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	<title>Portal Cultura PE &#187; Festival de Inverno de Garanhuns 2014</title>
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		<title>A força do reggae e a sua tribo</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jul 2014 17:43:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova &#8220;Quem quer Tribo de Jah?&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no Palco Pop, dizendo: &#8220;EEEEEU!!!&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11131" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p align="right"><b><i>por Leonardo Vila Nova</i></b></p>
<p>&#8220;<em>Quem quer Tribo de Jah?</em>&#8221; A resposta foi um coro ensurdecedor, de um sem fim de pessoas que se espremia no <a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-pop/" target="_blank"><strong>Palco Pop</strong></a>, dizendo: &#8220;<em>EEEEEU!!!</em>&#8220;. Todos procurando o melhor cantinho para ver o show da mítica banda maranhense de reggae. Eles se apresentaram nesta última quinta (24), para uma plateia ávida por ouvir as &#8220;pedras&#8221; do ritmo jamaicano que ultrapassou os limites da América Central, encontrando seu pouso mais fértil no Maranhão, transformando-a na &#8220;Jamaica Brasileira&#8221;.</p>
<p>Uma garoa persistente caía sob a cidade, mas não foi o suficiente para dispersar o público devoto de Jah. Mais do que fãs, o reggae tem adeptos fieis. E a Tribo de Jah é uma das maiores representantes do gênero. Afinal, são 28 anos de estrada e 15 discos lançados. Uma fatia generosa da história do reggae e da sua consolidação no Maranhão e no Brasil cabe à Tribo de Jah. Em sua terceira passagem pelo Festival de Inverno de Garanhuns, a banda mostrou grande afinidade com o público.&#8221;<em>É sempre surpreendente tocar aqui em Garanhuns. Tem muita gente daqui que curte o reggae. E Pernambuco, como um todo, se tornou uma escala muito importante pra banda. É um estado do qual absorvemos muita coisa desse caldeirão cultural e nossa experiência aqui sempre foi muito intensa. Já fizemos shows memoráveis em lugares como Ouricuri, Araripina, com a mesma importância de shows que já fizemos no Canadá, México, Estados Unidos, Japão</em>&#8220;, declarou Fauzi, vocalista da Tribo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-11134" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/tribo-plateia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O show fez um passeio por toda a carreira da banda e comprovou, de forma ainda mais explícita, a receptividade do público. A reação imediata da plateia ao primeiro acorde de cada música, se convertia, logo em seguida, num coro que acompanhava tudo, cantando visceralmente, junto com a Tribo. Não faltaram sucessos como &#8220;Garota dreadlock&#8221;, &#8220;Não basta ser rasta&#8221;, &#8220;Satisfaz minha alma&#8221;, &#8220;Magia natural&#8221; e, óbvio, &#8220;Babilônia em chamas&#8221;. Além dessas, uma versão de &#8220;Guts&#8221;, do The Gladiators, e canções do novo álbum da banda, intitulado &#8220;Pedra de salão&#8221;.</p>
<p>Esse repertório da banda foi responsável pela instigação e entrega da plateia. Junio Rocha, 25 anos, veio do município de Altinho, com os amigos, para ver o show da Tribo de Jah. Chegou justamente nesta quinta (24). Ele gritava, na frente do palco, como tantos outros, querendo ganhar um dos CDs que Fauzi arremessava à plateia durante o show. &#8220;<em>Eu sempre acompanhei a banda, desde muito tempo, mas essa é a 1ª vez que estou vendo eles ao vivo! São os dinossauros do reggae, tem muita história e todo o mérito pra estar onde estão</em>&#8220;, disse Junio que, minutos depois, conseguiu seu CD.</p>
<p>Ao ver o show da Tribo de Jah, uma pergunta vem em mente: a que se deve tamanha popularidade do reggae? Em conversa após o show, Fauzi respondeu que &#8220;<em>o reggae, uma música que nasceu num país de 3º mundo, no gueto, traz ao mundo um conteúdo libertário. É uma música que tem uma identidade forte, que reside não só no ritmo, mas também no seu discurso. Uma música dinâmica, que se estabelece como uma crônica do dia a dia e que se presta a tratar tanto de temas sociais, quanto espirituais. É uma música que foge do trivial e isso encontra uma identificação com grande parte das pessoas</em>&#8220;.</p>
<div id="attachment_29954" aria-labelledby="figcaption_attachment_29954" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-29954" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14552904687_4ee7da5004_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tribo de Jah</p></div>
<p>Ao final do show, a Tribo quase não conseguiu ir embora. Após tocar a aclamada &#8220;Reggae na estrada&#8217;, já anunciando que iriam encerrar a apresentação e partir para a próxima parada, o público retomou o coro gigantesco, com gritos de &#8220;<em>mais um!</em>&#8220;. E, como não poderia deixar de ser, um desfecho arrasador com &#8220;Guerra&#8221;, versão em português de &#8220;War&#8221;, de Bob Marley. E foi assim: pé na estrada para continuar a difundir o reggae pelo país. Os gritos do público ainda ecoaram por muitos minutos.</p>
<p>Sim, o reggae é forte!</p>
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		<title>Dos sentimentos que desabrocham do além-mar</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Jul 2014 17:19:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova &#8220;&#8230; Carminho é a mais nova e a mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses que já faz agora mais de década. Ouvi-la cantar essa canção de exílio brasileira com voz de quem mal atravessou o oceano para vir aqui nos ensinar tanto, foi de fazer chorar &#8220;. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="text-align: right;"><strong><em>por Leonardo Vila Nova</em></strong></p>
<p>&#8220;&#8230; <em>Carminho é a mais nova e a mais bela floração desse renascimento do fado entre jovens portugueses que já faz agora mais de década. Ouvi-la cantar essa canção de exílio brasileira com voz de quem mal atravessou o oceano para vir aqui nos ensinar tanto, foi de fazer chorar</em> &#8220;.</p></blockquote>
<p>Essa frase, escrita por Caetano Veloso, em sua coluna semanal no jornal O Globo, quando da apresentação da cantora portuguesa no Prêmio da Música Brasileira, resume com primor o que simboliza Carminho para a música do seu país, assim como fora dele. E, principalmente, em terras brasileiras. Não só Caetano, mas Chico Buarque, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Ney Matogrosso e Alceu Valença também se renderam ao canto dolente, forte e comovente dessa jovem de 29 anos, que demarca, com sua voz, um novo lugar do fado na música contemporânea mundial.</p>
<div id="attachment_10425" aria-labelledby="figcaption_attachment_10425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14494851430_82222df1b8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10425 " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14494851430_82222df1b8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora portuguesa Carminho encantou o público da Praça Dominguinhos ao som de fados portugueses</p></div>
<p>Carminho foi uma das atrações da noite de abertura do 24º FIG, na noite desta quinta (18). A presença cativante da cantora, o caráter envolvente da música que ela gorjeia, altiva e, ao mesmo tempo, delicada, hipnotizaram o público que esteve presente, no Palco Mestre Dominguinhos. Além disso, seus predicados como intérprete, em muito apontam para um (re)encontro de duas culturas que se entrelaçam há mais de 500 anos, falando a mesma língua, não apenas no campo das palavras, mas, principalmente, dos sentimentos. A cantora apresentou um repertório que passeia pelos seus dois primeiros discos, “Fado” (2009) e “Alma” (2012) – o terceiro CD está para ser lançado em outubro.</p>
<p>Fonte principal do seu trabalho, o fado é popularíssimo em seu país, mas ainda com pouco alcance no Brasil, mas, nem por isso, estranho aos ouvidos. Muito da natureza emotiva que se encontra no fado lusitano se assemelha à passionalidade típica do brasileiro. Um canto que requer entranhas, alma e, absolutamente, nenhuma economia de sentimentos. A sua origem é um tanto quanto incerta. Diz-se que incorporou elementos dos cantos dos mouros. Uns (a maioria) sugerem que ela nasceu em Portugal. Outros acreditam que ela foi gestada a partir da simbiose de elementos da modinha e do lundu, no Brasil, tendo sido levada para além-mar pelo imperador português D. João VI. Independente de quaisquer teorias, o fado representa uma tradição do cantar o introspecto humano, a saudade, os amores que doem. Talvez seja essa linguagem tão passional que faz com que o fado consiga domar uma gigantesca plateia que se aglomerava em frente ao palco, contemplando nos momentos corretos e aplaudindo quando assim se mostrava necessário. Todo um respeito àquele canto e à sua intérprete.</p>
<div id="attachment_10426" aria-labelledby="figcaption_attachment_10426" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14701406403_5d09e4e25f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-10426   " alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/14701406403_5d09e4e25f_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesmo diante da chuva, público manteve-se firme para contemplar o canto de Carminho</p></div>
<p>Nisso, reside uma identificação direta quando se percebe quem canta os sentimentos. O show comovente (e envolvente) de Carminho teve uma resposta à altura. Constantemente ovacionada pelo público, era possível notar que ela sentia-se em meio aos seus. Ali, não havia mais Brasil ou Portugal. Ali, havia emoção. &#8220;<em>A profundidade dos sentidos e das emoções e a necessidade que temos de expandir esses sentimentos. Isso, seja da forma mais extrovertida e alegre, como é o brasileiro, ou da forma mais nostálgica, como é o português, mas ambos muito profundos, procuram sempre exteriorizar isso</em>&#8220;, declarou Carminho, após o show, ao falar sobre esse ambiente de similaridades que há na interpretação da música portuguesa e brasileira. E, em seu show, houve uma mescla perfeita disso tudo.</p>
<p>Além dos típicos fados e modinhas portuguesas, estiveram presentes no repertório alguns brasileiros: &#8220;Carolina&#8221;, de Chico Buarque, &#8220;Contrato de separação&#8221;, de Dominguinhos, além “Frevo n° 1”, de Antônio Maria, ganharam, na voz de Carminho, contornos de verdadeiros fados lusitanos. &#8220;<em>Fado é aquilo que eu sinto como meu, que eu posso dar os meus sentimentos e a minha emoção</em>&#8220;, pontua. E o que ela canta – num domínio impressionante de sua voz, que atinge mínimas delicadeza e explode em magnitude nos momentos de maior força – requer um envolvimento seu e também da plateia. O que há de sedutor no canto de Carminho e na desenvoltura dos instrumentistas que a acompanham é realçado pela mínima utilização de recursos outros. Luz mínima, intimista, ausência de cenário (apenas um fundo preto), trazem à linha de frente o que realmente importa ali: a canção.</p>
<p>Devolvendo o fado ao ambiente que lhe é íntimo, muito menos geograficamente, e muito mais sensivelmente, Carminho pretende um reencontro consigo mesma e com sua arraigada identidade portuguesa, mas também um reencontro de identidades que se caracterizam por colocar profundidade, delicadeza e emoção no que entoam. Como o bem disse Caetano Veloso, uma floração, um desabrochar de tudo o que nos bole por dentro. Seja aqui&#8230; ou lá.</p>
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		<title>Noite de abertura do FIG 2014 com alma feminina</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jul 2014 19:17:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Intuição, coragem, sensibilidade&#8230; esses e tantos outras características são traços essenciais do feminino. A força motriz que gera o mundo, lhe dá sustentação e é o eixo fundamental da natureza humana. E é essa alma essencialmente feminina que abrirá os caminhos do 24º Festival de Inverno de Garanhuns. Na noite desta quinta (17), abertura oficial do festival, quatro mulheres sobem ao <strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/festival-de-inverno-de-garanhuns/destaques/palco-mestre-dominguinhos/" target="_blank">Palco Mestre Dominguinhos</a></strong>. E sob o comando da beleza e força femininas, tem início essa jornada de arte e cultura que tomará conta de Garanhuns pelos próximos 10 dias. Com vocês: Valvulados e Gabi da Pele Preta, Carminho, Alessandra Leão e Vanessa da Mata.</p>
<div id="attachment_10339" aria-labelledby="figcaption_attachment_10339" class="wp-caption img-width-450 aligncenter" style="width: 450px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n.jpg"><img class="size-medium wp-image-10339 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/1501789_534175723347533_1055463345_n-450x486.jpg" width="450" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A cantora caruaruense Gabi da Pele Preta é convidada do grupo Os Valvulados para abrir a noite de hoje</p></div>
<p>A atração internacional desta noite vem do outro lado do Atlântico e traz a tiracolo a dolência e delicadeza do fado. A cantora portuguesa Carminho chega a Garanhuns com um repertório calcado na fina flor do mais representativo estilo musical lusitano, conhecido no mundo inteiro. Tradição das mais fortes em terras portuguesas, o fado ganhou novos ares na voz desata jovem cantora de 29 anos, que vem chamando a atenção de vários artistas brasileiros, entre eles, Chico Buarque, Nana Caymmi, Caetano Veloso e Milton Nascimento. Entre críticas elogiosas e um merecido reconhecimento em Portugal e no Brasil, Carminho traz a Garanhuns um repertório baseado nos seus dois discos, “Fado” (2009) e “Alma” (2012).</p>
<div id="attachment_30196" aria-labelledby="figcaption_attachment_30196" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho.jpg"><img class="size-medium wp-image-30196" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/carminho-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Diretamente de Portugal, a cantora Carminho traz a beleza do fado ao Palco Dominguinhos</p></div>
<p>Na sequência, quem sobe ao palco é a pernambucana Alessandra Leão. A voz forte e melodiosa da cantora, compositora e musicista traça uma linha de resgate das nossas tradições populares, com influências que . Com três CDs solos gravados – “Brinquedo de Tambor” (2006), “Folia de Santo” (2008) e “Brinquedo de Tambor” (2009) – ela traz em sua música os terreiros de Xangô unidos às cordas das guitarras elétricas, num diálogo que coloca à prova nossa capacidade de conectar-se às nossas raízes sem se perder do que ecoa em contemporaneidade.</p>
<div id="attachment_30198" aria-labelledby="figcaption_attachment_30198" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tiago Calazans/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao.jpg"><img class="size-medium wp-image-30198" alt="Tiago Calazans/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/alessandra-leao-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Raiz e contemporaneidade dialogam no som de Alessandra Leão</p></div>
<p>Encerrando essa noite feminina de abertura do 24º FIG, quem fecha a programação do Palco Dominguinhos, já varando a madrugada da sexta (18) é a cantora Vanessa da Mata. E ela vem com novidades. É o seu novo CD, “Segue o Som”, recém saído do forno. Sétimo disco de carreira da matogrossense (incluindo o disco tributo a Tom Jobim), o trabalho é produzido pelo requisitadíssimo produtor carioca Kassin, responsável pela sonoridade de grande parte dos trabalhos mais modernos da música brasileira dos últimos anos. No show que ela apresenta logo mais, canções de “Segue o Seco” e, óbvio, os grandes sucessos que são cantados em coro por todo o Brasil e, com certeza, estarão na ponta da língua do público desta noite: “Ai, ai, ai”, “Amado”, “Não me deixe só” e “Ainda bem” devem estar no repertório da cantora.</p>
<div id="attachment_10342" aria-labelledby="figcaption_attachment_10342" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Lyra</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra.jpg"><img class="size-medium wp-image-10342 " alt="Marcelo Lyra" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/07/Vanessa-da-Mata-foto-Marcelo-Lyra-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quem fecha a noite é a cantora Vanessa da Mata, com seu novo disco &#8220;Segue o Som&#8221;</p></div>
<p>Quem abre a noite é a prata da casa, o grupo Os Valvulados, que convidam mais uma voz feminina para subir ao palco, a cantora caruaruense Gabi da Pele Preta.</p>
<p><strong>Confira os horários da programação desta noite do Palco Dominguinhos</strong></p>
<p><strong>21h</strong> – Os Valvulados e Gabi da Pele Preta<br />
<strong>22h</strong>– Carminho (Portugal)<br />
<strong>23h10</strong> – Alessandra Leão<br />
<strong>0h30</strong> – Vanessa da Mata</p>
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