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	<title>Portal Cultura PE &#187; filme</title>
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		<title>16º Festival de Cinema de Triunfo divulga edital para inscrições de filmes</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 15:36:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um dos momentos mais importantes do calendário audiovisual pernambucano está com o edital no ar, o Festival de Cinema de Triunfo, realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que chega à sua 16ª edição. Produtores de audiovisual de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-04-at-12.35.16.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-120546" alt="WhatsApp Image 2025-10-04 at 12.35.16" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-04-at-12.35.16-388x486.jpeg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>Um dos momentos mais importantes do calendário audiovisual pernambucano está com o edital no ar, o Festival de Cinema de Triunfo, realizado pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), que chega à sua 16ª edição. Produtores de audiovisual de todo o Brasil interessados em participar das mostras competitivas de curtas e longas terão entre os dias 14 e 24 de outubro deste ano para enviar seus filmes, exclusivamente pelo Mapa Cultural de Pernambuco (www.mapacultural.pe.gov.br). O festival está marcado para acontecer em dezembro deste ano.</p>
<p>Clique aqui e confira o <a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/10/Edital_16__Festival_de_Triunfo__.pdf">edital</a>.</p>
<p><strong>MOSTRAS</strong> &#8211; A programação contará com seis mostras competitivas: longa-metragem nacional; curta e média-metragem nacional; curta e média-metragem pernambucano; curta e média-metragem infanto-juvenil; curta e média-metragem dos Sertões; e filme experimental. Serão aceitos trabalhos finalizados entre janeiro de 2023 e os meses vigentes de 2025, seja de ficção, documentário, animação, videoclipes e outras categorias, realizados em qualquer formato, desde que possuam cópia de exibição em formato digital (FullHD).</p>
<p>Para estar apto a concorrer nas mostras competitivas, o filme precisa ser realizado por diretor(a) brasileiro(a). Para a categoria dos Sertões, os filmes precisam ser realizados em cidades do Sertão (Semiárido brasileiro) da região Nordeste ou dirigido por residentes do Sertão por, pelo menos, 24 meses. Os proponentes podem ser pessoas físicas, coletivos ou grupos sem personalidade jurídica e pessoa jurídica.</p>
<p>As inscrições deverão seguir as especificidades do edital para as formas de envio dos materiais requisitados. As obras serão avaliadas por uma comissão de análise de mérito, composta por representantes da Secult-PE e profissionais de reconhecido saber e competência no campo audiovisual. Serão avaliados aspectos como argumento/roteiro, criatividade, qualidade técnica e qualidade artística.</p>
<p>Os filmes selecionados concorrerão ao Troféu Caretas, além do Prêmio do Júri Oficial e do Júri Popular. Cada prêmio destinará R$ 6 mil para o melhor longa, R$ 4 mil para os melhores curtas de cada categoria e R$ 2 mil para o melhor filme experimental. Também haverá troféus Caretas para melhor direção, fotografia, montagem, roteiro, produção, direção de arte, trilha sonora, som, ator e atriz para os longas e curtas. Já o Troféu Fernando Spencer será concedido para o melhor personagem das obras concorrentes.</p>
<p><strong>CRONOGRAMA</strong> – As inscrições devem ser realizadas a partir do dia 14 de outubro a 24 de outubro. De 27 de outubro a 04 de novembro, será realizada a análise de mérito, com resultados divulgados no dia 5 de novembro. Os recursos poderão ser realizados entre 6 e 11 do mesmo mês, e o resultado final está previsto para o dia 14 de novembro.</p>
<p>As informações, dúvidas e outros, sobre a documentação<br />
exigida/solicitada, serão prestados por meio do e-mail:<br />
16festivaldecinemadetriunfo@gmail.com ou pelo telefone (81) 3184-3015 (das 9h às<br />
17h, de segunda a sexta-feira). O número também é Whatsapp.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
16 Festival de Cinema de Triunfo<br />
Inscrições: 14 de outubro até as 24 de outubro de 2025<br />
Exclusivamente pelo Mapa Cultural de Pernambuco (https://www.mapacultural.pe.gov.br/oportunidade/2804)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filme “Oroboro” estreia no Recife mostrando a força transformadora da arte na adolescência</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-oroboro-estreia-no-recife-mostrando-a-forca-transformadora-da-arte-na-adolescencia/</link>
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		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 17:46:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h. Nos últimos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119743" alt="Foto: Claroescuro/ Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Oroboro_image01©Claroescuro-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Oroboro, documentário dirigido pelo cineasta e artista visual mineiro Pablo Lobato, chega ao Recife após uma circulação nacional por onde levou a força emancipatória da arte na adolescência. O filme ganha exibição na sala de cinema de rua mais icônica de Pernambuco: o Cinema São Luiz, no dia 9 de agosto, às 14h.</p>
<p dir="ltr">Nos últimos meses, o longa foi destaque em cidades como Belo Horizonte, São Paulo e Florianópolis, lotando sessões, e passou também por Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, emocionando centenas de espectadores. Oroboro acompanha dois grupos de alunos que adaptaram para o teatro obras-primas da literatura e da música, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, e A Flauta Mágica, de Mozart. Ao registrar também a rotina escolar, Oroboro revela uma prática formativa em que arte e vida caminham juntas — em contraste com os retratos recorrentes da adolescência marcados por diagnósticos e traumas, o filme mostra o que pode emergir quando a criação se torna eixo de formação.</p>
<p dir="ltr">A partir dos ensaios, apresentações e da rotina escolar, Oroboro acompanha a intimidade das descobertas, dores e alegrias vividas na radicalidade da juventude. As forças paradoxais das personagens encenadas movem uma vasta constelação temática: vida e morte, arte e educação, cinema e teatro, natureza e urbanização. O próprio remete ao símbolo ancestral da serpente que engole a própria cauda, formando um círculo. De origem grega, representa o ciclo da vida, a renovação e a transformação contínua.</p>
<p dir="ltr">“Diante de uma sensível prática formativa, nesta fronteira entre metrópole e interior, entre expansão econômica e conservação ecológica, percebi um espelho da sociedade brasileira contemporânea. Oroboro é fruto destes paradoxos e revela algo que resiste, vindo desse vínculo essencial entre a arte e a formação humana”, explica o diretor Pablo Lobato.</p>
<p dir="ltr">O colégio, locação principal do filme e palco das encenações, está situado em um vale entre Belo Horizonte e Nova Lima. Atravessado por um córrego e cercado por áreas verdes e corredores ecológicos, hoje se vê pressionado por uma das urbanizações mais dinâmicas do país e da especulação imobiliária.</p>
<p dir="ltr">Estudantes e educadores das áreas de pedagogia, cinema, artes, música e demais campos ligados à arte e à formação humana terão acesso gratuito à sessão no Recife, com os ingressos custeados pela Claroescuro. A única contrapartida solicitada é a organização do transporte dos participantes até o local. Caso haja interesse, a produção também poderá emitir certificados de participação para professores e profissionais da educação. Para garantir a presença, é necessário preencher o formulário disponível no link <a href="http://bit.ly/3UO834E" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/3UO834E&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3CD9_1rXuVBxa7X7STtF8U">http://bit.ly/3UO834E</a> até as 23h59 da próxima quinta-feira, 7 de agosto.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Claroescuro Studio, Oroboro conta com o apoio da Lei Paulo Gustavo para sua distribuição e o patrocínio da Saúva Jataí para a finalização.</p>
<p dir="ltr">A confluência entre arte e formação humana no trabalho de Pablo Lobato</p>
<p dir="ltr">O retorno de Pablo Lobato ao cinema com Oroboro reafirma seu modo de criação, que escapa a uma única linguagem e se constrói na relação com diferentes contextos. Seu trabalho acontece no encontro com as forças disponíveis, na colaboração com a matéria e na atenção ao que emerge em cada fazer. Entre o cinema e as artes visuais, seus últimos anos têm sido atravessados pelos diálogos entre arte e formação humana.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Oroboro partiu de um espanto. Em 2018, me deparei com um brilhante grupo de jovens estudantes adaptando Grande Sertão: Veredas para o teatro. Fiquei profundamente tocado ao vê-los criando juntos, encontrando embocadura para esse mito fundador brasileiro. A peça já estava em curso, mas o filme nascia ali, sem um projeto, sem recursos disponíveis, apenas na urgência do que acontecia diante de mim. Senti que precisava atender a esse chamado. No início, precisei seguir sem equipe, movido por esse encontro inesperado. Aos poucos, fui me aproximando mais desse colégio de Minas Gerais, onde uma linhagem pedagógica implementa, no cotidiano, um pensamento indissociável da arte. Entre 2018 e 2020, formei uma pequena equipe e acompanhei com minha câmera os processos imersivos vividos pelos estudantes, gravando também a segunda turma de adolescentes mais jovens, que me encantou ao adaptar A Flauta Mágica, de Mozart&#8221;, relembra Lobato.</p>
<p dir="ltr">Isabella Brisa, aluna e a atriz que interpretou o personagem Hermógenes em Grande Sertão: Veredas, no ano de 2018, comenta sobre a experiência de reviver o processo de criação do espetáculo a partir do filme.  “Oroboro foi um presente maravilhoso. O filme é emocionante; sua sensibilidade me tocou profundamente. Minha sincera gratidão e admiração por esse trabalho magnífico e por todos que o tornaram possível. Foi um privilégio participar deste projeto, que reacendeu em mim o desejo de me expressar através da arte”, ressalta Brisa.</p>
<p><strong>Sobre o diretor</strong></p>
<p dir="ltr">Pablo Lobato (Bom Despacho, 1976) é artista visual e cineasta. Foi um dos criadores da Teia – Centro de Pesquisa e Produção Audiovisual, em Belo Horizonte. Realizou filmes exibidos em festivais como Locarno, Sundance e Guadalajara, onde seu primeiro longa, Acidente, recebeu o prêmio de Melhor Documentário Ibero-Americano.</p>
<p dir="ltr">Em 2009, recebeu a bolsa da Fundação Guggenheim, em reconhecimento à sua pesquisa. Expôs em instituições como o MoMA e o New Museum (Nova York), o Museu Tamayo (Cidade do México), o MACBA (Barcelona) e o MAM (São Paulo), além de bienais no Uruguai, Argentina, Índia, Portugal e Emirados Árabes.</p>
<p dir="ltr">Seu trabalho parte de encontros e escapa a uma única linguagem, orientado por uma ética da escuta. Oroboro, seu filme mais recente, e Bárbara de Cocais – Escultura Comunitária #01 condensam esse percurso, em que atenção e cuidado se entrelaçam à pesquisa, à experimentação e ao convívio — por uma proximidade radical.</p>
<p dir="ltr"><strong>Serviços: Oroboro no Cinema São Luiz</strong><br />
Sábado, 09 de agosto &#8211; 14h<br />
Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia)</p>
<p dir="ltr">Vendas: <a href="http://bit.ly/4llWRaE" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://bit.ly/4llWRaE&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw3-vtxFbD5ZQJtBtsZ_qXPj">http://bit.ly/4llWRaE</a> <wbr /></p>
<p dir="ltr">Ingressos disponíveis na bio @claroescuro.studio e @<a href="https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/#" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/cinemasaoluizpe/%23&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw2K6yTLAF1jCumvkhWY0qEr">cinemasaoluizpe</a></p>
<p dir="ltr">Mais informações: <a href="https://www.instagram.com/claroescuro.studio/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.instagram.com/claroescuro.studio/&amp;source=gmail&amp;ust=1755366343011000&amp;usg=AOvVaw31b8IYL62ZCcre8BskCHFB">https://www.<wbr />instagram.com/claroescuro.<wbr />studio/</a></p>
<p dir="ltr">A classificação indicativa do filme é 14 anos e a duração de 82 minutos.</p>
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		<title>Narrativas urbanas, ambientais e afetivas neste fim de semana no Cinema São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2025 17:00:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um Fim de Semana no São Luiz se aproximando com uma programação diversa que exalta as diferentes formas de ver e fazer cinema no Brasil. Entre curtas e longas, os filmes que serão exibidos em um dos cinemas de rua mais emblemático do país tratam de temas como direito à cidade, a valorização da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119061" aria-labelledby="figcaption_attachment_119061" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/still-02_Ainda-não-é-amanhã.jpg"><img class="size-medium wp-image-119061" alt="Filme Ainda não é amanhã tem exibição no sábado" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/still-02_Ainda-não-é-amanhã-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Filme Ainda não é amanhã tem exibição no sábado</p></div>
<p>Mais um Fim de Semana no São Luiz se aproximando com uma programação diversa que exalta as diferentes formas de ver e fazer cinema no Brasil. Entre curtas e longas, os filmes que serão exibidos em um dos cinemas de rua mais emblemático do país tratam de temas como direito à cidade, a valorização da práticas de saberes populares na sociedade moderna, perspectivas da juventude e as camadas múltiplas do amor e relações sexuais.</p>
<p>&#8220;A programação traz uma seleção diversa e instigante de obras que exploram olhares sobre o mundo a partir da perspectiva brasileira. Os filmes dialogam entre si, mas atravessando vários temas que hoje fazem parte da pauta global, da forma da gente entender o mundo, da gente se relacionar também com o meio ambiente e pensar o nosso ambiente a partir do corpo. Território, meio ambiente, juventude, sexualidade, política pública, saúde da mulher, são muitos temas que estão associados e que vão certamente contemplar muitas experiências nesse belíssimo cinema de rua, de calçada e de rio que é o cinema São Luiz&#8221;, ressalta o programador e curador do equipamento, Pedro Severien.</p>
<p>No sábado, a programação começa às 15h com uma sessão debate gratuita do documentário &#8220;Violentamente Pacífico&#8221;. No documentário, o skate de rua ganha protagonismo como uma linguagem que transforma e ressignifica os espaços urbanos, revelando a relação íntima dos skatistas com a cidade e sua cultura. Em seguida, às 16h15, &#8220;Criaturas da Mente&#8221;, dirigido por Marcelo Gomes, mergulha no universo dos sonhos e do inconsciente de Sidarta Ribeiro, unindo saberes ancestrais e ciência para mostrar como o ato de sonhar pode ser uma força revolucionária na experiência humana.</p>
<p>Encerrando a programação do dia é a vez de &#8220;Ainda não é amanhã&#8221;, da cineasta recifense Milena Times, às 18h.. Este longa de ficção acompanha Janaína, que está no primeiro ano da faculdade de Direito e é a primeira pessoa da família que consegue acessar a universidade, mas uma gravidez indesejada ameaça os planos que ela havia traçado.</p>
<p>Já o domingo abre com a tradicional sessão infantil. Desta vez às 14h, com exibição de &#8220;Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil&#8221;, um convite familiar para uma aventura ecológica, onde os irmãos protagonistas descobrem a riqueza do Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica enquanto ajudam animais em risco, ressaltando a importância da preservação ambiental.</p>
<p>O drama “O Silêncio das Ostras”, às 16h, traz a história de Kaylane, que resiste à devastação de sua vila mineradora transformada em fantasma, lidando com perdas profundas em um cenário de destruição ambiental e social. Por fim, às 18h30, o documentário “Eros”, de Rachel Daisy Ellis, oferece um olhar íntimo e plural sobre as arquiteturas do amor e da sexualidade no contexto dos motéis brasileiros, através das experiências compartilhadas por seus frequentadores, compondo um retrato sensível e inovador da intimidade contemporânea.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><strong>Sábado | 12 de julho de 2025</strong><br />
15h &#8211; Violentamente Pacífico (12 anos) &#8211; Sessão Gratuita (Debate com equipe do filme)<br />
16h15 &#8211; Criaturas da mente (12 anos) &#8211; R$10 e R$5<br />
18h &#8211; Ainda não é amanhã (14 anos) &#8211; R$10 e R$5</p>
<p><strong>Domingo | 13 de julho de 2025</strong><br />
14h &#8211; Thiago &amp; Ísis e os Biomas do Brasil (Livre) &#8211; R$5 (Meia para todos)<br />
16h &#8211; O silêncio das ostras (12 anos) &#8211; R$10 e R$5<br />
18h30 &#8211; Eros (18 anos) &#8211; R$10 e R$5</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Sertão pernambucano recebe gravações de filme que desvenda a ancestralidade do coração do Brasil</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/sertao-pernambucano-recebe-gravacoes-de-filme-que-desvenda-a-ancestralidade-do-coracao-do-brasil/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 19:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[longa-metragem]]></category>
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		<description><![CDATA[Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-118410" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Filme-DNA-Origens-Sertão-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a></p>
<p dir="ltr">Comunidades rurais, vilas ribeirinhas e o centro histórico de Petrolina se transformaram em set de cinema para a gravação de DNA Origens: Sertão, primeiro longa-metragem nacional inteiramente dedicado a revelar, por meio de testes genéticos, a complexa mistura de povos que moldou a região. O filme deverá percorrer mais de três mil quilômetros. O projeto conta com incentivo da Lei Paulo Gustavo e do Funcultura, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-pe) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).</p>
<p dir="ltr">Dirigido por Fernando Pereira, Geisla Fernandes e Wllyssys Wolfgang – trio responsável pela série Natureza Forte, lançada em 2025 na Globoplay e no Canal Futura – o filme acompanha moradores de diferentes microrregiões da Caatinga enquanto descobrem, diante das câmeras, a própria história inscrita no DNA. Entre eles estão descendentes de povos indígenas, remanescentes quilombolas, famílias e trabalhadores urbanos de fenótipo diverso, todos ligados por um território marcado por migrações e resistência.</p>
<p dir="ltr">Para dar rigor científico à narrativa, a produção firmou parceria com o Laboratório Genera, maior referência em genômica pessoal da América Latina: kits Premium de ancestralidade foram destinados exclusivamente ao projeto, que também contará com análises prioritárias e um relatório inédito sobre o “mapa genético” do Sertão, material de interesse para pesquisadores de saúde pública e história social.</p>
<p dir="ltr">Além de entrevistas intimistas, DNA Origens: Sertão aposta em imagens aéreas em resolução 6K, timelapses do bioma único da Caatinga e infográficos animados que traduzem conceitos genéticos de forma acessível, mesmo para quem nunca ouviu falar em cromossomos. Para Geisla Fernandes, “é um filme que usa a ciência como ponto de partida para provocar reflexões sobre pertencimento”. Fernando Pereira acredita que “o Sertão reúne dinâmicas migratórias que refletem o Brasil inteiro; revelar seu mosaico genético é revelar quem somos como nação”. Wllyssys Wolfgang detalha que “a experiência de filmar essas descobertas é intensa e reveladora e cada história carrega uma verdade emocionante que conecta ciência e identidade”.</p>
<p dir="ltr">A equipe reúne profissionais do Sertão e de outras regiões: a assistente de direção Cecília Assy, o diretor de produção Cícero Rodrigues, a diretora de arte Clarissa Ribeiro, a produtora executiva Camila Rodrigues, o coordenador de produção e logística Wyvys Reis, a roteirista Amanda Martins, o pesquisador audiovisual Samuel Britto, a assistente de produção executiva Letícia Rodrigues, o assistente de produção Caio Zuffo, o diretor de fotografia Aluan Braga, o operador de câmera Jota Souza, o assistente de fotografia Wadson Bahia, o iluminador José Charger, o fotógrafo still e assistente de produção Wanderson Oliveira, o assistente de arte Gustavo Costa, o contrarregra André Sapo, o técnico de som Alex Guterres e a assistente de áudio Kell Alves, movimentando a economia criativa local e capacitando novos técnicos.</p>
<p dir="ltr">Produzido pela Abajur Soluções Artísticas, em parceria com a WW Filmes, e com previsão de lançamento para 2026/2027, o longa pretende colocar em pauta um Brasil ainda pouco retratado pelas lentes da genealogia moderna e reacende o debate sobre o apagamento histórico de populações do interior nordestino, visando ampliar o conhecimento sobre identidade e ancestralidade no país.</p>
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		<title>Cinema pernambucano em destaque no fim de semana de 17 e 18 de maio no São Luiz</title>
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		<pubDate>Thu, 15 May 2025 18:40:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cinema pernambucano está em destaque neste fim de semana na programação do cinema São Luiz. De um clássico dos anos 2000 a um sucesso da animação infantil, passando por ficção científica e documentários, as sessões deste sábado (17) e domingo (18) prometem agradar a todos os públicos e contam ainda com projeções gratuitas seguidas [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_117952" aria-labelledby="figcaption_attachment_117952" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/carro-rei-capa.jpg"><img class="size-medium wp-image-117952" alt="Carro Rei, filme da pernambucana Renata Pinheiro com protagonismo de Matheus Nashtergale" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/carro-rei-capa-607x388.jpg" width="607" height="388" /></a><p class="wp-caption-text">Carro Rei, filme da pernambucana Renata Pinheiro com protagonismo de Matheus Nashtergale</p></div>
<p>O cinema pernambucano está em destaque neste fim de semana na programação do cinema São Luiz. De um clássico dos anos 2000 a um sucesso da animação infantil, passando por ficção científica e documentários, as sessões deste sábado (17) e domingo (18) prometem agradar a todos os públicos e contam ainda com projeções gratuitas seguidas de debates. &#8220;Carro Rei&#8221;, &#8220;Cinema, aspirinas e urubus&#8221;, &#8220;O bem virá&#8221;, &#8220;Memórias de um esclerosado&#8221;, &#8220;Praia Formosa&#8221; e &#8220;Mundo Bita&#8221; são as películas eu compõem a programação deste terceiro fim de semana de maio.</p>
<p>&#8220;Para comemorar os vinte anos do lançamento de &#8216;Cinema, aspirinas e urubus&#8217;, dirigido por Marcelo Gomes e produzido por Sara Silveira, Maria Ionescu e João Vieira Jr, teremos uma sessão especial em cópia digital remasterizada. O produtor João Vieira Jr estará lá para apresentar a sessão e falar sobre os processos de produção e realização do filme que estreou no Festival de Cannes na seção Un certain regard, ganhou o prêmio concedido pelo Ministério da Educação da França e se tornou um clássico do cinema brasileiro&#8221;, ressalta o curador e programador do São Luiz, Pedro Severien.</p>
<p>&#8220;Já &#8216;Carro Rei&#8217;, dirigido por Renata Pinheiro, foi lançado ainda durante o período da pandemia de Covid-19, o que limitou sua circulação em salas de cinema. Esta sessão será uma oportunidade de ver esse trabalho que mescla ficção científica com uma complexa encenação visual e conversar com Renata Pinheiro, uma das mais importantes diretoras do cinema nacional.&#8221;</p>
<p>Além de &#8220;Cinema, aspirinas e urubus&#8221; e &#8220;Carro Rei&#8221;, o documentário &#8220;O bem virá&#8221; também terá uma sessão debate com a diretora Uilma Queiroz. O filme tem sua estreia oficial esta semana e retorna neste domingo após cerca de dois meses na sala do Cinema São Luiz, onde realizou sua pré-estreia. Também no domingo haverá um momento muito especial para a criançada com exibição de diversos episódios do sucesso Mundo Bita e apresentação dos personagens criados pelo pernambucano Chaps Melo.</p>
<p><strong>Confira abaixo as sinopses e horários dos filmes:</strong></p>
<p><strong>Praia Formosa</strong><br />
Direção: Julia de Simone | Gênero: Drama |Ano de produção: 2024 | Duração: 90 min | Classificação indicativa: 12 anos<br />
Muanza, uma mulher natural do Reino do Congo, foi traficada para o Brasil em meados do século XIX. Ao despertar nos dias de hoje, Muanza se depara com um Rio de Janeiro de tempos espiralados, onde figuras do passado e do presente são parte da busca por suas origens no território da cidade. Nesse entrelaçamento de tempos, o filme testemunha a vida que emerge dos espaços da cidade, os gestos de resistência frente à desterritorialização forçada e os afetos que sustentam as relações de irmandade.</p>
<p><strong>Memórias de um Esclerosado</strong><br />
Direção: Thais Fernandes e Rafael Corrêa | Gênero: Documentário | Ano de produção: 2024 | Duração: 75 minutos | Classificação indicativa: +12<br />
Na busca por respostas e um pouco de aventura, o cartunista brasileiro Rafael Corrêa decide fazer um filme para organizar suas memórias e descobrir se é a morte de um sapo a origem de sua doença degenerativa.</p>
<p><strong>O bem virá</strong><br />
Direção: Uilma Queiroz | Duração: 80 minutos | Ano: 2021 | Classificação indicativa: 10 anos<br />
Treze mulheres, treze ventres, treze esperanças, uma foto. E uma busca pelas mulheres que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à sobrevivência, num contexto em que ser mulher era se limitar à função de administrar a miséria. A busca pelas histórias dessas mulheres diverge do imaginário da seca retratado frequentemente, pautado na miséria, na preguiça, nos flagelos e nas retiradas. Contrariando uma estrutura agrária perversa associada à seca, o longa anuncia conquistas dessas mulheres como acesso ao trabalho produtivo, à educação e à participação política.</p>
<p><strong>Cinema, aspirinas e urubus</strong><br />
Direção: Marcelo Gomes | Gênero: Drama | Ano: 2005 | Duração: 104 minutos | Classificação indicativa: 14 anos<br />
1942. No meio do sertão nordestino, dois homens se encontram: Johann, um alemão que fugiu da guerra, e Ranulpho, um brasileiro que quer escapar da seca que assola a região. Viajando de povoado em povoado, eles exibem filmes para pessoas que jamais haviam conhecido o cinema, para vender um remédio &#8220;milagroso&#8221;. Continuando a cruzar as estradas empoeiradas de um sertão arcaico, eles buscam novos horizontes em suas vidas. Nesta jornada, os dois aprendem a respeitar as diferenças e surge entre eles uma amizade incomum, mas que marcará suas vidas para sempre.</p>
<p><strong>Mundo Bita</strong><br />
Direção: Chaps | Gênero: Animação | Anos: 2012, 2016, 2024, 2025 | Duração: 50 minutos | Classificação indicativa: Livre<br />
Ele vem de outra galáxia para nos guiar ao universo da imaginação, da alegria e da música. O Especial de Cinema traz episódios da série Imagine-se e clipes musicais que as famílias amam.</p>
<p><strong>Sábado (17)</strong><br />
14h &#8211; Praia Formosa (12) R$ 10 e R$ 5<br />
16h &#8211; Memórias de um esclerosado (12) R$ 10 e R$ 5 (Acessibilidade com Legendas Descritivas)<br />
18h &#8211; Carro Rei (14) Gratuita (Debate com a diretora Renata Pinheiro)</p>
<p><strong>Domingo (18)</strong><br />
11h &#8211; Mundo Bita (Livre) Gratuita (Apresentação da equipe da Mr. Plot Produções)<br />
15h &#8211; O bem virá (10) R$ 10 e R$ 5 (Debate com a diretora Uilma Queiroz)<br />
17h30 &#8211; Cinema, aspirinas e urubus (14) Gratuita (Debate com o produtor João Vieira Jr.)</p>
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		<title>18º Curta Taquary divulga programação com filmes de todas as regiões do Brasil</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 19:19:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_116241" aria-labelledby="figcaption_attachment_116241" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Tarciso Augusto/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-116241" alt="Tarciso Augusto/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Curta-Taquary-Foto-Tarciso-Augusto-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Curta Taquary</p></div>
<p>O Curta Taquary chega a sua 18ª edição fortalecendo o compromisso com o cinema brasileiro, o meio ambiente e a educação. O festival acontece de 16 a 22 de março, em seis cidades do Alto Capibaribe, no Agreste de Pernambuco: além de Taquaritinga do Norte, participam com ações os municípios de Poção, Jataúba, Santa Cruz Do Capibaribe, Brejo da Madre de Deus e Toritama. Este ano o festival recebeu 947 inscrições e selecionou 82 curtas-metragens, de 16 Estados, contemplando todas as regiões do Brasil. Como aconteceu nas últimas edições cada um dos filmes que foi submetido será revertido em uma muda que será plantada na região com foco no reflorestamento e na preservação do Rio Capibaribe. Também acontecem atividades de educação, conscientização ambiental e artes integradas.</p>
<p>Para o Curta Taquary, o cinema é uma ferramenta de transformação, tanto pelo deslumbramento quanto por seu caráter educativo. Há 18 edições festival vem fomentando o audiovisual brasileiro e inserindo o Agreste de Pernambuco no circuito nacional, com a promoção de diálogos entre realizadores e público, educadores e artistas de várias linguagens, como o teatro, a música e o audiovisual. Como propósito, o Curta Taquary sempre foi além da exibição de filmes: formar plateias e entender as possibilidades de diálogos da arte com a sociedade e suas várias questões estão no DNA do projeto. Por isso encontros educativos e ações ambientais acontecem durante o festival com a presença de 28 instituições de ensino, como o Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), escolas públicas e privadas, faculdades, prefeituras e entidades e associações ambientais da região.</p>
<p>Mais uma vez a realização se dá em datas simbólicas: de 16 (Dia Nacional da Conscientização das Mudanças Climáticas) a 22 de março (Dia Mundial da Água). O empenho no cuidado com a natureza é uma constante do Curta Taquary. Para cada um dos 947 filmes inscritos será plantada uma muda de árvores nativas do Agreste contribuindo com o reflorestamento da região. Além do plantio das mudas nos afluentes e nas matas ciliares do Rio Capibaribe, a caravana Curta Taquary leva exibições dos curtas, oficina de formação audiovisual, apresentações culturais, entre outras atividades.</p>
<p>Em 2025 foram selecionados 82 curtas-metragens contemplando as cinco regiões brasileiras. São trabalhos que contemplam a diversidade da produção contemporânea com experimentações estéticas e temáticas as mais variadas possíveis. Foram escolhidos filmes de 16 Estados &#8211; e 49% deles foram dirigidos por mulheres.</p>
<p>Os filmes presentes no Curta Taquary são agrupados nas seguintes mostras competitivas: Mostra Brasil e Mostra Internacional; Mostra Pernambucana; Mostra Agreste; Mostra Por um Mundo Melhor (produções com foco na educação ambiental); Mostra Primeiros Passos (para diretores/as em seu primeiro trabalho); Mostra Dália da Serra (voltada para filmes produzidos em atividades pedagógicas, projetos de formação e oficinas); Mostra Diversidade (obras que abordem questões de sexualidade e de gênero, em suas mais diferentes formas e perspectivas); Mostra Curtas Fantásticos (filmes de horror, ficção científica e fantasia); Mostra Universitária (direcionada para produções oriundas de estudantes de graduação); Mostra Criancine (curtas voltados para o público infanto-juvenil). Há ainda uma sessão especial com filmes fora de competição.</p>
<p>O Curta Taquary é uma realização da Taquary Filmes e Tá Bonito Pra Chover Produções e tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e Governo de Pernambuco.; e com apoio cultural de Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), Mistika, Prefeitura de Taquaritinga do Norte, Prefeitura de Toritama, Prefeitura de Poção, Prefeitura de Brejo da Madre de Deus, Prefeitura de Jataúba e Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>18º Curta Taquary -</strong> <em>de 16 a 22 de março, nos municípios de Taquaritinga do Norte, Poção, Jataúba, Brejo da Madre de Deus, Santa Cruz do Capibaribe e Toritama. Acesso gratuito</em></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Filmes selecionados</span>:</strong></p>
<p><strong>MOSTRA BRASIL</strong></p>
<p>A CHUVA DO CAJU | Alan Schvarsberg | Doc | 21’ | DF<br />
À NOITE TODOS OS GATOS SÃO PARDOS | Matheus Moura | Fic | 17’ | MG<br />
ENVELHECER COM AS ÁRVORES | Loic Ronsse e Bárbara Lissa |Doc | 16’ | MG<br />
FENDA | Lis Paim | Fic | 23’ | CE<br />
GUIA | Tarcísio Ferreira | Doc | 14’ | AL<br />
HÉLIO MELO | Leticia Rheingantz | Doc | 25’ | RJ<br />
HOJE EU SÓ VOLTO AMANHÃ | Diego Lacerda | Ani | 8’ | PE<br />
MAR DE DENTRO | Lia Letícia | Doc | 8’ | PE<br />
SAMUEL FOI TRABALHAR | Lucas Litrento e Janderson Felipe | Fic | 17’ | AL</p>
<p><strong>MOSTRA UNIVERSITÁRIA</strong></p>
<p>A CACHOEIRA DOS PÁSSAROS | Thiago Pombo | Ani | 8’47’’ | PE<br />
BAIÃO DE DOIS: MESTRE NALDINHO E MESTRA TINA NA UFPB | Renatha Aragão | Doc | 15&#8217;39’’ | PB<br />
COMO CHORAR SEM DERRETER | Giulia Butler | Fic | 15’ |RJ<br />
CONEXÃO | Julie Ketlem | Exp | 15’ | PE<br />
RAÍZES DA ILHA | Emilly Alves &amp; Nahiara Baddini | Doc | 16’44’’ | SE<br />
YARA | Gabi Tores e Ana Beatriz Benevides | Ani | 03’ | RJ</p>
<p><strong>MOSTRA CURTAS FANTÁSTICOS</strong></p>
<p>DIVAGAR | Lupa Silva | Ani | 5’ | RN<br />
GABIRU | Durval Cristóvão | Fic | 22’ | PE<br />
JAVYJU: BOM DIA |Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães | Fic | 25’ | SP<br />
JUPITER | Carlos Segundo | Fic | 15’ | MG<br />
RECICLOS | Diego Guerra | Ani | 15’48’’ | RJ<br />
RHEUM | Rayana França | Ani | 03’ | BA<br />
VISAGENS E VISÕES | Rod Rodrigues | Ani | 19’ | PA</p>
<p><strong>MOSTRA DÁLIA DA SERRA</strong></p>
<p>LAR, DOCE LAR | Francielli Noya e Wolmyr Alcantara | Ani | 1’30’’ | ES<br />
NIHY M´ATÔÔ FULNI-Ô | Coletivo Cinema no Interior &#8211; Comunidade Indigena Funi-ô | Exp | 13’ | PE<br />
OPARÁ: IMAGINÁRIOS DO SÃO FRANCISCO | Erna Barros e Ewertton Nunes | Doc | 20’ | SE<br />
QUEIMATÓRIO | Chia Beloto, Marila Cantuária, Paulo Leonardo e Alison Santos | Ani | 4’55’’ | PE<br />
YADEDWA SEETÔ | Marcos Carvalho | Fic | 12’18’’ | PE<br />
YBY KATU | Kaylany Cordeiro, Jessé Carlos, Ladivan Soares, Geyson Fernandes e Rodrigo Sena | Fic | 18’ | RN<br />
MOSTRA CRIANCINE BURACO DE MINHOCA | Marília Hughes Guerreiro e Cláudio Marques | Fic | 14’ | BA<br />
EU E O BOI, O BOI E EU | Jane Carmen Oliveira | Ani | 5’ | MG<br />
LAGRIMAR | Paula Vanina | Ani | 14’ | RN<br />
MUNDINHO | Gui Oller, Ricky Godoy e Pipo Brandão | Ani | 09’ | SP<br />
O BARCO | Rodolpho Pinotti | Ani | 17’ | SP<br />
RECEITA DE VÓ | Carlon Hardt | Ani | 3’10’’ | PR</p>
<p><strong>MOSTRA POR UM MUNDO MELHOR</strong></p>
<p>AMAZÔNIA CHAMA | Zefel Coff | Doc | 06’ | DF<br />
AMEAÇAS CLIMÁTICAS NO RECIFE: DESAFIO PARA AS ÁREAS CENTRAIS E PERIFÉRICAS DA CAPITAL PERNAMBUCANA | Íris Samandhi | Doc| 13&#8217;57&#8221; | PE<br />
CAMINHANDO COM ONÇAS | Larissa Corino, Letícia Benavalli e Rodrigo Rangel |Doc | 25’ | GO<br />
CHEIA | Wayner Tristão | Ani | 05’ | BA<br />
MEMÓRIAS CULINÁRIAS DO QUILOMBO AUSENTE FELIZ | Lucas Assunção | Doc | 15’ | MG<br />
NOSSO PANFLETO SERIA ASSIM | Leandro Olímpio | Doc | 25’ | SP</p>
<p><strong>MOSTRA PRIMEIROS PASSOS</strong></p>
<p>INFLAMÁVEL | Rafael Ribeiro Gontijo | Fic | 19’ | DF<br />
LIVRE PARA MENSTRUAR| Ana Pands | Doc | 24’ | SP<br />
MIRA | Sóllon Rodrigues | Fic | 17’ | PB<br />
QUATRO PONTES | Tábata Clarissa de Morais | Fic | 18’ | PE<br />
TRAVESSIA | Karol Felicio | Doc | 14’ | ES<br />
VEREDAS | Igor Rossato | Fic | 18’ |SP</p>
<p><strong>MOSTRA DIVERSIDADE</strong></p>
<p>A PISADA É DELAS: MULHERES DO CORAÇÃO NAZARENO | Patricia Yara Rocha | Doc | 15’ | PE<br />
A VOLTA | Anny Stone | Fic | 16’30’’ | PE<br />
BABILÔNIA | Duda Gambogi | Fic | 22’ | MG<br />
CARPINA, 11 DE SETEMBRO| Mery Lemos | Exp | 4&#8217;40&#8243; | PE<br />
GALEGA | Anna Lu Machado | Fic | 23’ | PE<br />
NUA | Fabi Melo | Fic | 15’ PB</p>
<p><strong>MOSTRA PERNAMBUCANA</strong></p>
<p>AGUDA | Mayara Millane | Exp | 13’ | PE<br />
CAROL | Bruna Tavares| Fic | 13’ | PE<br />
CAVALO MARINHO | Leo Tabosa | Fic | 22’ | PE<br />
CHÃO | Philippe Wollney | Exp | 14’ | PE<br />
EMOCIONADO | Pedro Melo | Fic | 15’ | PE<br />
FESTA INFINITA | Ander Beça | Fic | 25’ | PE<br />
MERGULHÃO | Rogi Silva e Juliana Soares | Ani | 14’ | PE<br />
NOÉ DA CIRANDA | João Marcelo | Doc | 12’ | PE<br />
QUEIMANDO POR DENTRO | Enock Carvalho e Matheus Farias| 16’ | Fic | PE<br />
SUSTENTA A PISADA! | Jéssika Betânia | Exp | 07’ | PE<br />
MOSTRA AGRESTE A HISTÓRIA E O BRILHO DAS BANDAS MARCIAIS DE TORITAMA | Brendo Hoshington | Doc | 20’ | PE<br />
COSTUREIRAS NO ONLINE | Mayara Bezerra | Doc | 13’33’’ | PE<br />
CRENÇA E CURA | Lavínia Bezerra | Doc | 20’23’’ | PE<br />
EU QUERIA QUE TODO DIA FOSSE CARNAVAL | Ívison Renato | Doc | 08’ | PE<br />
FACÇÃO | Henrique Corrêa | Fic | 16’ | PE<br />
O CARNAVAL É DE PELÉ | Daniele Leite e Lucas Santos | Doc | 20’ | PE<br />
OUTRO LADO DA GENTE | Vinícius Tavares | Doc | 12’21’’ | PE<br />
RETRATO DE UM FORRÓ | Gabriella Ambrósio | Doc | 18’14’’ | PE<br />
TODAS AS MEMÓRIAS QUE VOCÊ FEZ PARA MIM | Pedro Fillipe | Fic | 18’ | PE<br />
UMBILINA E SUA GRANDE RIVAL | Marlom Meirelles | Fic | 20’ | PE<br />
WADJA | Narriman Kauane | Doc | 29’ | PE</p>
<p><strong>SESSÃO ESPECIAL</strong></p>
<p>EU SOU, NÓS SOMOS | Direção Coletiva | Doc | 7’15’’ | PE<br />
LADEIRA ABAIXO| Ismael Moura | Fic | 17’ | PB<br />
MEMÓRIAS: HISTÓRIAS DO CINE TEATRO MUNICIPAL DE SUMÉ | Ana Célia Gomes | Doc | 20’ | PB<br />
MOAGEM | Odília Nunes | Doc | 16’| PE<br />
MOÇAMBIQUE, À FRANCIS BEBEY | Cecília Távora | Fic | 4’02’’ | PE<br />
MULHERES QUE VOAM | Robinson Santos | Doc | 22’28’’ | PE<br />
NO ALTO DA SERRA | Cariolando Souza | Fic | 04’17’’ | PE<br />
ODETE: A RENDEIRA | Adson Alves e Rosângela Araújo | Doc | 6&#8217;45&#8243; | PE<br />
PÁTRIA AMADA, BANDEIRA | João Lucas (Joe Ferreira) | Fic | 04’ | PE</p>
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		<item>
		<title>Premiado em festivais, Frevo Michiles entra em cartaz nos cinemas brasileiros</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Feb 2025 14:05:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Após ser exibido em diversos festivais de cinema e acumular prêmios, o longa-metragem Frevo Michiles, dirigido por Helder Lopes, estreia nos cinemas este mês. Vencedor dos prêmios de melhor trilha sonora e premiado pela crítica da Abraccine como melhor longa-metragem no Cine PE 2023, o documentário celebra a vida e a obra do compositor pernambucano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_Frame-Créditos_-Marcelo-Lacerda-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116105" alt="Marcelo Lacerda/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_Frame-Créditos_-Marcelo-Lacerda-min-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p>Após ser exibido em diversos festivais de cinema e acumular prêmios, o longa-metragem <em>Frevo Michiles</em>, dirigido por Helder Lopes, estreia nos cinemas este mês. Vencedor dos prêmios de melhor trilha sonora e premiado pela crítica da Abraccine como melhor longa-metragem no Cine PE 2023, o documentário celebra a vida e a obra do compositor pernambucano Jota Michiles, Patrimônio Vivo de Pernambuco e um dos maiores nomes do frevo. A partir do dia 13 de fevereiro, a obra estreia em salas do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Maceió, Aracaju, Garanhuns (PE) e Caruaru (PE). A expectativa é que o filme seja distribuído para cinemas de todo o Brasil.</p>
<p>No Recife, a produção entra em cartaz no Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, no bairro de Casa Forte (Zona Norte do Recife), e no Cinema São Luiz, na Boa Vista (Centro). Com a chegada do documentário à tela grande, o público poderá conhecer de perto o legado do compositor Jota Michiles, que tem sua música reverenciada por artistas como Alceu Valença, Spok, Getúlio Cavalcanti e Edson Rodrigues.</p>
<p>Autor de composições que marcaram gerações e celebram a alegria, resistência e identidade, Michiles mostra no filme a força do frevo e o diretor, Helder Lopes, faz um convite a enxergar o mundo por meio da perspectiva poética e carnavalizada do compositor, à frente de sucessos como <em>Bom Demais</em>, <em>Diabo Louro</em> e <em>Me Segura que Senão Eu Caio</em>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_-Cartaz-2023-1-1-min.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116106" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/02/Frevo-Michiles_-Cartaz-2023-1-1-min-343x486.jpg" width="343" height="486" /></a></p>
<p>O lançamento ocorre em meio ao aquecimento para a folia de momo, quando o frevo impera nas ruas e na alma do povo pernambucano. O documentário é um presente para os amantes da música e da cultura brasileira, sendo uma oportunidade para mergulhar na trajetória de um artista que tem a capacidade de transformar a vivência cotidiana em pura poesia sonora.</p>
<p>Produzido por Kika Latache, da Vilarejo Filmes, que tem a Visiom como co-produção, o documentário investiga o universo musical de Michiles de forma intimista. O diretor Helder Lopes esquadrinhou a trajetória musical e pessoal do artista. Vivenciou não só o fluxo criativo, como o dia a dia com a família, os filhos e netos. Além do Cine PE, <em>Frevo Michiles</em> já foi apresentado para o público em eventos como Festival Internacional de Documentário Musical (In-Edit) e o 7º Cine Jardim &#8211; Festival Latino-Americano de Cinema de Belo Jardim.</p>
<p>Segundo Helder, o filme tem a intenção de mostrar ao público a mente criativa de Jota Michiles e esmiuçar a originalidade das suas composições. &#8220;Nos últimos anos, tive o privilégio de conviver com Jota Michiles e pude observar de perto a singularidade de seu pensamento e modos de se expressar. A obra de Michiles não é apenas um reflexo de sua originalidade, mas uma reinvenção do próprio frevo, a ponto de se criar um novo subgênero dentro desse gênero tão rico. Como diz Spok: ‘O frevo existia antes dele, mas dele para frente, o frevo é outro&#8217;.&#8221;</p>
<p><strong>O DIRETOR -</strong> Helder Lopes é documentarista do Recife cujo trabalho tem se concentrado na pesquisa sobre grandes nomes da cultura brasileira, em especial os compositores da música popular. <em>Onildo Almeida: Groove Man</em> (2017) e <em>Pipoca Moderna</em> (2019), ambientados entre o Agreste e o Sertão pernambucanos, tornaram-se referências na filmografia recente sobre ritmos nordestinos como baião e as matizes do forró. Em <em>Frevo Michiles</em> (2023) é o frevo pernambucano e o seu principal compositor vivo que são investigados e apresentados ao público. Helder tem formação em letras e jornalismo, dirigiu longas, médias e curtas-metragens e telefilmes.</p>
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		<title>Livro investiga o universo do cinema fantástico em Pernambuco</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-investiga-o-universo-do-cinema-fantastico-em-pernambuco/</link>
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		<pubDate>Fri, 31 Jan 2025 15:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cinema pernambucano ganha uma nova perspectiva com o lançamento do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino. A obra, que equilibra a escrita acadêmica de forma instigante e intimista, mergulha nas produções cinematográficas que transitam entre o real e o imaginário refletindo sobre como o fantástico pode ser um reflexo de questões sociais, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115990" aria-labelledby="figcaption_attachment_115990" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/1738009166029.jpg"><img class="size-medium wp-image-115990" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/01/1738009166029-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino</p></div>
<p>O cinema pernambucano ganha uma nova perspectiva com o lançamento do livro Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino. A obra, que equilibra a escrita acadêmica de forma instigante e intimista, mergulha nas produções cinematográficas que transitam entre o real e o imaginário refletindo sobre como o fantástico pode ser um reflexo de questões sociais, culturais e emocionais. O projeto tem incentivo do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>O lançamento presencial do livro, que tem formato <a title="Cinema Fantástico em Pernambuco, de Inana Sabino" href="https://linktr.ee/cinemafantasticope" target="_blank"><strong>e-book</strong></a>, ocorre no Centro de Artes &amp; Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), no dia 5 de fevereiro, a partir das 17h. O evento conta com a mediação de Angela Prysthon, professora titular do Departamento de Comunicação Social da UFPE.</p>
<p>Inspirada pela ficção desde a infância, Inana conecta sua trajetória pessoal ao panorama do gênero no Estado analisando filmes como Bacurau (2019) e Divino Amor (2019) e outras obras que marcaram o cinema pernambucano de 2014 a 2022.</p>
<p>No projeto gráfico, todas as ilustrações foram feitas com tinta nanquim buscando retratar o fantástico. As cores rosa e azul segmentam os capítulos enquanto na entrevista com Renata Pinheiro e André Antônio o preto e o branco surgem para quebrar essa sequência.</p>
<p>Durante o evento de lançamento a autora apresenta os principais conceitos do livro e discute a relação do fantástico com a resistência e a reelaboração da realidade. Cinema Fantástico em Pernambuco foi produzido por Raian Cardoso, editado por Natália Araújo e o design tem a assinatura de Thalita Macedo.</p>
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		<title>Janeiro é palco para Tempo e Memória em filme e processo de espetáculo, com acesso gratuito, na Caixa Cultural do Recife</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 19:24:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[terceira idade]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 23 (terça) e 24 (quarta) de janeiro, sempre às 20h, a Caixa Cultural do Recife recebe, com acesso gratuito, a estreia do documentário “Ensaio da memória” e o ensaio aberto do espetáculo documental “Ensaio do agora” que abordam tempo e memória a partir de histórias de mulheres com mais de 60 anos. Os [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02580.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107767" alt="DSC02580" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02580-607x432.jpg" width="607" height="432" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">Nos dias 23 (terça) e 24 (quarta) de janeiro, sempre às 20h, a Caixa Cultural do Recife recebe, com acesso gratuito, a estreia do documentário “Ensaio da memória” e o ensaio aberto do espetáculo documental “Ensaio do agora” que abordam tempo e memória a partir de histórias de mulheres com mais de 60 anos. Os dois trabalhos integram o projeto “Contornos do tempo”, da artista e comunicadora Natali Assunção que, a partir de conversas com nove mulheres da terceira idade sobre o tema indicado, vem realizando quatro obras: um ensaio fotográfico (Ensaio do efêmero), um livro (em construção), o filme e o espetáculo em questão.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), pessoa idosa é toda aquela com mais de 60 anos nos países em desenvolvimento e com mais de 65 nos países desenvolvidos e o Brasil é o sexto país do mundo no que se refere à quantidade de pessoas com mais de 60 anos, sendo o envelhecimento da população a principal característica demográfica do planeta. Ainda assim, é comum que essa parcela da população seja vista como descartável no ocidente, especialmente por estar no limite do que se considera uma pessoa economicamente produtiva em uma sociedade capitalista. Dessa maneira, presenciamos, com frequência, o apagamento direcionado aos idoses por meio do abandono e do recorrente olhar que insiste em dar a vida desse grupo como acabada, ainda que esse comportamento seja um retrocesso já que descarta conhecimento, experiência e vivência de pessoas que atendem por muitos nomes, localidades, sonhos, desejos, tristezas, dores e histórias formando o tecido social e trazendo consigo perspectivas únicas, como todes nós.</span></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02554PH.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107768" alt="DSC02554PH" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02554PH-603x486.jpg" width="603" height="486" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;">O filme “Ensaio da memória”, dirigido por Natali Assunção, apresenta mulheres que falam, sentem e pensam tempo e memória partilhando experiências em um tecer conjunto que aborda questões referentes a vivências, amor, sofrimento, sonhos e sociedade. Esse é um encontro entre a artista e essas mulheres em um processo de fala e escuta em um desvelar de camadas que diz sobre elas, mas também sobre nós.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Já o espetáculo “Ensaio do agora” apresenta três atores que se encontram com as narrativas dessas mulheres e vivem uma experiência com direção e dramaturgia construídas pelo elenco que é composto por Analice Croccia, Domingos Júnior e Natali Assunção. A apresentação na Caixa cultural do Recife possibilita uma abertura de processo propondo a realização de um ensaio aberto dessa construção a fim de estabelecer uma troca entre público e artistas fomentando a formação de público, o debate sobre criação e temáticas abordadas e a partilha de uma pesquisa em diferentes linguagens que vem sendo desenvolvida na cidade. </span></p>
<p><span style="font-size: medium;">Para que esse processo de troca se estabeleça o evento conta ainda com uma roda de diálogo após cada apresentação. Na terça, quem media a conversa é a pesquisadora, documentarista e mestra em Educação, Juliana Lima. Ela é realizadora audiovisual desde 2010, integra a Associação dos Profissionais no Audiovisual Negro (APAN) e o coletivo Negritude Audiovisual Pernambuco e, atualmente, trabalha no desenvolvimento de roteiros de longa-metragens e séries para tv e streaming.</span></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02522.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-107769" alt="DSC02522" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/01/DSC02522-607x372.jpg" width="607" height="372" /></a></p>
<p><span style="font-size: medium;"> No dia 24, quem media o diálogo é a atriz, pesquisadora, dramaturga e produtora cultural HBlynda Morais, bixa, preta, gorda e não-binária. Mestranda em Educação Contemporânea (UFPE), licenciada em História (UPE), Membro do grupo de Estudos de História e Gênero da UPE e GT de Gênero da Associação Nacional de Pesquisa em História (ANPUH), atuando principalmente nos seguintes temas: Identidades, Gênero e Sexualidades, Teoria Queer, Relações étnico-raciais, Direitos Humanos e Ensino de História.</span></p>
<p><span style="font-size: medium;">O documentário se apresenta como uma possibilidade de revisitar memórias e propagar histórias valorizando nossas vivências e bagagens pessoais, além de servir como lupa para a sociedade da qual fazemos parte com suas belezas e feridas expostas, trata-se de um “testemunho de existências”. (SOLER, 2010, p. 10). Este trabalho pretende possibilitar, portanto a propagação de narrativas de mulheres cujas narrativas, muitas vezes, são ignoradas. </span></p>
<p><b><span style="font-size: medium;"><br />
</span></b><b><span style="font-size: medium;">SERVIÇO  – CONTORNOS DO TEMPO</span></b></p>
<p><b><span style="font-size: medium;">FILME &#8211; Ensaio da memória<br />
</span></b><span style="font-size: medium;">Mediação: Juliana Lima<br />
</span><span style="font-size: medium;">Data: 23.01</span></p>
<p><span style="font-size: medium;"><b>TEATRO &#8211; Ensaio</b> <b>do </b><b>agora<br />
</b></span>Mediação: HBlynda Morais<br />
<em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Data: 24.01</span></em></p>
<p><span style="font-size: medium;"><b>Sempre</b> às 20h &#8211; Entrada gratuita – Retirada dos ingressos no local, uma hora antes de cada apresentação<br />
</span><em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Local: Caixa Cultural do Recif<wbr />e - Av. Alfredo Lisboa, 505, R<wbr />ecife Antigo<br />
</span></em><em id="__mceDel"><span style="font-size: medium;">Realização: Memória em chamas (@memoriaemchamas)</span></em></p>
<div>
<p><b><span style="font-size: medium;">Folder online:</span></b></p>
<p><a href="https://drive.google.com/drive/folders/1YXmfLRi22GDCwX4n1DaKC5vIJHF_lN_5" target="_blank" rel="nofollow" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://drive.google.com/drive/folders/1YXmfLRi22GDCwX4n1DaKC5vIJHF_lN_5&amp;source=gmail&amp;ust=1705432687481000&amp;usg=AOvVaw1-WE61tCYVFeDU4hzMDXLz"><span style="font-size: medium;">CONTORNOS DO TEMPO &#8211; FOLDER ONLINE &#8211; Google Drive</span></a></p>
</div>
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		<item>
		<title>Filme pernambucano é destaque no 56° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/filme-pernambucano-e-destaque-no-56-festival-de-brasilia-do-cinema-brasileiro/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 16:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O filme Sekhdese mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107091" aria-labelledby="figcaption_attachment_107091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03.png"><img class="size-medium wp-image-107091" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03-607x314.png" width="607" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Longa-metragem Sekhdese, de Alice Gouveia e Graciela Guarani</p></div>
<p>O filme <em>Sekhdese</em> mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima Arte do País: o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que chega à 56ª edição. A avant-première acontece nesta quarta-feira (13), no Cine Brasília, com a presença das diretoras e equipe de produção.<br />
Sekhdese é uma expressão carregada de significado, sendo uma palavra &#8211; em yathê &#8211; na língua fulni-ô, que traduzida para o português significa sabedoria. Estruturado em depoimentos colhidos de 2018 a 2023, durante expedições às aldeias indígenas, e com registros de manifestações em Brasília, o documentário expõe a verdadeira sabedoria presente nos relatos das mulheres.<br />
De acordo com as diretoras, a ideia de fazer o filme surgiu em janeiro de 2018 entre as mulheres fulni-ôs, donas dessa língua. Na época Alice e Graciela estavam ministrando oficinas de realização audiovisual e fazendo filmes curtos com um grupo de alunos quando resolveram começar a entrevistar as mulheres do local.<br />
“O que acreditamos ter é um importante conjunto de relatos que tragicamente parecem convergir para questões relativas ao neocolonialismo empreendido pelas igrejas neopentecostais. Em boa parte dos depoimentos percebemos uma preocupação explícita sobre os valores e crenças singulares do local que estão sendo esmaecidos pela presença dos religiosos evangélicos”, afirmam as diretoras.<br />
Essas narrativas revelam um valioso fortalecimento das mulheres enfatizando as batalhas pela proteção da terra, pela preservação da cultura, pela defesa do meio ambiente e contra o etnocídio desencadeado pelas ações das igrejas neopentecostais.<br />
<em>Sekhdese</em> é a mais nova produção da Casa de Cinema de Olinda e tem patrocínio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo de Pernambuco. Segundo a produtora executiva Carla Francine, o longa teve início com uma iniciativa de formação audiovisual. “O filme começou no projeto chamado Cinema de Índio, que a gente fez em nove etnias de Pernambuco. A gente foi pelo menos umas três vezes para Brasília, na marcha das mulheres indígenas, nos Acampamentos Terra Livre (ATL). Tem um filme aí muito bonito, que fala de coisas muito importantes para o Brasil e para a humanidade”, conclui.<br />
De acordo com Graciela Guarani e Alice Gouveia, “Sekhedese nasce de dezenas de entrevistas com mulheres indígenas em Pernambuco e seus relatos de resistências que denunciam as diversas violências que permeiam o povo indígena”.</p>
<p><strong>SINOPSE -</strong> Sekhdese significa sabedoria, em yathê, língua do povo fulni-ô, do Nordeste do Brasil. Sabedoria das mulheres indígenas que expôe a luta pela terra, cultura, meio ambiente e o etnocídio do qual são vítimas, pelas investidas das igrejas neopentecostais.</p>
<p><strong>DIRETORAS -</strong> Alice Gouveia é professora universitária, diretora de audiovisual e finalizadora. Trabalha na área desde 1993. É técnica em direção cinematográfica tendo concluído o curso na New York Film Academy em 1998. Em seu currículo destacam-se as séries <em>Olhares sobre Lilith</em>, <em>Vamos Comer Pernambuco</em>, <em>Destinos da Fé</em> e os curtas-metragens <em>Dora</em> e <em>Nina</em>, dentre outros. É coordenadora pedagógica dos projetos de formação Cinema de Índio e Realizando em 1 Minuto.<br />
Graciela Guarani pertence à nação indígena guarani kaiowá e é uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no Brasil. É professora de cursos promovidos pela ONU Mulheres e do Museu do Índio. Debatedora da mesa redonda Mulheres na Mídia e no Cinema, na 70ª Berlinale (2020). Já realizou vários curtas e é uma das diretoras das séries <em>Cidades (In)visíveis</em>, da Netflix, e da <em>Falas de Terra</em>, da Rede Globo e GloboPlay, e cinegrafista do longa <em>My Blood Is Red</em>, da Needs Must Film, em 2017.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Direção: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Argumento: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Roteiro: Alice Gouveia, Graciela Guarani e Caleb Benjamin<br />
Produção e produção executiva: Carla Francine<br />
Direção de produção: Carla Francine e Mauro Lira<br />
Direção de fotografia: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Som direto: Tiago Araújo e Fernanda Misaw<br />
Edição de som e ixagem: Tiago Araújo<br />
Montagem e finalização de imagem: Alice Gouveia<br />
Empresa produtora: Casa de Cinema de Olinda</p>
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