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	<title>Portal Cultura PE &#187; fotógrafa</title>
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		<title>Calendário 2025 da Cepe homenageia mulheres da fotografia pernambucana</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 15:54:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A luta pelos direitos femininos extrapola fronteiras e une mulheres de todas as raças, crenças, origens e orientações sexuais. Essa peleja, do dia a dia, é traduzida pelo olhar de 13 fotógrafas no calendário 2025 da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). As imagens selecionadas para a folha de abertura e para cada mês do ano [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115172" aria-labelledby="figcaption_attachment_115172" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Rhaiza Oliveira/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Janeiro_rhaizaoliveira-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115172" alt="Rhaiza Oliveira/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Janeiro_rhaizaoliveira-redux-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Janeiro</p></div>
<p>A luta pelos direitos femininos extrapola fronteiras e une mulheres de todas as raças, crenças, origens e orientações sexuais. Essa peleja, do dia a dia, é traduzida pelo olhar de 13 fotógrafas no calendário 2025 da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe). As imagens selecionadas para a folha de abertura e para cada mês do ano são um convite a reflexões sobre o tema e um lembrete para a importância da busca pela igualdade e do combate à discriminação de gênero.</p>
<p>Mulheres da Fotografia Pernambucana, o título do calendário Cepe 2025, remete aos 50 anos da 1ª Conferência Mundial Sobre a Mulher, realizada no México, em 1975, pela Organização das Nações Unidas (ONU). Naquele mesmo ano a ONU tornou oficial, para o mundo inteiro, o 8 de Março como Dia Internacional da Mulher. Ao recordar as duas efemérides o calendário celebra a diversidade com registros feitos por fotógrafas de várias gerações e conceitos múltiplos em cada imagem.</p>
<p>O fotojornalismo está presente no mês de setembro com a bordadeira Geisa de Passira, do município do Agreste do Estado, num clique de Hélia Scheppa, fotógrafa com 26 anos de experiência. Priscilla Buhr, fotógrafa desde 2005, que se dedica a trabalhos autorais para explorar sua jornada como mulher e mãe artista, ilustra o mês de fevereiro com a imagem de uma grávida integrante do Caboclinho Tribo Indígena Tapirapé, do Alto José do Pinho, bairro da Zona Norte do Recife.</p>
<div id="attachment_115173" aria-labelledby="figcaption_attachment_115173" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Roberta Guimarães/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Novembro-Roberta-Guimaraes-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115173" alt="Roberta Guimarães/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Novembro-Roberta-Guimaraes-redux-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Novembro</p></div>
<p>Aos 30 anos de idade, Rhaiza Oliveira faz da fotografia um instrumento de pesquisa de corpos e texturas. É o que ela mostra na foto do mês de janeiro, na Praia Buraco da Véia, no Recife. Com 30 anos no mercado, Teresa Maia captura a fé católica de Diolinda numa reza do terço mariano para marcar o mês de maio, dedicado a Maria, a mãe de Cristo. E a fotógrafa Roberta Guimarães traz a religiosidade africana para o mês de novembro numa referência ao Dia da Consciência Negra (20).</p>
<p>De acordo com o editor da Cepe, Diogo Guedes, as imagens foram escolhidas entre as já existentes no portfólio de cada uma delas. “Criamos uma mostra de fotografias pernambucanas feitas por mulheres, com fotojornalismo, obra conceitual, registro contemplativo e ensaio artístico de fotógrafas pernambucanas ou com trajetória no Estado”, diz ele. A seleção se completa com as profissionais Alcione Ferreira, Alexandra Dias, Brenda Alcântara, Thaisa Figueiredo, Aline Mariz, Juana Carvalho, Mariana Oliveira e Renata Pires-Sola.</p>
<div id="attachment_115174" aria-labelledby="figcaption_attachment_115174" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Hélia Scheppa/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Setembro-helia-scheppa-redux.jpg"><img class="size-medium wp-image-115174" alt="Hélia Scheppa/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Setembro-helia-scheppa-redux-607x367.jpg" width="607" height="367" /></a><p class="wp-caption-text">Setembro</p></div>
<p>“É um calendário que convida a pensar sobre essas duas datas marcantes, os 50 anos da conferência da ONU, que estabeleceu metas a serem cumpridas, e a internacionalização do Dia da Mulher, e principalmente sobre os direitos conquistados e os caminhos que ainda estão sendo pavimentados na luta pelos direitos das mulheres”, destaca Diogo Guedes. “O calendário reflete o universo feminino, as lutas históricas, as ações por igualdade, suas vivências, pela perspectiva de 13 fotógrafas, em cada página há mulheres representadas por mulheres”, ressalta Eduarda Campello, diretora de Produção Gráfica da Cepe.</p>
<p>Confeccionado em papel couché, o calendário pode ser adquirido nas lojas da Cepe Editora, no Recife e em Olinda, ou pelo site <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank"><strong>Livraria Cepe</strong></a> e custa R$ 30 na venda avulsa. Também é oferecido como brinde nas compras de livros ou das revistas Continente e Pernambuco, a partir de R$ 80, apenas nas lojas físicas. O anuário foi publicado pela primeira vez em 1995 (a edição de 2025 corresponde ao número 31) já prestou homenagens à cultura pernambucana (2020), ao educador Paulo Freire (2021), ao pintor Vicente do Rego Monteiro (2022), ao gravurista Gilvan Samico (2023) e ao projeto Galeria Reciclada da Cepe (2024).</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Endereços das lojas</span>:</strong></p>
<p>Livraria Cepe Editora Paulo Freire (Sede)<br />
Rua Coelho Leite, nº 530, bairro Santo Amaro, Recife-PE<br />
Segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30<br />
(81) 3183-2700</p>
<p>Livraria Cepe Editora Tarcísio Pereira (Centro de Artesanato de Pernambuco)<br />
Avenida Alfredo Lisboa, Bairro do Recife, Praça do Marco Zero, Recife-PE<br />
Segunda-feira a sábado, das 9h às 19h; domingo, das 9h às 17h<br />
(81) 99488-3731</p>
<p>Livraria Cepe Editora Germano Coelho (Centro Cultural Eufrásio Barbosa)<br />
Avenida Doutor Joaquim Nabuco, bairro Varadouro, Olinda-PE<br />
Terça-feira a domingo, das 9h às 17h<br />
(81) 99488-3730</p>
<p>Livraria Cepe Editora Ramires Teixeira (Museu do Estado de Pernambuco)<br />
Avenida Rui Barbosa, nº 960, bairro Graças, Recife-PE<br />
Terça a sexta-feira, das 11h às 17h; sábado, das 14h às 17h<br />
(81) 99488-3732</p>
<div id="attachment_115175" aria-labelledby="figcaption_attachment_115175" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Calendário-CEPE-2025.jpg"><img class="size-medium wp-image-115175" alt="Cepe/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Calendário-CEPE-2025-607x448.jpg" width="607" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do Calendário Cepe 2025</p></div>
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		<title>A vida e a obra das mulheres da fotografia no Recife são registradas em livro</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 17:57:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife) é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_115098" aria-labelledby="figcaption_attachment_115098" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação.jpeg"><img class="size-medium wp-image-115098" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/Isabella-Valle2-divulgação-607x455.jpeg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A fotógrafa Isabella Valle</p></div>
<p>A história da fotografia no Recife pela perspectiva de mais de 40 mulheres foi documentada pela professora Isabella Valle e transformada em livro, a ser lançado pela Cepe Editora. <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> é composto de textos com reflexões críticas ancoradas na questão de gênero e imagens das profissionais em autorretratos e retratadas uma pela outra. Isabella conversa sobre essa produção com a diagramadora do livro, Isabella Alves, em uma live de pré-venda, às 19h30 da próxima terça-feira (17), transmitida pelo canal da Cepe no <strong><a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a></strong>. A mediação é da editora-assistente da Cepe, Gianni Gianni.</p>
<p><em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em> tem origem na tese de doutorado de Isabella Valle, defendida em 2017 no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Pernambuco (PPGCOM-UFPE). “O livro não é uma cópia da tese. A linguagem foi adaptada ao formato de uma grande reportagem”, informa a autora. A edição é da jornalista Fabiana Moraes, o prefácio é assinado pela renomada fotógrafa Nair Benedicto e o design é de Isabella Alves. A publicação tem financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p>De acordo com a autora, a proposta é abraçar diferentes gerações de fotógrafas do Recife, da década de 1970 até os anos 2010, período no qual ela também está incluída. “Nem todas são do Recife, mas todas fazem parte da história da fotografia na cidade. Minha ideia é apresentar uma narrativa diferente da oficial, na perspectiva de gênero”, declara. Vida pessoal, maternidade, sexualidade, violência, articulações e redes de solidariedade são assuntos abordados no livro. “A conclusão é positiva, com um lugar de força e esperança. Mostra para onde está indo a profissão de fotógrafa”, comenta Isabella Valle.</p>
<p>Participam do título, com entrevista, respondendo a perguntas em questionário ou na ciranda de fotos, Gleide Selma, Yêda Bezerra de Mello, Roberta Guimarães, Mariana Guerra, Hélia Scheppa, Priscila Buhr, Alcione Ferreira, Tuca Siqueira, Joana Carvalho e Carol de Andrade, entre outras. São profissionais que atuam em mercados de trabalho diversos, de fotojornalismo a foto de casamento. Ainda segundo Isabella Valle, a ciranda de fotos (o autorretrato e uma fotografada pela outra) possibilitou mais interação entre elas, inclusive para conhecer o trabalho das colegas. “É um livro de memória que, pela abordagem, acaba não sendo restrito às fotógrafas, mas a todas as mulheres”, observa.</p>
<p><strong>A AUTORA -</strong> Isabella Valle é fotógrafa, pesquisadora e organizadora do livro Fotografias e Culturas Midiáticas Contemporâneas da Universidade Federal da Paraíba (Editora CCTA-UFPB, 2023). É professora de fotografia no Departamento de Comunicação e no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFPB, além de coordenadora do Laboratório de Pesquisas em Imagens, Corpos e Afecções (Tato) na mesma instituição.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Serviço</span>:</strong></p>
<p><strong>Live de pré-venda do livro <em>Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</em>, com bate-papo entre a autora Isabella Valle e a diagramadora Isabella Alves e mediação de Gianni Gianni -</strong> <em>terça-feira (17), às 19h30, transmitida pelo canal da Cepe no <a title="@cepeeditora" href="https://www.youtube.com/@cepeeditora" target="_blank">YouTube</a>. Preço do livro: R$ 50, de 17 de dezembro de 2024 a 20 de janeiro de 2025, na <a title="Livraria Cepe" href="https://www.cepe.com.br/lojacepe/" target="_blank">loja virtual</a> da Cepe</em></p>
<div id="attachment_115099" aria-labelledby="figcaption_attachment_115099" class="wp-caption img-width-371 alignnone" style="width: 371px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe Editora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA.png"><img class="size-medium wp-image-115099" alt="Cepe Editora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/12/CAPA-Fotografas_umacirandanoRecife_capa_prevenda_CAPA-371x486.png" width="371" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Capa do livro Fotógrafas (Uma Ciranda no Recife)</p></div>
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		<title>O olhar poético e sensível de Mery Lemos e Sâmia Emerenciano</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 22:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A fotografia foi uma das atrações do polo País das Conexões Visuais no município de Buíque (Agreste), oitava e última edição do Festival Pernambuco Meu País, de 30 de agosto a 1º de setembro. Lá ocorreram as exposições Mata-Borrão, de Mery Lemos, representante da cidade de Carpina (Zona da Mata Norte), e Encontro de Marés, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A fotografia foi uma das atrações do polo País das Conexões Visuais no município de Buíque (Agreste), oitava e última edição do Festival Pernambuco Meu País, de 30 de agosto a 1º de setembro. Lá ocorreram as exposições Mata-Borrão, de Mery Lemos, representante da cidade de Carpina (Zona da Mata Norte), e Encontro de Marés, de Sâmia Emerenciano, do Recife. Dois trabalhos com características bem particulares de suas autoras e que levaram para o Agreste do Estado reflexões sobre habitats bem diferentes do que a população local está acostumada a ver.</p>
<p>&#8220;Nem tudo o que cabe na Mata está disponível a olho nu. Mas está tudo ali. É que às vezes as pessoas passam rápido demais pra ver. É preciso desacelerar a marcha e concentrar os sentidos&#8221;, propõe Mery Lemos com sua segunda exposição individual. &#8220;É uma foto-viagem entre as cidades de Carpina e Glória de Goitá, na Zona da Mata Norte e Sul. Fiz essas fotos de dentro de uma Toyota com minha câmera. Fui registrando, registrando. É o olhar de quem está passando, mas ao mesmo tempo de quem está dentro&#8221;, contou a autora. &#8220;Acho que o resultado traz fotos de coisas que acho importante que estejam: a poética doce de algumas flores, ou de algum alpendre de uma casa, mas um pouco da opressão também do canavial, da usina, do que as pessoas vivem na região&#8221;, detalhou.</p>
<p>Mata-Borrão apresenta 12 fotos. A estreia ocorreu no Festival Pernambuco Meu País. &#8220;Também tive a ideia de convidar dois autores, escritores da Mata Norte, e dois da Mata Sul, para compor a exposição. É uma viagem fotográfica e poética pelo território&#8221;, definiu a fotógrafa.</p>
<p>Se Mery Lemos precisou pegar a estrada para ver e registrar o que acontecia entre a Zona da Mata Norte e Sul, no caso de Sâmia Emerenciano as ideias fluíram a partir de um momento de isolamento. &#8220;Encontro de Marés são fotos que eu faço, um projeto meu chamado Espuma, que surgiu em 2020, no meio da pandemia, quando estava com muita saudade de natureza, de senti-la perto&#8221;, explicou.</p>
<p>A autora conta que havia feito uma exposição e estava com uns quadros em casa (que depois rifou). Entre eles havia um quadro bem grande, intitulado Respiro, para o qual olhava todo dia quando praticava ioga, em que estava registrado o mar num por do sol. &#8220;Aí pensei em desaguar o máximo que pudesse as fotos que tenho de água, espumas, rio, lagoa, mar, nuvem. E em formato grande, mas não de uma forma cara, porque quadro é caro para fazer. Foi quando surgiu essa coisa de imprimir em tecidos translúcidos, que você pode usar como bandeira, canga, se enrolar, fazer um vestido&#8221;, disse.</p>
<p>Encontro de Marés é uma seleção desses registros que Sâmia faz pelo Brasil, dos Lençóis Maranhenses ao Rio São Francisco, de Boa Viagem, Carneiros e Maracaípe a Salvador, e vários outros lugares. &#8220;Trago para encontrar, fazer esse encontro das águas, no meio do Agreste pernambucano, durante o Pernambuco Meu País em Buíque&#8221;, afirmou. &#8220;Para mim é mágico. São os mares encontrando também esta aridez, este clima seco daqui. A ideia é justamente este varal em que as pessoas possam mergulhar nessas águas e inspirar vida e natureza&#8221;, falou a fotógrafa.</p>
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		<title>Exposição de Roberta Guimarães aborda força e belezas milenares</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 16:18:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A força e a beleza de árvores milenares – como o baobá, o troco (gameleira branca), o umbuzeiro, a castanheira-do-maranhão e a munguba – expressam sentimentos ligados à ancestralidade e ao sagrado mantidos vivos até os dias atuais. As vivências em torno delas, como espaço para conversas, encontros e celebrações, serviu de inspiração para o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A força e a beleza de árvores milenares – como o baobá, o troco (gameleira branca), o umbuzeiro, a castanheira-do-maranhão e a munguba – expressam sentimentos ligados à ancestralidade e ao sagrado mantidos vivos até os dias atuais. As vivências em torno delas, como espaço para conversas, encontros e celebrações, serviu de inspiração para o mais novo trabalho da fotógrafa e artista Roberta Guimarães.</p>
<p>A exposição Árvore da Palavra: Território Ancestral, Sagrado e da Criação dá início, neste mês de julho, a sua etapa itinerante pelo Agreste e Sertão pernambucanos, aberta ao público e com oficinas gratuitas. O projeto conta com suporte do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura).</p>
<p><strong>ROTEIRO –</strong> A primeira parada será no Quilombo Curiquinha dos Negros, em Brejão (Agreste), que recebe a mostra desta quarta-feira (17) até domingo (21), com um bate-papo com a fotógrafa e a curadora da exposição, Joana d’Arc Lima, no dia da abertura, às 18h30. Nos dias 18 e 19 a artista realiza oficina de formação em técnicas de impressão e cópias a partir de pigmentos extraídos de flores e folhas (antotipia e fitotipia).</p>
<p>A mostra segue para o município de Afogados da Ingazeira, no Sertão do Pajeú, onde ocupa a Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara, de 24 a 28 de julho, também com um descontraído bate-papo com Roberta Guimarães, às 17h, no evento de abertura. Como iniciativa inclusiva, conta com interpretação em libras. Já a oficina é realizada nos dias 25 e 26.</p>
<p><strong>CONTEÚDO –</strong> A mostra conta com 57 fotografias dispostas em 35 painéis, confeccionados em tecido tactel, que narram encontros nas Árvores da Palavra em Pernambuco – na Zona da Mata, Agreste e Sertão – e no continente africano – no Senegal, na Nigéria e no Benin. As obras estão distribuídas em cinco núcleos temáticos: memória, ocupação, sagrado, tradição e da pele.</p>
<p>Para a exposição foram utilizadas as próprias árvores como suportes – conectadas por meio de varais de cabo de aço. As obras, confeccionadas em canvas, materiais resistentes às intempéries (sol, chuva, vento), estão em chassis de 90&#215;60, acompanhados de textos narrativos informando sobre o projeto.</p>
<p><strong>VIVOS –</strong> O projeto vem sendo desenvolvido desde 2018, quando a fotógrafa começou a ter contato com autores como Mia Couto, Agualusa, Davi Kopenawa e Ailton Krenak, que tratam da questão ambiental conectada às relações espirituais em várias comunidades.</p>
<p>“As árvores são a maioria dos seres vivos na terra e são elas que também vivem mais. Precisamos mais delas do que elas de nós. Com minha aproximação do pensamento vegetal desses autores percebi a importância de apresentar essas relações poéticas, afetivas e ancestrais das pessoas com as árvores”, explica Roberta. “A ideia da exposição não é só trazer as imagens das árvores, mas de poder trazer um pouco dos relatos, ou pequenas narrativas dessas relações, aproximando a população da urgente necessidade de preservação e consciência ambiental.”</p>
<p><strong>TRADIÇÃO –</strong> A curadora da mostra, a pesquisadora Joana d’Arc Lima, ressalta a importância das africanas árvores da palavra, que não falavam, apenas escutavam os ruídos, os silêncios, as palavras e os corpos animados e inanimados da mãe natureza.</p>
<p>“Na tradição africana, de maneira geral, essas árvores foram feitas para ouvir todo o vilarejo. Conta-se que todo o vilarejo possui uma árvore da palavra ou dos conselhos. Sob essas árvores as pessoas sentam para discutir, tomar decisões, contar histórias, buscar conselhos”, diz.</p>
<p>Ela ressalta que o olhar do espectador, conduzido por suas lentes, consegue identificar os encontros embaixo de árvores, as relações e conexões com a presença de narradores/as, contadores/as de histórias que recolocam as experiências ancestrais de matriz africana e indígena em nosso cotidiano, apesar dos mundos digitais que insistem em invadir nossas vidas”, completa.</p>
<p><strong>PESQUISA –</strong> As fotografias foram produzidas durante pesquisa com o mesmo nome da exposição – viabilizada pelo Funcultura (2016/2017). O trabalho foi realizado no Recife, na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão; e na Nigéria, no Senegal e Benin, países do continente africano.</p>
<p>Após esta etapa itinerante, a mostra chega ao Recife em novembro, na Galeria Arte Plural.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Exposição Árvore da Vida (@arvoredapalavra)<br />
Por Roberta Guimarães (@roberta.guimaraes.fotografia)<br />
Mais informações: arvoredapalavraexpo@gmail.com</p>
<p><strong>Etapa itinerante</strong></p>
<p><strong>Brejão (Agreste)</strong><br />
Local: Quilombo Curiquinha dos Negros | Terreiro de Marina<br />
17 a 21/7 – exposição<br />
18 e 19/7 &#8211; oficina</p>
<p><strong>Afogados da Ingazeira (Sertão)</strong><br />
Local: Praça Monsenhor Alfredo de Arruda Câmara<br />
24 a 28/7 – exposição<br />
25 e 26/7 – oficina</p>
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