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	<title>Portal Cultura PE &#187; festival</title>
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		<title>3º Festival Internacional Mamulengando Pernambuco celebra a tradição Mamulengos com programação multicultural</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 14:07:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; 3º Festival Internacional Mamulengando Pernambuco celebra a tradição Mamulengos com programação multicultural Festa reunirá mestres, artistas, pesquisadores e grupos do Brasil, Peru e Moçambique, entre os dias 27 de fevereiro e 1o de março de 2026 no Shopping Carpina Um dos mais importantes encontros dedicados ao teatro de bonecos popular no Brasil, o Festival [...]]]></description>
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<p>3º Festival Internacional Mamulengando Pernambuco celebra a tradição Mamulengos com programação multicultural</p>
<p>Festa reunirá mestres, artistas, pesquisadores e grupos do Brasil, Peru e Moçambique, entre os dias 27 de fevereiro e 1o de março de 2026 no Shopping Carpina</p>
<p>Um dos mais importantes encontros dedicados ao teatro de bonecos popular no Brasil, o Festival Internacional Mamulengando Pernambuco – FIMP reunirá mestres, artistas, pesquisadores e grupos do Brasil, Peru e Moçambique, entre os dias 27 de fevereiro e 1º de março de 2026 das 13h às 18h no Shopping Carpina, promovendo uma ampla programação cultural, pedagógica e artística voltada à valorização do Mamulengo e de outras expressões tradicionais da cultura popular.</p>
<p>Com atividades presenciais e ações formativas, o FIMP transforma Pernambuco em um grande palco de celebração do teatro de bonecos, conectando saberes ancestrais, práticas contemporâneas e intercâmbio internacional. Espetáculos, apresentações, encontros com mestres da cultura popular, debates e atividades educativas integram a programação oficial do evento. No dia 1º de março, as atividades serão online.</p>
<p>O FIMP é uma realização da Armorial Interações Culturais LTDA, que atua há mais de dez anos na promoção de atividades culturais, e conta com parcerias institucionais, culturais e educacionais, como o Shopping Carpina, as Prefeituras de Carpina e Glória do Goitá, o Comitê Estadual de Cultura, Sebrae e a Associação Brasileira de Teatro de Bonecos &#8211; ABTB, fortalecendo a presença do teatro de bonecos como expressão viva da identidade<br />
nordestina para o mundo. O Festival Mamulengando Pernambuco é fruto do incentivo da Lei Paulo Gustavo do Estado.</p>
<p>O Mamulengando Pernambuco conta com a parceria da Tárbol Teatro de Títeres, companhia peruana fundada em 1999, em Lima, pela atriz e titiriteira María Laura Vélez e pelo titiriteiro Martín Molina.A Tárbol desenvolve espetáculos que dialogam com narrativas tradicionais, identidades culturais e temas contemporâneos, aliando rigor estético, pesquisa de linguagem e compromisso social.</p>
<p>Essa parceria fortalece o intercâmbio cultural latino-americano, promovendo a troca de experiências entre artistas do Brasil e do Peru, além de contribuir para ações formativas, circulação de espetáculos e ampliação do diálogo entre o Mamulengo pernambucano e outras tradições do teatro de títeres no continente.</p>
<p>Em Moçambique, o FIMP conta com a participação dos produtores Makhalla Macamo e Kwanja Zawaris, que representam vertentes do teatro africano contemporâneo em diálogo com tradições populares, pedagogia cultural e intercâmbio internacional, aproximando-se de experiências latino-americanas como o teatro de bonecos popular, o teatro comunitário e as<br />
práticas de educação pela arte.</p>
<p>Essas trajetórias contribuem para o fortalecimento de pontes culturais entre África e América Latina, especialmente no campo das artes cênicas, da formação artística e da preservação dos saberes tradicionais em contextos contemporâneos.</p>
<p>O FIMP estabelece parceria com a UNIMA Peru, Centro Nacional no Peru da Union Internationale de la Marionnette (UNIMA), a mais antiga e uma das mais importantes<br />
organizações internacionais dedicadas ao teatro de títeres, com status consultivo junto à UNESCO e atuação em mais de 90 países.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
3º Festival Internacional Mamulengando Pernambuco<br />
27/02 A 01/03 no Shopping Carpina<br />
13 hrs às 18 hrs</p>
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		<title>Júri do 16º Festival de Cinema de Triunfo reúne nomes representativos do audiovisual contemporâneo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/juri-oficial-e-popular-do-16o-festival-de-cinema-de-triunfo-reune-nomes-representativos-do-audiovisual-contemporaneo/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 22:12:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Fest Cine de Triunfo]]></category>
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		<description><![CDATA[O Sertão pernambucano volta a ser cenário e protagonista do audiovisual com a realização do 16° Festival de Cinema de Triunfo, promovido pelo Governo de Pernambuco através da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). De 14 a 20 de dezembro, o município serrano recebe [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="center"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/triunfo.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-121626" alt="triunfo" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/triunfo.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p style="text-align: left;" align="center">O Sertão pernambucano volta a ser cenário e protagonista do audiovisual com a realização do 16° Festival de Cinema de Triunfo, promovido pelo Governo de Pernambuco através da Secretaria de Cultura do Estado (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe). De 14 a 20 de dezembro, o município serrano recebe uma programação intensa, que reafirma a força do cinema como linguagem de imaginação, poesia e transformação.</p>
<p>Com o tema “No Sertão o cinema já nasceu encantado”, a edição de 2025 propõe um mergulho no poder simbólico da imagem e na potência criadora do território, reconhecendo o Sertão como espaço de encantamento, onde a arte se entrelaça com a oralidade, com a música, com a memória e com a ancestralidade. É desse encontro entre o real e o imaginário que nasce o olhar crítico do júri responsável por avaliar os filmes desta edição.</p>
<p>A pluralidade de experiências, linguagens, territórios e referências presente nos júris reforça o compromisso do Festival de Cinema de Triunfo com a diversidade estética e política do audiovisual brasileiro. Em sintonia com o tema da edição, o júri amplia o diálogo entre memória, território e criação, reconhecendo a produção contemporânea como força que reinventa, provoca e encanta.</p>
<p><b>Júri Oficial – Curtas, média-metragem e filmes experimentais:</b></p>
<p><b>Leonardo Lemos</b> — Jornalista formado pela UNICAP e produtor cultural, vive em 2025 sua estreia no audiovisual. Em sua primeira incursão cinematográfica, criou o curta Casinha de Mureta, realizado com incentivo da Lei Paulo Gustavo. Inspirado no lema “uma ideia na cabeça, uma câmera na mão”, pesquisou casas históricas em Afogados da Ingazeira (PE) e experimentou múltiplas abordagens, mesclando lirismo, crítica e liberdade criativa. Seu trabalho já recebeu prêmios e passou por festivais nacionais e internacionais.</p>
<p><b>Danielle Valentim</b> — Realizadora que se dedica a narrativas negras, femininas e híbridas, é autora de obras como Pretas da História e História de Preta. Em 2024, foi selecionada para os programas de aceleração Black Brazil Unspoken (Warner Bros. Discovery) e LANANI (Rede Globo). Acredita no cinema como memória viva e instrumento de transformação social.</p>
<p><b>Yane Mendes</b> — Cineasta periférica, educadora popular e articuladora de favelas, nascida e criada no Totó, em Recife (PE). Mulher negra, coordena a Rede Tumulto e a Coalizão Nacional de Mídias Faveladas, Periféricas, Quilombolas e Indígenas. Já integrou o júri do Cine Maré e foi curadora da Semana Audiovisual de Cinema Negro no Recife. Seu olhar parte dos territórios, onde o cinema é ferramenta de memória, identidade e poder coletivo.</p>
<p><b>Chico Ludermir</b> — Jornalista, mestre em Sociologia, realizador audiovisual e educador popular. Integra os coletivos Coquevídeo e Acervo do Vídeo Popular em Pernambuco, atuando na articulação entre comunicação, política e mobilização comunitária.</p>
<p><b>Júri Oficial – Longa-metragem nacional:</b></p>
<p><b>Pedro Severien</b> — Diretor, professor, pesquisador, curador e ativista pernambucano. Dirigiu obras premiadas como Canção para minha irmã e Loja de Répteis. Seu primeiro longa, Todas as cores da noite (2015), estreou no Slamdance e foi premiado no Festival de Vitória. Fim de semana no paraíso selvagem (2022) recebeu mais de 20 prêmios. Mestre em Produção de Cinema e TV pela Universidade de Bristol e doutor em Comunicação pela UFPE, é autor dos livros Quando as luzes artificiais se apagam e Recife Ocupação Cinema. Atua como docente na Unicap e como curador do Cinema São Luiz.</p>
<p><b>Nayane Nayse</b> — Realizadora e distribuidora de curtas do Sertão do Pajeú, atua no audiovisual independente desde 2015. Seus filmes foram exibidos e premiados em festivais nacionais. Fundadora e diretora da Aurora Distribuidora — primeira da região criada por uma mulher — dedica-se à circulação de curtas em mostras, festivais e cineclubes.</p>
<p><b>Priscila Nascimento</b> — Cineasta, roteirista e montadora formada pela UFPE. Dirigiu Noite Fria, Fim de um Mundo, Notícias de São Paulo e Sonho em Ruínas, este último vencedor de Melhor Montagem e Melhor Edição de Som no CinePE 2025. Roteirista de Meu amigo Pedro Mixtape, vencedor de melhor filme no FICValdivia. Prepara-se para dirigir seu novo curta, Chá de calcinha.</p>
<p><b>Júri Popular &#8211; Mostra de curtas, média-metragem e filmes experimentais:</b></p>
<p><b>Gildenice Ferreira Tenório Maia &#8211; </b>Mais conhecida como Gilda, é agricultora, liderança quilombola, mestra cozinheira, coordenadora do grupo das mestras e sócia da Associação Remanescente de Quilombo, Moradoras e Moradores do Sítio Águas Claras e Adjacências. Historiadora e autora de versos, vive na comunidade quilombola Águas Claras desde que nasceu.</p>
<p><b>Lucyle Araújo da Silva &#8211; </b>É produtora cultural, assistente de produção, cantora, mediadora cultural e curadora. Atua na criação e organização de projetos artísticos, com experiência em ações voltadas à valorização da cultura local e ao fortalecimento de espaços comunitários. Como mediadora e curadora, desenvolve práticas que conectam artistas, público e territórios, promovendo acesso, diversidade e diálogo. Também se destaca como cantora, trazendo sensibilidade e identidade para suas apresentações. Lucyle integra a nova geração de agentes culturais comprometidos com inovação, inclusão e preservação das expressões culturais brasileiras.</p>
<p><b>Victor Douglas da Silva Ramos -  </b>É artista, produtor cultural e designer gráfico natural de Triunfo – Pernambuco. Atua de forma integrada nas áreas de audiovisual, artes visuais e comunicação, sempre pautando seu trabalho na valorização da cultura popular, do patrimônio imaterial e das manifestações artísticas do Sertão do Pajeú. Ao longo de sua trajetória, tem desenvolvido e colaborado em diversos projetos culturais municipais e estaduais, com destaque para iniciativas vinculadas às escolas públicas e estaduais de Triunfo. Entre elas, destacam-se ações educativas e artísticas realizadas por meio de políticas públicas como o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PNAB) e a Lei Paulo Gustavo, que possibilitaram a realização de oficinas, mostras audiovisuais, intervenções artísticas e produções colaborativas com estudantes e educadores da rede pública de ensino. Esses projetos buscaram aproximar a juventude da arte e da cultura local, fortalecendo a identidade triunfense e promovendo o protagonismo dos jovens como agentes culturais. Victor Douglas tem atuado também na produção e concepção de projetos independentes que dialogam com o cotidiano das escolas, estimulando a criatividade, a expressão e a valorização das tradições populares, como os Caretas e as Veinhas de Triunfo.</p>
<p><b>Júri Popular &#8211; Mostra longa-metragem nacional:</b></p>
<p><b>João Diniz ou Zinid</b> &#8211; É produtor cultural, artista visual, ator e realizador audiovisual, nascido no Sertão do Pajeú, na cidade de Triunfo, onde atua como provocador cultural, contribuindo para o desenvolvimento do pensamento crítico e para a formação da base da identidade cultural da comunidade que o cerca. Atualmente é membro gestor da Rede Interiorana de Produtores, Técnicos e Artistas de Pernambuco/RIPA-PE e Agente Territorial de Cultura no Pontão de Cultura Cabras de Lampião de Serra Talhada-PE. Foi vencedor da mostra competitiva de curtas e médias metragens dos Sertões no XIV Festival de Cinema de Triunfo, com o documentário &#8220;Festejar São Benedito pra todo ano chover&#8221;. Também foi selecionado para a mostra competitiva de curtas e médias metragens dos Sertões no XV Festival de Cinema de Triunfo, com o filme &#8220;KRUARÃ &#8211; Território Ancestral&#8221;.</p>
<p><b>Janaina Alencar de Araújo</b> &#8211; Produtora cultural e profissional de radiodifusão, natural de Triunfo-PE (1990), com trajetória construída entre o entretenimento, o jornalismo, a produção de eventos e a direção artística. Atuou na criação e produção do Festival Artístico (2004), ao lado de Joaneide e Aracelio Alencar, reunindo artistas da música, do teatro e da dança. Trabalhou na Rádio Web RW Princesa, com experiência em sonoplastia, produção e direção artística. Desenvolve projetos culturais com ênfase em gestão e execução, tendo realizado iniciativas contempladas pela Lei Aldir Blanc (2021) em Triunfo. Em 2024, integrou o júri de um festival de cinema. Também atua como modelo nos estados da Paraíba e Pernambuco, sendo agenciada pela FaceModel. Suas principais habilidades incluem produção de eventos, direção artística, sonoplastia, gestão de projetos culturais, entretenimento e jornalismo.</p>
<p><b>Teco de Agamenon</b> – É produtor cultural, ator de cinema, teatro e circo. Roteirista de filmes e autor de textos teatrais, foi homenageado em 2014, em Paraty (RJ), no Festival FATU, pela destacada participação no cinema do interior. Atuou em seis filmes da Montserrat, sob direção de Marcos Carvalho. Integra há três anos o Grupo de Teatro Equipe Recife, dirigido por Arlindo Silva e Pimentel, tendo participado de montagens marcantes, entre elas a peça Jesus, o Messias Esperado, no Teatro do Parque, nas temporadas de 1978, 1980 e 1988. Com 47 anos de participação na Paixão de Cristo de Triunfo e 60 anos de atuação como artesão e brincante de careta, mantém uma trajetória singular dedicada às artes e à cultura popular. Atualmente, tem 68 anos.</p>
<p><strong>Júri Especial Fepec &#8211; Prêmio Cineclubista &#8211; Melhor Filme para Reflexão:</strong></p>
<p><strong>Felipe dos Santos</strong> &#8211; Licenciado em Geografia (UFPE) e Coordenador de Projetos da produtora Entre Olhos. Fez a direção audiovisual dos curtas-metragens “Quintal Verde” (2021) e “Dakobo” (2023). Articula o Cine Cajá, projeto de cineclube itinerante voltado para o público infantojuvenil em comunidades e periferias do Recife e integra a Diretoria Executiva da Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC).</p>
<p><strong>Montez</strong> &#8211; Natural de Recife (PE), é graduado em Cinema e Audiovisual pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Editor-chefe da Revista Nostalgia, atua também como montador. É idealizador e programador do Cineclube Sans Soleil, além de curador do Janela Internacional de Cinema do Recife. Participou do Berlinale Talents, programa do Festival do Rio voltado à formação de novos talentos do audiovisual.</p>
<p><strong>Rafa Montteiro</strong> &#8211; É uma realizadora cultural e cineclubista do Agreste Setentrional, desenvolve produções e pesquisas artísticas em torno da cultura Sulanca, coletividades e mulheridades. Atua diretamente na MurallProd e no Coletivo Chocalho. Principais realizações: Mostra Murall Asulancarte (2022), o documentário Costureiras no Online — premiado no Curta Taquary 2025 —, a Mostra Audiovisual Asulancarte (2024), Entrelinhas (2025), os Cineclubes: CineMona e Cine Brilha &amp; Chacoalha.</p>
<p><strong> Júri Especial Apeci/ABD-PE:</strong></p>
<p><strong>Antônio Carrilho Antônio Carrilho</strong> &#8211; Nasceu em Recife. É formado no curso de Cinema-Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense. Atual Presidente da APECI/ABD-PE (Associação Pernambucana de Cineastas/Associação de Documentaristas e Curta-Metragistas – Seção PE). Realizou como produtor e diretor dezesseis curtas, quatro deles filmados em película 16 mm e 35 mm. Também produziu e dirigiu dois médias-metragens. Os curtas participaram e receberam prêmios nos principais festivais do Brasil, como o Festival de Brasília e o Festival de Gramado. Como roteirista, ganhou concursos estaduais e nacionais, destacando o “Concurso de apoio à produção de curta-metragem” SAV/Ministério da Cultura, 2011, com o projeto “Psiu! Um filme sobre o compositor Zé Dantas”. Venceu 3 edições do “Concurso de Roteiros Ary Severo e Firmo Neto” promovido pelo Governo do Estado de Pernambuco. É roteirista do Núcleo Criativo da República Pureza Filmes-RJ desde 2020, onde desenvolve roteiros e projetos de séries e longas de ficção. Dirige VTs comerciais e institucionais no mercado publicitário em Recife.</p>
<p><strong>Marcos Carvalho Xolaká Xuku Xunuã (o Curupira)</strong> &#8211; É arte-educador, produtor, roteirista e diretor, fundador do Instituto Cinema no Interior. Natural de Serra Talhada (Sertão do Pajeú-PE), atua intensamente há duas décadas na formação, inclusão e profissionalização audiovisual em regiões interioranas do Brasil e da América do Sul, com forte presença no Nordeste. Recebeu nomes tradicionais em cerimônias Fulni-ô (PE), Nukini/Nawa (AC) e Tukano/Peratapuia (AM), que orientam seu compromisso com territórios, memória e floresta. Seu trabalho envolve colaboração direta com comunidades indígenas, quilombolas, ribeirinhas, rurais e socioeducativas, fortalecendo narrativas locais e ações socioambientais. À frente do Cinema no Interior, realizou 23 edições e mais de 120 curtas, além de intercâmbios internacionais com a Índia, França, Venezuela e Colômbia. Entre os curtas premiados destacam-se Entre, Lua, a Casa é Sua!, A Menina da Ilha e Yadedwa Seetô. Marcos é Sócio-fundador da Mont Serrat Filmes, responsável pela realização da série de TV OPARA e de longas como Na Quadrada das Águas Perdidas, O Gigantesco Ímã e Légua Tirana, reconhecidas nacional e internacionalmente. Recebeu diversos prêmios e honrarias de reconhecimentos, incluindo sete Prêmios BNB de Cultura e distinções do Minc, Fundarpe, Fundaj, além de diversas Instituições, Governos Municipais e Conselho de Cultura do Estado da Bahia.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Azougue Festival de Cultura Popular homenageou os 80 anos do Mestre Salustiano com programação especial na Casa da Rabeca</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/azougue-festival-de-cultura-popular-homenageou-os-80-anos-d-mestre-salustiano-com-programacao-especial-na-casa-da-rabeca/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 14:41:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_121279" aria-labelledby="figcaption_attachment_121279" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-17-at-11.29.18.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121279" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-17-at-11.29.18-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p></div>
<p dir="ltr">O último sábado (15) marcou uma noite especial na Casa da Rabeca, em Olinda, com a realização da 12ª edição do Azougue Festival de Cultura Popular. Este ano, a celebração ganhou um significado ainda mais profundo, por marcar os 80 anos de nascimento do Mestre Salustiano, Patrimônio Vivo de Pernambuco, Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e um dos homenageados do Pernambuco Meu País 2025. O festival celebrou a trajetória do mestre que levou o som da rabeca e a força da cultura popular pernambucana para o Brasil e o mundo, e que hoje tem seu legado preservado e mantido por sua família.</p>
<p dir="ltr">Realizado com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), o Azougue reuniu artistas, grupos tradicionais e novos talentos em uma programação que reforçou a Casa da Rabeca como território vivo de memória, criação e continuidade cultural.</p>
<p dir="ltr">“Pisar nesse solo é especial, é solo de maracatu, de cultura popular, de ancestralidade. Quem chega aqui se arrepia, sente a força da cultura de Pernambuco. Então, celebrar Mestre Salustiano, esse Patrimônio Vivo que segue vivo em sua obra, é celebrar uma história que se perpetua. Aqui vemos crianças, jovens, adultos e idosos, todos tocados pelo maracatu. A cultura popular tem esse papel de reunir, conectar, juntar gente. Por isso, desejo um viva para Mestre Salu, seu legado, toda sua força e da sua família”, ressaltou a secretária Executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves.</p>
<div id="attachment_121281" aria-labelledby="figcaption_attachment_121281" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-17-at-11.29.19-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121281" alt="A secretária Executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves, a gerente de Política Cultural da Secult-PE, Wanessa Santos, e Maciel Salú, multiartista e filho do Mestre Salustiano durante a celebração na Casa da Rabeca." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-17-at-11.29.19-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A secretária Executiva de Cultura de Pernambuco, Yasmim Neves, a gerente de Política Cultural da Secult-PE, Wanessa Santos, e Maciel Salú, multiartista e filho do Mestre Salustiano, durante a celebração na Casa da Rabeca.</p></div>
<p dir="ltr">A programação começou no início da noite com um cortejo do Maracatu de Baque Solto Piaba de Ouro, abrindo os caminhos para uma sequência de apresentações. Geo Salú, dando continuidade ao legado familiar, encantou o público com sua musicalidade. Em seguida, a Quadrilha Raio de Sol, reconhecida como Patrimônio Vivo de Pernambuco, trouxe ao palco a energia e a coreografia marcanftes do ciclo junino.</p>
<div id="attachment_121280" aria-labelledby="figcaption_attachment_121280" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-17-at-11.29.19.jpeg"><img class="size-medium wp-image-121280" alt="O Azougue reuniu artistas, grupos tradicionais e novos talentos em uma programação que reforçou a Casa da Rabeca como território vivo de memória, criação e continuidade cultural." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/11/WhatsApp-Image-2025-11-17-at-11.29.19-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Azougue reuniu artistas, grupos tradicionais e novos talentos em uma programação que reforçou a Casa da Rabeca como território vivo de memória, criação e continuidade cultural.</p></div>
<p dir="ltr">O ponto alto da noite foi o show ‘Família Salustiano e a Rabeca Encantada’, que recentemente integrou a programação do Festival Pernambuco Meu País 2025. O grupo apresentou a diversidade musical de Mestre Salustiano, reforçando a potência simbólica e afetiva de sua obra.</p>
<p dir="ltr">“O Azougue é isso, uma grande homenagem ao Mestre Salustiano e toda sua luta. Para mim, é uma honra, para mim e para meus irmãos, podermos realizar essa homenagem tão merecida. Também é muito importante contarmos com o apoio e o incentivo da PNAB, do Governo do Estado de Pernambuco. Sabemos que a cultura popular precisa, cada vez mais, desse incentivo e desse cuidado, porque ela gera milhares de empregos, diretos e indiretos. Ela é fruto de uma luta diária, de quem tira do próprio sustento para manter viva essa tradição. Por isso, agradecemos a gestão pública por cada vez mais cuidar do nosso patrimônio cultural”, destacou Maciel Salú, multiartista da cultura popular e filho do homenageado.</p>
<p dir="ltr">O festival contou ainda com apresentações do Cavalo Marinho Boi Matuto de Olinda, do DJ Rimas Inc, das projeções visuais de Toni Braga e o Som na Rural, que animou os intervalos durante toda a noite.</p>
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		<title>Festival de Circo do Brasil retorna ao Recife com programação franco-brasileira</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 13:07:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120974" aria-labelledby="figcaption_attachment_120974" class="wp-caption img-width-457 alignnone" style="width: 457px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-10.05.27.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120974" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-29-at-10.05.27-457x486.jpeg" width="457" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Esparrama Circo</p></div>
<p>Depois de uma passagem consagradora pela França, o Festival de Circo do Brasil (FCB) se prepara para sua etapa nacional, que transforma o Recife na capital das artes circenses de 1º a 9 de novembro. Em sua 19ª edição, o evento integra o Ano Brasil–França, promovendo um projeto de cooperação cultural e intercâmbio artístico com a La Grainerie – Fabrique des Arts du Cirque et de l’Itinérance.</p>
<p>O público pernambucano poderá conferir espetáculos nacionais e internacionais, vivências circenses, laboratórios artísticos, intercâmbios culturais, feira de economia criativa, exibição de filmes e apresentações musicais e de cultura popular, reafirmando o festival como um dos principais encontros de artes circenses da América Latina. A programação ocupará os teatros de Santa Isabel, Parque, Apolo e Hermilo Borba Filho, além de itinerar por vários espaços abertos do Grande Recife.</p>
<p>Com produção da Luni Produções e da La Grainerie e apoio da Prefeitura do Recife, do Governo de Pernambuco e do Ministério do Turismo, o FCB traz nove dias de intensa programação, para todas as idades, com atividades gratuitas e a preços acessíveis. Esta edição do festival conta com patrocínio do Banco do Nordeste, através da Lei de Incentivo à Cultura, uma realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.</p>
<p><strong>Abertura e ocupação artística no Parque Santana</strong></p>
<p>O festival inicia no primeiro final de semana de novembro, dias 1º e 2, com uma grande ocupação artística no Parque Santana, em Casa Forte. A programação, gratuita e franco-brasileira, reúne diferentes linguagens em uma celebração das artes e da cultura.</p>
<p>No local, será montado um palco para apresentações circenses, shows musicais e manifestações da cultura popular. Entre as atrações, Esparrama Circo, do Grupo Esparrama (SP), presta homenagem à tradição do circo, transformando o cotidiano em espetáculo. A Mostra PE apresenta números de artistas pernambucanos ou residentes no Estado, selecionados por meio da convocatória artística do festival.</p>
<p>A programação musical começa no sábado (1º) com Forró na Caixa (PE), que transforma o picadeiro em um baile de rabeca, mesclando forró pé-de-serra, coco, baião, samba e influências do manguebeat. No domingo (2), Mestre Anderson Miguel (PE) celebra as tradições populares pernambucanas com maracatu de baque solto e ciranda. O coletivo Fuscirco (Ceará), formado pelos palhaços Rupi e Pitchula, estaciona seu Fusca Azul 1974 na área central do parque, apresentando música, malabares, equilibrismo e humor no espetáculo “A RiSita”. O público ainda poderá assistir o espetáculo “How Much We Carry?”, do Crique Immersif (FR-BR). Inédito no Brasil, a apresentação, sem diálogos, convida o público à pausa e ao encontro em torno de uma percha gigante em constante desequilíbrio.</p>
<p>O skatepark do Parque Santana recebe o laboratório artístico Hyperboles, da Cie SCoM (França), que investiga as interseções entre skate e acrobacia circense, propondo uma reflexão sobre o lugar das mulheres em práticas tradicionalmente masculinas. A iniciativa reúne artistas circenses e skatistas do Brasil e da França.</p>
<p>Durante os dois dias, o público também poderá participar da Feira Na Laje, evento colaborativo de economia criativa, e das Vivências Circenses, da Cia Brincantes de Circo (PE), com experimentação de aéreos como tecido, lira e trapézio fixo, equilíbrio no arame, acrobacias e malabares para crianças e adultos. No domingo, a programação começa com um aulão de yoga, promovendo conexão com o corpo antes das atividades circenses.</p>
<p><strong>Programação nos teatros<br />
</strong><br />
Nos teatros, a programação começa com “Nove Tentativas de Não Sucumbir”, da Cia Devir (PE), no Teatro Apolo, com duas apresentações gratuitas nos dias 31 de outubro e 1º de novembro. O espaço também recebe “Vermelho, Branco e Preto”, de Cibele Mateus (SP), nos dias 5 e 6, e “Fragmentos”, da Cia La Víspera (ES-FR), nos dias 7 e 8.</p>
<p>No Teatro de Santa Isabel, serão apresentados “O Vazio é Cheio de Coisa”, da Cia Nós no Bambu (DF), em sessão única no dia 6, e “Le Bruit des Pierres”, do Collectif Maison Courbe (FR), nos dias 8 e 9. O solo da brasiliense Poema Mühlenberg integrou a etapa francesa do festival, em Toulouse. Outro solo da artista, “Sarayvara”, também apresentado na França, chega ao Brasil no dia 7, no Teatro Hermilo Borba Filho, com entrada gratuita. O Teatro do Parque recebe “Juventud”, da Cie NDE (FR), no dia 9. Os ingressos para estas apresentações estão disponíveis na plataforma Sympla, com valores de R$10 a R$50.</p>
<p><strong>Exibição especial: documentário sobre Davi Kopenawa</strong></p>
<p>No dia 4 de novembro, na Sala Derby do Cinema da Fundação, o público poderá conferir “Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta”, documentário dirigido por Marco Alteberg e Tainá de Lucas, que dá voz a Davi Kopenawa Yanomami, líder indígena e defensor da Amazônia. O filme explora a visão poética e profunda de Kopenawa sobre os desafios enfrentados pelo povo Yanomami, impactos das invasões em territórios indígenas, a crise climática e o futuro da humanidade, com participações de Ailton Krenak, Claudia Andujar, José Celso Martinez e Gilberto Gil, entre outros.</p>
<p>A exibição é fruto da parceria entre o Festival de Circo do Brasil e o XV Janela Internacional de Cinema do Recife.</p>
<p><strong>Sessão de autógrafos e bate-papo com Mestre Martelo</strong></p>
<p>No dia 5 de novembro, o Paço do Frevo recebe uma sessão de autógrafos com Sebastião Pereira de Lima (Mestre Martelo) em torno do livro “Mateus de uma vida inteira”. O projeto de pesquisa é dedicado à figura do Mateus no Cavalo Marinho Pernambucano, destacando a trajetória de Mestre Martelo, considerado o Mateus mais antigo em atividade no Brasil, aos 89 anos. Organizado por Odília Nunes e Cibele Mateus, o trabalho busca preservar e valorizar a memória, os saberes e a comicidade negra do mestre da palhaçaria popular. Na mesma data, o público poderá participar de um bate-papo com Mestre Martelo e Cibele Mateus, aprofundando o diálogo sobre sua trajetória e legado.</p>
<p><strong>Circo Itinerante</strong></p>
<p>Com a proposta de ampliar a circulação da arte circense e formar novas plateias, o Festival de Circo do Brasil realiza a itinerância gratuita de espetáculos por diversos pontos do Grande Recife, levando magia, humor e encantamento a públicos de todas as idades.</p>
<p>A programação começa com “A RiSITA”, do Coletivo Fuscirco (CE), que se apresenta no dia 3 de novembro, no Compaz Ariano Suassuna, no Cordeiro, e no dia 4, em Vera Cruz, Camaragibe. O espetáculo “How Much We Carry?”, do Cirque Immersif (FR-BR), segue em circulação pelo Alto da Sé, em Olinda, no dia 7; pela Oficina Francisco Brennand,na Várzea, no dia 8; e pela Praça do Arsenal, no Recife Antigo, no dia 9.</p>
<p>Já no dia 8 de novembro, o Parque Apipucos sedia “Copyleft”, da Cie. NDE (FR) — uma apresentação que combina malabarismo e dança, permeada por humor e referências esportivas.</p>
<p><strong>Ciclo Formativo</strong></p>
<p>A programação formativa do Festival de Circo do Brasil oferece oficinas e laboratórios voltados a artistas, estudantes e profissionais do circo, promovendo trocas entre diferentes linguagens e experiências. Nos dias 5 e 6 de novembro, o artista Nicanor de Elia, da companhia franco-argentina Cie. NDE, ministra a oficina “Malabares e Movimento”, no Paço do Frevo. Já o artista Felipe Nicknig, da Cia Catavento (GO), conduz o workshop “Aéreo Dinâmico”, de 3 a 5 de novembro, no Espaço Cultural Entrelaços. O ciclo se completa com o laboratório “Constelar: criação em circo, artes visuais e teatro”, com Domitille Martin, Nina Harper e Ricardo Cabral, do Collectif Maison Courbe (França), que acontece no Teatro Hermilo Borba Filho, no dia 6 de novembro.</p>
<p>A grade formativa também dá continuidade a dois laboratórios franco-brasileiros iniciados na etapa francesa do festival: Aldeia de Tous e Hyperboles. Inspirado na obra de Ailton Krenak, o Aldeia de Tous reúne seis jovens artistas — três brasileiros e três franceses — em um diálogo entre culturas e linguagens circenses. Após a primeira fase realizada em Toulouse, sob direção de Duda Maia e Nicanor de Elia, a etapa brasileira é conduzida por Maria Paula Costa Rêgo e Poema Mühlenberg. Já o Hyperboles, da companhia Cie SCoM (França), é um laboratório de pesquisa artística que explora as interseções entre skate e acrobacia circense, propondo uma reflexão sobre o corpo, o movimento e o papel das mulheres em práticas tradicionalmente masculinas.</p>
<p><strong>Aldeia de Tous: sustentabilidade e democracia no picadeiro</strong></p>
<p>O eixo curatorial deste ano, “Aldeia de Tous” (Aldeia de Todos), traz os temas sustentabilidade e democracia para o picadeiro. O termo combina português e francês: “Aldeia” refere-se às localidades dos povos originários no Brasil, e “tous” significa “de todos”.</p>
<p>“A proposta é apresentar uma nova perspectiva sobre o circo brasileiro e suas diversas composições, destacando temas urgentes da contemporaneidade de forma transdisciplinar com outras linguagens artísticas”, destaca a curadora e idealizadora do festival, Danielle Hoover.</p>
<p>Com quase duas décadas de trajetória, o Festival de Circo do Brasil reafirma seu compromisso de difundir o circo contemporâneo, aproximar o público das artes e valorizar o intercâmbio cultural. “Mais do que uma mostra de espetáculos, o festival é um espaço de encontro, experimentação e resistência poética — um convite para celebrar a arte de permanecer em movimento”, conclui Danielle.</p>
<p><strong>Etapa francesa</strong></p>
<p>Entre 17 e 28 de setembro, Toulouse recebeu a etapa francesa do FCBl, reunindo artistas brasileiros e franceses em apresentações, oficinas, laboratórios criativos, sessões de cinema, exposições de artes visuais, concertos musicais e atividades colaborativas de gastronomia, encantando o público europeu. Foi a primeira vez que o evento, nascido há 21 anos no Recife e que já impactou mais de 1 milhão de pessoas em Pernambuco, aconteceu em solo internacional, resultado de uma parceria com o Festival Européia de Circo (L’Européenne de Cirque).</p>
<p>A cooperação cultural entre os dois festivais surgiu da coprodução firmada entre a Luni Produções e a La Grainerie, com colaboração da Ésacto’Lido — Escola Superior de Artes Circenses de Toulouse.</p>
<p>“A La Grainerie e a Luni são parceiras há muitos anos. Dessa colaboração nasceu a proposta de uma ocupação multidisciplinar e festiva, que promovesse o diálogo entre o circo e outras linguagens artísticas, todas unidas por um denominador comum: o encontro entre nossas culturas, em sintonia com as questões democráticas e ecológicas que atravessam nossa época”, destaca Hélène Métailié, curadora e gerente de produção do projeto La Grainerie.</p>
<p>“Esta edição é muito especial para nós. Além de levar o Festival de Circo do Brasil pela primeira vez ao exterior, vamos receber pela primeira vez em Recife a diretoria da La Grainerie. A ideia é continuar este movimento de internacionalização nas próximas edições”, afirma a produtora cultural da Luni, Karina Hoover.</p>
<p><strong>Temporada Cruzada Brasil-França/França-Brasil 2025</strong></p>
<p>Lançada por Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva, a Temporada Cruzada Brasil-França 2025 / Saison Croisée Brésil-France 2025 celebra os 200 anos de relações bilaterais e tem como objetivo fortalecer os laços entre os dois países. Estruturada em torno de três grandes eixos — Clima e Transição Ecológica; Diversidade das Sociedades e Diálogo com a África; Democracia e Estado de Direito —, a iniciativa também busca dinamizar a cooperação em áreas como cultura, economia, pesquisa, educação e esporte, com atenção especial à juventude e aos intercâmbios profissionais.</p>
<p>A temporada ocorrerá entre abril e setembro de 2025 na França e entre agosto e dezembro do mesmo ano no Brasil.</p>
<p>“Da missão artística de Debret à voz de Ailton Krenak, a Temporada 2025 honra uma trajetória de fascínio e enriquecimento mútuo”, afirma Emmanuel Lenain, Embaixador da França no Brasil.</p>
<p>A Temporada está coordenada pelo Institut Français e o Instituto Guimarães Rosa em estreita colaboração com as Embaixadas da França no Brasil e do Brasil na França, sob a autoridade dos ministérios das Relações Exteriores e da Cultura de ambos os países. Os comissários são Anne Louyot (programação no Brasil) e Emilio Kalil (programação na França).</p>
<p><strong>Serviço:</strong><br />
19ª edição Festival de Circo do Brasil — Aldeia de Tous<br />
1º a 9 de novembro de 2025<br />
Recife – Pernambuco<br />
Ingressos: Sympla (sympla.com.br/festivaldecircodobrasil)<br />
Mais informações: www.festivaldecircodobrasil.com.br/</p>
<p><strong>Acompanhe o Festival de Circo do Brasil nas redes sociais:</strong></p>
<p>https://www.instagram.com/festivaldecircodobrasil/</p>
<p>https://www.facebook.com/FestivaldeCirco</p>
<p>https://www.youtube.com/@FestivalCircoBrasil</p>
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		<item>
		<title>Mercado Eufrásio Barbosa recebe o “Damas da Arte: Festival de Cultura Popular” em celebração ao protagonismo feminino</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mercado-eufrasio-barbosa-recebe-o-damas-da-arte-festival-de-cultura-popular-em-celebracao-ao-protagonismo-feminino/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 17:49:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120477" aria-labelledby="figcaption_attachment_120477" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250930-WA0141.jpg"><img class="size-medium wp-image-120477" alt="Foto: Laíse Souza/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG-20250930-WA0141-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Laíse Souza/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Com incentivo da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), o Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, recebe, a partir desta sexta-feira (3), a 1ª edição do Damas da Arte – Festival de Cultura Popular. Até o próximo domingo (05), o evento reunirá artistas e produtoras culturais de Pernambuco, Paraíba e Brasília, valorizando o protagonismo feminino e a cena independente. A programação é gratuita e inclui feira de artesanato, oficinas, workshops, painéis de discussão, palestras e apresentações artísticas, ocupando diferentes espaços do equipamento.</p>
<p dir="ltr">A tradicional feira Damas da Arte, realizada durante todo o evento, destaca o trabalho artesanal de mulheres do Nordeste, ocupando diferentes espaços do Mercado Eufrásio Barbosa. Todas as atividades são abertas à comunidade, fortalecendo a cena cultural feminina e promovendo diversidade, inclusão e intercâmbio entre gerações e territórios artísticos. As atividades são gratuitas, mas os ingressos para workshops, painéis de discussão e palestras precisam ser retirados através da plataforma <a href="https://l1nq.com/damasdaartefestival">Sympla</a>, com vagas limitadas à capacidade do espaço.</p>
<p dir="ltr">Os três dias de evento contarão ainda com show, como o da multiartista paraibana Luana Flores, que se apresenta em Olinda pela primeira vez; além da cantora, compositora e percussionista pernambucana Poli e, encerrando a programação, no domingo, um dos ícones da nova música pernambucana sobe ao palco, a cantora e compositora Flaira Ferro.</p>
<p dir="ltr">“A importância e o impacto do festival vão além da programação. É um encontro na luta pela equidade de gênero no meio artístico, atuando como catalisador de visibilidade e reconhecimento, oferecendo espaços de protagonismo para artistas e empreendedoras. Nossa expectativa é que não seja apenas uma celebração pontual, mas uma ferramenta de transformação. A meta é inspirar, impulsionar e fortalecer a rede de colaboração entre mulheres, garantindo espaços de fala, representatividade e valorização das fazedoras de cultura”, destaca a produtora cultural Laíse Souza, coordenadora geral do evento.</p>
<p dir="ltr"><strong><em>&gt; Programação completa:</em></strong></p>
<p dir="ltr"><strong>Sexta (03/10) – A partir das 14h</strong></p>
<p dir="ltr">Feira de artesanato: Damas da Arte</p>
<p dir="ltr">Workshop: AGBÊ e Dança invisível | Junia Jun (Brasília-DF)</p>
<p dir="ltr">Palestra: “Direitos autorais e distribuição de músicas em plataformas digitais” | Jessica Brito (ONErpm)</p>
<p dir="ltr">Painel de discussão: Produção e espaços culturais | Andala Quituche (Museu das Tradições, Aliança-PE), Guida Gomes (Instituto Casa Astral, Recife-PE), Gabriela Dias (Terra Polo Cultural, Recife-PE).</p>
<p dir="ltr">Show: Luana Flores (João Pessoa-PB)</p>
<p dir="ltr"><strong>Sábado (04/10) &#8211; A partir das 14h</strong></p>
<p dir="ltr">Feira de artesanato: Damas da Arte</p>
<p dir="ltr">Workshop: Cavalo Marinho | Gabriela Salustiano (Olinda-PE)</p>
<p dir="ltr">Palestra: Cultura Afro-Brasileira | Mirela Cavalcanti (Pedagoga e integrante do Afoxé Alafin Oyó)</p>
<p dir="ltr">Painel de discussão: Mestras, saberes populares | Mestra Nice Teles (Cavalo Marinho, Condado-PE), Mestra Ana Lúcia (Coco de Roda, Olinda-PE), Mestra Joana Cavalcante (Maracatu Baque Virado, Recife-PE)</p>
<p dir="ltr">Show: Poli (Recife-PE) &#8211; Show da Raiz ao Canto</p>
<p dir="ltr"><strong>Domingo (05/10) – A partir das 13h</strong></p>
<p dir="ltr">Feira de artesanato &#8211; Damas Da Arte</p>
<p dir="ltr">Workshop: “Frevo, corpo e movimento” | Maria Flor (Recife-PE)</p>
<p dir="ltr">Palestra: “Publicidade &#8211; Histórias que vendem” | Gio Figueiredo (Produtora da Globo PE)</p>
<p dir="ltr">Painel de discussão: “Economia criativa e empreendedorismo” | Enaile Lima (Instituto Materialize Ideias &#8211; Cabo-PE), Concita Carvalho (Diretora de Economia Criativa, Igarassu-PE), Roberta Meneses (Supervisora de Pequenos Negócios da AGE &#8211; PE)</p>
<p dir="ltr">Show: Flaira Ferro (Recife-PE)</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviço</strong></p>
<p dir="ltr">Damas da Arte – Festival de Cultura Popular</p>
<p dir="ltr">Dias: 03, 04 e 05 de outubro de 2025.</p>
<p dir="ltr">Sexta e sábado, 14h às 20h | Domingo, 13h às 19h.</p>
<p dir="ltr">Local: Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa – Largo do Varadouro, Olinda</p>
<p dir="ltr">Entrada: gratuita | Classificação: Livre</p>
<p dir="ltr">Inscrições para atividades formativas: <a href="https://sl1nk.com/KSNpi">Sympla</a></p>
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		<item>
		<title>Celebrando a cultura popular e a tradição de matriz africana, Arcoverde recebe 11ª edição do Festival Cosme e Damião</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/celebrando-a-cultura-popular-e-a-tradicao-de-matriz-africana-arcoverde-recebe-11a-edicao-do-festival-cosme-e-damiao/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2025 16:53:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
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		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=120414</guid>
		<description><![CDATA[A celebração da cultura popular, da fé e da tradição de matriz africana ganha destaque em Arcoverde com a 11ª edição do Festival Cosme e Damião, promovido pela Associação Cultural Raízes do Sertão. Em 2025, o evento se expande para seis dias, começando nesta segunda-feira (22) e seguindo até o dia 27 deste mês, com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120415" aria-labelledby="figcaption_attachment_120415" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-22-135238.png"><img class="size-medium wp-image-120415" alt="Foto: Associação Cultural Raízes do Sertão/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/Captura-de-tela-2025-09-22-135238-607x405.png" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Associação Cultural Raízes do Sertão/Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">A celebração da cultura popular, da fé e da tradição de matriz africana ganha destaque em Arcoverde com a 11ª edição do Festival Cosme e Damião, promovido pela Associação Cultural Raízes do Sertão. Em 2025, o evento se expande para seis dias, começando nesta segunda-feira (22) e seguindo até o dia 27 deste mês, com uma programação diversa que inclui cortejos, exibições de filmes, apresentações musicais e as tradicionais brincadeiras de Cosme e Damião. A ação conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura, através da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Em respeito à tradição de matriz africana, fundamento da Associação Cultural Raízes do Sertão, o festival homenageia os Santos Cosme e Damião, que no sincretismo são as divindades Ibejis — regentes da alegria, inocência e ingenuidade das crianças. A celebração inclui a distribuição de comidas típicas como pipocas e doces, reforçando a conexão cultural e religiosa.</p>
<p dir="ltr">As atividades do festival acontecerão na Comunidade dos Canos, localizada no bairro Sucupira, e incluirão intérpretes de Libras para assegurar que todos tenham acesso. Entre as atrações principais, o evento contará com a participação de grupos significativos da cultura popular de Arcoverde, como o “Boi Cafuné” e o “Boi Maluvido”, renomadas agremiações carnavalescas da cidade, além do grupo Cambindas de Triunfo, que representa a tradição do Sertão do Pajeú. A programação também homenageia talentos da região, como o “Samba de Coco Erêmin”, composto por crianças da própria associação, e o artista multifacetado Lucas dos Prazeres, que é um defensor da cultura do Quilombo dos Prazeres. A procissão com as imagens de Cosme e Damião também irá atravessar as ruas de Arcoverde, sendo acompanhada pela Banda de Pífano Santa Luzia.</p>
<p dir="ltr">O evento é organizado pela Associação Cultural Raízes do Sertão, que, desde 2013, trabalha nas áreas periféricas de Arcoverde, incentivando discussões sobre racismo, intolerância religiosa e desigualdades por meio de eventos culturais e iniciativas socioeducativas. Para ficar por dentro de toda a programação, toda a grade está disponível através do perfil oficial da Associação Cultural Raízes do Sertão no Instagram, o <a href="http://instagram.com/associacao.cultural.raizes">@associacao.cultural.raizes</a>.</p>
<p dir="ltr"><strong>Homenagem a Dona Lourdes</strong></p>
<p dir="ltr">O 11º Festival de São Cosme e Damião, com o título “Tradição, Fé e Alegria”, rende uma merecida homenagem à mestra Maria de Lourdes Bezerra Montenegro (1950-2025), uma das figuras mais significativas na cultura de Pernambuco. Ela dedicou sua vida à transmissão de conhecimentos, promovendo a cultura popular por meio de suas canções, danças e toques de coco. Sua voz ancestral ressoou com intensa paixão pelo triângulo, um instrumento que marca o ritmo do samba de coco. Ela é uma pessoa eternizada na cultura: &#8220;Ela é hoje, amanhã e sempre&#8221;. Com raízes afro-indígenas, Maria de Lourdes (74 anos) nasceu no Sertão de Pernambuco, em Custódia, e desenvolveu sua trajetória em Arcoverde, lugar que escolheu para viver eternamente, onde encontrou seu verdadeiro encanto.</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País celebrou a cultura popular em encontro com o Boi da Macuca e o Homem da Meia-Noite</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 03:42:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_120034" aria-labelledby="figcaption_attachment_120034" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-19.42.35-7.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120034" alt="Homem da Meia-Noite e Boi da Macuca por Luiz Felipe Bessa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-19.42.35-7-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Homem da Meia-Noite e Boi da Macuca por Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p></div>
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<p>Arcoverde, 31 de agosto de 2025 – Este foi mais um dia inesquecível para quem vive intensamente a cultura que floresce em solo pernambucano.  Na tarde deste domingo (31), às 16h, dentro da programação do Festival Pernambuco Meu País, o Cortejo Brincantes promoveu o encontro entre as duas agremiações que mais abrilhantam os festejos carnavalescos olindenses: o Boi da Macuca e O Clube Carnavalesco de Alegoria e Crítica O Homem da Meia-Noite, patrimônios culturais de Pernambuco.</p>
<p>O cortejo seguiu pela Praça Virgínia Guerra, no coração de Arcoverde, e culminou em grande festa no Centro de Gastronomia e Artesanato Municipal de Arcoverde, exaltando o legado, a irreverência e o espírito de brincadeira que há décadas encantam tantos foliões no Estado.</p>
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<div id="attachment_120033" aria-labelledby="figcaption_attachment_120033" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-19.42.35-3.jpeg"><img class="size-medium wp-image-120033" alt="Homem da Meia-Noite por Luiz Felipe Bessa/Secult-PE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/09/WhatsApp-Image-2025-08-31-at-19.42.35-3-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Homem da Meia-Noite por Luiz Felipe Bessa/Secult-PE</p></div>
<p>“Hoje foi um dia histórico para a gente. Juntar essas duas agremiações de frevo [Boi da Macuca e Homem da Meia-Noite] tão emblemáticas em cortejo pela cidade, em um festival como o Pernambuco Meu País enche os nossos corações de alegria. Foi lindo de ver as pessoas dançando e cantando junto conosco. O Boi da Macuca não existiria sem o legado dos nossos mestres, como Lula Calixto, Coco Raízes de Arcoverde e João Silva, compositor de forró e que reinventou a carreira de Luiz Gonzaga nos anos 80”, comemora Rudá Rocha, diretor do Boi da Macuca.</p>
<p>O diretor do Homem da Meia-Noite, Eurivaldo Lima, considera um marco trazer os festejos carnavalescos olindenses para o Sertão. “Para nós, é uma honra vir a essa cidade, representando o que o nosso Carnaval tem de mais especial. Estar no Festival Pernambuco Meu País nos dá a oportunidade de levar esse espírito brincalhão do carnaval por todo o Estado, em qualquer época do ano, elevar a nossa cultura e entrar em contato com várias gerações de foliões”, pontua.</p>
<p>Já Ana Beatriz Gomes, advogada recifense, veio a Arcoverde para curtir a programação do festival e prestigiar mais uma peregrinação da Macuca. “Frequento o bloco há alguns anos e, desde a primeira vez, sempre me encanta as cores, a orquestra, a alegria, a música e o sentimento de pertencimento. Tudo isso me faz querer conhecer a fundo a riqueza da nossa cultura”, comenta.</p>
<p>Toda a programação do Festival Pernambuco Meu País pode ser acompanhada no Instagram oficial do evento, o @festivalpernambucomeupais, e também pelo perfil da Secult-PE/Fundarpe, o @culturape. Próximo ponto de parada do evento será em Caruaru, no Agreste do Estado.</p>
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<p><b>Sobre o Festival Pernambuco Meu País:</b></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Serra Negra vibra com cultura popular e música autoral no Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Aug 2025 17:09:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O distrito de Serra Negra, em Bezerros, viveu um fim de semana de celebração intensa à diversidade cultural de Pernambuco com o Festival Pernambuco Meu País. No último sábado (9) e no domingo (10), os polos País das Culturas Populares, com apresentações iniciadas às 15h, e País da Música, a partir das 18h, reuniram tradição [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O distrito de Serra Negra, em Bezerros, viveu um fim de semana de celebração intensa à diversidade cultural de Pernambuco com o Festival Pernambuco Meu País. No último sábado (9) e no domingo (10), os polos País das Culturas Populares, com apresentações iniciadas às 15h, e País da Música, a partir das 18h, reuniram tradição e contemporaneidade em uma série de shows que ocuparam o entorno da Igreja São Francisco Xavier, próximo ao pórtico luminoso, ponto central do distrito.</p>
<p>Só neste domingo foram três apresentações no palco Culturas Populares e quatro no País da Música. De tarde, reisado, coco e afoxé ditaram o ritmo com o Reisado Imperial, Coco de Zé Teté e o Afoxé Babá Orixalá Funfun.</p>
<p>O Clube Carnavalesco Misto Reisado Imperial, fundado como troça, no dia 11 de janeiro de 1951, passando para categoria de clube no ano de 1993. Inicialmente, o presidente da agremiação iniciou as atividades como folclore, entre eles: Reisado, Marujada, Ciranda, Pastoril e Coco de Roda, com a colaboração de quinze pessoas.</p>
<p>O Reisado Imperial é uma referência na promoção das tradições carnavalescas da cidade, celebrando a rica cultura popular de Pernambuco. Já o Afoxé Babá Orixalá Funfun, é oriundo de Olinda, vem do Ilê Axé Oxum Karê, Terreiro de Matriz Africana, Nação Nagô, integra o grupo artístico do Ponto de Cultura Coco de Umbigada, trazendo jovens negros e afro­descendentes com autoestima na matriz africana e na cultura popular, Babá Orixalá Funfun significa Pai Orixalá Funfun, o termo funfun quer dizer, orixás ligados à criação do mundo e que vestem branco.</p>
<p>“Foi a nossa segunda vez aqui no Festival Pernambuco Meu País, fazendo esse show maravilhoso e trazendo a cultura negra, a cultura de terreiro, tão diversa, trazendo alegria e muito axé aqui pra Serra Negra”, disse Pablo Orixalá, babalorixá e cantor do afoxé.</p>
<p>Encerrando o Culturas Populares, o mestre Zé de Teté trouxe seu coco pisado para sambar em Serra Negra. Narrando o cotidiano de sua gente e seu lugar, embalando num ritmo de genuína tradição de brasilidade, com o coco de roda. A música de Zé de Teté reforça as tradições ancestrais de qualquer indivíduo pernambucano comprometido com suas origens e formação cultural.</p>
<p>No palco do País da Música, o protagonismo foi das mulheres. Isadora Melo, Isabela Moraes e Larissa Lisboa encantaram o público com suas vozes, composições e presença. Isadora apresentou o show “Festança”, com versões autorais e releituras de sucessos do pop e do forró, levando o público a cantar junto, dançar e se emocionar. Isabela, com mais de 20 anos de carreira, emocionou com canções sobre o amor, acompanhada de uma formação intimista, com sanfona e guitarra. Encerrando a noite e o festival, Larissa Lisboa mostrou por que é um dos nomes mais promissores da nova cena musical pernambucana, misturando forró e composições autorais com carisma e potência.</p>
<p>“Estou muito feliz, tocando pela primeira vez aqui em Bezerros. É um privilégio tocar minhas músicas aqui em uma cidade que eu não conhecia. Só tenho a agradecer!”, disse a cantora.</p>
<p>Países também agitaram o sábado (9)</p>
<p>No sábado (9), o festival já havia movimentado a cidade com apresentações que mesclaram e reverenciaram diferentes manifestações populares e musicais. A tarde começou com o Maracatu de Baque Solto Cambinda Brasileira, grupo centenário de Nazaré da Mata, que levou para Serra Negra toda a força da sua batida e do colorido de seus personagens. O som ancestral ecoou com a força de um legado cultural que atravessa gerações.</p>
<p>“Ações como o Pernambuco Meu País mostram que a nossa cultura está sendo mais valorizada, integrando a programação de um evento que vem para enriquecer a nossa história e trazer as culturas de diversas localidades, como a nossa, a da Zona da Mata, para outros lugares. Aqui, tivemos a oportunidade de brincar, de trazer crianças, jovens e adultos &#8211; que ainda não conheciam Serra Negra e, agora, conhecem e assistem outras manifestações -, para se apresentarem”, comentou o porta-estandarte Josivaldo, mais conhecido pelo grupo como “Picolé”.</p>
<p>Em seguida, a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, do Cabo de Santo Agostinho, subiu ao palco para apresentar sua mistura de coco de roda, zabumba e o som único do pífano. A apresentação teve ainda a participação especial de um trio de bacamarteiros, promovendo um encontro entre diferentes expressões populares. O momento mais emocionante veio com a execução do Hino de Pernambuco nos pífanos, encerrando a apresentação sob aplausos.</p>
<p>Fechando o País das Culturas Populares no sábado, o Afoxé Oxum Pandá encantou o público com uma apresentação de forte beleza cênica e espiritual. Fundado em 1995 nas ladeiras de Olinda e hoje radicado em Recife, o grupo trouxe o ritmo do Ijexá e reverenciou Oxum, orixá da fertilidade e do amor, com bailarinos vestidos de branco e dourado em uma performance carregada de axé.</p>
<p>À noite, no País da Música, Nika Macedo abriu os trabalhos com um forró pé de serra enérgico, misturando violão, triângulo e zabumba com uma levada envolvente. Em seguida, Gabi da Pele Preta e Revoredo emocionaram com o espetáculo “Encruzilhada Agreste”, um encontro poético e musical que homenageia o Agreste e suas raízes culturais, com canções autorais e releituras marcadas por resistência e identidade.</p>
<p>Fechando a noite de sábado, o cantor, compositor e instrumentista Luciano Magno trouxe um show que transita por diversos gêneros musicais. Em sua apresentação, homenageou grandes nomes da música pernambucana e destacou a pluralidade sonora que caracteriza sua carreira.</p>
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		<title>Pernambuco Meu País 2025 celebra a cultura em dez cidades do Sertão e Agreste do Estado</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 16:49:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119080" aria-labelledby="figcaption_attachment_119080" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-13.43.15.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119080" alt="Foto: Paula Maestrali/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-13.43.15-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Coletiva de imprensa para anúncio da programação aconteceu na sexta-feira (11/07)</p></div>
<p style="text-align: left;" align="center">Terreno fértil para o desenvolvimento das mais diversas linguagens artísticas, o sentimento de pertencimento e identificação cultural faz de Pernambuco uma verdadeira nação que ultrapassa as fronteiras que delimitam um estado. Após dois séculos e oito anos da revolução que até hoje reafirma o bairrismo de todo bom pernambucano, quando em 1817 o território se transformou em uma república independente por 74 dias, a ancestralidade e as tradições culturais ecoam ainda mais alto e fazem da terrinha destino desejado pelo mundo. Celebrando essa força que movimenta e propondo um intercâmbio cultural, o Festival Pernambuco Meu País, realizado pelo Governo do Estado com investimento estimado em mais de R$ 30 milhões, chega à 2ª edição se consagrando como um dos eventos de maior itinerância do Brasil. Em 2025, a circulação acontece entre os dias 25 de julho e 07 de setembro, deixando a sua marca em dez municípios do Estado. Do Sertão ao Agreste, serão mais de 20 dias de programação multicultural. Uma festa que deixa e recebe um tanto fincando raízes, proporcionando encontros, trocas de saberes e entrando para o imaginário popular.</p>
<p>Convidando nativos e turistas a pegarem estrada em busca de explorar o que há de mais belo da cultura pernambucana, o Festival Pernambuco Meu País leva na bagagem atrações que dialogam com todas as linguagens, com mais de 900 intervenções artísticas de todo País, mantendo foco nas culturas populares e personalidades locais como guia de uma programação plural, descentralizada e gratuita. O portal multicultural transforma cada cidade em um grande palco para as expressões da identidade, abrindo caminhos para as artes circenses, artes visuais, artesanato, audiovisual, fotografia, gastronomia, literatura, moda, culturas populares, dança, música e teatro. Em cada município, durante três dias consecutivos, o público vivenciará espetáculos, shows, cortejos, feiras criativas, ações formativas, entre outras atividades.</p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País passará pelos municípios Salgueiro (todas as linguagens) e Triunfo (música), entre os dias 25 e 27 de julho;  Buíque (todas as linguagens), entre os dias 1° e 03 de agosto; Bezerros/Serra Negra (todas as linguagens) e Taquaritinga do Norte (música), entre os dias 08 e 10 de agosto; Pesqueira (todas as linguagens), entre os dias 15 e 17 de agosto; Gravatá (todas as linguagens), entre os dias 22 e 24 de agosto; Arcoverde (todas as linguagens) e Riacho das Almas (música), entre os dias 29 e 31 de agosto; e Caruaru (todas as linguagens), entre os dias 05 e 07 de setembro. Nesse percurso, o festival segue incentivando e potencializando o mercado criativo do Estado, evidenciando o potencial turístico-cultural e movimentando a economia local. A andança pelo interior alcançará 1.712 km e mais de 840 mil pernambucanos impactados diretamente.</p>
<p>“O Festival Pernambuco Meu País caiu no gosto popular e nada mais justo do que retomarmos esse evento, de maneira ampliada e com novidades. Teremos mais de 20 dias de intensa programação, com apresentações em diversas linguagens culturais, atividades formativas e uma série de outras ações. É um festival itinerante que irá espalhar alegria, movimentará o setor hoteleiro e aquecerá a economia por onde passar”, <b>afirma a governadora Raquel Lyra.</b></p>
<p>“A proposta do Governo de Pernambuco é realizar, nos territórios do Agreste e Sertão, um grande festival democrático que celebra a diversidade e a potência da nossa cultura. Serão mais de 20 dias de programação gratuita, passando por dez cidades e reunindo múltiplas linguagens artísticas. O Festival Pernambuco Meu País 2025 será um espaço de encontros e intercâmbios entre artistas, promovendo a valorização das identidades locais e deixando um legado cultural duradouro para o Estado”,<b> destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</b></p>
<p>“Mais do que um evento, o Festival Pernambuco Meu País é uma política pública estruturante, que fortalece a cadeia produtiva da cultura com foco na descentralização, na diversidade e na valorização das culturas populares. A curadoria desta edição reafirma o protagonismo dos nossos artistas, com atenção especial às manifestações tradicionais, mas também abrindo espaço para o diálogo com outras linguagens como o cinema, o teatro, a dança, o circo, o artesanato, a gastronomia, a literatura, a moda, as artes visuais e a música em suas múltiplas expressões”, <b>ressalta a presidente da Fundarpe, Renata Borba.</b></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretária de Cultura (Secult-PE), da Fundação de Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empresa de Turismo de Pernambuco (Empetur), e conta com apoio institucional da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-PE), Secretaria da Saúde (SES-PE), Secretaria da Mulher (SecMulher-PE), Secretaria de Defesa Social (SDS), Secretaria de Turismo (Setur-PE), Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), Conservatório Pernambucano de Música (CPM)  e Companhia Editora de Pernambuco (Cepe), além das prefeituras dos municípios que receberão a programação.</p>
<p><b>CONCEITO &#8211; </b>A curadoria do Festival Pernambuco Meu País propõe uma ampla itinerância cultural que movimenta o mercado criativo do Estado, fortalecendo a cena artística, aproximando artistas e públicos e reafirmando o papel de Pernambuco como uma potência cultural e turística do Brasil. Ao longo de pouco mais de um mês, dez cidades do Agreste e do Sertão se transformam em palcos efervescentes de arte e convivência, com três dias seguidos de atividades intensas e encontros com artistas de diversas partes do Brasil.</p>
<p>Mais do que um festival, o Pernambuco Meu País é um espaço de confluência entre linguagens artísticas, regiões e territórios simbólicos. A proposta é tecer, de forma acessível e afetiva, um panorama vibrante da diversidade cultural pernambucana em diálogo com expressões nacionais, conectando gêneros, estéticas, modos de vida e saberes que compõem a rica identidade de um povo que constrói sua história com arte, memória e resistência.</p>
<p><b>HOMENAGEADOS &#8211; </b>A edição 2025 presta tributo a três grandes nomes que simbolizam a força da tradição, da criação e da resistência: o ceramista caruaruense Mestre Manuel Eudócio (em memória), a mestra do coco de Arcoverde Severina Lopes e o rabequeiro e folclorista da Zona da Mata Mestre Salustiano (em memória). Suas trajetórias, profundamente enraizadas na arte popular, são faróis que iluminam o caminho do festival, conduzindo o público por entre territórios de saberes, corpos, memórias e encantamentos.</p>
<p>Natural de Alto do Moura, em Caruaru, Manuel Eudócio foi um ceramista que se destacou no estilo figurativo, influenciado por Mestre Vitalino. Com mais de 80 anos de trajetória, produziu cerca de 50 mil peças em barro cru, retratando cenas do cotidiano nordestino — de Lampião e Maria Bonita ao bumba‑meu‑boi. Reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco em 2002, seu legado segue vivo em coleções e museus</p>
<p>Manoel Salustiano Soares, Mestre Salustiano ou apenas Mestre Salu, artista múltiplo e produtor de espetáculos e folguedos tradicionais organizados e mantidos em família, nasceu a 12 de novembro de 1945, em Aliança, e foi lá, na Zona da Mata Norte, que se iniciou no universo cultural de que é um dos mais afamados representantes. O filho de Maria Tertunila da Conceição aprendeu a ler, escrever e sempre teve inteligência suficiente para tirar o máximo proveito dos dotes artísticos. Foi uma figura central da cultura popular pernambucana. Cortador de cana na infância, aprendeu a tocar rabeca com seu pai aos sete anos e dedicou sua vida à preservação de manifestações como ciranda, coco, maracatu, caboclinho e, principalmente, o cavalo-marinho, campo em que se tornou um dos maiores mestres, criando o grupo Boi Matuto em 1968. Fundou o Maracatu Rural Piaba de Ouro (1997) e, em 2002, foi reconhecido como Patrimônio Vivo de Pernambuco. Durante mais de dez anos organizou o festival da rabeca e coordenou a Casa da Rabeca do Brasil. Mentor de gerações, incluiu nomes como Siba, Antônio Nóbrega e Chico Science em sua influência e legado.</p>
<p>Arcoverdense, com 90 anos de idade, Severina Lopes é prestigiada pelo público que se identifica com o coco e por sua contribuição à difusão do ritmo pelo mundo. Precursora do coco em sua cidade, fundou a Associação Cultural Samba de Coco Irmãs Lopes e a sala de artes Museu Ivo Lopes. É uma das grandes vozes do coco de roda de Arcoverde. Sua arte é</p>
<p>corpo inteiro que canta, dança e pisa. Ela transforma o chão em instrumento. Sua voz é marcante, seu canto é rito e seu refrão é resistência. A Mestra convoca a roda da vida, evoca ancestralidade e pertencimento.</p>
<p><b>NOVIDADES DESTA EDIÇÃO – </b>Este ano o festival começa antes mesmo de começar.<b> </b>Sempre nas quintas-feiras, o grupo mambembe Trupe Pernambuco Meu País chega em cada cidade convidando o público para adentrar no clima do festival, com muita brincadeira e diversão. Já o FormaPE movimenta as cidades-sede a partir das quartas-feiras com oficinas e workshops. Outras oportunidades de formação e troca de conhecimentos são o Rede PE Meu País, com ações de órgãos do governo estadual, e os fóruns “Cadeia Produtiva da Cultura, da Criação ao Mercado”. Em algumas cidades, o Pernambuco Meu País Descentralizado leva uma mostra do festival para fora do centro.<b> </b>No palco principal Pernambuco Meu País, as novidades ficam por conta das atrações de abertura:<b> </b>nas sextas, o espetáculo inédito Pernambuco Meu País, e nos sábados e domingos, artistas<b> </b>da cultura popular.</p>
<p><b>ESPETÁCULO DE ABERTURA</b> &#8211; Inspirando-se na obra dos três homenageados e com referência nas manifestações culturais de Pernambuco, o espetáculo inédito de dança e música, intitulado Pernambuco Meu País, será apresentado ao público durante as aberturas das programações do palco principal de cada cidade, sempre nas sextas-feiras, com 30 minutos de duração. A peça, que leva o nome do festival, tem a direção da coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo e trilha sonora de Maciel Salu, filho do homenageado Mestre Salustiano. O projeto foi desenvolvido pela Diretoria de Atividades Culturais da Fundarpe.</p>
<p><b>CORTEJO BRINCANTES – </b>Estão previstos 29 cortejos que farão um passeio por cada cidade que receberá o festival.</p>
<p><b>CONVOCATÓRIA NACIONAL</b> &#8211; Por meio de um edital democrático e aberto para artistas de todo o Brasil, foram recebidas 2.329 inscrições de artistas e fazedores de cultura de todos os cantos do País, um recorde nas ações culturais promovidas em Pernambuco.</p>
<p>Ao todo, serão promovidas mais de 900 ações culturais: 57 de artes circenses, 19 de artes visuais, 9 de artesanato, 25 de audiovisual, 221 de culturas populares, 34 de dança, 5 de fotografia, 21 de gastronomia, 17 de literatura, 12 de moda, 256 de música, 37 de teatro, além das feiras de artesanato e gastronomia e atividades formativas.</p>
<p><b>ATRAÇÕES CONFIRMADAS</b></p>
<p><b>Palco Pernambuco Meu País</b> – O palco principal Pernambuco Meu País reúne nomes nacionais e pernambucanos de vários estilos musicais e levará a Salgueiro nomes como Kelvis Duran, Adílson Ramos, Juarez, Pablo, Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, Douglas Leon, Ramon Schnayder, Xande de Pilares, Xanddy Harmonia, Coral Aboios de Serrita, Joquinha Gonzaga, Anjo Azul, Mastruz com Leite e Limão com Mel.</p>
<p>Em Buíque, Antúlio Madureira, Banda de Pau e Corda, Mano Walter, Roberta Miranda, Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda, Rogéria Dera, Sofia Freire, Silva, Luedji Luna, Samba de Coco Raízes de Arcoverde, Barbarize, Jéssica Caetano, Hungria e Xamã.</p>
<p>Bezerros (Serra Negra) contará com artistas como Lia de Itamaracá, Banda Ave Sangria, Lobão, Jota Quest, Afoxé Alafin Oyó, Renata Rosa, Tássia Reis, Mago de Tarso, Baiana System, Clube Carnavalesco Vassourinhas de Olinda, Morganna Bernardo, Cátia de França, Frevo Mulher (Nena Queiroga, Gabi Amarantes, Roberta Sá e Maria Gadú) e Teatro Mágico.</p>
<p>Já em Pesqueira, Doralyce, Teto, L7nnon, Matuê, Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte, Nando Cordel, Xangai, Juliana Linhares, Zeca Baleiro, Coco de Mulheres, Cascabulho, Clara Sobral, Michele Andrade, Vitor Fernandes.</p>
<p>Em Gravatá haverá atrações clássicas como Fagner Chagas, Mara Pavanelly, Tarcísio do Acordeon, Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lopes, Diogo Nogueira, Alexandre Pires, Família Salustiano e a Rabeca Encantada, Chico Chico, Lenine, Biquini Cavadão e Falcão.</p>
<p>Arcoverde terá Lirinha, Nação Zumbi, Wiu, Maneva, Samba de Coco Irmãs, Lopes, Mestre Ambrósio, Viradouro, Mart´nália, Seu Jorge, João do Pife e Banda Dois Irmãos, Quinteto Violado, Petrúcio Amorim, Batista Lima e Projeto Dominguinho (João Gomes, Mestrinho e Jota.pê).</p>
<p>E fechando em Caruaru, Junio Barreto, José Augusto, Fábio Jr., Alcione, Maracatu Piaba de Ouro, Lucas Mamede, Tiago Iorc, Criolo, Iza, Meu Coração é Brega (Bandida, Ovelha Negra, Sedutora e Amigas do Brega), Conde, Toque Dez e Tierry.</p>
<p><b>CIDADES E POTENCIALIDADES</b></p>
<p><b>Salgueiro </b>- é um município brasileiro do interior do estado de Pernambuco, Região Nordeste do país. Conhecido também como encruzilhada do nordeste, localizando-se a oeste da capital estadual, a uma distância de 513 km de Recife. Será a primeira cidade a receber o Festival Pernambuco Meu País em 2025.</p>
<p><b>Triunfo </b>- Cidade mais alta do Estado, terra dos Caretas, tem um dos maiores potenciais turísticos culturais de Pernambuco e está no Sertão, com 14 mil habitantes. O destaque se dá, principalmente, pelas suas características geográficas, históricas e artísticas, além de estar localizada no berço da poesia popular nordestina. Por meio da iniciativa, o município receberá apoio do Festival Pernambuco Meu País durante a tradicional Festa dos Estudantes de Triunfo, com apoio ao palco musical do evento.</p>
<p><b>Buíque &#8211; </b>No Sertão pernambucano, Buíque guarda o segundo maior parque arqueológico do Brasil, o Vale do Catimbau. Marcada pelas paisagens de caatinga, a cidade também é berço cultural, com pinturas rupestres, terras indígenas e tradições quilombolas, com destaque para a arte do entalhe em madeira.</p>
<p><b>Bezerros/Serra Negra </b>- Com altitude de 957 metros, Serra Negra, no Agreste, tem uma população de 52 mil pessoas, é um local ideal para quem gosta daquele friozinho nas proximidades do 10ºC e tem sido destino de variados turistas pernambucanos e de outras localidades do Brasil e do mundo.</p>
<p><b>Pesqueira </b>- Pesqueira, terra dos caiporas, das igrejas, casarões e dos povos Xucurus. Localizada no coração do Agreste pernambucano, a cidade do doce e da renda é o destino certo para os turistas que querem aproveitar um lugar em que as tradições religiosas e culturais reinam durante todo o ano.</p>
<p><b>Gravatá &#8211; </b>No Agreste, tem destaque pela sua gastronomia e receptividade com os seus visitantes. A cidade tem 86 mil moradores e garante aos turistas lazer e cultura com destaque para seu mercado central, que mescla música, gastronomia e artesanato.</p>
<p><b>Arcoverde </b>- Porta de entrada do Sertão pernambucano, Arcoverde conta com 77 mil habitantes e é uma cidade rica culturalmente, tendo as tradições populares como seu principal atrativo. Samba de coco trupé, bois, artes visuais e, principalmente a musicalidade de seus compositores fazem do município um território fundamental nas rotas turísticas de Pernambuco.</p>
<p><b>Riacho das Almas</b> -<b> </b>O município de Riacho das Almas faz parte da Região de Desenvolvimento do Agreste Central, localizada na Mesorregião do Agreste Pernambucano. Originalmente, a localidade de Riacho das Almas era chamada de Trapiá, distrito criado pela lei municipal nº 149, de 21 de dezembro de 1919, subordinado ao município de Caruaru, e só posteriormente recebeu a denominação que mantém até hoje. Em 30 de dezembro de 1953, a lei estadual nº 1.819, elevou o distrito à condição de município, desmembrando-o de Caruaru.</p>
<p><b>Caruaru </b>- Famosa pelas festas juninas e sua cultura, a cidade de Caruaru reúne milhares de visitantes todos os anos com muita música, dança e cultura popular. Além de ser reconhecida nacional e internacionalmente como berço econômico, industrial e cultural, o município tem 378 mil habitantes e também é conhecido como a Capital do Forró e do Agreste.</p>
<p><b>Taquaritinga do Norte </b>- A “Dália da Serra”, com cerca de 25 mil habitantes, é conhecida por sua rica história, cultura vibrante e belezas naturais. O clima ameno também atrai visitantes, além das belas construções coloniais, igrejas centenárias e praças encantadoras. O Festival Pernambuco Meu País apoiará o palco musical do Festival Café Cultural, que já está na 6ª edição e promove o resgate da cultura do café, colocando o município no mercado internacional diante da qualidade do grão produzido.</p>
<p><b>PROGRAMAÇÃO – PALCO PERNAMBUCO MEU PAÍS</b></p>
<p><strong>SALGUEIRO</strong></p>
<p><b>25/07</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Kelvis Duran</p>
<p>Adilson Ramos</p>
<p>Juarez</p>
<p>Pablo</p>
<p>DJ Pedro Humberto (intervalos)</p>
<p><b>26/07</b></p>
<p>Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho</p>
<p>Douglas Leon</p>
<p>Ramon Schnayder</p>
<p>Xande de Pilares</p>
<p>Xanddy Harmonia</p>
<p>Murilo França DJ (intervalos)</p>
<p><b>27/07</b></p>
<p>Coral Aboios de Serrita</p>
<p>Joquinha Gonzaga</p>
<p>Anjo Azul</p>
<p>Mastruz com Leite</p>
<p>Limão com Mel</p>
<p>DJ Kaliu (intervalos)</p>
<p><b>BUÍQUE</b></p>
<p><b>01/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Antúlio Madureira</p>
<p>Banda de Pau e Corda</p>
<p>Mano Walter</p>
<p>Roberta Miranda</p>
<p>DJ Anunnak (intervalos)</p>
<p><b>02/08</b></p>
<p>Bloco Carnavalesco Misto Flor da Lira de Olinda</p>
<p>Rogéria Dera</p>
<p>Sofia Freire</p>
<p>Silva</p>
<p>Luedji Luna</p>
<p>DJ Spider (intervalos)</p>
<p><b>03/08</b></p>
<p>Samba de Coco Raízes de Arcoverde</p>
<p>Barbarize</p>
<p>Jéssica Caetano</p>
<p>Hungria</p>
<p>Xamã</p>
<p>DJ Tiger (intervalos)</p>
<p><b>BEZERROS &#8211; SERRA NEGRA</b></p>
<p><b>08/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Lia de Itamaracá</p>
<p>Banda Ave Sangria</p>
<p>Lobão</p>
<p>Jota Quest</p>
<p>DJ Salvador (intervalos)</p>
<p><b>09/08</b></p>
<p>Afoxé Alafin Oyó</p>
<p>Renata Rosa</p>
<p>Tássia Reis</p>
<p>Mago de Tarso</p>
<p>Baiana System</p>
<p>DJ Ari Falcão (intervalos)</p>
<p><b>10/08</b></p>
<p>Clube Carnavalesco Vassourinhas de Olinda</p>
<p>Morganna Bernardo</p>
<p>Cátia de França</p>
<p>Frevo Mulher com Nena Queiroga, Gaby Amarantos, Roberta Sá e Maria Gadu</p>
<p>Teatro Mágico</p>
<p>DJ Renna (intervalos)</p>
<p><b>PESQUEIRA</b></p>
<p><b>15/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Doralyce</p>
<p>Teto</p>
<p>L7nnon</p>
<p>Matuê</p>
<p>DJ Baloo (intervalos)</p>
<p><b>16/08</b></p>
<p>Mestre Anderson Miguel e a Ciranda Raiz da Mata Norte</p>
<p>Nando Cordel</p>
<p>Xangai</p>
<p>Juliana Linhares</p>
<p>Zeca Baleiro</p>
<p>DJ Big (intervalos)</p>
<p><b>17/08</b></p>
<p>Coco das Mulheres</p>
<p>Cascabulho</p>
<p>Clara Sobral</p>
<p>Michele Andrade</p>
<p>Vitor Fernandes</p>
<p>DJ Nuno (intervalos)</p>
<p><b>GRAVATÁ</b></p>
<p><b>22/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Fagner Chagas</p>
<p>Dorgival Dantas</p>
<p>Mara Pavanelly</p>
<p>Tarcísio do Acordeon</p>
<p>DJ Armandinho Reggae (intervalos)</p>
<p><b>23/08</b></p>
<p>Afoxé Omim Sabá</p>
<p>Lucas dos Prazeres</p>
<p>Gerlane Lopes</p>
<p>Diogo Nogueira</p>
<p>Alexandre Pires</p>
<p>DJ João Guerra (intervalos)</p>
<p><b>24/08</b></p>
<p>Família Salustiano e a Rabeca Encantada</p>
<p>Chico Chico</p>
<p>Lenine</p>
<p>Biquini Cavadão</p>
<p>Falcão</p>
<p>DJ 440 (intervalos)</p>
<p><b>ARCOVERDE</b></p>
<p><b>29/08</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Lirinha</p>
<p>Nação Zumbi</p>
<p>Wiu</p>
<p>Maneva</p>
<p>Renato L (intervalos)</p>
<p><b>30/08</b></p>
<p>Samba de Coco Irmãs Lopes</p>
<p>Mestre Ambrósio</p>
<p>Viradouro</p>
<p>Mart´nália</p>
<p>Seu Jorge</p>
<p>Infa Vermelho (intervalos)</p>
<p><b>31/08</b></p>
<p>João do Pife e Banda Dois Irmãos</p>
<p>Quinteto Violado</p>
<p>Petrúcio Amorim</p>
<p>Batista Lima</p>
<p>Projeto Dominguinho com João Gomes, Mestrinho e Jota Pê</p>
<p>Duart (intervalos)</p>
<p><b>CARUARU</b></p>
<p><b>05/09</b></p>
<p>Espetáculo Pernambuco Meu País</p>
<p>Junio Barreto</p>
<p>José Augusto</p>
<p>Fábio Jr</p>
<p>Alcione</p>
<p>DJ Vibra (intervalos)</p>
<p><b>06/09</b></p>
<p>Maracatu Piaba de Ouro</p>
<p>Lucas Mamede</p>
<p>Tiago Iorc</p>
<p>Criolo</p>
<p>Iza</p>
<p>DJ Nadejda (intervalos)</p>
<p><b>07/09</b></p>
<p>Meu Coração é Brega, com Banda Bandida, Ovelha Negra, Sedutora, Amigas do Brega</p>
<p>Conde</p>
<p>Toque Dez</p>
<p>Tierry</p>
<p>DJ Kananda PX (intervalos)</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Segunda edição do Festival Guri traz espetáculos de vários Estados para Petrolina (PE)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/segunda-edicao-do-festival-guri-traz-espetaculos-de-varios-estados-para-petrolina-pe/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 14:18:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[festival]]></category>
		<category><![CDATA[festival guri]]></category>
		<category><![CDATA[Petrolina]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro para crianças]]></category>

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		<description><![CDATA[O Guri, festival interiorano de teatro para crianças, vai movimentar espaços culturais de Petrolina (PE) entre os dias 18 e 27 de julho. Em sua segunda edição, o projeto incentivado pelo Governo de Pernambuco por meio do Funcultura promoverá a circulação de grupos de teatro do interior do Brasil, com destaque para criações que apresentem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119072" aria-labelledby="figcaption_attachment_119072" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-11.13.43.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119072" alt="2º Festival Guri tem ampla programação em Petrolina e tem incentivo do Funculutra" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/WhatsApp-Image-2025-07-11-at-11.13.43-607x486.jpeg" width="607" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">2º Festival Guri tem ampla programação em Petrolina e tem incentivo do Funculutra</p></div>
<p>O Guri, festival interiorano de teatro para crianças, vai movimentar espaços culturais de Petrolina (PE) entre os dias 18 e 27 de julho. Em sua segunda edição, o projeto incentivado pelo Governo de Pernambuco por meio do Funcultura promoverá a circulação de grupos de teatro do interior do Brasil, com destaque para criações que apresentem o universo lúdico das infâncias. A programação reúne espetáculos, oficinas e ações formativas, em locais como o Teatro Dona Amélia, CEU das Águas, Parque Josepha Coelho e bairros da cidade.</p>
<p>A abertura do festival será no dia 18 de julho, às 10h, na Ilha do Massangano, com o espetáculo “Lendas na Caixa”, do Coletivo na Caixa (RJ). A obra apresenta as lendas do Rio São Francisco através de uma proposta sensível e diversa, que mistura teatro, música e artes visuais. No mesmo dia, às 19h, a Tropa do Balacobaco, de Arcoverde (PE), apresenta o espetáculo de mamulengos “Retetei”, na Agrovila Massangano.</p>
<p>Durante os dias do festival, o público também poderá conferir trabalhos como “Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo”, da Cia Biruta (PE); “TrupeÇando – A trupe de um homem só”, do artista paraibano Allan Barros; “Trilogia Miau”, do grupo Pé de Vento (PE); “Onde anda o Boi Jacá?”, da Severina Cia de Teatro (SP), entre outros. A maioria dos espetáculos é gratuita, apenas as apresentações no Teatro Dona Amélia possuem ingressos nos valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).</p>
<p>A programação também inclui oficinas gratuitas de Mamulengos, Prática e Experimentação Cênica, Musicalização e Teatro para Cortejos Cênicos, cujas inscrições podem ser feitas através do Sympla (ver quadro abaixo).</p>
<p>“Nesta edição, o Festival Guri celebra a diversidade de trabalhos, que passam pelo teatro de rua em diferentes localidades do município e vão desde o teatro de formas animadas até a contação de histórias com elementos da cultura popular, assim como espetáculos em espaços formais, sempre voltados ao público infantil”, diz um dos curadores do projeto, Thom Galiano.</p>
<p>O projeto é uma parceria da Trup Errante com a Pipa Produções e conta com incentivo do Governo de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2021/2022.</p>
<p><strong>Inscrições para oficinas:</strong></p>
<p>Mamulengos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-guri--oficina-mamulengo-com-a-tropa-do-balacobaco/3032241">clique aqui</a></p>
<p>Teatro para Cortejos Cênicos: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-guri-oficina-teatro-para-cortejos-cenicos-com-a-severina-cia-de-teatro/3032244">clique aqui</a></p>
<p>Prática e Experimentação Cênica:<a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-guri-oficina-pratica-e-experimentacao-cenica-com-o-coletivo-na-caixa/3032243"> clique aqui</a></p>
<p>Musicalização: <a href="https://www.sympla.com.br/evento/festival-guri-oficina-musicalizacao-com-a-tropa-do-balacobaco/3032242">clique aqui</a></p>
<p><strong>Programação:</strong></p>
<p>18/07 | Sexta-feira</p>
<p>10h &#8211; Ilha do Massangano | Lendas na Caixa &#8211; Coletivo na Caixa (Petrópolis-RJ) | Gratuito</p>
<p>11h &#8211; Ilha do Massangano | Mesa de encontro | Gratuita</p>
<p>19h &#8211; Agrovila Massangano | Retetei &#8211; Tropa do Balacobaco (Arcoverde-PE) | Gratuito<br />
19/07 | Sábado</p>
<p>09h às 12h &#8211; Sesc Petrolina | Oficina de Mamulengo com a Tropa do Balacobaco (Arcoverde-PE) | Gratuita</p>
<p>11h &#8211; Porto das Barquinhas | Trilogia Miau &#8211; Pé de Vento (Arcoverde-PE) | Gratuito</p>
<p>14h às 17h &#8211; Sesc Petrolina | Oficina de Prática e Experimentação Cênica com o Coletivo na Caixa (Petrópolis-RJ) | Gratuito</p>
<p>18h &#8211; Teatro Dona Amélia | Chico e Flor contra os Monstros da Ilha do Fogo &#8211; Cia Biruta (Petrolina-PE) | R$20 (inteira) e R$10 (meia)<br />
20/07 | Domingo</p>
<p>09h às 12h &#8211; Sesc Petrolina | Oficina de Música com a Tropa do Balacobaco (Arcoverde-PE) | Gratuita</p>
<p>11h &#8211; Residencial Brasil | TrupeÇando: A trupe de um homem só &#8211; Allan Barros (Sumé-PB) | Gratuito</p>
<p>14h às 17h &#8211; Sesc Petrolina | Oficina de Prática e Experimentação Cênica com o Coletivo na Caixa (Petrópolis-RJ) | Gratuito</p>
<p>18h &#8211; Teatro Dona Amélia | Retetei &#8211; Tropa do Balacobaco (Arcoverde-PE) | R$20 (inteira) e R$10 (meia)<br />
24/07 | Quinta-feira</p>
<p>18h às 22h &#8211; Sesc Petrolina | Oficina de Teatro para Cortejos Cênicos com a Severina Cia de Teatro (Pindamonhangaba-SP) | Gratuita<br />
25/07 | Sexta-feira</p>
<p>09h &#8211; CEU das Águas | Em Tra la lá a história vai começar &#8211; Coletivo Papel de Seda (Petrolina-PE) + Meninas Valentes &#8211; Pipa Produções (Petrolina-PE) | Gratuito</p>
<p>10h &#8211; CEU das Águas | Mesa de encontro (Mediação) | Gratuita</p>
<p>15h &#8211; Projeto Vida Nova | As 3 Guardiãs das Lendas &#8211; Trup Errante (Petrolina-PE) | Gratuito</p>
<p>16h &#8211; Projeto Vida Nova | Mesa de encontro (Mediação) | Gratuita</p>
<p>18h às 22h &#8211; Sesc Petrolina | Oficina de Teatro para Cortejos Cênicos com a Severina Cia de Teatro (Pindamonhangaba-SP) | Gratuita<br />
26/07 | Sábado</p>
<p>11h &#8211; Centro de Petrolina | Resultado da Oficina de Teatro para Cortejos Cênicos com a Severina Cia de Teatro (Pindamonhangaba-SP) e alunos | Gratuita<br />
27/07 | Domingo</p>
<p>17h &#8211; Parque Josepha Coelho | Onde Anda o Boi Jacá? &#8211; Severina Cia de Teatro (Pindamonhangaba-SP) | Gratuito</p>
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