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	<title>Portal Cultura PE &#187; Festival do Rio</title>
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		<title>Curta-metragem pernambucano é selecionado para programação especial do Festival do Rio</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 17:09:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Rosario-still2.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-86660" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/Rosario-still2-607x317.png" width="607" height="317" /></a></p>
<p>No ano passado, uma série de festivais e mostras de cinema ficaram impossibilitados de acontecer devido a falta de investimentos e também devido às restrições para o enfrentamento à pandemia. Foi o caso do Festival do Rio, um dos maiores da América Latina, que teve sua edição de 2020 adiada e, só agora, em agosto, será realizada. Da mesma forma que o coronavírus afetou os festivais, os curtas-metragens que estrearam no final de 2019, como é o caso de &#8220;Rosário&#8221;, ficaram impossibilitados de circular e chegar ao público.</p>
<p>Com estreia em novembro 2019, no Panorama Internacional Coisa de Cinema, em Salvador, e com passagens no Janela Internacional de Cinema do Recife, Mostra de Cinema de Tiradentes e festivais internacionais como o Cine Por Los Derechos (Colômbia) e Porto Femme (Portugal), Rosário, curta metragem pernambucano dos diretores Igor Travassos e Juliana Soares, foi selecionado para integrar a programação especial da Premiere Brasil &#8211; principal mostra do Festival do Rio &#8211; que acontecerá de 5 a 11 de agosto somente no Estação Net Botafogo. Devido aos protocolos sanitários vigentes, o número de ingressos disponíveis será limitado e entregues na bilheteria, sempre no mesmo dia da sessão. As sessões online dos longa-metragens entram em cartaz no InnSaei.tv no dia seguinte à sessão presencial e ficam disponíveis por, no máximo, 48h, dentro do limite de exibições de cada filme. As sessões online dos curtas estreiam no mesmo dia da sessão presencial no Estação Net Botafogo, e também ficarão disponíveis por 48h.</p>
<p>O filme, que foi gravado na feira de Casa Amarela e no Morro da Conceição, conta a história de uma feirante que tem o hábito de ouvir os programas policiais e rezar pelas vítimas e suspeitos envolvidos nos crimes da madrugada. No elenco, o curta traz nomes como Laís Vieira, Okado do Canal, Clebia Sousa e Mohana Uchôa.</p>
<p>Com elenco e equipe majoritariamente composta por pessoas negras, a produção teve como objetivo democratizar as oportunidades no set, contrariando os modelos tradicionais de equipe empregados no cinema pernambucano. O filme também conta com recursos de acessibilidade comunicacional (audiodescrição, libras e legenda para surdos e ensurdecidos), permitindo que pessoas com deficiência possam acessar o conteúdo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
&#8220;Rosário&#8221; (2019), dir. Igor Travassos e Juliana Soares<br />
Festival do Rio<br />
De 5 a 11 de agosto, no Espaço NET Botafogo e na plataforma on-line do Festival.</p>
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		<title>Documentário pernambucano estreia no Festival do Rio nesta quarta (12)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/documentario-pernambucano-estreia-no-festival-do-rio-nesta-quarta-12/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2016 20:17:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/unnamed.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-41045" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/10/unnamed.jpg" width="560" height="350" /></a></p>
<p>Parceiros em filmes como <em>Amor, Plástico e Barulho</em> (2013) e os premiados curtas <em>Superbarroco</em> (2008) e <em>Praça Walt Disney</em> (2011), o diretor Sergio Oliveira e a roteirista Renata Pinheiro estarão no Festival do Rio, nesta quarta-feira (12), representando Pernambuco com o documentário <em>Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos</em>.</p>
<p>Concorrente da Mostra Competitiva Premiére Brasil, o filme terá exibições também na quinta-feira (13) e na sexta (14). O longa é produzido pela Aroma Filmes, e conta com patrocínio do Programa Petrobras Cultural e incentivo do Governo de Pernambuco por meio do Funcultura. &#8221;<em>Além de ser um festival de muita visibilidade, é o único filme pernambucano dentro da mostra e que tem tudo a ver com o nosso momento político</em>&#8220;, comenta o diretor Sérgio Oliveira.</p>
<p>Filmado por dois anos e meio, entre 2013 e 2015, em Arcoverde, no Sertão pernambucano, o documentário mostra, em tom fabular, o contraste social de uma cidade tomada por jumentos e motos nas ruas, enquanto a cinquentenária orquestra de baile Super Oara, de Arcoverde, anima festas de debutantes.</p>
<p><em>&#8220;De início, pensávamos em  algo mais focado na banda, mas, no decorrer das filmagens, o filme acabou revelando um contexto mais amplo e se tornou o reflexo de um alargamento de fronteira dentro do Sertão. Ficamos impressionados com a transformação da paisagem e suas contradições, com os animais que são muito presentes na cidade e com a cultura como forma de resistência. Acabamos dando um recorte mais etnográfico&#8221;</em>, explica Sérgio Oliveira.</p>
<p><iframe src="https://player.vimeo.com/video/182765602" height="360" width="640" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p>A experimentação estética adquire um novo potencial com o tom fabular, que se manifesta através da câmera que acompanha o jumento. Personagem condutor do filme, e também um imigrante à margem da dita prosperidade econômica, ele observa a realidade mais que o homem que o escraviza e, nesse processo de personificação, acaba por interagir em danças e andanças por uma cidade já desmistificada.</p>
<p>A música é outro elemento importante no documentário, funcionando como um ponto de ligação entre o homem e o jumento. Músicas como “New York, New York”, hino na voz de Frank Sinatra; “Smooth Criminal”, de Michael Jackson; “La Vie em Rose”, canção famosa com Édith Paif; e “A Morte do Cisne”, de Tcchaicovsky, compõem a trilha sonora de ar cosmopolita no Sertão. Manifestações populares como o bumba-meu-boi e a participação do grupo Reizado de Caraíbas também participam do longa.</p>
<p>A estreia comercial de <em>Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos </em>está prevista para o primeiro semestre de 2017. Contemplada pelo Funcultura Audiovisual, a distribuição do filme  está prevista nas principais capitais do país e também em cidades do interior do Nordeste, a exemplo de Campina Grande, Caruaru e Petrolina. Os diretores também pretendem fazer exibições mistas e em formatos diferenciados, uma deles junto à Orquestra Super Oara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exibições:</p>
<p>- Quarta-feira, 12/10 | 19h | Roxy 1</p>
<p>- Quarta-feira, 12/10 | 19h | Roxy 2</p>
<p>- Quinta-feira, 13/10 | 13h | Cine Odeon</p>
<p>- Sexta-feira, 14/10 | 14h | Kinoplex São Luiz 1</p>
<p>- Sexta-feira, 14,10 | 19h | Kinoplex São Luiz 1</p>
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		<title>“Tatuagem” ganha edição em DVD e Blu-Ray</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Oct 2014 21:28:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem teve a oportunidade de assistir ao filme “Tatuagem” na tela grande do cinema, poderá agora tê-lo em casa. O premiado longa-metragem de Hilton Lacerda chega ao mercado de home video, com lançamento em DVD/Blu-Ray. Para celebrar esta nova edição do filme, acontece, nesta quarta (15), às 19h, um debate com Hilton Lacerda, a jornalista Fabiana Moraes e a pesquisadora Ângela Prysthon. O encontro acontece na Livraria Cultura (Paço Alfândega), no Bairro do Recife.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15465" alt="Flávio Gusmão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/tatuagem-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a></p>
<p>“Tatuagem” é estrelado por Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo García e grande elenco que trazem à tela a história do debochado grupo teatral Chão de Estrelas e o amor que aflora entre Clécio Wanderley, líder da trupe, e o recruta Fininha. O filme vem ganhando colecionando prêmios em diversos festivais pelo país. Entre eles, conquistou quatro kikitos no Festival de Gramado, cinco prêmios no Festival do Rio, outros cinco no Festival de Cinema de Triunfo, além de ser a única produção brasileira indicada ao Prêmio Goya, da Espanha, na categoria Melhor Filme Ibero-Americano.</p>
<p>Com distribuição da Imovision, o DVD/Blu-Ray traz, além do filme em si, material extra, como as apresentações teatrais, na íntegra, do Chão de Estrelas, além dos vídeos Super-8 do professor Joubert, que, no filme, registrava as performances da trupe, além de trailers e making of.</p>
<p><strong>Tatuagem</strong><br />
Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley (Irandhir Santos), a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia.</p>
<p>A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha (Jesuíta Barbosa), apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. É esse encontro que estabelece a transformação de nosso filme para os dois universos. A aproximação cria uma marca que nos lança no futuro, como TATUAGEM: signo que carregamos junto com nossa história.</p>
<p>Revisitando o cinema novo, flertando com o experimentalismo do super-8 da década de setenta no Brasil e dialogando com o cinema contemporâneo, TATUAGEM procura jogar luz sobre as várias maneiras que podemos ler e interpretar a história e a cinematografia de um país, devolvendo-lhe texturas e cheiros, e abrir uma brecha para vislumbrar uma das faces mais interessantes e complexas do Brasil: a história que nasce na marginalidade dos acontecimentos.</p>
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