<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Portal Cultura PE &#187; fotógrafo</title>
	<atom:link href="http://www.cultura.pe.gov.br/tag/fotografo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.cultura.pe.gov.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Tue, 05 May 2026 14:17:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.5.1</generator>
		<item>
		<title>Fotógrafa pernambucana celebra 300 anos do maracatu rural com exposição no Cais do Sertão</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fotografa-pernambucana-celebra-300-anos-do-maracatu-rural-com-exposicao-no-cais-do-sertao/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/fotografa-pernambucana-celebra-300-anos-do-maracatu-rural-com-exposicao-no-cais-do-sertao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 16:32:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[PNAB PE]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=119570</guid>
		<description><![CDATA[A capital pernambucana será vitrine de uma viagem pela memória e pela cultura popular. Na próxima terça-feira (12/8), o Cais do Sertão, equipamento cultural localizado no Bairro do Recife, abre as portas para receber a estreia da mostra “De Cambinda ao Maracatu: Na Mata tem Brinquedo”, primeira exposição individual da fotógrafa Cláudia Dalla Nora. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_119571" aria-labelledby="figcaption_attachment_119571" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Claudia Dalla Nora/Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-08-at-13.29.26.jpeg"><img class="size-medium wp-image-119571" alt="Foto: Claudia Dalla Nora/Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/08/WhatsApp-Image-2025-08-08-at-13.29.26-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fotógrafa pernambucana celebra 300 anos do maracatu rural com exposição no Cais do Sertão</p></div>
<p dir="ltr">A capital pernambucana será vitrine de uma viagem pela memória e pela cultura popular. Na próxima terça-feira (12/8), o Cais do Sertão, equipamento cultural localizado no Bairro do Recife, abre as portas para receber a estreia da mostra “De Cambinda ao Maracatu: Na Mata tem Brinquedo”, primeira exposição individual da fotógrafa Cláudia Dalla Nora. A mostra é gratuita e fica aberta até 12 de setembro. O evento antecede o Dia do Patrimônio Histórico e Cultural, comemorado na quinta-feira, (17/8). A exposição tem incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe, por meio dos recursos da PNAB – PE (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura em Pernambuco).</p>
<p dir="ltr">O maracatu de baque solto, também chamado rural, nasceu no século XVIII entre populações negras escravizadas e seus descendentes, no interior de Pernambuco. Essa manifestação mistura elementos africanos, indígenas e europeus. É um rito coletivo que atravessa gerações e permanece vivo como patrimônio cultural.</p>
<p dir="ltr">No espaço expositivo, o público entrará em contato com essa herança, reconhecida pelo Iphan como Patrimônio Cultural do Brasil. As imagens, captadas pela fotógrafa, nas cidades de Nazaré da Mata &#8211; Capital Estadual do Maracatu Rural, Tracunhaém e Buenos Aires, revelam a força de uma cultura que transforma dor em dança, barro em altar e suor em poesia.</p>
<p dir="ltr">A exposição reúne 41 fotografias, inéditas, divididas entre cores vibrantes e tons em preto e branco. Os registros mostram ensaios, cortejos e encontros comunitários. Entre elas, estão imagens do Encontro de Maracatus do Engenho Bringa, em Tracunhaém, considerado um dos principais espaços da tradição na Zona da Mata Norte.</p>
<p dir="ltr">A mostra, resultado da pesquisa e imersão da fotógrafa, busca apresentar, também,  o dia a dia da convivência cultural dos mestres e brincantes. “Se o maracatu desfila para não esquecer, eu fotografo para lembrar”, afirma a artista, que usa a fotografia como linguagem de memória e resistência.</p>
<p dir="ltr">Durante a visitação ao local, moradores, turistas e visitantes, serão convidados a realizarem uma travessia sinestésica. No espaço, que recebeu a curadoria da produtora cultural, Gisele Carvallo,  será possível perceber as fotografias posicionadas de modo a flutuar em tecidos rústicos, como velas ao vento. Figurinos da agremiação, confeccionados à mão, e de forma artesanal, pelos próprios artesãos, brincantes e folgasões, revelam detalhes que carregam memórias de gerações. Versos de loas nas paredes marcam o compasso do ambiente, que pulsa como o toque dos chocalhos.</p>
<p dir="ltr">A exposição é ambientada com tecnologia sonora. As vozes de mestres e mestras também poderá ser contemplada pelas pessoas que vão passar por lá. A ideia é possibilitar que o público tenha a oportunidade de apreciar a sonoridade das poesias populares que dialogam com as imagens. &#8220;Essa interação é para criar a sensação de que o visitante sinta-se parte da brincadeira popular, caminhando no ritmo do maracatu&#8221;, contou Claudia.</p>
<p dir="ltr">Além dessas novidades, a exposição terá, ainda, a possibilidade de transmitir cheiros da vegetação canavieira, e que contribuem para cultura do maracatu, a exemplo de terra molhada, galhos de arruda, entre outras especiarias.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/fotografa-pernambucana-celebra-300-anos-do-maracatu-rural-com-exposicao-no-cais-do-sertao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira é inaugurada no ritmo do maracatu na Torre Malakoff</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-seja-noite-seja-dia-meu-corpo-gira-e-inaugurada-no-ritmo-do-maracatu-na-torre-malakoff/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-seja-noite-seja-dia-meu-corpo-gira-e-inaugurada-no-ritmo-do-maracatu-na-torre-malakoff/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 15:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Galeria de Imagens]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alcir Lacerda]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Encanto do Pina]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[July B.]]></category>
		<category><![CDATA[Maracatu]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>
		<category><![CDATA[vernissagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114597</guid>
		<description><![CDATA[Foi inaugurada na noite desta quinta-feira (21), no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife), a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. O vernissage contou com apresentação da Nação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Foi inaugurada na noite desta quinta-feira (21), no Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife), a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. O vernissage contou com apresentação da Nação do Maracatu Encanto do Pina, da comunidade do Bode, da Zona Sul do Recife, na qual o fotógrafo é um dos percussionistas. A abertura da mostra para o público acontece nesta sexta-feira (22) e vai até o dia 10 de fevereiro de 2025. A visitação ocorre de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h.</p>
<p>O objetivo da Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff – Edital Concurso nº 001/2024 é premiar artistas pernambucanos da área de imagem com a finalidade de divulgar a produção fotográfica consolidando a linguagem e ampliando o acesso do público àquele equipamento cultural. Mestre da fotografia em preto e branco, o hopmenageado deixa saudade desde 2021, quando faleceu, aos 84 anos de idade. Como tributo, a Torre Malakoff possui uma sala em seu nome e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou o edital de ocupação desse espaço que reverbera a memória e o legado do pernambucano Alcir Lacerda.</p>
<p>“A inspiração para Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira surgiu de um estudo sobre fotografia experimental e como esses registros das manifestações culturais reverberam em mim, como pessoa negra e na minha identidade enquanto pessoa trans&#8221;, afirma July B. &#8220;As fotos surgem desse lugar de movimento, pensando o movimento do meu corpo enquanto fotógrafo. Torna-se especial, bastante afetivo, também, que as imagens clicadas sejam uma extensão do meu corpo, do meu movimento no mundo&#8221;, conta.</p>
<p>A exposição é ainda, de acordo com o autor, um resgate ancestral. &#8220;Enquanto estava no processo de captura as imagens foram aparecendo e então entendi de fato o que estava procurando. As fotografias refletem a performance do ato de fotografar e registrar, como também reflete em mim a forma como meu corpo se move diante da imagem e como ele recebe o que registro. Apesar da vontade de capturar o tempo, sei que é impossível, por isso, evidencio os rastros, as manchas, e as evidencio em pós-produção&#8221;, explica.</p>
<p>July B. lembra ainda que a exposição, homônima a seu trabalho de conclusão de curso, surgiu muito rapidamente. &#8220;Para mim não há lugar, pessoa, ou divindade maior do que Exu. Ele é a força motriz de meus trabalhos pessoais e profissionais. Muitos dos movimentos que ele proporciona, nessa dança circular, nomeia a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira. Neste movimento circular, não há começo, meio, fim, e sim a energia. Sem maracatu não há como pensar nos terreiros de candomblé e jurema&#8221;, ressalta.</p>
<p>&#8220;As imagens de July Batista, que compõem o ensaio Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira são moventes&#8221;, analisa a curadora Fernanda Capibaribe. &#8220;Movem-se no espaço-tempo, no interstício entre memórias de infância do fotógrafo e sua posterior (con)vivência com o Maracatu Encontro do Pina. Olhando para as fotos, penso no que Leda Maria Martins vai nominar como corpo-tela, em que, para além da imagem material, vemos transbordar sua característica icônica, em sons, em movimento, em vestes, em gesto. O ato de ver, aqui, não apanha apenas a aparência, mas algo mais profundo, que está entre nós e essa aparência, uma trama na qual os entornos do sujeito-memória e do maracatu são entrelaçados&#8221;, observa.</p>
<p>July Batista, ou simplesmente July B., é fotógrafo e produtor cultural. Na fotografia atua nos registros de manifestações culturais e nos rituais dos terreiros de candomblé e de jurema, em que elabora estudos sobre o movimento dos corpos racializados nesses espaços, que interliga diretamente a seu resgate identitário. Preocupa-se nesse campo com as rasuras da fotografia digital buscando também outros meios, como a filosofia e o audiovisual, para contracolonizar os resultados esperados fazendo do erro um processo de experimentação.</p>
<p><strong>OBSERVATÓRIO CULTURAL -</strong> A Torre Malakoff é um importante monumento tombado pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-seja-noite-seja-dia-meu-corpo-gira-e-inaugurada-no-ritmo-do-maracatu-na-torre-malakoff/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Torre Malakoff inaugura exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, de July B.</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-inaugura-exposicao-seja-noite-seja-dia-meu-corpo-gira-de-july-b/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-inaugura-exposicao-seja-noite-seja-dia-meu-corpo-gira-de-july-b/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 19:59:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Espaços culturais]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alcir Lacerda]]></category>
		<category><![CDATA[artes visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Bairro do Recife]]></category>
		<category><![CDATA[concurso]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Edital]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[July B.]]></category>
		<category><![CDATA[ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
		<category><![CDATA[Secult-PE]]></category>
		<category><![CDATA[Torre Malakoff]]></category>

		<guid isPermaLink="false">https://www.cultura.pe.gov.br/?p=114571</guid>
		<description><![CDATA[O Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife) inaugura, nesta quinta-feira (21), às 18h, a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. A abertura para o público acontece nesta sexta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card_expo-july-b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-114572" alt="Secult-PE/Fundarpe" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/11/card_expo-july-b-388x486.jpg" width="388" height="486" /></a></p>
<p>O Observatório Cultural Torre Malakoff (Praça do Arsenal da Marinha, s/nº, Bairro do Recife) inaugura, nesta quinta-feira (21), às 18h, a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira, do artista visual July B. O ensaio foi o grande vencedor do edital Ocupação da Sala Alcir Lacerda. A abertura para o público acontece nesta sexta-feira (22) e vai até o dia 10 de fevereiro de 2025. A visitação ocorre de terça a sexta-feira, das 10h às 17h; e aos domingos, das 14h às 18h.</p>
<p>O objetivo da Ocupação da Sala Alcir Lacerda do Observatório Cultural Torre Malakoff – Edital Concurso nº 001/2024 é premiar artistas pernambucanos da área de imagem com a finalidade de divulgar a produção fotográfica consolidando a linguagem e ampliando o acesso do público àquele equipamento cultural. Mestre da fotografia em preto e branco, o homenageado deixa saudade desde 2021, quando faleceu, aos 84 anos de idade. Como tributo, a Torre Malakoff possui uma sala em seu nome e o Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe), lançou o edital de ocupação desse espaço que reverbera a memória e o legado do pernambucano Alcir Lacerda.</p>
<p>“A inspiração para Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira surgiu de um estudo sobre fotografia experimental e como esses registros das manifestações culturais reverberam em mim, como pessoa negra e na minha identidade enquanto pessoa trans&#8221;, afirma July B. &#8220;As fotos surgem desse lugar de movimento, pensando o movimento do meu corpo enquanto fotógrafo. Torna-se especial, bastante afetivo, também, que as imagens clicadas sejam uma extensão do meu corpo, do meu movimento no mundo&#8221;, conta.</p>
<p>A exposição é ainda, de acordo com o autor, um resgate ancestral. &#8220;Enquanto estava no processo de captura as imagens foram aparecendo e então entendi de fato o que estava procurando. As fotografias refletem a performance do ato de fotografar e registrar, como também reflete em mim a forma como meu corpo se move diante da imagem e como ele recebe o que registro. Apesar da vontade de capturar o tempo, sei que é impossível, por isso, evidencio os rastros, as manchas, e as evidencio em pós-produção&#8221;, explica.</p>
<p>July B. lembra ainda que a exposição, homônima a seu trabalho de conclusão de curso, surgiu muito rapidamente. &#8220;Para mim não há lugar, pessoa, ou divindade maior do que Exu. Ele é a força motriz de meus trabalhos pessoais e profissionais. Muitos dos movimentos que ele proporciona, nessa dança circular, nomeia a exposição Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira. Neste movimento circular, não há começo, meio, fim, e sim a energia. Sem maracatu não há como pensar nos terreiros de candomblé e jurema&#8221;, ressalta.</p>
<p>&#8220;As imagens de July Batista, que compõem o ensaio Seja Noite, Seja Dia, Meu Corpo Gira são moventes&#8221;, analisa a curadora Fernanda Capibaribe. &#8220;Movem-se no espaço-tempo, no interstício entre memórias de infância do fotógrafo e sua posterior (con)vivência com o Maracatu Encontro do Pina. Olhando para as fotos, penso no que Leda Maria Martins vai nominar como corpo-tela, em que, para além da imagem material, vemos transbordar sua característica icônica, em sons, em movimento, em vestes, em gesto. O ato de ver, aqui, não apanha apenas a aparência, mas algo mais profundo, que está entre nós e essa aparência, uma trama na qual os entornos do sujeito-memória e do maracatu são entrelaçados&#8221;, observa.</p>
<p>July Batista, ou simplesmente July B., é fotógrafo e produtor cultural. Na fotografia atua nos registros de manifestações culturais e nos rituais dos terreiros de candomblé e de jurema, em que elabora estudos sobre o movimento dos corpos racializados nesses espaços, que interliga diretamente a seu resgate identitário. Preocupa-se nesse campo com as rasuras da fotografia digital buscando também outros meios, como a filosofia e o audiovisual, para contracolonizar os resultados esperados fazendo do erro um processo de experimentação.</p>
<p><strong>OBSERVATÓRIO CULTURAL -</strong> A Torre Malakoff é um importante monumento tombado pela Fundarpe, localizado no Bairro do Recife, área tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan). Foi construído no século 19, com materiais provenientes da demolição do Forte do Bom Jesus, para servir como observatório astronômico e portão monumental do Arsenal da Marinha. O caráter militar da obra está presente em sua fachada e na simetria de sua planta lembrando também mesquitas do Oriente.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/torre-malakoff-inaugura-exposicao-seja-noite-seja-dia-meu-corpo-gira-de-july-b/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>No Cais do Sertão, exposição &#8220;Japonésia&#8221; conta visitas mediadas neste mês de julho</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/no-cais-do-sertao-exposicao-japonesia-conta-visitas-mediadas-neste-mes-de-julho/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/no-cais-do-sertao-exposicao-japonesia-conta-visitas-mediadas-neste-mes-de-julho/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 18:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Serviço Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Cais do Sertão]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[Japan House]]></category>
		<category><![CDATA[japonês Naoki Ishikawa]]></category>
		<category><![CDATA[Japonésia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=95208</guid>
		<description><![CDATA[Neste mês de férias de julho, a Japan House São Paulo e o Museu Cais do Sertão promoverão visitas mediadas à exposição Japonésia, do fotógrafo japonês Naoki Ishikawa, às quartas e quintas durante o mês de julho. As visitações guiadas serão conduzidas pela equipe do educativo da exposição nos dias 13, 14, 20, 21, 27 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/JAPONÉSIA-059.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-95210" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/07/JAPONÉSIA-059-607x382.jpg" width="607" height="382" /></a></p>
<p>Neste mês de férias de julho, a Japan House São Paulo e o Museu Cais do Sertão promoverão visitas mediadas à exposição Japonésia, do fotógrafo japonês Naoki Ishikawa, às quartas e quintas durante o mês de julho. As visitações guiadas serão conduzidas pela equipe do educativo da exposição nos dias 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de julho, em duas sessões: às 11h e às 15h. A participação é livre, sendo necessário somente a presença na área expositiva nos dias e horários programados.</p>
<p>Concebida e apresentada pela Japan House São Paulo pela primeira vez em 2020, a individual de Naoki Ishikawa &#8211; considerado um dos artistas mais relevantes no cenário atual da fotografia no Japão &#8211; reúne 74 fotografias que lançam luzes sobre mais de 20 ilhas do arquipélago japonês, propondo uma verdadeira expedição por um Japão plural e enfatizando a relação intrínseca do país com a natureza, focando em elementos como mar e Monte Fuji. Este último, possui um núcleo exclusivo na mostra com fotografias que são fruto de uma escalada que o artista realizou em 2008. O nome Japonésia, a propósito, deriva de um termo criado pelo escritor japonês Toshio Shimao, com a intenção de enfatizar a configuração de seu país como um arquipélago.</p>
<p><strong>Naoki Ishikawa</strong> é conhecido por trazer um olhar singular para a interação entre a natureza e a presença humana e seus traços culturais nesses locais. As fotografias que compõem a exposição foram impressas no Japão sob o método direto do negativo para o papel, sem passar pela digitalização, o que destaca ainda mais as cores originais das fotografias. A expografia ainda inclui áudios gravados a partir de textos escritos pelo próprio artista, aproximando o público de Naoki Ishikawa, que traz uma dimensão afetiva e geográfica para cada um dos conjuntos de fotografias exibidos. Dentro do programa JHSP Acessível, a exposição Japonésia conta com um webapp com recursos de audiodescrição e videolibras com legenda. O conteúdo pode ser acessado via QR Code disponível no espaço expositivo.</p>
<p>Em cartaz no Museu Cais do Sertão até 28 de agosto, a exposição Japonésia em Recife é uma realização da Japan House São Paulo com o Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Turismo e Lazer, Empetur e Cais do Sertão, com o com apoio do Consulado Geral do Japão em Recife. Desde 2021, para ampliar a difusão da cultura japonesa, a Japan House São Paulo tem intensificado seu programa de itinerância de exposições por meio de parcerias inéditas com instituições do Brasil e América Latina.</p>
<p><strong>Sobre Naoki Ishikawa</strong><br />
Nascido em Tóquio, Japão, em 1977, Naoki Ishikawa é fotógrafo, bacharel em artes plásticas pela Escola de Humanidades e Ciências Sociais da Universidade de Waseda, tendo ainda obtido as titulações de mestre e doutor pela Universidade de Tóquio. Realizou exposições em países como França, Itália, Alemanha e Canadá e reúne uma série de prêmios por suas fotografias, tendo sido laureado pela The Photographic Society of Japan em 2008 na categoria de Artista Emergente e, em 2020, na categoria Lifetime Achievement Award, voltada para profissionais que produziram um notável trabalho fotográfico ao longo do tempo. Suas obras integram coleções públicas de instituições, como Museum of Contemporary Art Tokyo (Tóquio, Japão), Shanghai Institute of Visual Arts (Xangai, China), Cleveland Clinic (Ohio, Estados Unidos), entre outras.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Visitas guiadas Exposição Japonésia<br />
Onde: Museu Cais do Sertão (Av. Alfredo Lisboa, Armazém 10, Bairro do Recife &#8211; Recife/PE)<br />
Visitas guiadas: 13, 14, 20, 21, 27 e 28 de julho (quartas e quintas-feiras), às 11h e 15h<br />
Valor: R$ 10 (inteira) / R$ 5 (meia-entrada). Acesso gratuito às terças-feiras</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/no-cais-do-sertao-exposicao-japonesia-conta-visitas-mediadas-neste-mes-de-julho/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Thiago França abre suas janelas fotográficas pelas ruas recifenses</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/thiago-franca-abre-suas-janelas-fotograficas-pelas-ruas-recifenses/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/thiago-franca-abre-suas-janelas-fotograficas-pelas-ruas-recifenses/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2014 19:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[fotógrafo]]></category>
		<category><![CDATA[janelas fotográficas]]></category>
		<category><![CDATA[projeto]]></category>
		<category><![CDATA[Recife]]></category>
		<category><![CDATA[ruas]]></category>
		<category><![CDATA[thiago frança]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cultura.pe.gov.br/?p=18767</guid>
		<description><![CDATA[&#8220;O que é isso na minha parede? Pode retirar agora!&#8221;, disse assustado um morador da cidade de Goiana (na Zona da Mata pernambucana) ao fotógrafo Thiago França assim que viu pendurada, em seu muro, uma janela com várias imagens inseridas. Embora estivesse trabalhando há vários meses naquelas intervenções artísticas, França ficou surpreso com a reação [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O que é isso na minha parede? Pode retirar agora!&#8221;, disse assustado um morador da cidade de Goiana (na Zona da Mata pernambucana) ao fotógrafo Thiago França assim que viu pendurada, em seu muro, uma janela com várias imagens inseridas. Embora estivesse trabalhando há vários meses naquelas intervenções artísticas, França ficou surpreso com a reação afobada do dono da casa e, meio sem saber o que dizer, decidiu descer da escada e tentar explicar de que se tratava seu projeto. &#8220;Como o <em>Do Outro Lado</em> tem a finalidade de se integrar à geografia da cidade, temos que bolar algo que suporte bem as intempéries do clima. E, naquele momento, isso significaria que teríamos muito mais trabalho para remover a estrutura da parede do que para finalizá-la. Para acalmá-lo, pisquei para o meu ajudante e pedi que ele &#8220;retirasse&#8221; tudo o que havíamos feito até ali, tal qual o senhor havia pedido. Depois de uns 15 minutos de conversa, ele não só permitiu que a obra ficasse na fachada de sua residência, como me indicou locais que deram muito mais visibilidade ao meu trabalho na cidade&#8221;, contou o artista ao <strong>Cultura.PE</strong> sobre as surpresas que teve ao longo deste ano, com a sua iniciativa de espalhar arte em &#8220;espaços esquecidos/desprezados&#8221; pela maioria das pessoas.</p>
<div id="attachment_18784" aria-labelledby="figcaption_attachment_18784" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca.jpg"><img class="size-medium wp-image-18784" alt="&quot;As janelas tornam-se parte dos espaços em que estão inseridas&quot;, revelou o fotógrafo" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;As janelas tornam-se parte dos espaços em que estão inseridas&#8221;, afirmou o fotógrafo</p></div>
<p>Com incentivo do Funcultura, a ação artística de Thiago chega ao Recife depois de passar por Goiana, Triunfo e Garanhuns, e convida a repensar a relação com o meio e a redescobrir a intimidade com os lugares. A ideia do projeto nasceu de maneira despretensiosa, como conta o próprio Thiago: &#8220;tenho uma mania antiga de reaproveitar materiais descartáveis que acho pela rua. Nesse caso, foi uma janela que encontrei enterrada no mangue da Rua da Aurora. Após alguns dias lá em casa, me veio a ideia de misturar as imagens que produzia com aquele objeto que havia encontrado dias antes e criar uma exposição a céu aberto, no meio urbano. Utilizando materiais ao mesmo tempo banais e valiosos, consigo suscitar o debate sobre a modificação do espaço ao abrir um portal num lugar remoto”, disse o idealizador.</p>
<p>Por onde foram deixadas, as janelas causaram diferentes reações, de surpresas a estranheza. “Comecei a buscar uma maneira de, realmente, integrar as janelas aos lugares. Torná-las parte daquilo tudo. Essa era a ideia original, que a obra de arte valorizasse aquele local através do apego das pessoas por ela. As pessoas tinham que estar envolvidas para que tudo desse certo. Tinha que ser o tipo da coisa que você simplesmente gosta, sem explicação. Era tudo muito mais simples do que eu pensei no início”, descreve o artista.</p>
<div id="attachment_18787" aria-labelledby="figcaption_attachment_18787" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-18787" alt="i" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/12/janelas-fotograficas-thiago-franca-1-607x330.jpg" width="607" height="330" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Sem revelar que sou o responsável pelas imagens, costumo conversar com as pessoas nas ruas para saber o que elas sentem e, principalmente, sondar a reação delas ao encontrar as intervenções nos espaços públicos&#8221;, contou Thiago</p></div>
<p>Na capital pernambucana, o trabalho de França poderá ser encontrado em vários pontos do centro da cidade e também em bairros mais afastados, como: Cais de Santa Rita, Mercado das Flores, Beco do Fotógrafo, Rua da União, Avenida Visconde Suassuna, Rua do Riachuelo, Rua da Aurora, Rua Mamede Simões, Avenida Dantas Barreto, Recife Antigo, Mercado de Casa Amarela, Praça da Várzea, Avenida Norte, Estação do Metrô Aeroporto Boa Viagem, Brasília Teimosa, Mercado da Encruzilhada, Cordeiro &#8211; próximo ao Hospital Getúlio Vargas, Dois irmãos &#8211; perto da UFRPE, e no Mercado da Madalena. &#8221;Quero que as pessoas se apropriem da minha arte e que ela se torne um ponto referencial nos espaços urbanos, uma vez que as obras são deixadas permanentemente nos locais em que são expostas e passam a compor a paisagem&#8221;, afirmou o artista, que pretende estender o projeto em 2015.</p>
<p><strong>Sobre o artista</strong><br />
Thiago França é fotógrafo, nasceu no Recife e viveu 17 anos no Acre. Retornou à cidade natal há 6 anos e vem fotografando o cenário Pernambuco por todo esse tempo. Em seu trabalho, busca uma reflexão sobre a relação entre o cidadão contemporâneo – para ele, cada dia mais frenético &#8211; e o meio em que vive. Vem experimentando o uso da fotografia em diferentes linguagens e, paralelamente, o reaproveitamento de materiais descartados no lixo, principalmente madeira.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>https://www.cultura.pe.gov.br/thiago-franca-abre-suas-janelas-fotograficas-pelas-ruas-recifenses/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

