreve para o site Foradequadro.com e esporadicamente sobre cinema para diversos meios de comunicação do Brasil.</p>
<p>Carga horária: 20 horas/aula<br />
Público-alvo: Estudantes, professores e produtores culturais que irão integrar o júri popular do festival.<br />
Vagas: 20 pessoas<br />
Datas: 30 de julho a 03 de Agosto<br />
Horário: 14h às 18h<br />
Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc</p>
<p><em>Inscrição: Encaminhar e-mail contendo nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail, e carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação na oficina. Os selecionados participarão da oficina e, posteriormente, formarão o Júri Popular do festival.</em></p>
<p><strong>DOCUMENTANDO<br />
</strong><br />
<strong>Objetivo:</strong> Por meio da análise de obras de diferentes cinematografias, de reflexões teóricas e exercícios práticos, a oficina tem como objetivo estimular o olhar do aluno para a leitura e realização de obras documentais, dando a ele uma base de conhecimento sobre o desenvolvimento do documentário na história do cinema.</p>
<div id="attachment_60214" aria-labelledby="figcaption_attachment_60214" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Santos/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Marlom_Meirelles_credito_BetoSantos.jpg"><img class="size-medium wp-image-60214" alt="Beto Santos/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/Marlom_Meirelles_credito_BetoSantos-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marlom Meireles</p></div>
<p>Os participantes, que não precisam ter conhecimentos prévios na área, tem acesso às técnicas básicas de captação e edição de imagens em vídeo, além de instruções sobre a linguagem cinematográfica e as etapas e funções numa produção.</p>
<p>A oficina desperta a consciência de que o cinema é um instrumento de construção da realidade, permitindo que os alunos observem as possibilidades de abordagem, narrativas, dispositivos e processos de trabalho. Ao final das aulas os alunos realizam um documentário digital.</p>
<p><strong>Ministrante:</strong> Marlom Meirelles &#8211; Marlom Meirelles é diretor da Eixo Audiovisual, realizador e professor em projetos de iniciação em cinema.<br />
Carga horária: 20 horas/aula<br />
Público-alvo: A partir de 15 anos<br />
Vagas: 20 pessoas</p>
<p>Datas: 06 a 10 de Agosto<br />
Horário: 14h às 18h<br />
Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc<br />
Facebook: <a href="http://www.facebook.com/documentando " target="_blank"><strong>www.facebook.com/documentando</strong> </a><br />
Instagram: oficinas documentando<br />
<em>Inscrição: Encaminhar e-mail contendo nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail, e carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação na oficina.</em></p>
<p><strong>LABORATÓRIO FERNANDO SPENCER DE ROTEIROS &#8211; EDIÇÃO SERTÃO</strong></p>
<p><strong>Objetivo:</strong> O crescente aquecimento do mercado audiovisual pernambucano e brasileiro estimulou uma importante discussão sobre a necessidade de formação de profissionais especializados na área do roteiro. Em diálogo com essas novas e contínuas demandas de formação, esta iniciativa tem como objetivo apresentar ferramentas e conteúdos para que os participantes desenvolvam roteiros de curtas-metragens.</p>
<div id="attachment_62079" aria-labelledby="figcaption_attachment_62079" class="wp-caption img-width-340 alignnone" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Allan.jpg"><img class="size-medium wp-image-62079" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/07/Allan-340x486.jpg" width="340" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Allan Ribeiro</p></div>
<p><strong>Ministrante:</strong> Allan Ribeiro (RJ) &#8211; Roteirista e diretor de cinema formado pela UFF em 2006. Realizou dois longas-metragens: &#8220;Mais do que eu possa me reconhecer&#8221; (2015) e “Esse amor que nos consome” (2012), que receberam vários prêmios em festivais como Brasília, Tiradentes, Curitiba, Janela de Cinema e APCA-SP. Dirigiu 12 curtas-metragens, com destaque para “O Brilho dos Meus Olhos” (2006), “Ensaio de Cinema”(2009), &#8220;O Clube”(2014) e &#8220;O Quebra-cabeça de Sara&#8221; (2017). Em 2016, lançou pelo Canal Brasil sua primeira série: &#8220;Noturnas&#8221;, com 46 episódios. Além disso, assina roteiro do longa &#8220;Xale&#8221; de Douglas Soares, lançado em 2016 no Festival do Rio.</p>
<p><strong>Vagas:</strong> 20, sendo 50% destinada a mulheres, negros/as, indígenas, profissionais residentes no interior.</p>
<p>Local: Fábrica de Criação Popular do Sesc<br />
Cidade: Triunfo<br />
Período: 06 a 10 de agosto<br />
Horário: 13h às 18h</p>
<p><em>Inscrição: Encaminhar e-mail contendo nome completo, idade, contatos (telefone e e-mail), Argumento do curta-metragem e carta de intenção com até 10 linhas sobre a participação na oficina.</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cine Jardim realiza sua primeira edição nesta semana</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cine-jardim-realiza-sua-primeira-edicao-nesta-semana/</link>
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		<pubDate>Tue, 19 May 2015 18:21:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[com informações da assessoria A cidade de Belo Jardim, no Agreste pernambucano, vai receber, nesta semana, o seu primeiro festival de cinema. O Cine Jardim, mostra competitiva que começa nesta quarta (20), com o tema “Abrindo janelas”, traz uma vasta programação, com quase 100 filmes – nacionais e internacionais –, que serão exibidos no Cine [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_25002" aria-labelledby="figcaption_attachment_25002" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgaççao</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/34072-2-71f9772.jpg"><img class="size-medium wp-image-25002" alt="Divulgaççao" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/05/34072-2-71f9772-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;A Dama do Estácio&#8221;, com Fernanda Montenegro, será um dos filmes exibidos no Cine Jardim</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>com informações da assessoria</strong></em></p>
<p>A cidade de Belo Jardim, no Agreste pernambucano, vai receber, nesta semana, o seu primeiro festival de cinema. O<strong> Cine Jardim</strong>, mostra competitiva que começa nesta quarta (20), com o tema “Abrindo janelas”, traz uma vasta programação, com quase 100 filmes – nacionais e internacionais –, que serão exibidos no Cine Teatro Cultura, na Praça Jorge Aleixo da Cunha. O festival é gratuito e segue até o próximo domingo (24), com premiações para curtas e longa-metragens. Outras três mostras informativas acontecem durante o Cine Jardim, em torno dos seguintes eixos: diversidade sexual, ambiental e social.</p>
<p>Foram inscritas 562 produções cinematográficas no Cine Jardim. Dessas, quase 100 foram selecionadas para participar do festival nos próximos cinco dias. Na programação, filmes França, Espanha, Cingapura, Coreia do Sul, Portugal, Itália, Polônia e Eslováquia. Entre os destaques, A dama do Estácio, de Eduardo Ades (RJ), com Fernanda Montenegro; L’envol, de Hajime Kimura; L3.0, de Alexis Decelle, Cyril Declerq, Vincent Defour e Pierre Jury; La valse mécanique, de Julien dy Kmans; e Louis, de Violaine Pasquet. Confira <a href="http://pontilhadocinematografico.com.br/cinejardim/" target="_blank"><strong>AQUI</strong></a>  a programação completa no link.<b></b></p>
<p>O Cine Jardim terá cinco sessões diárias, no Cine Teatro Cultura. Quem escolherá os filmes premiados é um júri formado por estudantes de ensino médio, sob orientação do ator e realizador Daniel Fellipi. Eles premiarão nas categorias: curtas de ficção, animação, documentário, internacional e longa-metragem. O público também poderá escolher, através do voto popular, recebendo, no início da sessão, uma cédula, em que poderá atribuir notas de 5 a 10 ao filme exibido.</p>
<p><strong>Oficinas</strong><br />
Além da mostra competitiva, o Cine Jardim também irá promover três oficinas voltadas para cinema: “Aprendendo a ler imagens em movimento”, com Torquato Joel; “Bonecos animados”, com Quiá Rodrigues; e “Fazendo filmes curtíssimos”, com Marcleo Quixaba e Carine Fiúza. Um total de 80 alunos participará das oficinas, que tiveram suas inscrições encerradas em uma semana.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Cine Jardim</em><br />
Quarta (20) a domingo (24)<br />
Cine Teatro Cultura | Praça Jorge Aleixo da Cunha, Centro – Belo Jardim/PE<br />
Gratuito</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Magdale Alves fala sobre o 7º Festival de Cinema de Triunfo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/magdale-alves-fala-sobre-o-7o-festival-de-cinema-de-triunfo/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/magdale-alves-fala-sobre-o-7o-festival-de-cinema-de-triunfo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2014 18:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[festival de cinema]]></category>
		<category><![CDATA[homenagem]]></category>
		<category><![CDATA[Magdale Alves]]></category>
		<category><![CDATA[Triunfo]]></category>

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		<description><![CDATA[Atriz homenageada da sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo, Magdale Alves conversou com o Cultura.PE sobre a retomada do cinema nacional, o papel de destaque que o cinema pernambucano ocupa atualmente e desejou vida longa ao festival. Confira no vídeo. Perfil - Magdale Alves Atriz que começou a carreira no teatro, em Pernambuco, onde atuou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Atriz homenageada da sétima edição do Festival de Cinema de Triunfo, Magdale Alves conversou com o Cultura.PE sobre a retomada do cinema nacional, o papel de destaque que o cinema pernambucano ocupa atualmente e desejou vida longa ao festival. Confira no vídeo.</p>
<p><strong>Perfil</strong> - <strong>Magdale Alves</strong><br />
Atriz que começou a carreira no teatro, em Pernambuco, onde atuou como atriz e diretora. No cinema participou de curtas importantes, como “Conceição”, de Heitor Dhalia, e “Eletrodoméstica”, de Kléber Mendonça e Daniel Bandeira. A atriz marca importante presença no vigoroso cinema pernambucano, a estreia em longas foi em “Amarelo manga”, de Cláudio Assis, dele fez também “Baixio das Bestas”. Atuou ainda em “Deserto Feliz”, de Paulo Caldas, “Árido Movie” de Lírio Ferreira, além de produções em outros estados do país, como “Gonzaga, de pai para filho”, de Breno Silveira. Na televisão, dentre outros trabalhos, fez as minisséries “Amores Roubados” e “Amazônia”, e recentemente a novela “Em Família”, da Rede Globo.</p>
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