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	<title>Portal Cultura PE &#187; fotografias</title>
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		<title>Fotógrafo recifense retrata cultura das feiras pernambucanas em exposição na Paraíba</title>
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		<pubDate>Fri, 30 May 2025 14:08:34 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_118192" aria-labelledby="figcaption_attachment_118192" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1.jpeg"><img class="size-medium wp-image-118192" alt="Foto: Iezu Kaeru / Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/05/FEIRA-DA-QUINTA-IEZU-KAERU-1-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Iezu Kaeru / Divulgação</p></div>
<p>Assinada pelo artista visual e multimídia Iezu Kaeru, “Feira da Quinta” chega na Paraíba, no Centro de Arte Contemporânea da UFPB em João Pessoa, nesta sexta-feira (30), com abertura às 15h. A exposição traz registros fotográficos e sensoriais das feiras livres de Pernambuco, especialmente da Feira da Quinta, em Garanhuns, da Feira de Beberibe e do Mercado de São José, no Recife. O projeto conta com incentivo do Funcultura, por meio da Fundação do Patrimônio Histórico (Fundarpe) e da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE).</p>
<p>Nesta exposição, Iezu presta homenagem aos trabalhadores de feiras e mercados públicos do Brasil, com quem teve contato entre uma andança e outra, nas negociações e vivências realistas e viscerais, intensificando sua relação humana e artística em mais de 15 anos de envolvimento com as feiras livres, onde registrou momentos e contou histórias com suas lentes.</p>
<p>Sob a curadoria da fotógrafa e escritora Ana Lira, “Feira da Quinta” reúne imagens em diferentes formatos ampliadas em fine art, que provocam reflexões sobre a fotografia contemporânea brasileira, proporcionando experiência sensorial e promovendo diálogos entre repertórios culturais distintos. O projeto ainda pretende explorar o hibridismo de suportes e linguagens na documentação do cotidiano criando conexões entre histórias, lugares e personagens.</p>
<p><strong>IMERSÃO </strong></p>
<p>“Feira da Quinta”, além dos registros fotográficos expostos, ainda conta com uma instalação sonora-sensorial-multimídia, que reproduz, ininterruptamente, sonoridades captadas e vídeos artísticos produzidos nas feiras, ampliando o caráter interativo da obra.</p>
<p><strong>Serviço: </strong></p>
<p><strong>Exposição fotográfica ‘Feira da Quinta’, de Iezu Kaeru e Curadoria de Ana Lira</strong></p>
<p>Abertura: 30 de maio (sexta-feira), 15h</p>
<p>Visitação: 30 de maio a 30 de junho</p>
<p>Horário de funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h</p>
<p>Endereço: Núcleo de Arte Contemporânea UFPB I Av. Trincheiras 275, Centro, João pessoa &#8211; PB</p>
<p><em>Entrada gratuita &#8211; Classificação Livre</em></p>
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		<title>Psicóloga Ângela Farias lança livro no Pasárgada</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 16:05:50 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_106611" aria-labelledby="figcaption_attachment_106611" class="wp-caption img-width-323 alignnone" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/A-escritora-e-psicóloga-Ângela-Farias.jpg"><img class="size-medium wp-image-106611" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/11/A-escritora-e-psicóloga-Ângela-Farias-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">A escritora e psicóloga Ângela Farias</p></div>
<p>Este sábado (25), no Espaço Pasárgada (Rua da União, nº 263, bairro da Boa Vista, Recife), a partir das 15h, ocorre o lançamento do livro <em>O Corpo como Metáfora</em>, da psicóloga Ângela Farias.<br />
&#8220;<em>O Corpo como Metáfora</em> nasceu de meus próprios atravessamentos, minhas dores, das vivências de um corpo que, durante muito tempo, se expressou através de violentos processos de somatização. Mas esse mesmo corpo encontrou caminhos para ressignificar sua existência e descobriu, em si, uma potência criativa através de outras linguagens, como o prazer, a alegria e a autocura&#8221;, lembra a autora.<br />
Na primeira parte do livro, Ângela Farias traz conceitos, informações e nortes sobre o corpo humano para a ciência. Apresenta o corpo numa perspectiva social, histórica e cultural que transcende a concepção biológica. Considerando as diversas linguagens do corpo que comunica, faz um recorte abordando a psicossomática, área da saúde que estuda o adoecimento a partir da inter-relação entre emoções e sintomas físicos e/ou psíquicos.<br />
Na segunda parte, a partir de um recorte autobiográfico, a psicóloga traz os caminhos tortuosos que trilhou, a ponto de viver adoecidamente por quase quatro décadas. Ela reflete sobre esses caminhos e cita como o eu-corpo comunicou, por vezes colapsando, padecendo, doendo, durante a fase que supostamente se goza de mais saúde: a juventude.<br />
E, na terceira e última parte, também de uma perspectiva autobiográfica, Ângela apresenta os caminhos que a fizeram resgatar a saúde numa perspectiva integral. &#8220;Resgatar a saúde passa por construir uma relação muito diferente com esse corpo que não é meu, pois eu não tenho um corpo, eu sou esse corpo e ele sou eu&#8221;, explica. &#8220;Partilho como tem se dado meu processo de autorresgate tendo como matriz o<br />
autoconhecimento, irmanado com uma rede chamada Práticas Integrativas e Complementares de Saúde (Pics), além de questões de ordem mais objetiva que precisei lançar mão para usufruir de mais equilíbrio no meu existir&#8221;, completa.<br />
O evento de lançamento do livro <em>O Corpo como Metáfora</em> conta ainda com a apresentação do monólogo <em>Medusa</em>, com a atriz Fabiana Pirro; exposição de fotografias em tecidos de Carine Wallauer; exposição de ilustrações de Carol Nascindin; e música com Rodrigo Avelino e Joana Vitória, que compõem o dueto Unoduo.<br />
Além de escritora e psicóloga, Ângela Farias é advogada, psicoterapeuta com formação em Gestalt-Terapia, facilitadora de grupos, possui formação em constelações familiares, especialista em gestão e controle social de políticas públicas, fundadora e diretora da ONG Teceranda Mulher, Arte &amp; Memória e pós-graduanda em gestão de negócios e em conciliação e mediação de conflitos.</p>
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		<title>Ramsés Marçal abre exposição na Galeria Amparo 60</title>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2018 21:41:36 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_61080" aria-labelledby="figcaption_attachment_61080" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00235-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-large wp-image-61080" alt="Chico Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00235-1_Easy-Resize.com_-800x600.jpg" width="800" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">A exposição é composta por por fotografias, desenhos, esculturas, música e vídeos.</p></div>
<p>Após a morte de seu pai em 2015, o pernambucano Ramsés Marçal iniciou um longo processo de investigação sobre a dor e a solidão provocadas pela perda. O resultado desse estudo interno é a exposição “ContraPeso”, que tem abertura neste sábado (2), a partir das 17h, na Galeria Amparo 60. Até o dia 23 de junho, o espaço será ocupado por fotografias, desenhos, esculturas, música e vídeos que retratam o vazio e o sofrimento vividos pelo artista plástico durante o luto.</p>
<p>Ex-aluno da Florence Academy, na Itália, e da Faculdade de Belas Artes de São Paulo, Ramsés viveu durante 15 anos na capital paulista. O retorno para Pernambuco acentuou os sentimentos provocados pela perda e inspirou a nova mostra. “<em>Em 2017, morando um tempo no sertão de Pernambuco, na cidade de Floresta, onde desenvolvia um trabalho, comecei a formatar ‘ContraPeso’, em meio a solidão e a embriaguez de um ambiente árido e hostil; foi quando me aprofundei nas leituras e entrelinhas sobre a vida e a dor. &#8216;ContraPeso&#8217; começou então a se concretizar e a dialogar com as divergências entre Schopenhauer e Nietzsche acerca da dor e do niilismo</em>”, explica ele, que atua entre artes plásticas e design.</p>
<div id="attachment_61081" aria-labelledby="figcaption_attachment_61081" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Chico Barros</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00390-final-jmedia-1_Easy-Resize.com_.jpg"><img class="size-large wp-image-61081" alt="Chico Barros" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/05/180502-Ramses-Porcos-00390-final-jmedia-1_Easy-Resize.com_-800x545.jpg" width="800" height="545" /></a><p class="wp-caption-text">As obras trazem referências da filosofia alemã para uma simbologia mais tropical.</p></div>
<p>Os fragmentos de inspiração nos pensadores europeus encontrou, na análise do cineasta Hilton Lacerda, autor dos textos de apresentação, uma simbologia mais tropical. “<em>Ramsés trouxe a filosofia alemã para decifrar seu ContraPeso. E tivemos poucas e boas conversas, e achei mais interessante manter-me embriagado que direcionado. Mas estava tudo ali. E me dei conta que faltava uma incômoda melancolia tropical. E foi aí que rapidamente os sururus de Graciliano Ramos saltaram da lama no entorno das palafitas; assim como João Cabral e sua educação. E choveu montes de possibilidades. E haja janelas e portas e vielas</em>”, observa.</p>
<p>Neste cenário, são compostas algumas das obras da exposição. Ao todo são sete fotos grandes p&amp;b em papel algodão, dois desenhos, uma escultura e quatro vídeos. Uma das obras mais emblemáticas da Exposição, a escultura ContraPeso, foi feita com suporte de madeira freijó, cabos de pesca misturados com couro na cor café, coração de couro e tecidos na cor café, costurados com linhas pretas de espessuras variadas.</p>
<p>Além dos textos de Hilton, a exposição também contou com incentivo da DJ Lalak, vídeos de Marcelo Lacerda, fotografias de Chico Barros e trilha sonora de Bernardo Vieira. A mostra também inicia o projeto Veraneio, cujo foco são exibições de artistas que não façam parte do seu casting.</p>
<p><b>SERVIÇO</b><br />
Exposição “ContraPeso”, de Ramsés Marçal<br />
Quando: abertura em 2 de junho, a partir das 17h. Visitação até o dia 23 de junho.<br />
Onde: Galeria Amparo 60 (Rua Artur Muniz, 82. Primeiro andar, salas 13/14)<br />
Entrada Gratuita</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Projeto lança vídeos, fotografias e áudios do quilombo indígena Tiririca dos Crioulos</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Jun 2015 20:12:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_26379" aria-labelledby="figcaption_attachment_26379" class="wp-caption img-width-472 alignnone" style="width: 472px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg"><img class="size-full wp-image-26379 " alt="Cícera Francisca / Direitos Reservados" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/06/pretosvelhos.jpg" width="472" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Casal de preto-velho do Centro Espírita Preto-Velho Canzuá do Velho Xangô, um dos museus da comunidade. Crédito da foto: Cícera Francisca / Direitos Reservados</p></div>
<p>O projeto <strong><a href="http://facebook.com/doburacoaomundo" target="_blank">&#8220;Do Buraco ao Mundo: segredos, rituais e patrimônio de um quilombo-indígena&#8221;</a></strong> lança os seus primeiros resultados em áudio, vídeo e fotografias nesta quinta-feira (18/06), durante o <a href="https://www.facebook.com/events/675873969206230/" target="_blank"><strong>&#8220;Seminário Quilombos, estudos antropológicos e regularização territorial&#8221;</strong></a>, realizado no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O projeto de formação cultural é realizado junto à comunidade Tiririca dos Crioulos, considerada um &#8220;quilombo indígena&#8221; e localizada na zona rural de Carnaubeira da Penha, no Sertão pernambucan. A iniciativa é coordenada pelos professores Larissa Isidoro e Nivaldo Léo Neto, com o incentivo do Funcultura, Governo de Pernambuco. <strong><em>Assista ao vídeo teaser <a href="https://vimeo.com/doburacoaomundo/teaserlancamentoobrasufpe" target="_blank">AQUI</a>.</em></strong></p>
<p>Entre as obras que serão apresentadas na exposição, estão uma coletânea de áudios que envolvem os benditos e linhas de toré e gira da comunidade, que está sendo chamada &#8220;Documento Sonoro&#8221;, já que se trata de um registro do patrimônio cultural de Tiririca dos Crioulos. Durante o evento, também haverá uma mostra fotográfica e a exibição de vídeos, frutos de oficinas de formação em audiovisual. As obras foram criadas com a participação dos tiririqueiros, membros da comunidade. A partir das 9h, os participantes podem conferir a mostra fotográfica e escutar algumas faixas de áudio. Às 17h30, serão exibidos os vídeos produzidos, seguida de roda de diálogo com os integrantes do projeto que irão compartilhar experiências. A exposição é realizada em parceria com o Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade (NEPE-UFPE).</p>
<p>O projeto pretende futuramente realizar outras mostras itinerantes em outros espaços, com a previsão de lançamento de livro didático, blog e mais vídeos. O conteúdo produzido durante o projeto está sendo disponibilizado no site <strong><a href="http://www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos" target="_blank">www.culturadigital.br/tiriricadoscrioulos</a></strong>, com o objetivo de ser um acervo dos bens culturais da comunidade.</p>
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		<title>&#8216;Futebol Arte&#8217; chega à cidade de Pesqueira</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Aug 2014 13:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/VAI-DE-CABECA_JESUEL-SANTANA.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-12716" alt="Jesuel Santana" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/08/VAI-DE-CABECA_JESUEL-SANTANA-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Moradores e visitantes de Pesqueira, no Agreste Central, podem conferir a partir desta terça-feira (26) uma exposição fotográfica que está percorrendo todo o estado: a &#8220;Futebol Arte&#8221;.</p>
<p>A mostra reúne todas as imagens vencedoras do VII Concurso de Fotografias Pernambuco Nação Cultural, realizado em 2013 pela Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p>A proposta foi premiar imagens que traduzissem a forte relação entre o futebol e os valores culturais da nossa sociedade. Esta edição do Concurso contou com a participação de fotógrafos profissionais e amadores nascidos em Pernambuco, ou moradores do estado há, pelo menos, um ano. Cada um recebeu prêmio no valor de R$ 5 mil pelos trabalhos, que estão circulando com a programação do Festival Pernambuco Nação Cultural.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<em>Exposição &#8220;Futebol Arte&#8221; &#8211; VII Concurso de Fotografias Pernambuco Nação Cultural</em><br />
De 26/8 a 8/9<br />
Academia Pesqueirense de Letras e Artes</p>
<p><strong>Confira Álbum com as Fotografias selecionadas: <a href="http://bit.ly/1wwCptF" target="_blank">http://bit.ly/1wwCptF</a></strong><br />
&#8220;Vai de cabeça&#8221;, de Jesuel Santana<br />
&#8220;Futebol na Tiririca dos crioulos II&#8221;, de Eric Gomes<br />
&#8220;Pelada aquática&#8221;, de Gil Vicente<br />
&#8220;Campo d’água&#8221;, de Hélia Scheppa<br />
&#8220;Areia de praia 2&#8243;, de Mateus Sá<br />
&#8220;Onde a coruja dorme&#8221;, de Yuri Rabid<br />
&#8220;Na sombra da bola&#8221;, de Beto Figueiroa<br />
&#8220;O pênalti&#8221;, de Isaías Belo<br />
&#8220;Minha bola minha vida&#8221;, de Guga Matos<br />
&#8220;O barreiro&#8221;, de Alexandre Lopes<br />
&#8220;Chão de Estrelas – futebol em Campina do Barreto&#8221;, de Chico Peixoto<br />
&#8220;Monumento ao futebol&#8221;, de Vicente Eduardo Lima Barbosa Filho</p>
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