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	<title>Portal Cultura PE &#187; Flaviola</title>
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		<title>Abril Pro Rock em noite “udigrudi” neste sábado (18)</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2015 20:16:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Abril Pro Rock 2015</strong> acontece nos dias 24 e 25 deste mês, mas prepara, para esse fim de semana, um “esquenta” todo especial. No próximo sábado (18), uma atmosfera 1970’s tomará conta do Baile Perfumado (Prado), no Recife, com a presença de personagens que fizeram seu som à época, além de jovens artistas que trazem em seus genes um pouco dessa herança “udigrudi”. A partir da 22h, sobem ao palco da casa de shows a lendária <strong>Ave Sangria</strong>, o cantor <strong>Paulo Diniz</strong> e a lenda perdida <strong>Flaviola</strong>, revigorados através da redescoberta do público jovem, que também será representado na noite nos shows da <strong>Aninha Martins</strong>, da banda <strong>Caapora</strong> e do cantor e compositor <strong>Almério</strong>. O Abril Pro Rock 2015 conta com apoio do <strong>Governo de Pernambuco</strong>, através da Secult-PE/Fundarpe.</p>
<div id="attachment_19715" aria-labelledby="figcaption_attachment_19715" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rapha Oliveira</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111.jpg"><img class="size-medium wp-image-19715" alt="Rapha Oliveira" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-111-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mito do udigrudi recifense, Ave Sangria levanta mais um voo no Baile Perfumado, neste sábado (18)</p></div>
<p>Marco Polo (voz), Ivinho (guitarra), Almir de Oliveira (violão), Paulo Rafael (violão) se juntam a Juliano Holanda (baixo), Do Jarro (bateria) e Gilú Amaral (percussão) para personificar a Ave Sangria, a mais cultuada representante do movimento udigrudi. O grupo se reuniu com esta formação, em 2014, para celebrar os 40 anos do seu, então, último show, em 1974, no Teatro de Santa Isabel. De lá pra cá, já se apresentou no Macuca Jazz Festival (Correntes), no Psicodália (Curitiba) e na casa de shows Estelita. Volta, com gás total, no APR 2015, e promessa de disco novo pela frente! Podem aguardar clássicos como <em>Lá fora</em>, <em>Cidade grande</em>, <em>Por quê?</em>, <em>Georgia, a carniceira</em>, <em>Seu Waldir</em> e tantos outros.</p>
<p>Paulo Diniz foi um sucesso avassalador nos anos de 1970, quando, com sua inconfundível voz, rasgada, ousou ao ter em seu set list composições que versavam sobre amor, com pegada mais pop, até poemas musicados de cânones da literatura, como Manuel Bandeira, Carlos Drummond, Gregório de Matos, Ferreira Gullar, Augusto do Anjos, Adélia Prado, entre outros. Suas músicas ecoaram pelas rádios de todo o Brasil e até hoje mantém forte presença no cancioneiro popular e na memória afetiva de vários brasileiros. <em>Pingos de amor</em>, <em>E agora, José?</em>, <em>O meu amor chorou</em>, <em>Como?</em>, entre outros estão cravados no repertório de Paulo Diniz.</p>
<p><em>Flaviola e o Bando do Sol</em> foi o único disco gravado por Flávio Lira, em 1974, com lançamento pelo selo Solar. Ele também faz parte da geração de músicos que sacudiram Recife nos anos 1970. Contemporâneo da Ave Sangria e Alceu Valença, Flaviola mergulhou no universo de hibridrismos onde dialogavam música nordestina, rock’n’roll, folk, psicodelia, dando vida a uma obra que se tornou referência até os dias é hoje. Uma lenda perdida que voltará aos palcos, no APR2015, para um show antológico, onde se apresentará acompanhado de Zé da Flauta, Juliano Holanda e Juvenil Silva.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/eYVjZPNlfsM" height="315" width="420" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>Nova geração</strong><br />
Boa parte dos artistas da cena musical independente de Pernambuco bebeu dessa fonte que jorrou nos anos 1970 e que vem desaguando até hoje. E para fazer jus à “genética musical”, três deles foram escalados para dividir a noite com os mais experientes. A cantora Aninha Martins, nome de peso da Cena Beto, vai colocar toda visceralidade e interpretação a serviço do show que apresentará, parte dele com músicas do seu repertório e algumas canções do saudoso Lula Côrtes, também representante do udigrudi.</p>
<div id="attachment_9354" aria-labelledby="figcaption_attachment_9354" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Renata Pires/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/aninha-martins.jpg"><img class="size-medium wp-image-9354" alt="Renata Pires/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/aninha-martins-607x401.jpg" width="607" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Além de canções do seu repertório, Aninha Martins reviverá composições de Lula Côrtes</p></div>
<p>A banda Caapora, que dialoga com uma ampla gama de elementos – música regional, rock, latinidades, entre outros -, vai apresentar o repertório do disco <em>Verde Vingança</em>, lançado no ano passado. Também se apresenta o cantor e compositor Almério. Dono de uma timbre particular, o performático artista também exibe em seu show reminiscências da ousadia típica daquela época.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong><br />
<em>Abril Pro Rock Rock 2015 – Noite “udigrudi”</em><br />
<em> com Almério (PE), Aninha Martins (PE), Caapora (PE), Flaviola (PE), Ave Sangria (PE) e Paulo Diniz (PE)</em><br />
Sábado (18), a partir das 22h<br />
Baile Perfumado | Rua Carlos Gomes, , Prado – Recife/PE<br />
R$60 (inteira) / R$ 30 (meia-entrada) / R$40 + 1kg de alimento não perecível (social)</p>
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		<title>Abril Pro Rock 2015 divulga sua programação completa</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2015 18:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Abril Pro Rock</strong> (APR) tem muito o que comemorar em 2015. Neste ano, o festival alcança uma marca histórica: 500 shows (mais exatamente 511 shows ao final desta edição). E, para celebrar essa conquista, a produção divulgou, na manhã desta terça (24), a sua programação completa. Nomes como Pato Fu (MG), Ratos de Porão (SP), Pitty (BA), Kalouv (PE), Edu Falaschi (Ex-Angra), Far From Alaska (RN), Dead Fish (ES), Câmbio Negro HC (PE) estão confirmados nos dias 24 e 25 de abril, no Chevrolet Hall. Além disso, o APR também promoverá, uma semana antes, no dia 18 de abril, uma noite especial, dedicada ao udigrudi pernambucano, com as presenças de Ave Sangria, Paulo Diniz, Flaviola, Caapora, Aninha Martins e Almério.</p>
<div id="attachment_22735" aria-labelledby="figcaption_attachment_22735" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/kalouv-cambionegro.jpg.jpg"><img class="size-medium wp-image-22735" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/03/kalouv-cambionegro.jpg-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">Câmbio Negro HC (esq.) e Kalouv (PE) são as principais atrações pernambucanas do APR 2015</p></div>
<p>Em 23 anos, o evento marcou o calendário cultural pernambucano e brasileiro como uma das mais importantes vitrines da música independente no país. E, mais uma vez, sua programação vem seguindo o mote de apresentar ao público atrações consagradas e nomes que estão ainda despontando no cenário musical.</p>
<p>Como destaque na noite da <strong>sexta-feira (24)</strong>, o APR 2015 trará ao palco do Chevrolet Hall os mineiros do Pato Fu (em sua quarta participação no festival) e a baiana Pitty. Também se apresentam na mesma noite as bandas Boogarins (GO) e Far From Alaska (RN). O sotaque estrangeiro da noite fica por conta das bandas dEUS (Bélgica) e The Shivas (E.U.A.). Pernambuco vem representado na música da banda Kalouv, com o post-rock do seu álbum Pluvero.</p>
<p>Já no <strong>sábado (25)</strong>, é tradição vestir a camisa preta e ir bater cabeça com a programação do APR. A noite dedicada aos sons mais pesados – ou “noite do metal”, como costumam chamar – traz ao Chevrolet Hall sons que passeiam pelo heavy metal, punk e hardcore. Ratos de Porão (SP) e Dead Fish (ES) são os nomes mais conhecidos do dia. Também sobem ao palco as bandas Grangrena Gasosa (RJ), Project 46 (SP), Almah (SP), o vocalista Edu Falaschi (Ex-Angra), Cätärro (RN) e Headhunter D.C. (BA). As atrações internacionais desta noite são Marduk (Suécia) e Coroner (Suíça). O som “porrada” de Pernambuco vem representado pelo Câmbio Negro HC (PE), que comemora os 25 anos do álbum O Espelho dos Deuses, e pelas bandas Lepra (PE) e Hate Embrace (PE).</p>
<p>O <strong>Abril Pro Rock 2015</strong> tem incentivo do Governo de Pernambuco, Prefeitura do Recife, Copergás e Pitu, além do apoio da Faculdade dos Guararapes e da Seaway. A realização é da Astronave Iniciativas Culturais. Os ingressos custam R$ 60 (inteira), R$ 30 (meia-entrada) e R$ 40 + 1kg de alimento não perecível (social).</p>
<p><strong>Udigrudi</strong><br />
Este ano, o APR promove uma noite paralela à programação oficial do festival. No dia 18 de abril (sábado), o Baile Perfumado (Prado) abre suas portas para receber uma noite voltada ao udigrudi pernambucano. No casting, nomes clássicos do “movimento” musical alternativo recifense dos anos 1970 dividem o palco com artistas da cena atual. Banda símbolo dessa geração, sobem ao palco a legendária Ave Sangria, com sua formação clássica – Marco Polo (voz), Ivinho (guitarra), Almir de Oliveira (violão) e Paulo Rafael (violão e guitarra) –, acompanhada dos músicos Juliano Holanda (baixo), Gilú Amaral (percussão) e Du Jarro (bateria), para relembrar sucessos do seu antológico álbum, de 1974, e do show Perfumes y Baratchos.</p>
<div id="attachment_19712" aria-labelledby="figcaption_attachment_19712" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-11.jpg"><img class="size-medium wp-image-19712" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/01/Ave-Sangria_Santa-Izabel_2014_Credito_Rapha_Oliveira-11-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ave Sangria se apresenta na &#8220;noite udigrudi&#8221;, que acontece no dia 18 de abril, no Baile Perfumado</p></div>
<p>Outra lenda viva é o músico Flaviola, que, em 1974, lançou o seu único disco acompanhado do Bando do Sol. O álbum é desses artigos raros das produções que abrangiam uma sonoridade folk-psicodélica-nordestina, característico daquela geração. À época acompanhado de Lula Côrtes, Robertinho do Recife, Paulo Rafael e Zé da Flauta, dessa vez ele recebe no palco músicos da nova geração, como Juvenil Silva e Juliano Holanda.</p>
<p>Quem também se apresenta nesta noite é o cantor e compositor Paulo Diniz. Natural de Arcoverde, ele embalou o Brasil com canções como Pingos de amor, E agora, José?, Como?, O meu amor chorou. Suas músicas, que marcaram época, deve repetir a dose de emoção nos jovens corações nesta noite.</p>
<p>Da nova geração, se apresentam na noite a elogiada cantora Aninha Martins, que este ano entra em estúdio para gravar seu primeiro CD. No show do dia 18, as canções mais pesadas do seu show Esquartejada, além de algumas músicas pinçadas do repertório de Lula Côrtes, ainda “surpresas”. Também sobem ao palco a banda Caapora, com sua mistura de sons regionais, psicodelia e latinidades, e o performático cantor Almério.</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA &#8211; ABRIL PRO ROCK 2015</strong></p>
<p><b>Sábado (18/04)<br />
</b><i>Baile Perfumado &#8211; 22h</i></p>
<p>Aninha Martins (PE)<br />
Caapora (PE)<br />
Flaviola (PE)<br />
Ave Sangria (PE)<br />
Paulo Diniz (PE)</p>
<p><b>Sexta (24/04)<br />
</b><i>Chevrolet Hall &#8211; 21h</p>
<p></i>Kalouv (PE)<br />
Far From Alaska (RN)<br />
Boogarins (GO)<br />
The Shivas (EUA)<br />
dEUS (Bélgica)<br />
Pato Fu (MG)<br />
Pitty (BA)</p>
<p><b>Sábado (25/04)<br />
</b><i>Chevrolet Hall &#8211; 18h</p>
<p></i>Hate Embrace (PE)<br />
Lepra (PE)<br />
Cätärro (RN)<br />
Câmbio Negro HC (PE)<br />
Headhunter D.C. (BA)<br />
Gangrena Gasosa (RJ)<br />
Project 46 (SP)<br />
Almah (SP)<br />
Ratos de Porão (SP)<br />
Dead Fish (ES)<br />
Marduk (SUÉCIA)<br />
Coroner (SUÍÇA)</p>
<p><strong><br />
SERVIÇO<br />
</strong><em>ABRIL PRO ROCK 2015 &#8211; 18, 24 e 25 de Abril de 2015</em></p>
<p>18 de Abril &#8211; Baile Perfumado<br />
Ingressos: R$ 30 (meia-entrada) / R$40 + 1kg de alimento não perecível (social) / R$60 (inteira).<br />
Vendas: Lojas Seaway: Shopping Plaza, Tacaruna e Recife.</p>
<p>24 e 25 de Abril &#8211; Chevrolet Hall<br />
Ingressos: R$ 30 (meia-entrada) / R$40 + 1kg de alimento não perecível (social) / R$60 (inteira). Camarotes (para 10 pessoas): R$ 1.000, R$ 900 e R$800<br />
Vendas: Chevrolet Hall: Av. Agamenon Magalhães, Complexo de Salgadinho, S/N, Olinda – PE. &#8211; Horário: De segunda à sexta-feira das 09h às 18h – Sábado 09h às 12h.<br />
Lojas Renner: Shopping Recife, Shopping Guararapes e Rua Imperatriz.<br />
Lojas Seaway: Shopping Plaza, Tacaruna e Recife, oferecendo um CD de brinde a cada comprador (com entrega posterior)</p>
<p><strong> </strong></p>
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		<title>Ave Sangria voa alto novamente!</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/ave-sangria-voa-alto-novamente/</link>
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		<pubDate>Mon, 01 Sep 2014 19:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por Leonardo Vila Nova Há quatro décadas, os corações do Recife sangravam ao som de uma música que soava meio que entre o rock&#8217;n'roll e o baião nordestino. Seis jovens &#8211; Marco Polo, Paulo Rafael, Ivson Wanderley, Almir de Oliveira, Agrício Noya e Israel Semente Proibida &#8211; subiam ao palco do pomposo Teatro de Santa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;" align="right"><em><strong><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave+Sangria2.jpg"><img class="alignnone  wp-image-12987" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave+Sangria2.jpg" width="450" height="427" /></a></strong></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>por Leonardo Vila Nova</strong></em></p>
<p>Há quatro décadas, os corações do Recife sangravam ao som de uma música que soava meio que entre o rock&#8217;n'roll e o baião nordestino. Seis jovens &#8211; Marco Polo, Paulo Rafael, Ivson Wanderley, Almir de Oliveira, Agrício Noya e Israel Semente Proibida &#8211; subiam ao palco do pomposo Teatro de Santa Isabel, nos dias 28 e 29 de dezembro de 1974, para o que seria o derradeiro voo da Ave Sangria. Sob o nome de <em>Perfumes Y Baratchos</em>, aqueles foram os dois últimos shows da banda, uma das pontas de lança do udigrudi pernambucano. Quase quarenta anos depois, a Ave Sangria se reencontra, nesta terça (02), no mesmo Teatro de Santa Isabel, para realizar um show que, por toda a carga histórica que possui, já promete ser antológico. O show faz parte de um projeto incentivado pelo Governo do Estado, através do Funcultura, que prevê também o relançamento do primeiro álbum da banda, homônimo, de 1974, e lançamento oficial, em disco, do show <em>Perfumes Y Baratchos</em>. Ambos, em CD e vinil. A apresentação, que começa às 20h, vai reunir um numeroso público, ávido por rememorar &#8211; ou ver, pela primeira vez &#8211; essas lendas da música pernambucana juntas novamente.</p>
<p>Da formação original, sobem ao palco Marco Polo (voz), Almir (violão), Paulo Rafael (guitarra) e Ivinho (guitarra) &#8211; Israel Semente faleceu em 1995 e Agrício não participará devido a problemas de saúde. A expectativa é grande, não apenas por parte do público &#8211; que esgotou todos os ingressos &#8211; mas também da banda. Marco Polo, vocalista e responsável pela maioria das letras do Ave Sangria, conta que o clima de reencontro nos ensaios tem sido prazeroso. &#8220;<em>É muito gratificante pra gente fazer esse show. Pelo fato de estarmos juntos novamente e, mesmo depois de tanto tempo, percebermos que ainda existe uma química musical entre nós</em>&#8220;, conta.</p>
<div id="attachment_12976" aria-labelledby="figcaption_attachment_12976" class="wp-caption img-width-480 aligncenter" style="width: 480px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/ave-sangria-1271x1280.jpg"><img class="size-full wp-image-12976 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/ave-sangria-1271x1280.jpg" width="480" height="483" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do primeiro e único disco do Ave Sangria, de 1974</p></div>
<p>O repertório desta apresentação terá como base a set list do <em>Perfumes Y Baratchos</em>, além de algumas músicas do disco &#8220;Ave Sangria&#8221;, de 1974, que não estiveram nesse show, a exemplo de <em>Seu Waldir</em>. E, ao observar o álbum quarentão, percebe-se que é um disco recheado de canções que se tornaram hits entre o público alternativo, e que transcendem décadas a fio. Por isso, não faltarão grandes clássicos, que, com certeza, serão cantados a plenos pulmões, como <em>Geórgia, a carniceir</em>a, <em>Por quê?</em>, <em>O pirata</em>, <em>Hei, man!</em>, entre outras. &#8220;Q<em>uando a gente voltou a se encontrar para os ensaios (um total de oito), fluiu tudo muito bem. Tinham algumas poucas coisas de arranjos das músicas que um não lembrava, mas o outro lembrava. Parecia que a gente tinha acabado de fazer o último show! Tudo ainda bem vivo na mente! No final das contas, a gente vai fazer tudo muito próximo do original, com um detalhezinho ou outro diferente</em>&#8220;, adianta Marco Polo. Completando o time que se apresenta com o Ave Sangria, nesta terça, estão os músicos Júnior do Jarro (bateria), Juliano Holanda (contrabaixo) e Gilú Amaral (percussão). &#8220;<em>Com os meninos foi bacana. Eu já tinha tocado com o Juliano e com o do Jarro. Por isso, foi bem espontâneo. Todos já chegaram sabendo o que tinha que fazer</em>&#8220;.</p>
<p>A Ave Sangria é, atualmente, uma das bandas mais cultuadas na memória de fãs pernambucanos e de todo o Brasil. Com uma trajetória relâmpago &#8211; tendo lançado apenas um disco -, eles irromperam no cenário musical em meio ao turbulento período da ditadura militar no Brasil. Começaram com o nome &#8220;Tamarineira Village&#8221; &#8211; numa referência à Vila dos Comerciários (próxima ao bairro da Tamarineira), onde morava parte dos integrantes. Acabaram se tornando uma das mais emblemáticas bandas do udigrudi &#8211; uma corruptela &#8220;aportuguesada&#8221; de &#8220;underground&#8221; &#8211; que reunia diversos músicos &#8220;cabeludos e malucos do Recife&#8221;, como Alceu Valença, Marconi Notaro, Flaviola, Lailson e Lula Côrtes. O som era o bom e velho rock&#8217;n'roll e a psicodelia, com elementos regionais. As letras eram poesia com generosas doses de sarcasmo e sujeira. As performances em palco eram algo provocador e subversivo, com seus integrantes usando batons e se beijando na boca. Algo acintoso naquela época onde a repressão ideológica, social e comportamental era impiedosa.</p>
<div id="attachment_12977" aria-labelledby="figcaption_attachment_12977" class="wp-caption img-width-363 aligncenter" style="width: 363px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave-sangria-cartaz.jpg"><img class="size-medium wp-image-12977 " alt="Reprodução" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/09/Ave-sangria-cartaz-363x486.jpg" width="363" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do cartaz do show &#8220;Perfumes Y Baratchos&#8221;, em 28 e 29 de dezembro de 1974</p></div>
<p>Apesar de tamanha bagunça no coreto que eles causaram &#8211; inclusive, com a música <em>Seu Waldir</em> proibida pelo Departamento de Censura da Polícia Federal -, o Ave Sangria saiu de cena muito rapidamente. O que significa também uma escassez de registros da banda, seja em áudio, vídeo e fotos. No entanto, essa curta carreira acabou alimentando mais ainda o mito que ela veio a se tornar anos depois. O interesse do público pelo som da banda, passados 40 anos, ainda é vivo e pulsante, principalmente entre os mais jovens, fãs ardorosos que ainda não haviam nem nascido quando a banda fez sua última apresentação. &#8220;<em>Acho que esse interesse pelo Ave Sangria foi facilitado pela internet, que fez com que os jovens redescobrissem o nosso som. Isso aliado a um certo interesse que há pela música psicodélica feita naquela época. E acredito também que isso é a comprovação de que fizemos um bom trabalho, por isso, não ficou algo datado, no passado. E, a cada época, vai ser cada vez mais lembrado. Pra gente, isso é maravilhoso!</em>&#8220;, declara Marco Polo.</p>
<p><strong>Relançamentos</strong></p>
<p>O show do Ave Sangria, que acontece nesta terça (02), na verdade, é a culminância de um projeto bem maior, capitaneado pela produtora/selo Ripohlandya, que contou com o incentivo do Governo do Estado, através do Funcultura. Além da apresentação, como parte dos festejos pela passagem dessas quatro décadas de história da banda, acontece a reedição do disco &#8220;Ave Sangria&#8221;, de 1974, e o lançamento oficial, em disco, do show <em>Perfumes Y Baratchos</em>, que é o único registro ao vivo da banda. Ambos, tiveram os áudios totalmente remasterizados e estão sendo lançados em CD e em vinil.</p>
<p>A Ripohlandya é composta pelos músicos da banda pernambucana Anjo Gabriel, conhecida pelo seu som fincado nas raízes da psicodelia. &#8220;<em>A proposta do selo sempre foi de lançar os discos da gente, além da iniciativa de relançar discos de artistas que nós curtimos. E aí tem o Ave Sangria, que foi uma banda antológica da música pernambucana, nos anos 1970, e pensamos em fazer algo além de relançar os discos, mas também de fazer esse show, como uma grande celebração desse momento</em>&#8220;, conta o músico André Sette, da Ripohlandya, e integrante da Anjo Gabriel.</p>
<p><strong>Abaixo, a canção <em>Por quê?</em>, versão original do show Perfumes Y Baratchos.</strong></p>
<p><iframe src="https://w.soundcloud.com/player/?url=https%3A//api.soundcloud.com/tracks/163967949&amp;auto_play=false&amp;hide_related=false&amp;show_comments=true&amp;show_user=true&amp;show_reposts=false&amp;visual=true" height="450" width="100%" frameborder="no" scrolling="no"></iframe></p>
<p>Serão mil cópias em CD e 500 cópias em vinil de cada um dos trabalhos. Segundo André, o processo de remasterização dos discos &#8211; que foi realizado no estúdio Fábrica, na Várzea -, apesar de trabalhoso, acabou sendo divertido. &#8220;<em>Foi interessante trabalhar redescobrindo detalhes do som de uma banda que a gente curte muito. Teve um processo de resgate muito grande de algumas frequências que acabavam sendo perdidas com o tempo. Procuramos discos que tivessem o mínimo de ruído, de chiado. Principalmente no caso do </em>Perfumes Y Baratchos<em>, que acabou tendo um resultado muito bom, uma sonoridade mais equilibrada, mais nítida</em>&#8220;, explica André.</p>
<p>Quanto a um possível &#8220;retorno&#8221; da banda após esse show, o cenário fica, ainda, em aberto. &#8220;<em>Isso vai depender muito mais deles, do Ave Sangria. Nós fizemos apenas jogar a sementinha</em>&#8220;, diz André. Já Marco Polo, perguntado sobre lembranças dos tempos idos da banda, respondeu: <em>&#8220;A gente quer mais é viver o presente</em>&#8220;. Então, que venha o amanhã, para que o coração do Recife possa sangrar novamente, em forma de música e poesia.</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p><strong>Show do Ave Sangria</strong><br />
Terça (02), a partir das 20h<br />
Teatro de Santa Isabel &#8211; Praça da República, s/n, Santo Antônio &#8211; Recife/PE<br />
Ingressos esgotados</p>
<p><strong>Informações:</strong> (81) 3355-3323</p>
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