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	<title>Portal Cultura PE &#187; forró</title>
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		<title>Forró pode receber título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade da Unesco</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 14:14:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Dia Nacional do Forró, comemorado neste sábado (13), reacende a importância de uma expressão cultural reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Em Pernambuco, a data ganha um sentido especial por ser o aniversário de Luiz Gonzaga, referência maior do gênero musical característico do Nordeste, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_122185" aria-labelledby="figcaption_attachment_122185" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122185" alt="Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró " src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_3999-607x418.jpeg" width="607" height="418" /></a><p class="wp-caption-text">Luiz Gonzaga, rei do baião e grande mestre do forró</p></div>
<p dir="ltr">O Dia Nacional do Forró, comemorado neste sábado (13), reacende a importância de uma expressão cultural reconhecida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Em Pernambuco, a data ganha um sentido especial por ser o aniversário de Luiz Gonzaga, referência maior do gênero musical característico do Nordeste, principalmente durante a maior festa da cultura popular brasileira, o Ciclo Junino (ou São João). A novidade em relação ao Forró é que, para além das terras pernambucanas e do País, existe a possibilidade de ser reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).</p>
<p dir="ltr">No campo mais simbólico e afetivo, celebrar o Dia Nacional do Forró é, antes de tudo, reconhecer a dimensão de um patrimônio que ultrapassa música e dança. O forró — ou forrobodó — é uma manifestação de um povo que envolve modos de viver, festejar, migrar, cozinhar e contar histórias. A decisão do Iphan, em 2021, ao registrá-lo como bem imaterial, deu nome formal ao que todo nordestino já sabia: trata-se de uma matriz viva, enraizada no Brasil inteiro por força das migrações e da potência inventiva de seus fazedores.</p>
<p dir="ltr">13 de dezembro carrega o nascimento de Luiz Gonzaga, em Exu, no Sertão do Araripe — território fundamental para entender o surgimento do forró. Gonzagão não só popularizou ritmos como baião, xote, xaxado e arrasta-pé, como ajudou a moldar o imaginário nacional sobre o Nordeste. Seu legado atravessa gerações e artistas contemporâneos que continuam renovando o super gênero com respeito à tradição, mas sem medo de olhar para o presente e para o futuro.</p>
<div id="attachment_122187" aria-labelledby="figcaption_attachment_122187" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003.jpeg"><img class="size-medium wp-image-122187" alt="Gonzagão e Marinês" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4003-607x415.jpeg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Gonzagão e Marinês</p></div>
<p dir="ltr">“Pernambuco encerra o ano como um dos principais articuladores das políticas de salvaguarda do Forró no Brasil. O fato mais recente ocorreu em novembro deste ano, quando foi realizada a 111ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural do Ministério da Cultura/Iphan, fórum do qual a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco faz parte e que debate diretrizes, processos e avanços ligados à preservação das expressões culturais brasileiras”, explica Lana Monteiro, gerente de Preservação do Patrimônio Imaterial da Fundarpe.</p>
<p dir="ltr">O processo de avaliação de uma candidatura a Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, como foi o caso do frevo, geralmente leva cerca de um ano a partir do momento em que o dossiê é submetido formalmente.</p>
<p dir="ltr"><strong> PATRIMÔNIO IMATERIAL</strong> &#8211; O processo internacional se soma a uma agenda extensa de reconhecimento construído ao longo dos últimos anos. Em 2021, o Iphan registrou as Matrizes Tradicionais do Forró no Livro de Registro das Formas de Expressão, reconhecendo-o como um complexo cultural que envolve música, dança, modos de fazer, redes comunitárias, transmissão de saberes, festas tradicionais e práticas sociais que atravessam gerações.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg"><img class="alignnone size-full wp-image-122186" alt="IMG_4002" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/IMG_4002.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">Em Pernambuco, o fortalecimento dessa política ganhou impulso com o Inventário do Forró Tradicional no Interior do Estado, realizado pela Associação Respeita Januário com apoio do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. A pesquisa percorreu municípios do Agreste e do Sertão, registrando memórias, técnicas, repertórios e espaços simbólicos que sustentam a continuidade da tradição.</p>
<p dir="ltr">O processo também evidencia a relevância dos mestres e guardiões da tradição que mantêm viva a prática do forró pé-de-serra por meio da oralidade, do aprendizado coletivo e da preservação dos repertórios tradicionais. Em Pernambuco, cinco Patrimônios Vivos do Estado seguem firmes neste propósito de manter acesa a chama da fogueira forrozeira. “Em Pernambuco, temos mestres, mestras e grupos culturais que estão diretamente ligados à essa expressão artística: Assisão, Benedito da Macuca, Terezinha do Acordeão e Quadrilha Raio de Sol”, pontua Lana Monteiro.</p>
<p>Cantor, compositor e sanfoneiro nascido em Serra Talhada (PE), Assisão é um dos nomes centrais do forró pernambucano. Com carreira iniciada nos anos 1960, construiu uma obra marcada pela fidelidade às matrizes do baião, xote e xaxado, sem abrir mão de experimentações sonoras. Sua música circula entre o popular e o autoral, dialogando com gerações distintas. É referência na preservação e difusão do forró como linguagem cultural viva.</p>
<p dir="ltr">Músico pernambucano ligado às tradições do forró, Benedito da Macuca construiu sua trajetória a partir da vivência comunitária e do repertório popular nordestino. Seu trabalho está associado à transmissão de saberes musicais que atravessam gerações, mantendo práticas e estilos ligados à sanfona e aos ritmos tradicionais. Atua como referência cultural em seu território, sendo reconhecido pela consistência e continuidade de sua contribuição artística.</p>
<p dir="ltr">Nascida em Salgueiro (PE), Terezinha do Acordeão é sanfoneira, cantora e compositora, com mais de seis décadas de atuação na música nordestina. Reconhecida como pioneira feminina no forró em Pernambuco, iniciou a carreira ainda jovem e consolidou uma discografia marcada pelo diálogo entre tradição e protagonismo autoral. Sua trajetória inclui parcerias, gravações e circulação nacional. É nome fundamental na história da sanfona no estado.</p>
<p dir="ltr">Fundada no Recife, a Quadrilha Junina Raio de Sol é um dos grupos mais longevos e estruturados da cultura junina pernambucana. Com mais de três décadas de atuação, desenvolve espetáculos que articulam dança, música, narrativa e pesquisa de tradição popular. O grupo mantém atividades contínuas de formação, memória e criação artística ao longo do ano. Sua atuação ultrapassa o calendário junino e se firma como referência cultural permanente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Festival Canta Luiz comemora aniversário do Rei do Baião no Recife</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Dec 2025 17:50:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No dia 13 de dezembro é celebrado o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que se estivesse vivo, completaria 113 anos. O dia também é considerado o Dia Nacional do Forró. Gonzagão, como ficou conhecido, foi responsável pela popularização dos ritmos nordestinos que compõem o forró por todo o Brasil, como o xote, xaxado, baião, o arrasta-pé e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 13 de dezembro é celebrado o nascimento do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, que se estivesse vivo, completaria 113 anos. O dia também é considerado o Dia Nacional do Forró. Gonzagão, como ficou conhecido, foi responsável pela popularização dos ritmos nordestinos que compõem o forró por todo o Brasil, como o xote, xaxado, baião, o arrasta-pé e o pé-de-serra. O Projeto Canta Luiz tem incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<p>Para celebrar, o Festival Canta Luiz, idealizado pelos produtores Milena Gomes e Odilon Lima, acontecerá no próprio dia 13, sábado, no bairro do Poço da Panela, a partir das 19h. A Banda Regente Joaquim será anfitriã da grande celebração musical, recebendo Forró Rabecado, Forró Dona Rebeca e Arthuzinho dos 8 Baixos — três forças vivas do forró pernambucano que se unem em um espetáculo de homenagem ao Rei do Baião.</p>
<p>O público acompanhará três arrastões simultâneos pelas ruas do bairro, conduzidos pelos grupos convidados, até o palco principal no Largo da Igreja de Nossa Senhora da Saúde, onde todos se encontram para a apoteose musical do Festival Canta Luiz. Será o nascimento simbólico do Dia de Luiz Gonzaga no Recife — uma celebração feita pelo povo e com o povo.</p>
<p>Durante o mês de novembro, o Festival realizou três ensaios/shows abertos, para divulgar e esquentar o público para a grande apoteose do dia 13/12. Os ensaios ocorreram no Morro da Conceição, no município de Goiana e em Arcoverde, e contaram com a participação de músicos locais e mestres da cultura popular como os mestres de coco Assis Calixto, Damião Calixto e Cícero Gomes e os sanfoneiros Regis Moreira, Yago Santana e Orlandinho Melo.</p>
<p>O Canta Luiz nasceu do desejo de celebrar a vida e a obra de Luiz Gonzaga com uma programação popular e gratuita. “Nosso objetivo é criar em Recife um dia dedicado ao Rei do Baião e manter viva a tradição do pé-de-serra e fortalecer o sentimento de pertencimento cultural, além, claro de comemorar a data de nascimento de Gonzagão, tão importante para a divulgação da cultura pernambucana e que se eternizou com suas músicas que falam da vida do povo pobre nordestino, com seu sotaque e sua sanfona”, afirma o produtor Odilon Lima.</p>
<p><strong>Festival Canta Luiz &#8211; Aniversário do Rei do Baião</strong></p>
<p>13/12/2025 (sábado)</p>
<p>Horário: 19h às 22h</p>
<p>Local: Largo do Poço da Panela (Estrada Real do Poço, Poço da Panela, Recife-PE)</p>
<p>Entrada gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Pernambuco Meu País Verão abre programação em Aldeia com multidão e celebração às diferentes vertentes do forró</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Dec 2025 14:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão estreou de maneira histórica ao levar para o Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, uma explosão de ritmos, expressões e vertentes do forró. A programação abriu com a força da cultura popular da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-12.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121895" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-12-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A primeira noite do Festival Pernambuco Meu País – Edição Verão estreou de maneira histórica ao levar para o Parque Aldeia dos Camarás, em Camaragibe, uma explosão de ritmos, expressões e vertentes do forró. A programação abriu com a força da cultura popular da Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba, passou pela potência coletiva do projeto <em>No Canto Delas</em> e botou o público para dançar com Dorgival Dantas, Raí Saia Rodada e o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">O evento, o primeiro realizado em Aldeia, recebeu um grande público já na abertura oficial, que contou com a presença da governadora Raquel Lyra, acompanhada por Diego Cabral, prefeito de Camaragibe, Cacau de Paula, secretária de Cultura, e Carla Pereira, diretora de ações culturais da Fundarpe e diretora geral do Pernambuco Meu País. Na noite de estreia da nova etapa do festival, a governadora destacou o impacto positivo da iniciativa, que agora também ganha uma edição de verão, ampliando seu alcance e envolvendo novos municípios:</p>
<p dir="ltr">“Depois de dois anos de sucesso, onde a gente fez todo circuito do frio com o Festival Pernambuco Meu País, que já nasceu grande e conquistou os corações dos pernambucanos, criamos a versão do verão e começamos aqui em Aldeia, Camaragibe, com todo apoio da prefeitura. Em uma época que é de baixa no turismo, podemos agregar valor à geração de emprego e renda numa área que cresce no mundo inteiro. E é claro que Aldeia, como destino turístico de Pernambuco, está sendo contemplada com esses três dias de shows que reúne grandes artistas locais e nacionais”, pontuou Raquel Lyra.</p>
<p dir="ltr">Também reforçando a consolidação do festival como política pública de Estado, a secretária Cacau de Paula completou:</p>
<p dir="ltr">“É uma alegria muito grande iniciarmos a etapa de verão do Pernambuco Meu País, essa política pública da gestão Raquel Lyra, que vem cada vez mais se consolidando. No ano passado, nós começamos com oito cidades, e já neste ano trabalhamos forte durante o carnaval, depois, no período do frio, passamos por dez cidades do Agreste e Sertão, e agora chegamos em Aldeia, cidade que está abraçando o festival durante esses três dias de festa. Daqui, seguimos para o Recife, Jaboatão dos Guararapes e encerramos a edição verão no Litoral Norte”, destacou.</p>
<p dir="ltr">Entre as autoridades, ainda estavam presentes Túlio Vilaça, secretário da Casa Civil, Daniel Coelho, secretário do Meio Ambiente, Eduardo Loyo, presidente da Empetur e André Teixeira Filho, secretário de Mobilidade e Infraestrutura.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54966904770_65f32ffb65_k.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121896" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/54966904770_65f32ffb65_k-607x404.jpg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Juana Carvalho / Secult-PE</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A noite artística abriu em grande estilo com uma homenagem à cultura popular. Fundada no Cabo de Santo Agostinho em 1998, a Banda de Pífanos Zabumba do Mestre Chimba trouxe ao palco uma seleção de clássicos recriados em linguagem de pífanos — uma fusão entre tradição e frescor que ditou o clima da festa. O público já se acomodava no parque quando o grupo iniciou sua apresentação. Após o show, os músicos celebraram:</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“Abrir essa edição verão do Pernambuco Meu País é uma satisfação muito grande porque a cultura popular é a identidade do estado de Pernambuco. Então, eu só tenho a parabenizar a todos que fazem esse festival, e principalmente, ter gratidão de estar abrilhantando esse palco ao lado de tantos artistas que vão passar por aqui”, afirmou Joan, integrante da banda.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o palco recebeu o projeto <em>No Canto Delas</em>, espetáculo que reúne Irah Caldeira, Cristina Amaral, Nadia Maia e Larissa Lisboa. O encontro uniu repertórios que transitam por sensibilidade, ancestralidade e contemporaneidade, com clássicos da música pernambucana e brasileira embalados pelas vozes das quatro artistas. A apresentação explorou o duplo sentido da palavra “canto”: o lugar de pertencimento e a música enquanto afirmação feminina. Ao longo do show, o protagonismo das mulheres na cultura pernambucana ganhou destaque, primeiro com todas as cantoras dividindo o palco, e depois com cada uma fazendo uma apresentação individual.</p>
<p dir="ltr">“Eu queria justamente que fossem mulheres, e trouxesse o canto como esse lugar nosso em comum: o palco, e também nossa expressão, que é a nossa voz”, afirmou Irah Caldeira, idealizadora do projeto.</p>
<p dir="ltr">O ícone do forró Dorgival Dantas foi o próximo a assumir o palco, recebido por uma plateia que já ocupava completamente o Parque Aldeia dos Camarás. Seu repertório clássico, com sucessos como <em>Coração, Paixão Errada, Você Não Vale Nada, Primeiro Passo</em> e<em> Tarde Demais</em>, fez o público dançar agarradinho e entoar em uníssono todas as canções.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-10.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121897" alt="foto (10)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-10-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p>Com a madrugada chegando, o ritmo acelerou com os metais e batidas do forró eletrônico de Raí Saia Rodada, momento em que o festival exibiu toda sua diversidade sonora ao integrar, de forma orgânica, várias vertentes e temporalidades do forró. No show, Raí apresentou hits como 5 da Manhã, Tapão na Raba, Cheiro do Mato, Era Eu, Filho do Mato e Storiezin, levando a energia do público ainda mais alto.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“Pernambuco foi o primeiro estado que eu estourei, então estar aqui já é um prazer imenso e fazer parte desse festival Pernambuco Meu País é um prazer maior ainda”, celebrou Raí antes de subir ao palco.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">A sequência abriu o caminho perfeito para o fenômeno do piseiro Tarcísio do Acordeon, que encerrou a primeira noite da edição verão em clima de celebração. Misturando Forró Eletrônico, Vaquejada e Piseiro, o artista levou ao palco sucessos como <em>ABC da Vaquejada, Proteção de Tela, Meia Noite (Você Tem Meu WhatsApp)</em> e <em>Teu Segredo</em>. Uma noite de estreia</p>
<p dir="ltr" style="text-align: left;">“É a minha segunda vez no Pernambuco Meu País. A primeira foi lá em Gravatá, e agora estou aqui em Aldeia pela primeira vez, e espero fazer um grande show para continuar marcando presença nesse projeto que já virou referência no Nordeste”, celebrou Tarcísio antes de subir no palco e encerrar o primeiro dia do festival.</p>
<p dir="ltr" style="text-align: center;"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-2.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-121898" alt="foto (2)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/12/foto-2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /><br />
</a>Foto: Dani Pedrosa / Secult-PE</p>
<p dir="ltr"><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">O Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura (Secult-PE), Fundarpe e Empetur, com apoio da Prefeitura de Camaragibe, realiza a edição de verão do Pernambuco Meu País nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, no Parque Aldeia dos Camarás (Km 11), em Aldeia.</p>
<p dir="ltr">Reunindo artistas consagrados e novas vozes da cena local e nacional, o evento reforça o projeto como motor de desenvolvimento econômico, cultural e social no Estado, democratizando o acesso à cultura. A edição de inverno do evento, realizado entre julho e setembro, movimentou mais de R$200 milhões nas cidades por onde passou, reforçando que a cultura também é um vetor de renda e emprego.</p>
<p dir="ltr"><strong>Fim de semana de shows</strong></p>
<p dir="ltr">Os shows da etapa Camaragibe/Aldeia continuam no sábado (6), a partir das 18h, com a força da cultura popular do Coco dos Pretos, seguido pelo trap pernambucano de  Mago de Tarso, às 19h10, o rapper Xamã, às 21h10, que apresenta seu novo disco, além da pernambucana Duda Beat, às 23h10; e de Luísa Sonza, a partir de 1h10. A discotecagem dos intervalos fica a cargo do DJ Murilo França.</p>
<p dir="ltr">Já no domingo (7), o brega assume o protagonismo. Mas diferente dos outros dias, a programação do domingo começa mais cedo: às 16h, com o show de Getúlio Cavalcanti. Às 17h10, o projeto Meu Coração é Brega, que reúne Brunessa França, Amigas Do Brega e Banda Sentimentos, comandam o palco. Em seguida, às 20h10, sobe ao palco a Banda Kitara, seguida pelo show de Michelle Andrade, às 21h40. Encerrando a programação do Festival Pernambuco Meu País Verão em Aldeia, a musa Priscila Senna comanda o show, às 23h40. A DJ Kananda PX comanda os intervalos.</p>
<p dir="ltr"><strong>Programação Pernambuco Meu País Verão &#8211; Camaragibe/Aldeia:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>06/12 – Sábado</strong></p>
<p dir="ltr">18h &#8211; Coco dos Pretos</p>
<p dir="ltr">19h10 &#8211; Mago de Tarso</p>
<p dir="ltr">21h10 &#8211; Xamã</p>
<p dir="ltr">23h10 &#8211; Duda Beat</p>
<p dir="ltr">01h10 &#8211; Luísa Sonza</p>
<p dir="ltr">DJ Murilo França nos intervalos</p>
<p dir="ltr"><strong>07/12 – Domingo</strong></p>
<p dir="ltr">16h &#8211; Getúlio Cavalcanti</p>
<p dir="ltr">17h10 &#8211; Meu Coração é Brega com Brunessa França, Banda Sentimentos e Amigas do Brega</p>
<p dir="ltr">20h10 &#8211; Banda Kitara</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Michelle Andrade</p>
<p dir="ltr">23h40 &#8211; Priscila Senna</p>
<p dir="ltr">DJ Kananda PX nos intervalos</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Em Gravatá, Festival Pernambuco Meu País dá início à programação com noite dedicada às vertentes do forró e adesão total do público</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 15:09:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Pé de serra, universitário, eletrônico e mais – Nesta sexta-feira (22), em Gravatá, o Festival Pernambuco Meu País deu início à programação de imersão na cultura pernambucana com noite dedicada às vertentes do forró, ritmo fincado nas raízes do Nordeste. Com shows de Fagner Chagas, PV Calado, Mara Pavanelly, Dorgival Dantas e Tarcísio do Acordeon, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119895" aria-labelledby="figcaption_attachment_119895" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115828.png"><img class="size-medium wp-image-119895" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115828-607x397.png" width="607" height="397" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Pé de serra, universitário, eletrônico e mais – Nesta sexta-feira (22), em Gravatá, o Festival Pernambuco Meu País deu início à programação de imersão na cultura pernambucana com noite dedicada às vertentes do forró, ritmo fincado nas raízes do Nordeste. Com shows de Fagner Chagas, PV Calado, Mara Pavanelly, Dorgival Dantas e Tarcísio do Acordeon, o quinto município-sede do evento demonstrou adesão total do público ao lotar o Pátio de Eventos Chucre Mussa Zarzar, com o palco Pernambuco Meu País.</p>
<p>“Viva o Festival Pernambuco Meu País! Um evento criado para o povo, em um momento em que Pernambuco pulsa cultura, tradição e história. Tragam a família e venham celebrar com a gente: hoje é dia de forró, amanhã tem samba, e no domingo tem muito mais. Minha gratidão a todos que ajudaram a construir esse espetáculo incrível”, celebrou a governadora Raquel Lyra, em fala oficial na abertura.</p>
<p>Por volta das 18h30, o espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana. Com direção coreográfica de Maria Paula Costa Rêgo, trilha sonora dirigida por Maciel Salu e projeção digital de Gabriel Furtado, a obra encantou o público por celebrar a identidade cultural e a força nordestina.</p>
<p>“Nos inspiramos nas tradições populares e em nossos mestres, que nos apresentam espetáculos inusitados, com regras, estéticas e formas próprias de brincar. Queríamos homenagear essa maneira simples e eficaz de fazer arte, que é tão característica das nossas brincadeiras populares”, detalhou Maria Paula, em coletiva.</p>
<p>Em seguida, foi a vez da cultura local subir ao palco, com o gravataense Fagner Chagas, que trouxe a sanfona e zabumba, mesclando com instrumentos eletrônicos, e um repertório repleto de hits com o melhor do forró tradicional. Muito pé de serra e bailarinos a caráter – em homenagem ao cangaço –, o cantor chamou o público para cantar junto com faixas clássicas, como “É Proibido Cochilar”, “Seis Cordas”, “Forrobodó”, “Pedras Que Cantam” e versões de músicas originalmente de outros estilos em forró, como “Anunciação”, de Alceu Valença.</p>
<div id="attachment_119896" aria-labelledby="figcaption_attachment_119896" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115950.png"><img class="size-medium wp-image-119896" alt="O espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-115950-607x391.png" width="607" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">O espetáculo Pernambuco Meu País, responsável por abrir oficialmente a programação do festival nos municípios-sedes desta edição, emocionou ao trazer diversos artistas do Estado que, juntos em cena, homenagearam mestres e mestras da tradição pernambucana</p></div>
<p>Logo em seguida, a pegada do forró estilizado tomou conta do palco Pernambuco Meu País, com o recifense, mas radicado em Caruaru há mais de dez anos, PV Calado. Ninguém ficou parado com um giro nos sucessos do estilo nas plataformas de streaming e homenagens aos mestres do forró, além das canções autorais do artista, como o hit “Deixa Eu Te Esquecer Primeiro”.</p>
<p>Com o público já embalado pelo ritmo, foi a vez da cantora Mara Pavanelly passear por grandes clássicos, explorando junto ao seu repertório a força do forró eletrônico. Com trajetória marcante em grupos como Forrozão Tropykália, Garota Safada e Furacão do Forró, Mara Pavanelly apresentou seu projeto solo em um show nostálgico e cheio de energia.</p>
<p>Trazendo sua poesia cantada, sanfona sempre em mãos e um xote romântico, Dorgival Dantas emocionou ao subir ao palco com “Tarde Demais”, fazendo o público responder em coro ao verso “agora posso estar de frente a você”, num dos momentos mais marcantes da noite. O artista seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos.</p>
<p>Também com a sanfona em mãos, coube a Tarcísio do Acordeon encerrar a noite com a energia e o ritmo pulsante do piseiro, abrindo seu show com o hit “Proteção de Tela”. O artista comandou uma apresentação vibrante e cheia de emoção. Entre solos marcantes, sucessos autorais e homenagens aos clássicos, ele surpreendeu ao chamar Mara Pavanelly de volta ao palco para cantar “Planeta de Cores”. O público seguiu firme até o início da madrugada, cantando junto hits como “Meu Sonho” e “Quatro Semanas de Amor”, num encerramento à altura da grande celebração ao forró promovida pelo festival.</p>
<div id="attachment_119897" aria-labelledby="figcaption_attachment_119897" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-120807.png"><img class="size-medium wp-image-119897" alt="Dorgival Dantas seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/Captura-de-tela-2025-08-23-120807-607x394.png" width="607" height="394" /></a><p class="wp-caption-text">Dorgival Dantas seguiu o show com um repertório de sucessos que atravessou gerações, com faixas como “Destá”, além de apresentar um pout-pourri animado em ritmo de quadrilha, com releituras de clássicos como “Anna Júlia”, do grupo Los Hermanos</p></div>
<p>Neste sábado (23), o palco Pernambuco Meu País segue animando e ecoando música para toda a cidade a partir das 18h30, com atrações como Afoxé Omim Sabá, Lucas dos Prazeres, Gerlane Lops, Diogo Nogueira e Alexandre Pires. Nos intervalos, o DJ João Guerra promete mandar a energia do público lá em cima em um set especial no Som na Rural. Toda a programação está disponível no Instagram oficial do festival, o <a href="instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a>, e no <a href="instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Matrizes do Forró abre programação em Gravatá com homenagens a Dominguinhos e artistas da terra</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Aug 2025 00:31:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Palco Matrizes do Forró iniciou suas atividades nesta sexta-feira (22), em Gravatá, levando o ritmo nordestino para o público desde o início da tarde até o fim da programação, que se estendeu até as 16h. A proposta do polo é valorizar as raízes do forró e seus representantes, destacando tanto artistas locais quanto nomes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119884" aria-labelledby="figcaption_attachment_119884" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/IMG-20250822-WA0016.jpg"><img class="size-medium wp-image-119884" alt="Sanfoneira Lelêka Costa durante apresentação no palco Matrizes do Forró, em Gravatá. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/ Fundarpe)." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/IMG-20250822-WA0016-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sanfoneira Lelêka Costa durante apresentação no palco Matrizes do Forró, em Gravatá. Imagem: Daniela Pedrosa (Secult-PE/ Fundarpe).</p></div>
<p>O Palco Matrizes do Forró iniciou suas atividades nesta sexta-feira (22), em Gravatá, levando o ritmo nordestino para o público desde o início da tarde até o fim da programação, que se estendeu até as 16h. A proposta do polo é valorizar as raízes do forró e seus representantes, destacando tanto artistas locais quanto nomes já reconhecidos na cena cultural pernambucana.</p>
<p>A primeira apresentação foi de Beto Hortis, que abriu os trabalhos interpretando clássicos de Dominguinhos, uma forma de reverenciar o legado do sanfoneiro natural de Garanhuns, ícone da música nordestina. Em seguida, o público acompanhou a apresentação de Leleka Costa, artista da terra que, desde os 11 anos, se dedica à sanfona e hoje é um dos talentos em ascensão do município de Gravatá.</p>
<p>A programação seguiu com as apresentações de Azulinho e Ed Carlos, ambos reforçando o compromisso do palco em destacar as diferentes gerações do forró e o diálogo entre tradição e contemporaneidade.</p>
<p>O público, formado por moradores locais e visitantes, acompanhou a estreia do palco com entusiasmo, marcando o início de mais um espaço dedicado a um dos gêneros mais representativos da identidade cultural nordestina dentro do Festival Pernambuco Meu País.</p>
<p><strong>Sobre o Festival Pernambuco Meu País</strong></p>
<p>O Festival Pernambuco Meu País é uma iniciativa do Governo do Estado de Pernambuco, promovida por meio da Secretaria de Cultura, da Fundarpe e da Empetur, em parceria com os municípios-sedes participantes. O evento tem como propósito valorizar e difundir a diversidade cultural pernambucana, fortalecendo a economia criativa, estimulando o turismo e promovendo o acesso democrático à arte em suas múltiplas linguagens.</p>
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		<title>Festival Pernambuco Meu País movimenta a Feira Livre de Buíque com música e cultura popular</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 17:05:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.18.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119432" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.18-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p dir="ltr">De um lado os corredores de batata doce, melancia, alho, laranja, coentro. Do outro, roupas, bolsas, sandálias e acessórios. E no meio, o palco do País Matrizes do Forró dando o tom com muito pé-de-serra, baião e xote neste segundo dia do Festival Pernambuco Meu País em Buíque. A Feira Livre da cidade foi o local escolhido para este pólo querido por onde passa. Animando a manhã de sábado de compras da população local e turistas, o palco recebeu a Banda de Pife e Zabumba São Sebastião, Aécio dos 8 Baixos e a Banda Fole de Ouro. Justo hoje, 2 de agosto, Dia da Cultura Nordestina, a herança do mestre Luiz Gonzaga e de todos os compositores e artistas deste ritmo sui generis foi homenageada de uma forma única em um local público do cotidiano dos moradores da cidade.</p>
<p>Para Lula Moreira, da banda de pífanos, pólos descentralizados como o da Feira Livre é uma excelente oportunidade de levar música para as pessoas de forma espontânea e surpreendente. “Para nós está sendo fantástico participar desse festival que respira e pulsa cultura, só temos o que agradecer”, disse o artista de Arcoverde.</p>
<p>Quem também aprovou o palco foi a feirante Márcia Silveira. Entre uma venda e outra, ela estava de olho nos shows e ensaiava uns passos de forró. “Eu amo poder trabalhar assim, com alegria e música. Acaba que movimenta mais a feira, pra gente que depende dos clientes é muito bom. O festival pode voltar a Buíque quantas vezes quiser”, ressaltou.</p>
<p>Clássicos de Luiz Gonzaga, Petrúcio Amorim, Flávio José e outros grandes compositores do ritmo nordestino ecoaram a manhã inteira pelo espaço público. Casais que faziam a feira de casa paravam para dançar, crianças curiosas observavam os músicos tocando e muitos aproveitavam para tirar fotos e fazer vídeos. Definitivamente, o País Matrizes do Forró trouxe para a Feira Livre de Buíque um tempero diferenciado.</p>
<p>O pólo continua neste domingo (3), com apresentações da Banda de Pífanos Riacho do Meio,  Truvinca dos 8 Baixos e Socorro &amp; Mazé e Banda, a partir das 10h. Todas as informações sobre o polo estão disponíveis no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a> e no <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.27.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119434" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.27-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.23.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-119433" alt="Foto: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-02-at-12.17.23-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a></p>
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		<title>País Matrizes do Forró leva raízes do ritmo à Feira Livre de Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 12:53:51 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119410" aria-labelledby="figcaption_attachment_119410" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-14.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119410" alt="Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-14-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Luiz Felipe Bessa/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p>Nesta sexta-feira (1º), a manhã da Feira Livre de Buíque começou ainda mais animada. O País Matrizes do Forró desembarcou em um dos principais pontos de comércio do segundo município-sede do Festival Pernambuco Meu País 2025, levando as raízes do ritmo para comerciantes, clientes e visitantes que circulavam. Marcando a estreia do polo nesta edição, a programação contou com apresentações da Banda de Pífano Fulni-ô, de Severino dos 8 Baixos e As Fulô.</p>
<p>Segundo a coordenadora de Música da Secretaria de Cultura de Pernambuco (Secult-PE), Isaar, o polo objetiva proporcionar uma conexão direta da música popular nordestina e o público presente. “Aqui, a gente encontra apresentações que remetem às origens do forró, com artistas que têm o estilo como essência, promovendo uma conexão local com o público, em um momento de música, dança, história e preservação de uma linguagem que é tão importante para nós, para Pernambuco e todo o país”, ressaltou.</p>
<p>Abrindo a sequência de shows, às 10h, diretamente da região do rio Ipanema, próximo ao município de Águas Belas, a Banda de Pífano Fulni-ô apresentou as influências do forró e a mistura com os elementos culturais da cultura originária, entoando canções na língua tradicional do povo Fulni-ô – o “Ia-tê” – e o português. “Nós trouxemos a diversidade de estilos que tocamos, como o coco, o forró, o arrasta-pé e o xote. Aqui, a nossa proposta é mostrar um pouco de cada cultura, com a influência da nossa identidade junto aos ritmos”, destacou o líder do grupo, o Mestre Matinho.</p>
<p>Em seguida, foi a vez do forró pé de serra ecoar pela feira, com a apresentação de Severino dos 8 Baixos, que trouxe o trio mais conhecido do estilo, a sanfona, a zabumba e o triângulo, para não deixar ninguém parado. No repertório, clássicos como “É Proibido Cochilar” e “Pagode Russo”, ambas do Rei do Baião, o cantor e compositor pernambucano, Luiz Gonzaga.</p>
<p>Encerrando o primeiro dia do polo, As Fulô convidou todo o público para dançar e cantar junto. Primeira banda de pé de serra formada por mulheres de Caruaru, a atração também prestou homenagem à Gonzaga ao entoar “Sebastiana”, “Qui Nem Jiló” e “Pau de Arara”, grandes sucessos do artista.</p>
<div id="attachment_119411" aria-labelledby="figcaption_attachment_119411" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-15.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119411" alt="O forró pé de serra ecoou pela feira, com a apresentação de Severino dos 8 Baixos, que trouxe o trio mais conhecido do estilo, a sanfona, a zabumba e o triângulo, para não deixar ninguém parado." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/foto-15-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O forró pé de serra ecoou pela feira, com a apresentação de Severino dos 8 Baixos, que trouxe o trio mais conhecido do estilo, a sanfona, a zabumba e o triângulo, para não deixar ninguém parado</p></div>
<p>Para os comerciantes, além de ter alegrado quem trabalha e chegou à feira, o polo se tornou um atrativo por conectar música e o comércio popular. “Nunca tinha visto uma ação que trouxesse um clima de festa aqui para dentro da feira. Vi todo mundo animado, curtindo, comprando e aproveitando o forró. Isso é bom demais! Nós adoramos!”, avaliou Jorge Luiz, trabalhador local há 10 anos.</p>
<p>A programação do País Matrizes do Forró na Feira Livre de Buíque segue no sábado (2) e no domingo (3), com apresentações começando sempre às 10h. Na grade, atrações como a Banda Fole de Ouro, Banda de Pífanos Riacho do Meio, Aécio dos 8 Baixos e mais. Todas as informações sobre o polo estão disponíveis no Instagram oficial do festival, o <a href="http://instagram.com/festivalpernambucomeupais">@festivalpernambucomeupais</a> e no <a href="http://instagram.com/culturape">@culturape</a>.</p>
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		<title>Palco Pernambuco Meu País se despede de Salgueiro em noite de celebração ao forró e suas raízes</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:25:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com a Praça da Bomba completamente lotada, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País, em Salgueiro, foi marcada por emoção, reencontros e a força da cultura nordestina expressa através do forró em suas mais diversas vertentes. A noite consagrou a música popular do Sertão com apresentações de nomes históricos e ícones da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119338" aria-labelledby="figcaption_attachment_119338" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto2.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119338" alt="Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto2-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos: Juana Carvalho/Secult-PE/Fundarpe</p></div>
<p dir="ltr">Com a Praça da Bomba completamente lotada, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País, em Salgueiro, foi marcada por emoção, reencontros e a força da cultura nordestina expressa através do forró em suas mais diversas vertentes. A noite consagrou a música popular do Sertão com apresentações de nomes históricos e ícones da região, encerrando a passagem do festival pela cidade em grande estilo.</p>
<p dir="ltr">A programação teve início com o Coral Aboios de Serrita, que trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino. “Foi uma grande satisfação estarmos aqui, tão perto de casa. Trazer nossa cultura para esse povo acolhedor é uma honra imensa”, destacou o grupo em coletiva à imprensa.</p>
<p dir="ltr">Na sequência, o público foi conduzido por uma verdadeira aula de história musical com Joquinha Gonzaga, que emocionou ao revisitar os clássicos do forró e baião, mantendo viva a linguagem musical herdada de sua família, sendo sobrinho de Luiz Gonzaga e neto de Januário.</p>
<div id="attachment_119339" aria-labelledby="figcaption_attachment_119339" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-121.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119339" alt="O Coral Aboios de Serrita trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-121-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O Coral Aboios de Serrita trouxe ao palco a tradição do aboio e a memória viva do vaqueiro nordestino</p></div>
<p dir="ltr">A noite também foi de celebração para a banda Limão com Mel, que voltou a tocar em casa após um período de ausência. Fundada em Salgueiro há 32 anos, a banda presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”, esta última com um emocionante solo de guitarra. Em coletiva, os vocalistas Edson Lima e Adma Andrade &#8211; que usava figurino em homenagem à bandeira de Pernambuco &#8211; anunciaram uma prévia do novo projeto “Uma Dose de Limão”, com músicas como “Você Vai Ver”. “É uma alegria imensa voltar a Salgueiro neste evento grandioso. Estamos em casa, e trouxemos o melhor da nossa história”, disseram.</p>
<p dir="ltr">A energia permaneceu alta com Anjo Azul, que levou o público a uma viagem nostálgica por seu repertório romântico e dançante. Débora Ramalho e Gil Lima emocionaram com “Meu Anjo Azul”, além de clássicos como “Como a Lua e o Sol” e “Não Sou de Ninguém”, que encerrou o show em clima de paixão e conexão com os fãs.</p>
<div id="attachment_119340" aria-labelledby="figcaption_attachment_119340" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-111.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119340" alt="A salgueirense Limão com Mel presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/foto-111-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A salgueirense Limão com Mel presenteou os fãs com o show “Playlist”, reunindo grandes sucessos como “Toma Conta de Mim”, “E Tome Amor!” e “Não Quero Mais”</p></div>
<p dir="ltr">O encerramento da noite ficou por conta da lendária Mastruz com Leite, com 35 anos de estrada e dois pernambucanos em sua formação. A banda fez um passeio por seu vasto repertório com hits como “Explode Coração”, “A Praia” e “Olhinhos de Fogueira”. Um dos momentos mais emocionantes foi a homenagem à compositora Rita de Cássia, com a canção “Meu Vaqueiro, Meu Peão”. O show terminou em clima de festa, com o convite à quadrilha ao som de “Trem do Forró”, marcando o fim da noite com muita animação e alto astral.</p>
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		<title>Terceira e última noite do Pernambuco Meu País é dedicada ao forró e promete repertório de clássicos</title>
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		<pubDate>Sun, 27 Jul 2025 18:58:55 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119315" aria-labelledby="figcaption_attachment_119315" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-27-155627.png"><img class="size-medium wp-image-119315" alt="Foto: divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/07/Captura-de-tela-2025-07-27-155627-607x389.png" width="607" height="389" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</p></div>
<p dir="ltr">Sucedendo os dias em reverência ao brega romântico e ao pagode, com nomes como Pablo e Xande de Pilares, a terceira e última noite do palco Pernambuco Meu País em Salgueiro será dedicada ao forró e promete repertório de clássicos. Neste domingo (27), o estilo, fincado nas raízes do Nordeste, recebe protagonismo, com apresentações de Mastruz com Leite, Anjo Azul, a salgueirense Limão com Mel, Joquinha Gonzaga e mais.</p>
<p dir="ltr">“Com adesão total do público de Salgueiro, a gente chega ao último dia de atividades com o sentimento de que proporcionamos uma verdadeira imersão na cultura do nosso Estado, em um clima de festividade e celebração à nossa identidade, a quem somos e expressamos. Agradecendo a calorosa recepção da população do município, seguimos em itinerância por Pernambuco, fazendo o que acreditamos, acessibilizando o acesso a diversas linguagens e nutrindo a nossa terra com arte, conhecimento e o poder de nossa tradição”, destaca a secretária de Cultura de Pernambuco, Cacau de Paula.</p>
<p dir="ltr">Promovendo a salvaguarda da cultura popular e da tradição sertaneja, às 17h30, a abertura da programação será feita pelo Coral Aboios de Serrita, único no mundo formado por vaqueiros, que também são ícones da Missa do Vaqueiro, Patrimônio Imaterial de Pernambuco. As homenagens à região seguem com o show do sanfoneiro e músico Joquinha Gonzaga, sobrinho do “Rei do Baião”, Luiz Gonzaga, e neto de Januário, às 18h20.</p>
<p dir="ltr">Dando continuidade à grade, diretamente do Ceará, será a vez da representação do forró contemporâneo, com a inserção dos acordes eletrônicos no famoso e extenso repertório do grupo Mastruz com Leite, às 19h50. Falando de amor, às 21h40, a banda “Anjo Azul” traz um setlist diverso, com autorais e clássicos, embalando o público com ritmos e balanços que se adaptam a diversos estilos.</p>
<p dir="ltr">Encerrando, a homenagem ao forró deve ser ainda mais emocionante. Às 23h30, a salgueirense Limão com Mel cantará em casa e deve colocar todo o público para cantar junto, ao entoar faixas de sucesso, catalogadas em mais de 30 anos de carreira. Hits como “Toma Conta de Mim”, “Por Que Não Vê”, “E Tome Amor” e “Invernos e Verões” deverão entrar no repertório, fechando a programação em grande estilo.</p>
<p dir="ltr">Os intervalos serão agitados pelo DJ Kaliu, que se apresenta no Som na Rural, palco itinerante e conhecido por transformar espaços públicos em cenários culturais, e que chegou ao festival para não deixar ninguém parado.</p>
<p dir="ltr"><strong>LINGUAGENS</strong></p>
<p dir="ltr">Além do palco principal, a programação se espalha em diferentes polos culturais, com diversas linguagens. No País das Conexões Criativas, o “Desfile Conceição das Crioulas”, às 16h20, celebra a moda e a resistência quilombola, trazendo visibilidade para o protagonismo feminino negro. Às 18h, o grupo Guerreiros do Passo, referência na preservação do frevo de rua, se apresenta no País das Conexões Urbanas, e com destaque também por sua recente participação no Festival de Cannes, com o premiado filme pernambucano “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho. Outras atrações incluem o espetáculo “Pisadas”, às 17h, no País das Artes Cênicas, e a exposição “Cuba Contemporânea”, da fotógrafa Mery Lemos, na Casa da Cultura, que aborda as semelhanças entre a cultura popular de Cuba e Pernambuco.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DO DOMINGO (27/7) EM SALGUEIRO:</strong></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Palco Pernambuco Meu País</strong></p>
<p dir="ltr">Praça da Bomba, a partir das 17h30</p>
<p dir="ltr">17h30 &#8211; Coral Aboios de Serrita</p>
<p dir="ltr">18h20 -  Joquinha Gonzaga</p>
<p dir="ltr">19h50 -  Mastruz com Leite</p>
<p dir="ltr">21h40 &#8211; Anjo Azul</p>
<p dir="ltr">23h30 &#8211; Limão com Mel</p>
<p dir="ltr"><em>Som na Rural e DJ Kaliu (nos intervalos)</em></p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Artes Cênicas</strong></p>
<p dir="ltr">Casa da Cultura, a partir das 17h</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo Pisadas</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Brincadeiras</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">15h | Espetáculo Festejar O Show</p>
<p dir="ltr">16h | Os Três Porquinhos</p>
<p dir="ltr">17h | Espetáculo Respeitável Público</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Conexões Criativas</strong></p>
<p dir="ltr">Centro de Vocação Tecnológico (CVT), a partir das 16h</p>
<p dir="ltr">16h20 | Desfile Conceição das Crioulas</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Conexões Urbanas</strong></p>
<p dir="ltr">Praça Santo Antônio, a partir das 16h</p>
<p dir="ltr">16h30 | O Encontro da Tempestade e a Guerra</p>
<p dir="ltr">18h | Grupo Guerreiros do Passo</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Conexões Visuais</strong></p>
<p dir="ltr">Casa da Cultura, a partir das 10h</p>
<p dir="ltr">Exposição Cuba Contemporânea</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País das Culturas Populares</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">15h | Espetáculo Xaxado de Lampião, do grupo de dança Gilvan Santos</p>
<p dir="ltr">16h | Reisado do Inhanhum</p>
<p dir="ltr">17h | Grupo de Coco de Roda Negras e Negros do Leitão da Carapuça</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País da Música</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 18h</p>
<p dir="ltr">18h | Jay Ferrí</p>
<p dir="ltr">19h20 | Tonfil</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Cortejos</strong></p>
<p dir="ltr">Em vários pontos da cidade, a partir das 16h</p>
<p dir="ltr">16h | Boi Charmoso, Urso da Bagunça, Maracatu Afrobatuque</p>
<p dir="ltr">17h | A Cobra da Bexiga Lixa, Boi Fantástico, O Canto para os Malungos</p>
<p dir="ltr">19h | Boi Milagroso, Grupo de Bacamarteiros da Associação Folclórica Bacamarteiros Mandacaru de Abreu e Lima, Quadrilha Rainha Sertaneja</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>País da Economia Criativa</strong></p>
<p dir="ltr">Museu do Couro, a partir das 15h</p>
<p dir="ltr">Comercialização de produtos de artesanato e gastronomia</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><strong>Forma PE</strong></p>
<p dir="ltr">Auditório do Centro de Vocação Tecnológico (CVT), das 9h às 12h</p>
<p dir="ltr">Workshop Upcycling – os alunos precisam levar retalhos e roupas para transformar</p>
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		<title>Baluartes do &#8220;forró das antigas&#8221; representam tributo a irmãos nordestinos em Buíque</title>
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		<pubDate>Sat, 31 Aug 2024 15:15:31 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira noite do polo Pernambuco Meu País do festival homônimo, no município de Buíque (Agreste), nesta sexta-feira (30), transformou-se numa bela homenagem aos irmãos nordestinos e principalmente à cultura do chamado &#8220;forró das antigas&#8221;. O tributo foi representado por artistas que em comum têm o fato de haver começado na música muito cedo, ainda criança: o acordeonista e cantor Beto Hortis, que é natural de Camaragibe e teve uma passagem bem representativa na banda paraibana Magníficos; e os cearenses MC Rogerinho, que começou a carreira como compositor de Wesley Safadão e Xand Avião, e o também acordeonista e cantor Caninana do Forró, afilhado do grande poeta do gênero, Dorgival Dantas.</p>
<p>A noite ainda contou com a última apresentação do espetáculo Pernambuco Meu País, dirigido pelo músico Jam da Silva e pela coreógrafa Maria Paula Costa Rêgo e que celebra os homenageados desta primeira edição do festival, o percussionista Naná Vasconcelos e o artista visual Abelardo da Hora. A apresentação abriu todas as oito etapas desta primeira edição do festival.</p>
<p>Até chegar ao Planalto da Borborema, durante as sete etapas anteriores do festival, o público pôde conferir vários ótimos sanfoneiros e forrozeiros. Beto Hortis, porém, tirou onda em Buíque. O músico simplesmente deu aula em seu espetáculo revisador e renovador. Acompanhado de sua banda, da qual fazem partes as duas filhas, Taíssa Roberta e Maria Júlia, passeou pelos mais variados estilos do forró, como arrasta-pé, xote e baião, vez ou outra apenas com temas incidentais ou rápidos medleys de standards, até flertando com o frevo (&#8220;O meu show é multicultural&#8221;, afirmou). E é claro que houve espaço para hits de Gilberto Gil, Fagner, Zé Ramalho, Trio Nordestino, Os 3 do Nordeste e Luiz Gonzaga.</p>
<p>Para esse show, contudo, Hortis, que durante muito tempo tocou ao lado de forrozeiros como Alcymar Monteiro e Geraldinho Lins, resolveu destaca no repertório canções da época em integrou a banda Magníficos, como ele próprio comentou, numa época em que suas próprias filhas ainda não haviam nascido. E foram elas que cantaram vários sucessos desse &#8220;forró das antigas&#8221;, como Timidez e Verdadeiro Amor. E são elas ainda que dão ares de renovação à carreira do pai, quando interpretam, por exemplo, músicas como Amado, sucesso de Vanessa da Matta.</p>
<p>Em seguida, MC Rogerinho mostrou porque é mesmo um fenômeno. Natural de Sobral (CE), o cantor começou a carreira, antes dos 20 anos de idade, compondo para Wesley Safadão e Xand Avião. Hoje é o que pode ser chamado de um músico influencer e faz sucesso comandando seu próprio baile de &#8220;bregadeira romântica&#8221;, como gosta de chamar, um pancadão com vários momentos com temas para boate, pagodão, Carnaval e São João. A relação com o brega, aliás, tem sido uma tendência em sua geração, nos mais variados estilos e ritmos musicais.</p>
<p>O sucesso de Rogerinho, sem dúvida, deve-se a mais do que isso: como mostrou em Buíque, sua apresentação parece ser uma versão ampliada de seu próprio estilo de vida: um garot que se reúne com os amigos para curtir um pancadão e se divertir. No palco essa sua diversão torna-se contagiante e prolifera-se entre os milhares de fãs. Em determinado momento até os músicos largam seus instrumentos e entram na dança com o MC, apenas ao som das programações. Além de seus sucessos, Rogerinho aproveitou para reforçar seu mais novo aspirante a hit, O que que Tá Acontecendo, que teve até direito a bis.</p>
<p>O segundo acordeonista e cantor da noite, Caninana do Forró, é outro que dispensa apresentação na seara do &#8220;forró das antigas&#8221;. Originário de Tarrafas (CE), foi reconhecido também logo tornando-se uma das vozes (humanas e acordeonísticas) do gênero. Nesse estilo, também acompanhado de uma grande banda, está sempre preparado para destilar uma saraivada de sucessos, como se fosse uma jukebox só de hits.</p>
<p>Ao som de Caninana a plateia presente na Praça de Eventos do município segurou a onda e cantou e dançou ao som de temas como Ressaca de Saudade, Fiquei Sabendo, Quem Chorava Hoje Ri, Chuveiro Ligado e Teu Gadim, entre muitos outros, até mais de duas horas da manhã já deste sábado (31).</p>
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