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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Agreste Central 2012</title>
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		<title>Conversa com o “ruivão”</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2012 20:09:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Duda Martins A boa de hoje (14/9) na verdade é ótima. Imagine subir a Serra das Russas para começar o fim de semana curtindo o climinha agradável de Gravatá, ouvindo boa música num show que tem tudo para ser único… Essa noite tem Nando Reis e os Infernais, além da cantora Mariana Aydar, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5319" aria-labelledby="figcaption_attachment_5319" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/nandofoto1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5319" alt="Nando Reis apresenta hits dele e de outros (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/nandofoto1-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Nando Reis apresenta hits dele e de outros (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>Por Duda Martins</p>
<p>A boa de hoje (14/9) na verdade é ótima. Imagine subir a Serra das Russas para começar o fim de semana curtindo o climinha agradável de Gravatá, ouvindo boa música num show que tem tudo para ser único… Essa noite tem Nando Reis e os Infernais, além da cantora Mariana Aydar, que leva o repertório do seu último disco “Cavaleiro selvagem aqui te sigo” para o Palco Nação Cultural. Também se apresentam o projeto Canta Gravatá, que revela o talento dos artistas locais, e a cantora Chris Nolasco, misturando percussão ao som eletrificado da guitarra. Conversamos com Nando Reis sobre o bailão que ele promete armar essa noite.</p>
<p><strong>FPNC.org – O show “Bailão do ruivão” é ousado, onde músicas como “Whisky a go-go” (Michael Sullivan e Paulo Massadas) e “Chorando se foi” (Kaoma) convivem amigavelmente no mesmo álbum<em>.</em>Foi lançado em 2010 e caiu nas graças do povo pernambucano desde quando estreou por aqui, ano passado, na prévia carnavalesca Guaiamum Treloso.  Após dois anos, alguma mudança no formato do show? O que de novidade podemos esperar para Gravatá?</strong><br />
<strong>Nando Reis -</strong> Defino o repertório dos meus shows minutos antes no camarim, mas essa apresentação será um misto de músicas já conhecidas, como “Bichos escrotos”, “Sou dela”, “Relicário”, “All Star” e “Do seu lado”, com algumas do “Bailão” e quem sabe do “Sei”, meu novo disco que será lançado agora em setembro…</p>
<p><strong>FPNC.org – Como compositor, deve ter sido no mínimo instigante quebrar o protocolo e gravar um disco só de não-autorais. Como surgiu esta ideia?<br />
</strong><strong>Nando Reis -</strong> A ideia do “Bailão do ruivão” surgiu em 2009, quando montei uma apresentação na festa do VMB inspirada nesse repertório diferenciado, de músicas que eu já apresentava no bis dos meus shows com os Infernais. Pela primeira vez gravei um disco com músicas que não são de minha autoria. E que, no entanto, são tão minhas, porque fazem parte da estruturação da minha personalidade, do meu gosto e da minha particularíssima formação musical.</p>
<p><strong>FPNC.org -</strong> <strong>Regravar hits como “Frevo mulher”, de Zé Ramalho, é uma grande responsabilidade. Você ficou receoso de receber críticas como intérprete?</strong><br />
<strong>Nando Reis</strong> – Eu não dou a menor bola pra crítica, principalmente a crítica que evidentemente se baseia em ataques pessoais ou sectarismos preconceituosos. Gosto de música, independente do gênero, do rótulo, da época da origem.</p>
<p><strong>FPNC.org – Qual foi o critério de seleção para este repertório inusitado, que vai de Wando a Bee Gees?</strong><br />
<strong>Nando Reis</strong> – Havia músicas que eu gostaria de tocar, que fazem sentido na minha cabeça e poderiam estar dentro do projeto. Mas não adianta vontade se não encontrar o arranjo certo. Então a gente levantou um repertório maior que iríamos gravar e tivemos tempo para fazer as experiências, e ver se o resultado musical seria satisfatório. As músicas se juntam na minha cabeça por associação, são as mais diversas possíveis e, às vezes, não há nada de musical nisso, no sentido de não precisar ter uma harmonia idêntica, o mesmo assunto. Talvez seja simplesmente o tipo de emoção que ela desperte.</p>
<p><strong>FPNC.org – Já tem novos projetos para 2013?</strong><br />
<strong>Nando Reis -</strong> Sim, lanço ainda esse mês um disco de inéditas, que se chama “Sei”.<br />
Confira <a title="AQUI" href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Programação-FPNC-Agreste-Central-2012.docx" target="_blank">AQUI</a> a programação completa do festival de Gravatá.</p>
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		<title>Um mestre artesão de almas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Sep 2012 21:09:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça um pouco do luthier Nezinho de Gravatá, detentor da arte rara de fabricar violas e violões Por Julya Vasconcelos Há algo de místico na arte de se construir um instrumento. Porque não é apenas a transformação física da madeira, do metal ou do couro, que são contorcidos, cortados, fendidos, costurados. É colocar dentro dessa metamorfose, que [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5245" aria-labelledby="figcaption_attachment_5245" class="wp-caption img-width-486 aligncenter" style="width: 486px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7986134317_3bd58867ec_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5245" alt="O luthier, suas ferramentas e suas criações, as violas (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7986134317_3bd58867ec_z-486x486.jpg" width="486" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">O luthier, suas ferramentas e suas criações, as violas (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Conheça um pouco do </em>luthier <em>Nezinho de Gravatá, detentor da arte rara de fabricar violas e violões</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Há algo de místico na arte de se construir um instrumento. Porque não é apenas a transformação física da madeira, do metal ou do couro, que são contorcidos, cortados, fendidos, costurados. É colocar dentro dessa metamorfose, que exige a mão sábia de um artesão, uma espécie de alma. Ou feitiço. E essa alma, feitiço ou coisa que o valha (tão difícil definir mistério) está no detalhe, na distância entre as divisões que compõem o braço de uma viola. No tamanho da abertura que se faz no seu corpo, na densidade da madeira que se usa nas suas laterais. E por fim, com tudo já pronto e com as cordas estendidas sobre o corpo de uma viola dinâmica, no seu ateliê na Cohab II, em Gravatá, Nezinho traz o objeto encantado para si e vai achando as notas perfeitas.</p>
<p>“Sabe que nota é essa? É um ré maior. Agora ré menor. Lá maior. Agora dó maior”, vai demonstrando uma a uma. “Agora a nota musical que eu sou apaixonado por ela chama-se essa aqui”, e toca, concentrado, um demorado lá menor. “Eu gosto dessa demais, olha que coisa bonita!”, diz o famoso<em> luthier </em>de Gravatá por detrás dos seus óculos de grau. Um pouco antes, Nezinho havia dito que não sabia tocar: “Não, não, não. Eu sou ruim que só a peste pra tocar. Eu só faço a viola pra quem canta”. Mas ao empunhar o violão, dizendo que vai fazer só um “arranjozinho de nada”, o cantador pede licença ao <em>luthier </em>e revela a paixão daquele homem para além do objeto. A paixão pela tal da alma que sai de dentro dele.</p>
<p>Ao longo da conversa, responde várias vezes às perguntas em versos, de improviso. O ateliê de Nezinho é feito de poesia, som e um cheiro forte de madeira e verniz. Até o final da longa prosa, Nezinho não para de dedilhar a viola. Agora temos trilha sonora e a sensação de que deve mesmo haver um segredo para que a junção de todas aquelas peças coladas, envernizadas e arrematadas com cordas tensas tenha um som tão bonito.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5249" aria-labelledby="figcaption_attachment_5249" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7986136657_5f83ef9bf5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5249" alt="Autodidata, ele hoje é referência (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7986136657_5f83ef9bf5_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Autodidata, ele hoje é referência (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Itália, Antonio Stradivari, <em>luthier</em> dos famosos violinos Stradivarius, foi alvo de diversas teorias. Diziam que ele utilizava verniz com cinzas vulcânicas, ou madeiras de navios naufragados e curados na água salgada do mar, para fazer com que seus violinos tivessem um som tão incrível. O fato é que seus instrumentos até hoje são objetos de desejo de músicos do mundo inteiro, e seu som, magicamente, não se assemelha ao de qualquer outro violino fabricado pelas mãos que não sejam as dele. Nezinho fala que não tem desses segredos. Revela a sua ciência: diz utilizar quatro tipos diferentes de madeira em um mesmo violão: cedro e pinho; maçaranduba no corpo; e, nas laterais e no encosto, imbuia ou jacarandá. “Para ser um bom<em> luthier</em> é preciso muita paciência e muito cuidado, porque se você errar um milímetro, já errou muita coisa”, revela. “Até aqui, modéstia à parte, eu nunca fiz uma viola pra alguém botar defeito”.</p>
<p>Mestre Nezinho é conhecido especialmente pelas suas violas dinâmicas, muito apreciadas pelos cantadores. Severino Soares, Sebastião Barreto, Hipólito Moura, Luciano Leonel, Josenildo França e diversos outros violeiros da região encomendam ou concertam instrumentos com Seu Nezinho. O artesão ensina que a viola dinâmica tem uma peça central que se chama diafragma, por sobre a qual passam as cordas e então o som é amplificado de um jeito diferente da viola tradicional. “Aí o som é outro som, bonito, mais amplificado. Mas é um som mais estridente, mais fino. Os cantadores gostam”, explica o <em>luthier</em>.</p>
<p>Nascido Manoel Fernandes da Silva Filho, em 18 de maio de 1951, Nezinho foi agricultor como o pai, e depois serralheiro, pedreiro e marceneiro. Já foi até camelô na Praça do Derby e consertou bicicletas naquele mesmo ateliê. Conta que sempre trabalhou com as mãos, que sempre foi um observador. Começou no ofício de<em> luthier</em> quando já tinha pra mais de 40 anos, observando um outro artesão, que não quis lhe ensinar nada, mas se deixou observar. “Ele não me dizia nem onde comprar as madeiras, mas como quem tem boca vai à Roma, né?”. De tanto olhar, Nezinho sentiu que podia fazer igual. Primeiro lixou uma viola inteira, gostou do resultado. “Depois eu pensei: vou fazer uma viola pra mim mesmo, porque se eu errar é problema meu, eu quebro e faço outra”, conta o artesão. E aconteceu. A viola ficou boa de som, mas ruim de regra.</p>
<p>Mas o tempo foi correndo ligeiro e Nezinho aprimorou a técnica que, junto ao talento e ao prazer que o envolvem na sua atividade, deu origem a um dos melhores <em>luthiers</em> de Pernambuco. Hoje em dia, conta que deve ter fabricado cerca de 30 violas e consertado um número incontável de outras. Tem dois filhos, mas nenhum deles seguiu seu ofício. Sentado na bancada da sua oficina, que funciona na casa que habita sozinho no subúrbio de Gravatá, Nezinho lamenta a diabetes e a falta de uma companheira. Mesmo assim, vibra ao falar da sua profissão. Quando pergunto o que sente ao ver um instrumento seu sendo tocado por alguém, é categórico na resposta: “Me sinto feliz”, responde sem titubear. “Um cabra que sabe tocar pega uma viola dessa que eu fiz e faz dela outro instrumento, outra coisa. É bonito de ver”, diz sobre os seus clientes e as notas perfeitas que oferece, generosamente, de matéria-prima para as músicas dos outros.</p>
<p>O ateliê do Mestre Nezinho de Gravatá fica na Rua Padre Augusto Soares, 279 – Cohab II, Gravatá/PE.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5250" aria-labelledby="figcaption_attachment_5250" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7986141197_966ae5a3c5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5250" alt="Uma morada de poesia e som, com cheiro de madeira e verniz (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7986141197_966ae5a3c5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Uma morada de poesia e som, com cheiro de madeira e verniz (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>*Narrativa realizada na ocasião do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central, edição de Gravatá, realizada de 11 a 16 de setembro de 2012, durante a Festa da Estação.</p>
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		<title>Programação eclética anima Mercado Municipal de Gravatá</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 14:09:02 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Reaberto em dezembro de 2011, mercado da cidade recebe até este domingo (16/9) atrações musicais Por Chico Ludermir O Mercado Municipal de Gravatá mostrou novamente seu potencial como palco para apresentações musicais durante o Festival Pernambuco Nação Cultural. Ontem (15/9), o espaço recebeu o dia inteiro (das 9h às 18h) uma programação eclética. As sete [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5266" aria-labelledby="figcaption_attachment_5266" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989813278_18a174bdc5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5266" alt="Durante a manhã, Mercado recebeu o projeto Cultura Livre nas Feiras (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989813278_18a174bdc5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Durante a manhã, Mercado recebeu o projeto Cultura Livre nas Feiras (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Reaberto em dezembro de 2011, mercado da cidade recebe até este domingo (16/9) atrações musicais</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>O Mercado Municipal de Gravatá mostrou novamente seu potencial como palco para apresentações musicais durante o Festival Pernambuco Nação Cultural. Ontem (15/9), o espaço recebeu o dia inteiro (das 9h às 18h) uma programação eclética. As sete atrações tocaram do popular à MPB; do repente ao forró.</p>
<p>Do lado de fora, as barracas estavam cheias de frutas coloridas. E o cheiro característico das feiras dava as boas vindas aos visitantes. Dentro do mercado, o Maracatu Carneiro Manso, o forró de Leo do Acordeon e a banda de Pifano Gravataense preenchiam o espaço com suas sonoridades. Depois de uma apresentação de sambas antigos da Banda Flash Back, subiu ao pequeno palco Bento Rezende, que fez show de homenagem a Gonzaguinha, grande compositor brasileiro, falecido há exatos 21 anos.</p>
<div id="attachment_5268" aria-labelledby="figcaption_attachment_5268" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989812209_e0903e238c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5268" alt="Bento Rezende foi aplaudido no show em tributo a Gonzaguinha (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989812209_e0903e238c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bento Rezende foi aplaudido no show em tributo a Gonzaguinha (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>No meio das 15 mesas, todas lotadas, Bento começou com uma versão de “Recado”, cantada à capela. Em uma hora de apresentação, o intérprete passou pelos sucessos do filho de Luiz Gonzaga, como “Lago do amor”, “É”, terminando com “O que é o que é”.</p>
<p>Quem estava feliz da vida era Deine Moraes. Desde quando o mercado reabriu, em dezembro de 2011, ela tem um estande, onde vende bebidas e comidas. “Para mim está sendo maravilhoso. Alem de trabalhar, ainda me divirto”, afirmou.</p>
<p>Se durante a manhã o lugar esteve animado, à tarde foi ainda mais. Diversos homens com chapéus na cabeça se juntaram para conferir os versos dos cantadores Hipólito Moura e João Lourenço. Alguns escreviam motes para os improvisos dos repentistas. Um deles, Luiz Inácio, me pediu um papel emprestado para dar o seu – “O tempo só veio prestar depois que eu não presto mais”. “Eu gosto muito de cantoria. Sempre acompanho, desde pequeno. Não canto não, mas gosto de escrever sugestões de motes”, contou.</p>
<div id="attachment_5269" aria-labelledby="figcaption_attachment_5269" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989804007_3cf17becef_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5269" alt="Os cantadores Hipólito Moura e João Lourenço (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989804007_3cf17becef_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Os cantadores Hipólito Moura e João Lourenço (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Terminando a programação, o forró de Tio do Acordeon levantou os casais. De Gravatá, a banda tocou sucessos como “Sabiá” e “Sala de reboco”. Como não poderia faltar, rolaram também versões para músicas de Luiz Gonzaga, tais como “Nem se despediu de mim“, “Forró no escuro” e “Olha pro Céu”, que encerrou o dia.</p>
<p>Gravataense, Daniela Januário trouxe consigo amigos do Recife, que se hospedaram em sua casa. “Gostei tanto que já comprei minha senha para vir amanhã”, brincou. Neste domingo, a partir das 11h, tem mais atrações no Mercado Municipal:  Batuqueiros do Silêncio, Catimbó do Forró e Zezinho do Acordeon. A entrada é gratuita.</p>
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		<title>Para cantar, dançar e ser feliz</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 20:09:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Orquestra Contemporânea de Olinda]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5286" aria-labelledby="figcaption_attachment_5286" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-e1347388409958.jpg"><img class="size-full wp-image-5286" alt="Orquestra Contemporânea de Olinda (Foto: Tiago Calazans/O Santo/Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/OCO_PraFicar_foto_TiagoCalazans_3-e1347388409958.jpg" width="600" height="398" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Contemporânea de Olinda (Foto: Tiago Calazans/O Santo/Divulgação)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Segundo a Orquestra Contemporânea de Olinda, a música não tem classificação – ou pelo menos isso não é algo que deve ser pensado por músicos. A estes cabe o papel nada simples de fazê-la, tocá-la e transformá-la em matéria; no caso da OCO, em diversão. “O que queremos é que todos se divirtam com a gente! Que cantem, que dancem e sejam felizes!”, dizem, antecipando o show que vão apresentar neste sábado (15/9), no FPNC de Gravatá, na noite em que também se apresentam no palco principal o Dunas do Barato, a banda Eddie e o cantor Seu Jorge. Nascida em 2007, a banda, que segue aquela velha conhecida premissa antropófaga-mangue de “uma antena parabólica enfiada na lama”, é definitivamente olindense, mas também cosmopolita. A produção de Arto Lindsay, a boa recepção do novo disco e o compartilhamento, gratuitamente, de suas músicas na rede são alguns dos assuntos tratados na entrevista a seguir.</p>
<p><strong>FPNC.org – Como surgiu a Orquestra Contemporânea de Olinda?<br />
</strong><strong>Orquestra Contemporânea de Olinda -</strong> Surgiu em 2007. Músicos que já tinham uma carreira desenvolvida, solo ou tocando em outras bandas se uniram para formar a <em>big band</em> olindense. Junto a eles, o Grêmio Musical Henrique Dias, primeira escola profissionalizante de música (de Olinda, de 1954), coordenada pelo maestro Ivan do Espírito Santo, completaram o grupo com o naipe de quatro metais na formação da OCO. A ideia de juntar os dez músicos foi do percussionista Gilú Amaral.</p>
<p><strong>FPNC.org – Essa formação de <em>big band</em> tem raízes nas bandas de jazz. Isso faz parte da bagagem de vocês? Falem um pouco das influências musicais da orquestra.</strong><br />
<strong>OCO -</strong> Vivemos numa cidade cosmopolita e também somos curiosos pela música do mundo. Ouvimos de tudo, mas é evidente a presença da música africana, por exemplo, em nossas influências. Somos influenciados pelos sons que vêm de Olinda e passam por Olinda.</p>
<p><strong>FPNC.org – Como vocês classificam, se é que têm essa preocupação, o som produzido pela orquestra?</strong><br />
<strong>OCO -</strong> Pra gente, música não tem classificação. Classificar o gênero não é um papel nosso, mas, sim, de vocês, da imprensa! (risos) Fazemos a música que acreditamos e queremos que seja sempre assim, para que continue fazendo sentido em nossas vidas.</p>
<p><strong>FPNC.org – O álbum “Pra ficar” foi produzido por ninguém menos que Arto Lindsay, que já produziu nomes como Gal, Caetano e Tom Zé. Vocês já tinham alguma relação com ele? Como se deu essa parceria e qual o reflexo disso?</strong><br />
<strong>OCO -</strong> Convidamos Arto para produzir o disco em dezembro de 2011. Mandamos a pré-produção numa sexta-feira e já na segunda ele nos deu a resposta positiva de que queria participar do trabalho. Ele foi fundamental para a sonoridade que conseguimos alcançar no disco “Pra ficar”, junto com o engenheiro de som Renato Godoy, que nos acompanhou na gravação no Fábrica Estúdios e na mixagem. Arto é uma profissional atento e que sabe muito bem trabalhar em equipe. Ficamos muito satisfeitos.</p>
<p><strong>FPNC.org – A maior parte das músicas de vocês é assinada pelo grupo. Como é que se dá esse processo de composição em conjunto?<br />
</strong><strong>OCO -</strong> O processo de composição do disco “Pra ficar” foi bem em conjunto mesmo. Nenhum de nós trouxe base ou letra pronta. Fizemos tudo junto, de verdade. E isso é resultado da nossa interação enquanto grupo. Nos conhecemos há muitos anos e a música foi um resultado desse tempo que convivemos.</p>
<p><strong>FPNC.org – O que esperar da trajetória desse segundo disco, que já vem colhendo elogios de público e crítica?</strong><br />
<strong>OCO -</strong> O trabalho, quando feito com verdade, amor e seriedade, tem seus frutos colhidos naturalmente. Esperamos que tudo aconteça de forma natural. Mas queremos voltar aos lugares por onde passamos e chegar a novas praças e públicos.</p>
<p><strong>FPNC.org – Por que disponibilizar o disco online, gratuitamente?</strong><br />
<strong>OCO -</strong> Na verdade, para o público, pode parecer gratuito. Mas disponibilizamos o disco pelo sistema “Pague com um tuíte”, ou seja, a pessoa só consegue baixar o disco se divulgar o disco pelo Twitter ou pelo Facebook. Um sistema de troca que já nos rendeu, em 1 mês, mais de 10 mil downloads. Temos a internet como nossa grande aliada, há muito tempo. Investimos em uma equipe de comunicação. E pra gente, divulgar o nosso trabalho, é o que importa. O disco físico virou uma peça romântica, que achamos muito legal, mas que não nos dá mais lucros reais. O que vale mesmo para uma banda independente é ter o máximo de pessoas ouvindo o trabalho, porque é isso que vai gerar novos contratos para shows.</p>
<p><strong>FPNC.org – O que o público de Gravatá pode esperar do show que será apresentado no sábado (15/9)?</strong><br />
<strong>OCO -</strong> O show da turnê “Pra ficar”, que vem sendo preparado há mais de um ano. O que queremos é que todos se divirtam com a gente! Que cantem, que dancem e sejam felizes!</p>
<p>Clique <a title="disco oco" href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">aqui</a>, baixe o disco da Orquestra Contemporânea de Olinda e pague com um tuíte!<br />
Ou, se preferir, acesse o <a href="http://soundcloud.com/orquestraolinda">soundclound </a>da banda.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mercado combina com música</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 12:09:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mercado público de Gravatá recebe novo projeto do festival, com programação que vai até amanhã (16/9) Por Julya Vasconcelos Os primeiros minutos do debut do novo polo musical do FPNC de Gravatá, o Música no Mercado, foram marcados pela batida forte da alfaia de Lucas dos Prazeres, que hipnotizou a plateia e arrancou aplausos no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5307" aria-labelledby="figcaption_attachment_5307" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987165355_43c691aa49_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5307" alt="Alex Corezzi em Trio abriu a noite do novo polo musical de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987165355_43c691aa49_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Alex Corezzi em Trio abriu a noite do novo polo musical de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Mercado público de Gravatá recebe novo projeto do festival, com programação que vai até amanhã (16/9)</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Os primeiros minutos do debut do novo polo musical do FPNC de Gravatá, o Música no Mercado, foram marcados pela batida forte da alfaia de Lucas dos Prazeres, que hipnotizou a plateia e arrancou aplausos no final de algumas músicas às quais emprestou seu virtuosismo.  O percussionista faz parte do Alex Corezzi em Trio, que subiu ao palco montado dentro do charmoso Mercado Público de Gravatá, por volta das 19h de ontem (14/9). À alfaia de Lucas, se aliaram o saxofone de Alex Corezzi e os teclados de Jean Kapsa. O trio levou muito jazz e releitura de clássicos pernambucanos, como o célebre frevo “Quarta-feira ingrata (é de fazer chorar)”, de Luiz Bandeira.</p>
<p>Ray Charles, Marvin Gaye, Eric Clapton e Aretha Franklin. Entre a voz, o sax e a guitarra, o norte-americano Atiba Taylor passeou por clássicos do blues e do jazz, com direito a algumas paradas nos Beatles, reinterpretados sob a cadência do blues. A Uptown Band Duo, projeto do músico com o brasileiro Tomaz Lera, juntou um público de cerca de 200 pessoas no Mercado e levou todos a um delicioso passeio por uma das vertentes mais incríveis da música popular norte-americana.</p>
<div id="attachment_5308" aria-labelledby="figcaption_attachment_5308" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987165828_ffb07e884b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5308" alt="Atiba Taylor interagindo com o público no Música no Mercado (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987165828_ffb07e884b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Atiba Taylor interagindo com o público no Música no Mercado (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Em meio a mesas regadas a conversas, petiscos e cervejas, a música ecou por todos os lados do Mercado Municipal. O pé-direito alto do espaço soou acusticamente perfeito. Uma vocação oculta. Andréa Pedroso cantou, vibrou e aplaudiu todas as músicas desde os primeiros minutos da apresentação. “Apesar de eu não entender muito de música, eu vejo claramente que isso aqui é cultura e é um presente pra gente”, disse Andréa, animada com a possibilidade do mercado ser cenário constante de apresentações de diferentes artistas.</p>
<p>O mercado continua com as portas abertas durante este FPNC. Confira abaixo o restante da programação neste fim de semana, que vai até amanhã (16/9):</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
9h30 – Cultura Livre nas Feiras<br />
Maracatu Carneiro Manso<br />
Leo do Acordeon<br />
Banda de Pífano Gravataense<br />
Bento Rezende – 21 anos sem Gonzaguinha<br />
Banda Flash Back<br />
Trio Nordestino do Forró<br />
15h – Hipólito Moura e Severino Soares (Violeiros) e Júnior Cordel (Declamador)<br />
16h – Tio do Acordeon</p>
<p><strong>Domingo, 16/9</strong><strong><br />
</strong>11h – Batuqueiros do Silêncio<br />
12h – Catimbó do Forró<br />
13h – Zezinho do Acordeon</p>
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		<title>Tarde de dança na Praça 10, em Gravatá</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 11:09:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[De salão ao popular, do clássico ao contemporâneo, tarde de ontem (14/9) foi do corpo em Gravatá Por Chico Ludermir Enquanto o sol se punha, a Praça 10, em Gravatá, aos poucos se enchia para assistir à mostra de dança do Festival Pernambuco Nação Cultural. Numa programação eclética, apresentaram-se grupos locais e convidados do Recife. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5311" aria-labelledby="figcaption_attachment_5311" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987138757_d2eddaab4d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5311" alt="De Gravatá, o grupo Gravat'art levou coreografias de dança popular (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987138757_d2eddaab4d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De Gravatá, o grupo Gravat&#8217;art levou coreografias de dança popular (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>De salão ao popular, do clássico ao contemporâneo, tarde de ontem (14/9) foi do corpo em Gravatá</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Enquanto o sol se punha, a Praça 10, em Gravatá, aos poucos se enchia para assistir à mostra de dança do Festival Pernambuco Nação Cultural. Numa programação eclética, apresentaram-se grupos locais e convidados do Recife.</p>
<p>De Gravatá, o grupo Movimento de Dança Wanderson José abriu a tarde de apresentações com coreografias de dança de salão que passaram pelo tango e pela gafieira. A mesma companhia apresentou também suas coreografias de balé clássico, dançado por três pares, e de dança contemporânea.</p>
<p>Outro da cidade anfitriã, o grupo Gravat’art mostrou que Gravatá também é terra de frevo, maracatu e caboclinho. E numa sequência animada com figurino colorido, fez lembrar o Carnaval. Tesouras e pernadas; damas-de-passo, reis e rainhas; penas e flechas. Tudo no ritmo acelerado da cultura pernambucana.</p>
<div id="attachment_5312" aria-labelledby="figcaption_attachment_5312" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987137133_022507fa76-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5312" alt="Frevo de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987137133_022507fa76-1-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Frevo de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Já do Recife vieram Rogério Alves e Orunmillá Santana. Rogério trouxe duas coreografias dançadas ao lado de Juliana Siqueira. A primeira, um tango sensual e cheio de elasticidade; a segunda, uma dança encenada em que um limpador sonha em ser professor de dança. Orunmillà, por sua vez, trouxe o seu “O que tenho a oferecer”, que, em quatro atos, mistura capoeira, afoxé, cavalo marinho e dança contemporânea.</p>
<p>Da centena de espectadores, o que se via era uma variedade. De Igor Lemos, de 16 anos, que veio direto da escola, à Olímpia Varela, de 77. ”Adoro dança”, disse um. “É um passatempo maravilhoso para a terceira idade”, disse a outra. Da assessoria de Dança da Secretaria de Cultura, Marília Rameh afirmou que o evento foi a oportunidade de, ao mesmo tempo, incentivar os grupos locais e de trazer bons coreógrafos do Recife.</p>
<div id="attachment_5313" aria-labelledby="figcaption_attachment_5313" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987147820_0a578e6da3_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5313" alt="Rogério Alves e Juliana Siqueira dançaram tango (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987147820_0a578e6da3_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Rogério Alves e Juliana Siqueira dançaram tango (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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		<title>Cartões postais revelam Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 18:09:30 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Além da extensa programação artística, o FPNC busca fomentar uma consciência cultural por cada cidade onde passa. Pensando nisso, a Diretoria de Preservação Cultural encontrou uma forma criativa de educar e, ao mesmo tempo difundir, os patrimônios do Estado. O projeto Postais da Memória traz em cartões postais fotos e curiosidades dos patrimônios materiais e imateriais – e até dos que não existem mais, embora tenham marcado a história de cada região.</p>
<p>Em Gravatá, a ação começou com a distribuição de cerca de 400 cartões postais estampados com imagens e histórias de quatro bens edificados que estão na memória da cidade. São eles: a antiga Igreja de Sant`Ana (foto da década de 1940); o Mercado Público, ainda ativo e um dos principais pontos turísticos do município; a antiga Casa de Câmara e Cadeia, hoje chamada Memorial de Gravatá, tombado pelo Estado como patrimônio material; e a Estação Ferroviária.</p>
<p>Após a distribuição e preenchimento, o próximo passo é encaminhar os cartões aos seus destinatários pelos Correios. Este trabalho é feito pela própria equipe do festival. Segundo o coordenador da ação, Diomedes de Oliveira, o movimento ganhou força no último Festival de Inverno de Garanhuns (FIG): “A procura foi tão grande que esgotaram todos os cartões. Teve muita gente que mandou para os amigos em outros estados e até outros países. Desta forma, os patrimônios de Pernambuco estão sendo conhecidos nacional e internacionalmente”.</p>
<div id="attachment_5328" aria-labelledby="figcaption_attachment_5328" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5328" alt="Gravataenses escrevem nos seus postais (Foto: Breno Borges - DPCult/Fundarpe)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao1-607x435.jpg" width="607" height="435" /></a><p class="wp-caption-text">Gravataenses escrevem nos seus postais (Foto: Breno Borges &#8211; DPCult/Fundarpe)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_5329" aria-labelledby="figcaption_attachment_5329" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao3.jpg"><img class="size-medium wp-image-5329" alt="Caneta colorida para deixar ainda mais bonito (Foto: Breno Borges - DPCult/Fundarpe)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao3-607x438.jpg" width="607" height="438" /></a><p class="wp-caption-text">Caneta colorida para deixar ainda mais bonito (Foto: Breno Borges &#8211; DPCult/Fundarpe)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5330" aria-labelledby="figcaption_attachment_5330" class="wp-caption img-width-554 aligncenter" style="width: 554px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5330" alt="Prontos para o correio (Foto: Breno Borges - DPCult/Fundarpe)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao2-554x486.jpg" width="554" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Prontos para o correio (Foto: Breno Borges &#8211; DPCult/Fundarpe)</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5331" aria-labelledby="figcaption_attachment_5331" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao42.jpg"><img class="size-medium wp-image-5331" alt="Patrimônios de Gravatá (Foto: Breno Borges - DPCult/Fundarpe)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cartao42-607x451.jpg" width="607" height="451" /></a><p class="wp-caption-text">Patrimônios de Gravatá (Foto: Breno Borges &#8211; DPCult/Fundarpe)</p></div>
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		<title>Atração internacional toca hoje no festival</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 15:09:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O cantor, saxofonista e pianista Atiba Taylor nasceu nos Estados Unidos e vai tocar na serra, no Festival Pernambuco Nação Cultural  de Gravatá. Para a cidade, ele leva o projeto Uptown Band Duo, que divide com o músico paulista Thomaz Lera. A dupla estará no novo polo musical do festival, o Música no Mercado, desta sexta-feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5334" aria-labelledby="figcaption_attachment_5334" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/1320075504atibataylor01-e1347287917379.jpg"><img class="size-full wp-image-5334" alt="Atiba Taylor é um típico jazzman, que impressiona pelo groove e pelas improvisações (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/1320075504atibataylor01-e1347287917379.jpg" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Atiba Taylor é um típico jazzman, que impressiona pelo groove e pelas improvisações (Foto: Divulgação)</p></div>
<p>O cantor, saxofonista e pianista Atiba Taylor nasceu nos Estados Unidos e vai tocar na serra, no Festival Pernambuco Nação Cultural  de Gravatá. Para a cidade, ele leva o projeto Uptown Band Duo, que divide com o músico paulista Thomaz Lera. A dupla estará no novo polo musical do festival, o Música no Mercado, desta sexta-feira (14/9), a partir das 20h. Quem abre a noite às 19h é Alex Corezzi Trio.</p>
<p>Atiba é um típico <em>jazzman</em>, que impressiona pelo <em>groove</em> e pela desenvoltura das improvisações. Começou a estudar piano aos 15 anos, primeiro na National Endowment for the Arts Jazz Fellowship (NEA) e depois na Howard University de Washington. Em suas apresentações pela Europa, tocou ao lado de nomes como Wynton Marsalis, Wood Shaw, Waymon Tisdale, Webster Young, Archie Shepp e Bobby McFerrin.</p>
<p>Toda essa base dialoga com uma relação estreita que Atiba mantém com a música brasileira desde 1985, quando foi para Amsterdã tocar com o afro-grupo de jazz Fra Fra Sound. Anos depois, já de volta a Washington DC, o músico conheceu o baiano Alaor Macedo, que estabeleceu definitivamente a ponte entre as raízes jazzísticas profundas de Atiba e o sabor “exótico” da música brasileira, indo muito mais além dos famigerados clássicos de Tom Jobim.</p>
<p>Hoje em dia, Atiba está vinculado a um projeto de música brasileira chamado Brazil Modern Quartet, com os músicos alagoanos Felipe Baigon (baixo) Ricardo Lopes (guitarra) e Carlos Bala (bateria).</p>
<p>Segue abaixo a programação completa do projeto Música no Mercado, no qual ele vai se apresentar. Os shows são todos gratuitos.</p>
<p><strong>Programação do Música no Mercado:</strong></p>
<p><strong>Sexta-feira, 14/9</strong></p>
<p>19h – Alex Corezzi em Trio<br />
20h – Uptown Band Duo – Thomaz Lera e Atiba Taylor</p>
<p><strong>Sábado, 15/9</strong><br />
9h30 – Cultura Livre nas Feiras<br />
Maracatu Carneiro Manso<br />
Leo do Acordeon<br />
Banda de Pífano Gravataense<br />
Bento Rezende – 21 anos sem Gonzaguinha<br />
Banda Flash Back<br />
Trio Nordestino do Forró<br />
15h – Hipólito Moura e Severino Soares (Violeiros) e Júnior Cordel (Declamador)<br />
16h – Tio do Acordeon</p>
<p><strong>Domingo, 16/9<br />
</strong>11h – Batuqueiros do Silêncio<br />
12h – Catimbó do Forró<br />
13h – Zezinho do Acordeon</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Filho da rima com o verbo</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 15:09:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Agreste Central 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Gravatá]]></category>
		<category><![CDATA[Ivanildo Vila Nova]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça Ivanildo Vila Nova, o cantador e violeiro que se apresenta nesta sexta-feira (14/9) no FPNC Por Chico Ludermir Desde que nasceu, em 1945, Ivanildo Vila Nova pertence ao mundo da cantoria. Descendente de pai e avô violeiros, aos 12 anos o caruaruense já viajava Pernambuco adentro com sua viola. Ser cantador, para a família [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5292" aria-labelledby="figcaption_attachment_5292" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7985558211_d052ecae37_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5292" alt="Ivanildo desde cedo começou a cantar. Hoje tem vários CDs gravados (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7985558211_d052ecae37_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ivanildo desde cedo começou a cantar. Hoje tem vários CDs gravados (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Conheça Ivanildo Vila Nova, o cantador e violeiro que se apresenta nesta sexta-feira (14/9) no FPNC</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Desde que nasceu, em 1945, Ivanildo Vila Nova pertence ao mundo da cantoria. Descendente de pai e avô violeiros, aos 12 anos o caruaruense já viajava Pernambuco adentro com sua viola. Ser cantador, para a família Vila Nova, era hereditário. E foi quase obrigatório Ivanildo cumprir esse destino.</p>
<p>Se de um lado sempre esteve a influência que corre no sangue dos Vila Nova, de outro, esteve uma ligação com a política. Durante a adolescência, na década de 1960, quando ferviam os ideais de esquerda, Ivanildo era comunista. Trabalhava na Banca Yuri Gagarin, que chegou até a ser incendiada pelos integralistas de Caruaru. Foi lá que o cantador conviveu com alguns intelectuais e artistas da sua região.</p>
<p>Pouco antes do Golpe de 1964, o pai José Faustino entregou-lhe a viola e mandou que fosse embora. “Ou você vai cantar ou vai ser preso”, disse imperativo e preocupado. Na época, Ivanildo era resistente. “Não queria cantar, porque via meu pai ser despejado de casa, não havia prosperidade no ramo”, contou, revelando o confronto de gerações entre o pai conservador e católico e ele, comunista e (consequentemente) ateu.</p>
<p>E então Ivanildo foi tentar fazer diferente. Como que unindo as duas referências, juntou os conhecimentos essenciais aos cantadores com o que tinha lido nos livros proibidos que chegavam às suas mãos. Alem da gramática, bíblia, mitologia, geografia, corpo humano…, acrescentou aos seus versos as questões políticas e sociais que ele lia nos autores russos como Tolstoi, Dostoievski, Gork, muitas vezes em versões em espanhol, língua que passou a dominar.</p>
<p>Mais ainda. Ao aceitar o caminho da cantoria, levou consigo o sentido de coletividade comunista. Fazia versos de cunho social, como os que falavam de Lampião e de Antônio Conselheiro, decidindo transformar seu ofício em profissão de verdade.  Na década de 1970, Ivanildo entrou e lutou para fazer associações e festivais de violeiros. “Todas essas ideias herdadas dos comunistas”.  E criou a Associação de Repentistas e Poetas Nordestinos, em Campina Grande, na Paraíba.</p>
<p>Enquanto disputava seu espaço, como nas cantorias “propositais” (para desbancar o adversário), saía também em busca da sindicalização, profissionalização, contratos, horários e respeito à categoria.  Todos passaram a ter férias uma vez por ano, financiadas pelos outros cantadores.  “Assim dava para ter mais presença familiar e também dava para arejar os pulmões e a cabeça. Saímos da postura de pedinte”, explica. Foi nesta época, segundo Ivanildo, que os cantadores passaram a ser vistos pelos “cabeludos” e universitários.</p>
<p>E junto com este violeiro, a cantoria continua em evolução. “Só o que não muda é a viola, mas o resto tudo evolui. Não é aquela coisa folclórica e passiva.  Foi, sim, um veículo de comunicação e cultura. O cantador é um dos artistas mais importantes”, defende.</p>
<p>Aos 67, Ivanildo continua improvisando em sextilha, mote de 10, de 7, galope a beira-mar, martelo alagoana, mourão voltado e todos as outras dezenas de métricas do seu estilo, junto às 10 cordas de sua viola.  Mas também, depois de mais de 50 anos de cantoria, já é consagrado com sucessos como “Nordeste independente”. Já foi para Paris, Milão, Nova Iorque e tem alguns CDs  gravados.</p>
<p>A experiência que o consagrou é mesma que o coloca hoje no seu maior drama: o de quem está terminando uma carreira. “Daqui a um ou dois anos, não vou estar como hoje, com voz boa e disposição para viajar. É o medo da idade, da doença, da morte. E de como vou viver sem cantar. Isso me atormenta, porque a cantoria foi quem me deu sobrevivência, amigos e família”, confessa.</p>
<p>Nesta sexta-feira  (14/9), Ivanildo se apresenta ao lado de Luciano Leonel no distrito de Russinha, às 17h, em Gravatá. Em seguida, segue a apresentação da mostra Cinema na Estrada, às 19h.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Gonzagão ficaria orgulhoso</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Sep 2012 11:09:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<category><![CDATA[Toinho do Baião]]></category>
		<category><![CDATA[“Ato”]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5341" aria-labelledby="figcaption_attachment_5341" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984286282_3c280b7591_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5341" alt="Galeguinho de Gravatá abriu a noite (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984286282_3c280b7591_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Galeguinho de Gravatá abriu a noite (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Shows que abriram o Palco Nação Cultural, em Gravatá, foram de homenagens à altura do mestre</em></p>
<p>Por Duda Martins</p>
<p>Emerson Luiz, 16 anos, ruivo e de aparelho nos dentes, estava terça-feira (11/9) assistindo ao cortejo dos grupos populares que iniciaram as atividades do Festival Pernambuco Nação Cultural em Gravatá. Ele também acompanhou o desfile dos blocos líricos no dia seguinte, dançando e cantando as músicas saudosas. Ontem (13/9) à tarde, riu e se encantou com a apresentação de “Ato”, peça que o grupo Magiluth apresentou a céu aberto na Praça 10 de Novembro. Poucas horas depois, começava o primeiro show no Palco Nação Cultural, na noite em homenagem a Luiz Gonzaga. Um garoto ensaiava passos de forró quando a primeira atração ainda nem havia dado os primeiros acordes. Emerson Luiz não perdeu nada: “Só deu tempo de eu ir em casa, tomar banho e vir para cá. Eu adoro quando tem essas coisas aqui. E amanhã sou eu que vou me apresentar aí nesse palco”, confessou orgulhoso.</p>
<p>O garoto se referiu à sua participação no grupo Canta Gravatá, que abre a festa de hoje (14/9). Mas um dia de cada vez. Quem vem acompanhando o festival e todas as atividades só tem tempo mesmo de tomar banho e sair de casa novamente. Não fosse assim, ele teria perdido uma linda noite que lembrou o nome e o legado do Rei do Baião. Galeguinho de Gravatá entrou em cena com um público ainda tímido, mas colocou todo mundo para arrastar o pé no salão, tocando os clássicos “Sala de reboco”, “Cenário de amor” e “O Gonzagão”.</p>
<p>Toinho do Baião (Vitória de Santo Antão) subiu ao palco em seguida, caracterizado como o próprio Lua. E tudo lembrava ele: roupa, acessórios, músicas, voz e até trejeitos. Acompanhado de uma zabumba, um triângulo e uma sanfona, o cantor de voz potente fez um show com mais de 15 músicas de Gonzaga, das mais famosas às mais desconhecidas. No repertório, “Boiadeiro”, “Carolina”, “Cigarro de paia” e “Sala de reboco”.</p>
<p>Esta última, aliás, também foi cantada pela cantora Anastácia, amiga íntima e parceira de Luiz Gonzaga que também compôs a grade de artistas da noite. Animada, não parou de cantar um só momento, a não ser quando fazia questão de enaltecer o parceiro: “Estou muito feliz de estar aqui. O mundo precisa conhecer Luiz Gonzaga e saber que ele foi o grande rei do forró”. Outro momento foi quando relembrou a sua primeira composição gravada pelo mestre: “Sanfona sentida”, “Uma declaração de amor para a sanfona”, brincou.</p>
<p>O jovem sanfoneiro Cezzinha não deixou a peteca cair, mesmo entrando na madrugada: “Obrigado a vocês que saem de suas casas para prestigiar a cultura pernambucana”, agradeceu ao público. Cezzinha de fato é músico. E dos bons. O show atestou que a carreira do pernambucano é de esforço e dedicação. É muito provável que, em pouco tempo, seja considerado um dos maiores sanfoneiros do País. Além de um repertório refinado, que vai de Gonzaga, passando por Sivuca, Jackson do Pandeiro e Nando Cordel, o ponto alto do seu show foi quando mostrou o domínio com a sanfona num solo instrumental de chorinho. Os dedos ágeis na complexa melodia chegaram aos ouvidos dos espectadores, lembrando os acordes dos seus mestres. “Olha pro céu” encerrou a noite, que acabou no melhor do forró.</p>
<div id="attachment_5342" aria-labelledby="figcaption_attachment_5342" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984373390_970c09c2fd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5342" alt="Toinho do Baião subiu ao palco caracterizado de Gonzaga (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984373390_970c09c2fd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Toinho do Baião subiu ao palco caracterizado de Gonzaga (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5343" aria-labelledby="figcaption_attachment_5343" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984515270_80c76bfaa0_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5343" alt="Anastácia foi só elogios ao amigo e parceiro Lua (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984515270_80c76bfaa0_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anastácia foi só elogios ao amigo e parceiro Lua (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5344" aria-labelledby="figcaption_attachment_5344" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984622735_5cea293966_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5344" alt="Cezzinha impressionou com a sanfona (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7984622735_5cea293966_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cezzinha impressionou com a sanfona (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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