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	<title>Portal Cultura PE &#187; Festival Sukiyaki</title>
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		<title>Mestre Chacon vai ao Japão apresentar o maracatu pernambucano</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 19:12:31 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Por Camila Estephania</em></strong></p>
<p>Pela segunda vez, Pernambuco terá um representante dentro da programação do Festival Sukiyaki, que, neste ano, acontece entre os dias 24 e 26 de agosto, no Japão. Depois de Naná Vasconcelos deixar sua marca no país asiático, agora será a vez do <strong>Mestre Chacon Viana</strong>, do Maracatu Nação Porto Rico, levar a sua contribuição. O brincante realizará seis oficinais em cidades diferentes dentro da programação do evento. Tóquio, Kyoto e Toyama serão alguns dos endereços que receberão os <em>workshops</em> para seis grupos de maracatu japoneses.</p>
<div id="attachment_62291" aria-labelledby="figcaption_attachment_62291" class="wp-caption img-width-490 alignnone" style="width: 490px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/chacon.jpg"><img class="size-medium wp-image-62291" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/08/chacon-490x486.jpg" width="490" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Chacon é o único brasileiro a participar desta edição do Festival Sukiyaki</p></div>
<p>O público poderá assistir o resultado da experiência no dia 25 de agosto, quando Chacon se apresentará com os alunos no Festival, em Toyama. “<em>A cultura deles também trabalha muito o tambor atrelado às religiões. Lá, os tambores são sagrados do mesmo modo como são para o maracatu</em>”, observa Chacon, que acredita que não haverá dificuldade de compreensão entre os japoneses. “<em>Eles usam muita força e pouca técnica ainda. Vou tentar levar a nossa malemolência e mostrar como o corpo faz parte da percussividade do tocar. Não se toca sem dançar</em>”, explica o mestre, que já acompanhava o desenvolvimento do maracatu no Japão através de um amigo.</p>
<p>“<em>Conheci Hack em um encontro de maracatu na França e, depois, ele veio para o Brasil e participou do Maracatu Nação Porto Rico. Ele é músico e se apaixonou pelo brinquedo. Eu já tinha consciência desses grupos de maracatu no país por conta dele, que sempre me manda vídeos dele mesmo dando oficinas em várias cidades</em>”, explica Chacon, que mantém contanto com Hack desde 2016. Foi ele quem apresentou o portfólio do mestre para a produção do festival, que convidou Chacon para ministrar as oficinas e se apresentar no evento.</p>
<div id="attachment_14582" aria-labelledby="figcaption_attachment_14582" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Clara Golvêa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Nacao-Porto-Rico-Clara-Golvea.jpg"><img class="size-medium wp-image-14582" alt="Clara Golvêa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Nacao-Porto-Rico-Clara-Golvea-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os batuqueiros do Nação Porto Rico</p></div>
<p>O mestre será o único brasileiro a participar da edição deste ano do Sukiyaki, que em outros anos, além de Naná, já recebeu nomes como Carlinhos Brown, Timbalada e André Mehmari.  “<em>Para mim, é uma honra levar o nome não só do Porto Rico, mas, principalmente, do maracatu para lá. Eu espero que isso traga mais japoneses para cá e que outras manifestações nossas também vão para lá. Acho que é o começo de um grande intercâmbio entre Pernambuco e Tóquio</em>”, resumiu Chacon, que, desde 1989, quando era vice-diretor de batuque (equivalente a contramestre hoje) do grupo, viaja o mundo inteiro representando o briquedo. Espanha, Portugal e Alemanha são alguns dos países que já o receberam. “<em>Quando viajo com um trabalho desse me sinto vitorioso, porque é a nossa cultura em destaque</em>”, conclui.</p>
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