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	<title>Portal Cultura PE &#187; filmes nacionais</title>
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		<title>Com filmes nacionais e internacionais, 3ª edição do Fincar terá edição virtual</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 22:31:23 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_89232" aria-labelledby="figcaption_attachment_89232" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Caperucita-Roja-_Chapeuzinho-Vermelho_Tatiana-Mazú.jpg"><img class="size-medium wp-image-89232" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Caperucita-Roja-_Chapeuzinho-Vermelho_Tatiana-Mazú-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">O filme &#8220;Chapeuzinho Vermelho&#8221; será um dos que serão exibidos virtualmente pelo festival</p></div>
<p>O Festival Internacional de Cinema de Realizadoras (Fincar) anuncia a programação de filmes da sua terceira edição. O festival disponibiliza ao público 47 filmes nacionais e internacionais, longas e curtas-metragens, divididos em três mostras não-competitivas. O III Fincar, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, será realizado no formato on-line, de 19 a 28 de novembro, através da plataforma Embaúba Play. Toda a programação é de obras realizadas por mulheres cis e trans, travestis, pessoas não-binárias e trans-masculinas. Nas primeiras edições o festival exibiu filmes dirigidos por mulheres e em 2021 amplia a participação de pessoas com outras identidades de gênero.</p>
<p>- Confira a programação com sinopses dos filmes no site oficial: <strong><a href="http://www.fincar.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fincar.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1636841626395000&amp;usg=AOvVaw2ZnAV3GbXujZr8_JLigMBa">www.fincar.com.br</a></strong>.<br />
- O acesso aos filmes é gratuito através da plataforma online Embaúba Play: <strong><a href="https://embaubaplay.com/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://embaubaplay.com/&amp;source=gmail&amp;ust=1636841626395000&amp;usg=AOvVaw0MECV9prniT--can_HQOJ0">embaubaplay.com</a></strong>.<br />
- Acompanhe o Fincar pelas redes sociais: <a href="https://www.instagram.com/fincar.festival/" target="_blank"><strong>@fincar.festival</strong></a> (Instagram) e <strong><a href="https://www.facebook.com/fincarealizadoras" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/fincarealizadoras&amp;source=gmail&amp;ust=1636841626395000&amp;usg=AOvVaw1O5XAtF68XpNu4w3uHH3YZ">facebook.com/<wbr />fincarealizadoras</a> </strong>(<em>fan page</em>).</p>
<p>O III Fincar é realizado pela Vilarejo Filmes. O festival conta com conselho político formado pelos coletivos Mulheres no Audiovisual Pernambuco (Mape) e Negritude do Audiovisual PE e pelo Fórum Itinerante de Cinema Negro  (FICINE).</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO -</strong> O III Fincar traz uma programação com produções audiovisuais contemporâneas e históricas com investigações estéticas não-hegemônicas. Da produção audiovisual brasileira, a programação reúne filmes da Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, São Paulo e Sergipe. Entre os estrangeiros, o festival conta com realizações da Argentina, China, Costa Rica, Cuba, França, Irã, México, Peru, República Dominicana, Turquia e coproduções Brasil-Colômbia, Brasil-EUA, Marrocos &#8211; França &#8211; Quatar.</p>
<p>Pela primeira vez o Fincar fará debates com realizadoras estrangeiras. Os debates serão feitos através da plataforma Zoom, com transmissão ao vivo pelo Youtube. Integrantes da curadoria farão a mediação das conversas em torno dos filmes exibidos.</p>
<p><em>“Um dos aspectos positivos do formato online é que nos proporciona encontros mesmo na distância geográfica. Outro aspecto é que os debates serão gravados e isso gera um arquivo importante sobre as produções audiovisuais e suas realizadoras. O maior exemplo disso é o debate da Mostra Olar que faremos com a realizadora cubana Gloria Rolando. Glória irá conversar conosco a partir de Cuba e a conversa ficará registrada e disponível na internet para pessoas que queiram se aprofundar no trabalho dela”</em>, ressalta Maria Cardozo, diretora do Fincar.</p>
<p>Na Mostra Fincar, são disponibilizados 38 filmes nacionais e internacionais selecionados pela curadoria do festival, incluindo um programa infantil, com classificação livre. São oito longas e 30 curtas, que ficam disponíveis gratuitamente por 48h via streaming na Embaúba Play, possibilitando que o público faça sua sessão de cinema em casa no horário que preferir. É possível assistir ao festival facilmente, sem obrigatoriedade de cadastro prévio na plataforma. O acesso pode ser por Smart TV, notebook ou celular.</p>
<p>Duas mostras especiais com filmes históricos completam a programação disponível na Embaúba Play. Na Mostra Olar &#8211; Observatório de Realizadoras Latino-Americanas, serão exibidos cinco obras raras dirigidas pelas cineastas negras e cubanas Sara Gómez  (1942 &#8211; 1974) e Glória Rolando, que constroem, a partir de suas experiências, uma cinematografia decolonial latino-americana. Os filmes de Sara Gómez foram cedidos pelo Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográfica (ICAIC). A curadoria é do Observatório de Realizadoras Latino-Americanas.</p>
<p>Sara Gómez é realizadora negra precursora na América Latina e Gloria Rolando é uma referência na realização do cinema afrocubano desde a década de 1990.  <em>“Selecionamos a partir destas duas cinematografias, obras que buscam construir pensamentos a respeito da racialidade em seu país, e que apesar das especificidades da história cubana, nos revelam as indissociáveis semelhanças na formação das sociedades da América Latina”</em>, afirmam as curadoras da Mostra Olar, Cíntia Lima e Lílian de Alcântara, no texto do catálogo.</p>
<p>Já a Mostra Mape difunde quatro filmes produzidos pelo Instituto SOS Corpo e a TV Viva na década de 80 e 90, tendo sido curada pelo coletivo Mulheres no Audiovisual de Pernambuco (Mape). &#8220;Para nós, revisitar as produções do SOS Corpo em parceria com a TV Viva é uma honra e ao mesmo tempo um dever. Os dois sentimentos se misturam porque estamos diante de um resgate de obras que compõem parte da memória da luta feminista em Pernambuco. Esperamos que o público divida conosco o encantamento em torno destes filmes, seja pelas imagens e marcantes da população brasileira, ou pela consciência de que a luta vem sendo travada há tantos anos”, assina o coletivo Mape.</p>
<p><strong>CURADORIA -</strong> Para criar a sua mostra central, o Fincar formou um time de curadoria com Anti Ribeiro, Kalor Pacheco, Patrícia Yxapy, Emilly Guilherme, Luly Pinheiro e Maria Cardozo, que interagiram virtualmente durante o trabalho de seleção.</p>
<p>Lully destaca a qualidade dos filmes diante do contexto de pandemia e da desestruturação das políticas públicas para o setor audiovisual: <em>“A gente recebeu uma grande quantidade de filmes produzidos nesse último ano, nesse período pandêmico. Confesso que me surpreendi com a qualidade dos filmes, a qualidade inventiva mesmo de produzir ‘apesar de’. Pois me parece cada vez mais difícil, mais complicado produzir cinema hoje no Brasil”</em>, afirmou a curadora.</p>
<p>O Fincar traz ainda<em> “filmes fronteiriços, que bagunçam um pouco os nomes que dão para as linguagens, que transitam, misturam, recortam, fazem colagem entre as linguagens”</em>, afirma Anti Ribeiro.</p>
<p>A curadora Maria Cardozo ressalta que o Fincar também selecionou filmes de encontros como Pausa para o café (Brasil, Paraná, 2020, 5 min, Direção: Tamiris Tertuliano| Festival de Brasília e Festival do Rio), filmes sobre mulheres no trabalho como os curtas Pega-se facção (Brasil, Pernambuco, 2020, 13 min, Direção: Thaís Braga | Mostra Tiradentes) e Vila das mulheres pedreiras (Brasil, Pernambuco, 2019, 18 min, Direção: Nathália Machado), entre outros.</p>
<p>Anti Ribeiro lembra ainda que algumas obras selecionadas contam com uma presença fantasmagórica. <em>&#8220;Essa presença de uma estrutura que não se apresenta totalmente, mas que consegue ser sentida na atmosfera dos filmes. Três filmes que têm essa presença fantasmagórica e se apresentam em preto e branco são Per Capita (Brasil, Pernambuco, 2021, 15min14s | Festival de Gramado e Festival de Curtas de SP), de Lia Letícia; o Abjetas 288 (Brasil, Sergipe, Ficção, 2021, 21 min | Macambira &#8211; Mostra de cinema de realizadoras (RN)), de Júlia da Costa e Renata Mourão; e Nebulosa (Brasil, Ceará, 2021, 14min47s | Sesc Cultural Convida), de Noá Bonoba e Bárbara Cabeça&#8221;</em>, explica.</p>
<p>Entre os longa-metragens do festival, estão Voltei! (Brasil, Bahia, 2021, 74 min, Direção: Glenda Nicácio e Ary Rosa | Panorama Internacional Coisa de Cinema) e Estamos te esperando em casa (Brasil, Pernambuco, 2020, 55 min, Direção: Cecília da Fonte e Marcelo Pedroso). Voltei! apresenta um Brasil distópico, no qual as irmãs Alayr e Sabrina estão ouvindo no radinho de pilha o julgamento que pode mudar os rumos de um país “sem energia”. O filme de ficção dirigido pela realizadora negra Glenda Nicácio já passou por diversos festivais e tem tido boa repercussão.</p>
<p>Já Estamos te esperando em casa é uma estreia, e mostra o Brasil em plena pandemia da Covid-19, através da personagem Poliana, uma terapeuta ocupacional que o trabalho consiste em manter a linha tênue que liga a vida dos pacientes com a de suas famílias. O filme foi realizado com recursos da Lei Aldir Blanc.</p>
<p>Outro longa pernambucano na programação é O Bem Virá (Brasil, Pernambuco, 2020, 80 min, Direção: Uilma Queiroz | Cachoeira.Doc e Olhar de Cinema), que faz uma busca pelas mulheres que, em 1983, em uma seca no sertão do Pajeú pernambucano, lutaram pelo direito à sobrevivência, num contexto em que ser mulher era se limitar à função de administrar a miséria. O Bem virá é o primeiro longa-metragem feito por uma mulher no Sertão pernambucano e filmando na região.</p>
<p>Entre os filmes internacionais, estão o longa Caperucita Roja / Little Red Riding Hood / Chapeuzinho Vermelho (Argentina, 2019, 92 min, Direção: Tatiana Mazú | Festival de Toulose), os curtas Best Actress / Melhor Atriz (Turquia, 2020, 20min56s, Direção: Umut Alaz Kökçü), Esqueleto de Hierro / Esqueleto de Ferro (República Dominicana, 2021, 4min4s, Direção: Eliana Del Rosario | Festival Zózimo Bulbul) e Koshi Ainbobo / Mujeres Valientes / Mulheres Valentes (Peru, 2020, 10 min, Direção: Giovana García Soto, Flor Llinena Isamaat Agustín).</p>
<p>Chapeuzinho Vermelho transita por questões sobre feminismos e a precarização do trabalho das mulheres através da relação da realizadora com sua irmã e sua avó, uma idosa que em sua infância viveu a Guerra Civil Espanhola. Melhor atriz apresenta um encontro entre uma estudante de cinema e uma famosa atriz de filmes eróticos da era dourada do cinema turco, década de 70. A ficção aborda as relações de opressão de gênero no trabalho e a história do cinema turco.</p>
<p>Esqueleto de ferro é um filme experimental e intimista de Eliana Del Rosario sobre seu processo migratório, solidão e as relações familiares em distanciamento. Mulheres Valentes conta com realizadora indígena peruana do povo Shipibo Konibo e aborda a violência de gênero através das histórias de duas mulheres nativas da floresta amazônica.</p>
<p><strong>FORMAÇÃO -</strong> Uma novidade desta edição do Fincar são as atividades de caráter educativo. O festival promove oficina de crítica de cinema com Kênia Freitas e Carol Almeida, que irão ministrar encontros teóricos e práticos estimulando a reflexão sobre os filmes exibidos pelo Fincar. Ao final da oficina, os textos críticos serão publicados no site do festival.</p>
<p>Com o objetivo de contribuir com a educação através do audiovisual, numa perspectiva feminista, o festival está elaborando um material pedagógico para utilização de filmes em escolas. A publicação está sendo desenvolvida por meio de uma parceria entre o Fincar e a Universidade Livre Feminista, conta com a consultoria de Cristina Lima, Sophia Branco, Maria Cardozo e Mariana Porto e a colaboração de diversos educadoras e educadores. O lançamento ocorrerá pós-festival.</p>
<p><strong>DIFUSÃO -</strong> Para ampliar a difusão dos filmes, o Fincar também está construindo uma parceria com a TV Pernambuco e a rede de cineclubes. Após o período do festival, um recorte dos filmes do festival serão exibidos pelo canal de TV pública e disponibilizados para sessões cineclubistas.</p>
<p><strong>ARTE -</strong> A identidade visual do festival foi desenvolvida pela artista Thaysa Aussuba e pela designer Isabella Alves. A arte original criada por Thaysa foi transformada em cartazes lambe-lambe que serão distribuídos em espaços públicos, com o intuito de ampliar a divulgação do festival.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
III Fincar &#8211; Festival Internacional de Cinema de Realizadoras<br />
De 19 a 28 de novembro<br />
Confira a programação www.fincar.com.br<br />
Assista gratuitamente https://embaubaplay.com/<br />
Siga o Fincar nas redes sociais: https://www.instagram.com/fincar.festival</p>
<p>https://www.youtube.com/channel/UCJgIRm_ZcLOCHj3AIQpP9xg</p>
<p>https://www.facebook.com/fincarealizadoras</p>
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