<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; FIG2015</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/fig2015-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Apr 2026 13:32:26 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Praça da Palavra dobra de público no FIG 2015</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/praca-da-palavra-dobra-de-publico-no-fig-2015/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/praca-da-palavra-dobra-de-publico-no-fig-2015/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2015 00:52:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[FIG2015]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=28162</guid>
		<description><![CDATA[Circularam pela Praça da Palavra 13.500 pessoas ao longo dos oito dias de ações literárias no Festival de Inverno de Garanhuns deste ano. Atraídas pelas 36 atividades diversas que aconteceram no decorrer do festival, a Praça marca uma trajetória de sucesso desde sua criação em 2012. “Este é o quarto ano da Praça da Palavra [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Circularam pela Praça da Palavra 13.500 pessoas ao longo dos oito dias de ações literárias no Festival de Inverno de Garanhuns deste ano. Atraídas pelas 36 atividades diversas que aconteceram no decorrer do festival, a Praça marca uma trajetória de sucesso desde sua criação em 2012.</p>
<div id="attachment_28203" aria-labelledby="figcaption_attachment_28203" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/PRACA-APALAVRA-NORMANDO.jpg"><img class="size-medium wp-image-28203" alt="Normando Siqueira/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/PRACA-APALAVRA-NORMANDO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público participou de debates, recitais, contação de histórias e outras ações literárias</p></div>
<p>“<em>Este é o quarto ano da Praça da Palavra e o aumento de 50% do público em relação ao ano passado só demonstra que consolidamos tanto com a programação infantil &#8211; com contação de histórias e atividades para crianças &#8211;  e aos poucos a Praça foi se firmando também como esse espaço de discussão para adultos</em>”, comentou o coordenador de literatura da Secretaria de Cultura de Pernambuco, Wellington de Melo.</p>
<p>Um dos segredos para o sucesso do espaço literário do FIG, segundo Wellington de Melo foi a melhoria da estrutura da Praça da Palavra e a construção de uma programação antenada com temas contemporâneos da literatura. &#8220;<em>Quisemos trazer discussões inquietantes, como a autobiografia. Acredito que nunca devemos subestimar o público, devemos trabalhar com a perspectiva de público amplo. A Praça da Palavra tem essa característica de trabalhar com espectros de público que vai desde aquele que procura a programação infantil ou discussões sobre literatura contemporânea ou ainda uma poesia mais cerebral que tem um grau de complexidade maior, enfim, trabalhar nesses múltiplos diapasões</em>”, disse o coordenador de literatura da Secult-PE. Dentre os destaques da programação, Wellington de Melo acredita que a participação de coletivo de jovens poetas foi o que mais se ressaltou. “<em>Recebemos três grupos (referindo-se as performances Poesia ao Vivo, Intra-barulho e Sarau Dama da Noite) que trazem propostas que acontecem nos seus espaços de origem e que reverberam aqui no festival</em>”, finalizou.</p>
<p>Somente nas 36 atividades que aconteceram na Praça da Palavra, 72 artistas, entre escritores e poetas, se apresentaram para um público de aproximadamente 2.200 espectadores. “<em>O espaço está mais aconchegante, mais convidativo mesmo. Um espaço de micro-encontros. Porque é um festival de multidões, mas é possível o encontro com o outro. O encontro com o escritor. O encontro de leitores. Pais com seus filhos, desfrutando o prazer da leitura. É quando o macro e o micro chegam a seu equilíbrio</em>”, enfatizou Wellington de Melo. Além das ações que aconteciam na Praça da Palavra, a coordenação de literatura da Secult-PE também deu continuidade ao projeto &#8216;A Gente da Palavra’, que nesta edição do FIG circulou pelos bairros de Boa Vista, Magano e Mané Xéu. “<em>Cada momento do projeto é meio que um tesouro que cada poeta vai descobrindo. Porque sabemos que o festival não chega na casa dessas pessoas. Ações como esta levam o festival para lugares, que a princípio não estariam</em>”, explicou o coordenador da pasta.</p>
<p>Outro destaque para as ações literárias do FIG 2015 também está a participação mais efetiva de escritores de Garanhuns e das cidades do entorno. “<em>Você vê que eles adotaram a Praça como um espaço deles, as pessoas vêm não só uma vez, passam a circular frequentemente aqui. Virou um espaço de convivência mesmo dentro do FIG</em>”, finalizou Wellington de Melo. A confirmação da consolidação da Praça da Palavra como um espaço de convivência não só de escritores, como também do público amante da leitura, é o volume de negócios gerado pelo espaço. Os três estandes presentes na Praça &#8211; Editora Cepe, Escritores de Garanhuns e Livraria Armorial &#8211; faturaram durante o festival 18 mil reais em vendas de livros.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/praca-da-palavra-dobra-de-publico-no-fig-2015/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Palco Instrumental encerra atividades no FIG 2015 com muito blues</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/a-ultima-noite-do-fig-ficou-blues/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/a-ultima-noite-do-fig-ficou-blues/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 25 Jul 2015 12:00:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Blues]]></category>
		<category><![CDATA[FIG2015]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[instrumental]]></category>
		<category><![CDATA[jazz]]></category>
		<category><![CDATA[Palco Instrumental]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=28174</guid>
		<description><![CDATA[A última noite no Palco Instrumental foi marcada pelo blues de Garanhuns, pelas harmonias de Jehovah da Gaita, Renato Bandeira e Bráulio Araújo e pelo experimentalismo da Frevotron, com Maestro Spok, DJ Dolores e Yuri Queiroga. Inesquecível, talvez seja o adjetivo mais preciso para descrever o que se passou neste sábado, 25/7. No começo da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A última noite no Palco Instrumental foi marcada pelo blues de Garanhuns, pelas harmonias de Jehovah da Gaita, Renato Bandeira e Bráulio Araújo e pelo experimentalismo da Frevotron, com Maestro Spok, DJ Dolores e Yuri Queiroga. Inesquecível, talvez seja o adjetivo mais preciso para descrever o que se passou neste sábado, 25/7.</p>
<p>No começo da noite, o guitarrista Cláudio Lins fez o parque transitar entre a pré-história do rock, o berço blues, e a contemporaneidade da música. O universo ficou blues e o público aplaudiu a boa música que ressoava pelo parque.  &#8220;Acho que o blues me achou em 2003 quando toquei com o filho de Muddy Waters (lendário guitarrista). Garanhuns tem uma tradição instrumental. O Palco Instrumental é uma escola de música que começou com o Quinteto Violado, que fundou esse espaço. Pra gente daqui, de Garanhuns, o festival é importante para trocarmos experiências”, ressaltou Cláudio.</p>
<p>A segunda atração começou sambando com jazz, passando por Pixinguinha, Heitor Villa Lobos e Astro Piazzolla, entre outros clássicos da música instrumental. Acordes, notas musicais, linguagem do mundo, que comunicaram com a plateia, que se protegeu da chuva entre as árvores do parque.</p>
<p>&#8220;O FIG só vem provar o valor do manancial de música de Pernambuco, acredito que temos a maior matriz sonora do mundo. Só Guerra Peixe, por exemplo, passou 30 anos estudando maracatu e não concluiu, não estudou todo o universo dessa nossa música. Tenho mais de 50 anos de música e fiquei impressionado e orgulhoso, como recifense, de ver a banda anterior tocando blues. o FIG garimpa em um veio difícil, o veio da música de qualidade&#8221;, declarou Jehovah da Gaita.</p>
<p>O encerramento do Palco Instrumental foi uma explosão musical. Uma pedrada sonora na noite. Uns diziam que era jazz, outros, que era free music, world music ou simplesmente música sem carimbo, música boa. Esse foi o som da Frevotron que liquidificou sensações e ritmos, do samba a tudo, na última noite do palco instrumental. E teve bis, e pediram outro bis&#8230;</p>
<p>&#8220;Nosso projeto Frevotron é tão novo que a gente não teve tempo de batizar as músicas. É música número 1, 2, 3.. Uma coisa totalmente nova e variada. Com a cara desse Festival de Inverno”, declarou maestro Spok.</p>
<p>“O grande diferencial do festival é diversificar as atrações para todos os gostos, para todas as idades, tem espaço para todas as pessoas”, comentou Angélica Miranda, 41 anos, do Recife.</p>
<p>“O Festival de Inverno é um estímulo à cultura e traz investimentos para região.” Nilton Jurandir, 56 anos, de Lajedo.</p>
<p>“Os jovens estão acostumados a ouvir uma ditadura musical, o FIG traz muita coisa nova pra gente ouvir e ver.” Vitcória Eduarda, 15 anos, Lajedo.</p>
<p>&#8220;É uma oportunidade para pessoas vivenciarem toda a cultura de Pernambuco e muita coisa do mundo em um só lugar”. Andrea Soares, 42, Garanhuns.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/a-ultima-noite-do-fig-ficou-blues/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Filmes de horror atraem grande público à sala de cinema do FIG</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filmes-de-horros-levam-grande-publico-a-sala-de-cinema-do-fig/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/filmes-de-horros-levam-grande-publico-a-sala-de-cinema-do-fig/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2015 17:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[audiovisual]]></category>
		<category><![CDATA[FIG2015]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Cinema do FIG]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=27935</guid>
		<description><![CDATA[Fruto da convocatória da linguagem de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco para o Festival de Inverno de Garanhuns, a Medonho &#8211; Mostra de Cinema de Horror de Garanhuns aconteceu na noite da última quarta-feira (22) com a exibição de seis curtas-metragens nacionais recentes do gênero. A mostra foi uma realização do Cineclube Toca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Fruto da convocatória da linguagem de audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco para o Festival de Inverno de Garanhuns, a Medonho &#8211; Mostra de Cinema de Horror de Garanhuns aconteceu na noite da última quarta-feira (22) com a exibição de seis curtas-metragens nacionais recentes do gênero. A mostra foi uma realização do Cineclube Toca o Terror, primeiro cineclube do gênero na cidade do Recife.</p>
<div id="attachment_27960" aria-labelledby="figcaption_attachment_27960" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19325815723_ccfc848246_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27960" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19325815723_ccfc848246_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra de Cinema de Horror lotou a sala de exibição</p></div>
<p>De acordo com coordenadora de audiovisual da Secult/PE, Milena Evangelista, a mostra significa a junção de um gênero que nunca fora trabalhado em ações durante o FIG, sendo uma inovação, assim como uma representação de uma produção que vem crescendo também em Pernambuco. Para o realizador da Mostra, Jarmeson de Lima, a ideia de fazer a mostra durante o FIG surgiu dentro do seu cineclube, Toca o Terror, para colaborar com a circulação de filmes nacionais de terror de difícil acesso.</p>
<p>A mostra Medonho teve início às 21h10 e apresentou para o público seis curtas-metragens. Eles foram:<em id="__mceDel"> “<i>Judas&#8221;</i></em>(2014), de Joel Caetano; <em id="__mceDel"><i>&#8220;Ne Pas Projeter</i>”</em> (2015), de Cristian Verardi; <em id="__mceDel"><i>&#8220;O Segredo da Família Urso</i>”</em> (2014), de Cíntia Domit Bittar; <em id="__mceDel"><i>&#8220;Sexta-Feira da Paixão</i>”</em> (2014), de Ivo Costa;<em id="__mceDel"> <i>“Carne</i>” </em>(2013), de Caco Nigro e<em id="__mceDel"> &#8220;<i>O Desejo do Morto</i>” </em>(2013), de Ramon Porto Mota.</p>
<div id="attachment_27961" aria-labelledby="figcaption_attachment_27961" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19758771740_003364473d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27961" alt="Costa Neto/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19758771740_003364473d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Idealizadores da mostra debateram com o público após as exibições</p></div>
<p>Com casa cheia, o Cine Eldorado reuniu um público amante de horror e também curiosos. O casal André Gomes e Luar Verlane foi um desses casos.<em id="__mceDel"> “Já havíamos assistido outra sessão da Mostra de Cinema e resolvemos hoje assistir os filmes de horror, mas sinceramente não gostei”</em>, comentou Luar. Mas a realização de um debate ao fim da sessão com o diretor pernambucano Caco Nigro revelou que em Garanhuns há, sim, um público que gosta do gênero e se interessa por essa produção.</p>
<p>O momento do debate mal tinha começado e a professora de engenharia Nelia Lima já levantou a mão para fazer a primeira pergunta,<em id="__mceDel"> “Fiquei curiosa para saber o que motivo o diretor a fazer a história, fiquei com a sensação de que o filme era sobre como nasce um psicopata”</em>, indagou Nelia. O diretor Caco Nigro a respondeu que sua intenção era antes mesmo de saber que gravaria Carne, era de fazer uma produção sobre psicopata, mas com um ponto de vista diferente.<em id="__mceDel"> “Quem é essa pessoa, o que formou esse pensamento, e Carne acabou sendo um trabalho meio que sobre a formação da psicologia da criança”</em>, explicou o cineasta.</p>
<p>Outro espectador da sessão e do debate, Eduardo Holanda, aproveitou a oportunidade de encontro com o diretor para questioná-lo sobre as dificuldades de produção de cinema. O cineasta falou que a produção contou com financiamento de editais estaduais e federais, além apoios de autarquias municipais e particulares.</p>
<p>Ainda sobre as condições de produção da obra, a coordenadora de audiovisual da Secult/PE, Milena Evangelista, questionou o diretor sobre o processo de encontrar equipe para fazer o filme. “<em>Mesmo o filme sendo forte, o clima de trabalho foi bem tranquilo, não tive muita dificuldade. Por ser um drama que flerta com horror, a equipe gostou e ficou curiosa para trabalhar numa produção diferente</em>”, finalizou o diretor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/filmes-de-horros-levam-grande-publico-a-sala-de-cinema-do-fig/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Espaço do Artesanato promove cultura, renda e sustentabilidade no FIG 2015</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/espaco-do-artesanato-promove-cultura-renda-e-sustentabilidade-no-fig-2015/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/espaco-do-artesanato-promove-cultura-renda-e-sustentabilidade-no-fig-2015/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 18:44:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[couro]]></category>
		<category><![CDATA[decoração]]></category>
		<category><![CDATA[escultura]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço do Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[ferro]]></category>
		<category><![CDATA[FIG2015]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[instrumentos musicais]]></category>
		<category><![CDATA[madeira]]></category>
		<category><![CDATA[Parque Euclides Dourado]]></category>
		<category><![CDATA[presentes]]></category>
		<category><![CDATA[tecido]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=27744</guid>
		<description><![CDATA[O Espaço do Artesanato do FIG 2015, no Parque Euclides Dourado, tem como principal objetivo reunir artesãos de diversas técnicas e de várias regiões de Pernambuco, em um só espaço, para comercializarem seus produtos. Nele, o público pode conhecer e adquirir peças da nossa arte popular. O espaço fomenta o intercâmbio de experiências, de opiniões [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Espaço do Artesanato do FIG 2015, no Parque Euclides Dourado, tem como principal objetivo reunir artesãos de diversas técnicas e de várias regiões de Pernambuco, em um só espaço, para comercializarem seus produtos. Nele, o público pode conhecer e adquirir peças da nossa arte popular. O espaço fomenta o intercâmbio de experiências, de opiniões e ideias sobre políticas públicas para o artesanato, além de promover a sustentabilidade.</p>
<div id="attachment_27769" aria-labelledby="figcaption_attachment_27769" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19857183241_15739c7836_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27769" alt="Normando Siqueira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19857183241_15739c7836_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espaço conta com produtos de artesãos de todos os cantos do estado</p></div>
<p><em>“Isso aqui é uma janela de grande dimensão que abre possibilidades infinitas. A gente não quer guardar nossas técnicas só pra gente, quer compartilhar com mais e mais artesãos. Nosso trabalho com quenga de coco é também promoção da sustentabilidade. Estima-se que 70% do lixo do litoral brasileiro são formados por cocos. Nossa arte mostra que isso não é lixo. É fonte de renda e cultura”</em>, explica Viviane Locatelli, artesã de Porto de Galinhas.</p>
<p>O Espaço do Artesanato traz como novidade a presença de dois mestres da escultura em madeira: mestre Nido, da Mata Sul, que pela primeira vez vem ao Festival de Inverno de Garanhuns, e mestre Luiz Benicio, do Vale do Catimbau, Buíque.</p>
<div id="attachment_27803" aria-labelledby="figcaption_attachment_27803" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Normando Siqueira/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19896886225_bf047953e1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27803" alt="Normando Siqueira/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19896886225_bf047953e1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tradicional polo de comercialização do artesanato pernambucano durante o FIG</p></div>
<p><em>“Esse espaço representa uma grande oportunidade de negócios porque expomos nosso trabalho praticamente para o mundo todo. E nos enriquecemos com a troca de informações, um artesão vê o que o outro cria e faz intercâmbio de conhecimentos”</em>, diz o mestre Luiz Benicio.</p>
<p>Breno Nascimento, assessor de artesanato da Secretaria de Cultura de Pernambuco, comenta a importância do polo: <em>“É uma ação multicultural porque temos instrumentos musicais que atraem músicos para, por exemplo, comprar uma rabeca. Daí já improvisam um show com outros artistas que estão vendo ou comprando instrumentos de percussão. O Mamulengo, que foi reconhecido como Patrimônio Imaterial Brasileiro, atrai brincantes que chegam aqui e fazem apresentações espontâneas. É bom para os artesãos, que tem mais consumidores; bom para outros artistas que dão mais visibilidade a sua arte; e bom para o público que tem em um só espaço várias expressões da nossa cultura. E como vem pessoas de quase todo o Brasil e até do exterior, o Espaço Do Artesanato é um caminho do artesão para o mundo.”</em></p>
<p><em>“Desde o primeiro FIG que mostro minha arte aqui. Foi importante pra ampliar meu trabalho e fortalecer nossa associação de mamulengueiros. Já vendo pra gente de São Paulo e tenho encomendas até pra os Estados Unidos. O FIG faz o artesão se encontrar com um mundo de pessoas”</em>, José Edivan, o Bila, mestre mamulengueiro de Glória do Goitá, Pernambuco.</p>
<p>A diversidade é a marca do Espaço do Artesanato. Tem mamulengo, peças em couro e madeira, esculturas em miniaturas e até instrumentos musicais.</p>
<p><em>“Dou suporte aos músicos, que encontram instrumentos da nossa cultura que não são vendidos em loja. Os artistas chegam aqui, grupos de cavalo marinho, rabequeiros e tantos outros, e também tocam, aqui sempre tem show”</em>, diz Abílio Sobral, artesão de instrumentos musicais, do Recife.</p>
<p><strong>Armazém do SEBRAE</strong></p>
<p>Milhares de pessoas que visitam o Parque Euclides Dourado durante o FIG, também podem encontrar expressões da cultura popular no Armazém SEBRAE de Artesanato. São 27 estandes com maior presença de expositores do Agreste Meridional. Para muitos artesãos e artesãs o Armazém virou ponto tradicional durante o Festival de Inverno.</p>
<p><em>“Há sete participo do Armazém SEBRAE. E foi tudo de bom pra mim e pra minha arte, com vendas, palestras e cursos. Acredito que é bom pra todo mundo que tá aqui, artesão e público</em>”, comemora Adriana Veiga, artesã de Garanhuns.</p>
<p><em>“Esse lugar traz a diversidade da cultura de Garanhuns e das cidades circunvizinhas. Pra minha família é muito bom, a gente vê e pode comprar muita coisa bonita e mostrar nossa cultura para os filhos&#8221;</em>, comenta a visitante Eliane Moraes, de Garanhuns.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/espaco-do-artesanato-promove-cultura-renda-e-sustentabilidade-no-fig-2015/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Agentes da palavra levam poesia ao bairro da Boa Vista</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/agentes-da-palavra-levam-poesia-ao-bairro-da-boa-vista/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/agentes-da-palavra-levam-poesia-ao-bairro-da-boa-vista/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2015 02:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[A Gente da Palavra]]></category>
		<category><![CDATA[Boa Vista]]></category>
		<category><![CDATA[FIG2015]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=27732</guid>
		<description><![CDATA[Surgido no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) em 2011, o projeto ‘A Gente da Palavra’ volta em 2015 com três participações. A primeira delas aconteceu na tarde desta segunda-feira (20) no bairro Boa Vista, com a presença dos poetas Joy Carlu, André Monteiro, Clécio Rimas e Wilson China. As próximas visitas acontecem na terça [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Surgido no Festival de Inverno de Garanhuns (FIG) em 2011, o projeto ‘A Gente da Palavra’ volta em 2015 com três participações. A primeira delas aconteceu na tarde desta segunda-feira (20) no bairro Boa Vista, com a presença dos poetas Joy Carlu, André Monteiro, Clécio Rimas e Wilson China. As próximas visitas acontecem na terça (21) e quarta-feira (22) nos bairros Magano e Mané Xéu, respectivamente.</p>
<div id="attachment_27739" aria-labelledby="figcaption_attachment_27739" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19681243159_46fb407763_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27739" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19681243159_46fb407763_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O poeta André Monteiro recita poesia aos moradores do bairro</p></div>
<p>O projeto ‘A Gente da Palavra’ leva poetas uniformizados, como ‘agentes de saúde’, para visitar bairros da periferia de Garanhuns recitando de porta em porta os seus versos e de outros autores. E foi desta maneira que os poetas André Monteiro e Clécio Rimas chegaram à porta de Maria Lenice. “<i>Estava fazendo meu tricô quando me perguntaram se eu os receberia para recitarem alguns poemas</i>”, disse a senhora.</p>
<div id="attachment_27740" aria-labelledby="figcaption_attachment_27740" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Leo Caldas/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19842053136_d37f277caa_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27740" alt="Leo Caldas/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19842053136_d37f277caa_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Clécio Rimas e André Monteiro, de porta em porta, por Garanhuns</p></div>
<p>Os moradores que estavam em pontos comerciais do bairro ou sentados das calçadas de suas casas eram os principais a serem abordados pelos quatro poetas que se espalharam pela Boa Vista. O jovem Gabriel Espinare, de 10 anos, estava num mercado quando Clécio Rimas chegou com um pandeiro recitando alguns versos. O jovem estudante soltou gargalhadas com a intervenção de André Monteiro acompanhada pelo ritmo do instrumento. “<i>Muito bom esses dois</i>”, exclamou Gabriel.  Alguns metros após essa parada, a dupla encontrou Ana Rosa e Manoel Braz sentados num batente da calçada. Ao se apresentar para o casal, o poeta Clécio Rimas fez questão de reforçar que a visita era de graça, e o senhor, então, entrou no embalo da ação e respondeu: “<i>Então, faça logo a sua graça!</i>”.</p>
<p>“<i>As crianças são bem receptivas, uma delas me pediu até para recitar um trava-língua</i>”, comentou a poeta Joy Carlu, que fazia dupla com Wilson China durante esse passeio pelo bairro da Boa Vista. Joy Carlu está em sua quinta participação no projeto, <em>“e nenhum deles foi igual, sempre surpreendente”</em>, finalizou a artista.</p>
<p><strong>Acompanhe as próximas ações do projeto no FIG 2015:</strong></p>
<p>Quando: terça-feira (21)<br />
Bairro Magano<br />
Das 9h30 às 11h30</p>
<p>Quando: quarta-feira (22)<br />
Bairro Mané Xéu<br />
Das 9h30 às 11h30</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/agentes-da-palavra-levam-poesia-ao-bairro-da-boa-vista/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Palco Pop: do sampler ao coco dos mestres</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-pop-do-sampler-ao-coco-dos-mestres/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-pop-do-sampler-ao-coco-dos-mestres/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2015 17:24:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[A Matinada]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Marsa]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[FIG2015]]></category>
		<category><![CDATA[garanhuns]]></category>
		<category><![CDATA[Isabela Melo]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Palco Pop]]></category>
		<category><![CDATA[Radiola Serra Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Show]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=27683</guid>
		<description><![CDATA[Semelhante ao caldeirão de um mago do som, o Palco Pop juntou Banda Marsa, Radiola Serra Alta, Isadora Melo e A Matinada. Ingredientes diversos para encantar o público eclético, de diferentes idades e locais de origem, que veio ao Parque Euclides Dourado curtir a noite musical do FIG 2015, nesse domingo, 19/7. A lua crescente, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Semelhante ao caldeirão de um mago do som, o Palco Pop juntou Banda Marsa, Radiola Serra Alta, Isadora Melo e A Matinada. Ingredientes diversos para encantar o público eclético, de diferentes idades e locais de origem, que veio ao Parque Euclides Dourado curtir a noite musical do FIG 2015, nesse domingo, 19/7. A lua crescente, brilhando por entre os eucaliptos, parecia emanar boas energias para todos e todas que se divertiam, celebrando a cultura.</p>
<p>Vencedores do Festival Pré AMP 2015 e com disco quase pronto para ser lançado, a Banda Marsa sacudiu a abertura da noite com um som cheio de influências afro-brasileiras. Do palco, semelhante a um terreiro pop, propagou-se um canto com tempero negro, acompanhado por guitarras e atabaques que contagiaram o público. As pessoas dançaram já na primeira canção. Muita gente rodando e jogando os braços como nas celebrações aos orixás, mesmo quando o som enveredou para a seara do samba, carimbó ou regue estilizados.</p>
<div id="attachment_27692" aria-labelledby="figcaption_attachment_27692" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Paulo Costa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/banda-marsa.jpg"><img class="size-medium wp-image-27692" alt="Paulo Costa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/banda-marsa-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Com atabaques e guitarras, Banda Marsa sacudiu Palco Pop com influências afros.</p></div>
<p><em>“Nossos percussionista tocaram em terreiro, temos também músicos de chorinho e de rock. Essa e a panela do Marsa que trouxemos pra o Festival de Inverno. O FIG pra mim é especial demais, tem gente do litoral ao sertão, muitas influências e percepções diferentes. Viemos tocar, assistir e trocar experiências”, disse Martins, cantor e um dos compositores do grupo.</em></p>
<p><em>“Venho sempre ao Palco Pop por causa da diversidade da música, como esse batuque da banda Marsa que é uma mistura de ritmos muito boa”, vibrou Luiz Leite, de Garanhuns, 41 anos.</em></p>
<p><em>“Acho essa mistura incrível, faz a gente dançar, não dá pra ninguém ficar parado. E tudo isso mostra um pouco da cultura negra da gente”, falou, sem parar de dançar, Palas Camila, do Recife, 23 anos.</em></p>
<p><em>“A gente, aqui, vê muito tipo de música diferente. Por isso, sempre venho ao Palco Pop. Posso até não entender direito o que eles tocam, mas acho interessante”, comentou Marizélia Correia, de Garanhuns, 55 anos.</em></p>
<p>De repente, o lugar foi tomado por um clima de suspense. Batida eletrônica ressoou. Palco vazio&#8230; Uma voz surgiu sem que as pessoas vissem de onde vinha. Um poema no estilo cordel ecoou no palco. Bits de computador começaram a vibrar junto com um grito de aboio, som de triângulo e zabumba. Personagens da Radiola Serra Alta entraram, fazendo coreografias, surpreendendo a plateia. O público entende a química e entra na dança. Uns fizeram passos do hip hop, outros tentam o xaxado enquanto batem cabeça.</p>
<p>Os integrantes do grupo, de Triunfo, não revelam suas identidades, apresentam-se sempre mascarados, semelhantes ao careta e à &#8220;véinha&#8221;, mascarados que tomam as ruas no Carnaval de sua cidade, no Sertão do Pajeú. O show teve participação especial da raper, Jessica Caetano, e do raper Clécio Rimas.</p>
<p><em>“Isso aqui é som eletrônico dialogando com a cultura popular nordestina. Acho que o FIG é inclusão de gente, como nós que viemos lá do Sertão, mostrar nosso som aqui”, explicou um dos integrantes do grupo, oculto em sua identidade secreta, mascarado de careta.</em></p>
<p><em>“Gosto muito desse som meio xaxado meio coco, sei lá, dessa mistura toda, juntando essas coisas da gente com os computadores. Gosto muito do FIG. Por mim teria mais vezes ao ano”, pontuou Sara Régia, do Recife, 24 anos.</em></p>
<p><em>“Tô curtindo esse batuque. Não conhecia esse pessoal (da Radiola Serra Alta). Isso aqui valoriza todas as culturas”, comentou Everaldo Dantas, de Garanhuns, 53 anos.</p>
<p></em></p>
<div id="attachment_27709" aria-labelledby="figcaption_attachment_27709" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas/Secult=PE/|Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19852655452_b1bb3c0623_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27709" alt="Léo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19852655452_b1bb3c0623_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Isadora Melo fez sua estreia solo no FIG 2015, no Palco Pop.</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>O palco mudou de pele. Saíram o aporte eletrônico e a batida eletrônica para dar lugar a um espaço mais intimista com baixo acústico, bandolim, violão e acordeon. Surgiu Isadora Melo. Calma e firme. Imponente e jovem cantora do Recife. Tem simplicidade e, ao mesmo tempo, presença de palco marcante com visual que lembrou as damas do jazz ou da nossa MPB, mas, com jeito brejeira. Isadora Melo, que foi vocalista da Orquestra Contemporânea de Olinda, fez sua estreia solo no FIG 2015. Soltou a voz. Transitou por compositores pernambucanos. O público se aproximou do palco, ouviu atento&#8230; Aplaudiu.</p>
<p><em>“Canto porque isso faz com que eu me conheça mais. Meu avô me dava CD de Francisco Alves e Maísa, Jacó do bandolim e Elizete Cardoso. Esse show e uma celebração da música, que gera som, silêncio e tensão. Acho o FIG uma oportunidade pra gente viver as vanguardas e as tradições musicais, esses paço aqui traduz isso”, discorreu Isadora Melo.</em></p>
<p><em>“Achei Isadora fantástica: potência com suavidade. O FIG também é fantástico, principalmente a mescla musical que o festival faz”, comentou Cyreno Gonçalves Neto, do Recife, 56 anos.</p>
<p></em></p>
<div id="attachment_27710" aria-labelledby="figcaption_attachment_27710" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Léo Caldas</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19238222674_d39674ea9f_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-27710" alt="Léo Caldas" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/07/19238222674_d39674ea9f_z-607x423.jpg" width="607" height="423" /></a><p class="wp-caption-text">Mestres da cultura popular que formam A Matinada se apresentaram no Palco Pop</p></div>
<p><em> </em></p>
<p>Em seguida, A Zona da Mata pernambucana invadiu Garanhuns ao ritmo sincopado do coco de A Matinada. Galo Preto, mestre tradicional, saiu puxando uma cantiga sobre a beira da praia. O público mergulhou de cabeça na sua batida. Mais uma vez, o Palco Pop juntou artistas e público de várias gerações, o novo e a tradição, no palco e na plateia. Quatro coquistas de gerações diferentes, como os veteranos Ciço Gomes, Galo Preto, Zé de Teté e Biu Caboco fizeram seu samba ao lado de Adiel, da nova safra de coquistas. Os pandeiros percutiram, o samba de coco quebrou; e toda gente no Palco Pop dançou e cantou em diversas rodas por toda plateia.</p>
<p><em>“Um acontecimento desse não e brincadeira. O Galo Preto, velho com quase 82 anos, cantando; E gente quase criança cantando junto e dançando. Isso é um presente”, emocionou-se Galo Preto.</em></p>
<p><em>“Sou o mais novo coquista da turma, aprendendo demais com todos eles, os mestres, figuras de lugares e idades e de vertentes de coco diferentes. Cada um de nós mostrou pra toda essa gente a riqueza do coco. E aviso logo: na próxima sexta (24/7), no palco Dominguinhos, lançarei meu disco aqui no FIG: Baionada”, ressaltou Adiel Luna.</em></p>
<p><em>“Nunca tinha ouvido esse som, essas figuras do coco. Achei massa. Acho muito proveitoso tá aqui porque a gente saca muita coisa que não conhecia”, confessou Eduardo Cabral, de Garanhuns, 20 anos.</em></p>
<p><em>“O FIG costuma ser muito bom. Faz oito anos que venho. Adoro e priorizo o Palco Pop. É bom pra quem é de fora e pra quem é de Garanhuns que recebe muita coisa nova. O Palco Dominguinhos é outro espaço bacana. Também vi exposições de artes plásticas”, comentou Juliana Lins do Recife, 31 anos.</em></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-pop-do-sampler-ao-coco-dos-mestres/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

