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	<title>Portal Cultura PE &#187; flavia pinheiro</title>
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		<title>Performer Flavia Pinheiro estreia seu novo espetáculo &#8220;ABIKU&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Jan 2023 18:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<description><![CDATA[A bailarina e performer Flavia Pinheiro estreia seu mais novo espetáculo, “ABIKU”. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura a montagem traz o corpo em movimento engajado com diferentes tecnologias fantasmagórica, numa temporada de quatro apresentações no Teatro Marco Camarotti, no Sesc de Santo Amaro, no Recife. As sessões acontecerão na próxima [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_98661" aria-labelledby="figcaption_attachment_98661" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jean/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/ABIKU-Créditos-Jean-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-98661" alt="Jean/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/ABIKU-Créditos-Jean-3-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura a montagem traz o corpo em movimento engajado com diferentes tecnologias fantasmagórica</p></div>
<p>A bailarina e performer Flavia Pinheiro estreia seu mais novo espetáculo, “ABIKU”. Com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura a montagem traz o corpo em movimento engajado com diferentes tecnologias fantasmagórica, numa temporada de quatro apresentações no Teatro Marco Camarotti, no Sesc de Santo Amaro, no Recife. As sessões acontecerão na próxima semana, nos dias 1º, 2 e 4 de fevereiro às 19h, e a sessão de encerramento será no domingo (5) às 17h.</p>
<p>Em uma performance coreografada, Flavia aborda questões sobre a existência e a permanência de um corpo que começa na escuridão tentando evocar e tornar visível alguns aspectos espectrais da existência que foram apagados, esquecidos ou ignorados. Na língua iorubá, a palavra &#8220;àbíkú&#8221; significa &#8220;aquele que estava predestinado a morrer&#8221;. O termo é referido aos bebês que morreram logo após o nascimento, àqueles que morreram no útero e a todos aqueles que morreram jovens ou que nunca chegaram a nascer. Na crença de que a família é amaldiçoada por essas almas errantes. E é nesse pensamento que a artista se propõe a confrontar, por meio de sua narrativa, o binômio da modernidade, o colonialismo e o fazer coreográfico, acessando memórias, dores e sofrimentos.</p>
<p>A obra, fruto de sua pesquisa de mestrado relacionada a reinvenção de narrativas, é constituída por um corpo na insistência em se mover, através de uma repetição rítmica, num ciclo contínuo. Assim, foram elaboradas partituras coreográficas que serão sorteadas para serem vividas em cada apresentação, com duração de 40 minutos.</p>
<p>A peça evoca a morte, a devastação de promessas não cumpridas, e os ciclos de lembranças e memórias que continuam a nos assombrar. Especula sobre a ausência em presença e se alimenta da dor e das lágrimas daqueles que ainda não nasceram: é um espelho de um mundo de conflitos invencíveis, desigualdades, oportunidades e sonhos assustadores e magníficos de um lugar esquecido.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Espetáculo &#8220;ABIKU&#8221;<br />
1º, 2 e 4 de fevereiro, às 19h; dia 5 de fevereiro, às 17h<br />
Teatro Marco Camarotti (R. Treze de Maio, 455 &#8211; Santo Amaro, Recife)<br />
R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)<br />
Mais informações: (81) 3216-1728</p>
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		<title>&#8220;Enchente&#8221;, de Flávia Pinheiro, encerra temporada de Dança no FIG 2017</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Jul 2017 23:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Festival de Inverno]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dança]]></category>
		<category><![CDATA[enchente]]></category>
		<category><![CDATA[flavia pinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde o último domingo (23), o teatro Luiz Souto Dourado foi palco dos espetáculos de Dança que compuseram a programação do Festival de Inverno de Garanhuns 2017. Balé clássico, danças populares e contemporâneas foram os principais estilos explorados pelas companhias e dançarinos que passaram por lá. Nos quatro dias de atividades, cerca de 1000 pessoas, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o último domingo (23), o teatro Luiz Souto Dourado foi palco dos espetáculos de Dança que compuseram a programação do Festival de Inverno de Garanhuns 2017. Balé clássico, danças populares e contemporâneas foram os principais estilos explorados pelas companhias e dançarinos que passaram por lá. Nos quatro dias de atividades, cerca de 1000 pessoas, entre  Idosos, jovens e crianças prestigiaram às apresentações, que foram encerradas nessa  quinta-feira (27), com a performance “Enchente”, dirigida pela bailarina e performer Flávia Pinheiro.</p>
<div id="attachment_51820" aria-labelledby="figcaption_attachment_51820" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Jorge Farias</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/enchente.jpg"><img class="size-medium wp-image-51820" alt="Jorge Farias" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2017/07/enchente-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo e inspirado em obra de Hermilo Borba Filho</p></div>
<p>Um dos homenageados do FIG 2017, Hermilo Borba Filho também serviu de inspiração para a criação do espetáculo “Enchente”. A partir de um conto de nome homônimo do dramaturgo pernambucano, Flávia concebeu uma montagem que mistura performance e a linguagem audiovisual para tornar mais palpável a obra do autor. Durante 45 minutos de espetáculo, as dançarinas Marcela Aragão, Marcela Felipe e Gardênia Coleto simulam o esforço para sobreviver a uma espécie de correnteza. Força, aliás, é o principal recurso utilizado pelas bailarinas.</p>
<p>A coreografia encenada no palco é balizada por uma série de imagens reproduzidas no fundo do palco por Rogério Samico, que leva o público a refletir sobre reconstruções, idas e vindas, recomeços, superação, cheadas e partidas. Além de arquivos da vida pessoal de Hermilo Borba, a projeção mostra imagens de imigrantes clandestinos europeus. Flávia provoca o público a refletir sobre a globalização e a indiferença diante de problemas cotidianamente vividos por pessoas do mundo todo. Coreografia, vídeo e som se unem à iluminação assinada por Natalie Rêvoredo para criar uma atmosfera de serenidade mesmo diante do caos.</p>
<p>Áudio e vídeo foram selecionados com a ajuda de Leandro Oliván, que abriu o seu arquivo pessoal, além de trechos de trabalhos de cineastas experimentais e de arquivos de vídeos da Fundação Joaquim Nabuco e Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.  Cenas de inundações que ocorreram nas cidades do Recife e Palmares também foram projetadas criando uma identificação maior com a plateia, que pode refletir simbolicamente sobre o caos deixado por uma enchente.</p>
<p>Flávia Pinheiro lançou mão de tábuas de madeira para costurar a performance com um tom de resistência, força e determinação que normalmente servem de combustível para vítimas de enchentes recomeçaram suas vidas. O encerramento da apresentação se deu com muitos aplausos do público, que ficou de pé para saudar o trabalho dedicado e concentrado das dançarinas que estiveram em cena.</p>
<p><b>Balanço<br />
</b>Durante a semana de programação, a Coordenadoria de Dança da Secult-PE levou para o Teatro Luiz Souto Maior, além de Enchente, três outros espetáculos: <em>Tijolos de Esquecimento</em> (Grupo Acupe-PE); <em>Fantasia</em> (Academia Marta Melo- Garanhuns); <em>Anarthas</em> (Naline Cia de Dança – Goias) . “Todos foram espetáculos muito provocadores, onde os corpos dos dançarinos se mostraram afetados por várias referências, mas trazendo uma forma contemporânea”, declarou a assessora de Dança da Secult-PE, Maria Flor, que também elogiou a receptividade do público.</p>
<p>A dona de casa e aposentada Josefina Andrade, 57 anos, natural de Garanhuns, conseguiu assistir a dois espetáculos. “É a minha programação preferida no Festival. Todo ano, venho. Sempre gostei de dança, mas devido um problema no joelho não pude seguir carreira. Então, pelo menos eu posso assistir”, brincou ela, que estava acompanhada da neta Marília, de 15 anos, que mora em Alagoas e esteve no Festival pela primeira vez este ano. Marília já confirmou presença na edição do FIG 2018.</p>
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