<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; #FIG2017</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/fig2017-2/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 10 Jun 2026 20:20:25 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Sessenta mil pessoas viveram a última noite de shows do Palco Mestre Dominguinhos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sessenta-mil-pessoas-viveram-a-ultima-noite-de-shows-do-palco-mestre-dominguinhos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/sessenta-mil-pessoas-viveram-a-ultima-noite-de-shows-do-palco-mestre-dominguinhos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 01 Aug 2017 14:13:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#FERNANDAABREU]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[#JRBLACK]]></category>
		<category><![CDATA[#SPOKFREVO]]></category>
		<category><![CDATA[#ZÉRICARDO]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51961</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Dia de maior público do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, o último sábado talvez tenha sido a despedida e também o reconhecimento da plateia sobre a potência desta edição. Cerca de 60 mil pessoas foram ao Palco Mestre Dominguinhos para assistir aos shows de Fernanda Abreu, Zé Ricardo, SpokFrevo Orquestra, BNegão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51962" aria-labelledby="figcaption_attachment_51962" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36298518215_fa0033ad4b_h.jpg"><img class="size-large wp-image-51962" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36298518215_fa0033ad4b_h-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Fernanda Abreu convidou o público para dançar em cima do palco</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p dir="ltr">Dia de maior público do 27º Festival de Inverno de Garanhuns, o último sábado talvez tenha sido a despedida e também o reconhecimento da plateia sobre a potência desta edição. Cerca de 60 mil pessoas foram ao Palco Mestre Dominguinhos para assistir aos shows de Fernanda Abreu, Zé Ricardo, SpokFrevo Orquestra, BNegão e  Andrea Amorim em um misto de curiosidade e nostalgia por conta das atrações que já haviam passado pelo polo e surpreenderam o público. O FIG deste ano veio para lembrar que o princípio básico de um festival não reside somente em trazer grandes atrações, mas, principalmente, apresentar o que há de novo em todas as linguagens e, nesse aspecto, pode-se dizer que as expectativas foram cumpridas.</p>
<p>Mesmo em um ano tão alardeado pela crise, manter a programação fresca por nove dias foi um desafio superado na medida em que o polo Mestre Dominguinhos contou não só com revelações da música brasileira, como também veteranos consagrados a frente de novos projetos. Assim, a esplanada tornou-se um grande espaço de debate sobre as novas tendências da música e todos os temas de que ela trata. Vieram à tona o funk, no show de Alice Caymmi, a desconstrução do axé, com o BaianaSystem, a releitura de Dominguinhos pelo Cantoria Agreste, a tolerância religiosa na noite de samba com Mariene de Castro, o combate ao racismo com Chico César, a liberdade afetiva do disco “Amor Geral”, de Fernanda Abreu, entre outros. A síntese do momento sociopolítico brasileiro, que transparece na música através das letras e da representatividade que determinados ritmos carregam.</p>
<div id="attachment_51966" aria-labelledby="figcaption_attachment_51966" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35464401664_1660882e28_h.jpg"><img class="size-large wp-image-51966" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/35464401664_1660882e28_h-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Cantora carioca apresentou o repertório do disco &#8220;Amor Geral&#8221; com muita dança</p></div>
<p>Na última noite, por sua vez, os grooves da black music deram o tom do encerramento que teve o novo trabalho de Fernanda Abreu como a atração mais aguardada da noite. Desde que saiu da banda Blitz, a cantora construiu uma carreira solo pavimentada em segmentos do funk carioca e pop, mas o seu retorno à indústria fonográfica no ano passado veio para quebrar o hiato de 11 anos sem lançar discos trazendo, desta vez, traços de funk dos anos de 1970 e R&amp;B sob roupagem eletrônica. Títulos como “Outro Sim”, “Saber Chegar” e “Amor Geral” apresentaram o novo universo sonoro da cantora, que recriou antigos sucessos sob a nova proposta, como “Garota Sangue Bom”, “Rio 40 Graus” e “Kátia Flávia, a Godiva do Irajá”.</p>
<p>No entanto, o momento de maior intercâmbio com o público foi quando a artista convidou fãs para subir ao palco e dançar com ela um pout-pourri de funk carioca, demonstrando fidelidade às suas raízes. “Eu percebi desde que cheguei um movimento cultural muito potente e vigoroso, estou muito feliz de estar aqui, porque sempre quis vir. O ‘Amor Geral’ fala do amor e o pano de fundo político que é o respeito às escolhas de cada um. Um show completamente autoral, porque o artista deve trazer sempre novidades e não ficar somente acomodado aos sucessos”, resumiu a cantora sobre a apresentação histórica que fechou o Festival.</p>
<div id="attachment_51967" aria-labelledby="figcaption_attachment_51967" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36131246642_4b8c99b541_h.jpg"><img class="size-large wp-image-51967" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36131246642_4b8c99b541_h-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Ricardo contou com a participação de pernambucanos como Edilza, com quem cantou &#8220;Sarará Criolo&#8221;</p></div>
<p>Mais cedo, o também carioca Zé Ricardo resgatou a energia dos bailes blacks atravessando diferentes geografias da música negra. Desde “Let’s Stay Together”, de Al Green, até “Guiné Bissau, Moçambique e Angola”, de Tim Maia, o show ainda contou com as participações dos pernambucanos Edilza, em “Sarará Criolo”, e Almério, em “Dançando com a vida”. A aproximação com o Estado ainda se evidenciou com a homenagem a Dominguinhos com a versão elétrica de “Eu só quero um xodó”, que botou a plateia para cantar assim como em outros hinos como “Como é grande o meu amor por você”, de Roberto Carlos, e “Nao quero dinheiro”, outra de Tim Maia.</p>
<p>“Para mim foi uma responsabilidade muito grande tocar em um festival como o FIG, mas quando vi todo mundo pulando, fiquei muito tranquilo. O festival é uma vitrine e uma forma de você se aproximar de pessoas que não estão querendo só as coisas óbvias, que estão abertas para novas possibilidades. Tem uma frase maravilhosa do Gilberto Gil que diz que o povo sabe o que quer, mas o povo também quer o que não sabe. Então, um festival que tem uma curadoria de propor coisas novas em um mercado viciado, para mim é uma grande honra”, avaliou Zé Ricardo, que além de produtor e músico também é um dos curadores do Rock in Rio.</p>
<div id="attachment_51968" aria-labelledby="figcaption_attachment_51968" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36129659192_9cc97d0024_h.jpg"><img class="size-large wp-image-51968" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36129659192_9cc97d0024_h-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">A frente da SpokFrevo Oquestra, o Maestro Spok assumiu também os vocais das canções</p></div>
<p>Em outro momento estético da noite, a SpokFrevo Orquestra impressionou o público com as novas roupagens orquestrais para músicas pernambucanas consagradas, como “Asa Branca”, “Lamento Sertanejo”, “Voltei Recife”, além da homenagem ao Manguebeat com “Manguetown”, “O Cidadão do Mundo” e “Quando a maré encher”, que revelaram o Maestro Spok como cantor. “Fizemos uma apresentação baseado no livro ‘Do Frevo ao Manguebeat’, de José Teles, tentando passar por vários momentos da música pernambucana. Sempre fui muito tímido, mas sempre quis me comunicar com as pessoas também. Isso está abrindo portas para futuros trabalhos que planejo fazer. Ainda neste ano começo a gravar um trabalho em que uso mais a voz”, adiantou o maestro, que é tradicionalmente associado ao frevo de rua (instrumental).</p>
<p>Artistas que nasceram em Garanhuns também tiveram um espaço na programação de encerramento do polo. A cantora Andrea Amorim apresentou o seu rock lírico na abertura do palco no último sábado, seguida pela mistura de ritmos de Jr. Black. “Passei minha primeira infância aqui, meus sonhos nasceram aqui, por isso há toda uma memória afetiva desta cidade. Chegar aqui após uma parada que dei na minha carreira e voltar em momento tão difícil para o País podendo me expressar nesse palco é uma chance muito importante de dizer as coisas”, comentou o compositor pernambucano que se prepara para lançar em breve o disco “Vende-se”, o mais confessional de sua carreira até agora.</p>
<div id="attachment_51969" aria-labelledby="figcaption_attachment_51969" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36163479221_2ebdad83ea_h.jpg"><img class="size-large wp-image-51969" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/08/36163479221_2ebdad83ea_h-800x533.jpg" width="800" height="533" /></a><p class="wp-caption-text">Jr. Black aproveitou a ocasião para anunciar seu retorno aos palcos com o disco lançamento próximo do &#8220;Vende-se&#8221;</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/sessenta-mil-pessoas-viveram-a-ultima-noite-de-shows-do-palco-mestre-dominguinhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mulheres deram o tom do samba no Palco Mestre Dominguinhos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/mulheres-deram-o-tom-do-samba-no-palco-mestre-dominguinhos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/mulheres-deram-o-tom-do-samba-no-palco-mestre-dominguinhos/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 21:22:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[#GERLANELOPS]]></category>
		<category><![CDATA[#MARIENEDECASTRO]]></category>
		<category><![CDATA[Mart’nália]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51858</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A sexta-feira (28) foi dia de louvar os orixás na noite de samba do palco Mestre Dominguinhos, que teve a cantora Mart&#8217;nália como atração principal. Para além de abrir espaço para o ritmo de matriz africana, o polo, que ainda teve Kiara Ribeiro, Grupo Terra, Gerlane Lops e Mariene de Castro, destacou [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p>A sexta-feira (28) foi dia de louvar os orixás na noite de samba do palco Mestre Dominguinhos, que teve a cantora Mart&#8217;nália como atração principal. Para além de abrir espaço para o ritmo de matriz africana, o polo, que ainda teve Kiara Ribeiro, Grupo Terra, Gerlane Lops e Mariene de Castro, destacou sobretudo a voz das mulheres no samba. A programação reforçou que a atuação feminina no estilo vai além da dança e tem cada vez mais conquistado o microfone, onde intérpretes e compositoras escoam uma produção sensível e vigorosa.</p>
<div id="attachment_51906" aria-labelledby="figcaption_attachment_51906" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/kiara.jpg"><img class="size-medium wp-image-51906" alt="Elimar Caranguejo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/kiara-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A garanhuense Kiara Ribeiro abriu a programação da noite</p></div>
<p>&#8220;Acho maneiro, você vê tudo mundo na mesma intenção, acho bonito tudo o que acontece aqui. Temos alguns nomes de mulheres que já estão no samba há muito tempo como Elza Soares, Leci Brandão, eu mesma sou mais velha, mas é bacana perceber que tem mais moças chegando&#8221;, comentou Mart&#8217;nália, cujo repertório foi além do ritmo e explorou, principalmente, a MPB. A cantora iniciou a apresentação com &#8220;Você Abusou&#8221;, de Antônio Carlos Jocafi, abrindo a sequência de sucessos emprestados como &#8220;Linha do Equador&#8221;, de Djavan, e &#8220;Odara&#8221;, de Caetano Veloso. Um dos personagens mais tradicionais do samba, o malandro foi incorporado por Mart&#8217;nália nas canções autorais, como &#8220;Sem Dó&#8221;, &#8220;Pé do meu samba&#8221; e &#8220;Cabide&#8221;, cantadas entre um gole de cerveja e outro.</p>
<div id="attachment_51918" aria-labelledby="figcaption_attachment_51918" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/martnalia1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51918" alt="Elimar Caranguejo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/martnalia1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mart&#8217;nália no FIG 2017</p></div>
<p>Porém, o show mais representativo da noite talvez tenha sido o da baiana Mariene de Castro que, assim como todos os artistas que a antecederam no dia, subiu ao palco vestida de branco, seguindo a tradição das religiões de origem africana que usam a cor na sexta-feira em respeito a Oxalá. A cantora foi acompanhada pelo coro do público em músicas como &#8220;Mamãe Oxum&#8221;, &#8220;Vi mamãe na areia&#8221;, &#8220;Iansã cadê Ogum?&#8221; e &#8220;Cordeiro de Nanã&#8221;, em uma espécie de oração coletiva emoldurada por um samba mais próximo da música de terreiro.</p>
<p>A presença marcante da cantora no palco ainda era incrementada por artifícios performáticos, como o uso do glitter como poeira em &#8220;Ponto de Nanã&#8221;, que assim como as demais canções do repertório, difunde a cultura da Umbanda e do Candomblé. Personalidades desse universo também assistiam ao show admirados da plateia, como a chef do restaurante Altar, Dona Carmen. &#8220;Essa foi a primeira vez que vim ao festival porque amigos meus iam tocar e quis vir prestigiar. Gostei da pegada porque começou uma sambista pernambucana, depois veio Mariene, que é um samba de raiz, que é o samba mais ancestral, e terminou com Mart&#8217;nália, que faz um samba mais contemporâneo. Serviu também para empoderar a mulher no samba&#8221;, opinou ela.</p>
<div id="attachment_51921" aria-labelledby="figcaption_attachment_51921" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MARIENE-DE-CASTRO.jpg"><img class="size-medium wp-image-51921" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/MARIENE-DE-CASTRO-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mariene de Castro levou o samba ancestral à Praça Mestre Dominguinhos </p></div>
<p>&#8220;Segunda vez que venho e com uma expectativa muito grande, porque na primeira todo mundo já cantava minhas músicas, então hoje foi dia de matar a saudade. Estar aqui é um encontro, Pernambuco e Bahia estão juntos nas raízes africanas. O samba é nossa história, nossa origem, e ninguém consegue falar tão bem das nossas raízes como o FIG, que reúne tantas artes&#8221;, observou Mariene, que também prestou homenagem a Dominguinhos, cantando &#8220;De volta pro aconchego&#8221; ao lado da pernambucana Gerlane Lops. A recifense também apresentou seu próprio show antes da apresentação da amiga baiana, levando um repertório diverso que provou que Pernambuco também tem uma identidade  no samba.</p>
<div id="attachment_51904" aria-labelledby="figcaption_attachment_51904" class="wp-caption img-width-482 alignnone" style="width: 482px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/gerlane.jpg"><img class="size-medium wp-image-51904" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/gerlane-482x486.jpg" width="482" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Gerlane Lops cantou sucessos de compositores brasileiros</p></div>
<p>Na mesma linguagem do samba de terreiro, Gerlane inseriu na sua roupagem sucessos como &#8220;Anunciação&#8221;, de Alceu Valença, &#8220;Reconvexo&#8221;, de Maria Bethânia, e &#8220;O que é? O que é?&#8221;, de Gonzaguinha, além de apresentar novas músicas produzidas no Estado, como &#8220;O Samba Chegou&#8221; e &#8220;Obá Obá&#8221;. &#8220;Várias pessoas de Pernambuco já passaram pelo FIG na noite do samba e isso é muito importante para ampliar o espaço do ritmo no Estado&#8221;, opinou a cantora, que foi antecedida pelos recifenses do Grupo Terra, que apresentaram seu samba de bateria, e pela garanhuense Kiara Ribeiro.</p>
<div id="attachment_51905" aria-labelledby="figcaption_attachment_51905" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/grupo-terra.jpg"><img class="size-medium wp-image-51905" alt="Elimar Caranguejo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/grupo-terra-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Grupo Terra, no maior palco do Festival</p></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/mulheres-deram-o-tom-do-samba-no-palco-mestre-dominguinhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Parceria entre Governo de Pernambuco e Consulado Geral da França resultou na formação de jovens circenses</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/parceria-entre-governo-de-pernambuco-e-consulado-geral-da-franca-resultou-na-formacao-de-jovens-circenses/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/parceria-entre-governo-de-pernambuco-e-consulado-geral-da-franca-resultou-na-formacao-de-jovens-circenses/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 31 Jul 2017 17:43:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[circo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51800</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania A lona de circo do Festival de Inverno de Garanhuns 2017 recebeu o resultado de um frutífero intercâmbio entre Brasil e França na tarde de 27 de julho, quando o espetáculo &#8220;Mostra de Números Tradicionais&#8221;. Dirigida pelo francês Albin Warette, de La Grainerie, a atração foi encenada por 16 pernambucanos, que participaram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p>A lona de circo do Festival de Inverno de Garanhuns 2017 recebeu o resultado de um frutífero intercâmbio entre Brasil e França na tarde de 27 de julho, quando o espetáculo &#8220;Mostra de Números Tradicionais&#8221;. Dirigida pelo francês Albin Warette, de La Grainerie, a atração foi encenada por 16 pernambucanos, que participaram do projeto Formação de Jovens Circenses, promovido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e a Fundarpe, em parceria com o Consulado Geral da França no Recife.</p>
<p>Com o intuito de oferecer diferentes conhecimentos e processos criativos que impactem positivamente na linguagem do circo itinerante, a oficina, que teve duração de 11 dias, gerou um espetáculo único, que buscou sair da zona de conforto e ir além das fórmulas tradicionalmente repetidas no picadeiro. A primeira diferença foi a ausência do palhaço, que apesar de ser um dos personagens mais queridos do brasileiro, teve seu espaço preenchido pela atuação de acrobatas, contorcionistas, equilibristas, trapezistas e malabaristas. Com mais encenação e interação coletiva entre os integrantes, os números de graça foram inseridos dentro dos números desses artistas, que impressionaram e divertiram o público que lotou a lona no Parque Euclides Dourado.</p>
<div id="attachment_51886" aria-labelledby="figcaption_attachment_51886" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/circo-franca1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51886" alt="Elimar Caranguejo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/circo-franca1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mostra de Números Tradicionais no FIG 2017</p></div>
<p>A identidade pernambucana também se destacou através das danças populares, reservando momentos de ciranda, coco e quadrilha, coreografados por Maria Paula Costa Rêgo, do Grupo Grial. &#8220;Tínhamos que colocar em cena essa riqueza de todos virem de diferentes escolas. Albin me proporcionou várias descobertas, porque ele tem um olhar muito maior mesmo, de ir além do corpo e explorar a dança popular. Acho que a oficina serviu para construir a ponte para cada um ir cada vez mais longe dentro do seu caminho&#8221;, opinou ela no debate &#8220;Circo: processos criativos no Brasil e na França&#8221; que se sucedeu à apresentação do espetáculo. O momento de diálogo contou com a participação de todos os alunos da formação, do diretor Albin, de Williams Santana, do Conselho de Circo de Pernambuco, da Secretária Executiva Estadual de Cultura, Silvana Meireles, e do adido cultural do Consulado-Geral da França no Recife, Guillaume Ernest.</p>
<p>&#8220;A primeira coisa que tentamos fazer é que, eu, como diretor, não sei de nada, e eles, como circenses, não sabem também. O que quero dizer com isso é que ninguém pode chegar já com uma ideia feita, porque vamos caminhar juntos para  chegar em algo novo. Para mim, circo é uma linguagem e cada número é um palavra. Então temos que fazer o espetáculo como uma frase, que pode dizer a mesma coisa de várias maneiras&#8221;, resumiu Albin, sobre o caráter experimental da Formação que gerou a apresentação. Silvana Meireles destacou a iniciativa como um exemplo de crescimento na área, apesar da crise financeira. &#8220;Hoje concluímos um trabalho que é a prova de que é possível realizar as coisas quando encontramos parceiros, como o Consulado. Foi importante essa troca para quem pretende fazer uma política pública nesse sentido, agora é arregaçar as mangas e viabilizar. Foi lindo o que vimos aqui hoje, esta semana já teremos uma reunião para pensar no futuro&#8221;, disse Silvana Meireles.</p>
<div id="attachment_51888" aria-labelledby="figcaption_attachment_51888" class="wp-caption img-width-596 alignnone" style="width: 596px"><p class="wp-image-credit alignleft">Camila Estephania</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/debate-circo.png"><img class="size-full wp-image-51888" alt="Camila Estephania" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/debate-circo.png" width="596" height="442" /></a><p class="wp-caption-text">Roda de diálogo encerrou a apresentação</p></div>
<p>&#8220;Na realidade, tem um intercâmbio antigo entre França e Brasil em relação ao circo, mas foi combinado quando foi assinado o acordo entre Pernambuco e a região de Midi-Pirineus e da Occitânia, que incluiríamos na colaboração o circo. Isso permitiu uma aproximação muito forte entre profissionais do setor do circo do Recife e da Occitânia. Acho que esse é um processo muito importante porque representa um exemplo muito forte de cooperação que ajuda no equilíbrio de ambas partes, acredito que é positivo para os dois países. Agora vamos ver os próximos passos para que a gente possa avançar, acho que servirá para abrir espaço para outras iniciativas no setor da cooperação&#8221;, comentou Guillaume Ernest, na ocasião.</p>
<p>Os alunos da oficina, por sua vez, comemoram a perspectiva do Estado receber outros trabalhos de formação circense que tragam novos vieses na construção de um espetáculo. &#8220;Aprendi muitas coisas nessa formação, Albin soube como nos passar o conhecimento. Muitos não conhecem essa abordagem que nós fizemos, porque ainda faltam experiências de formação para os circenses&#8221;, comentou o artista circense Wellington Ferreira, de 31 anos, que trabalha no circo itinerante desde criança e participou da oficina para se aprimorar. O acrobata aéreo Vitor Lima, de 26 anos, destacou a proposta humanizada do diretor. &#8220;Para mim, foi muito enriquecedor. Albin consegue ressignificar o nosso trabalho e expressar nuances de inquietações pessoais, além de trazer o Novo Circo, onde a ideia de número se dilui e nada está separado mais. Teatro, dança, as expressões do corpo estão disponíveis para melhor potência do artista circense, sempre lembrando de usar o humor como forma de se conectar com o público&#8221;, disse ele.</p>
<div id="attachment_51887" aria-labelledby="figcaption_attachment_51887" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Elimar Caranguejo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/circo-franca2.jpg"><img class="size-medium wp-image-51887" alt="Elimar Caranguejo " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/circo-franca2-607x437.jpg" width="607" height="437" /></a><p class="wp-caption-text">Acrobacias</p></div>
<p>O artista ainda destacou a importância de mais ações semelhantes para desenvolver a cena no Estado. &#8220;Ainda faltam iniciativas de formação tanto na questão técnica, quanto artística, no sentido da criação, mas, a cada ano têm surgido mais ações e espero que isso cresça, porque existem muitos artistas talentosos aqui que, para crescer, precisam sair do Estado e muitas vezes não há condições para isso. Mais escolas seriam importantes não só para o artista crescer aqui, mas também para criar uma identidade circense pernambucana, como já no teatro, cinema e música&#8221;, concluiu Vitor.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/parceria-entre-governo-de-pernambuco-e-consulado-geral-da-franca-resultou-na-formacao-de-jovens-circenses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Palco Pop apresenta novos artistas para o público</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-pop-apresenta-novos-artistas-para-o-publico/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-pop-apresenta-novos-artistas-para-o-publico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 21:11:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#AvaRocha]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[#NãoRecomendados]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51709</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O grupo paulista Não Recomendados subiu ao Palco Pop na noite de ontem ainda desconhecido de grande parte do público e encerrou a apresentação como um dos shows mais queridos da quarta-feira. Embora a atração mais aguardada do polo no dia fosse a cantora Ava Rocha, o trio de performers roubou a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51710" aria-labelledby="figcaption_attachment_51710" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36065928071_834546aebb_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51710" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36065928071_834546aebb_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Não Recomendados conquistou a plateia no segundo dia do Palco Pop</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p>O grupo paulista <strong>Não Recomendados</strong> subiu ao Palco Pop na noite de ontem ainda desconhecido de grande parte do público e encerrou a apresentação como um dos shows mais queridos da quarta-feira. Embora a atração mais aguardada do polo no dia fosse a cantora Ava Rocha, o trio de performers roubou a cena e conquistou a todos com seu talento musical e senso de humor para tratar de temas sérios. Vestidos com roupas femininas, os cantores Caio Prado, Daniel Chaudon e Diego Moraes iniciaram a apresentação com “Rubens”, conhecida na voz de Cássia Eller, deixando claro desde o começo que a apresentação seria um grande manifesto contra o machismo e a homofobia.</p>
<p>Entre canções autorais, como “Não Recomendado”, e versões mais enérgicas de sucessos como “Cálice”, de Chico Buarque, e “Balada do Louco”, dos Mutantes, o grupo cantou em tom contestador demonstrando repúdio a qualquer tipo de repressão. Antes da música “Muderno”, os três citaram falas de políticos brasileiros que desrespeitaram os direitos humanos da população seguidas de solos enraivecidos de guitarra. A banda que acompanha os três artistas, por sinal, não fica atrás no quesito inovação e desenvolveu arranjos completamente originais para as releituras de canções já tarimbadas no imaginário popular, como &#8220;Depois do Prazer&#8221;, do grupo Só Pra Contrariar, e &#8220;Ficar Com Você&#8221;, da banda Cheiro de Amor. A primeira foi recriada sob a estética de uma balada sessentista, enquanto o axé da segunda ganhou interpretação triste. &#8220;Nunca entendi como as pessoas pulavam essa música atrás do trio elétrico&#8221;, avaliou Chaudon.</p>
<div id="attachment_51711" aria-labelledby="figcaption_attachment_51711" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35363763274_b2ba1f3225_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51711" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35363763274_b2ba1f3225_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Trio faz manifesto contra machismo e homofobia</p></div>
<p>Apesar do nome Não Recomendados fazer menção a reprovação dos três cantores nas competições dos programas &#8220;Fama&#8221;, da Rede Globo, e &#8220;Ídolos&#8221;, do SBT, dos quais participaram, o grupo é recomendadíssimo justamente por não repetir fórmulas. A espontaneidade e naturalidade para tratar de temas como a sexualidade livre, por sinal, traz leveza a proposta do trio. Essa mesma originalidade também foi traço do show da paulista Ava Rocha, que trouxe o show envolvente do disco &#8220;Ava Patrya Yndia Yracema&#8221;, lançado em 2015.</p>
<div id="attachment_51712" aria-labelledby="figcaption_attachment_51712" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35364176504_cd91ddb515_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51712" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35364176504_cd91ddb515_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ava Rocha foi uma das atrações mais aguardadas e fez show envolvente</p></div>
<p>A voz grave da cantora inebriou a plateia absorta com músicas como &#8220;Hermética&#8221;, &#8220;Mar ao fundo&#8221; e &#8220;Transeunte Coração&#8221;. A personalidade transgressora da artista, que é filha do cineasta Glauber Rocha e usava uma espécie de coroa de facas, destacava-se em momentos como o do punk &#8220;Auto das Bacantes&#8221;, que reivindica mais espaço para as mulheres em posições de poder. Mesmo se tratando de uma quarta-feira, o público marcou presença expressiva no polo, que ainda teve shows de Milena Rimer e João Fênix no mesmo dia. Localizado ao lado da entrada do Parque Euclides Dourado, o palco foi o destino de vários visitantes que também buscavam aproveitar a programação do espaço, que mantém as apresentações do Som Na Rural em todos os dias do FIG.</p>
<div id="attachment_51716" aria-labelledby="figcaption_attachment_51716" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joao-fenix.jpg"><img class="size-medium wp-image-51716" alt="Rodrigo Ramos " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/joao-fenix-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O cantor João Fênix apresentou o repertorio de seu novo disco, &#8220;De Volta ao Começo&#8221; (2016)</p></div>
<p><strong>Veja abaixo a programação desta quinta-feira no Palco Pop:</strong></p>
<p>18h &#8211; Alkymenia<br />
19h &#8211; Banda Sinaya<br />
20h20 &#8211; Devotos</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/palco-pop-apresenta-novos-artistas-para-o-publico/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Plataforma FIG estreia com debate sobre festivais de música</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/plataforma-fig-estreia-com-debate-sobre-festivais-de-musica/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/plataforma-fig-estreia-com-debate-sobre-festivais-de-musica/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 27 Jul 2017 17:49:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[#PlataformaFIG]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51664</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Nem só de shows é feita a programação musical do 27º Festival de Inverno de Garanhuns. A tarde de ontem foi marcada pela estreia da Plataforma FIG como uma nova ação do evento para fomentar o mercado da música, promovendo palestras, debates, encontros e apresentando novos mecanismos que possam auxiliar o cenário. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51668" aria-labelledby="figcaption_attachment_51668" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155747526_0c01361f70_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51668" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155747526_0c01361f70_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Melina Hickson, Antonio Gutierrez, Jarmeson Lima e Paulo André integraram a mesa de debate</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p>Nem só de shows é feita a programação musical do 27º Festival de Inverno de Garanhuns. A tarde de ontem foi marcada pela estreia da Plataforma FIG como uma nova ação do evento para fomentar o mercado da música, promovendo palestras, debates, encontros e apresentando novos mecanismos que possam auxiliar o cenário. A mesa &#8220;A importância de festivais pernambucanos na cena independente da música nacional&#8221; foi a responsável pela abertura da nova iniciativa, que aconteceu no auditório do hotel Garanhuns Palace.</p>
<p>O bate-papo contou com a participação de produtores dos principais festivais de música do estado, sendo eles Antônio &#8220;Gutie&#8221; Gutierrez, do festival Rec-Beat, Jarmeson Lima,  do festival Coquetel Molotov, e Paulo André, do Abril Pro Rock, que tiveram a conversa mediada pela produtora Melina Hickson, do Porto Musical. &#8220;Esses encontros são sem dúvidas uma forma de amplificar as ações de um festival. Quando a gente tem um espaço de conversa como esse nos festivais, fica mais simples para as pessoas trocarem ideias e surge mais possibilidades do network acontecer&#8221;, comentou Melina, ao iniciar a mesa, que discutiu a atuação dos festivais como palco principal para formação de público e circulação de artistas.</p>
<div id="attachment_51669" aria-labelledby="figcaption_attachment_51669" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35392525693_7459bfef08_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51669" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35392525693_7459bfef08_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público pode tirar dúvidas e trocar ideias com os produtores</p></div>
<p>&#8220;Tanto o Rec-Beat, quanto Abril, começou em um momento que havia um mercado fonográfico forte e aí os olheiros das gravadoras vinham para descobrir novas bandas, mas hoje é diferente. Com o fim desse mercado, os festivais tem assumido esse lugar das gravadoras de revelar as coisas. O público vai já sabendo que vai encontrar bandas que dificilmente conheceria fora dali, por isso os programadores de festivais têm sido convidados muito mais do que antes&#8221;, observou Gutie, sobre a importância atual dos festivais para a consolidação da carreira de novos artistas.</p>
<p>Em atividade com o festival No Ar Coquetel Molotov há 14 anos, Jarmeson destacou que é preciso ir além dos caminhos tradicionais. &#8220;A cada ano aparece uma infinidade de bloggers que se inscrevem para cobrir o festival e atingem um público específico, daí você vai descobrindo uma série de microuniversos que não tem mais espaço na mídia tradicional. O olheiro é próprio público agora, as bandas tem que pesquisar as possibilidades de chegar nele&#8221;, opinou ele, ao defender que não é viável aguardar convites somente. &#8220;Se antes era preciso empreendedorismo, hoje é preciso três vezes mais dos produtores e das bandas também. As bandas tem que viajar para outras cidades por conta própria até para passar temporadas a partir de uma data base de algum festival para o qual elas possam se oferecer&#8221;, concordou Paulo André, afirmando que a iniciativa de integrar uma programação pode partir dos dois lados.</p>
<div id="attachment_51670" aria-labelledby="figcaption_attachment_51670" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155762816_1af2067983_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51670" alt="Fer Verícimo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36155762816_1af2067983_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Márcia Souto abriu a conversa destacando as ações do Estado destinadas à música</p></div>
<p>O debate também contou com a presença de Márcia Souto, presidente da Fundarpe, que destacou que a Plataforma FIG é mais uma ação dentro de um conjunto de iniciativas voltadas para a música neste e nos próximos anos, com destaque para o 1º edital do Funcultura específico para a área. &#8220;Criamos recentemente o patamar de R$ 36 milhões para o Funcultura e o Mecenato, além do edital específico de música, que é um avanço muito grande em vários sentidos para se pensar quais são as linhas de acesso para alavancar a música do nosso estado&#8221;, disse ela. Logo após a mesa, a Plataforma reunião artistas e produtores para a apresentação do startup &#8220;Musicle&#8221;, que promete facilitar a negociação entre contratantes e bandas. &#8220;Propomos uma maneira muito simples de achar o artista. Quando o contratante procurar um perfil de atração, as bandas que se encaixarem serão encaminhadas para negociação&#8221;, resumiu um dos sócios Allison Lima.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/plataforma-fig-estreia-com-debate-sobre-festivais-de-musica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Milhares de pessoas pulam ao som da BaianaSystem no FIG</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/milhares-de-pessoas-pulam-ao-som-da-baianasystem-no-fig/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/milhares-de-pessoas-pulam-ao-som-da-baianasystem-no-fig/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Jul 2017 21:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#BaianaSystem]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[#LucasSantanna]]></category>
		<category><![CDATA[Eddie]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51611</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania “A mais de mil decibéis, virado numa goteira”, diz o verso que é a síntese do grupo BaianaSystem, a atração mais aguardada de ontem no palco Mestre Dominguinhos. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer a banda para se envolver com seu show, cujos graves parecem provocar uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51621" aria-labelledby="figcaption_attachment_51621" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36040726591_b077e07594_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51621" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36040726591_b077e07594_k-607x392.jpg" width="607" height="392" /></a><p class="wp-caption-text">BaianaSystem encheu a Praça Mestre Dominguinhos</p></div>
<p dir="ltr"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p dir="ltr">“A mais de mil decibéis, virado numa goteira”, diz o verso que é a síntese do grupo BaianaSystem, a atração mais aguardada de ontem no palco Mestre Dominguinhos. Isso porque não é preciso ser fã ou nem mesmo conhecer a banda para se envolver com seu show, cujos graves parecem provocar uma espécie de reação espontânea e involuntária no corpo. Foi assim que a esplanada começou a tremer sob os pulos instintivos de um público em frenesi, que encheu o polo em plena terça-feira, logo nas primeiras batidas da abertura com a música “Lucro”.</p>
<p>Em seguida veio a faixa-título do elogiado segundo álbum do grupo, chamado “Duas Cidades”, levando a plateia a cantar junto no refrão. Ocasionalmente, o fundador da banda Roberto Barreto solava na guitarra baiana, propondo a desconstrução do axé e retomando as raízes da música soteropolitana, sedimentada por diferentes manifestações como o ijexá, afoxé, samba reggae e blocos afros, também representados pela percussão orgânica em um show que destaca as pancadas das programações. Músicas como “Barra Avenida” eram estendidas por rimas improvisadas pelo vocalista Russo Passapusso, que versava sobre igualdade e democracia.</p>
<p>Nesse contexto também foram cantadas músicas como “Matuto”, da carreira solo de Passapusso, e “Invisível”, que fala sobre a segregação social reiterada pela postura negligente de políticos e camadas da população. A canção também faz crítica aos blocos de Salvador que usam o cordão de isolamento, dividindo o Carnaval por poder aquisitivo. Donos do seu próprio trio elétrico durante a folia baiana, o grupo não usa cordões e se tornou símbolo da cultura de resistência não só na cidade natal, como também no resto do Brasil. Por isso, uso de elementos instrumentais que ficaram popularmente conhecidos como componentes do axé é, na verdade, o resgate da cultura baiana de raiz associada a abordagem pop do soundsystem.</p>
<p>“Tocar nesse palco é uma vitrine e é uma possibilidade da gente dialogar cada vez mais. É um prazer tocar na mesma noite da banda Eddie, por exemplo, porque a música baiana e a pernambucana têm se aproximado muito”, observou Roberto, após o apresentação encerrada pelo hit “Playsom”, que incendiou a praça Mestre Dominguinhos. Prova dessa afinidade entre as propostas musicais dos dois estados, a banda Eddie contou com a participação da Orquestra de Frevo Henrique Dias no show que antecedeu o grupo soteropolitano, buscando evidenciar o trabalho da Escola de Música Henrique Dias, que fica em Olinda, e sua importância para a preservação do frevo.</p>
<div id="attachment_51624" aria-labelledby="figcaption_attachment_51624" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36140367316_92a2a987d3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51624" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36140367316_92a2a987d3_k-607x428.jpg" width="607" height="428" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Eddie contou com a participação da Orquestra de Frevo Henrique Dias</p></div>
<p>Antes de se dedicar ao ritmo pernambucano tocando clássicos, como “É de fazer chorar”, a banda apresentou um balanço da carreira com músicas como “Na beira do rio”, “Ela vai dançar”, “Pode me chamar”, sempre tendo a dança como resposta do público. “O Baile Betinha” foi dedicada à memória de Erasto Vasconcelos, que faleceu em outubro do ano passado, como mais um sinal de respeito a cultura popular pernambucana. “Eu acho que a banda Eddie faz música popular brasileira urbana e uma das percelas maiores dessa música foi justamente essa escola com seu frevo, juntamente com o mestre Erasto e outros, que nos deram autonomia e credibilidade para a gente frequentar esse território da música brasileira. A programação do FIG privilegia as coisas boas autorais e estar associado a isso é um orgulho pra gente”, disse o vocalista Fábio Trummer.</p>
<div id="attachment_51627" aria-labelledby="figcaption_attachment_51627" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36139897786_6583cbee7b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51627" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36139897786_6583cbee7b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Lucas Santanna teve momento funk</p></div>
<p>Mais cedo, o baiano Lucas Santanna chamou atenção da plateia ao interromper seu rock tropical com um momento pancadão, que teve seu ponto alto com a música “Funk dos Bromânticos”, dedicada a Ney Matogrosso na ocasião. “Ele é um cara que levantou a bandeira da liberdade sexual em um momento mais difícil que o de hoje e não merece ser massacrado porque foi mal interpretado”, comentou ele, sobre a entrevista em que o cantor destacou ser humano antes de qualquer classificação sobre sua sexualidade. O poprock da banda garanhuense Neander foi a responsável pela abertura do palco Mestre Dominguinhos, somando o público no início da noite.</p>
<p><strong>PÚBLICO</strong></p>
<p>O dia também foi marcada pela chegada de caravanas de outras cidades que se planejaram para aproveitar a programação do Festival ontem. Com a abertura do Palco Instrumental, Palco Pop, Palco Forró, na terça, e o início do VIII Virtuosi na Serra no dia anterior, os visitantes passaram os dia circulando pelos ambientes da cidade e se encontraram no início da noite no Palco Mestre Dominguinhos.</p>
<p>Foi o caso da estudante Bruna Medeiros, de 24 anos, que chegou do Recife ontem para retornar após os shows. “Eu achei massa o show de BaianaSystem aqui, porque foi super tranquilo e organizado. O pessoal todo de Recife veio para assistir a apresentação”, opinou ela, que organizou uma maneira de poder conferir a programação durante a semana sem interromper as atividades na cidade natal. “O BaianaSystem é um show que eu jamais imaginaria aqui agora, talvez só anos depois. Eu gostei da programação, se você prestar atenção em todos os polos sempre tem algo legal pra fazer. Muita gente só olha o que vai ter no palco principal, mas independente disso a programação tá rolando”, falou a empreendedora Maysa Lins, de 27 anos, que também veio de Recife para curtir o FIG.</p>
<p>Quem veio de fora do estado e ainda não conhecia o evento também aprovou a Festival. “Eu fiquei bem impressionado com a programação. Já tinha visto um show de BaianaSystem no festival Bananada, de Goiânia, e fiquei super animado quando vi que ia ter aqui. Ainda não conhecia Garanhuns e fui surpreendido com um evento desta dimensão”, disse o bailarino Junior Leite, de 27 anos. Entre o público natural de Garanhuns, o técnico de laboratório Wallace Maia, de 36 anos, foi um dos que se dispôs a ir conferir as atrações que ainda não conhecia. “Eu vim aqui só pra conhecer e achei bom demais. Quando peguei a programação, falei para as pessoas de tudo de bom que tinha, até que alguém veio me falar do BaianaSystem, que eu nunca tinha ouvido falar. Cheguei aqui e amei, tanto que acabou e ainda continuo aqui na praça”, divertiu-se ele, que acredita que festivais tem também o papel de apresentar o novo. “Belchior deixou a mensagem: o novo sempre vem”, brincou.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/milhares-de-pessoas-pulam-ao-som-da-baianasystem-no-fig/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Artistas e público do FIG reverenciam Dominguinhos e a música popular brasileira</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/artistas-e-publico-do-fig-reverenciam-dominguinhos-e-a-musica-popular-brasileira/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/artistas-e-publico-do-fig-reverenciam-dominguinhos-e-a-musica-popular-brasileira/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 Jul 2017 19:13:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#CantoriaAgreste]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[#HerbertLucena]]></category>
		<category><![CDATA[#MPB4]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51492</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Grandes ícones da música brasileira foram a pauta da segunda-feira no palco Mestre Dominguinhos, que teve o sanfoneiro garanhuense como homenageado pelo Cantoria Agreste. Formado pelos veteranos Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da Banda de Pau e Corda, Gennaro, ex-Trio Nordestino, e João Neto, que tocou guitarra na banda [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<div id="attachment_51520" aria-labelledby="figcaption_attachment_51520" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/cantoria-agreste.jpg"><img class="size-medium wp-image-51520" alt="Jorge Farias/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/cantoria-agreste-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Cantoria Agreste reuniu grandes nomes da música</p></div>
<p>Grandes ícones da música brasileira foram a pauta da segunda-feira no palco Mestre Dominguinhos, que teve o sanfoneiro garanhuense como homenageado pelo Cantoria Agreste. Formado pelos veteranos Marcelo Melo, do Quinteto Violado, Sérgio Andrade, fundador da Banda de Pau e Corda, Gennaro, ex-Trio Nordestino, e João Neto, que tocou guitarra na banda do próprio Dominguinhos em seus últimos 13 anos de vida, o projeto prestou um sensível tributo a obra do Mestre e deu uma verdadeira aula sobre a trajetória do músico. Não era de se esperar menos de um quarteto cujos integrantes tiveram seus caminhos cruzados pelo do sanfoneiro, com quem cada um construiu um significativo laço de amizade.</p>
<p>Talvez por isso, o show do Cantoria Agreste foi mais do que uma homenagem, mas principalmente a catarse do carinho e da saudade evidenciados nos momentos de conversas com a plateia, quando os músicos lembravam dos episódios que viveram ao lado de Dominguinhos. Uma dessas histórias foi sobre a música &#8220;Lamento Sertanejo&#8221;, cuja letra foi composta por Gilberto Gil depois dele tomar conhecimento da versão instrumental que o garanhuense deu de presente para o Quinteto Violado, que a gravou primeiramente sob o título de &#8220;Forró de Dominguinhos&#8221;. Acompanhado pelo zabumbeiro Raminho, o quarteto fez uma fusão dessas duas versões com a propriedade única de quem trafegou com intimidade pela carreira do homenageado. Assim também vieram as releituras de &#8220;Arrebol&#8221;, &#8220;A Fé no Lavrador&#8221;, &#8220;Eu só quero um xodó&#8221; e &#8220;Quem me levará sou eu&#8221;, explorando toda a versatilidade estética de Dominguinhos, respeitosamente recriada pelos arranjos de um quarteto competentíssimo: Marcelo e João nos violões, Gennaro na sanfona e Sérgio no ganzá e triângulo, além dos vocais.</p>
<p>Indo além da obra do sanfoneiro, o projeto também incluiu no repertório algumas canções dos integrantes e uma versão agrestina de &#8220;Divina comédia humana&#8221;, de Belchior, que é um dos homenageados desta edição do FIG. &#8220;É um deleite pra quem gosta da música de boa qualidade, porque a gente trabalhou para emocionar as pessoas. Este ano estamos homenageando Dominguinhos, mas a Cantoria Agreste é uma grade que se abre para poder colocar o que há de melhor nessa ambiência de agreste e a mostrar a música dessa região para o mundo&#8221;, comentou Marcelo Melo, sobre a apresentação que cativou o plateia atraindo mais público para o polo.</p>
<div id="attachment_51526" aria-labelledby="figcaption_attachment_51526" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias/CulturaPE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mpb4jorginho.jpg"><img class="size-medium wp-image-51526" alt="Jorge Farias/CulturaPE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/mpb4jorginho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O grupo MPB4 trouxe um repertório de canções que marcam a música brasileira</p></div>
<p>Em seguida, o grupo fluminense MPB4 fez o show de encerramento da noite fazendo os presentes cantarem junto grandes clássicos da MPB, como &#8220;Yolanda&#8221;, &#8220;A voz na distância&#8221; e &#8220;Cicatrizes&#8221;. A apresentação também contou com blocos de músicas de compositores com os quais o grupo já trabalhou, trazendo à tona canções como &#8220;Chega de Saudade&#8221;, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, &#8220;Tarde em Itapoã&#8221;, de Toquinhos e Vinícius de Moraes, e &#8220;Cálice&#8221;, de Chico Buarque, essa última bastante ovacionada pelo público. &#8220;Para nós é maravilhoso tocar aqui, só viemos aqui uma vez, então essa é uma ótima oportunidade&#8221;, disse o cantor Miltinho, sobre a visita a Garanhuns.</p>
<p>Mais cedo o pernambucano Herbert Lucena apresentou o projeto &#8220;Sincopadamente Jacinto&#8221;, em que revive os cocos de Jacinto Silva ao lado da cantora Mel Nascimento. Buscando destacar a produção musical da cidade, o Festival de Inverno de Garanhuns conta com uma atração local todos os dias no palco Mestre Dominguinhos. Na segunda-feira, quem abriu o polo foram os garanhuenses da Still Living, acrescentando rock melódico ao dia. &#8220;A gente está orgulhoso, porque precisamos expressar o que a gente tem para o nosso público&#8221;, disse o vocalista Renato Costa, após o show.</p>
<p>O palco Mestre Dominguinhos segue sua programação nesta terça-feira, trazendo muita brasilidade com a mistura de pop-rock e cultura popular. Veja a programação:</p>
<p>20h &#8211; Neander</p>
<p>21h &#8211; Lucas Santanna (BA)</p>
<p>22h &#8211; Banda Eddie, com participação da Orquestra de Frevo Henrique Dias<br />
23h30 &#8211; BaianaSystem (BA)</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/artistas-e-publico-do-fig-reverenciam-dominguinhos-e-a-musica-popular-brasileira/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Diversidade da cena contemporânea marca a programação do Palco Som na Rural</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-da-cena-contemporanea-marca-a-programacao-do-palco-som-na-rural/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-da-cena-contemporanea-marca-a-programacao-do-palco-som-na-rural/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 24 Jul 2017 19:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#BrunoSouto]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[Graxa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51363</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Um dos principais movimentos de rua do Recife, o Som na Rural tem se consagrado também no Festival de Inverno de Garanhuns, conquistando cada vez mais espaço no roteiro do público. Pela segunda vez na programação do evento, o projeto foi responsável por atrair visitantes para o Parque Euclides Dourado, onde está [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: right;"><em>Por Camila Estephania</em></p>
<p dir="ltr">Um dos principais movimentos de rua do Recife, o Som na Rural tem se consagrado também no Festival de Inverno de Garanhuns, conquistando cada vez mais espaço no roteiro do público. Pela segunda vez na programação do evento, o projeto foi responsável por atrair visitantes para o Parque Euclides Dourado, onde está localizado, nas noites do primeiro final de semana da edição deste ano. A novidade em 2017 é que o ambiente agora conta com palco, mas mantém a mesma proposta intimista de quando os artistas se apresentavam no chão, como aconteceu em sua estreia no FIG do ano passado.</p>
<div id="attachment_51365" aria-labelledby="figcaption_attachment_51365" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35732658080_7469786a03_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51365" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35732658080_7469786a03_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público cantou junto com o compositor Bruno Souto</p></div>
<p dir="ltr">Talvez por isso, o músico pernambucano <strong>Bruno Souto</strong> tenha optado pelo formato voz e guitarra para apresentar o repertório de baladas que levou uma plateia fiel para o polo ontem. O compositor abriu sua apresentação com a música &#8220;Saudades do Verão&#8221;, relembrando a banda Volver, com a qual iniciou a sua jornada artística, mas seguiu dando prioridade às canções de &#8220;Estado de Nuvem&#8221; e &#8220;Forte&#8221;, discos da carreira solo. Assim vieram títulos como &#8220;Repalho&#8221;, &#8220;Dentro&#8221; e &#8220;Desconserto&#8221; (grafada com &#8220;s&#8221; mesmo), sendo grande parte acompanhadas em coro pela público presente.</p>
<p dir="ltr">Porém, nem só de romantismo vive o intimismo e o Som na Rural surge como a atividade ideal para recriar esse conceito. Convidado para fechar o palco no último domingo, <strong>Graxa</strong> explorou o repertório dos discos &#8220;Molho&#8221; e &#8220;Aquele Disco Massa&#8221; trazendo a banda completa e garantindo a dose de rock de garagem para a noite. &#8220;Não alimente os animais&#8221;, &#8220;Marcha com as vadias&#8221; e &#8220;Gengibre&#8221; foram algumas das músicas executadas pela banda vigorosa, que mistura referências de grunge, stoner e noise. Apesar da estética sonora mais pesada, a conexão entre a banda e o público se manteve forte através da interação única que o polo proporciona ao colocar fãs e artistas no mesmo nível de diálogo.</p>
<div id="attachment_51364" aria-labelledby="figcaption_attachment_51364" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rodrigo Ramos</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35282799154_935148466b_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51364" alt="Rodrigo Ramos" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35282799154_935148466b_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Graxa levou banda vigorosa e garantiu a dose do rock de garagem</p></div>
<p dir="ltr"> &#8221;Gosto de tocar na Rural porque, além de trazer uma mistura do que está no mercado, acho o som bem estruturado e me interessa muito esse formato de palco mais próximo do público&#8221;, elogiou Graxa, que já havia se apresentou no Palco Pop do FIG em 2015 e retornou ao evento neste ano para tocar pela primeira vez no polo do Som na Rural. Além da DJ Cláudia Aires com seu repertório pop, a banda <strong>Diablo Angel c</strong>ompletou a programação só de pernambucanos no domingo. A voz feminina competente da vocalista Kira Aderne, à frente da banda de hard rock, provocou curiosidade entre os visitantes do Parque Euclides Dourado, atraindo boa plateia desde o início da noite.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/diversidade-da-cena-contemporanea-marca-a-programacao-do-palco-som-na-rural/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Baby do Brasil revisita a carreira e esquenta a Praça Mestre Dominguinhos</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/baby-do-brasil-revisita-a-carreira-e-esquenta-a-praca-mestre-dominguinhos/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/baby-do-brasil-revisita-a-carreira-e-esquenta-a-praca-mestre-dominguinhos/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 Jul 2017 20:51:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[Alice Caymmi]]></category>
		<category><![CDATA[Baby do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Palco Mestre Dominguinhos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51260</guid>
		<description><![CDATA[Por Camila Estephania O show de Baby do Brasil que aconteceu no palco principal do 27º FIG neste sábado (22) já se aproximava do fim quando a cantora abriu o microfone para o público pedir canções. A praça Mestre Dominguinhos lotada gritava títulos como &#8220;Masculino e Feminino&#8221;, do ex-marido Pepeu Gomes, prontamente interpretado na sequência [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51310" aria-labelledby="figcaption_attachment_51310" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35723151200_34b2c5a43d_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51310 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35723151200_34b2c5a43d_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Baby do Brasil foi um dos destaques deste sábado (22) da programação da Praça Mestre Dominguinhos</p></div>
<p dir="ltr" style="text-align: right;">Por Camila Estephania</p>
<p dir="ltr">O show de Baby do Brasil que aconteceu no palco principal do 27º FIG neste sábado (22) já se aproximava do fim quando a cantora abriu o microfone para o público pedir canções. A praça Mestre Dominguinhos lotada gritava títulos como &#8220;Masculino e Feminino&#8221;, do ex-marido Pepeu Gomes, prontamente interpretado na sequência por Baby, que generosamente tentava acrescentar mais canções ao repertório da noite. <em>&#8220;Não se faz mais 65 anos como antigamente, tem que tomar vitamina&#8221;</em>, brincou ela sobre a própria disposição em sua primeira apresentação no Festival.</p>
<p>De fato, no show do último sábado a cantora provou que mantém o vigor inabalável de &#8220;A Menina Dança&#8221;, sucesso dos Novos Baianos incluído na turnê de &#8220;Baby Experience&#8221;, que passou por Garanhuns trazendo os sucessos dos mais de 40 anos de carreira de Baby reforçados por uma presença mais marcante das guitarras. O próprio nome do projeto faz referência ao disco &#8220;The Jimi Hendrix Experience&#8221;, do cultuado guitarrista britânico. No caso da brasileira, a missão elétrica ficou nos dedos dos competentíssimos guitarristas André Gomes e Daniel Santiago que, ao lado de Baby, protagonizaram vários momentos do show imprimindo solos a clássicos como &#8220;Tinindo Trincando&#8221;, &#8220;Menino do Rio&#8221; e &#8220;Telúrica&#8221;, essa última um dos maiores sucessos da carreira solo de Baby.</p>
<div id="attachment_51311" aria-labelledby="figcaption_attachment_51311" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36072429746_03c93cacc5_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51311" alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36072429746_03c93cacc5_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Nem mesmo a chuva espantou o público do FIG, que lotou o Palco Mestre Dominguinhos neste sábado (22)</p></div>
<p dir="ltr"><em>&#8220;Foi difícil pensar esse repertório para o Festival, mas também nem tanto, porque ver todo mundo dançando na chuva foi tão especial que eu curti demais&#8221;,</em> comentou a artista, que também encontrou brechas para aflorar seu lado pastora ao fazer uma versão de &#8220;Is This Love&#8221;, de Bob Marley, com louvores a Deus. Outra atração do palco Mestre Dominguinhos que também foi uma das mais aguardadas do sábado foi o show da cantora Alice Caymmi. Neta do sambista baiano Dorival Caymmi, a carioca reafirmou em sua passagem pelo FIG que passa longe de viver as sombras do avô. Desde que lançou o último disco <strong>Rainha dos Raios</strong> (2014), propondo um inusitado diálogo entre música erudita e popular, Alice vem engrossando sua pesquisa e buscando cada vez mais a legitimação de ritmos estigmatizados como o axé, brega e funk.</p>
<div id="attachment_51313" aria-labelledby="figcaption_attachment_51313" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35305224813_ea47c04bb3_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51313 " alt="Jan Ribeiro/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35305224813_ea47c04bb3_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Neta de Dorival Caymmi se apresentou acompanhada por um dj e dois percussionistas</p></div>
<p dir="ltr">Acompanhada por um dj e dois percussionistas, a cantora apresentou músicas do álbum mais recente como &#8220;Iansã&#8221;,  &#8221;Como Vês&#8221; e &#8220;Princesa&#8221; renovadas pela batida do axé. Porém, grande parte do show trouxe novas versões de músicas já famosas, como &#8220;Cilada&#8221;, do grupo Molejo, o momento funk carioca aberto por &#8220;Baile de Favela&#8221; e &#8220;Dizem que sou louca&#8221;, da banda pernambucana &#8220;Kitara&#8221;, já gravada pela cantora, apontando uma direção mais popular em sua carreira. <em>&#8220;É uma transição para o próximo disco. Ele nem vai passar tanto pelo axé, vai pegar um pouco mais da balada, mas esse show é um esquenta e se aproxima mais da Bahia. Poder trazer isso para cá é mágico, estar aqui é um privilégio, uma oportunidade inédita&#8221;,</em> comemorou a artista, que também tocou pela primeira vez em Garanhuns e contou com o carinho e empolgação do público, transformando a Praça Mestre Dominguinhos em uma grande pista de dança.</p>
<div id="attachment_51314" aria-labelledby="figcaption_attachment_51314" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jan Ribeiro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36069320726_ce4d4fe192_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-51314" alt="Jan Ribeiro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36069320726_ce4d4fe192_k-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Adiel Luna apresentou o projeto de Cantos Rurais com o Mestre Bule-Bule e convidados especiais</p></div>
<p dir="ltr">Prova da diversidade do Festival de Inverno de Garanhuns, mais cedo o polo principal foi cenário diversas vertentes da tradição nordestina. O rabequeiro Maciel Salú fez um show emocionante evidenciando a cultura do maracatu, dando continuidade ao legado do pai Mestre Salustiano. Adiel Luna, por sua vez, apresentou o projeto de Cantos Rurais com o Mestre Bule-Bule em que explora o universo das sambadas e repentes. A abertura ficou por conta da banda garanhuense Rogério e Os Cabras, responsável por atrair boa plateia desde o início da noite com a sonoridade cheia de referências agrestinas. <em>&#8220;A gente faz canções para que as pessoas possam se nutrir e sair de bucho cheio da nossa cultura, do nosso dialeto, tudo isso tem um contexto, é visceral. Fico muito feliz que o Festival se pareça tanto com a gente&#8221;,</em> observou Rogério, orgulhoso em participar mais uma vez do FIG e difundir a música local.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/baby-do-brasil-revisita-a-carreira-e-esquenta-a-praca-mestre-dominguinhos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>&#8216;Literatura na Cena&#8217; reúne atores e dramaturgos no FIG</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/literatura-na-cena-reune-atores-e-dramaturgos-no-fig/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/literatura-na-cena-reune-atores-e-dramaturgos-no-fig/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 23 Jul 2017 19:31:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#FIG2017]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria Galpão]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura em Cena]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=51280</guid>
		<description><![CDATA[Por Lenne Ferreira Cada trago que Alice dá no cigarro tira o fôlego da plateia. A personagem, interpretada pelo ator Rodolfo Lima em “Réquiem para um rapaz triste”, fala de dor e delícia, morte e vida, amor, gira na contramão da roda da existência normativa e transmuta angústia em resiliência.  Mas não uma resiliência passiva. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_51281" aria-labelledby="figcaption_attachment_51281" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fer Verícimo/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36107345835_5eb58b29ed_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-51281" alt="Fragmentos de textos de Caio Fernando Abreu e suas personagens femininas inspiram a produção do ator Rodrigo Lima" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/36107345835_5eb58b29ed_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fragmentos de textos de Caio Fernando Abreu e suas personagens femininas inspiram a produção do ator Rodrigo Lima</p></div>
<p style="text-align: right;"><em>Por Lenne Ferreira</em></p>
<p>Cada trago que Alice dá no cigarro tira o fôlego da plateia. A personagem, interpretada pelo ator Rodolfo Lima em “Réquiem para um rapaz triste”, fala de dor e delícia, morte e vida, amor, gira na contramão da roda da existência normativa e transmuta angústia em resiliência.  Mas não uma resiliência passiva. Alice é reação pura. Crua. Sem subterfúgios nem arrodeios assim como os fragmentos dos textos do escritor Caio Fernando Abreu, que fundamentaram a peça apresentada na 1ª edição do Literatura em Cena. O projeto estreou na noite deste sábado (22) e segue com sua programação hoje, na Galeria Galpão, no 27ª Festival de Inverno de Garanhuns.</p>
<p>A palavra em movimento. Literatura encenada. Expressada em gestos e silêncios. O Literatura na Cena, que conta com a curadoria de José Neto, assessor de Teatro e Ópera, e Mariane Bigio, da Coordenadora de Literatura, ambos da Secult-PE, nasce com a proposta de debater sobre a construção dramatúrgica a partir da literatura. E foi sobre os processos de construção de “Alice” e de “Seu Alceu”, outro personagem interpretado por Rodolfo no monólogo “Bicha Oca”, inspirado em contos homoeróticos do autor pernambucano Marcelino Freire, que girou a conversa inédita mediada pelo ator e diretor Breno Fittipaldi &#8211; antes das apresentações das duas peças.</p>
<p>Durante o bate-papo, Rodolfo falou sobre a relação do seu trabalho com as letras e de sua própria história com os personagens que dá vida. Fundador do Teatro do Indivíduo, o ator revelou os percursos que percorreu para formatar mais do que a narração de um texto, mas digerir e transmutar aquilo que a palavra escrita nem sempre diz. <em>“Eu admiro muito o ofício do ator. É ir ao inferno sem concessões e trazer notícias de lá. Rodolfo lê nas entrelinhas, sai da superficialidade e mergulha fundo”,</em> observou Marcelino Freire. <em>“Não é uma questão de dar voz a quem não tem voz porque todos têm vozes. É ouvir”,</em> completou o autor, inspiração recorrente no trabalho do ator paulista que há 15 anos usa o palco como confessionário.</p>
<div id="attachment_51282" aria-labelledby="figcaption_attachment_51282" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35716705390_2bb2873440_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51282" alt="O escritor Marcelino Freire e o ator Rodrigo Lima bateram um papo com a mediação do diretor Breno Fittipaldi" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35716705390_2bb2873440_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O escritor Marcelino Freire e o ator Rodrigo Lima bateram um papo com a mediação do diretor Breno Fittipaldi</p></div>
<p>A conversa também contou com a participação da plateia, que fez questionamentos e apontamentos sobre os processos criativos do autor e ator, fomentando um intenso debate sobre os caminhos que cruzam Literatura e Arte Cênica. “O lugar da arte no contemporânea é um lugar que ultrapassa as barreiras e as definições. É um lugar que ultrapassa os rótulos e muito mais fala do ser humano e do humano”, opina o curador e assessor de Teatro e Ópera da Secult-PE, José Neto.</p>
<p>É justamente o lado mais humano, em toda sua vulnerabilidade, paixão, crença e descrença, que assistimos Rodolfo se despir diante de nós seja em “Réquiem &#8230;” ou “Bicha Oca”. <em>“Eu só queria nascer feliz”</em>, diz a personagem Alice. Chora Alice. Traga Alice. Transforma angústia em reflexão. Essa mulher de meia idade, que narra seus amores e dissabores, entre um cigarro e outro, entre uma gargalhada e outra, questiona a normatividade, o senso comum do que é felicidade, a pateticidade dos que giram e fazem girar a roda do individualismo capitalista inertes às paixões, desejos e experiências libertárias. Alice tece a sua própria roda com fios de uma história que já se deparou com muitos “nãos”, mas não lhe tira a busca por “sims”. Que mulher.</p>
<div id="attachment_51283" aria-labelledby="figcaption_attachment_51283" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35267530764_4d187e46f6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-51283" alt="Bicha Oca é um monólogo criado a partir de contos homoeróticos do escritor pernambucano Marcelino Freire" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/35267530764_4d187e46f6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bicha Oca é um monólogo criado a partir de contos homoeróticos do escritor pernambucano Marcelino Freire</p></div>
<p>Em “Bicha Oca”, texto inspirado nos contos de Marcelino, que fez questão de assistir à encenação, Rodolfo nos apresenta às relações homoafetivas vividas por Seu Alceu, um homem ora louco, ora tão consciente de si que a insanidade parece a única salvação. O amor por um certo “Edvaldo”, encarnado pelo ator Alexandre Acquiste, serve de mote para injetar na plateia temas relacionados com liberdade e sexualidade, solidão e submissão. É um passeio pela nostalgia melancólica de alguém desde a infância predestinado ao luto de viver camuflado. Rodolfo liberta Seu Alceu. Não lhe dá voz, lhe dá ouvidos.</p>
<p>Nas duas peças, o ator, a partir das obras de dois escritores transgressores, bate forte. Sem dó. É que ele, na sua dedicada busca por dizer o indizível, <em>“traz notícias do inferno”</em>. Mas traz também notícias de si, de sua formação, das suas frustrações e anseios. Não é só sobre a obra de Caio Fernando Abreu nem Marcelino Freire, é sobre si que ele também fala. Sobre os seus afetos e percursos. É sobre Patrick, seu sobrinho de 16 anos, que um dia sonhou dançar balé. Um sonho minado pelo preconceito fundamentado numa heteronormatividade que beira à morbidez. Alice, Seu Alceu, Edvaldo, Patrick, Caio e Marcelino. Rodolfo se transveste de todos eles e outros (as) mais em cena. <em>“Meu coração está cansado de maquiagem”</em>. O nosso também.</p>
<p><b>Confira a programação do Literatura na Cena deste domingo (23)</b><br />
Galeria Galpão<br />
20h – Bate-papo “Cervantes Contemporâneo”, com Ivaldo Vasconcelos (PE) e Maksin Oliveira (RJ)<br />
22h – O incansável Dom Quixote<br />
Magnifica Trupe de Variedades (RJ)  Maksin Oliveira<span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/literatura-na-cena-reune-atores-e-dramaturgos-no-fig/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

