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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC AGRESTE CENTRAL</title>
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		<title>Comunidades quilombolas recebem oficinas de capacitação do Funcultura</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Feb 2016 19:39:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Quilombo Pau Ferrado, localizado na zona rural de Lagoa dos Gatos, no Agreste, recebeu na manhã desta quarta-feira (17), a oficina do Ciclo de Capacitação Regionalizada para o Edital do Funcultura Geral. Realizada pela Gerência de Formação Cultural e Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE, a atividade atendeu a 20 moradores [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_33904" aria-labelledby="figcaption_attachment_33904" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Oficina-de-Capacitacao-Regionalizada-para-o-Edital-do-Funcultura.jpg"><img class="size-medium wp-image-33904" alt="Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2016/02/Oficina-de-Capacitacao-Regionalizada-para-o-Edital-do-Funcultura-607x341.jpg" width="607" height="341" /></a><p class="wp-caption-text">Oficina sendo ministrada na Associação Quilombola dos Agricultores e Pescadores do Território de Cupira.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O Quilombo Pau Ferrado, localizado na zona rural de Lagoa dos Gatos, no Agreste, recebeu na manhã desta quarta-feira (17), a oficina do Ciclo de Capacitação Regionalizada para o Edital do Funcultura Geral. Realizada pela Gerência de Formação Cultural e Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE, a atividade atendeu a 20 moradores do Quilombo Pau Ferrado, contando também com a participação de representantes dos quilombos Guaribas (Bezerros), Pé de Serra dos Mendes (Agrestina), Riachão do Sambaquim (Panelas), Sambaquim (Cupira) e Cavuco (Lagoa dos Gatos).</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“O principal objetivo da oficina, que no último sábado (13) atendeu a moradores do Quilombo Cupira, em Santa Maria da Boa Vista, é possibilitar não apenas a inclusão dos povos quilombolas no Edital do Funcultura, mas também contribuir para que novos projetos culturais destas comunidades possam ser beneficiados pelo programa”</em>, destaca o facilitador da oficina Francisco de Assis, articulador regional de Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secult-PE.</p>
<p style="text-align: justify;">Já no próximo domingo (21), será a vez da Comunidade Quilombola Engenho Siqueira, localizada na cidade de Rio Formoso, na Mata Sul, também contar com a oficina do ciclo regionalizado. A atividade acontece no horário das 9h às 18h, na Escola Municipal José Minervino Roberto, sendo dedicada especialmente interessado.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira <strong><a title="AQUI" href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/formacaocultural/recife-e-mais-dez-cidades-na-rota-das-capacitacoes-regionalizadas-do-funcultura/" target="_blank">AQUI</a></strong> a programação completa do Ciclo de Capacitação Regionalizada para o Edital do Funcultura.</p>
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		<title>Noite com sotaque pernambucano e carioca no FPNC Gravatá</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 14:09:25 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5254" aria-labelledby="figcaption_attachment_5254" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990898764_48eb35fc12_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5254" alt="Seu Jorge foi performático no Palco Nação Cultural (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990898764_48eb35fc12_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Seu Jorge foi performático no Palco Nação Cultural (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Última noite de shows do FPNC de Gravatá foi do som de Olinda ao do Rio de Janeiro</em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Um performer, é assim que se pode definir Seu Jorge na apresentação de ontem (15/9), no Palco Nação Cultural de Gravatá. O cantor e compositor entrou no palco de capuz, fazendo mistério e exaltando a música pernambucana. Dançou, jogou charme pro público e atravessou o palco de canto a canto. Fumou um cigarro e tomou uma latinha de cerveja sentado ao lado dos metais, enquanto os músicos solavam e dançavam com um ar blasé estudado.</p>
<p>O show dele foi forte, dançante e cheio de energia do início ao fim. A banda gigante, que faz lembrar bandas clássicas da <em>black music</em>, alia competência musical e performance, seguindo a energia de Seu Jorge. O sucesso “Mania de peitão” foi a primeira música da noite, que já conquistou de cara o público que lotava o Parque de Eventos Chacre Mussa Zarzar. Mas “Tive razão” foi, sem dúvida, o ponto alto da noite, com uma plateia cantando cada verso com o cantor, que mais de uma vez afastou o microfone e convidou o coro a dominar a música.</p>
<p>Além do suingue carioca de Seu Jorge, o Palco Nação Cultural teve sotaque pernambucano forte na noite do sábado (15/9). Trazendo uma identidade geográfica inegavelmente marcante, Dunas do Barato, Eddie e Orquestra Contemporânea de Olinda também deixaram a sensação de que na música pernambucana de hoje, cabe o mundo inteiro dentro. As três bandas, completamente distintas tanto musical quanto cenicamente, fizeram o público dançar sob uma chuva fina e insistente que caiu durante quase toda a noite.</p>
<p>A OCO abriu a noite tocando músicas do disco novo “<a title="disco para baixar" href="http://www.orquestraolinda.com.br/" target="_blank">Pra ficar</a>” e algumas faixas do trabalho anterior, lançado há quatro anos. Com o repertório, cumpriram fielmente a promessa de fazer o público dançar. Logo depois, a Dunas do Barato levou ao palco um bom show, com forte pitada tropicalista. Natália Meira, vocalista da banda, impressionou pela qualidade vocal.</p>
<p>A também olindense Eddie mesclou basicamente músicas do celebrado disco “Carnaval no inferno”, de 2008, e “Veraneio”, o mais recente trabalho da banda. “A gente adorou cada segundo aqui”, disse Fábio Trummer aos fãs que vibraram a cada música, especialmente “Bairro Novo/Casa Caiada”, cantada em coro pelo público, “Parque de diversões” e “O baile de Betinha”, que contaram com a participação especialíssima de Erasto Vasconcelos.</p>
<div id="attachment_5255" aria-labelledby="figcaption_attachment_5255" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990571835_ea7dd80744_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5255" alt="Dunas do Barato (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990571835_ea7dd80744_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dunas do Barato (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5257" aria-labelledby="figcaption_attachment_5257" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990399731_275f6d499b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5257" alt="Orquestra Contemporânea de Olinda (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990399731_275f6d499b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Contemporânea de Olinda (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div id="attachment_5258" aria-labelledby="figcaption_attachment_5258" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990710563_3085805c1f_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5258" alt="Eddie (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7990710563_3085805c1f_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Eddie (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>Alto do Cruzeiro</strong><br />
No polo descentralizado do FPNC de Gravatá, o friozinho agradável do Alto do Cruzeiro recebeu Sérgio Buq, Maria da Paz e Alexxa. A segunda atração a entrar no palco fez um ótimo show, tocando clássicos do forró e composições próprias, com direito a uma boa versão de “O ciúme”, de Caetano Veloso. Mas o melhor da programação do sábado (15/9) ficou por conta da cantora e compositora Alexxa, com sua voz incrível, que interpretou nomes como Dorival Caymmi e Alceu Valença.</p>
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		<title>Debate politizado no FPNC</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Sep 2012 13:09:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5273" aria-labelledby="figcaption_attachment_5273" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5273" alt="Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989784419_08c3b05ecc_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Debates reuniram participantes do Recife e de Gravatá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Festival promoveu no sábado (15/9) debates sobre democratização da comunicação e mercado de música</em></p>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>“Muito mais do que sobre rádio e TV pública, a gente está falando aqui sobre cidadania”. A fala do DJ e radialista Patrick Torq4 soou como uma síntese, na tarde de ontem (15/9), do propósito das rodas de diálogo realizadas pelo FPNC em Gravatá. Tanto no debate sobre a Democratização da Comunicação quanto na discussão sobre O Atual Mercado de Música, a necessidade de reunir pessoas para promover o direito à comunicação, a reflexão crítica e a melhoria das práticas profissionais pareceu perpassar as falas e os interesses presentes.</p>
<p>No primeiro debate, relacionado à comunicação, a questão das rádios públicas dominou o verbo, sobretudo pela experiência dos participantes Roger de Renor (atual diretor da TV Pernambuco) e Patrick Tor4 – e, claro, também pela própria força que esses canais ainda possuem nas cidades do interior do estado, como Gravatá.</p>
<p>Ambos colocaram em pauta suas lutas em prol das emissoras públicas, reforçando que, apesar das dificuldades, fazer rádio de qualidade no País é possível. Isso significa ampliar a conscientização e o gosto cultural da população, veiculando, entre outros pontos, a produção musical que não tem vez nos grandes meios. Patrick citou os exemplos das rádios de Sergipe, da qual foi diretor, do Pará e de Minas Gerais. Todas estatais que, segundo ele, se tornaram exemplos nacionais. Já Roger falou sobre programas como o extinto “Som da sopa”, da TV Universitária, que também esteve à frente como apresentador, diretor e idealizador, além das atuais batalhas para estruturar a TV Pernambuco e uma rede de televisões públicas no Brasil.</p>
<p>Alguns profissionais de comunicação de Gravatá também participaram da discussão. Foi o caso do jornalista Tomaz de Aquino, atualmente responsável pelo Jornal Rota 232, de seu município. Ele conversou sobre os atuais veículos gravataenses, chamando atenção para o domínio dos políticos nas rádios e até nos blogs. Para isso citou o caso do <a title="blog do castanha" href="http://www.blogdocastanha.com/" target="_blank">Blog do Castanha</a>, retirado do ar recentemente por questões políticas, mas já de volta. O próprio Castanha esteve presente, comentando as dezenas de processos que já recebeu decorrentes de sua atuação jornalística. Tomaz de Aquino também reforçou a necessidade de se discutir os pontos principais do <a title="fórum nacional pela democratização da comunicação" href="http://www.fndc.org.br/" target="_blank">Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação</a> (FPDC).</p>
<p><strong>Sobre música</strong></p>
<div id="attachment_5274" aria-labelledby="figcaption_attachment_5274" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5274" alt="Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7989790010_17bf3716f8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tiné, Zé Brown, DJ Dolores e Vinícius Carvalho (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Assim como a música foi um dos pontos tocados no primeiro debate, a comunicação também foi assunto abordado na segunda roda de diálogo promovida ontem (15/9) pelo FPNC, sobre o atual mercado de música. A internet foi novamente colocada em pauta, desta vez como local indispensável à difusão da produção musical. Para DJ Dolores, um dos participantes da roda, a web é mais do que isso: coloca-se como um espaço para criação, pesquisa e articulação.</p>
<p>Além de Dolores, também convidado pelo festival de Gravatá para tocar nos intervalos e fins dos shows, conduziram o diálogo o músico Tiné, da Orquestra Contemporânea de Olinda, e o rapper Zé Brown, que comandou a locução do Palco Nação Cultural.</p>
<p>Como sobreviver da música foi a questão que mais dominou a conversa, sobretudo a partir das perguntas levantadas por artistas de Gravatá, que repetiram a velha máxima de “como é difícil viver de música no estado”. Zé Brown falou sobre a dificuldade de trabalhar com rap, mas de outros caminhos para se viver do próprio ofício. Dolores reforçou o quanto é preciso levar a sério isso: “É um trabalho como qualquer outro”. E é preciso se esforçar, se dedicar.</p>
<p>Os debates foram mediados, respectivamente, por Guilherme Gatis, assessor do Festival Pernambuco Nação Cultural, e Vinícius Carvalho, diretor executivo da Secretaria de Cultura de Pernambuco.</p>
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		<title>Instigação marcou a noite de sexta em Gravatá</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2012 14:09:38 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5297" aria-labelledby="figcaption_attachment_5297" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5297" alt="Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948698_acb946187a_z-607x383.jpg" width="607" height="383" /></a><p class="wp-caption-text">Público no show de Nando Reis (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;"> Por Duda Martins</p>
<p>Nando Reis sempre se fez presente nas suas músicas. Ele é metalinguagem. Está para suas composições assim como elas estão para ele. Mas é bom ver quando alguém, de repente, sai de si para ser outros. Na noite de ontem (14/9), o Palco Nação Cultural viu muitos artistas em um só. Sem dúvida, Nando foi uma das grandes atrações da noite, com parte do show “Bailão do ruivão”, o seu primeiro de músicas não autorais. No mesmo palco, a paulista Mariana Aydar fez sua estreia no interior de Pernambuco, ainda representado pelo projeto local Canta Gravatá e pela cantora Chris Nolasco, que nasceu na Bahia, mas veio morar em Pernambuco aos 2 anos.</p>
<div id="attachment_5298" aria-labelledby="figcaption_attachment_5298" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg"><img class="size-full wp-image-5298" alt="Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987961532_7944c51abf.jpg" width="500" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Canta Gravatá abriu a noite (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Treze cantores, além de músicos e vocais de apoio, estavam entre o <em>casting</em> do Canta Gravatá, projeto de artistas locais que procurou agradar a todos os gostos, com apresentações de MPB, rock pop, forró, balada e até reggae. Nos intervalos, o DJ Dolores era um show à parte, ora interagindo com o rap de Zé Brown, que estava na locução do palco; ora colocando o povo para dançar com seu repertório de vanguarda.</p>
<p>Palmas para a cantora Chris Nolasco, que chegou em seguida com sua voz suave, presença de palco e ótimo repertório. Uma boa combinação para a noite de ontem. Sem contar o afinado time de músicos, que mandou bem nos arranjos de jazz, samba e música afro. “Pele negra” é o nome do disco. Muita qualidade.</p>
<div id="attachment_5299" aria-labelledby="figcaption_attachment_5299" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg"><img class="size-full wp-image-5299" alt="Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987953713_614a53257d.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Chris Nolasco foi de jazz, samba e música afro (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>De cantoras o Brasil está bem servido. Mariana Aydar veio com tudo para Gravatá. Antes de entrar no palco, nos confessou: “Há duas semanas, fiz meu primeiro show no Recife, no incrível Teatro de Santa Isabel. De coração, foi um dos melhores shows da minha vida. Minha expectativa é que aqui seja igual ou melhor”. E se cumpriu. Charmosíssima do começo ao fim do show, Mariana estava solta no palco: dançou, pulou, fez caras e bocas, tocou triângulo e cantou, o que sabe fazer de melhor.</p>
<p>Enquanto isso, o público gritava seu nome, pedia músicas  e cantava junto em várias delas, como o samba “Vai vadiar”, o forró (que é uma de suas especialidades) “Tá?” e a composição em parceria com o seu grande amigo Dominguinhos, intitulada “Preciso do seu sorriso”. Uma das maiores qualidades da paulista é que olha nos olhos da plateia. Amor que dá pra ver e ouvir.</p>
<div id="attachment_5300" aria-labelledby="figcaption_attachment_5300" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5300" alt="Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987948813_e750f5911c-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Mariana Aydar , charmosa e instigada (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Ansiosa pela entrada do “ruivão”, Assíria Lima, 17, segurou o cartaz: “Nando, me dá teu All Star”, mas não segurou as lágrimas ao ver o ídolo entrar cantando a primeira: “Sou dela”. Não sabia se cantava, tirava foto, gritava ou chorava. “Eu vim de Caruaru, sou muito fã dele. Por favor, deixa eu entrar aí”, insistindo por um lugar no <em>frontstage</em>. De boina e jaqueta jeans lá se foi Nando Reis, tocando em um show espetacular. “O mundo é bão Sebastião”, “All star”, “Do seu lado”, e numa roupagem rock’n’roll incrível, fez um pout-pourri de Wando, com “Fogo e paixão”, e Michael Sullivan e Paulo Massadas, com “Whiski a gogo”.</p>
<p>Foi quando se transformou em muitos. Foi quando Assíria não aguentou e pulou a cerca que dava acesso ao<em>frontstage</em> e teve que ser retirada aos prantos. Com “Frevo mulher” e “Marvin” encerraria o show, não fosse os gritos de “mais um” e “Bichos escrotos” dar o adeus a uma noite inesquecível.</p>
<div id="attachment_5302" aria-labelledby="figcaption_attachment_5302" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5302" alt="Nando Reis fechou a noite com &quot;Bichos escrotos&quot; (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7987945366_8c74d54332_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Nando Reis fechou a noite com &#8220;Bichos escrotos&#8221; (Foto: Costa Neto)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
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		<title>FPNC Agreste Central 2012</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Aug 2012 15:34:14 +0000</pubDate>
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