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	<title>Portal Cultura PE &#187; Fim de Feira</title>
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		<title>Distrito de Mandacaru, em Gravatá, tem noite ao som do forró durante Festival Pernambuco Meu País</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 02:05:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na noite desta sexta-feira (26), o Distrito de Mandacaru, em Gravatá, se transformou em palco para apresentações de forró que exaltaram o tom multicultural do Festival Pernambuco Meu País, que conta com 80% de artistas locais em sua grade de programação. No local, se apresentaram Humberto Bonny, Fim de Feira e Danilo Henrique e Banda. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na noite desta sexta-feira (26), o Distrito de Mandacaru, em Gravatá, se transformou em palco para apresentações de forró que exaltaram o tom multicultural do Festival Pernambuco Meu País, que conta com 80% de artistas locais em sua grade de programação.</p>
<p>No local, se apresentaram Humberto Bonny, Fim de Feira e Danilo Henrique e Banda. Junto às famílias que formavam o público, havia muitas crianças.</p>
<p>Vocalista da Fim de Feira, que levou ao distrito de Mandacaru uma apresentação voltada aos 20 anos de formação da banda, Bruno Lins compartilhou o recorte que o grupo busca levar em sua trajetória.</p>
<p>“Uma coisa que nós sempre fazemos é questão de exaltar a poesia, de cordel e dos cantadores de viola, que forjaram a identidade da banda durante todo esse tempo. Acho muito importante que um festival que se chama Pernambuco Meu País exalte e dignifique os artistas que constituíram a nossa identidade pernambucana, tanto no Brasil quanto no mundo”, afirmou.</p>
<p>Ele ainda se voltou ao local da apresentação desta noite, frisando uma forte característica de destaque no âmbito da agricultura.</p>
<p>“Nós tocamos num distrito de Gravatá, que é muito importante para a cidade e que tem destaque na agricultura familiar. O forró nasceu nesses núcleos e é muito importante para a gente estar aqui participando dessa descentralização, tão importante para a cultura da gente”, finalizou.</p>
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		<title>Fim de Feira lança o álbum “Forró da Liberdade”</title>
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		<pubDate>Mon, 15 May 2023 13:30:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a banda pernambucana Fim de Feira lança, nesta sexta-feira (19), o álbum Forró da Liberdade nas principais plataformas de streaming. O lançamento é o primeiro trabalho inédito do grupo, após um período de 12 anos. O álbum, com 12 faixas, marca um retorno [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, a banda pernambucana Fim de Feira lança, nesta sexta-feira (19), o álbum <em>Forró da Liberdade</em> nas principais plataformas de streaming. O lançamento é o primeiro trabalho inédito do grupo, após um período de 12 anos.</p>
<p>O álbum, com 12 faixas, marca um retorno às origens, promovendo a celebração de ritmos que orbitam o forró brasileiro, com uma linguagem que flerta tanto com os símbolos rurais da região quanto com os movimentos musicais urbanos. E vai do xote ao frevo, em letras que tratam da diversidade das nossas manifestações, do cotidiano do povo e do estado permanente de festa que é o Nordeste.</p>
<p>Nesse balaio musical, reforçam o coro libertário da Fim de Feira as participações especialíssimas de grandes artistas, cujas trajetórias se confundem com a história da cultura e da música popular nordestina, a exemplo de Assisão, Biliu de Campina, Mestre Bule Bule, da Bahia, e a Banda de Pífanos Zé do Estado, de Caruaru. O álbum conta ainda com a brisa do contemporâneo, soprada por duas das mais bonitas vozes femininas das novas gerações musicais nordestinas: Isabela Moraes e Riáh, de Caruaru.</p>
<p>“Esse disco surgiu como uma celebração à liberdade de ser quem se é. A ideia é anterior à pandemia, mas nosso conceito de liberdade acabou mudando bastante. A primeira ideia que ficou suspensa foi o fato de que queríamos fazer um disco de ‘banda tocando junto’. E aí passamos quase dois anos isolados. Depois teve a questão das participações: quase todos estavam no grupo de risco, por terem mais de 60, 70 anos. No caso de Assisão, 80”, explica Bruno Lins, principal compositor e letrista da banda, além de cantor.</p>
<p>Ele conta que foi preciso esperar as coisas “se ajeitarem” para que o disco pudesse acontecer, celebrando a liberdade, enfim e em dobro. “A capa do disco simboliza isso, uma revoada saindo da gaiola. Estávamos vivos, com saúde, inclusive os mais velhos. Mas tudo isso deixou marcas e hoje a gente canta também por quem não teve a mesma sorte. Nosso Forró da Liberdade é um agradecimento à vida, por voltarmos a tocar juntos, para ver a turma dançando com a liberdade de ser feliz, e a liberdade de espalhar verdade pelo mundo”, comemora Bruno.</p>
<p><strong>GRAVAÇÃO ITINERANTE -</strong> Forró da Liberdade reuniu músicos que já faziam parte da antiga e longeva formação da banda, a exemplo de Lucivan Max (percussões), Antônio Muniz (sanfona), Thiago Rad (guitarras e violas), Luccas Maia (baixo), Márcio Silva (bateria), além do próprio Bruno Lins (vocais) e de músicos convidados, como Alexandre Rodrigues (pífanos e clarinete) e Chico Botelho (cavaco). Começou a ser gravado em 2022, entre viagens para o interior, com muitos quilômetros de “sorte e generosidade”, segundo Bruno.</p>
<p>O projeto de gravação itinerante passou por Caruaru e Serra Talhada, tendo como base o Estúdio Carranca, no Recife. “Caruaru era obrigatório, porque sempre foi um lugar nosso: nosso primeiro disco foi gravado lá e a gente queria muito essa atmosfera de novo. Gravamos no Studio Di Fagner, com Walmir Silva e Zé do Estado, dois padrinhos musicais da banda.”</p>
<p>Lá, a vida, em seus métodos, colocou Isabela Moraes e Riáh no caminho da Feira. “Elas estavam em Caruaru, por coincidência, e acabaram também gravando a faixa Formigueiro com a gente. Não podia ter ficado mais bonito”, celebra Bruno, contando que tinha feito uma música pro cantor Biliu de Campina, a Manda Buscar Biliu, e ele partiu de Campina Grande, na Paraíba, pra gravar no nosso Agreste. De Caruaru, a banda seguiu viagem para o Sertão. “Queria muito esse clima de estrada no disco, e fomos realizar o sonho de gravar com Assisão, na terra dele, Serra Talhada.” Foi a faixa Namorando de Novo. Segundo Bruno, a única participação registrada sem ninguém comer poeira foi a do Mestre Bule Bule, que mora na Bahia. “Ele mandou uma gravação tão potente e tão linda para Monomotor, que eu nem me atrevi a cantar com ele.”</p>
<p style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/capa.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-101373" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/05/capa-486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a></p>
<p><strong>ÁLBUM -</strong> <em>Forró da Liberdade</em> integra uma trajetória de três CDs e dois DVDs lançados pela Fim de Feira: todos trabalhos autorais, que nasceram do cruzamento da música com a literatura nordestina, metade forró, metade cordel. Aprovado no Edital Funcultura da Música, antes da pandemia, a produção musical leva as assinaturas de Bruno Lins e Thiago Rad, com mixagem de Luccas Maia, masterização de Júnior Evangelista, e produção executiva de Guilherme Patriota (Theia Produtores e Associados). Mas a história do disco, todo mundo conta e canta junto.</p>
<p>“Nosso último CD é de 2011, e o último DVD de 2016. Depois a banda passou por algumas mudanças, uns saíram, outros chegaram. Por isso que eu acho esse repertório tão bom, porque ele teve tempo de amadurecer até virar disco. Foi importante que a gente se encontrasse de novo, nessa formação que já tem tantos anos, e pudesse fazer um trabalho que tem a cara de cada um. A gente se preparou pra fazer esse disco, planejou e as coisas saíram muito dentro do roteiro”, confirma Bruno.</p>
<p>Todo caminho junino, garante, dá na Feira. “A turnê de lançamento desse trabalho vai ser na festa mais bonita do Brasil, que é o São João, aí logo depois, a gente tem um projeto já em andamento para fazer o registro audiovisual do show, aqui no Recife, lá pra julho/agosto, quando todo mundo já tiver decorado as letras.” Cavalheiros e damas, preparar para o passeio na roça, que ele vai ser comprido. E animado!</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do álbum “Forró da Liberdade”<br />
Quando: 19 de maio de 2023 (sexta-feira)<br />
Pré-save: <a href="https://onerpm.link/620607601000" target="_blank"><strong>onerpm.link/620607601000</strong></a></p>
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		<title>Projeto PE Mundo Afora realiza live em prol do “Mãos Solidárias”</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 15:59:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a finalidade de arrecadar fundos para a ação &#8220;Mãos solidárias&#8221;, que tem por objetivo organizar e distribuir refeições para pessoas em situação de rua, as bandas Fim de Feira e Zé do Estado, que integram o Projeto PE Mundo Afora, promovem uma live neste sábado (31), às 20h, nos canais do MST, Theia Produtores Associados, Zé do Estado e Fim de Feira, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_86641" aria-labelledby="figcaption_attachment_86641" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Felipe Dias/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/PE-MUNDO-AFORA-1-fotos-Felipe-Dias-Theia-Produtores-Associados.png"><img class="size-medium wp-image-86641" alt="Felipe Dias/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/07/PE-MUNDO-AFORA-1-fotos-Felipe-Dias-Theia-Produtores-Associados-607x342.png" width="607" height="342" /></a><p class="wp-caption-text">A banda Fim de Feira é uma das atrações do evento virtual</p></div>
<p>Com a finalidade de arrecadar fundos para a ação &#8220;Mãos solidárias&#8221;, que tem por objetivo organizar e distribuir refeições para pessoas em situação de rua, as bandas Fim de Feira e Zé do Estado, que integram o Projeto PE Mundo Afora, promovem uma<em> live</em> neste sábado (31), às 20h, nos canais do MST, Theia Produtores Associados, Zé do Estado e Fim de Feira, no YouTube.</p>
<p>O projeto é incentivado pelo Governo do Estado, por meio dos recursos do Funcultura, e realizou, antes da pandemia, apresentações nas cidades de São Paulo, Bragança Paulista, Porto Alegre e Belo Horizonte. Na <em>live</em> solidária, Fim de Feira e Zé do Estado repetem a fórmula que fez sucesso na turnê nacional, com um repertório de clássicos da música nordestina, evocando expressões como o coco, a novena, o baião e o forró além da presença da poesia de cordel e do repente.</p>
<p>O “Mãos solidárias” é articulado pela Associação da Juventude Camponesa Nordestina &#8211; Terra livre, somado a diversas organizações, voluntários e movimentos populares no enfrentamento ao coronavírus através da solidariedade e pela vida do povo pernambucano, já distribuiu mais 590 mil marmitas solidárias nas cidades de Recife, Caruaru, Garanhuns e Petrolina e tem mais de 630 toneladas de alimentos distribuídos para as famílias do estado. Ainda, a campanha engloba centenas de turmas de agentes populares de saúde formados em Pernambuco, 24 Bancos Populares de Alimentos nos bairros do Recife e da Região Metropolitana, distribuiu mais de 20 mil máscaras solidárias produzidas pela rede de mulheres voluntárias, entre diversas outras atividades ligadas ao combate a fome e o enfrentamento da pandemia da Covid-19.</p>
<p>As contribuições podem ser realizadas durante a Live, por meio do Qrcode na tela, a qualquer momento pelo PIX <strong>09423270000180</strong>, ou através de doações diretas ao Armazém do Campo.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Projeto PE Mundo Afora realiza live em prol do “Mãos solidárias”<br />
Quando: 31 de agosto (sábado), às 20h<br />
Onde: Nos canais do Youtube do MST, Fim de Feira, Theia Produtores Associados e Zé do Estado;<br />
Como doar: Acessando o Qrcode na tela da live ou através do Pix 09423270000180</p>
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		<title>Bruno Lins traz novas referências musicais em &#8220;Vereda Caminho&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2019 15:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Camila Estephania Aficionado por contar histórias, Bruno Lins já cantava causos nordestinos como vocalista e compositor da banda Fim de Feira há dez anos, quando, a partir de 2014, passou a investir também em relatos mais pessoais. Embora sempre tenha explorado as referências culturais da Serra do Texeira, no sertão da Paraíba (de onde [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_66366" aria-labelledby="figcaption_attachment_66366" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Click-José-de-Holanda.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66366" alt="José de Holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Click-José-de-Holanda-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bruno Lins flerta com várias referências musicais urbanas no seu primeiro disco solo.</p></div>
<p style="text-align: right;"><em><strong>Por Camila Estephania</strong></em></p>
<p>Aficionado por contar histórias, Bruno Lins já cantava causos nordestinos como vocalista e compositor da banda Fim de Feira há dez anos, quando, a partir de 2014, passou a investir também em relatos mais pessoais. Embora sempre tenha explorado as referências culturais da Serra do Texeira, no sertão da Paraíba (de onde veio sua família), o músico recifense agora dá vazão às influências urbanas para concretizar a nova safra de canções, mais confessionais, que deram origem ao seu primeiro disco solo, intitulado “Vereda Caminho”. O show de lançamento do trabalho será nesta quarta-feira (23) e nesta quinta-feira (24), às 20h, no Teatro Hermilo Borba Filho, dentro da programação do Janeiro de Grandes Espetáculos.</p>
<p>“<em>Esse trabalho foi feito em paralelo a Fim de Feira, por isso, ainda traz muito a questão da música do nordeste, mas eu não quis colocar ele na banda, porque eram canções que traziam outras temáticas, outras vivências</em>”, esclarece Bruno, que associa as referências regionais a uma roupagem mais pop. Realizado com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, o álbum reafirma a sua pluralidade estética quando conta com as participações de pernambucanos de outras escolas musicais.</p>
<p>É o caso de Henrique Albino, que assina os metais do frevo triste “Derradeiro Show” e da elétrica “Noiva da Noite”, que lembra a produção do conterrâneo Lenine. Em “Muro”, o guitarrista Rodrigo Morcego, que já trabalhou com o mítico Lula Côrtes quando tocava com a banda Má Companhia, endossa o clima progressivo que caracterizou o Udigrudi, como ficou conhecida a geração dos anos de 1970 da música do Estado. Essa referência ainda pode ser notada em outras faixas, como “Peleja do Fim do Mundo”, que aproxima Bruno das primeiros discos de Alceu Valença.</p>
<div id="attachment_66367" aria-labelledby="figcaption_attachment_66367" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">José de Holanda</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Bruno-Lins-por-José-de-Holanda-.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66367" alt="José de Holanda" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Bruno-Lins-por-José-de-Holanda--607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Trabalho fala sobre movimentos naturais da vida, como chegadas e partidas e desencontros e reencontros.</p></div>
<p>O violeiro Hugo Linns acentua a delicadeza de “Violão Adesivado”, enquanto o pianista Amaro Freitas, conhecido por colocar a música popular no mesmo patamar da música erudita, traz requinte para o xote de “Passo Preto”, por exemplo. Essa última faixa ainda conta com os vocais de Isaar, que integra o time de cantoras convidadas ao lado de Larissa Lisboa, que reforça o dub de “Afeto Desfeito”. As duas participarão das apresentações desta semana no Hermilo Borba Filho, assim como Rodrigo Morcego e Henrique Albino. O banda que gravou todas as músicas também faz parte do show e é composta por velhos parceiros da Fim de Feira, sendo eles Lucivan Max<b> </b>(percussão), Luccas Maia<b> </b>(baixo), Thiago Rad (guitarras e violas), Marcio Silva (bateria) e Guga Fonseca<b> </b>(teclados).</p>
<p><em>“Acho que os convidados é parte de uma geração de instrumentistas importantíssima, da qual sempre me abasteci pela curiosidade mesmo, porque meu processo de composição ainda é muito solitário</em>”, justifica ele, que compôs todas as letras sozinho, com exceção de “Por onde quer que eu vá”, feita em parceria com Juliano Holanda. “<em>Esse disco acaba sendo um mosaico de referências que foram sendo absorvidas, mas acho que eu estava sendo bem verdadeiro. Cada música já nasce com um caminho, não adianta impor um estilo. O que amarra o álbum é a verdade dele</em>”, continua o artista.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_66369" aria-labelledby="figcaption_attachment_66369" class="wp-caption img-width-486 alignnone" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Vereda-Caminho-.jpeg"><img class="size-medium wp-image-66369" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/Vereda-Caminho--486x486.jpeg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do álbum, que já está disponível para audição nas plataformas de streaming.</p></div>
<p>Essa autenticidade é evidenciada pelo uso da primeira pessoa que empodera Bruno até de narrativas que não foram vivenciadas originalmente por ele, como acontece em “Olinda 2006”. “<em>Um amigo me contou essa história de que tinha ido pra Olinda pela primeira vez em 2006 e o primeiro contato dele com a cidade foi no Carnaval, aquele cenário meio ficcional. É mais uma metáfora de alguém que sai do interior e começa a conviver com outros tipos de experiências. O disco mostra muito esse fluxo de se perder e se achar, que acontece muito no Carnaval, e reflete um momento meu muito particular de entender esse caminho</em>”, explica Bruno, que ainda aborda esses movimentos da vida quando fala de imigração em “Passo Preto” e no carimbó confessional  “Aquele Céu Acolá”.</p>
<p>“<em>Continua sendo eu contando história com esse sotaque, mas com outra linguagem. Acho que me aproxima mais dessa tradição até, porque antes eu falava mais como espectador e agora estou falando dos meus sentimentos, me colocando em um lugar de empatia</em>”, observa Bruno, que trata de experiências individuais que ganharam camadas coletivas no contexto político atual. “<em>A ‘Peleja do Fim do Mundo’ fala de um mundo apocalíptico e propõe que a música e a arte podem surgir como uma tábua de salvação em tempos tão sombrios. Nossa arma está nas diretrizes da tolerância e da liberdade. Melhor coisa é poder estar no palco e dividir esse trabalho com outras pessoas</em>”, finaliza ele.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Shows de lançamento de “Vereda Caminho”, de Bruno Lins, no Janeiro de Grandes Espetáculos<br />
Quando: Nesta quarta (23) e nesta quinta (24), sempre às 20h<br />
Onde: Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142 – Recife/PE)<br />
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)</p>
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		<title>Banda Fim de Feira inicia turnê do DVD &#8220;Bomba Cordão&#8221; no interior do Estado</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/banda-fim-de-feira-inicia-turne-do-dvd-bomba-de-cordao-no-interior-do-estado/</link>
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		<pubDate>Wed, 31 Aug 2016 13:58:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de percorrer 12 cidades no primeiro semestre, incluindo oito municípios no interior paulista e quatro pernambucanos, a banda Fim de Feira dá início, nesta sexta-feira (2), à etapa da turnê de seu DVD Bomba Cordão pelo Sertão de Pernambuco. Com incentivo do Funcultura, a nova etapa da circulação começa pela cidade de Serra Talhada. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_39825" aria-labelledby="figcaption_attachment_39825" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Beto Figueiroa</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/FIM_DE_FEIRA_foto_BetoFigueiroa_TragoBoaNoticia.jpg"><img class="size-medium wp-image-39825" alt="Beto Figueiroa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/08/FIM_DE_FEIRA_foto_BetoFigueiroa_TragoBoaNoticia-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nova etapa da turnê ainda prevê oficinas de resgate da cultura do forró</p></div>
<div>
<p>Depois de percorrer 12 cidades no primeiro semestre, incluindo oito municípios no interior paulista e quatro pernambucanos, a banda Fim de Feira dá início, nesta sexta-feira (2), à etapa da turnê de seu DVD<em> Bomba Cordão</em> pelo Sertão de Pernambuco. Com incentivo do Funcultura, a nova etapa da circulação começa pela cidade de Serra Talhada.</p>
<p>A apresentação acontecerá no Palco Cultura Viva, numa parceria com a Associação Cabras de Lampião. No dia 16 de setembro é a vez de Triunfo e sua tradicional Motofest receber a banda no pátio de eventos. Como participações especiais estão confirmados os músicos Cláudio Rabeca e Clayton Barros (ex-Cordel do Fogo Encantado).</p>
<p>O projeto ainda prevê oficinas de resgate da cultura do forró através de dois workshops nos municípios em que a banda faz apresentação: Uma delas é Percussão, ministrado por Lucivan Max, percussionista da Fim de Feira. A outra, Fabricação de Pífano, fica a cargo de Anderson do Pife, que compõe a formação da Zé do Estado, destinadas a alunos da rede municipal de ensino.</p>
<p>Formada por Bruno Lins (voz, violão e guitarra),Luccas Maia (baixo), Thiago Rad (guitarra e viola de 12), Lucivan Max (percussão), Peu Lima (bateria) e Antônio Muniz (sanfona), a Fim de Feira já conquistou o Prêmio da Música Brasileira, na categoria Melhor Grupo Regional, em 2009, e representa um marco na renovação do forró nordestino. Para os shows, a banda apresenta um repertório autoral, com ritmos tradicionais nordestinos como forró, baião, xote e coco misturado com a poesia de cordel.</p>
</div>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO</span></b></p>
<p><b>Circulação da Fim de Feira pelo Sertão</b></p>
<p><b>Serra Talhada</b><em id="__mceDel"><b> - </b>02 de setembro | 20h<b> </b>Palco Cultura Viva | Festa de Nossa Senhora da Penha</em></p>
<p><b>Triunfo </b>- 16 de setembro | 10h | Motofest || Pátio de Eventos</p>
<p>Gratuito</p>
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		<title>Fim de Feira redimensiona o forró em “Bomba Cordão”</title>
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		<pubDate>Fri, 26 Jun 2015 20:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova “Onde tem forró, tem festa”! Disso, ninguém duvida. E o grupo Fim de Feira levou a sua festa para o DVD. Bomba Cordão é o nome do novo trabalho do grupo, lançado recentemente, e traz uma banda que consegue dialogar, com despojamento e pura energia, tanto com a musicalidade tradicional nordestina [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/20141020_002.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-26700" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/20141020_002-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>“<em>Onde tem forró, tem festa</em>”! Disso, ninguém duvida. E o grupo <strong>Fim de Feira</strong> levou a sua festa para o DVD. <em>Bomba Cordão</em> é o nome do novo trabalho do grupo, lançado recentemente, e traz uma banda que consegue dialogar, com despojamento e pura energia, tanto com a musicalidade tradicional nordestina quanto com referências diversas da música pop. O resultado é, sim, uma grande festa, onde a alegria transborda pela tela.</p>
<p>Apesar de ter sido lançado em 2015, <em>Bomba Cordão</em> é um registro de 2014, ano em que o Fim de Feira completou uma década de estrada. Aprovado pela Lei Rouanet, o DVD conta com a direção de Léo Crivellare e uma grande equipe em sua produção, num show realizado na casa de shows Estelita. Tudo para fazer chegar ao espectador o clima de pura festa que a banda faz do palco. “<em>Queríamos fazer um trabalho bacana de áudio, fotografia, direção, material gráfico. Na verdade, esse cuidado é algo que a gente sempre procurou ter em nossos discos, mas faltava aquela coisa da energia da banda ao vivo. Daí foi que surgiu a ideia do DVD</em>”, conta Bruno Lins, vocalista e compositor do grupo.</p>
<p>O DVD traz 14 faixas, compilando canções dos dois álbuns da banda – <em>A revolução dos Pebas</em> (2008) e <em>De todo jeito a gente apanha</em> (2013) – mais uma versão de <em>Pagode Russo</em>, clássico de Luiz Gonzaga. <em>Bomba Cordão</em> celebra a trajetória de um grupo que consegue reunir, numa mistura fina, referências às tradições nordestinas – a exemplo do coco, do maxixe, arrasta-pé, baião – com pitadas elegantes de outras vertentes musicais, como o jazz, o rock, o fox-trote, entre outros. Na letra de <em>Aos mestres</em>, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Zabé da Loca estão no mesmo patamar de Bob Dylan, Jimmi Hendrix e Elvis Presley. É bem essa a cara do Fim de Feira!</p>
<p>“<em>Quando começamos, a gente era, basicamente, uma banda de forró. E essas referências da musicalidade e da poesia do Sertão do Cariri paraibano e do Pajeú pernambucano forjaram nossa identidade ao longo de todos esses anos. Só que cada integrante também trouxe sua pegada para sonoridade da banda. Eu, particularmente, sou aficionado pelos Beatles e pesquisador da obra de Bob Dylan. Tonzinho trouxe coisas do choro. Márcio é um baterista de jazz. Então, explorar as possibilidades da nossa música tradicional, a partir dessa linguagem contemporânea, foi algo que nos permitiu criar itinerários diferenciados pra nossa música</em>”, explica Bruno. Esse diálogo de referências também está presente no conceito gráfico do DVD, baseado nas ilustrações de Caramurú Baumgartner, que também dividiu a cenografia do show com Emerson Calado. O que se vê são alusões à bomba cordão (fogo de artifício tradicional do período junino) e motivos nordestinos, envoltos por signos da <em>pop art</em>. Todo o trabalho pode ser conferido no encarte do DVD e no cenário que compõe o show.</p>
<div id="attachment_26702" aria-labelledby="figcaption_attachment_26702" class="wp-caption img-width-480 alignnone" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/rotulo.jpg"><img class="size-full wp-image-26702" alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/rotulo.jpg" width="480" height="480" /></a><p class="wp-caption-text">Encarte do DVD &#8220;Bomba Cordão&#8221;</p></div>
<p>Algumas músicas do DVD são intercaladas também por poesias recitadas por Bruno. Também calcadas na tradição da oralidade nordestina, do universo dos repentistas e cantadores. “<em>Estão presentes recitais de Manoel Filó, Pinto do Monteiro, que são referências poéticas muito fortes na nossa história. É um show dançante, mas é também um show contemplativo, onde trazemos a cordel dos repentistas do Sertão de Pernambuco e da Paraíba</em>”, pontua.</p>
<p>Os convidados são um capítulo à parte. Em <em>Bomba Cordão</em>, o Fim de Feira está bem acompanhado por Cláudio Rabeca (<em>Seu João</em>), a dançarina Bella Maia (<em>Eu danço para você e você canta pra mim</em>), Clayton Barros (<em>De partida</em>) e a belíssima participação da Banda de Pífanos Zé do Estado (<em>Canto pra Lua</em>), cereja do bolo que vem endossar e coroar o sincretismo musical que a Fim de Feira lança mão em seu trabalho.</p>
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		<title>Bruno Lins: “Estamos numa viagem rumo à pureza da música”</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 18:15:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana, a seção Eu Indico conta com a participação do cantor, poeta e compositor Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira. Dono de uma verve poética que dialoga com as mais arraigadas tradições nordestinas, porém, com olhos, mente e coração ligados no cotidiano contemporâneo, Bruno e seu Fim de Feira reprocessam o forró [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16443" alt="Beto Figueirôa" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/Bruno-Imprensa-607x409.jpg" width="607" height="409" /></a></p>
<p>Esta semana, a seção <strong>Eu Indico</strong> conta com a participação do cantor, poeta e compositor Bruno Lins, vocalista da banda Fim de Feira. Dono de uma verve poética que dialoga com as mais arraigadas tradições nordestinas, porém, com olhos, mente e coração ligados no cotidiano contemporâneo, Bruno e seu Fim de Feira reprocessam o forró de forma singular, sem se perder de suas raízes.</p>
<p>Ao <strong>Cultura.PE</strong> e aos internautas, ele indica o disco “A Idade dos Metais”, primeiro álbum da banda <a href="http://www.ossertoes.rec.br/" target="_blank"><strong>Os Sertões</strong></a>, que traz à frente o cantor, compositor e instrumentista arcoverdense Clayton Barros.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-16441" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/11/A-CLAYTON-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>“<em>O recorde de primeiro lugar do CD que mais tempo tocou no som do meu carro, exatos 6 meses, 12 dias e 18 horas é do disco “Highway 61 Revisited,” de Bob Dylan. Logo na sequência, um disco de música brasileira, de um sertanejo com olhos no mundo, chamado Clayton Barros.</em></p>
<p><em>Da primeira vez que meu velho Pioneer sugou “A Idade dos Metais” e ejetou o calibre de som d’Os Sertões, eu percebi que era um caso de amor inseparável. Ainda não muito pra sacudir a hegemonia do velho Zimmerman, mas de certo, acredite, a coisa era séria!</em></p>
<p><em>“A Idade dos Metais” foi girando em espiral e, como num sonho, eu pude visitar alamedas, bulevares e avenidas. Vi a chuva cair naquela velha mangueira do quintal, onde meu carro de lata pegava uma sombra, quando sombra havia. Pude ver também minha vida, sei nem quantas vezes, recomeçar do zero, e até me lembrar que Zé Ramalho é o Bob Dylan mais nordestino de Brejo do Cruz.</em></p>
<p><em>Ainda hoje esse disco d’Os Sertões toca no meu som, e toda vez que eu ouço aquele barulho de carro ligando dá pra ter certeza de que estamos numa viagem rumo à pureza da música. Seja na Highway 61 ou na BR 232, no caminho de Arcoverde</em>”.</p>
<p>Conheça um pouco do disco &#8220;A Idade dos Metais&#8221;, da banda Os Sertões.</p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/45581432&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p><iframe src="//www.youtube.com/embed/0P5SEH8PsWA" height="315" width="560" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
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		<title>Tributo aos ritmos nordestinos durante os shows no FPNC</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Oct 2014 18:51:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O primeiro dia de shows do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão do Moxotó, que aconteceu nesta sexta-feira (10), foi uma verdadeira homenagem à diversidade de ritmos nordestinos. A festa ficou a cargo das atrações Em Canto e Poesia, Fim de Feira, Quinteto Violado e Amelinha, que subiram ao Palco Nação Cultural, instalado na Praça [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_15349" aria-labelledby="figcaption_attachment_15349" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto/Fundarpe</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15483059716_e3e4d3a50c_k.jpg"><img class="size-medium wp-image-15349" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15483059716_e3e4d3a50c_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das atrações do Palco Nação Cultural no Sertão do Moxotó foi a banda Em Canto e Poesia</p></div>
<p>O primeiro dia de shows do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão do Moxotó, que aconteceu nesta sexta-feira (10), foi uma verdadeira homenagem à diversidade de ritmos nordestinos. A festa ficou a cargo das atrações Em Canto e Poesia, Fim de Feira, Quinteto Violado e Amelinha, que subiram ao Palco Nação Cultural, instalado na Praça Virgínia Guerra, centro de Arcoverde, e levaram ao público muito baião, forró, embolada, cantorias e coco de roda, entre outras manifestações culturais da região.</p>
<p>A primeira a subir no palco, Em Canto e Poesia surpreende com o jogo de iluminação e cenografia do espetáculo, com muita teatralidade. No show, o grupo aproveitou para apresentar as canções do seu primeiro disco homônimo, com 14 faixas feitas em homenagem ao avô Louro do Pajeú. “Onde a gente passa a gente tenta levar a bagagem desse povo que nos formou. O cantador de viola, São José do Egito, o próprio Moxotó, essa de tantos repentistas e que são uma grande escola. Nesse meio somos só mais um. Que bom que cada vez mais a generosidade do público tem sido grande. E a gente tem tentado passar a nossa verdade pra eles”, agradeceu Antônio Marinho.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15503316531_d9dd495794_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15350" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15503316531_d9dd495794_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>No mesmo sentido da música, mais poesia, mais teatralidade, o Fim de Feira foi a segunda atração a subir no Palco Nação Cultural. Com dois CDs e um DVD gravados, o trabalho autoral da banda aposta numa variação de ritmos que vão do baião ao carimbó, passando pelo coco, forró, maxixe e cantigas de viola, além da constante presença da poesia de cordel. Um show que também merece aplausos pelo cuidado com o cenário e jogo de luz.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15483350056_11b0f2a36b_o.jpg"><img alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15483350056_11b0f2a36b_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Em seguida, com uma carreira iniciada na década de 1970, o grupo Quinteto Violado apresentou o espetáculo Quinteto canta Gonzagão. “Queremos agradecer a participação no festival. Uma ótima oportunidade de apresentarmos as músicas do disco que foi considerado o melhor na categoria regional do Prêmio da Música Brasileira e é um dos indicados ao Grammy Latino”, comemora Marcelo Melo, um dos integrantes do grupo. O show passeou por canções como Morte do Vaqueiro, Minha Vida é Andar Por Esse País, Numa Sala de Reboco e Riacho do Navio, e no final ainda arriscou uma quadrilha junina com o público.</p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15319644019_ee75bf37ec_o.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-15352" alt="Costa Neto/Fundarpe" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/15319644019_ee75bf37ec_o-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Madrugada adentro, foi a vez da cantora Amelinha subiu ao Palco Nação Cultural, num clima de saudosismo e nostalgia na plateia, que já começou o show com a clássica Galos Noites e Quintais. “Estou muito feliz de estar aqui hoje com vocês nessa noite. Espero causar boas emoções”, brincou a cantora. Na plateia, fãs levantavam vinis de Amelinha como bandeiras e cartazes elogiosos. A artista seguiu o show com as músicas Dia Branco e Galope Rasante, a primeira música composta por Zé Ramalho para Amelinha. Na última música, Frevo Mulher, um dos clássicos do frevo de rua, a cantora levou a plateia ao delírio e se despediu em alto estilo.</p>
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		<title>Palco Nação Cultural agita o fim de semana em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 13:43:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A cidade de Arcoverde, Sertão do Estado, é conhecida no cenário artístico pela grande contribuição para a música pernambucana e brasileira. Terra natal de grandes artistas tanto da música contemporânea quanto dos que cantam e propagam a tradição popular, sua musicalidade mesclou esses dois elementos e o Palco Nação Cultural, na Praça Virgínia Guerra, traz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Arcoverde, Sertão do Estado, é conhecida no cenário artístico pela grande contribuição para a música pernambucana e brasileira. Terra natal de grandes artistas tanto da música contemporânea quanto dos que cantam e propagam a tradição popular, sua musicalidade mesclou esses dois elementos e o Palco Nação Cultural, na Praça Virgínia Guerra, traz shows que valorizam essa característica.</p>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural é uma realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e Fundarpe, em parceria com a Prefeitura de Arcoverde, e está no Sertão do Moxotó desde a última terça-feira (07/10) com espetáculos de Artes Cênicas, ações de Patrimônio, Literatura, a 1ª Mostra de Cinema Pernambucano, oficinas culturais e outras atividades.</p>
<p>Na sexta-feira (10/10), as duas primeiras bandas da noite, Em Canto e Poesia e Fim de Feira, trazem uma sonoridade que une a música à poesia em shows que refletem a força e a beleza da cultura nordestina. Em seguida, é a vez do grupo Quinteto Violado que foi indicado recentemente ao Grammy Latino 2014 na categoria Melhor Disco de Música de Raiz Brasileira. Para encerrar a noite, o público confere a apresentação da cearense Amelinha com um show de grandes canções da MPB, eternizadas em sua marcante voz.</p>
<div id="attachment_15272" aria-labelledby="figcaption_attachment_15272" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Costa Neto</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Qiunteto-Violado_Foto-Eric-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-15272" alt="Costa Neto" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/Qiunteto-Violado_Foto-Eric-Gomes-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Quinteto Violado, indicado ao Grammy Latino 2014, faz show no Palco Nação Cultural.</p></div>
<p>A noite do sábado (11/10) é um mix de tradição e modernidade. Começa com shows que valorizam as raízes que são fonte de inspiração dos artistas mais urbanos, Lucas e Orquestra dos Prazeres e o Samba de Coco Trupé de Arcoverde. Também sobe ao palco a banda Café Preto, projeto novo do cantor Canibal, da banda Devotos. Encerrando a noite, o cantor e compositor Lirinha que é de Arcoverde, com seu trabalho solo após a saída da banda Cordel do Fogo Encantado.</p>
<div id="attachment_14918" aria-labelledby="figcaption_attachment_14918" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Marcelo Soares</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-14918" alt="Marcelo Soares" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/10/7580410812_5acaf1379d_z-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Lirinha encerra o Festival Pernambuco Nação Cultural em Arcoverde.</p></div>
<p>Confira abaixo a programação completa do Palco Nação Cultural:</p>
<p><b>PALCO NAÇÃO CULTURAL<br />
</b>Local: Praça Virgínia Guerra<br />
Horário: 21h<br />
<b>Sexta-feira, 10/10<br />
</b>Em Canto e Poesia<br />
Fim de Feira<br />
Quinteto Violado<br />
Amelinha</p>
<p><b>Sábado, 11/10<br />
</b>Lucas e Orquestra dos Prazeres<br />
Samba de Coco Trupé de Arcoverde<br />
Café Preto<br />
Lirinha</p>
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