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	<title>Portal Cultura PE &#187; ficção</title>
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		<title>Emilio: distopia e mistérios no novo romance da Cepe Editora</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 13:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num futuro próximo, uma professora autoexilada precisa regressar ao país que odeia para cumprir a promessa feita a uma amiga de infância: cuidar de seu filho. Voltar para casa não estava nos planos de Cláudia, mas ela é atraída pela possibilidade de descobrir segredos do passado e reparar uma injustiça. Amor e ódio se contrapõem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106597" aria-labelledby="figcaption_attachment_106597" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Wellington-de-Melo_2.jpg"><img class="size-medium wp-image-106597" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Wellington-de-Melo_2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Wellington de Melo</p></div>
<p>Num futuro próximo, uma professora autoexilada precisa regressar ao país que odeia para cumprir a promessa feita a uma amiga de infância: cuidar de seu filho. Voltar para casa não estava nos planos de Cláudia, mas ela é atraída pela possibilidade de descobrir segredos do passado e reparar uma injustiça. Amor e ódio se contrapõem na história de <a title="EMILIO" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/emilio?fbclid=PAAaYLMPTLzjL0wNoZ2KB0tNkLiv1WaQ5Vz1ny4ID88ukSGH8Gh0Eq9g3sKqo" target="_blank"><em>Emilio</em></a>, romance do escritor Wellington de Melo que é lançado pela Cepe Editora na próxima terça-feira (28), às 19h, no Museu do Estado de Pernambuco (Mepe), no bairro recifense das Graças, em evento aberto ao público.<br />
O livro também é apresentado na Ria Livraria (São Paulo), no dia 30 de novembro, e no Centro Cultural Sesc Garanhuns, no Agreste pernambucano, em 7 de dezembro. Nos três lançamentos há bate-papo entre o autor e um convidado antes da sessão de autógrafos.<br />
Como fez em romances anteriores, o escritor não situa a ação em um lugar ou tempo específicos nas 388 páginas de <em>Emilio</em>. “Claro que parto de lugares específicos, mas o resultado sempre é a mistura de cenários, mais que a representação de um locus em especial”, declara Wellington de Melo.<br />
Segundo ele, <em>Emilio</em> poderia ser definido como “um romance especulativo, com elementos distópicos ou ucrônicos, mas seria reducionista.” A história, afirma o autor, é “sobre os efeitos do tempo sobre as pessoas, não só os efeitos físicos, mas como o tempo corrói os relacionamentos e as promessas que fazemos para nosso ‘eu’ do futuro, promessas que já não sabemos se podemos cumprir. É também sobre como o tempo altera nossa percepção do passado, da verdade e da mentira e como ela define nossas histórias pessoais e nossa história coletiva&#8221;.<br />
O processo de criação do livro teve início em 2017 e a ideia original foi sendo modificada com o tempo, diz Wellington de Melo. “A voz da narradora, por exemplo, só surgiu em definitivo entre 2021 e 2022, mas alguns temas e imagens estavam postos desde o começo, como o fato de a narrativa passar-se numa espécie de ucronia, um futuro alternativo; a presença da inteligência artificial; certa atmosfera de precariedade; a violência contra as mulheres e a opressão patriarcal”, relata. “Espero que os leitores e as leitoras gostem do resultado, que visitem esse mundo de mentiras que inventei. E acreditem.”</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> O pernambucano Wellington de Melo é escritor, editor e autor dos romances <em>Estrangeiro no Labirinto</em> (Confraria do Vento) e <em>Felicidade</em> (Patuá) e do poema <em>O Caçador de Mariposas</em> (Mariposa Cartonera). É também tradutor do poeta Miguel Hernández no Brasil e foi o editor do livro de poemas <em>Solo para Vialejo</em> (Cepe Editora), de Cida Pedrosa, vencedor do Livro do Ano do Prêmio Jabuti de 2020.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span></p>
<p><strong>Lançamento do romance <em>Emilio</em>, de Wellington de Melo -</strong> <em>terça-feira (28), no Museu do Estado de Pernambuco (Avenida Rui Barbosa, nº 960, Graças, Recife-PE), com bate-papo com a jornalista Erika Muniz; quinta-feira (30), na Ria Livraria (Rua Marinho Falcão, nº 58, Sumarezinho, São Paulo-SP), com participação do escritor Cristhiano Aguiar; e dia 7/12, no Centro Cultural Sesc Garanhuns (Rua Manoel Clemente, nº 136, Centro, Garanhuns-PE). Todos às 19h. Preço do livro: R$ 60</em></p>
<div id="attachment_106598" aria-labelledby="figcaption_attachment_106598" class="wp-caption img-width-320 alignnone" style="width: 320px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Emilio.jpg"><img class="size-full wp-image-106598" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/Emilio.jpg" width="318" height="485" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Emilio, de Wellington de Melo</p></div>
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		<title>Suplemento Pernambuco lança série de contos inspirados em pesquisas científicas</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2020 16:17:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Visando aproximar o conhecimento científico e o universo literário, o Suplemento Pernambuco, editado pela Cepe, e o Instituto Serrapilheira lançam o projeto Botão Vermelho, que tem como proposta a criação/publicação de seis contos de ficção baseados em pesquisas científicas apoiadas pela instituição. Os textos serão publicados mensalmente no suplemento literário da Cepe, assim que ele [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_77916" aria-labelledby="figcaption_attachment_77916" class="wp-caption img-width-340 alignright" style="width: 340px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/07/Botão-Vermelho.jpeg"><img class=" wp-image-77916  " alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/07/Botão-Vermelho-486x486.jpeg" width="340" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">A iniciativa visa aproximar o conhecimento científico e o universo literário</p></div>
<p>Visando aproximar o conhecimento científico e o universo literário, o Suplemento Pernambuco, editado pela Cepe, e o Instituto Serrapilheira lançam o projeto <strong>Botão Vermelho</strong>, que tem como proposta a criação/publicação de seis contos de ficção baseados em pesquisas científicas apoiadas pela instituição. Os textos serão publicados mensalmente no suplemento literário da Cepe, assim que ele voltar a circular em versão impressa &#8211; suspensa devido à pandemia -, o que está previsto para setembro.</p>
<p>Lançado em 2017 com sede no Rio de Janeiro, o Instituto Serrapilheira é uma instituição privada, sem fins lucrativos, criado para valorizar a pesquisa e divulgar o conhecimento científico nas áreas de ciências naturais, ciências da computação e matemática. <em>“Trazemos a união das duas áreas mais atacadas pelos governantes neste momento. E a militância pela cultura é uma marca do Suplemento Pernambuco. Além disso, ter uma parceria com o Serrapilheira é muito importante”</em>, declara o editor do jornal literário da Cepe, <strong>Schneider Carpeggiani</strong>.</p>
<p><em>&#8220;Parte da nossa missão é fomentar uma cultura científica no Brasil, ou seja, que a ciência esteja presente no debate público não só como notícia e comunicação de resultados, mas também como um elemento da imaginação e do repertório cultural da sociedade&#8221;</em>, afirma<strong> Natasha Felizi</strong>, diretora de Divulgação Científica do Serrapilheira. <em>&#8220;A ideia é, junto ao Suplemento Pernambuco, aproximar escritores &#8211; que, por definição, trabalham com imaginação e cultura &#8211; da produção científica de qualidade que temos no país&#8221;</em>, complementa Natasha.</p>
<p><strong>Botão Vermelho</strong> dá ideia de urgência, de algo que está para acontecer, como explica a curadoria do projeto e pesquisadora <strong>Carol Almeida</strong>, que selecionou os nomes dos autores &#8211; <strong>Socorro Acioli</strong>, <strong>Fábio Kabral</strong>, <strong>Ana Rüsche</strong>, <strong>Itamar Vieira Júnior</strong>, <strong>Antônio Xerxenesky</strong> e <strong>Eliana Alves Cruz</strong> -, e as pesquisas científicas que eles podem utilizar como pano de fundo para suas narrativas ficcionais. <em>“Esse projeto é um exercício de fabulação que ressalta a importância da ciência. Procuro nas pesquisas científicas faíscas poéticas que sirvam de pano de fundo para a construção de uma ficção e as sugiro aos autores.Há aqueles mais ligados em ficção científica, outros flertam com o realismo mágico, uns ainda adicionam dados históricos”</em>, exemplifica Carol.</p>
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		<title>Crítica: &#8220;Coração do Mar&#8221;, de Rafael Nascimento</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 14:59:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Luiz Joaquim Nada mais eficaz para demonstrar o tamanho da catástrofe que a violência urbana originada pelo preconceito provoca do que a personificação de um caso. De um modo geral, a dramaturgia audiovisual – telejornalismo incluso, cuja estrutura se transformou numa espécie de dramaturgia da notícia – segue a máxima (de apelo midiático) ventilada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_65615" aria-labelledby="figcaption_attachment_65615" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/turismoselvagem2.png"><img class="size-medium wp-image-65615" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/12/turismoselvagem2-607x260.png" width="607" height="260" /></a><p class="wp-caption-text">O curta venceu como melhor ficção da Mostra Competitiva de Formação</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Luiz Joaquim</strong></em><b></b></p>
<p>Nada mais eficaz para demonstrar o tamanho da catástrofe que a violência urbana originada pelo preconceito provoca do que a personificação de um caso. De um modo geral, a dramaturgia audiovisual – telejornalismo incluso, cuja estrutura se transformou numa espécie de dramaturgia da notícia – segue a máxima (de apelo midiático) ventilada por Stalin: “Uma única morte é uma tragédia; um milhão de mortes é uma estatística”.</p>
<p>Indo por aí, temos o argumento de Rafael Nascimento para <i>Coração do mar</i>, ficção vencedora da categoria na competitiva em formação do 20º Festcine. E ele, o argumento, é para lá de eficaz quando vem ressaltar outra máxima urgente: “Vidas negras importam” – sendo esta de indispensável e necessário apelo social.</p>
<p>Pelo seu filme, Nascimento não apenas nos apresenta, mas também nos coloca muito próximo do adorável Cadu (o ótimo Murilo Farias). Um menino de dez anos de idade, negro, que vive com a mãe (Naruna Costa) e o irmão mais velho num subúrbio pobre de São Bernardo do Campo (SP). Na verdade, é só por essa qualidade – de nos aproximar muito do drama do garoto Cadu -, que <i>Coração do mar </i>resulta exitoso em seu desfecho.</p>
<p>Desde já, que fique registrada a competência do roteirista e diretor em sugar o espectador com tanta rapidez para o universo do menino Cadu. Para dar conta de tanto, só uma combinação de muitos aspectos próprios do cinema bem administrados. Senão, vejamos: em seus cerca de 20 minutos, <i>Coração do mar</i> nos oferece personagens, contexto social e ambientação profundos e com fôlego suficiente para que fossem desdobrados num longa-metragem. Sendo a dobradinha formada entre o final do filme e o imediato desejo do espectador de que o filme se perpetue o melhor indicativo dessa assertiva.</p>
<p>Mãe solteira, dividindo-se entre o trabalho e a criação dos dois filhos, ela lamenta não poder realizar o sonho do caçula de ir numa excursão de escola para Santos, conhecer o mar. Cadu, por sua vez, que havia trabalhado em segredo na feira livre carregando as compras das clientes, juntou um dinheirinho para realizar seu sonho.</p>
<p>Até a decisão da mãe em permitir que o menino faça a viagem, Rafael Nascimento vai nos colocando dentro da cabeça de Cadu e, o melhor, conduz <i>Coração do mar </i>num ritmo que parece ser o próprio ritmo do menino, e não o do adulto. O caminho de volta da feira para casa ilustra isso com maestria.</p>
<p>Há uma não-pressa do garoto em voltar para casa, quando ele, pelo caminho, vai se distraindo com a própria ambientação. Numa função dupla, o diretor faz dessa sequência, com o olhar curioso do menino, também um momento para nós, espectadores, olharmos curiosos para aquele ambiente.</p>
<p>A inteligência em não fazer o menino chegar com pressa em casa, porque é certo que haverá um elemento dramático lá esperando por ele, reside também no conceito de que a própria dramaturgia já está no cenário pobre que é o bairro onde ele reside, e em como o menino interage com este lugar.</p>
<p>Não à toa, um dos melhores momentos silenciosos em <i>Coração do mar </i>está com Cadu subindo lentamente por uma ruela íngreme, onde lá tem um policial em alerta, com a mão sobre a arma no coldre, esperando Cadu passar. O olhar do menino para o policial (este desfocado e em primeiro plano), numa mistura de inocência e receio, é cortante e muito eloquente sobre o lugar, o poder e o menino negro.</p>
<p>No trabalho de aproximação entre espectador e o seu protagonista, Nascimento ainda encontra espaço para representar o sonho que o menino tem numa noite de sono. Partindo para uma representação ali pelo tom surreal, com Cadu correndo pelas ruas escuras da cidade, com malabares lhe distraindo, e chegando finalmente ao mar, o filme não se exime de agregar referências diretas, sejam plásticas ou de montagem, de filmes como <i>Pixote, a lei do mais fraco</i>, <i>Os incompreendidos</i> e, porque não, <i>O encouraçado Potemkin, </i>com o seu infinito trajeto da escadaria, aqui substituído pelas areias na praia de Santos. E o resultado é, acredite, bom.</p>
<p>Ao conhecer finalmente o desfecho do menino Cadu, após tanto envolvimento no universo desse garoto negro, pobre, que só queria conhecer o mar, o público presente na sessão em que o curta foi projetado, no cinema São Luiz (Recife), soltou um uníssono: “OOOhhh!!!”.</p>
<p>Tal reação &#8211; Rafael Nascimento sabe -, é o melhor a ganhar de um público que, ao menos por ali, acompanhando a sina de Cadu, já entendeu que a vida perdida de um negro nunca deve ser tratada apenas como estatística.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/Er4GTYoyNBI" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Assista ao trailer do filme &#8220;Permanência&#8221;, de Leonardo Lacca</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/assista-ao-trailer-do-filme-permanencia-de-leonardo-lacca/</link>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2015 15:06:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O longa-metragem &#8220;Permanência&#8221;, dirigido por Leonardo Lacca, estreia no 28 de maio nos cinemas. O filme mostra um fotógrafo pernambucano (interpretado por Irandhir Santos) que tem sua primeira exposição individual em São Paulo. Ele se hospeda na casa de sua ex (Rita Carelli), hoje casada. Filmes fotográficos são revelados e as manchas de café surgem [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O longa-metragem &#8220;Permanência&#8221;, dirigido por Leonardo Lacca, estreia no 28 de maio nos cinemas. O filme mostra um fotógrafo pernambucano (interpretado por Irandhir Santos) que tem sua primeira exposição individual em São Paulo. Ele se hospeda na casa de sua ex (Rita Carelli), hoje casada. Filmes fotográficos são revelados e as manchas de café surgem como memórias permanentes do passado.</p>
<p>&#8220;Permanência&#8221; é uma realização da Trincheira Filmes em parceria com a Cinemascópio Produções. O filme tem o incentivo do Funcultura, Secretaria de Cultura, Fundarpe, Governo de Pernambuco.</p>
<p>&#8220;Permanência&#8221; foi o grande vencedor do festival Cine PE, recebendo cinco prêmios: Melhor Filme, Melhor Atriz, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Direção de Arte. O filme já foi exibido em diversos festivais no Brasil e no exterior. A estreia mundial ocorreu no Festival Internacional do Rio, em seguida foi exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival Internacional de Cinema da Fronteira (RS), Fest Cine Video américa do sul (MS), Festival International du Film de Belfort &#8211; EntreVues (França), Mostra &#8220;Une histoire du Cinema Bresilien (França), Festival de Cinema Luso Brasileiro (Portugal), Festival Luso-brasileiro de Santa Maria da Feira (Portugal), Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano (Cuba). </p>
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		<title>DVD do curta-metragem &#8220;Olhos de Botão&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2015 15:38:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Título: Olhos de Botão Tipo de produto: DVD do curta-metragem Classificação: Livre &#8211; Ficção Nome do proponente: Marlom Meirelles Produções Culturais LTDA Direção: Marlom Meirelles Roteiro: Marlom Meirelles e Flavio Cafiero Elenco: Zezita Matos, Eduarda Andrade e Beto Aragão Produção: Eva Jofilsan Distribuição: Eixo Audiovisual Produções Artísticas Sinopse: Dora e Miguel sempre viveram sozinhos. Moram em uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/CARTAZ.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-22808" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/CARTAZ-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p><strong>Título:</strong> Olhos de Botão<br />
<strong>Tipo de produto:</strong> DVD do curta-metragem<br />
<strong>Classificação:</strong> Livre &#8211; Ficção<br />
<strong>Nome do proponente:</strong> Marlom Meirelles Produções Culturais LTDA<br />
<strong>Direção: </strong>Marlom Meirelles<br />
<strong>Roteiro: </strong>Marlom Meirelles e Flavio Cafiero<br />
Elenco: Zezita Matos, Eduarda Andrade e Beto Aragão<br />
<b>Produção: </b>Eva Jofilsan<br />
<b>Distribuição: </b>Eixo Audiovisual Produções Artísticas<br />
<strong>Sinopse:</strong> Dora e Miguel sempre viveram sozinhos. Moram em uma casa no campo, isolada por terreno, distante de tudo e todos. Mal notaram os anos passarem e a velhice chegar para os dois. A vida do casal tem uma grande mudança quando Miguel encontra uma criança abandonada perto de sua casa. Dora se mostra contra desde o início, mas Miguel a convence a deixar a menina em casa. Júlia fica e aos poucos vai ganhando seu espaço na família, apesar da contrariedade de Dora, que a cada dia que passa se irrita mais com a presença da pequena criança.<br />
<strong>Duração</strong>: 18 minutos<br />
<strong>Ano de lançamento:</strong> 2015<br />
<strong>Tiragem: </strong>500 unidades<br />
<strong>Site: </strong><strong><a href="http://www.facebook.com/olhosdebotao" target="_blank">http://www.facebook.com/olhosdebotao</a><br />
</strong><strong>Email: eixoaudiovisual@gmail.com<br />
</strong><strong>Telefone: </strong>(81) 9994-0738</p>
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		<title>Projeto cineCabeça abre inscrições para sua 3ª mostra competitiva</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/projeto-cinecabeca-abre-inscricoes-para-sua-3a-mostra-competitiva/</link>
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		<pubDate>Wed, 03 Dec 2014 15:24:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Documentário]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Programa CinEscola]]></category>
		<category><![CDATA[projeto cineCabeça]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Educação e Esportes do Estado]]></category>
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		<description><![CDATA[Possuindo como propósito premiar curtas-metragens produzidos por estudantes da rede estadual de ensino, o projeto cineCabeça está com inscrições abertas, até a próxima quarta-feira (10), para selecionar produções que irão compor a sua 3ª mostra competitiva. O evento será realizado entre os dias 16 e 18 de dezembro, no Cinema São Luiz. Podem concorrer nas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Ademar-Filho-Divulgacao-CineCabeca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-17885" alt="Ademar Filho/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/Ademar-Filho-Divulgacao-CineCabeca-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Possuindo como propósito premiar curtas-metragens produzidos por estudantes da rede estadual de ensino, o projeto cineCabeça está com inscrições abertas, até a próxima quarta-feira (10), para selecionar produções que irão compor a sua 3ª mostra competitiva. O evento será realizado entre os dias 16 e 18 de dezembro, no Cinema São Luiz.</p>
<p style="text-align: justify;">Podem concorrer nas modalidades <em>ficção</em> e <em>documentário</em>, apenas filmes produzidos por estudantes participantes do curso de iniciação audiovisual do cineCabeça. Já na categoria <em>livre</em>, poderão disputar curtas-metragens de até 5 minutos, produzidos por quaisquer estudantes da rede estadual.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a inscrição, os interessados deverão enviar uma cópia do filme, em DVD, para o endereço: Rua Gervásio Fioravante, nº 120, sala 501, bairro das Graças, Recife (CEP 52011-030). Serão aceitos arquivos de vídeo nos formatos .avi, .mp4, .mov (h264), entregues até as 18h da data limite de inscrição. Junto com o filme, os candidatos devem enviar preenchida a ficha de inscrição que consta no regulamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Como prêmios, os estudantes vitoriosos receberão câmeras cybershots, computadores e filmadores handycam HD, de acordo com suas classificações. Os filmes também serão premiados com troféus de melhor direção, roteiro, fotografia, ator e atriz. Saiba mais sobre como participar, acessando o <strong><a title="regulamento" href="http://www.educacao.pe.gov.br/portal/upload/galeria/1210/Vers%C3%A3o%20Final_Regulamento%20cineCabe%C3%A7a.pdf" target="_blank">regulamento</a>, </strong>o<strong> <a title="formulário de inscrição" href="http://www.educacao.pe.gov.br/portal/upload/galeria/1210/Formul%C3%A1rio%20de%20Inscri%C3%A7%C3%A3o_3%C2%AA%20Mostra%20cineCabe%C3%A7a_2.pdf" target="_blank">formulário de inscrição</a> </strong>e o<strong> <a title="formulário de ficha técnica do filme (capa do DVD)" href="http://www.educacao.pe.gov.br/portal/upload/galeria/1210/Capa%20do%20DVD_3%C2%AA%20Mostra%20cineCabe%C3%A7a_2.pdf" target="_blank">formulário de ficha técnica do filme (Capa do DVD)</a></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto cineCabeça é uma realização da Secretaria de Educação e Esportes do Estado (SEE), em parceria com o Programa CinEscola e a organização não-governamental Centro de Atitudes.</p>
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		<title>&#8220;Sangue azul&#8221; leva o Redentor de melhor filme de ficção no Festival do Rio</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Oct 2014 21:12:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Prêmio]]></category>
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		<description><![CDATA[Em cerimônia realizada na noite de quarta-feira (08), no Pavilhão do Festival do Rio, foram anunciados os vencedores da edição 2014. Ao todo, foram 19 filmes premiados, entre as centenas de produções de mais de 60 países, vistas por cerca de 250 mil pessoas. O festival, que movimentou o Rio de Janeiro desde o dia [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15025" aria-labelledby="figcaption_attachment_15025" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Sangue-Azul-still.jpg"><img class="size-medium wp-image-15025" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Sangue-Azul-still-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Sangue azul” conta a história de Zolah, o Homem Bala.</p></div>
<p>Em cerimônia realizada na noite de quarta-feira (08), no Pavilhão do Festival do Rio, foram anunciados os vencedores da edição 2014. Ao todo, foram 19 filmes premiados, entre as centenas de produções de mais de 60 países, vistas por cerca de 250 mil pessoas. O festival, que movimentou o Rio de Janeiro desde o dia 24 de setembro, também promoveu atividades paralelas, como debates e encontros, e a área de negócios RioMarket.</p>
<p>A seção Première Brasil, dedicada às estreias nacionais, que nesta edição contou com 69 filmes, entre longas e curtas-metragens, consagrou “Sangue azul”, de Lírio Ferreira, como o melhor filme. A produção pernambucana teve incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. O longa recebeu o Troféu Redentor, prêmio oficial da Première Brasil, nas categorias Melhor Longa de Ficção, Melhor Diretor de Ficção e Melhor Ator Coadjuvante (para Rômulo Braga). Com Daniel de Oliveira, Caroline Abras e Milhem Cortaz, e ambientado no arquipélago de Fernando de Noronha, “Sangue azul” conta a história de Zolah, o Homem Bala, um jovem separado de sua irmã na infância, que volta com o circo à ilha paradisíaca onde viveu há mais de vinte anos.</p>
<p>O longa pernambucano <strong><a href="https://www.facebook.com/pages/Prometo-Um-Dia-Deixar-Essa-Cidade/606907669371107" target="_blank">&#8220;Prometo um dia deixar essa cidade</a>&#8220;</strong>, de Daniel Aragão, ganhou o prêmio de Melhor atriz para Bianca Joy Porte. Outras três produções pernambucanas também foram exibidas na Première Brasil: o longa <strong><a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/a-luneta-do-tempo" target="_blank">“A Luneta do Tempo”</a></strong>, de Alceu Valenaça (mostra Hors Concours) e os curtas <strong><a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/historia-natural" target="_blank">“História Natural”</a></strong>, de Júlio Cavani, e <strong><a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/loja-de-repteis" target="_blank">“Loja de Répteis”</a></strong>, de Pedro Severien. Todos os filmes pernambucanos citados têm incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
<p>O documentário “À queima roupa”, de Theresa Jessouroun, foi duplamente premiado como Melhor Documentário e Melhor Direção de Documentário, ao falar sobre a violência policial no Rio de Janeiro. Já o prêmio de Melhor Curta-metragem foi para “Barqueiro”, de José Menezes e Lucas Justiniano.</p>
<p>O público também teve a oportunidade de escolher seus favoritos, “Casa grande”, de Fellipe Barbosa, como melhor longa de ficção; “Favela gay”, de Rodrigo Felha, como melhor documentário; e “Max Uber”, de André Amparo, como melhor curta-metragem.</p>
<p>O longa “Castanha”, de Davi Pretto, e o curta “O bom comportamento”, de Eva Randolph, foram os premiados na mostra Mostra Novos Rumos, dedicada às primeiras produções de cineastas, expressando novas linguagens e caminhos para o cinema. “Deusa branca”, de Alfeu França, ganhou o prêmio especial dos jurados Felipe Bragança, Bianca Comparato e Cavi Borges.</p>
<p>O prêmio de Conjunto da Obra foi para o ator Othon Bastos, com 62 anos de carreira. Bastos atua em “O último cine Drive-in”, também exibido no festival, que rendeu a Fernanda Rocha o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.</p>
<p><strong>Confira abaixo a lista completa dos premiados no Festival do Rio 2014:</strong></p>
<p><strong>Competição Oficial:</strong></p>
<p><strong>Melhor longa-metragem de ficção: “Sangue azul”, de Lírio Ferreira</strong><br />
Melhor longa-metragem documentário: “À queima roupa”, de Theresa Jessouroun<br />
Melhor curta-metragem: “Barqueiro”, de José Menezes e Lucas Justiniano<br />
<strong>Melhor diretor de ficção: Lírio Ferreira, por “Sangue azul”</strong><br />
Melhor diretor de documentário: Theresa Jessouroun, por “À queima roupa”<br />
<strong>Melhor atriz: Bianca Joy Porte, por “Prometo um dia deixar essa cidade”</strong><br />
Melhor ator: Matheus Fagundes, por “Ausência”<br />
Melhor atriz coadjuvante: Fernanda Rocha, por “O último cine Drive-in”<br />
<strong>Melhor ator coadjuvante: Rômulo Braga, por “Sangue azul”</strong><br />
Melhor fotografia: André Brandão, por “Obra”<br />
Melhor montagem: Luisa Marques, por “A vida privada dos hipopótamos”<br />
Melhor roteiro: Murilo Salles, por “O fim e os meios”<br />
Prêmio Especial do Júri: “Ausência”, de Chico Teixeira</p>
<p><strong>Júri popular:</strong></p>
<p>Melhor longa-metragem de ficção: “Casa grande”, de Fellipe Gamarano Barbosa<br />
Melhor longa-metragem documentário: “Favela gay”, de Rodrigo Felha<br />
Melhor curta-metragem: “Max Uber”, de Andre Amparo</p>
<p><strong>Mostra Novos Rumos:</strong></p>
<p>Melhor longa-metragem: “Castanha”, de Davi Pretto<br />
Melhor curta-metragem: “O bom comportamento”, de Eva Randolph<br />
Prêmio Especial do Júri: “Deusa branca”, de Alfeu França</p>
<p>Prêmio pelo conjunto da obra: Othon Bastos</p>
<p><strong>Prêmio Felix</strong></p>
<p>Melhor longa-metragem de ficção: “Xenia”, de Panos H. Koutras<br />
Melhor longa-metragem documentário: “De gravata e unha vermelha”, de Miriam Chnaiderman<br />
Prêmio Especial do Júri: “Toda terça-feira”, de Sophie Hyde</p>
<p><strong>Prêmio FIPRESCI</strong></p>
<p>Melhor filme latino-americano: “Obra”, de Gregorio Graziosi</p>
<p><strong>Mostra Geração</strong></p>
<p>Melhor filme pelo júri popular: “Finn”, de Frans Weisz</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Assista ao trailer de &#8220;Permanência&#8221;, longa de Leonardo Lacca</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/assista-ao-trailer-de-permanencia-longa-de-leonardo-lacca/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2014 16:24:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rita Carelli]]></category>
		<category><![CDATA[Sangue Azul]]></category>
		<category><![CDATA[Sílvio Restiffe]]></category>
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		<description><![CDATA[O longa-metragem de ficção &#8220;Permanência&#8221;, do cineasta pernambucano Leonardo Lacca (Trincheira Filmes), terá sua estreia mundial no Festival do Rio de Janeiro 2014, que começa na quarta-feira (24). O longa foi produzido pela Trincheira Filmes em parceria com a Cinemascópio Produções, e tem o incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O filme tem o renomado ator pernambucano Irandhir [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O longa-metragem de ficção <strong><a href="https://www.facebook.com/filmepermanencia" target="_blank">&#8220;Permanência&#8221;</a></strong>, do cineasta pernambucano Leonardo Lacca (Trincheira Filmes), terá sua estreia mundial no Festival do Rio de Janeiro 2014, que começa na quarta-feira (24). O longa foi produzido pela Trincheira Filmes em parceria com a Cinemascópio Produções, e tem o incentivo do Funcultura, do Governo de Pernambuco. O filme tem o renomado ator pernambucano Irandhir Santos (&#8220;Tatuagem&#8221;, &#8220;O Som ao redor&#8221;, &#8220;A febre do rato&#8221;) no elenco, ao lado dos paulistanos Rita Carelli (curtas &#8220;Sob a pele&#8221; e &#8220;Au revoir&#8221;) e de Sílvio Restiffe (&#8220;Tatuagem&#8221;). Em &#8220;Permanência&#8221;, Irandhir vive o personagem de um fotógrafo pernambucano que viaja a São Paulo para sua primeira exposição individual e decide se hospedar na casa da ex-namorada, hoje casada. Durante o festival do Rio, o ator pernambucano também será visto no longa<strong> <a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/obra" target="_blank">&#8220;Obra&#8221;</a></strong>, do paulistano Gregorio Graziosi.</p>
<p><strong>Assista ao trailer:</strong></p>
<p><iframe src="//player.vimeo.com/video/106037489" height="209" width="500" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><a href="http://vimeo.com/106037489">PERMANÊNCIA (Lingering) &#8211; TEASER</a> from <a href="http://vimeo.com/trincheira">Trincheira Filmes</a> on <a href="https://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>A exibição de &#8220;Permanência&#8221; será, no dia 04 de outubro, na categoria &#8220;Novos Rumos&#8221; da mostra Première Brasil, que apresenta ao público e ao mercado internacional a multiplicidade da produção audiovisual brasileira recente. Em 2014, são 69 títulos, entre longas e curtas, ficções e documentários, distribuídos nas categorias Competitiva, Retratos, Hors Concours e Novos Rumos. Os filmes concorrem ao Troféu Redentor, eleito por voto popular (melhores longa-metragem e curta-metragem) e pelo júri oficial, composto por expoentes da cinematografia nacional e internacional.</p>
<p>Outras quatro produções pernambucanas também serão exibidas na Première Brasil: os longas <strong><a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/sangue-azul" target="_blank">&#8220;Sangue Azul&#8221;</a></strong>, de Lírio Ferreira, e <strong><a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/a-luneta-do-tempo" target="_blank">&#8220;A Luneta do Tempo&#8221;</a></strong>, de Alceu Valenaça (mostra Hors Concours), e os curtas <strong><a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/historia-natural" target="_blank">&#8220;História Natural&#8221;</a></strong>, de Júlio Cavani, e <strong><a href="http://www.festivaldorio.com.br/br/filmes/loja-de-repteis" target="_blank">&#8220;Loja de Répteis&#8221;</a></strong>, de Pedro Severien, todos têm incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Tatuagem, filme de Hilton Lacerda</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/trailer-de-tatuagem-filme-de-hilton-lacerda/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2013 17:26:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Acervo Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
		<category><![CDATA[ficção]]></category>
		<category><![CDATA[Hilton Lacerda]]></category>
		<category><![CDATA[longa-metragem]]></category>
		<category><![CDATA[Tatuagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Título: “Tatuagem” Categoria: Longa-metragem Gênero: ficção, drama Direção: Hilton Lacerda Roteiro: Hilton Lacerda Sinopse: Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Título:</strong> “Tatuagem”<br />
<strong>Categoria:</strong> Longa-metragem<br />
<strong>Gênero:</strong> ficção, drama<br />
<strong>Direção:</strong> Hilton Lacerda<br />
<strong>Roteiro:</strong> Hilton Lacerda<br />
<strong>Sinopse:</strong> Brasil, 1978. A ditadura militar, ainda atuante, mostra sinais de esgotamento. Em um teatro/cabaré, localizado na periferia entre duas cidades do Nordeste do Brasil, um grupo de artistas provoca o poder e a moral estabelecida com seus espetáculos e interferências públicas. Liderado por Clécio Wanderley, a trupe conhecida como Chão de Estrelas, juntamente com intelectuais e artistas, além de seu tradicional público de homossexuais, ensaiam resistência política a partir do deboche e da anarquia. A vida de Clécio muda ao conhecer Fininha, apelido do soldado Arlindo Araújo, 18 anos: um garoto do interior que presta serviço militar na capital. É esse encontro que estabelece a transformação de nosso filme para os dois universos. A aproximação cria uma marca que nos lança no futuro, como tatuagem: signo que carregamos junto com nossa história.<br />
<strong>Elenco:</strong> Irandhir Santos, Jesuíta Barbosa, Rodrigo Garcia<br />
<strong>Produção:</strong> REC Produtores Associados<br />
<strong>Distribuição:</strong> Imovision<br />
<strong>Ano de lançamento:</strong> 2013<br />
<strong>Site: <a href="http://www.tatuagemofilme.com.br" target="_blank">www.tatuagemofilme.com.br</a></strong><br />
<strong> Assista o trailer: <a href="http://youtu.be/UwSX2SlHpEg" target="_blank">http://youtu.be/UwSX2SlHpEg<br />
</a>Disponível em DVD e Blu-ray</strong></p>
]]></content:encoded>
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