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	<title>Portal Cultura PE &#187; FIG 2017</title>
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		<title>Fundarpe divulga cachês dos shows do FIG 2017</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 18:45:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Confira abaixo quanto custou cada show do FIG 2017. A origem dos recursos para pagamento dos cachês é orçamento próprio da Fundarpe, direcionado ao festival. Os dados foram atualizados até o dia 18 de julho.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira abaixo quanto custou cada show do FIG 2017. A origem dos recursos para pagamento dos cachês é orçamento próprio da Fundarpe, direcionado ao festival. Os dados foram atualizados até o dia 18 de julho.</p>
<div id="attachment_51999" aria-labelledby="figcaption_attachment_51999" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Abertura-e-Palco-Dominguinhos.jpg"><img class="size-medium wp-image-51999" alt="Palco Dominguinhos e Abertura" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Abertura-e-Palco-Dominguinhos-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Palco Dominguinhos e Abertura</strong></p></div>
<div id="attachment_52000" aria-labelledby="figcaption_attachment_52000" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Pop-e-Forró.jpg"><img class="size-medium wp-image-52000" alt="Palcos Pop e Forró" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Pop-e-Forró-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Palcos Pop e Forró</strong></p></div>
<div id="attachment_52002" aria-labelledby="figcaption_attachment_52002" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Virtuosi-e-Instrumental.jpg"><img class="size-medium wp-image-52002" alt="Virtuosi e Instrumental" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Virtuosi-e-Instrumental-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Virtuosi e Instrumental</strong></p></div>
<div id="attachment_52001" aria-labelledby="figcaption_attachment_52001" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Som-na-Rural.jpg"><img class="size-medium wp-image-52001" alt="Som na Rural" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/Banner-Som-na-Rural-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text"><strong>Som na Rural</strong></p></div>
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		<title>Palco Instrumental destacou a força do gênero na música pernambucana</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 02:56:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias O charmoso Parque Ruber Van Der Linder se despediu com chave de ouro da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Com um público especial, repleto de amantes da música experimental, o palco instrumental do FIG 2017 apresentou no sábado (29) quatro atrações diversas, que evidenciaram o talento dos instrumentistas pernambucanos. Integrante [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51933" aria-labelledby="figcaption_attachment_51933" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256921816_ebab60309b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51933" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256921816_ebab60309b_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Poruu foi uma das atrações da noite do sábado (29)</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O charmoso Parque Ruber Van Der Linder se despediu com chave de ouro da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns. Com um público especial, repleto de amantes da música experimental, o palco instrumental do FIG 2017 apresentou no sábado (29) quatro atrações diversas, que evidenciaram o talento dos instrumentistas pernambucanos.</p>
<p>Integrante das bandas Malacada e Bamboleá, Salomão Miranda levou ao Palco Instrumental uma apresentação autoral construída coletivamente com os músicos que o acompanham nos shows. <em>“O cavaquinho azul teve as letras compostas por mim, mas todo mundo participou da gravação. O Tido Morais, bateria; Juliana Barbosa, na percussão, Ide Rama no teclado e Chico Torres no violão, e foi gravado todinho na praia de Garça Torta, em Maceió”,</em> explica o artista, que se apresentou publicamente pela primeira vez em Garanhuns neste FIG. <em>“Foi muito legal porque muitos parentes e amigos puderam assistir ao show, muita gente não conhecia esse meu lado músico”, </em>revelou.</p>
<div id="attachment_51932" aria-labelledby="figcaption_attachment_51932" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256859036_69deff4328_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51932" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36256859036_69deff4328_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Poruu apresenta no palco uma proposta experimental com base numa pesquisa feita há nove anos</p></div>
<p>Com nove anos de estrada, a banda Poruu faz uso de um formato de música diferente do convencional de mercado. No caso deles, altamente experimental, com um set de bateria e percussão orgânico (feito de objetos como garrafas e panelas amassadas), além de guitarras distorcidas que imitam sintetizadores e samplers com batidas eletrônicas. Primeira vez também no Festival de Inverno, o grupo formado por Iezu Kaeru (bateria), Marcelo Campello (guitarra) e Henrique Vaz, os dois últimos doutorandos em Música.</p>
<p><em>“Fizemos uma apresentação dividida em três atos, e buscamos uma música que tivesse um pouco da cara da gente, no momento atual, além de ser uma proposta bacana para o festival. A Poruu faz parte dessa pesquisa por uma música fora do mercado, de sentido ritualístico, de retorno às nossas origens”,</em> detalhou Iezu. Sobre a reação do público, Marcelo Campello se mostrou satisfeito com o resultado: “<em>A gente ficou feliz porque teve um pedido de ‘mais um’ no final que eu não tinha ouvido ainda com essa banda”,</em> disse, aos risos.</p>
<div id="attachment_51931" aria-labelledby="figcaption_attachment_51931" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904892970_cfb2ebe106_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51931" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904892970_cfb2ebe106_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Cláudio Rabeca fez um show baseado no disco que pretende gravar em breve e que terá o título &#8216;Rabeca Brasileira&#8217;</p></div>
<p>A banda irá integrar a trilha sonora da exposição &#8216;Labirinto de Cabras e o Touro de Mármore&#8217;, feita numa parceria entre Iezu e Éder Chiodetto, e que ficará em cartaz durante a décima edição do Festival de Cinema de Triunfo, que começa no dia 7 de agosto. A mostra, que conta com incentivo do Funcultura, ficará instalada na Fábrica de Criação do Sesc da cidade.</p>
<p>O som de Cláudio Rabeca é como poesia na música e, para ele, foi uma apresentação acima do que esperado. <em>“O show é baseado num projeto que eu estou amadurecendo que se trata do meu próximo CD, batizado de Rabeca Brasileira. Vou trabalhar a rabeca com sotaque pernambucano inserido na cultura brasileira. Pretendo gravar frevo, baião, choro, e o show já é começando a amadurecer essas ideias para o disco. Foi maravilhoso, o público instigou demais”,</em> comemorou o artista.</p>
<div id="attachment_51934" aria-labelledby="figcaption_attachment_51934" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298088925_6922e7382a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51934" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298088925_6922e7382a_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Público se emocionou com a apresentação do gaúcho Renato Borguetti e Quarteto</p></div>
<p>Levando o acordeom e a cultura gaúcha dos pampas num formato erudito, Renato Borguetti fez a apresentação mais aguardada da noite. Maurício Accioly morador de Garanhuns, não teve tempo de conferir durante a semana a programação no Palco Instrumental, mas tirou o último dia pra assistir ao show do Renato Borguetti.  Conseguiu chegar a tempo ainda do show do Cláudio da Rabeca, o qual achou emocionante, e elogiou a proposta do espaço. <em>“Aqui é a Pasárgada”,</em> comentou, de forma resumida.</p>
<p>Acompanhado de um time de peso, formado pelo trio Pedro Figueiredo (fax e flauta), Vitor Peixoto (teclado), e Daniel Sá (violão), Renato disse no palco que estava<em> “muito feliz em poder apresentar um pouco da minha cultura nessa terra”,</em> para em seguida tocar uma versão de Santa Morena, de Jacob do Bandolim. Canções de sua carreira, composta por 17 discos lançados, também fizeram parte do repertório.</p>
<div id="attachment_51930" aria-labelledby="figcaption_attachment_51930" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904779790_3ec20c10c1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51930" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35904779790_3ec20c10c1_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Renato Borguetti já foi parceiro de música de Luiz Gonzaga e Dominguinhos</p></div>
<p>“É bom estar de volta a Garanhuns. Já estivemos aqui em outra oportunidade, a energia desse lugar é incrível. Não sei vocês repararam, mas a gente não canta”, brincou Renato. <em>“Mas vocês podem cantar essa música conosco. Ela é de um gaúcho muito famoso, o Lupicínio Rodrigues, autor do hino do meu time Grêmio, e ficaria muito feliz se vocês descobrissem qual é e nos acompanhassem”</em>, emendou, para em seguida puxar a canção Felicidade, entoada por boa parte do público presente.</p>
<div id="attachment_51935" aria-labelledby="figcaption_attachment_51935" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298250065_c76d3d158d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51935" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36298250065_c76d3d158d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">O trio composto por Pedro Figueiredo (na foto/fax e flauta), Vitor Peixoto (teclado), e Daniel Sá (violão) acompanhou Borguetti</p></div>
<p>Outro ponto alto da apresentação foi quando Borguetti pediu permissão para tocar na terra do Rei do Baião algumas de suas músicas: Baião e Asa Branca. “<em>Nós estamos no Nordeste e vamos tocar um forró, mas com sotaque de gaúcho. É muita honra. Há muitos anos tive a satisfação de gravar com Luiz Gonzaga e pude viajar por tantos lugares com o mestre Dominguinhos”</em>, declarou, sob fortes aplausos.</p>
<p>O recifense Mateus Carvalho estava no local e disse achar muito interessante a proposta do Palco Instrumental. <em>“Não é comum de achar por aí um palco com esse intuito. E como se vê pela quantidade de gente que vem até aqui, há um público considerável que curte esse gênero. Aqui tem muita música de qualidade”,</em> opinou.</p>
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		<title>Festival de Inverno de Garanhuns celebrou a criatividade em sua 27ª edição</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jul 2017 13:00:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Todo mês de julho temos um encontro marcado: durante dez dias, Garanhuns se transforma em um lugar idílico onde a arte está nos palcos, nas ruas, nos parques. Nesta 27º edição do Festival de Inverno de Garanhuns, a arte esteve sim em todos os lugares. Mais foi além: trazendo uma programação urgente, necessária e contemporânea, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mês de julho temos um encontro marcado: durante dez dias, Garanhuns se transforma em um lugar idílico onde a arte está nos palcos, nas ruas, nos parques. Nesta 27º edição do Festival de Inverno de Garanhuns, a arte esteve sim em todos os lugares. Mais foi além: trazendo uma programação urgente, necessária e contemporânea, o FIG entrou nos corações dos que conferiram artistas de todas as vertentes, estilos e propostas. Não poderia ser diferente em uma edição em que o grande homenageado é o músico cearense Belchior. Política, em sua mais ampla definição, e a poesia, em todas as formas, são o legado de Belchior que marcou o FIG deste ano. Tudo isso com casa cheia: a praça Mestre Dominguinhos, termômetro do FIG, recebeu um público de 250 mil, sem contar quem prestigiou os demais espaços deste ano.</p>
<div id="attachment_51205" aria-labelledby="figcaption_attachment_51205" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0626.jpg"><img class="size-medium wp-image-51205" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_0626-607x417.jpg" width="607" height="417" /></a><p class="wp-caption-text">A Praça Mestre Dominguinhos recebeu multidões</p></div>
<p><strong>Confira mais <a href="https://www.flickr.com/fundarpe" target="_blank">IMAGENS</a> do Festival. </strong></p>
<p>Na música, a praça Mestre Dominguinhos foi o local para as multidões. Uma vitrine para a música brasileira, o palco apresentou lançamentos de jovens artistas e reverenciou o trabalho de medalhões da nossa música. No Tributo a Belchior, já na primeira noite do polo, músicos de todas as gerações se reuniram: de Angela Ro Ro ao pernambucano Juvenil Silva. Era uma amostra do que estava por vir. No sábado (22), por exemplo, a veterana Baby do Brasil, com seus mais de 30 anos de carreira e carisma ímpar, fez uma apresentação histórica no FIG. Com a revelação Alice Caymmi, que tocou na mesma noite, não foi diferente: o público foi abaixo com sua performance enérgica.</p>
<p>Na crista da onda, a banda BaianaSystem fez as mais de 15 mil pessoas pularem a noite toda, enfrentando chuva e frio em plena terça-feira. Dois dias depois, no mesmo palco, Chico César levou a delicadeza e o vigor do seu novo disco, Estado de poesia, para a praça Mestre Dominguinhos cantar junto.</p>
<p>Nos palcos Pop e Som na Rural a única certeza era encontrar artistas que estão despontando com obras fortes e originais – e se deixar ser impactado. Foi o caso da banda paulista, com integrantes mexicanos, Francisco, el hombre que arrastou uma multidão na segunda-feira do festival. A apresentação musical-performática do Não recomendados também mexeu com o público. Tudo isso mesclado com nomes que estão na estrada há anos e continuam se desafiando criativamente, como a banda Devotos e a cantora Marina Lima, que se apresenta neste sábado (29) ao lado da jovem banda paraense Strobo.</p>
<p>Com uma programação musical que não se ateve ao ibope, mas à qualidade artística, o FIG cativou um público fiel, mesmo com o frio e a chuva não dando trégua. Até artistas muito populares, como Zeca Pagodinho e Fafá de Belém, levaram ao palco shows recentes e relevantes. O sambista, por exemplo, apresentou para 40 mil pessoas o show do disco que venceu o Prêmio da Música Brasileira neste ano.</p>
<p>A originalidade que marcou esta 27ª edição do FIG se revelou também na escolha de shows e montagens inéditos, feitos especialmente para o festival. Foi o caso da linda apresentação do Projeto Setenta com Sete, que reuniu alguns dos melhores sanfoneiros do Nordeste, como Waldonys e Mahatma, para celebrar os 70 anos de gravação do hino Asa Branca. No teatro, tivemos o espetáculo Cabaré Brecht, com a genial Cida Moreira e o retorno ao tablado da atriz Maeve Jinkings. Exibições únicas, especialmente para o FIG.</p>
<p><strong>IMPRESSÕES</strong> &#8211; “O FIG amadurece nesta edição como um festival que traz o novo. A excelência artística foi a marca deste FIG, isto é uma afirmação que ouvimos dos artistas e da imprensa especializada que esteve aqui cobrindo o festival e noticiando este evento para o Brasil e para o mundo. E dentro deste recorte, a presença dos artistas pernambucanos nos alegra e dá a certeza de que estamos, no âmbito da política pública de cultura, na construção correta, que se reflete no fortalecimento da já rica e diversa cena cultural do estado, incluindo seus patrimônios culturais e as manifestações mais tradicionais de nossa cultura”, diz Márcia Souto, presidente da Fundarpe.</p>
<p>Márcia destaca ainda, na programação do FIG, as ações de inclusão, como as oficinas de Hip Hop para reeducandos da Funase e as do Funcultura. A Batalha de MCs e o teatro de rua também incrementaram a programação do festival este ano. “Neste ano, reafirmamos a vocação de diversidade cultural do FIG em todas as linguagens. Reafirmamos também a importância de projetos especiais, a valorização dos artistas pernambucanos, que chegam aqui com novos trabalhos, e a importância do edital – mais de 90% das atrações foram escolhidas por meio dele. É um recorte que dá uma ideia do que está acontecendo nas artes do Brasil, com Pernambuco se sobressaindo”, destacou o coordenador geral do FIG, André Brasileiro.</p>
<p>Para o secretário Estadual de Cultura, Marcelino Granja, esta edição marca uma resistência do valor da cultura em meio a um cenário de crise. “Vários jornalistas de fora do estado ficaram impressionados pela grandiosidade do evento e da capacidade de Pernambuco realizar uma atividade cultural e artística como FIG neste momento em que o País vive uma crise muito grande. É um reconhecimento de que o Governo do Estado entende a atividade cultural como um investimento, algo necessário ao desenvolvimento econômico e ao enfrentamento da própria crise”. Na sexta-feira (28), o secretário acompanhou o governador Paulo Câmara na assinatura do decreto que convoca a IV Conferência Estadual de Cultura. O evento aconteceu na Praça da Palavra Hermilo Borba Filho.</p>
<p><strong>Plataforma FIG incluiu o festival no circuito nacional</strong><br />
Novidade na programação do festival deste ano, a Plataforma FIG promoveu durante dois dias o encontro de produtores de festivais e distribuidores de discos com artistas locais e convidados para debater o mercado da música. Produtores de festivais de todo o Brasil, como Zé Ricardo, do Rock in Rio, participaram dos debates. “Ouvimos questionamentos do público que nos faz pensar e até repensar nossos próprios projetos. Ou seja, essa iniciativa do FIG é fundamental para o futuro da música. Quem pensa em música de qualidade, quem pensa em realmente uma entrega para o público de conteúdo , não só uma entrega superficial, precisa estar trocando, se atualizando e aprendendo com seus colegas de produção”, comentou Zé Ricardo.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/plataforma-fig-3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-51678" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/plataforma-fig-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><strong>Cultura popular se fortalece com a diversidade</strong><br />
Com um público rotativo de 2.500 pessoas por dia, o palco da Cultura Popular Ariano Suassuna foi um grande mosaico da diversidade cultural pernambucana, com a presença de quatro Patrimônios Vivos e apresentações de manhã até à noite. “A interação entre palco e plateia garantiu um espaço lúdico de beleza ímpar onde se misturam avós, filhos e netos da cidade de Garanhuns ao lado de turistas de todo Brasil, quiçá do mundo, brincando e tudo registrando de forma pacífica e saudável”, comenta Coordenadora de Cultura Popular da Secretaria de Cultura, Teca Carlos. A partir deste ano, o espaço recebeu novo nome, homenageando Ariano Suassuna.</p>
<div id="attachment_51583" aria-labelledby="figcaption_attachment_51583" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366786233_3129014831_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51583" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366786233_3129014831_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Piaba de Ouro foi fundado pela família do Mestre Salustiano</p></div>
<p><strong>Literatura para todos na Praça da Palavra Hermilo Borba Filho</strong><br />
Com novo nome nesta edição, homenageando o escritor pernambucano, o espaço se consolida como um dos mais importantes do FIG, pela capacidade de reunir famílias inteiras, tendo atrações para todas as gerações. Durante os nove dias do evento, o público estimado foi de 7 mil pessoas. Destaque para a Mesa de Glosas, com poetas e poetisas do Sertão do Pajeú, e a mesa que homenageou Hermilo e contou com a presença da viúva dele, Leda Alves, João Denys e Carlos Carvalho. Importantes nomes da literatura pernambucana passaram pela Praça, deixando suas contribuições, entre eles, Marcelino Freire, Cida Pedrosa, Bené Fonteles, Paulo Vanderley, entre outros. Além dos eventos literários, a Praça também foi lugar de negócios. Os organizadores estimam que as vendas de livros e produtos movimentou mais de R$ 15 mil.</p>
<div id="attachment_51510" aria-labelledby="figcaption_attachment_51510" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Praça-da-Palavra-Hermilo-Borba-Filho_Palestra-e-Debate_Diz-Ritimia_O-canto-do-verso_Com-Marcelino-Freire-e-Alexandre-Revoredo_Jorge-Farias.jpg"><img class="size-medium wp-image-51510" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Praça-da-Palavra-Hermilo-Borba-Filho_Palestra-e-Debate_Diz-Ritimia_O-canto-do-verso_Com-Marcelino-Freire-e-Alexandre-Revoredo_Jorge-Farias-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alexandre Revorêdo e Marcelino Freire foram algumas das atrações na Praça da Palavra</p></div>
<p><strong>Temas urgentes nas artes cênicas</strong><br />
<strong>Circo:</strong> Esse ano o festival ampliou a participação dos circos itinerantes na programação, garantindo qualidade e diversidade de números tradicionais. Foram realizadas duas Mostras de Números Circenses. “O circo apresentou uma programação rica e com diversidade de estéticas, estimulando a cadeia produtiva e criativa da linguagem, incorporando ainda processos formativos com os artistas presentes no FIG”, conta o assessor de Circo da Secult, Jorge Clésio. A partir da Cooperação Internacional França-Brasil, que possibilitou a formação de 15 jovens circenses, de diferentes segmentos de circo, foi realizada a Mostra de Números Tradicionais, um espetáculo vibrante. A média foi de 1.100 espectadores por dia.</p>
<div id="attachment_51820" aria-labelledby="figcaption_attachment_51820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/enchente.jpg"><img class="size-medium wp-image-51820" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/enchente-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo Enchente, baseado em obra de Hermilo Borba Filho</p></div>
<p><strong>Dança:</strong> Mais de 800 pessoas conferiram os quatro espetáculos de dança que o FIG levou ao Teatro Luiz Souto Dourado. O destaque foi para Tijolos de Esquecimento (Acupe), do Recife, Anarthas (Nalini Cia de Dança), de Goiânia (GO), e Enchente (Flávia Pinheiro), também do Recife. O público, fiel e concentrado, acompanhou a proposta da coordenadoria de Dança, de fazer com que os frequentadores do festival tivessem acesso ao que há de mais impactante na produção contemporânea brasileira.</p>
<p><strong>Teatro:</strong> Violência contra a mulher, racismo, gênero e sexualidade foram alguns dos temas abordados nas peças de teatro. “O espetáculo Rosa choque, do coletivo Os conectores, impactou a plateia com temáticas urgentes, principalmente a opressão contra a mulher. No início do espetáculo, dividiram a plateia entre homens e mulheres para mostrar o sexismo na sociedade. Em determinado momento, as pessoas poderiam levantar e ir para o outro lado. A plateia levantou, se cruzou, e passou a olhar para a pessoa do outro gênero com mais delicadeza e respeito”, destaca o assessor de teatro e ópera José Neto Barbosa. Um público estimado de 3 mil pessoas conferiram as peças no Teatro Luiz Souto Dourado. A Mostra de Teatro Alternativo e o Literatura na Cena, ambos na Galeria Galpão, somaram 550 pessoas.</p>
<p><strong>Audiovisual celebra e debate o cinema pernambucano</strong><br />
O Cine Eldorado recebeu um público estimado em mais de mil pessoas. Entre os destaques da programação, a exibição de filmes pernambucanos seguidos de debates, sessões infantis e a exibição do filme Amigos de Risco com acessibilidade. “As ações reforçaram a intenção de aproximar o fazer cinematográfico do público, proporcionando encontros e debates acerca da produção, roteiro e direção dos filmes, além de estimular a conhecimento das obras realizadas no Estado”, destacou a Coordenadora de Audiovisual da Secult/PE, Milena Evangelista.</p>
<div id="attachment_51497" aria-labelledby="figcaption_attachment_51497" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Giga-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51497" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/Giga-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A equipe da série &#8216;Giga&#8217; lançou o projeto em Garanhuns</p></div>
<p><strong>Projeto Outras Palavras distribui kits de livros</strong><br />
Uma ação que vem se consolidando cada vez como um projeto estruturante no diálogo da cultura com a educação em Pernambuco. Nesta 27ª edição do FIG, reuniu um público de 385 estudantes de seis escolas públicas de Garanhuns. O projeto levou o escritor Sidney Rocha, acompanhado de Adiel Luna, para conversar sobre literatura e música popular, buscando despertar nos jovens o interesse pela arte. Ao final do evento, kits com mais de 100 livros de escritores pernambucanos foram entregues para as bibliotecas das seis escolas.</p>
<div id="attachment_51739" aria-labelledby="figcaption_attachment_51739" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35826606670_2626d888f2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51739" alt="Fer Verícimo/Secult-PE/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35826606670_2626d888f2_z-607x425.jpg" width="607" height="425" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Sidney Rocha foi um dos convidados desta edição do 27º FIG</p></div>
<p><strong>Galeria Galpão é espaço de experimentação nas artes</strong><br />
Mais de 3 mil pessoas foram conferir as exposições de fotos, artes plásticas, debates e performances que aconteceram na Galeria Galpão. A participação feminina na programação foi forte, com as ações performáticas de Carol Azevedo, Kalor Pacheco e do Coletivo Espectro, além da exposição de Joyce Torquato. Outro destaque foi a parceria com o Sesc, que possibilitou a introdução de recorte da 32ª Bienal de São Paulo, em uma série de diálogos. “A Galeria Galpão talvez seja o melhor exemplo de que o FIG não se resume ao palco Mestre Dominguinhos. A Galeria Galpão busca dialogar com o cotidiano do visitante, instigando-o a refletir a respeito de aspectos políticos, sociais e substanciais por meio das artes visuais, da fotografia, do design e da moda”, comenta Janaína Branco, coordenadora de Design e Moda da Secult-PE.</p>
<div id="attachment_51450" aria-labelledby="figcaption_attachment_51450" class="wp-caption img-width-602 alignnone" style="width: 602px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/galeria-abertura.jpg"><img class="size-medium wp-image-51450" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/galeria-abertura-602x486.jpg" width="602" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra &#8216;O Jogo da Bola&#8217;, de Iezu Kaeru, integrou a programação</p></div>
<p><strong>Pau Pombo e catedral recebem música erudita e instrumental</strong><br />
O parque Ruber Van der Linden, mais conhecido como Pau Pombo, é o espaço para música instrumental feita em todo o Brasil. Com um público estimado em mil pessoas por dia, o local recebeu grupos que investem em novas roupagens para ritmos tradicionais, além de nomes consagrados, como a apresentação de Betto do Bandolim com Mestre Chocho. A Catedral de Santo Antônio sediou o Programa do Conservatório Pernambucano de Música e o XIII Virtuosi na Serra sempre com casa cheia e artistas internacionalmente reconhecidos pela qualidade artística, como Edson Cordeiro e Francis Hime e Olívia Hime.</p>
<p>A diretora do Conservatório Pernambucano de Música, Roze Hazin, comemorou o sucesso da nona edição do CPM no FIG. “Com o passar dos anos fomos buscando uma programação para atender a este público. O espaço da música na catedral é um dos melhores do FIG em termos de acomodação para a verdadeira apreciação da música. Música para ser degustada como um bom vinho”, comenta Roze, que já está pensando na “super programação” que será montada para a décima edição do evento.</p>
<p><strong>Música pop, forró e Som na Rural no Euclides Dourado</strong><br />
Dentro do palco Euclides Dourado, o Som na Rural virou ponto de encontro de quem queria descobrir novos sons e apreciar a música pernambucana. A apresentação da banda Francisco, el hombre marcou época na segunda-feira do FIG. Montado do lado de fora do parque, o Palco Pop foi prestigiado por um público estimado em cinco mil pessoas por dia. Muitas estenderam a noite e se juntaram a quem foi conferir os shows de forró que movimentaram o mesmo palco. Destaque especial para os shows dos veteranos Truvinca e Assisão.</p>
<div id="attachment_51476" aria-labelledby="figcaption_attachment_51476" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9320.jpg"><img class="size-medium wp-image-51476" alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/IMG_9320-607x398.jpg" width="607" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Show da &#8216;Francisco, El Hombre&#8217; atraiu um grande público ao polo</p></div>
<p><strong>Artesanato com ação social</strong><br />
Mais de 1.500 pessoas circularam diariamente pelos 76 estandes da feira de artesanato do FIG. Um dos destaques foi a presença de artesãos de seis cidades da Mata Sul atingidas pelas enchentes deste ano. Esta foi a nona edição da feira, e a segunda vez em que foi realizada em parceria com o Sebrae.</p>
<div id="attachment_51845" aria-labelledby="figcaption_attachment_51845" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/JLF9498.jpg"><img class="size-medium wp-image-51845" alt="Cerca de 1mil500 pessoas circulam diariamente pelo Armazém da Arte e Negócios do FIG. Foto:Jorge Farias/ Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/JLF9498-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 1500 pessoas circulam diariamente pelo Armazém da Arte e Negócios do FIG. Foto:Jorge Farias/ Secult-PE</p></div>
<p><strong>Pontos de Cultura</strong><br />
Pelo sétimo ano, os pontos de cultura contaram com atividades exclusivas no Casarão. Com programação durante todos os dias do festival, o espaço abrigou discussões sobre sustentabilidade, exposição sobre o cinema de animação e oficinas de fotografia, mamulengo, frevo e percussão.</p>
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		<title>FIG tem debate inédito entre vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2017 20:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias A Praça da Palavra do FIG 2017 foi palco na noite desta quinta-feira (28) de um inédito encontro entre escritores pernambucanos durante o debate Premiações Literárias, uma conversa com os vencedores do IV Prêmio Pernambuco de Literatura e Prêmio Cepe Nacional de Literatura. O momento foi uma rica análise dos trabalhos destes autores, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51854" aria-labelledby="figcaption_attachment_51854" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36111126751_56007bf334_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51854 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36111126751_56007bf334_k-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Polo literário do Festival de Inverno de Garanhuns realizou um bate-papo entre vencedores do IV Prêmio Pernambuco de Literatura e Prêmio Cepe Nacional de Literatura</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>A Praça da Palavra do FIG 2017 foi palco na noite desta quinta-feira (28) de um inédito encontro entre escritores pernambucanos durante o debate <em>Premiações Literárias, uma conversa com os vencedores do IV Prêmio Pernambuco de Literatura e Prêmio Cepe Nacional de Literatura.</em> O momento foi uma rica análise dos trabalhos destes autores, bem como uma troca de impressões sobre o fazer da escrita. Participaram deste momento Camillo José, Paulo Gervais, Philippe Wollney e Walther Moreira Santos, com a mediação do carismático garanhuense Nivaldo Tenório.</p>
<p>O evento foi precedido de uma atividade com as declamaradoras do Ariel Coletivo Literário, grupo de literatura da Paraíba que trabalha tanta com composições próprias como de outros poetas. “<em>Este sarau que apresentamos no FIG se chama Paraíba Contemporânea, feito apenas com autores da nossa terra”</em>, conta a integrante Clara Farias, que já esteve com o coletivo no festival em 2015. “<em>Viemos com o sarau Dama da Noite, que é um sarau feminista e nós amamos voltar pra cá de novo nessa edição. É sempre uma grande honra pra gente fazer parte deste festival, ainda mais pra nós que somos de outro estado”.</em></p>
<p>Em seguida, o debate entre os escritores pernambucanos teve início com Nivaldo Tenório ressaltando a importância das premiações no sentido de dar destaque aos trabalhos literários. <em>“O Prêmio Pernambuco é uma premiação extraordinária, e todo ano apresenta uma versão melhor. E eu gostaria de parabenizar também a CEPE que tem colaborado com as versões cada vez mais bonitas”.</em></p>
<div id="attachment_51851" aria-labelledby="figcaption_attachment_51851" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35440033403_3ad5077a2e_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51851 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35440033403_3ad5077a2e_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os garanhuenses Nivaldo Tenório e Paulo Gervais</p></div>
<p>Paulo Gervais, de Garanhuns, foi para falar sobre o livro <strong>Paulatim</strong>; Walther Moreira Santos, de Vitória, apresentou detalhes de <strong>Todas as coisas sem nome</strong>; José Camilo, do Recife, explicou a construção de <strong>A Dakimakura flutuante</strong>; e Philippe Wolney, de Goiana, revelou como escreveu a obra <strong>Ruinosas Ruminâncias</strong>. Álvaro Filho, autor do grande vencedor do IV Prêmio Pernambuco de Literatura, com o romance <strong>Curso de Escrita de Romance – Nível 2</strong>, não conseguiu participar porque atualmente mora em Lisboa.</p>
<p><em>“Quero começar a falar com um grande amigo que amo muito que é o Paulo Gervais, Seu livro fala da terra, sobre a família, mas é também uma invenção de memórias. Sua poesia exige do leitor uma concentração que é pouco comum de se encontrar. Se você tivesse que escrever uma introdução para um leitor pouco familiarizado com sua poesia, o que você nos diria?”,</em> provocou Nivaldo Tenório na ocasião.</p>
<p><em>“Talvez eu o introduzisse neste universo, nas memórias da minha família. Eu acho que eu daria o exemplo de como a gente se constrói. Alguém já parou pra pensar como a gente se reconhece? Acho que a partir da leitura do livro você começa a se dar conta disso. Eu reuni uma série de papeis que contavam experiências da minha família, e ali eu identifiquei a mim mesmo. Essa narrativas organizadas não me constroem, na verdade me inventam. Ninguém é tão organizado, ninguém faz tanto sentido. Somos uma contradição”,</em> opina o autor de Paulatim.</p>
<p>O mediador do debate comentou em seguida que teve a honra de participar da comissão julgadora que escolheu os vencedores do Prêmio Pernambuco de Literatura, e que um dos livros que mais gostou de ter lido foi o do autor de <strong>Todas as coisas sem nome</strong>. “<em>Eu adoro ler contos. O teu livro tem uma perspectiva realista, há elementos fantásticos, e eu percebo que personagem de grande lastro humano. Então eu te pergunto: o que são essas coisas sem nome?”,</em> questionou Nivaldo para Walther Moreira.</p>
<div id="attachment_51853" aria-labelledby="figcaption_attachment_51853" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35412297474_6ce623cbaf_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51853 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35412297474_6ce623cbaf_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;“Eu parto do principio de que nem todos os sentimentos tem nome&#8221;, revela Walther Moreira sobre a obra &#8216;Todas as coisas sem nome&#8217;</p></div>
<p><em>“Eu parto do principio de que nem todos os sentimentos tem nome. Vou dar um exemplo: Lembram daquele avião que saiu do Recife com destino a Paris e que explodiu, caindo por ali perto de Fernando de Noronha? Imagine um casal recém-casado que está indo para a capital francesa passar a lua-de-mel e pouco depois da decolagem os dois percebem que o avião vai cair. Que sentimento é esse? Também parto da ideia de que Judas não queria que Jesus fosse pego. Na verdade ele queria o dinheiro, e ele acreditava que seu mestre escaparia porque Jesus fez isso a vida inteira. Judas tanto não queria que isso acontecesse mesmo, que até o dinheiro que ele foi lá devolver depois. Quando ele percebe que Jesus vai morrer, que sentimento teve Judas? Que sentimento tem a pessoa que acorda no meio da noite numa enxurrada e perde tudo, ela fica apenas com a roupa do corpo: Você não tem nome pra isso. Essa é a ideia das 13 histórias que compõem o livro, um livro que fala sobre injustiça e cujos contos não tem título”,</em> revela o escritor.</p>
<p>Sobre a obra de José Camillo, o autor de Dias de febre na cabeça debateu bastante sobre a estética e hipertextualidade presente em A Dakimakura flutuante. <em>“A tua estética dialoga muito com o universo pop. Nele existem uma série de referencias aos seriados americanos, mundo da música, enfim, tudo que diz respeito a esse mundo. E eu notei no teu livro um parentesco com a poesia do Delmo Montenegro. Queria saber se você concorda com isso e me diga de que fontes tu bebes”</em>, instigou o mediador.</p>
<div id="attachment_51855" aria-labelledby="figcaption_attachment_51855" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36111131341_b611bac552_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51855 " alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36111131341_b611bac552_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Philippe Wolney, de Goiana, deu detalhes sobre a produção do livro &#8216;Ruinosas Ruminâncias&#8217;</p></div>
<p>“<em>Eu concordo plenamente com a questão da influência do Delmo na minha escrita, inclusive uma das partes do livro, Brasiliana Sexualmente Escapes, é um trecho do poema Recife No Hay, que foi premiado na primeira edição do Prêmio Pernambuco de Literatura. Bebi muito da fonte e da ousadia que o Delmo tem de trabalhar uma linguagem de ruptura poética, mas também da própria estrutura do que seria a poesia no papel. As minha fontes partem desse mesmo tipo de subversão. Essa leitura do surrealismo como estética e como literatura, que infelizmente no Brasil não teve um estrondo tão grande quanto outras vanguardas, está muito presente atualmente. Eu bebo muito do Roberto Piva e da Ana Cristina César, e tentei mostrar o lado sério do pop. Existe toda uma geração iniciada sinceramente por aquilo e que teve uma formação de caráter a partir de elementos daquela cultura”,</em> argumentou José Camillo.</p>
<p>Outra provocação de Nivaldo Tenório, desta vez direcionada ao escritor Philippe Wollney, tratou de duas coisas que chamaram a atenção dele no livro <strong>Ruinosas Ruminâncias</strong>. “<em>A temática do amor e a sintaxe foram bem evidentes pra mim. Mas na sintaxe a gente percebe muitas palavras fragmentadas. Por que tanta fragmentação? É teu estilo ou foi um modo que você encontrou pra falar do amor nesses tempos que vivemos hoje?”</em>.</p>
<p><em>&#8220;Eu gosto da palavra afetos. E o livro tem um afeto erótico, de companheiro e cumplicidade, desilusões e raiva. Você não tem um gênero narrador. A primeira, a segunda e até a metade da terceira, você não sabe se é de um homem ou uma mulher. A fragmentação também está dentro disso. A repetição destes fragmentos cria ressignificações até um esgotamento. A ideia da ruína, da relação do que se exaure. A ruína não é a imagem inicial, é o que em determinando momento sobra de um acontecimento. O livro começa todo fragmentado e depois vai se assentando. Na minha cabeça é um processo psicológico de alguém que passou por um processo traumático e que depois de um tempo a poeira vai baixando”,</em> opinou Philippe Wollney.</p>
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		<title>Poesia e lirismo musical marcaram apresentações no Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Jul 2017 13:38:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Lenne Ferreira Toda homenagem “o quanto houver” para o mestre Dominguinhos “ainda é pouco”. Ao longo da programação da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, artistas de gêneros diversos não pouparam elogias e reverência à obra do sanfoneiro, natural de Garanhuns. A cantora Mariana Aydar não foi diferente. Em seu show, na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51942" aria-labelledby="figcaption_attachment_51942" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51942" alt="Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36197599076_c56f92cb4d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Emocionada, Mariana Aydar fez show dedicado a Dominguinhos e cantou sucessos do sanfoneiro</p></div>
<p style="text-align: right;">por Lenne Ferreira</p>
<p>Toda homenagem “o quanto houver” para o mestre Dominguinhos “ainda é pouco”. Ao longo da programação da 27ª edição do Festival de Inverno de Garanhuns, artistas de gêneros diversos não pouparam elogias e reverência à obra do sanfoneiro, natural de Garanhuns. A cantora Mariana Aydar não foi diferente. Em seu show, na penúltima noite do Palco Pop, ela não só rendeu graças ao forrozeiro pernambucano, como apresentou uma música inédita feita em sua homenagem, &#8220;Vem Domingar&#8221;. Para alegria do público, Mariana montou um show embalado no ritmo do forró, que também contou com sucessos de Dominguinhos e outras joias da produção musical nordestina.</p>
<p>Um dos principais nomes da nova MPB, Mariana Aydar estava emocionada. A nostalgia e a saudade foram elementos da performance que contou com as companhias dos músicos Léo Rodrigues (percussão), Elton Moraes (triângulo), Cosme Vieira (sanfona) e Feeh Silva (zabumba) . Foi um show de memórias e afeto. Entre uma música e outra, a cantora fazia uma pausa para relembrar momentos vivenciados com Dominguinhos, a influência dele na sua produção artística. Uma relação que começou ainda na infância, quando acompanhava a mãe Bia Aydar, que produziu nomes como Luiz Gonzaga, a quem Mariana conheceu quando ainda tinha seis anos de idade.</p>
<p>Desde muito nova, Mariana teve o forró como principal referência musical. Iniciou sua trajetória como backing vocal de Miltinho Ediberto, montou uma banda de forró chamada Caruá e se aventurou em experiências estéticas que nunca se distanciaram muito do ritmo nordestino. O resultado dessas andanças pôde ser visto durante o show que ela levou para o Festival, mesmo que &#8220;meio ressabiada&#8221;, como definiu. Além de canções clássicas do mestre Dominguinhos, como “Lamento Sertanejo” e “Gostoso demais”, ousou interpretações de músicas consagradas como “Tenho sede”, de Gilberto Gil e “Forró do Xenhenhém”, de Elba Ramalho.</p>
<p>Como fazem as divas de verdade, Mariana é generosa no palco e convidou para a sua apresentação o cantor pernambucano Almério. Juntos, cantaram e dançaram “São João do Carneirinho”, da caruaruense Isabela Moraes, e “Frevo-mulher”, de Amelinha. Mas o momento mais emblemático do show foi protagonizado pelos versos dedicados a Dominguinhos.<em> “Fiz essa música para Dominguinhos há dois anos e acabei ela quando estava entrando em Garanhuns. Foi muito emocionante tocar ela aqui pela primeira vez, na cidade dele, porque essa música diz tudo o que eu queria ter dito pra ele e não consegui”</em>, declarou a cantora, que fez a plateia conjugar Dominguinhos em coro: <em>“Todos os dias tem gente querendo domingar”.</em></p>
<div id="attachment_51943" aria-labelledby="figcaption_attachment_51943" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51943" alt="O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, 'Líquido&quot;" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846728900_b6ce1c7b60_z-607x453.jpg" width="607" height="453" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor pernambucano Tibério Azul apresentou músicas do seu novo trabalho, &#8220;Líquido&#8221;</p></div>
<p>“A vida pede mais abraço”, declarou o pernambucano Tibério Azul assim que pisou no Palco Pop. Terceira atração da noite, o cantor levou o show do seu segundo trabalho solo, “Líquido” (ou <em>a vida pede mais abraço que razão) </em><em>para o FIG 2017 com</em> uma performance inspirada em elementos da natureza. Para reforçar a apresentação, o músico pegou Rogério Samico emprestado da banda Marsa, que antecedeu seu show, para fazer o baixo. Ao lado dele, um time de feras: Lucas Araújo (bateria), Samuel Nóbrega (piano e sanfona), Arthur Dossa (guitarra), Rogério Samico (baixo), Nilsinho Amarante (Arranjos de Metais e Trombone) Gilmar Black (sax) e Alexandre Lima (trompete).</p>
<p>Veterano no Festival de Inverno de Garanhuns, esta foi a quinta vez que Tibério teve presença na grade da programação. Antes, participou do Festival com os projetos Mula Manca &amp; A Fabulosa Figura, Rádio Orquestra (coletivo formado por Ylana Queiroga, Lucas dos Prazeres, entre outros músicos pernambucanos) e duas vezes com trabalhos solos. A animação do cantor antes de subir ao palco demostrava a sua satisfação em retornar ao Festival com um disco bem recebido pela crítica e pelo público. Além de canções novas como “Chover”, gravada com Clarice Falcão, e “Líquido”, o repertório também teve espaço para músicas como “Veja só”, do primeiro álbum do cantor, “Bandarra” (2011).</p>
<p>Durante o show, o público demonstrava intimidade com o repertório e interagiu com a performance do artista, que atualmente vive no Rio de Janeiro. “<em>A minha sensação de tocar em Garanhuns é a mesma sensação de estar em casa. Principalmente agora que estou morando fora de Pernambuco, me sinto muito mais acolhido</em>”, comentou o cantor, que fez questão de  autografar todos os discos dos fãs que formaram fila após o seu show.</p>
<div id="attachment_51944" aria-labelledby="figcaption_attachment_51944" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51944" alt="Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35433423503_5bd9527c2c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Representando a nova safra de músicos pernambucanos, Marsa levou poesia para o Palco Pop</p></div>
<p>Antes de Tibério Azul, a banda recifense Marsa, representou a nova cara da produção musical pernambucana. Com um show de composições próprias que compõem seu primeiro disco, “Circular movimento”, gravado pela Mills Records, o grupo tinha fãs à espera e ainda conquistou a atenção do público que não conhecia seu trabalho. O quinteto de músicos afinados apresentou letras que falam do cotidiano e suas relações cíclicas de forma poética. As experimentações sonoras, com texturas da MPB em canções autorais como “Serpente”, “Vermelhos” e “Tarcísio” demonstraram a riqueza da nova safra de música pernambucana. O grupo tocou o público com uma performance intensa e visceral, típica de artistas com múltiplas influências.</p>
<p>A abertura da noite ficou por conta do músico, compositor e poeta natural de Garanhuns, Alexandre Revoredo. Com mais de 10 anos de carreira, o artista, que também desenvolve trabalhos na área de literatura e teatro, apresentou seu trabalho com influência de ritmos brasileiros como o forró pé de serra e o samba. O show do garanhuense contou com várias participações especiais de artistas locais, entre eles Thiago Martins, vocalista da banda Marsa.</p>
<div id="attachment_51945" aria-labelledby="figcaption_attachment_51945" class="wp-caption img-width-571 aligncenter" style="width: 571px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51945" alt="Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35846680560_eff9553ca3_z-571x486.jpg" width="571" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Com mais de 10 anos de carreira, o cantor Alexandre Revoredo dividiu o palco com artistas locais</p></div>
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		<title>Noite dos camisas pretas fez tremer o chão e as estruturas do Palco Pop</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 19:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias O chão e as estruturas do Palco Pop vibraram nesta quinta-feira (27), noite dedicada aos camisas pretas amantes do metal e hardcore. Com direito a rodas punks e muita batida de cabeça, o público se divertiu com apresentações das bandas Alkymenia (Caruaru), Sinaya (SP) e de uma das mais importantes bandas do cenário [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51749" aria-labelledby="figcaption_attachment_51749" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35826886630_6a4bb8fe9c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51749 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35826886630_6a4bb8fe9c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Foi bem legal trazer esse show aqui pro FIG, porque você toca pra pessoas de vários lugares. Eu gosto muito de Garanhuns por causa disso, vem muita gente diferente”, comemorou Cannibal</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>O chão e as estruturas do Palco Pop vibraram nesta quinta-feira (27), noite dedicada aos camisas pretas amantes do metal e <em>hardcore</em>. Com direito a rodas punks e muita batida de cabeça, o público se divertiu com apresentações das bandas Alkymenia (Caruaru), Sinaya (SP) e de uma das mais importantes bandas do cenário underground e independente brasileiro, a Devotos, que segue em comemoração aos seus 20 anos do lançamento do disco &#8220;Agora Tá Valendo&#8221; (1997).</p>
<p>Formada por Cannibal (baixo e voz), Neilton Carvalho (guitarra) e Celo Brown (bateria), amigos da vizinhança do Alto José do Pinho, Devotos subiu ao palco com uma faixa com a hashtag #AmeDaniel, uma campanha para arrecadar fundos para o tratamento de uma criança de Olinda que nasceu com uma doença rara, a Atrofia Muscular Espinhal. <i>“Eu sei que a situação do nosso país está complicada e que temos muitos problemas para resolver, mas preciso falar de uma coisa séria. Conheci de perto esse menino e a família dele está passando por uma luta imensa. E, hoje, faço um apelo para cada um aqui ajudar como puder”</i>, disse Cannibal, para na sequência emendar com as músicas &#8220;Formando Opiniões&#8221;, &#8220;Dia Morto&#8221;, &#8220;Hu, Ha, Hu, Ha!&#8221;  (que retornou aos palcos nessa nova fase da banda) e &#8220;Punk, Rock, Hardcore&#8221; &#8211; faixas que integram o disco lançado em 1997.</p>
<div id="attachment_51756" aria-labelledby="figcaption_attachment_51756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36219807515_0451ceadda_k-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51756 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36219807515_0451ceadda_k-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Devotos segue em comemoração aos seus 20 anos do lançamento do disco Agora Tá Valendo (1997)</p></div>
<p><em>“A gente pegou o repertório desse álbum, que teve uma repercussão muito grande na cena underground nacional daquela época. E foi bem legal trazer esse show aqui pro FIG, porque você toca pra pessoas de vários lugares. Eu gosto muito de Garanhuns por causa disso, vem muita gente diferente”,</em> comemorou Cannibal. Foi uma noite de reencontros e participações especiais. De Maceió, o cantor Adriano Aranos, da banda Sinsinhor, cantou ao lado dos Devotos as canções &#8220;Asa Preta&#8221; e &#8220;Luz da Salvação&#8221;<strong>. </strong>Noutro momento, Clécio Veloso, de Garanhuns, também subiu ao palco.</p>
<p>A cena punk se articulou no mesmo momento da efervescência musical do movimento mangue da década de 90. Parceiro musical desta época, quando integrava a Chico Science e Nação Zumbi, o percussionista Gilmar Bola Oito está fazendo a apresentação do Palpo Pop e nunca imaginou que um dia chamaria a Devotos para começar um show. De cima do palco, se divertia como um adolescente quando vê sua banda favorita pela primeira vez. <em>“Encerrar a noite dos camisas pretas com Devotos foi a cereja do bolo. Essa é uma banda que já toquei junto várias vezes pela periferia do Recife. Nunca imaginei que um dia fosse apresentar um show deles durante um festival tão importante como é o FIG. Os caras continuam jovens e bem atual com o hardcore na veia”, </em>disse Gilmar.</p>
<div id="attachment_51757" aria-labelledby="figcaption_attachment_51757" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35413181913_1266270fdf_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51757 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35413181913_1266270fdf_k-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">O repertório de Alkymeia foi baseado principalmente no disco &#8216;Strong and Unfailing As A Thunder&#8217; (Forte e Infalível como um Trovão), lançado este ano, conta com 13 músicas inéditas</p></div>
<p>A noite teve também a presença de palco dos metaleiros da Alkymenia, que já tocou no FIG na edição de 2013, numa noite dedicada aos camisas pretas na Praça Mestre Dominguinhos. <em>“Neste dia, a gente se apresentou ao lado de artistas como Os Valvulados, daqui de Garanhuns, Desalma, do Recife, o Krisium e o Raimundos. Durante esses quatros anos aconteceram muitas coisas bacanas. A gente acabou participando muito da cena sul-sudeste, moramos em São Paulo durante um ano e meio, e foi uma experiência enriquecedora”</em>, explicou o cantor e baixista Lalo Silva, que dedicou o show da banda aos grupos <em>undergrounds</em> de Garanhuns.</p>
<p>O repertório foi baseado principalmente no disco <em>Strong and Unfailing As a Thunder </em>(em livre tradução, <em>Forte e Infalível como um Trovão</em>), lançado este ano, conta com 13 músicas inéditas. <em>“Neste álbum ,a gente fala dessa correria do povo nordestino, que, mesmo sofrendo, não desiste nunca, sempre forte como um trovão. Muita coisa mudou nesse disco novo também. Por exemplo, Dennis Kremier, baterista do grupo, tirou os tons e surdos de fábricas industriais do set do seu instrumento e substituiu por alfaias produzidas por João do Pife, um mestre da nossa terra”,</em> explicou o baixista da banda.</p>
<div id="attachment_51752" aria-labelledby="figcaption_attachment_51752" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36083897631_9eee762614_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51752 " alt="Rodrigo Ramos/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36083897631_9eee762614_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Formada só por mulheres, banda Synaia atraiu vários fãs para o Palco Pop</p></div>
<p>Formada só por mulheres, a banda Sinaya se apresentou pela primeira vez no Nordeste, nesta quinta-feira (27). Quem estava na plateia para conferir de perto foi Ana Julia, moradora de Garanhuns, de 19 anos, que conheceu o grupo paulista através da programação do FIG 2017. <em>“Quando a grade saiu, eu fui procurar saber mais sobre a banda na internet e pesquisei várias músicas. Assim que soube que era formada só por mulheres, fiquei ainda mais instigada com o projeto. Por isso, vim hoje ao Palco Pop. G</em><em>ostei muito da apresentação delas e até pedi música”,</em> disse ela.</p>
<p>Renata Petrele, guitarrista solo na Sinaya, encara com naturalidade o avanço da presença feminina no rock brasileiro, especialmente no metal. <em>“Ainda existe uma preconceito velado de curiosidade. O pessoal vai ver o nosso show pra ver se de fato a gente toca. Mas isso era muito mais forte no começo da banda, hoje em dia a gente tem um público e a galera vai curtir nosso som. E existem outras bandas femininas que mostraram que este não é um som só pra homem. As mulheres estão tocando e a galera está curtindo bastante”</em>, avalia Petrele, que ficou emocionada com a recepção e carinho do público. <em>“O povo nordestino tem uma fama de ser muito acolhedor e isso é verdade. Aqui a turma do metal abraça mesmo a causa e foi bem legal ver as loucuras que o pessoal estava fazendo na plateia, bem empolgados. Queremos voltar outras vezes”,</em> revelou.</p>
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		<title>Edição especial do Outras Palavras debate literatura no FIG</title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 20:25:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Marcus Iglesias Uma edição especial do Outras Palavras aconteceu nesta quarta-feira (26) na polo de literatura do FIG. Acostumado a visitar escolas da rede pública do estado, levando cultura e arte para dentro das instituições de ensino, o projeto da Secult-PE e Fundarpe integrou a programação da Praça da Palavra e recebeu a presença de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51701" aria-labelledby="figcaption_attachment_51701" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35369413954_29f7475acb_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-51701" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35369413954_29f7475acb_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Edição teve a presença da banda NG7, formada por jovens mulheres daEREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, de Capoeiras</p></div>
<p style="text-align: right;"><strong>Marcus Iglesias</strong></p>
<p>Uma edição especial do Outras Palavras aconteceu nesta quarta-feira (26) na polo de literatura do FIG. Acostumado a visitar escolas da rede pública do estado, levando cultura e arte para dentro das instituições de ensino, o projeto da Secult-PE e Fundarpe integrou a programação da Praça da Palavra e recebeu a presença de dezenas de visitantes do Festival. Esta edição contou com a participação do escritor Paulo Gervais, vencedor do IV Prêmio Pernambuco de Literatura, e uma apresentação do grupo NG7, formado apenas por estudantes mulheres da EREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, de Capoeiras.</p>
<p>Paulo Gervais, natural de Garanhuns, venceu o IV Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de poesias <strong>Paulatim – Fuga em Si Menor</strong>. Ano passado, a premiação promovida pelo Governo de Pernambuco recebeu 250 inscritos. “<em>Fui um dos cinco agraciados. Mas não é um prêmio que vai definir se sou ou não um bom escritor. Escrever é algo que nós escritores levamos muito a sério. Mas qual é o sentido prático de escrever? Não tem. Não serve pra nada. Então quem se dedica a isso e o faz é porque leva muito sério, mesmo que não sirva pra coisa alguma. É algo íntimo, pessoal, independente do outro dizer se é bom ou ruim, de ganhar ou não um prêmio. Ter isso em mente é importante na liberdade de escrever”,</em> avalia.</p>
<div id="attachment_51702" aria-labelledby="figcaption_attachment_51702" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35401260443_fece2d873b_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-51702" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35401260443_fece2d873b_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Paulo Gervais, natural de Garanhuns, venceu o IV Prêmio Pernambuco de Literatura com o livro de poesias ‘Paulatim – Fuga em Si Menor’</p></div>
<p>O autor conta que o livro <strong>Paulatim – Fuga em Si Menor</strong> faz parte de uma série que o autor pretende desenvolver nos próximos anos. <em>“Aos poucos esse personagem está sendo construído. Como ele ainda está vivo, continua nesse processo”,</em> revelou. A jovem Sandra Melo, também de Garanhuns, parabenizou o escritor pelo ofício escolhido. <em>“Sou uma leitora assídua, gosto de ler muito, mas não lia poesias. Isso mudou quando fui a um encontro da Sociedade dos Poetas Vivos, e lá você recitou uma sua. A partir desse dia eu nunca mais deixei de ler poesia. Muito obrigada”,</em> disse, emocionada.</p>
<div id="attachment_51703" aria-labelledby="figcaption_attachment_51703" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35812848260_7fef993eaa_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-51703" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35812848260_7fef993eaa_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dezenas de visitantes do FIG 2017 participaram do encontro</p></div>
<p>O mediador Marcos Lopes questionou a Paulo Gervais se o fato dele ser do interior do estado lhe dava dificuldades para divulgar seu trabalho. <em>“Para fazer poesia eu só preciso de duas coisas: lápis e papel. E é fácil achar essas coisas por ai. A gente pode pretender até que muita gente leia, seria muito gratificante ter esse alcance. Mas qualquer leitor interessado de verdade vai atrás e produz esse encantamento presente no depoimento da Sandra. Isso é o que realmente importa”.</em></p>
<p>Na sequência, a banda NG7 realizou uma apresentação acústica na Praça da Palavra com um repertório com músicas da MPB, como <strong>Malandragem</strong> (imortalizada na voz de Cássia Eller) e <strong>Na Sua Estante </strong>(da Pitty). Criada a partir de uma ideia do professor Wagner Souza, que dá aula de Música no EREM Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a ideia surgiu com a tentativa de oportunizar às jovens que trabalhem seu protagonismo artístico.<em> “O ensino da música na escola é de grande importância para o desenvolvimento dos jovens como cidadãos. Quem trabalha com musica desenvolve mais a sensibilidade, e a gente trabalha neste sentido, colocando-as no centro do debate”,</em> explica o professor.</p>
<div id="attachment_51704" aria-labelledby="figcaption_attachment_51704" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36205821025_bb0387c0bf_h.jpg"><img class="size-medium wp-image-51704" alt="Elimar Caranguejo/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36205821025_bb0387c0bf_h-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">NG7 realizou uma apresentação acústica na Praça da Palavra com um repertório com músicas da MPB, como Malandragem (imortalizada na voz de Cássia Eller) e Na Sua Estante (da Pitty)</p></div>
<p>Yasmin Maria, baterista da NG7, conta que a banda surgiu como um propósito de diversão e que está na sua terceira versão. <em>“Acabamos levando a sério e estamos estudando música de uma forma profissional. Eu, por exemplo, passei num intercâmbio e vou estudar meu instrumento, a bateria, no exterior. Quem sabe eu não trabalhe com isto um dia&#8221;,</em> questiona.</p>
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		<title>Reisado, maracatu, coco e muito frevo animam o Palco de Cultura Popular Ariano Suassuna</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:28:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Marcus Iglesias Coco de roda, maracatu de baque solto, quadrilhas juninas, reisado e agremiações carnavalescas deram o tom da programação do Palco Cultura Popular Ariano Suassuna nesta terça-feira (25). Um dos polos mais apaixonantes do FIG, o espaço é ponto de encontro dos brincantes e amantes das mais variadas manifestações culturais do estado, palco [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51581" aria-labelledby="figcaption_attachment_51581" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35335269124_73fc7f5337_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51581" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35335269124_73fc7f5337_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Clube de Bonecos Seu Malaquias se apresentou pela primeira vez no FIG como Patrimônio Vivo de Pernambuco</p></div>
<p style="text-align: right;">Por Marcus Iglesias</p>
<p style="text-align: left;">Coco de roda, maracatu de baque solto, quadrilhas juninas, reisado e agremiações carnavalescas deram o tom da programação do Palco Cultura Popular Ariano Suassuna nesta terça-feira (25). Um dos polos mais apaixonantes do FIG, o espaço é ponto de encontro dos brincantes e amantes das mais variadas manifestações culturais do estado, palco também das apresentações dos Patrimônios Vivos de Pernambuco, como o Clube de Boneco Seu Malaquias – uma das atrações do dia.</p>
<p style="text-align: left;">A programação começou por volta das 11h com a Banda Papaceiros do Forró, formada por estudantes da EREM Frei Caetano Messina, de Bom Conselho, para em seguida a Banda da Polícia Militar de Pernambuco apresentar sua orquestra de frevo e marchas marciais.</p>
<div id="attachment_51582" aria-labelledby="figcaption_attachment_51582" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366319693_3203e189d6_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51582" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366319693_3203e189d6_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Reisado e de Iati foi uma das atrações do polo neste terça (25)</p></div>
<p>Já no começo da tarde, a Quadrilha Pé na Roça, do município de São João, apresentou seu estilo tradicional com 16 pares de casais e um figurino típico das festas juninas. <em>“Tanto essa apresentação como a da Banda Papaceiros do Forró foram realizada através de uma parceria com a Secretaria Educação de Pernambuco, que indicou algumas atrações vinculadas a escolas públicas para participar da programação”,</em> explicou Teca Carlos, coordenadora do polo. No caso, a Quadrilha Pé na Roça é vinculada aos estudantes do EREM João Fernandes da Silva e outras escolas de São João.</p>
<p><em>“Numa parceria com a Prefeitura de Garanhuns, a gente recebeu também na programação de hoje a Quadrilha e o Reisado e de Iati, formado majoritariamente por pessoas da terceira idade daquela região”,</em> detalha Teca Carlos. Haja fôlego entre os idosos, que se revesaram para fazer duas apresentações, uma como quadrilha junina e outra valorizando a cultura dos reisados.</p>
<div id="attachment_51585" aria-labelledby="figcaption_attachment_51585" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35781584410_ad3176d189_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51585" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35781584410_ad3176d189_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Público pisou o pé com o Coco do Mestre Juarez</p></div>
<p>O sol começou a dar lugar ao céu nublado quando o Coco do Mestre Juarez botou todo mundo pra pisar o pé no chão. São mais de 40 anos dedicado ao coco de roda, numa tradição que começou com o avô do mestre.<em> “As pessoas me perguntam como sei decorado tantas músicas. Estão todas dentro da minha cabeça, desde pequenininho. É uma delícia poder continuar esse trabalho de família com a presença de netos e bisnetos no palco comigo. Fico feliz porque sei que haverá uma continuidade do meu legado”,</em> revela o mestre.</p>
<p>Figura carimbada do Palco de Cultura Popular do FIG e representando a família Salustiano, um dos nomes mais importantes da cultura popular do estado, o Maracatu Piaba de Outo, sob o comando do Mestre Dinda Salu, trouxe toda a cultura da Mata Norte de Pernambuco para Garanhuns. <em>“É sempre maravilhoso trazer nossa culturas pra terra da garoa. Não só a gente, mas os diversos outros grupos que passaram por aqui”,</em> opina o mestre.</p>
<div id="attachment_51583" aria-labelledby="figcaption_attachment_51583" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366786233_3129014831_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51583" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35366786233_3129014831_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu Piaba de Ouro foi fundado pela família do Mestre Salustiano</p></div>
<p>Outro detalhe não menos importante é que nesta terça-feira (25) foi comemorado o Dia internacional da Mulher Negra e Caribenha, uma dia de luta e de empoderamento feminino. A vendedora Jordana Soares, mais conhecida como Preta, vende há três anos um produto que tem tudo a ver com os encontros de cultura popular: Axé, a bebida alcóolica feita com ervas e conhecidíssima nas ladeiras de Olinda. “Hoje é um dia que nós mulheres negras devemos comemorar, mas também é um dia de aviso, é um dia que chamamos atenção para que haja mais políticas públicas voltadas para a mulher negra. Sabemos que ela sofre duas mais vezes preconceito na questão econômica e psicológica. O machismo não pode passar e nós devemos ser respeitadas em todos os espaços da sociedade”, opina ela sobre a data.</p>
<p>Preta também falou sobre o que acha do Palco Cultura Popular Ariano Suassuna, que segue revelando e dando espaço aos tesouros do estado. “Todos os dias eu venho pra cá e devo continuar vindo até o fim do festival. Pra gente é muito importante este palco. Aqui é um encontro de cultura popular e o nosso produto é voltado para esse momento, esse contato humano, olho no olho, todo mundo dançando e todo mundo feliz. Esse é um dos polos mais importantes do FIG, sem dúvidas”.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36005968152_15b5255ad2_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51587 aligncenter" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36005968152_15b5255ad2_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a></p>
<p>Ainda sobre a programação, faltam 19 semanas para o Carnaval de Pernambuco, mas o Clube de Bonecos Seu Malaquias já deu uma prévia do que espera os carnavalescos no ano que vem. Com seu boneco de 40 kg, a agremiação se apresentou pela primeira vez no Festival de Inverno de Garanhuns depois de conquistar o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco.</p>
<p><em>“Pra gente foi muito positivo, e esse momento só foi possível graças à titulação como patrimônio, que é uma chancela do Conselho de Preservação do Patrimônio Cultural do estado. É outra vertente e visão, um título que traz mais status e visibilidade para o grupo. Hoje a gente sentiu uma energia bem pra cima”, </em>revelou o Mestre Chocho, presidente da agremiação que se apresentou com 35 brincantes, entre passistas e orquestra, sob a regência do Maestro Luiz Antônio. “<em>Escolhemos um repertório um pouco diferente. O pessoal conhece muitos os frevos tradicionais, como Cabelo de Fogo e Vassourinhas, mas levamos ao Palco de Cultura Popular frevos não tão conhecidos como uma forma de educar o público. Foi legal porque dois músicos daqui de Garanhuns vieram conversar com a gente depois da apresentação pra perguntar sobre os frevos que eles não conheciam”,</em> destaca o maestro.</p>
<p>A programação encerrou com a batucada do Bloco de Samba Anarquistas do Bole Bole, formada por sambistas do Recife, que colocou todo mundo pra sambar e fez o chão tremer com o peso dos surdos e atabaques.</p>
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		<title>Cena da música independente tem encontro de peso no Palco Pop do FIG</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 19:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Por Marcus Iglesias A primeira noite do Palco Pop do FIG 2017, nesta terça (25), levou uma multidão para conferir de perto alguns dos mais importantes nomes da atual cena musical independente. Além da Banda Gold Hits, que abriu a programação, as atrações Barro, Zé da Flauta e Curumim puderam apresentar no palco do festival [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51573" aria-labelledby="figcaption_attachment_51573" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35784807100_738a182fb9_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51573" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35784807100_738a182fb9_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Curumin aproveitou o show no FIG 2017 para apresentar seu novo disco &#8216;Boca&#8217;</p></div>
<p style="text-align: right;"> Por Marcus Iglesias</p>
<p style="text-align: left;">A primeira noite do Palco Pop do FIG 2017, nesta terça (25), levou uma multidão para conferir de perto alguns dos mais importantes nomes da atual cena musical independente. Além da Banda Gold Hits, que abriu a programação, as atrações Barro, Zé da Flauta e Curumim puderam apresentar no palco do festival seus mais recentes trabalhos, além de contar com o calor humano da plateia, que não fez feio e participou ativamente dos shows.</p>
<div id="attachment_51575" aria-labelledby="figcaption_attachment_51575" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043508771_c8ba4c4897_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51575" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043508771_c8ba4c4897_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Vários fãs cantaram junto a Barro as músicas do disco &#8216;Miocárdio&#8217;, lançado em 2016</p></div>
<p style="text-align: left;">Barro, pela primeira vez no Agreste e no Festival de Inverno de Garanhuns, se surpreendeu com a reação do público quando subiu ao palco. Com Arranjos que flertam com o pop sessentista e com a música eletrônica, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=iWphC6I3KxU" target="_blank"><strong><i>Miocárdio</i></strong></a> (2016, Independente) se tornou rapidamente um fenômeno na música pernambucana. ”<em>Foi bem surpreendente ver as pessoas cantando e vibrando. Deu pra dar uma esquentada boa com o calor humano. Foi bem emocionante pra mim, vou guardar essa sensação pra sempre”, comenta Barro, que tocou durante o show as nove músicas do seu disco. “Conseguir fazer parte do FIG é uma realização de um sonho. Toquei aqui nele há 14 anos, também no Palco Pop. O FIG tem uma magia, uma energia muito especial”. </em></p>
<div id="attachment_51574" aria-labelledby="figcaption_attachment_51574" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043389851_6f90ec90eb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51574" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36043389851_6f90ec90eb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Zé da Flauta apresentou o projeto Psicoativo pela primeira nos palcos do FIG</p></div>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=67d8-EltEU8" target="_blank"><strong>Psicoativo</strong></a> é o primeiro álbum solo da carreira do músico, produtor e compositor pernambucano José Vasconcelos de Oliveira, o Zé da Flauta. Produzido desde 2013, gravado em 2015 e lançado em 2016, o álbum alinha nove temas terminados com o sufixo <em>mente</em>. “<em>Uma delas é Nanáturalmente, que eu fiz para homenagear o meu amigo Naná Vasconcelos, que participou das gravações da música – inclusive foi a última que ele participou. O <strong>Psicoativo</strong> é uma homenagem que eu faço às mentes criativas. Toda criação, queira ou não queira, fumando ou não fumando, ela é psicoativa, porque a arte é a mistura da inspiração, uma atitude altamente psíquica, com a transpiração, que é a força, a atividade”,</em> explica Zé da Flauta, que quase todo ano está pelo FIG tocando ou produzindo alguém, mas pela primeira vez apresentou seu trabalho solo.</p>
<div id="attachment_51572" aria-labelledby="figcaption_attachment_51572" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35370754483_b3b702baa5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51572" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35370754483_b3b702baa5_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Baterista e cantor, Curumin coloca seu instrumento no protagonismo da apresentação</p></div>
<p>Curumin foi a grande atração da noite, quando o Palco Pop ficou apertado para receber o lançamento do seu quarto disco, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=pmlpNBcObU8" target="_blank"><strong>Boca</strong> </a>(2017), no qual ele investe fortemente na sonoridade eletrônica e no caos do baixo e bateria. Mas para delírio dos fãs que ainda não decoraram as letras das novas músicas, canções de outros discos, como o <strong>Achados e perdidos</strong> (2005),<strong> Japan pop show</strong> (2008) e <strong>Arrocha</strong> (2012) não ficaram de fora da apresentação.</p>
<div id="attachment_51577" aria-labelledby="figcaption_attachment_51577" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36008660522_d7025825fa_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51577" alt="Jorge Farias/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36008660522_d7025825fa_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou o Palpo Pop do FIG 2017 nesta terça (25)</p></div>
<p>O mapa de palco de Curumin, por si só, já surpreende o expectador. Baterista e cantor, ele coloca seu instrumento no protagonismo da apresentação – em contrapartida ao não destaque usualmente dado aos bateristas. Durante todo o show, a plateia se mostrou afinada com o artista, cantando em alto e bom som as canções do novo disco e clássicos como <strong>Vem Menina</strong>, <strong>Compacto</strong>, <strong>Caixa Preta</strong> e <strong>Vestido de Prata</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>VII Casarão dos Pontos de Cultura reúne criatividade e tradição popular</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 23:30:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Anizio Silva Começou ontem (24) a sétima edição do Casarão dos Pontos de Cultura do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). A ação, desenvolvida pelo Programa Cultura Viva/Fundarpe, busca inserir os Pontos de Cultura como protagonistas na realização de oficinas, exposição e apresentações artísticas durante o Festival. Todos os grupos foram selecionados após uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51547" aria-labelledby="figcaption_attachment_51547" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/abertura-casarao-pontos-cultura-fig2017-foto-rodrigo-ramos-24072017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51547" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/abertura-casarao-pontos-cultura-fig2017-foto-rodrigo-ramos-24072017-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcus Sanchez e Tarciana Portella participaram da abertura das atividades do Casarão na última segunda (24), debatendo os desafios da sustentabilidade das atividades dos agentes culturais.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Anizio Silva</em></p>
<p>Começou ontem (24) a sétima edição do Casarão dos Pontos de Cultura do Festival de Inverno de Garanhuns (FIG). A ação, desenvolvida pelo Programa Cultura Viva/Fundarpe, busca inserir os Pontos de Cultura como protagonistas na realização de oficinas, exposição e apresentações artísticas durante o Festival. Todos os grupos foram selecionados após uma convocatória pública.</p>
<p>As atividades seguem até sábado, com as oficinas e a exposição na Escola Estadual Henrique Dias (próximo à Rodoviária), e com os shows no Parque Euclides Dourado, no mesmo espaço do Som da Rural e dos grupos de Mamulengo. Durante a abertura das atividades, foi realizado o debate <strong>Desafios da Sustentabilidade</strong> com Marcus Sanchez, Gerente de Projetos Especiais da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), e Tarciana Portella, Gerente de Políticas Culturais do estado.</p>
<p>Para Marcus Sanchez, os Pontos de Cultura são agentes culturais naturalmente afetados pela crise política e econômica. “Num momento de grande dificuldade nacional, a Secretaria de Cultura considera esta sétima edição do Casarão como importante, até determinante para a organização do programa Cultura Viva em Pernambuco. Nós fizemos um edital onde os grupos puderam inscrever oficinas, shows, mas é mais do que isso. Além de mostrar a produção dos pontos, debatemos aqui a reorganização da rede destes pontos no estado e demos um pontapé inicial para a Conferência Estadual de Cultura, onde queremos discutir uma possível Lei Estadual Cultura Viva”, afirmou Marcus.</p>
<div id="attachment_51550" aria-labelledby="figcaption_attachment_51550" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/oficina-mamulengo-casarao-fig2017-foto-anizio-silva-25072017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51550" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/oficina-mamulengo-casarao-fig2017-foto-anizio-silva-25072017-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A oficina de confecção de bonecos de Mamulengo, do Ponto de Cultura Bonecos de Pernambuco, é uma das atividades do VII Casarão dos Pontos de Cultura.</p></div>
<p>“A gente tem o Casarão como referencial das ações que os Pontos representam e exercem dentro do estado. É fundamental para que possa dar uma injeção de ânimo nos gestores dos Pontos de Cultura, devido à expectativa negativa do Governo Federal fazer um aporte de recursos”, defendeu Newton Caivano, do Conselho Estadual de Política Cultural e integrante do Ponto “Cultura Instrumento de Resgate“, da cidade de Joaquim Nabuco (Mata Sul do Estado). “Além da interação e diálogo entre os Pontos de Cultura, o Casarão vem com uma força muito grande nas oficinas: todas elas são de formação, realmente dentro da cultura básica e estrutural do nosso Nordeste”, comemorou Newton.</p>
<p>“A questão de resistência é super importante. Tem uma fala importante do ex-ministro da Cultura Gilberto Gil, quando afirmou que estava fazendo um <em>do-in antropológico</em> liberando a energia viva, a cultura viva da sociedade. Aqui no FIG, no Palco da Cultura Popular e vários outros espaços ‘corre’ essa cultura viva; (o programa dos Pontos de Cultura) é uma forma de reconhecer esses movimentos, numa política de inclusão e de reconhecimento que foi adotada”, defende Tarciana Portella.</p>
<p>“Dentro do FIG, eu acho que o Casarão dos Pontos de Cultura é uma das coisas mais interessantes depois das grandes atrações. Temos a possibilidade de mostrar um pouquinho do quem vem sendo produzido dentro de nossos ‘Quilombos Urbanos’, nós que convivemos nas comunidades num trabalho de resistência”, declarou o músico Paulinho Suprema, do Ponto de Cultura Herança e Resgate, que apresenta uma oficina de percussão durante o evento.</p>
<div id="attachment_51551" aria-labelledby="figcaption_attachment_51551" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/exposicao-cinema-animacao-fig2017-foto-rodrigo-ramos-24072017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51551" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/exposicao-cinema-animacao-fig2017-foto-rodrigo-ramos-24072017-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Ponto de Cultura Cinema de Animação celebra o centenário da Animação Brasileira expondo cartazes de filmes e exibindo curta-metragens na Escola Estadual Henrique Dias.</p></div>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO &#8211; VII Casarão dos Pontos de Cultura</strong><br />
Local: Escola Estadual Henrique Dias &#8211; Rua Pedro Rocha, 296 &#8211; Heliópolis (ao lado do Corpo de Bombeiros, próximo à Rodoviária)</p>
<p><strong>EXPOSIÇÃO</strong><br />
<strong>Cinema de Animação em Cartaz &#8211; 100 Anos de História no Brasil</strong><br />
Ponto de Cultura Cinema de Animação<br />
De 25 a 29 de julho | Visitação das 12h às 18h</p>
<p>Em 2017, são comemorados o centenário da Animação Brasileira e os 45 anos da Animação, em Pernambuco. Para valorizar essa arte, mais de 20 cartazes vão mostrar parte da história dos animadores do Brasil e do mundo que, utilizando diversas técnicas, criam narrativas desse universo único e infinito. A mostra revisita o trabalho do Patrimônio Vivo e primeiro cineasta de animação pernambucano, Mestre Lula Gonzaga. Durante sua trajetória na área de formação, difusão, produção, gestão de equipamentos e gestão pública, Lula colecionou cartazes de diversos festivais, mostras, encontros e da produção do Cinema de Animação. Durante a exposição, também, serão exibidos curtas-metragens.</p>
<p><strong>OFICINAS (inscrições finalizadas)</strong><br />
De 25 a 28/7 &#8211; 14h às 18h</p>
<p><strong>Fotojornalismo nas Mídias Livres</strong> (Ponto de Cultura Tacaratu Filhos da Terra)<br />
Os participantes poderão aprender os princípios da fotografia e as noções básicas de texto jornalístico, por meio de conteúdos teóricos e práticos. Quem não possuir máquina fotográfica, poderá utilizar telefones celulares nas aulas práticas. A oficina busca ainda estimular a reflexão e o uso das redes sociais como instrumento de comunicação de interesse público e social.</p>
<p><strong>Percussão &#8211; Tambores Furiosos</strong> (Ponto de Cultura Herança e Resgate);<br />
A oficina busca difundir a origem histórico-cultural das nações de matriz africana, seus diferentes ritmos, manuseio dos instrumentos, simbologia e formas de construir. Serão trabalhadas a coordenação motora, polirritmia e concepção musical, bem como a criação de sons e formas dançantes.</p>
<p><strong>Confecção de Bonecos de Madeira &#8211; Mulungu (Mamulengo)</strong> (Ponto de Cultura Bonecos de Pernambuco);<br />
Os participantes aprenderão a arte de construir um boneco, da criação ao acabamento com a confecção de figurinos, e terão ainda noções de manipulação. O mamulengo tem como matéria-prima a madeira da árvore Mulungu.</p>
<p><strong>Frevo &#8211; É na Ponta do Pé e do Calcanhar</strong> (Ponto de Cultura Seu Malaquias – O Gigante do Alto)<br />
Promovida pelo Clube de Boneco Seu Malaquias, Patrimônio Vivo de Pernambuco, a oficina tem a proposta de difundir e fortalecer o frevo por meio de aulas práticas que demonstrarão o passo a passo desse ritmo frenético.</p>
<div id="attachment_51589" aria-labelledby="figcaption_attachment_51589" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Anizio Silva</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/oficina-fotojornalismo-foto-anizio-silva-fig2017-25072017-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51589" alt="Anizio Silva" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/oficina-fotojornalismo-foto-anizio-silva-fig2017-25072017-1-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Os participantes da oficina de Fotojornalismo nas Mídias Livres, do Ponto de Cultura Tacaratu Filhos da Terra, aprendem os princípios da fotografia e o uso das redes sociais como instrumento de comunicação.</p></div>
<p><strong>APRESENTAÇÕES &#8211; Palco Som da Rural / Mamulengo / Pontos de Cultura</strong><br />
Local: Parque Euclides Dourado</p>
<p><strong>Quarta-feira, 26/7</strong><br />
17h &#8211; <strong>Coco de Roda do Cabo de Santo Agostinho</strong> (Ponto de Cultura Farol da Vila &#8211; Coco de Pontezinha)<br />
O grupo de jovens músicos, descendentes de mestres cantadores e percussionistas, têm uma base rítmica fincada na ancestralidade do coco centenário do município do Cabo. Seu repertório é autoral, além de cocos e emboladas tradicionais.</p>
<p><strong>Quinta-feira, 27/7</strong><br />
17h &#8211; <strong>Sertão Maracatu</strong> (Ponto de Cultura Orquestra Sertão)<br />
Fundado em Arcoverde, o grupo de maracatu uniu músicos, professores e alunos de escolas públicas num trabalho de pesquisa e execução de ritmos afros, cantos e danças tradicionais. Seu figurino une elementos das feiras do sertão e da cultura afro-brasileira.</p>
<p><strong>Sexta-feira, 28/7</strong><br />
16h &#8211; <strong>O Auto da Compadecida</strong> (Ponto de Cultura Teatro Experimental de Arte &#8211; TEA)<br />
Um clássico da dramaturgia brasileira é recontado pelo Teatro Experimental de Arte &#8211; TEA, Patrimônio Vivo de Pernambuco. O grupo teatral de Caruaru traz elementos do Cavalo Marinho (folguedo popular típico da Zona da Mata Norte de Pernambuco) para contar a história de João Grilo e Chicó. O palhaço da obra de Ariano Suassuna assume nesta montagem o papel de Mestre Ambrósio, e conduz os atores que se revezam como no Cavalo Marinho. A trilha sonora é executada ao vivo pelo elenco.</p>
<p><strong>Sábado, 29/7</strong><br />
15 às 17h &#8211; <strong>Culminância das oficinas</strong> (apresentação dos projetos desenvolvidos nas Oficinas de Formação Cultural)<br />
17h &#8211; <strong>Boi Tira Teima</strong> (Ponto de Cultura Tira Teima)<br />
Criado em 1922 na zona rural de Caruaru, o Boi Tira Teima traz a tradição da cultura do bumba-meu-boi para o FIG. Com 50 participantes, o grupo apresentará seus personagens humanos, animais e &#8220;fantásticos&#8221; &#8211; criados pela imaginação dos brincantes.</p>
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