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	<title>Portal Cultura PE &#187; Festival São João Sinfônico</title>
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		<title>Festival São João Sinfônico está de volta ao palco do Teatro Santa Isabel</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 09:47:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Maestro-TicoCaxiado.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93014" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Maestro-TicoCaxiado-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Com espetáculos no Teatro de Santa Isabel, nos dias 22 e 23 de abril, a partir das 20h, o Festival São João Sinfônico está de volta. Sob a batuta do maestro José Renato Accioly, um time de 32 instrumentistas da Orquestra de Câmara de Pernambuco (OCPE) subirá ao palco trazendo alguns convidados especiais, para atuarem como solistas. Dessa vez, foram convocados os forrozeiros Geraldinho Lins e Petrúcio Amorim, na estreia, e o grupo Quinteto Violado, na noite seguinte. Sérgio Campelo (maestro e fundador do SaGrama) assina os arranjos e os dançarinos Josy e Tico Caxiado, do Balé Cultural de Pernambuco, farão a conexão da música com as danças populares. O evento conta com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>A programação inclui, ainda, a cada dia, um concerto-aula, às 16h. No dia 21, ocorrerá também a Prosa de São João, evento on-line, com transmissão ao vivo pelo YouTube, às 19h, com o objetivo de mostrar como se faz esta mistura do erudito com o popular.</p>
<p><em>“Nossa ideia era a de comemorarmos os 30 anos de carreira de Geraldinho Lins e os 50 anos de trajetória do Quinteto Violado, em 2021. Mas, por questões de restrição da pandemia, tivemos que adiar para este ano. Esta possibilidade de estarmos juntos num teatro outra vez, ouvindo música e cantando ao lado de outras pessoas, junto de quem não se conhece, é algo raro, genuíno. É sempre uma surpresa, até para a gente”</em>, destaca José Renato Accioly.</p>
<p>Além do lado inusitado de uma orquestra celebrar o São João, tocando os ritmos do período, o projeto &#8211; que estreou em 2017 e chega à terceira edição &#8211; ganha importância pela homenagem aos artistas convidados, ressalta a produtora executiva e diretora-geral do São João Sinfônico, Carla Navarro.<em> “Buscamos dar visibilidade para a obra autoral dos convidados, mostrando que são compositores incríveis. O objetivo é furar as bolhas do erudito e do popular e até dentro do próprio forró, fazendo com que o público tenha contato com uma sonoridade sinfônica que nunca chegou a experimentar</em>”, pontua a produtora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>CONVIDADOS ESPECIAIS</strong></span></p>
<p>Na primeira noite, a sexta-feira, dia 22, antes de Geraldinho Lins e Petrúcio Amorim subirem ao palco para cantarem ao lado da OCPE, o público assistirá a uma apresentação do trio de percussão Tamboreando. Formado por Emerson Coelho, Emerson Rodrigues e Jerimum de Olinda, o grupo utiliza marimba, xilofone e vibrafone para fazer uma música única, fortemente marcada pelos três instrumentos. No repertório anunciado, estão algumas das composições mais famosas de Gonzagão, a exemplo de “Asa Branca” e “A Vida do Viajante”.</p>
<p>O prelúdio orquestral conta ainda com outro grande artista do forró pernambucano, que já marcou presença em edições anteriores, o sanfoneiro Beto Hortis, que acompanhará a OCPE em “Sanfona Sentida” e em dois pout-pourri: um com músicas de Gonzagão e um de marchinhas juninas.</p>
<p>Depois deste momento de aquecimento da plateia, é a vez dos grandes convidados da noite subirem ao palco. Geraldinho Lins e Petrúcio Amorim não escondem a emoção de poder participar do festival.<em> “Vou ter o privilégio de ter minhas canções arranjadas e executadas pela Orquestra de Câmara de Pernambuco, sob a regência do maestro José Renato Accioly e os arranjos de Sergio Campello. Estou muito honrado e feliz”</em>, revela Geraldinho.</p>
<p>Já Petrúcio aguarda o momento de ouvir a plateia cantando junto sucessos como “Anjo Querubim”.<em> “O espetáculo está maravilhoso. Poder estar ao lado da orquestra e apresentar minhas músicas de uma maneira bem gostosa e harmoniosa, fazendo um sincronismo junto com a plateia é muito especial”</em>, diz o compositor caruaruense.</p>
<p>No segundo dia de espetáculos, o sábado, dia 23, será a vez de os espectadores começarem a noite assistindo ao duo formado pela violinista Paula Bujes e o violoncelista Pedro Huff. Artistas e professores de música gaúchos radicados em Pernambuco, desde 2013, e premiados pelo CD “Afluências”, eles farão uma mistura de clássicos orquestrais, como a “Sinfonia Nº5 de Beethoven” ou um prelúdio de Bach, com sucessos do forró de Luiz Gonzaga, a exemplo de “Pau de Arara” e “Olha pro Céu”.<em> “Vamos misturar tudo, gerando um repertório inédito. É aquele instrumental que as pessoas vão reconhecer a partir da segunda nota musical. Crescemos em orquestra, mas Paula está tocando rabeca e se dedicando a um trabalho de forró chamado ‘Baila’. Foi muito divertido criar estes arranjos”</em>, pontua Pedro.</p>
<p>A grande estrela do dia, o Quinteto Violado, virá logo em seguida, com músicas que já viraram clássicos, a exemplo de “Disparada” e “Sete Meninas” (Dominguinhos e Toinho Alves). O grupo é formado por Marcelo Melo, Dudu Alves, Ciano, Roberto Medeiros e Sandro Lins, que festeja 50 anos de música<em>. “Não percam, pois será uma noitada muito bonita, com o São João fantástico da nossa terra”</em>, garante Marcelo Melo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>ACESSIBILIDADE</strong></span></p>
<p>Nas duas sessões dos concertos-aulas, estão previstas ações de acessibilidade, com audiodescrição pela VouSer Acessibilidade. O público-alvo da ação são ONGs e entidades sociais, mas meia hora antes do início das apresentações, os ingressos são liberados para o público em geral. <em>“O concerto-aula ocorre como uma conversa descontraída, na qual exploramos a sonoridade pouco vista de uma orquestra sinfônica. São sons que você já ouviu, mas não se lembra de onde. Pode ter sido de uma trilha sonora, de um toque de celular, e que desvendamos de onde vem durante a aula”</em>, explica o maestro. Carla Navarro completa: <em>“Além de promover a inclusão social, a aula busca formar plateia para a música instrumental e para a música junina”</em>.</p>
<p>Serviço<br />
Festival São João Sinfônico<br />
Prosa de São João, dia 21, 19h, via Youtube Orquestra de Câmara de Pernambuco; concertos-aula, dias 22 e 23, 16h; espetáculos dias 22 (OCPE, Geraldinho Lins e Petrúcio Amorim) e 23 (OCPE e Quinteto Violado), 20h. Ingressos à venda no <strong><a href="http://guicheweb.com.br" target="_blank">guicheweb.com.br</a></strong> e na bilheteria (no dia) a partir de R$ 20. Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, 233 &#8211; Santo Antônio.</p>
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		<title>Festival São João Sinfônico une popular e erudito no Teatro Luiz Mendonça</title>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2019 14:01:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[“Nosso desejo é criar um ambiente de interação entre a cultura junina e a cultura sinfônica”, nas palavras do maestro José Renato Accioly, este é o sentimento que resume o Festival São João Sinfônico, que ocupa o palco do Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, na próxima sexta-feira (31) e sábado (1º), às 20h. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_68878" aria-labelledby="figcaption_attachment_68878" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Sao-Joao-Dona-Lindu.jpg"><img class="size-medium wp-image-68878" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/05/Sao-Joao-Dona-Lindu-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Festival São João Sinfônico promove uma interação entre a dança, a poesia e os ritmos do ciclo junino</p></div>
<p><em>“Nosso desejo é criar um ambiente de interação entre a cultura junina e a cultura sinfônica”</em>, nas palavras do maestro José Renato Accioly, este é o sentimento que resume o Festival São João Sinfônico, que ocupa o palco do Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, na próxima sexta-feira (31) e sábado (1º), às 20h. Com incentivo do Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, e direção artística do regente da Orquestra de Câmara de Pernambuco (OCPE), o evento reedita o concerto São João Sinfônico, promovido em parceria com o Conservatório Pernambucano de Música em 2017, no Teatro Santa Isabel.</p>
<p>Volta maior, em formato de festival, incluindo quatro apresentações – dois concertos e dois concertos-aula –, e ainda mais rico, com programas diferentes em cada uma das noites. Como solistas, participam os forrozeiros Maciel Melo (sexta, 31) e Silvério Pessoa (sábado, 1º). Beto Hortis e Júlio César Mendes assumem o acordeom. Na quarta-feira (29), haverá ainda um encontro com estudantes de música e os participantes, no Conservatório, para detalhar o processo de criação do espetáculo.</p>
<p><em>“Promover essa interação entre a dança, a poesia e os ritmos que compõem essa cultura junina; com o universo da música sinfônica, representada por instrumentos como violino, clarinete e oboé, é um desafio delicioso”</em>, comenta Accioly.<em> “Todas as vezes que a gente consegue construir um caminho de desmistificar a música junina no ritmo, na diversidade, nas melodias, na poesia do nordestino, e trazê-la para o universo da música clássica, isso deixa muita felicidade. Proporcionar ao Recife essa mistura é muito prazeroso”</em>, conclui.</p>
<p>O regente conta com o apoio luxuoso de Sérgio Campelo (SaGrama) nos arranjos de clássicos de Luiz Gonzaga e de Jackson do Pandeiro, homenageado do festival pelo seu centenário em 2019. São sucessos como &#8220;A volta da asa branca&#8221;, &#8220;Assum Preto&#8221;, &#8220;Paraíba Masculina&#8221;, &#8220;Chiclete com Banana&#8221;, &#8220;A ema gemeu&#8221;, &#8220;Cabeça feita&#8221; e &#8220;Cabo Tenório&#8221;. Ao lado dos ícones do forró, composições de um artista que se firma como um dos grandes do atual cenário do forró nordestino: Maciel Melo, que conduz a primeira noite deste casório matuto entre o popular e o erudito.</p>
<p><em>“Maciel é um nome original da nossa música popular. É um criador, tem uma força tremenda na composição. Demos a ele liberdade para escolher o repertório, então ele ficou bem à vontade, e junto com Sérgio, definiu o que vamos tocar. Tem muitos sucessos dele, como Caboclo Sonhador, Tampa de Pedra e Isso Vale um Abraço”</em>, detalha José Renato.</p>
<p>Silvério Pessoa participa pela segunda vez do projeto São João Sinfônico. Antigo parceiro de José Renato no Baile do Menino Deus, onde atuam juntos há 13 anos, ele é hoje o intérprete que mais se debruça sobre a obra de Jackson do Pandeiro<em>. “Quando fizemos o concerto, em 2017, ficamos com este sonho de fazer algo para marcar os 100 anos de Jackson. Foi uma alegria imensa quando conseguimos aprovar o festival no Funcultura. Liguei para Silvério e falei que os 100 anos iam ser com muito forró”</em>, conta a produtora.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>INTEGRAÇÃO</strong></span><br />
O Festival São João Sinfônico aprofunda a sua proposta de mesclar o erudito com o popular ao colocar no mesmo palco, além dos 30 músicos da OCPE e dos forrozeiros – cantores e sanfoneiros – dois outros grupos de música instrumental, o Quarteto de Clarinetes Sopros de PE e o Grupo Instrumental Brasil (GIB). O primeiro toca na noite de estreia, levando para o palco os músicos Isaías Rafael, Jônatas Zacarias, Gabriel Sena e Crisóstomo Santos. O grupo tem um repertório que vai da música de concerto à MPB, com ênfase na música pernambucana.</p>
<p>Já o GIB, atração do sábado, tem como formação principal instrumentos de metais e percussão e é formado por professores do Departamento de Música da UFPE e UFPB e do Conservatório Pernambucano de Música, além de músicos da Orquestra Sinfônica do Recife. São eles Augusto França, Josias Adolfo, Rinaldo Fonseca, Mizael França, Zilmar Medeiros, Íris Vieira e Antônio Barreto.</p>
<p><em>“No imaginário do pernambucano, os metais tocam frevo. E, na verdade, os metais podem tocar tudo, inclusive músicas juninas. O GIB traz trompetes, trompa, trombone, tuba&#8230; A ideia também é chamar a atenção para estes instrumentos mais particulares e que as pessoas não ouvem no dia a dia. Criamos um formato, que vai permitir chamar a atenção para estas peculiaridades. E teremos também o Quarteto de Clarinetes, que é um conjunto eclético, que usa o clarone, um clarinete grave. O público terá acesso à sonoridade desse instrumento que não se ouve sempre”</em>, destaca José Renato Accioly.</p>
<p>Este papel didático do São João Sinfônico, de apresentar instrumentos menos usuais e como eles podem dialogar com os mais populares e conhecidos do público é reforçado pelos concertos-aula, a se realizarem nas tardes de sexta e sábado, sempre às 16h. Voltado a escolas, entidades sociais, mas também ao público em geral, o formato funciona como uma aula de música, com o maestro apresentando os instrumentos, a sonoridade de cada um deles e a expertise dos músicos. A entrada é gratuita, com entrega dos ingressos uma hora antes da abertura do teatro.</p>
<p><em>“É a nossa entrega social e de amor à música. Temos uma preocupação com a formação de plateia, com a perpetuação da cultura pernambucana. Queremos poder levar toda essa nossa riqueza musical, cultural, às novas gerações, às crianças e jovens. Não conhecemos outro festival com esta proposta de trazer o São João para um concerto, de alinhar a cultura junina com o erudito. Temos um produto de grande qualidade e parceiros de peso, que acreditaram no projeto, e isso é muito gratificante”</em>, salienta Carla Navarro, produtora do projeto.</p>
<p>E como todo forrobodó que se preza, o São João Sinfônico também vai ter muita dança. Os irmãos Josy e Tico Caxiado, do Balé Cultural de Pernambuco, são responsáveis pelas coreografias dos ritmos juninos. Tem forró, arrasta-pé, xaxado, coco&#8230;. Tudo para garantir que este São João seja danado de bom.</p>
<p>O Festival São João Sinfônico conta com o incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, Secretaria de Cultura de Pernambuco e da Fundarpe. Conta ainda com apoio da Cepe, Secretaria de Educação de Pernambuco, Conservatório Pernambucano de Música, Prefeitura do Recife, Passa Discos e Rede Globo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Festival São João Sinfônico<br />
Bate-papo com estudantes de música: dia 29/5, às 14h30, no Conservatório Pernambucano de Música (Av. João de Barros, 594, Santo Amaro)<br />
Concertos: dias 31 de maio e 1º de junho, às 20h, no Teatro Luiz Mendonça (Parque Dona Lindu, Av. Boa Viagem, s/n, Boa Viagem)<br />
Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia-entrada), à venda na loja Passa Discos e pelo <a href="https://www.sympla.com.br/festival-sao-joao-sinfonico__527717" target="_blank"><strong>Sympla</strong></a>.<br />
Concertos-aula: dias 31 de maio e 1º de junho, às 16h, Teatro Luiz Mendonça (ingressos distribuídos uma hora antes na bilheteria do teatro)</p>
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