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	<title>Portal Cultura PE &#187; fotolivro</title>
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		<title>Fotolivro retrata universo do trabalho informal na indústria têxtil do Agreste de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 21:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118425" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-180839-607x392.png" width="607" height="392" /></a></p>
<p dir="ltr">A versão impressa do fotolivro Ciano, Cidade propõe uma nova leitura sobre as relações de trabalho na cadeia têxtil do Agreste de Pernambuco. A obra, que tem apoio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura), retrata toda a dinâmica de produção do jeans, desde a feitura, até a comercialização das peças, nas cidades de Caruaru e Toritama, integrantes do Polo de Confecções do Agreste Pernambucano. O lançamento aconteceu no último dia 10 de junho, durante a programação do Salão de Fotografia de Pernambuco, no Fotolab-UFPE, o laboratório de fotografia dos cursos de Design e Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Centro Acadêmico do Agreste (CAA).</p>
<p dir="ltr">A publicação mergulha no universo da confecção, transformando o território imagético da indústria têxtil em debate sobre trabalho e moda. Apresenta os processos de corte, costura, lavagem e comercialização do jeans. Tem como pano de fundo os cenários quase ficcionais das facções e lavanderias de Toritama e propõe uma discussão direcionada às relações de trabalho na cadeia responsável pela produção do artigo de moda. Com narrativa equilibrada entre os discursos acadêmico e artístico, as imagens retratam as condições de trabalho dos profissionais envolvidos na fabricação do jeans, lançando um olhar para questões intrínsecas ao trabalho informal, como o acesso à direitos trabalhistas e a responsabilidade ambiental envolvida nesse tipo de indústria.</p>
<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-118427" alt="" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/06/Captura-de-tela-2025-06-13-181147-607x401.png" width="607" height="401" /></a></p>
<p dir="ltr">O livro é de autoria do coletivo homônimo, “Ciano, Cidade”, formado por 5 profissionais das áreas de fotografia, geografia, comunicação e design. Possui um caráter experimental e explora uma narrativa para além da documental, ao passo que transporta o leitor para um mundo, ao mesmo tempo, real e imaginário. Para isso, conta com fotografias de técnicas mistas: digitais, analógicas e impressas em cianotipia. A curadoria é de Daniela Bracchi, professora e pesquisadora do Núcleo de Design e Comunicação da UFPE &#8211; Centro Acadêmico do Agreste, também coordenadora Fotolab-UFPE, Laboratório de Fotografia, que estuda e desenvolve narrativas visuais.</p>
<p dir="ltr">A equipe é composta por Gabriella Ambrósio, comunicóloga de formação e fotógrafa com experiência em fotografia documental de Caruaru; Williams Pereira, Geógrafo e fotógrafo de Recife; Palloma Mendes, designer e fotógrafa de Garanhuns; Ythalla Maraysa, fotógrafa e designer de Caruaru e Dênis Torres, fotógrafo nascido em Toritama. Conta com produção executiva de Ythalla Maraysa, textos e comunicação por Daniela Bracchi e Williams Pereira e projeto gráfico da Oficina Embuá. O acesso ao livro, informações e novidades sobre o projeto podem ser encontradas no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cianocidade/">@cianocidade</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Torre Malakoff oferece programação com ações educativas para as próximas semanas</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2025 18:26:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Do fim deste mês até a terceira semana de maio, o Espaço Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; SECULT e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE, oferecerá uma programação diversa de ações educativas dedicada [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p dir="ltr"><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/52887156694_653af4f243_k.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-117443" alt="Foto: Morgana Narjara - SECULT/FUNDARPE" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2025/04/52887156694_653af4f243_k-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a></p>
<p dir="ltr">Do fim deste mês até a terceira semana de maio, o Espaço Observatório Cultural Torre Malakoff, equipamento cultural gerido pelo Governo do Estado de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura de Pernambuco &#8211; SECULT e da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco &#8211; FUNDARPE, oferecerá uma programação diversa de ações educativas dedicada a todos os públicos. Entre as atividades, estão exposições, feira, lançamento de fotolivro, oficina e roda de conversa. Todo o acesso é gratuito.</p>
<p dir="ltr">O novo cronograma cultural já inicia na próxima sexta-feira (25), às 10h, com uma visita guiada com audiodescrição pela exposição Ilha Mistério, do artista Carlos Lima, que conta com 15 fotografias feitas em película, reveladas e impressas em cianotipia &#8211; técnica de impressão fotográfica artesanal em tons azuis &#8211; inspiradas na Ilha de Itamaracá. A mostra estará aberta na sala dedicada ao mestre pernambucano da fotografia, Alcir Lacerda, no térreo. Aos interessados, um <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_xOdYYE-aK6-bxtElwzajQrntJn0LJLA44a5FRP9kaWS_qQ/viewform">formulário de inscrição</a> já está disponível.</p>
<p dir="ltr">Começando as atividades do mês de maio, no dia 04 (domingo), será a vez do anfiteatro da Torre Malakoff receber um circuito criativo com diferentes expositores. Intitulada Feira Órbita, a ação, que acontecerá das 14h às 18h, visa ser um espaço de troca, conexão e valorização da arte independente para artistas, designers e artesãos mostrarem e venderem seus trabalhos com peças autorais e acessíveis para todo o público. Destaque para o lançamento do fotolivro de Priscila Buhr, Não Reagente &#8211; obra que retrata maternidade, escolha e identidade feminina -, marcado para às 14h30 e destinado, principalmente, a mulheres, mães e crianças.</p>
<p dir="ltr">No dia 09 de maio (quinta-feira), o espaço educativo do equipamento recebe a oficina Leitura da Imagem, com André Aquino. A atividade é voltada para educadores museais e conta com 15 vagas. Aos interessados, as inscrições devem ser feitas previamente via formulário. O link para acesso pode ser encontrado através da <a href="https://www.instagram.com/torremalakoff/">página da Torre Malakoff no Instagram</a>.</p>
<p dir="ltr">Encerrando a programação, no dia 16 de maio (sexta-feira), o anfiteatro volta a receber atividades com a roda de conversa mediada por Danilo Lúcio que, junto à um músico convidado, convida o público a dialogar sobre memória musical e curadoria, tendo como referência a exposição Rock Pernambucano em 50 Capas de Discos, que já está aberta para visitação na Torre. A ação, que será aberta para todos, terá início às 16h.</p>
<p dir="ltr">A gestora da Torre Malakoff, Carol Chaves Madureira, ressalta a importância da participação de todos nas atividades educativas propostas pelo equipamento nas próximas semanas. “Nós sempre buscamos diversificar a grade de programação no intuito de trazermos um olhar propositivo, apostando na força da educação e da cultura, ambas tendo um papel importante na construção do olhar e da sensibilização das pessoas. Contando com um fluxo de público espontâneo, é imprescindível termos ações que contemplem a todos. Por isso, considero importante que mais e mais pessoas visitem o equipamento e participem das atividades”, convida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p dir="ltr"><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p dir="ltr"><strong>25 de abril (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Visita Guiada pela Exposição Ilha Mistério, do artista Carlos Lima</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 10h</p>
<p dir="ltr">Local: Sala Alcir Lacerda (térreo)</p>
<p dir="ltr"><i>Inscrições através do <a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc_xOdYYE-aK6-bxtElwzajQrntJn0LJLA44a5FRP9kaWS_qQ/viewform">link</a></i></p>
<p dir="ltr"><strong>04 de maio (domingo)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Feira Órbita – Arte, Cultura e Interações</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 14h às 18h</p>
<p dir="ltr">Local: Anfiteatro Torre Malakoff</p>
<p dir="ltr"><em>Para todos os públicos</em></p>
<p dir="ltr"><em>Lançamento do Fotolivro de Priscila Buhr &#8211; Não Reagente</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 14h30</p>
<p dir="ltr">Local: <em>Durante a Feira Órbita</em></p>
<p dir="ltr"><em>Direcionado para crianças, mulheres e mães</em></p>
<p dir="ltr"><strong>09 de maio (quinta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Oficina Leitura da Imagem, com André Aquino</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 9h às 12h</p>
<p dir="ltr">Local: Espaço educativo da Torre Malakoff</p>
<p dir="ltr"><em>Voltada para educadores museais (15 vagas)</em></p>
<p dir="ltr"><em>Inscrições pelo<a href="https://www.instagram.com/torremalakoff/"> link </a></em></p>
<p dir="ltr"><strong>16 de maio (sexta-feira)</strong></p>
<p dir="ltr"><em>Roda de Conversa com Danilo Lúcio + Músico Convidado I Memória musical e curadoria</em></p>
<p dir="ltr">Horário: 16h</p>
<p dir="ltr">Local: Anfiteatro da Torre Malakoff</p>
<p dir="ltr"><em> Aberto ao público</em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fotolivro &#8220;Ciano, Cidade&#8221; discute relações de trabalho na fabricação têxtil em Caruaru e Toritama</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fotolivro-ciano-cidade-discute-elacoes-de-trabalho-na-fabricacao-textil-em-caruaru-e-toritama/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2022 21:17:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, foi lançado nesta semana a versão digital do fotolivro &#8220;Ciano, Cidade&#8221;. O projeto teve como foco principal as cidades de Caruaru e Toritama, que integram, junto à Santa Cruz do Capibaribe, o Polo de Confecções do Agreste em Pernambuco. A publicação fala sobre a cadeia produtiva [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Fotografia-Dânis-Torres_5.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-93072" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/04/Fotografia-Dânis-Torres_5-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, foi lançado nesta semana a versão digital do fotolivro &#8220;Ciano, Cidade&#8221;. O projeto teve como foco principal as cidades de Caruaru e Toritama, que integram, junto à Santa Cruz do Capibaribe, o Polo de Confecções do Agreste em Pernambuco.</p>
<p>A publicação fala sobre a cadeia produtiva do jeans, um dos principais produtos comercializados na região. O frenesi em torno do artigo de moda é tanto que a confecção de peças roupas garantiu ao Polo de Confecções de Pernambuco um destaque nacional. Atualmente, Toritama opera sob um forte ritmo produtivo, em grande parte, nas chamadas facções, que são pequenas fábricas instaladas nas casas dos trabalhadores. Já a feira de Caruaru, tem sua atividade comercial pautada na comercialização de roupas, artesanato e no turismo cultural.</p>
<p>O trabalho foi pensado e construído coletivamente por cinco fotógrafos/as que somam vivências e técnicas, resultando neste material plural e orgânico. A equipe é composta por Gabriella Ambrósio, comunicóloga de formação e fotógrafa com experiência em fotografia documental de Caruaru; Williams Robert, Geógrafo em formação e fotógrafo de Recife; Palloma Mendes, designer e fotógrafa de Garanhuns; Ythalla Maraysa, fotógrafa experimental de Caruaru e Dennis Torres, fotógrafo nascido em Toritama que, assim como Maraysa, cresceu em meio ao universo da costura e confecção no Agreste de Pernambuco. Conta com produção executiva de Gabriella Ambrósio, argumento por Williams Robert e projeto gráfico por Ythalla Maraysa e Palloma Mendes.</p>
<p>A versão digital do fotolivro por ser conferida no link: <strong><a href=" https://issuu.com/cianocidade/docs/fotolivro" target="_blank">issuu.com/cianocidade/docs/fotolivro</a></strong>. Mais informações e novidades sobre o projeto podem ser encontradas no perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cianocidade/" target="_blank"><strong>@cianocidade</strong></a>.</p>
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		<title>Na Torre Malakoff, Ana Araújo lança fotolivro sobre o povo Pankararu</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 11:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PANKARARU - Identidade Memória e Resistência]]></category>

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		<description><![CDATA[A fotojornalista tacaratuense Ana Araújo promove o lançamento do seu novo fotolivro “PANKARARU &#8211; Identidade, Memória e Resistência”, nesta sexta-feira (17),  a partir das 19h, na Torre Malakoff. A obra, apresentada de forma cronológica, é resultado de um mapeamento etnográfico realizado durante 34 anos pela autora, de 1996 a 2020, e conta a história dos [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/2019-ANA-ARAUJO-Ritual-PANKARARU-CorridaDoImbu-b.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89962" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/2019-ANA-ARAUJO-Ritual-PANKARARU-CorridaDoImbu-b-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>A fotojornalista tacaratuense Ana Araújo promove o lançamento do seu novo fotolivro “PANKARARU &#8211; Identidade, Memória e Resistência”, nesta sexta-feira (17),  a partir das 19h, na Torre Malakoff. A obra, apresentada de forma cronológica, é resultado de um mapeamento etnográfico realizado durante 34 anos pela autora, de 1996 a 2020, e conta a história dos indígenas Pankararu, habitantes originários do sertão de Pernambuco, através de imagens inéditas em três capítulos: do seu território, do seu povo e dos seus rituais ancestrais e sincréticos. A publicação conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura. Por conta da pandemia, será obrigatório o uso de máscaras durante o evento de lançamento.</p>
<p>O objetivo do livro é dar visibilidade à cosmologia do povo Pankararu, que tem cerca de 11.366 indígenas, vivendo em área demarcada de 8.377 hectares, entre os municípios de Tacaratu, Jatobá e Petrolândia, na região do submédio São Francisco, no sertão de Itaparica. Esse evento, que marca o primeiro lançamento do fotolivro, tem o apoio da Casa de Memória – Associação Tronco Velho Pankararu, e da Secretaria de Assuntos Indígenas, da Prefeitura Municipal de Tacaratu. Na ocasião, serão entregues os 400 exemplares destinados à doação aos representantes das escolas, bibliotecas, entidades, lideranças e aos indígenas ou seus familiares retratados no livro. Também haverá a apresentação do grupo Nação Cultural Pankararu, com a “Dança do Búzio”.</p>
<p>Além da presença de intérpretes de Libras para a inclusão de pessoas com deficiência auditiva nos lançamentos, o livro está disponível às pessoas com deficiência visual e baixa visão, e ao público em geral, através de<em> QR Code</em>, na contracapa, que dá acesso ao canal do foolivro Pankararu, no YouTube. Esse conteúdo com a audiodescrição de Liliana Tavares e Sílvia Albuquerque, da Com Acessibilidade, pode ser ouvido por meio do link: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=e7OuJAVE5D4&amp;feature=youtu.be" target="_blank"><strong>youtu.be/e7OuJAVE5D4</strong></a>.</p>
<p><strong>PUBLICAÇÃO -</strong> O livro apresenta um conteúdo atualizado para pesquisas de professores e alunos, tendo a memória e a resistência como componentes de construção e de fortalecimento da identidade cultural Pankararu. Um dos campos de estudo é o da fotografia, pela linguagem e pelo importante registro histórico, feito durante a transição dos séculos 20 e 21, quando houve a revolução tecnológica do sistema analógico para o digital. A antropologia visual também é contemplada, por apresentar uma potente documentação etnográfica dos rituais Pankararu.</p>
<p>A obra tem 124 páginas, em papel couchê, capa dura, com 107 fotos coloridas e em preto e branco, sendo 32 feitas com câmeras analógicas e 75 com as atuais digitais. Os textos em português, com tradução de Sarah Bailey para o inglês, são de autoria de Ana Araújo – que também redigiu as legendas e fez a coordenação editorial – da linguista e primeira indígena brasileira com doutorado, Maria das Dores de Oliveira Pankararu, do primeiro advogado indígena do Brasil, Paulo Celso de Oliveira Pankararu, da historiadora Bartira Ferraz Barbosa, docente da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco, e do professor de Fotografia da UFPE que assina a coedição das fotos, José Afonso Jr. O design e a produção gráfica são de Tácio Ferraz e Isabela Faria, a produção executiva de Bianca Pimentel, o tratamento de imagens de Robson Lemos, a revisão de textos de Tatiana Portela.</p>
<p>O primeiro lançamento da obra foi na aldeia Pankararu, Brejo dos Padres, no último dia 4 de dezembro. Na ocasião, foram entregues os 400 exemplares destinados à doação aosrepresentantes das escolas, bibliotecas, entidades, lideranças e aos indígenas ou seus familiares retratados no livro. Mais informações pelo perfil do Instagram da autora: <a href="https://www.instagram.com/fotoanaaraujo/" target="_blank"><strong>@fotoanaaraujo</strong></a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Lançamento do fotolivro “PANKARARU &#8211; Identidade, Memória e Resistência” &#8211; Ana Araújo<br />
Quando: 17 de dezembro de 2021 (sexta-feira), às 19h<br />
Onde: Torre Malakoff (Praça do Arsenal, s/n &#8211; Recife, PE)<br />
Evento aberto ao público. É obrigatório o uso de máscara</p>
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		<title>Livro faz mapeamento etnográfico dos indígenas Pankararu</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/livro-faz-mapeamento-etnografico-dos-indigenas-pankararu/</link>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 19:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PANKARARU - Identidade]]></category>

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		<description><![CDATA[O fotolivro etnográfico “PANKARARU &#8211; Identidade, Memória e Resistência”, que acaba de ser publicado pela fotojornalista Ana Araújo, é fruto de uma pesquisa fotográfica realizada ao longo de 34 anos, de 1986 a 2020. A publicação, apresentada pela autora de forma cronológica, conta a história recente dos indígenas Pankararu, habitantes originários do sertão de Pernambuco, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/1991-ANA-ARAUJO-Ritual-PANKARARU-MeninoDoRancho-b.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/06/1991-ANA-ARAUJO-Ritual-PANKARARU-MeninoDoRancho-b-607x324.jpg" alt="Ana Araújo/Divulgação" width="607" height="324" class="alignnone size-medium wp-image-85423" /></a></p>
<p>O fotolivro etnográfico “PANKARARU &#8211; Identidade, Memória e Resistência”, que acaba de ser publicado pela fotojornalista Ana Araújo, é fruto de uma pesquisa fotográfica realizada ao longo de 34 anos, de 1986 a 2020. A publicação, apresentada pela autora de forma cronológica, conta a história recente dos indígenas Pankararu, habitantes originários do sertão de Pernambuco, através de imagens inéditas do seu território, do seu povo e dos seus rituais ancestrais e sincréticos.</p>
<p>O objetivo da publicação – que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura – é dar visibilidade à cosmologia do povo Pankararu, que tem cerca de 11.366 indígenas, vivendo em área demarcada de 8.377 hectares, entre os municípios de Tacaratu, Jatobá e Petrolândia, na região do submédio São Francisco, no sertão de Itaparica. O livro também pretende servir de conteúdo atualizado para pesquisas de professores e alunos que queiram conhecer mais sobre o tema, tendo a memória e a resistência como componentes de construção e de fortalecimento da identidade cultural dos índios Pankararu.</p>
<p>Um dos campos de estudo é o da fotografia, por representar um importante registro histórico, feito durante a transição dos séculos 20 e 21, quando houve a revolução tecnológica do sistema analógico para o digital. Também contempla a antropologia visual, por conta da abordagem etnográfica que o livro traz, com uma extensa documentação dos rituais Pankararu.</p>
<p>A obra tem 124 páginas, em papel couchê, capa dura, com 107 fotos coloridas e em preto e branco, sendo 32 feitas com câmeras analógicas e 75 com as atuais digitais. Os cinco textos em português, com tradução de Sarah Bailey para o inglês, são de autoria de Ana Araújo – que também redigiu as legendas e fez a coordenação editorial – da linguista e primeira indígena brasileira com doutorado, Maria das Dores de Oliveira Pankararu, do primeiro advogado indígena do Brasil, Paulo Celso de Oliveira Pankararu, da historiadora Bartira Ferraz Barbosa, docente da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco, e do professor de Fotografia da UFPE que assina a coedição das fotos, José Afonso Jr. O design e a produção gráfica são de Tácio Ferraz e Isabela Faria, a produção executiva de Bianca Pimentel, o tratamento de imagens de Robson Lemos, a revisão de textos de Tatiana Portela, a assessoria de imprensa da Verbo/Lula Portela e foi impresso na gráfica pernambucana, FacForm.</p>
<p>O livro está disponível ao acesso de pessoas com deficiência visual e baixa visão, através de QR Code, na contracapa, com a audiodescrição da equipe da Com Acessibilidade. E ao público em geral, por enquanto, apenas através de mensagens Direct/Instagram da autora: <a href="https://instagram.com/fotoanaaraujo" target="_blank"><strong>@fotoanaaraujo</strong></a>. Por conta da pandemia, os lançamentos presenciais previstos no projeto, serão realizados – na Aldeia Brejo dos Padres e na Torre Malakoff – quando os eventos públicos forem permitidos, de acordo com os decretos governamentais.</p>
<p>Ana Araújo - Fotógrafa, jornalista, produtora cultural e autora do fotolivro “As Loiceiras de Tacaratu – A Arte Milenar das Mulheres do Meu Sertão”, sobre a cerâmica utilitária de tradição Pankararu.</p>
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		<title>Ana Araujo lança fotolivro sobre as loiceiras tradicionais de Tacaratu</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2018 19:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
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		<description><![CDATA[A fotojornalista pernambucana Ana Araujo lança, no dia 30 de junho, às 14h30, o fotolivro As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão, no Museu do Cais do Sertão. A obra é resultado de uma pesquisa visual realizada nos últimos 30 anos pela autora, que conta a história da loiça, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_59972" aria-labelledby="figcaption_attachment_59972" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução/Capa do Livro</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Foto-ANA-ARAUJO-capa1a.jpg"><img class="size-medium wp-image-59972 " alt="Reprodução/Capa do Livro" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/Foto-ANA-ARAUJO-capa1a-607x462.jpg" width="607" height="462" /></a><p class="wp-caption-text">O objetivo da publicação, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, é servir de conteúdo atualizado para pesquisas de professores e alunos que queiram conhecer mais sobre o tema</p></div>
<p>A fotojornalista pernambucana Ana Araujo lança, no dia 30 de junho, às 14h30, o fotolivro <strong>As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão</strong>, no Museu do Cais do Sertão. A obra é resultado de uma pesquisa visual realizada nos últimos 30 anos pela autora, que conta a história da loiça, a cerâmica utilitária de tradição indígena Pankararu, no cotidiano das mulheres dessa região do Sertão de Itaparica de Pernambuco.</p>
<p>O objetivo da publicação, que contou com incentivo do Governo de Pernambuco, através do Funcultura, é servir de conteúdo atualizado para pesquisas de professores e alunos que queiram conhecer mais sobre o tema. Um dos campos é o da fotografia, por representar um importante registro histórico, feito durante a transição dos séculos 20 e 21, quando houve a revolução tecnológica do sistema analógico para o digital.</p>
<p>Outra possibilidade é o estudo da Antropologia Visual, por conta da abordagem etnográfica que o livro traz. Embora esteja em processo de extinção, a arte milenar das loiceiras vem se mantendo viva graças à resistência cultural dos rituais do povo Pankararu.</p>
<p>O livro As Loiceiras de Tacaratu tem 112 páginas em papel couchê, capa dura e 67 fotografias coloridas e em preto e branco. O texto e a edição de fotos são da jornalista e crítica de Fotografia Simonetta Persichetti e a pesquisa histórica assinada por Bartira Ferraz Barbosa, docente da UFPE – Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_59971" aria-labelledby="figcaption_attachment_59971" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AS-LOICEIRAS-DE-TACARATU-baixa.jpg"><img class="size-medium wp-image-59971 " alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/04/AS-LOICEIRAS-DE-TACARATU-baixa-607x427.jpg" width="607" height="427" /></a><p class="wp-caption-text">Ana Araujo escreve no livro sobre a experiência conterrânea com as loiceiras e o testemunho imagético da importância do ofício para a cultura Pankararu e para o patrimônio imaterial dos povos que habitam o semiárido brasileiro</p></div>
<p>O design e a produção gráfica do livro são de Isabela Faria e o projeto contou com a produção executiva de Bianca Pimentel. A edição bilíngue (português/inglês) tem tradução de Sarah Bailey. A fotógrafa e jornalista Ana Araujo, que também fez a coordenação editorial, escreve no livro sobre a experiência conterrânea com as loiceiras e o testemunho imagético da importância do ofício para a cultura Pankararu e para o patrimônio imaterial dos povos que habitam o semiárido brasileiro.</p>
<p>Dos mil exemplares desta primeira tiragem, metade será doada a escolas e universidades públicas, bibliotecas e pontos de cultura, principalmente do Sertão de Pernambuco. Em junho, no dia 30, às 14h30, o lançamento será no Recife, no Museu Cais do Sertão, e nos meses seguintes, nas cidades de São Paulo e Brasília.</p>
<p><strong>Confira a programação do lançamento do fotolivro As Loiceiras de Tacaratu – A arte milenar das mulheres do meu Sertão:</strong></p>
<p>Tacaratu<br />
9h &#8211; Escola Santa Luzia, Sítio Altinho<br />
10h30 &#8211; Erem João Batista<br />
14h &#8211; Escola Sérgio Magalhães<br />
15h30 – Escola Indígena Ezequiel, na Terra Indígena (TI) Pankararu, Aldeia Brejo dos Padres.</p>
<p>Recife<br />
Museu Cais do Sertão ((Armazen 10 &#8211; Av. Alfredo Lisboa, s/n &#8211; Recife Antigo, Recife &#8211; PE))<br />
30 de junho | 14h30<br />
Mais informações: @fotoanaraujo</p>
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		<title>Livro fotográfico revela universos afetivos de reprimidos pela ditadura</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 18:39:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
		<category><![CDATA[Formação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Diego Di Niglio]]></category>
		<category><![CDATA[ditadura]]></category>
		<category><![CDATA[fotolivro]]></category>

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		<description><![CDATA[Como um desdobramento do projeto &#8220;Marcas da Memória – História Oral da Anistia no Brasil&#8221;, que entrevistou cerca de 100 pessoas vítimas de perseguição política, prisão e tortura durante a ditadura civil-militar instaurada no Brasil após o golpe de 1964, o fotógrafo Diego Di Niglio lança nesta terça-feira (20/3), o fotolivro P14311, no Arquivo Público [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como um desdobramento do projeto &#8220;Marcas da Memória – História Oral da Anistia no Brasil&#8221;, que entrevistou cerca de 100 pessoas vítimas de perseguição política, prisão e tortura durante a ditadura civil-militar instaurada no Brasil após o golpe de 1964, o fotógrafo Diego Di Niglio lança nesta terça-feira (20/3), o fotolivro <strong>P14311</strong>, no Arquivo Público do Estado de Pernambuco.</p>
<div id="attachment_58764" aria-labelledby="figcaption_attachment_58764" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div3.jpg"><img class="size-medium wp-image-58764" alt="reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div3-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Cerca de 100 imagens compõem a narrativa visual da publicação</p></div>
<p>O italiano radicado no Recife investigou com imagens as histórias e universos afetivos de pessoas atingidas pela repressão. Pesquisou e utilizou também os materiais dos prontuários do DOPS de Recife na construção de séries fotográficas. O ensaio conta com uma média de 100 imagens, compondo uma narrativa visual baseada nas memórias de cerca de 30 pessoas. A pesquisa foi realizada ao longo de 4 anos, entre 2014 e 2017, em Pernambuco, entre Recife, Olinda e o antigo Engenho Galileia (Vitória de Santo Antão), sede da primeira Liga Camponesa do Nordeste e onde foi gravado o célebre documentário “Cabra marcado para morrer”, de Eduardo Coutinho. Em 2016 foi lançado o blog <a href="http://www.p14311.org" target="_blank"><strong>www.p14311.org</strong></a>.</p>
<p>Com base nos conceitos e práticas do documentário imaginário, o autor se debruça sobre o reflexo de um dos maiores traumas histórico-coletivos da sociedade brasileira do século passado, utilizando o meio fotográfico, sem deixar de ser registro do real, para reconstruir lembranças e sentimentos, onde a memória representa uma junção dos fatos com as emoções. &#8220;Não se trata de uma reconstrução histórica, mas do que hoje ainda está presente no imaginário destas pessoas ou rastros das memórias de quem já se foi. Marcas que ainda estão frescas no inconsciente coletivo e que são traumas latentes. Fantasmas que ainda habitam as casas. E que, em muitos casos, ainda não encontraram justiça e reparação por conta do Estado e da sociedade&#8221;.</p>
<div id="attachment_58765" aria-labelledby="figcaption_attachment_58765" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_Diego_Di_Niglio_retrato.jpg"><img class="size-medium wp-image-58765" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_Diego_Di_Niglio_retrato-607x431.jpg" width="607" height="431" /></a><p class="wp-caption-text">Diego Di Niglio pesquisou em acervos de Pernambuco entre os anos de 2014 a 2017</p></div>
<p>Produzido por Kelly Ferreira de Lima, que assina o projeto gráfico, o fotolivro P14311 tem a coordenação editorial de Lia Miceli Lopez Lecube e conta com a participação de Mateus Sá como fotógrafo editor, além dos professores da UFPE Pablo Porfirio e José Afonso Jr. na elaboração dos textos históricos e de crítica fotográfica.</p>
<p>A acessibilidade dos conteúdos é oferecida no <strong><a href="http://www.p14311.org" target="_blank">blog</a>,</strong> onde estão disponíveis (inclusive para download gratuito) áudios e vídeos com interpretação em LIBRAS de todos os textos, além das audiodescrições das imagens do ensaio.</p>
<p>O projeto conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura e com os apoios da Universidade Federal de Pernambuco – Departamento de História e Programa de Pós-graduação em História, Comissão Estadual da Memória e Verdade Dom Helder Câmara (CEMVDHC), Arquivo Público Estadual de Pernambuco José Emerenciano (APEJE), Fundação Joaquim Nabuco &#8211; Coordenação Geral de Estudos da História Brasileira (Cehibra), Instituto Miguel Arraes, Comitê de Memória Verdade e Justiça de Pernambuco (CMVJ-PE) e Associação Pernambucana de Anistiados Políticos (APAP).</p>
<div id="attachment_58767" aria-labelledby="figcaption_attachment_58767" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Reprodução</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div1.jpg"><img class="size-medium wp-image-58767" alt="Reprodução " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/p14311_div1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cem exemplares serão distribuídos gratuitamente no lançamento</p></div>
<p>No lançamento haverá uma roda de diálogo com o fotógrafo Diego Di Niglio e os autores dos textos, além de contar com a participação dos protagonistas do ensaio. Durante o encontro serão distribuídos gratuitamente 100 exemplares do fotolivro.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Lançamento do Fotolivro “P14311” de Diego Di Niglio</strong><br />
Local: Arquivo Público Estadual de Pernambuco – 1º andar (auditório)<br />
Endereço: Rua do Imperador Pedro II, 371 – Bairro de Santo Antônio, Recife/PE<br />
Dia e horário: 20 de março de 2018, às 18h30<br />
Acessibilidade: Intérprete de libras<br />
Entrada Gratuita<br />
Informações: <a href="http://www.p14311.org" target="_blank"><strong>www.p14311.org</strong></a></p>
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