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	<title>Portal Cultura PE &#187; fotos</title>
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		<title>Projeto resgata histórias de mulheres perseguidas pela DOPS em Pernambuco</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 12:59:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O projeto de pesquisa “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco” será lançado hoje (16), das 10h às 11h30, no auditório do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE), no Recife. O lançamento apresenta um e-book gratuito que reúne os resultados de uma pesquisa sobre [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de pesquisa “Mulheres e Resistências – caminhos de insubmissão nos arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco” será lançado hoje (16), das 10h às 11h30, no auditório do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano (APEJE), no Recife. O lançamento apresenta um e-book gratuito que reúne os resultados de uma pesquisa sobre mulheres fichadas pela extinta DOPS/PE durante o Estado Novo. O projeto foi contemplado no Edital de Ações Criativas – Lei Paulo Gustavo (LPG) e conta com o apoio do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano, além do incentivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco, do Ministério da Cultura e do Governo Federal.</p>
<p>O acervo da Delegacia de Ordem Política e Social de Pernambuco, órgão repressivo criado com a instauração do Estado Novo, reúne milhares de prontuários policiais produzidos entre 1935 e 1946. A maioria desses registros refere-se a homens, mas cerca de 400 prontuários dizem respeito a mulheres. A pesquisa parte de uma pergunta central: quem eram essas mulheres e por que foram perseguidas pelo Estado?</p>
<p>Desenvolvido ao longo de 2025, o projeto resultou em uma revista eletrônica que sistematiza e amplia o acesso a informações sobre esse recorte específico do acervo da antiga DOPS-PE. A publicação reúne ensaios das sociólogas Anita Pequeno e Sophia Branco, autoras dos textos que compõem o e-book. Também participam da conversa a jornalista e produtora cultural Clarice Hoffmann, idealizadora do projeto e responsável pela sistematização dos dados dos prontuários analisados, e Marcos Dornelas, coordenador de acervos digitais do APEJE.</p>
<p>O lançamento será marcado por uma roda de diálogo, mediada por Maria Betânia Ávila, uma das fundadoras do SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia. Durante o encontro, o público poderá conhecer trajetórias de mulheres negras e brancas, jovens e idosas, intelectuais e operárias, classificadas nos registros policiais como comunistas, anarquistas ou sindicalistas.</p>
<p>Além da roda de diálogo, prontuários sistematizados ao longo da pesquisa estarão em exibição no espaço do Arquivo Público. O acervo da extinta DOPS-PE é uma fonte central para estudos sobre o estado de suspeição, vigilância e repressão que marcou períodos ditatoriais do Brasil republicano, oferecendo subsídios para a reflexão sobre democracia, direitos humanos e cidadania.</p>
<p>Para democratizar o acesso aos resultados da pesquisa, o e-book será disponibilizado gratuitamente por meio de links nos perfis @mulhereseresistencias e @arquivopublicodepernambuco, no Instagram. Todas as imagens do livro eletrônico contam com audiodescrição, garantindo o acesso de pessoas com deficiência visual. A roda de diálogo contará ainda com intérpretes de Libras, assegurando a participação de pessoas com deficiência auditiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Resistência indígena e urbanização desenfreada nas exposições do País das Conexões Visuais</title>
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		<pubDate>Sat, 17 Aug 2024 07:59:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Promover as artes visuais e conectar espaços públicos às pessoas por meio das expressões artísticas é a missão do País das Conexões Visuais, que em Triunfo encantou as paredes e as ruas do Centro Cultural dos Caretas e da Praça do Avião. No Centro Cultural dos Caretas, estão duas exposições: “Vozes Silenciadas: Um Retrato da [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Promover as artes visuais e conectar espaços públicos às pessoas por meio das expressões artísticas é a missão do País das Conexões Visuais, que em Triunfo encantou as paredes e as ruas do Centro Cultural dos Caretas e da Praça do Avião.</p>
<p>No Centro Cultural dos Caretas, estão duas exposições: “Vozes Silenciadas: Um Retrato da Resistência Indígena e Quilombola” da artista triunfense Joaneide Alencar de Araújo, que é natural de Triunfo, trata da luta indígena e quilombola por meio de fotografias.</p>
<p>“Nós sempre priorizamos no País das Conexões Visuais, trazer artistas do território para que tenha um fortalecimento artístico da cena, porque muitas vezes esses artistas não conseguem espaços para expor suas obras em outras cidades”, disse Mekson Dias, assistente de Artes Visuais da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
<p>Lá também está instalada a intervenção “Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea” do coletivo DuBom Produções, de Recife. Nessa exposição estão presentes diversas obras de artistas contemporâneos de Pernambuco.</p>
<p>Frequentemente associada ao progresso, a urbanização acarreta uma série de mudanças na paisagem das comunidades que sustentam essas áreas. Nem sempre essas alterações são positivas, na maioria das vezes não é. E a intervenção propõe um olhar crítico e reflexivo a essa realidade tão costumeira na nossa realidade.</p>
<p>Na Praça do Avião, a exposição fotográfica “Como uma pedra” de Isaías Belo trata sobre a obra de Francisco Brennand. A narrativa segue a Santa Imaculada Conceição, que está instalada na oficina de Francisco, no bairro da Várzea. “Os retratos vem desde a pedra que é a origem da santa, que inspirou o desenho de Brennand, em conjunto com a construção da capela dele”, disse Isaías.</p>
<p>“Para mim é um privilégio estar numa cidade que não conhecia, primeira vez que eu estou aqui e também estar nesse festival com a minha arte”, completou o fotógrafo. No país, ainda há uma intervenção artística-fotográfica, intitulada “Sorrir junto” da artista Gabriela Vasconcellos.</p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Promover as artes visuais e conectar espaços públicos às pessoas por meio das expressões artísticas é a missão do País das Conexões Visuais, que em Triunfo encantou as paredes e as ruas do Centro Cultural dos Caretas e da Praça do Avião.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">No Centro Cultural dos Caretas, estão duas exposições: <i style="mso-bidi-font-style: normal;">“Vozes Silenciadas: Um Retrato da Resistência Indígena e Quilombola”</i> da artista triunfense Joaneide Alencar de Araújo, que é natural de Triunfo, trata da luta indígena e quilombola por meio de fotografias.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">“Nós sempre priorizamos no País das Conexões Visuais, trazer artistas do território para que tenha um fortalecimento artístico da cena, porque muitas vezes esses artistas não conseguem espaços para expor suas obras em outras cidades”, disse Mekson Dias, assistente de Artes Visuais da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Lá também está instalada a intervenção “<i style="mso-bidi-font-style: normal;">Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea”</i> do coletivo DuBom Produções, de Recife. Nessa exposição estão presentes diversas obras de artistas contemporâneos de Pernambuco. </span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Frequentemente associada ao progresso, a urbanização acarreta uma série de mudanças na paisagem das comunidades que sustentam essas áreas. Nem sempre essas alterações são positivas, na maioria das vezes não é. E a intervenção propõe um olhar crítico e reflexivo a essa realidade tão costumeira na nossa realidade.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">Na Praça do Avião, a exposição fotográfica “Como uma pedra” de Isaías Belo trata sobre a obra de Francisco Brennand. A narrativa segue a Santa Imaculada Conceição, que está instalada na oficina de Francisco, no bairro da Várzea. “Os retratos vem desde a pedra que é a origem da santa, que inspirou o desenho de Brennand, em conjunto com a construção da capela dele”, disse Isaías.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';">“Para mim é um privilégio estar numa cidade que não conhecia, primeira vez que eu estou aqui e também estar nesse festival com a minha arte”, completou o fotógrafo. No país, ainda há uma intervenção artística-fotográfica, intitulada “Sorrir junto” da artista Gabriela Vasconcellos.</span></p>
<p class="MsoNormal"><span style="font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 11.0pt; line-height: 107%; font-family: 'Times New Roman','serif';"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Arte urbana e exposição fotógrafica sobre os trilhos do País das Conexões Visuais</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 06:48:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Arte urbana e visual sobre trilhos. Essa é a proposta do País das Conexões Visuais na cidade de Gravatá, que reúne duas exposições fotográficas dentro dos vagões do antigo trem da cidade e a intervenção artística: “Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea”, que parte da proposta de utilizar o trem como espaço artístico. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Arte urbana e visual sobre trilhos. Essa é a proposta do País das Conexões Visuais na cidade de Gravatá, que reúne duas exposições fotográficas dentro dos vagões do antigo trem da cidade e a intervenção artística: “Urbanização: Transformações e Consequências na Sociedade Contemporânea”, que parte da proposta de utilizar o trem como espaço artístico.</p>
<p>O Coletivo DuBom Prod está responsável pelas intervenções urbanas e teve como proposta principal a reflexão sobre a urbanização e as consequências que a urbanização trás para o nosso cotidiano. “Estamos com uma exposição e em paralelo uma intervenção urbana. A proposta da exposição foi trazer diversos artistas periféricos de Recife e da Região Metropolitana para vir até o interior do Estado”, explica Kessy, artista visual e membro do coletivo.</p>
<p>Cada artista convidado pelo coletivo produz um painel na cidade do Festival Pernambuco meu País. “Aqui em Gravatá, nós trouxemos Hell e ela traz essa persona dela na forma de uma mulher natureza, que brota dos rios de Gravatá”, detalhou Kessy.</p>
<p>Já as exposições fotógraficas tratam de elementos sagrados e de celebração de grandes mestres da cultura popular. A exposição Minha Reverência a Bio e ao Coco reverbera a trajetória do mestre e poeta Bio Caboclo da cidade de Lagoa de Itaenga. “Foram mais de 40 anos de trajetória com o coco de roda, com maracatu e com viola, essa exposição faz a salvaguarda do mestre Bio Caboclo”, disse Jadson Da Hora, produtor cultural e curador da exposição.</p>
<p>O fotógrafo Rennan Peixe trouxe a exposição “Saravá, Jurema Sagrada!”, com imagens do ritual da jurema sagrada, com algumas fotografias do terreiro Ilê Axé Alaketu Oyá T’Ogun de Camaragibe, o mesmo terreiro da Sambada do Catucá. A proposta do fotógrafo é valorizar os gestos da jurema por meio das imagens do ritual.<em id="__mceDel"><br />
</em></p>
<p>“As imagens escolhidas não apenas documentam, mas também comunicam a existência de uma ciência de um conhecimento encantado. Busquei ir de encontro aos preconceitos sociais”, relatou Rennan.</p>
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		<title>Ana Araújo abre exposição &#8220;Festa do Fogo&#8221; na Torre Malakoff</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 15:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Observatório Cultural Torre Malakoff será palco, nesta quarta-feira, 19 de junho, de uma celebração especial da cultura nordestina. Com a abertura da exposição &#8220;A Festa do Fogo &#8211; Retrato de um Forró no meu Sertão&#8221;, a fotógrafa e artista visual Ana Araújo traz ao público uma coleção de imagens que homenageiam o forró e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Foto-3-ANA-ARAUJO-A-FESTA-DO-FOGO-Divulgação-Tacaratu-2005-1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-110235" alt="Foto 3-ANA ARAUJO-A FESTA DO FOGO-Divulgação-Tacaratu 2005 (1)" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/06/Foto-3-ANA-ARAUJO-A-FESTA-DO-FOGO-Divulgação-Tacaratu-2005-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>O Observatório Cultural Torre Malakoff será palco, nesta quarta-feira, 19 de junho, de uma celebração especial da cultura nordestina. Com a abertura da exposição &#8220;A Festa do Fogo &#8211; Retrato de um Forró no meu Sertão&#8221;, a fotógrafa e artista visual Ana Araújo traz ao público uma coleção de imagens que homenageiam o forró e os festejos de São João.</p>
<p>A exposição reúne 43 fotografias inéditas, tanto em cores quanto em preto e branco, captadas durante as noites juninas de Tacaratu (PE) entre 2005 e 2019. As imagens oferecem um olhar de uma filha da terra, retratando a beleza, a alegria e a poesia dos festejos através das memórias afetivas de Ana Araújo, que nasceu e viveu em Tacaratu durante sua infância e adolescência e continua retornando para reencontrar seu povo.</p>
<p>&#8220;A Festa do Fogo&#8221; não é apenas uma coleção de fotografias; é uma narrativa visual que exalta a memória e a tradição do forró, recentemente reconhecido como patrimônio cultural e imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan). A exposição destaca a importância cultural e afetiva dos festejos juninos.</p>
<p>Ana Araújo descreve sua inspiração: &#8220;Apresento o pertencimento e a vivência de enxergar fotografias nas paisagens sertanejas. Quando morava na minha terra, até 1980, tinha a sensação de fotografar, mesmo sem câmera, criando imagens e memórias ao ouvir e cantar as músicas de Luiz Gonzaga e seus parceiros poetas. Foi numa viagem imagética que esta exposição começou a ser concebida, quando avistei a beleza das fogueiras acesas, em frente às casinhas ao longo da estrada, quase chegando a Tacaratu, em 2011, nas primeiras horas de uma noite de São João&#8221;.</p>
<p>A cocuradoria da exposição, conta com a expertise de Maria do Carmo Nino, artista e Ph.D. em Artes Visuais pela Sorbonne, que ressalta o caráter universal e íntimo das imagens capturadas por Ana. &#8220;A recorrência de seu olhar através de belas imagens colhidas, anos a fio, no universo dos folguedos juninos, é carinhosamente evocada em &#8216;A Festa do Fogo&#8217; e nos convida a sermos partícipes desses momentos de uma tradição do mais puro congraçamento popular e evocação afetiva.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Realizada com o incentivo do Funcultura, Fundarpe, Secult-PE e do Governo do Estado de Pernambuco, a exposição estará aberta ao público de 20 de junho até 1 de setembro de 2024. As visitas são gratuitas e podem ser feitas de terça a sexta, das 10 às 17 horas, e aos domingos, das 14 às 18 horas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Serviço:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Exposição: A Festa do Fogo &#8211; Retrato de um Forró no meu Sertão &#8211; por Ana Araújo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Local: Observatório Cultural Torre Malakoff (Recife Antigo).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Período: 19 de junho a 01 de setembro de 2024.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Evento de abertura: 19 de junho, às 18h, com show de Josildo Sá e o trio pé de serra &#8220;Xinelo Rasgado&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Horário da exposição: Terça a sexta, das 10 às 17h; domingo, das 14 às 18h.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Entrada: Gratuita.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Com incentivo do Funcultura, projeto mapeia obra do fotógrafo Wilson Carneiro da Cunha</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/com-incentivo-do-funcultura-projeto-mapeia-obra-do-fotografo-wilson-carneiro-da-cunha/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 14:39:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Wilson Carneiro da Cunha: Do Instantâneo de Rua aos Registros Caseiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Procura-se o Recife de Wilson Carneiro da Cunha, o fotógrafo que dedicou 40 anos a registrar a vida recifense a partir do Centro da cidade, local onde montou seu estúdio escritório-comércio, o Kiosque do Wilson, e fez da venda dos ‘instantâneos’ o seu negócio. Milhares de pessoas entre as décadas de 1950, 1960 e 1970 [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/kisosque.png"><img class="alignnone size-medium wp-image-95929" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/08/kisosque-365x486.png" width="365" height="486" /></a></p>
<p>Procura-se o Recife de Wilson Carneiro da Cunha, o fotógrafo que dedicou 40 anos a registrar a vida recifense a partir do Centro da cidade, local onde montou seu estúdio escritório-comércio, o Kiosque do Wilson, e fez da venda dos ‘instantâneos’ o seu negócio. Milhares de pessoas entre as décadas de 1950, 1960 e 1970 procuraram os serviços oferecidos por Wilson: fotos para documentos, casamento, imagens turísticas. Mas o posto de observação estratégico do Kiosque, no oitão da igreja de Santo Antônio, na movimentada Rua Nova, rendeu ao fotógrafo flagrantes inusitados, quase impossíveis, como uma foto já famosa de um batedor de carteiras em ação e até um desfile de elefantes. Wilson também ficou conhecido pelos chamados instantâneos de rua, cujos protagonistas eram passantes elegantemente vestidos, famílias em momento de lazer, um costume da época.</p>
<p>E agora, passados mais de 30 anos do fechamento do Kiosque e da sua morte, em 1986, um projeto liderado pela arte educadora Bia Lima, neta de Wilson, procura rastrear em acervos particulares as fotos feitas pelo fotógrafo que hoje podem estar em caixas e álbuns de família, guardando as memórias felizes de seus milhares de clientes e, consequentemente, da vida privada no Recife do século XX. É relativamente fácil reconhecer uma foto de Wilson. Depois de reveladas, todas eram devidamente creditadas com assinatura Wilson ou Foto Instantâneo Wilson ou ainda Kiosque do Wilson em marca d’água no canto inferior. O fotógrafo também adotou carimbos no verso. E são essas marcas de assinatura ou carimbo, em vários modelos, que a equipe do projeto procura.</p>
<p>O chamamento é abrangente, assim como a atuação do fotógrafo. Wilson trabalhou para todos os jornais da época, revistas, fez muitos instantâneos de rua sem distinção de classe social, fotografou moradores de rua, trabalhadores e comerciantes ambulantes. Não deixou de fora a arquitetura da cidade, as pontes, a destruição promovida por prefeitos e os acontecimentos sociais da cidade, como concursos de misses e festas em clubes. Para os jornais, cobriu as visitas da Rainha Elizabeth II e dos presidentes Juscelino Kubitschek e João Goulart ao Recife.</p>
<p><em>“Meu avô registrava todo seu cotidiano. Até para ir à padaria levava a câmera pendurada no pescoço. Eu não o conheci pessoalmente. Desde que eu tomei conhecimento do acervo, foi uma surpresa ver a importância que ele tem para a história da cidade. Está sendo um processo bem intenso para mim, de confrontar as imagens e poder conhecer meu avô por meio das escolhas fotográficas que ele fez. Eu também trabalho com imagens e me identifico com o olhar dele, entendo os enquadramentos e as escolhas que ele fez. De certa forma me reconheço”</em>, destaca Bia Lima.</p>
<p><strong>Mapeamento -</strong> &#8221;Wilson Carneiro da Cunha: Do Instantâneo de Rua aos Registros Caseiros&#8221; é um projeto de pesquisa fotográfica que, com incentivo do Funcultura, pretende mapear e sistematizar o acervo produzido durante 30 anos de profissão de Wilson, também conhecido como “o fotógrafo da cidade”, e depois devolver esse material ao público em forma de acervo digital de acesso gratuito. A produção fotográfica urbana de WCC é grande. A maior parte, mais de 1.000 imagens, está disponível para pesquisa na Fundação Joaquim Nabuco desde a década de 1970. Já no acervo da família, sob a guarda da filha mais velha, Olegária Carneiro da Cunha, estão mais 700 imagens, entre fotografias de papel e negativos, onde são encontrados os registros do cotidiano dos Carneiro da Cunha, como viagens, passeios e cenas que revelam modos e lugares que hoje só podemos ter acesso através desses importantes fragmentos.</p>
<p><em>“O que podemos aprender sobre o campo da fotografia a partir da prática singular de Wilson Carneiro da Cunha, num cruzamento entre suas fotografias de registro urbano e fotografias de um cotidiano privado?”. Esta é uma das motivações da neta, Bia Lima, ao defender o projeto, que foi aprovado junto ao Fundo de Incentivo Cultural de Pernambuco, o Funcultura, na área de Fotografia. “Ao nos debruçarmos sobre acervos particulares de fotografias de Wilson, seja o de sua própria família ou daquelas que contrataram seus serviços, encontramos um universo imagético desconhecido fora de cada núcleo familiar e, portanto, ainda não trabalhado em análises e estudos que referenciam o fotógrafo. Assim, uma contribuição das mais relevantes dessa pesquisa é revelar um acervo inédito e analisá-lo, frente ao universo mais amplo do acervo público de Wilson Carneiro da Cunha”</em>, Bruna Rafaella Ferrer, pesquisadora de acervo fotográfico, integrante do projeto. A orientação da pesquisa é da historiadora Fabiana Bruce.</p>
<p><strong>Revelação -</strong> Wilson Carneiro da Cunha nasceu em 1919 e começou a fotografar profissionalmente aos 24 anos. Trabalhou em outros serviços, mas foi na fotografia que estabeleceu sua renda familiar. Em 1950, aproximadamente, inaugurou o Kiosque do Wilson, seu comércio e expositor de fotografias. A ideia de escrever Kiosque com K foi de sua esposa, Maria Conceição, que desde o início ajudava Wilson no processo de revelação das fotografias no quintal de casa. O Kiosque do Wilson se tornou um espaço incomum em meio aos comércios populares ali encontrados. Dentro do Kiosque havia uma exposição de suas fotos que chamava atenção das pessoas que paravam para admirar e/ou acertar ali mesmo a contratação dos serviços.</p>
<p>Para entrar em contato com o projeto &#8220;Wilson Carneiro da Cunha: Do Instantâneo de Rua aos Registros Caseiros&#8221; e colaborar com a preservação da memória do Recife, o contato é via e-mail: <strong>projetowcc@gmail.com</strong> e/ou mensagem direta pelo perfil do Instagram: <a href="https://www.instagram.com/kiosquedowilson/" target="_blank"><strong>@kiosquedowilson</strong></a>.</p>
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		<title>Blog mostra as belezas de Goiana e Igarassu</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2021 21:48:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc, está no ar o Blog Beleza de Goiana e Igarassu. Capitaneada por Pablo Menezes, a página tem como objetivo apresentar fotos resultantes da ação cultural &#8220;A beleza situada entre a natureza, o patrimônio e a história de Goiana e de Igarassu&#8221;, cidades do litoral norte de Pernambuco, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/LAB.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-84254 aligncenter" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/04/LAB-442x486.jpeg" width="442" height="486" /></a></p>
<p>Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc, está no ar o Blog Beleza de Goiana e Igarassu. Capitaneada por Pablo Menezes, a página tem como objetivo apresentar fotos resultantes da ação cultural &#8220;A beleza situada entre a natureza, o patrimônio e a história de Goiana e de Igarassu&#8221;, cidades do litoral norte de Pernambuco, que é uma região muito rica em belezas naturais e bens culturais históricos.</p>
<p><em>&#8220;A ação visa compartilhar com o público um pouco do olhar sobre a natureza, o patrimônio material desses municípios que fazem parte do meu repertório cultural e afetivo. Dentre as fotos, algumas foram registradas por meio de drone, o que trouxe novos ângulos para conhecer esses lindos locais históricos. Tudo está disponibilizado no blog, instagram, e também no fotolivro que está disponível no Issuu.com&#8221;</em>, conta Pablo.</p>
<p>Para acessar o blog, basta clicar no link: <a href="https://belezagoianaeigarassu.blogspot.com/" target="_blank"><strong>belezagoianaeigarassu.blogspot.com</strong></a>. No Instagram: <a href="https://www.instagram.com/boradedrone/" target="_blank"><strong>@boradedrone</strong></a>.</p>
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		<title>Secult e Fundarpe divulgam nomes da Comissão de Análise do 2º Prêmio Pernambuco de Fotografia</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Nov 2019 19:12:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) divulgam a lista dos integrantes da Comissão de Análise do 2º Prêmio Pernambuco de Fotografia &#8211; edição 2019. As análises dos trabalhos, que começam nesta terça-feira (05/11) e se estendem até a quinta (07/11), acontece no Espaço Pasárgada. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Secretaria Estadual de Cultura (Secult-PE) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe) divulgam a lista dos integrantes da Comissão de Análise do 2º Prêmio Pernambuco de Fotografia &#8211; edição 2019. As análises dos trabalhos, que começam nesta terça-feira (05/11) e se estendem até a quinta (07/11), acontece no <a title="Espaço Pasárgada" href="http://www.cultura.pe.gov.br/pagina/espacosculturais/espaco-pasargada/" target="_blank">Espaço Pasárgada</a>.</p>
<p>O Prêmio Pernambuco de Fotografia é uma iniciativa do Governo do Estado que visa reconhecer, valorizar, incentivar e difundir a produção fotográfica amadora e profissional em Pernambuco, bem como revelar novo(a)s fotógrafo(a)s. Este ano, o edital computou 114 inscrições habilitadas, totalizando 426 fotografias a serem analisadas.</p>
<div id="attachment_72690" aria-labelledby="figcaption_attachment_72690" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/sobre_rodas-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-72690" alt="Sobre Rodas, de Tiago Sant'ana, foi uma dos trabalhos premiados em 2018" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/11/sobre_rodas-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Sobre Rodas, de Tiago Sant&#8217;ana, foi uma dos trabalhos premiados em 2018</p></div>
<p>Em 2019, a premiação homenageia dois fotógrafos que fizeram história no Sertão do Pajeú: José Pedro da Silva e José de Morais Veras. Serão 15 fotografias selecionadas para uma exposição coletiva e a edição de um catálogo. Os autores também receberão um prêmio em dinheiro, no valor de R$ 6 mil por fotografia.</p>
<p>A divulgação das propostas selecionadas na Análise de Mérito Artístico-Cultural, serão divulgadas dia 12 de novembro no portal e <a title="Mapa Cultural de Pernambuco" href="http://www.mapacultural.pe.gov.br" target="_blank"><strong>Mapa Cultural de Pernambuco</strong></a>. O resultado final será divulgado no dia 26 de novembro.</p>
<p><strong>Conheça a Comissão de Análise:</strong></p>
<p><strong><em>Cláudio Gomes dos Santos</em> - </strong>Fotógrafo, produtor cultural e Conselheiro de Cultura ocupando a cadeira de Fotografia.<br />
<strong><em>Weldjane Mary Régis de Araújo</em> - </strong>Fotógrafa, produtora cultural, professora e membro da Comissão Setorial de Fotografia.<br />
<strong><em>João Guilherme de Melo Peixoto</em> - </strong>Pesquisador, jornalista, professor do curso de fotografia da Unicap. Pós-doutorado pela UFPE e Pós-doutor pela Universidade de Navarra UNA, Pamplona, Espanha.</p>
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		<title>Melhores momentos do Carnaval na Casa da Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2019 15:28:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, foi palco de um dos mais importantes ciclos festivos do Estado. Bois, caboclinhos, maracatus, ursos e, claro, muito frevo animaram os turistas e visitantes que circularam por lá na semana pré-carnavalesca. A programação contou também com a participação de Patrimônios Vivos como o mestre coquista Galo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa da Cultura, equipamento cultural gerenciado pela Secult-PE/Fundarpe, foi palco de um dos mais importantes ciclos festivos do Estado. Bois, caboclinhos, maracatus, ursos e, claro, muito frevo animaram os turistas e visitantes que circularam por lá na semana pré-carnavalesca. A programação contou também com a participação de Patrimônios Vivos como o mestre coquista Galo Preto, o Urso Gangaçá, brinquedo comandado por Mestra Cristina Andrade, Caboclinho Sete Flexas, Maracatu Leão Coroado e o Maracatu Estrela Brilhante de Igarassu.</p>
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		<title>25º Festival de Inverno de Garanhuns &#124; Literatura na Praça da Palavra e no Café em Pasárgada</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Jul 2015 19:08:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Confira <a href="https://www.flickr.com/photos/fundarpe/sets/72157653750967314/with/19664883990/" target="_blank"><strong>aqui</strong></a> mais imagens das ações literárias que aconteceram na Praça da Palavra e no Café em Pasárgada, durante o FIG 2015.</p>
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		<title>Cortejo de cultura popular em Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Feb 2015 13:41:47 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O município de Nazaré da Mata já espira Carnaval. Neste sábado (14), primeiro dia oficial da Folia de Momo, várias agremiações participaram do cortejo de cultura popular. Participaram do cortejo, entre outros, o Bloco das Flores, Boi Maguary e Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno. Confira, em nossa galera, as fotos de Otávio de Souza.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O município de Nazaré da Mata já espira Carnaval. Neste sábado (14), primeiro dia oficial da Folia de Momo, várias agremiações participaram do cortejo de cultura popular. Participaram do cortejo, entre outros, o Bloco das Flores, Boi Maguary e Maracatu Feminino de Baque Solto Coração Nazareno. Confira, em nossa galera, as fotos de Otávio de Souza.</p>
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