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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Agreste Setentrional 2012</title>
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		<title>A “greia” do Magiluth no FPNC Agreste Setentrional</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Sep 2012 00:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de Nelson Rodrigues foi encenado no último sábado (1/9), em Limoeiro, pelo grupo pernambucano Por Chico Ludermir “Vocês captaram bem a ideia do meu pai”, teria dito um dos filhos de Nelson Rodrigues ao ver a encenação da peça “Viúva, porém honesta” pelo grupo Magiluth, na estreia do espetáculo no Rio de Janeiro, em agosto. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Texto de Nelson Rodrigues foi encenado no último sábado (1/9), em Limoeiro, pelo grupo pernambucano</em></p>
<div id="attachment_5423" aria-labelledby="figcaption_attachment_5423" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911105832_9a35297da7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5423" alt="Encenação do grupo pernambucano faz releitura do sarcasmo rodriguiano (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911105832_9a35297da7_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encenação do grupo pernambucano faz releitura do sarcasmo rodriguiano (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>“Vocês captaram bem a ideia do meu pai”, teria dito um dos filhos de Nelson Rodrigues ao ver a encenação da peça “Viúva, porém honesta” pelo grupo Magiluth, na estreia do espetáculo no Rio de Janeiro, em agosto. Com muito menos propriedade do que a do familiar, o crítico que aqui escreve arrisca dizer o mesmo. Se o Anjo Pornográfico visse a peça do último sábado (1/9), em Limoeiro, teria provavelmente se deliciado com toda a anarquia em cena. “Greia” em bom pernambuquês define com precisão a apresentação do elenco no Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional. E não se sabe bem quem se divertiu mais, se os atores ou a plateia.</p>
<p>Mesmo sendo tido como um texto menor, dentro do repertório extraordinário de Nelson Rodrigues, “Viúva…” ganha força na versão do grupo. Alma rodriguiana. A bagunça da vida real se transpõe para dentro do palco, que, diga-se de passagem, termina de cabeça para baixo. Jornal, batatas e todo figurino jogados no tablado.</p>
<p>O grupo, cada vez mais maduro cenicamente, mostra que vem construindo sua língua cênica, ou linguagem, como tanto falaram em <a title="entrevista grupo magiltuh" href="http://fpnc.org/mergulhe/agreste-setentrional-entrevista-grupo-magiluth/" target="_blank">entrevista</a> publicada neste blog. Ator que comenta sobre o personagem, narrador dentro do texto, passagem de tempo inserido nas falas são alguns dos elementos. O jogo de cena é escancarado. E tudo com as bênçãos de Nelson. Como eles próprios confessaram, tiveram que trazer o nosso maior dramaturgo para a terra. E fizeram bem. Nelson não gostaria de estar posto ao lado de Jesus.</p>
<div id="attachment_5424" aria-labelledby="figcaption_attachment_5424" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911103208_2ce4817574_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5424" alt="Ao centro, a viúva que não senta (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911103208_2ce4817574_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ao centro, a viúva que não senta (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>A brincadeira rola solta. E vale tudo. O troca-troca de personagens – se me permitem o trocadilho – dá um ritmo lancinante à encenação. Os personagens da peça, como Ivonete (nome da viúva antes de perder o marido), Madame Cri Cri, Pardal, o Diabo da Fonseca, o psicanalista, o otorrino… se revezam entre os cinco atores, o que demonstra uma profunda sinergia grupal. O revezamento de papeis, contudo, é facilmente reconhecido por alguns trejeitos e peças de figurinos que todos absorvem com graça.</p>
<p>A “Viúva, porém honesta” do Magiluth é um misto do libido rodriguiano com o frescor dos jovens que claramente amam fazer teatro. Revela toda as contradições da esferas pública e privada da década de 1950, ainda presentes nos anos 2010. E ainda choca. “Eu não gostei de jeito nenhum”, disse um dos espectadores limoeirenses, claramente impressionado com vibrador, as traições e o beijo entre atores homens no espetáculo. Por outro lado, o militar reformado Getúlio Simões discordou: “É uma peça muito atrante.. Duvido que alguém cochilasse. O excessos são todos coerentes”, defendeu.</p>
<p>De cá, como “crítico”, prefiro parar de opinar por aqui. Sei o papel que me cabe. Quando for para o inferno, podem me buscar nas fichas na letra “v”…</p>
<div id="attachment_5425" aria-labelledby="figcaption_attachment_5425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911110536_a635e69e5d_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5425" alt="&quot;Viúva, porém honesta&quot; debocha dos críticos de teatro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911110536_a635e69e5d_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Viúva, porém honesta&#8221; debocha dos críticos de teatro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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		<title>Vida longa ao Mestre Lua!</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Sep 2012 13:09:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artistas que encerraram o FPNC na região reforçaram a continuidade do legado de Luiz Gonzaga Por Raquel Holanda Na noite de homenagem do FPNC ao Rei do Baião, Forró do Bardigão, Fabiana Pimentinha, Josildo Sá e o Projeto Viva Gonzagão transformaram o Palco Nação Cultural, montado no centro de Taquaritinga do Norte, numa grande festa, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5428" aria-labelledby="figcaption_attachment_5428" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911487750_0d3aeccace_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5428" alt="Projeto Viva Gonzagão fechou a noite do Palco Nação Cultural (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911487750_0d3aeccace_z-607x356.jpg" width="607" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Projeto Viva Gonzagão fechou a noite do Palco Nação Cultural (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><em>Artistas que encerraram o FPNC na região reforçaram a continuidade do legado de Luiz Gonzaga</em></p>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<p>Na noite de homenagem do FPNC ao Rei do Baião, Forró do Bardigão, Fabiana Pimentinha, Josildo Sá e o Projeto Viva Gonzagão transformaram o Palco Nação Cultural, montado no centro de Taquaritinga do Norte, numa grande festa, com o clima típico do interior. Na noite em que o baião e o arrasta-pé puxaram o passo do público, os shows seguiram até mais de 3 horas da madrugada do domingo (2/9), ignorando o frio que fazia no Agreste Setentrional.</p>
<p>Grandes sucessos de Luiz Gonzaga foram cantados pelos artistas que se apresentaram durante o encerramento do festival em Taquaritinga do Norte. Cristina Amaral, integrante do Projeto Viva Gonzagão, trouxe para a apresentação duas músicas do homenageado da noite que mais lhe tocam: “Estrada de Canindé” e “Oiá eu aqui de novo”. Para a cantora, as histórias trazidas nas canções do Mestre Lua contam história da própria região nordestina. “Eu sou uma sertaneja, sou de Sertânia, cheguei ainda a ver Gonzaga na minha cidade, quando pequena. Então, as músicas dele cantam a vida da gente, a vida de quem anda pelo Sertão a pé e conhece a natureza; a vida de quem tem o baião já no sangue”, explicou Cristina Amaral.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_5429" aria-labelledby="figcaption_attachment_5429" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911510658_40b913936d.jpg"><img class="size-full wp-image-5429" alt="Cristina Amaral expressou seu amor por Luiz Gonzaga (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911510658_40b913936d.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Cristina Amaral expressou seu amor por Luiz Gonzaga (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Cezzinha, outro artista que integra o projeto, a música “Pense n’eu”, também da trajetória de Gonzagão, é uma forma de relembrar momentos familiares, amorosos. “Das músicas de Luiz Gonzaga que, em especial, mais me toca é ‘Pense n’eu’. Esse termo é muito nordestino, muito  nosso”, comentou o cantor antes de começar a palhinha:</p>
<p>“Pense n’eu quando em vez coração<br />
Pense n’eu vez em quando<br />
Onde estou, como estarei<br />
Se sorrindo ou se chorando…”</p>
<p>Para os músicos presentes, é incontestável a influência do Rei do Baião nas suas produções e na maneira como o forró é visto hoje em dia. Cezzinha, um dos mais jovens artistas a subir no Palco Nação Cultural, comentou sobre a importância do pernmabucano para a música brasileira: “Luiz Gonzaga é o carro-chefe de todos os artistas. Ele cantou e mostrou o Nordeste que hoje continua existindo. Foi ele quem mostrou o Nordeste ao Brasil, ele é nosso grande mestre”.</p>
<p><strong>Público</strong><br />
Os amantes da música também não perderam a oportunidade de fazer esse reconhecimento. Camila Vitório, de apenas 10 anos, aproveitou o embalo do Projeto Viva Gonzagão para expressar seu gostar: “Eu gosto muito de Luiz Gonzaga, e quero ouvir ‘Asa branca’, a minha música favorita”, falou a pequena norte-taquaritinguense, enquanto aproveitava para registrar os momentos do show.</p>
<p>A noite pareceu curta para os amantes de forró que vieram a Taquaritinga do Norte. “Viemos de Santa Cruz do Capibaribe para acompanhar os shows do festival e a noite de hoje foi a melhor”, contou entusiasmado o casal Camila Renata e Jaelcio Morais.</p>
<p>A festa começou às 22h com o Forró do Bardigão e, em seguida, Fabiana Pimentinha fez sua apresentação, que fechou com o público cantando junto “Que nem jiló”, famosa música interpretada por Luiz Gonzaga.</p>
<p>O FPNC  se despede aqui do Agreste Setentrional e já se prepara para sua próxima parada: a cidade de Gravatá, entre os dias 11 e 15 de setembro. Aguarde!</p>
<div id="attachment_5430" aria-labelledby="figcaption_attachment_5430" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911516570_7fcbe0cece.jpg"><img class="size-full wp-image-5430" alt="Renata e Jaelcio foram de Santa Cruz do Capibaribe para os shows (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911516570_7fcbe0cece.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Renata e Jaelcio foram de Santa Cruz do Capibaribe para os shows (Foto: Costa Neto)</p></div>
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		<title>Nelson Rodrigues em debate</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 23:09:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Limoeiro recebeu no sábado (1/9) a mesa redonda “Toda moral será castigada” Por Chico Ludermir Aproveitando o ensejo da comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, o FPNC realizou, neste sábado (1/9), em Limoeiro, a mesa “Toda moral será castigada”. O debate mediado por um dos integrantes do grupo de teatro Magiluth, Pedro Vilela, contou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5433" aria-labelledby="figcaption_attachment_5433" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911117696_106efa9aa1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5433" alt="Anco Márcio relacionou Nelson Rodrigues com Gilberto Freyre e Freud (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911117696_106efa9aa1_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Anco Márcio relacionou Nelson Rodrigues com Gilberto Freyre e Freud (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Limoeiro recebeu no sábado (1/9) a mesa redonda “Toda moral será castigada”</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Aproveitando o ensejo da comemoração do centenário de Nelson Rodrigues, o FPNC realizou, neste sábado (1/9), em Limoeiro, a mesa “Toda moral será castigada”. O debate mediado por um dos integrantes do grupo de teatro Magiluth, Pedro Vilela, contou com a participação dos professores Anco Márcio e Luís Reis, ambos da Universidade Federal de Pernambuco.</p>
<p>“Nelson não tinha assombro diante do ser humano, por isso consegue provocar a gente sempre”, começou Reis. Daí é que ele teria chegado tão perto da universalidade, defendeu. Aproveitando o mote da mesa, o professor acrescentou ainda que a arte não é julgada pela moral, mas pela estética.</p>
<p>Anco Márcio aproximou os discursos de Nelson Rodrigues aos de Freud e Gilberto Freyre (com este último, Nelson teria tido uma relação de amizade). Segundo Anco, a sexualidade seria um tema comum aos três autores, sendo o dramaturgo o mais hiperbólico e superlativo nessa questão. Para ele, um autor exagerado, que na história da literatura brasileira pode ser comparado a nomes como o poeta Gregório de Matos, conhecido como Boca do Inferno.</p>
<p>“Ele usava frases fortes como ‘toda mulher gosta de apanhar. As histéricas reagem’. Há sempre uma potencialização. Ele potencializa para que percebam o que ele quer dizer”, exemplificou Anco, chamando atenção para o fato de que o autor lançava uma frase bombástica e depois criava uma contradição. Nesse caso, sendo a histeria um aspecto comum a todas as mulheres na visão de Freud, a afirmativa “toda mulher gosta de apanhar” é negada, já que as histéricas reagem.</p>
<p>Perguntado pela plateia, coube a Pedro Vilela explicar um pouco sobre a peça “Viúva, porém honesta”, da qual é diretor. O texto de Nelson Rodrigues será apresentado na noite de hoje pelo grupo Magiluth, no mesmo local da mesa redonda, o Centro Cultural Ministro Marcos Vinicius Vilage.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cultura popular nas ruas de Taquaritinga</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/cultura-popular-nas-ruas-de-taquaritinga/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 23:00:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Giselly Andrade As ruas do centro de Taquaritinga do Norte foram tomadas, na tarde deste sábado (1/09), pela cultura popular. Os grupos de idosos Dália da Serra e Flor de Jerimum, os Bois Esperança e Estrela, as Calus Frevança, Independente e Prudentes, o grupo de bacamarteiros Cravos da Taquara e o Cavalo Marinho de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5436" aria-labelledby="figcaption_attachment_5436" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911045764_00378f8868_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5436" alt="Cortejo desfilando pela cidade (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7911045764_00378f8868_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cortejo desfilando pela cidade (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Giselly Andrade</p>
<p>As ruas do centro de Taquaritinga do Norte foram tomadas, na tarde deste sábado (1/09), pela cultura popular. Os grupos de idosos Dália da Serra e Flor de Jerimum, os Bois Esperança e Estrela, as Calus Frevança, Independente e Prudentes, o grupo de bacamarteiros Cravos da Taquara e o Cavalo Marinho de Feira Nova participaram do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional. Na cidade, eles encheram as ruas da cidade de cores e sons durante um cortejo que saiu da Praça Central Otto Sailer e terminou em frente ao Palco Nação Cultural.</p>
<p>João Bernardino, presidente do Boi Estrela, da cidade de Limoeiro, veio a Taquaritinga pela primeira vez e estava muito satisfeito em participar do festival. “É muito bom não brincarmos apenas no Carnaval, assim podemos manter melhor nosso brinquedo e os brincantes ficam felizes”, disse ele, que resgatou o Boi Estrela há 22 anos – o grupo existe desde 1938, mas passou alguns anos desativado.</p>
<p>Para a coordenadora de Cultura Popular da Secult/PE Alexandra Lima, a circulação dos grupos pela região é uma questão fundamental para o festival. “A ideia é fazermos esse intercâmbio entre as cidades para que eles levem sua cultura para outros lugares e o público possa conhecer o que está sendo produzido na sua própria região”, afirmou. E foi exatamente esse aspecto que o presidente do Boi Esperança enfatizou: “Estamos muitos felizes em trazer nosso grupo para outra cidade e justamente numa iniciativa tão importante para nós, brincantes. Queremos viajar mais ainda”, afirmou Alexsandro Andrade, que coordena o grupo há dez anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma noite para Lua Gonzaga</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/uma-noite-para-lua-gonzaga/</link>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 22:09:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Para encerrar a edição do Agreste Setentrional, o festival realiza mais uma homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Celebrando o centenário do pernambucano que ganhou o mundo com arrasta pé, xote e baião, o Palco Nação Cultural recebe neste sábado (1/9)  Forró do Bardigão, Fabiana Pimentinha, Josildo Sá e o projeto Viva Gonzagão, com a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5439" aria-labelledby="figcaption_attachment_5439" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/josildo-sá-foto-beto-figueiroa-3.jpg"><img class="size-full wp-image-5439" alt="Josildo Sá é uma das atrações da noite de sábado (1/9)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/josildo-sá-foto-beto-figueiroa-3.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Josildo Sá é uma das atrações da noite de sábado (1/9)</p></div>
<p>Para encerrar a edição do Agreste Setentrional, o festival realiza mais uma homenagem ao Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Celebrando o centenário do pernambucano que ganhou o mundo com arrasta pé, xote e baião, o Palco Nação Cultural recebe neste sábado (1/9)  Forró do Bardigão, Fabiana Pimentinha, Josildo Sá e o projeto Viva Gonzagão, com a participação de vários forrozeiros do estado.</p>
<p>Josildo Sá leva ao festival uma apresentação dedicada ao Mestre Lua. Com o show “Latada para Gonzagão”, o cantor de Tacaratu faz sua homenagem ao aniversariante mais festejado do ano. Numa combinação entre seu próprio curso musical e o legado de Luiz Gonzaga, ele anima com um repertório de clássicos do Rei do Baião, cantados em ritmos diversos.</p>
<p>Da cidade de Taquaritinga, Bardigão reúne músicos de Barra de São Miguel, na Paraíba, e juntos dão início à noite de shows na Praça Central Otto Sailer. O cantor antecipou aos leitores do FPNC.org que sua apresentação vai resgatar famosas marchinhas de Luiz Gonzaga, que estarão no seu set-list para o show de Taquaritinga. “Além das músicas de Lua Gonzaga, como sou poeta, irei declamar alguns versos entre um forró e outro”, adianta Bardigão.</p>
<p>Já Fabiana Pimentinha diz que Que nem jiló” não irá faltar em seu repertório. “Essa música me acompanha desde o início de minha carreira, a canto em todos os meus shows”, diz a forrozeira, que está na estrada com o autêntico pé-de-serra desde seus 7 anos.</p>
<p><strong>Palco Nação Cultural</strong></p>
<p>Sábado, 1/9<br />
22h – Forró do Bardigão<br />
23h – Fabiana Pimentinha<br />
00h – Josildo Sá<br />
24h – Projeto Viva Gonzagão</p>
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		<title>Coquistas homenageiam Paulo Faustino</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 17:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Biu Caboclo]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Agreste Setentrional 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Faustino]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Chico Ludermir Paulo Faustino tem 89 anos e 60 como tocador de coco. Natural de Limoeiro, e morador do bairro de São Sebastião, o mestre foi homenageado na sua cidade, no encontro de coquisatas realizado neste sábado (1/9), no pátio do mercado municipal. O sol das 11h estava quente, mas os passantes dançaram ao [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5443" aria-labelledby="figcaption_attachment_5443" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/01092012-01092012-_Q6A1349-RicardoMoura.jpg"><img class="size-medium wp-image-5443" alt="Emocionado, Paulo Faustino assistiu à apresentação em sua homenagem (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/01092012-01092012-_Q6A1349-RicardoMoura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Emocionado, Paulo Faustino assistiu à apresentação em sua homenagem (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Paulo Faustino tem 89 anos e 60 como tocador de coco. Natural de Limoeiro, e morador do bairro de São Sebastião, o mestre foi homenageado na sua cidade, no encontro de coquisatas realizado neste sábado (1/9), no pátio do mercado municipal.</p>
<p>O sol das 11h estava quente, mas os passantes dançaram ao som de Biu Caboclo, cantador de Lagoa de Itaenga e, em seguida, de Zé de Teté, natural de Limoeiro e pupilo do mestre Faustino.</p>
<p>“Zé de Tetê é Madeira, Paulo Faustino é raiz”. Este foi o mote do primeiro coco cantado por Teté, que tocou pandeiro por cerca de uma hora, enquanto Faustino ouvia tudo sentado num banco em cima do palco.</p>
<p>“A minha vontade é só chorar. Eu tou muito emocionado. Acho que vou até tomar uma lapada ali pra acalmar”, brincou Faustino, para esconder os olhos marejados.</p>
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		<title>Entrevista com o Grupo Magiluth</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/entrevista-com-o-grupo-magiluth/</link>
		<comments>https://www.cultura.pe.gov.br/entrevista-com-o-grupo-magiluth/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 15:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mergulhe]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Agreste Setentrional 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Magiluth]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quase oito anos de estrada (completam, ironicamente no próximo dia 11 de setembro), os seis integrantes do grupo pernambucano de teatro Magiluth já colecionam no currículo os espetáculos “Ato”, “Corra”, “Um torto”, “Canto de Gregório”, “Aquilo que meu olhar guardou para você” e, agora, “Viúva, porém honesta”, apresentados em várias cidades do País. Acima de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0947-1024x682.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-5446" alt="DSC_0947-1024x682" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0947-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a></p>
<p>Depois de quase oito anos de estrada (completam, ironicamente no próximo dia 11 de setembro), os seis integrantes do grupo pernambucano de teatro <a title="grupo magiluth" href="http://grupomagiluth.blogspot.com.br/" target="_blank">Magiluth</a> já colecionam no currículo os espetáculos “Ato”, “Corra”, “Um torto”, “Canto de Gregório”, “Aquilo que meu olhar guardou para você” e, agora, “Viúva, porém honesta”, apresentados em várias cidades do País. Acima de tudo, o que se constata é uma noção sólida de grupo e um consequente crescimento coletivo, que, segundo eles, vem de um respeito mútuo das diferenças. Enquanto preparavam a luz do novo espetáculo “Viúva, porém honesta” (adaptação do texto de Nelson Rodrigues, em homenagem ao seu centenário), conversamos um pouco sobre a formação do coletivo, a vivência em grupo e projetos futuros, que incluem um espetáculo em homenagem a Luiz Gonzaga. Neste sábado (1/9), o grupo chega a Limoeiro para apresentação única da peça rodriguiana no Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional. Confira abaixo alguns temas da conversa com os integrantes Giordano Castro e Pedro Wagner, porta-vozes do Magiluth na ocasião.</p>
<p><strong>Surgimento do grupo<br />
</strong>Nos encontramos na universidade em 2004 (Marcelo, Giordano, Lucas e Thiago – Magiluth) e, logo no primeiro período, nos juntamos para fazer um trabalho. Daí veio a vontade de continuar a experimentar o que a gente aprendia. Em 2007, a gente começa a pesquisar sobre profissionalização. É aí que o grupo se abre e entram também Pedro Vilela e, em seguida, Pedro Wagner.</p>
<p><strong>Trabalho em grupo<br />
</strong>Quando a gente começou a se estruturar, em 2007, a gente dá muita atenção a esta questão do grupo.  Foi muito precioso a questão do trabalho de grupo. A gente sempre acreditou que o trabalho tinha que ser continuado. Processo a longo prazo. Um projeto que cresce. Esse tempo junto traz uma linguagem e uma forma de fazer. Mesmo sem nunca ter pensando em uma metodologia, ou em estruturar uma cara, a gente desenvolveu uma linguagem, que não pode servir de prisão. O grupo nunca tentou pasteurizar as diferenças. As diferenças e as potencialidades de cada sempre são levadas em consideração. A gente se preocupa mais com a labuta do que com essa “construção de linguagem”. Os trabalhos vão nos pedindo coisas… A gente nunca quer se prender a uma linguagem.</p>
<p><strong>Processo criativo<br />
</strong>A gente começa cego. Tem algumas coisas que têm sido corriqueiras. Por exemplo, a relação híbrida entre realidade e ficção, relação entre os atores e a plateia, a construção em cena…  Com esse processo de profissionalização, entendemos que somos artistas e que somo operários disso. A gente não se coloca como seres inspirados. A gente trabalha todos os dias de segunda a sexta (a não ser quando esta perto de estreia), pela manhã e, às vezes, tarde.  A gente começa um pouco vazio. Deixa que o trabalho venha. Deixamos um tempo para se alimentar da coisa. Se a gente começa direto, tudo vem muito na superfície. A gente começa mesmo quando entende que está todo mundo mergulhado… A gente tem que bater metas. Trabalhamos com datas e cronogramas. Isso gera a nossa disciplina. Deus me livre trabalhar sem data. Quando se aproxima da data, a gente começa a abrir os ensaios. Não dá pra deixar o público chegar quando tá pronto. O público faz parte do processo.</p>
<p><strong>“Viúva, porém honesta”<br />
</strong>Escolhemos, há dois anos, trabalhar para o Magiluth e isso foi muito importante para o grupo. A gente busca maneiras de sobreviver disso.  Então, começamos o ano muito quebrado de grana e escrevemos para muitos editais para ver o que vinha. Acabamos ganhando o edital da Funarte para encenar o “Viúva…”. Todo mundo já tinha lido Nelson e gostava. Já o texto de “Viúva…” sempre é taxado como menor. Mas quando a gente mergulhou nele, viu como o texto era especial para o grupo. Além de tudo, saber que ele escreveu e encenou a peça em dois meses nos estimulou a montar a nossa nesse mesmo tempo. Uma das coisas que nos encanta é o gênero “farsa irresponsável”. Essa ideia é muito a cara da gente.</p>
<p><strong>A montagem<br />
</strong>A gente sempre foi muito assustado em mexer nos textos dos outros , ainda mais os clássicos. Existem textos maravilhosos, mas é muito bom falar a partir de si. A gente precisou tirar Nelson do lado de Jesus. E trouxe para perto, para dialogar com a gente de peito aberto. A gente nunca teve muita paciência para lidar com o sagrado. A melhor homenagem que a gente fez a ele foi preservar o texto. Não mexemos no texto, mas apresentamos ele da nossa forma.  A gente se reconhece na peça. E através dela a gente consegue ver tudo aquilo que o grupo fazia desde “Um torto”, “Canto de Gregório”, “Aquilo…”.</p>
<p><strong>Momento atual<br />
</strong>A gente está se conhecendo, se reconhecendo, ao mesmo tempo em que a cidade começa a entender, de fato, o que é o Magiluth. Pela primeira vez, essa coisa da linguagem do grupo está sendo colocada. Isso está vindo e sendo visto. A gente consegue nesse trabalho ver as particularidades. Assiste à evolução de cada um. O fato de a gente ter ficado junto dois meses em São Paulo gera um entendimento de trabalho e vida. Tudo isso chegou nesse tempo. Não que seja um ápice. Acho que a palavra reconhecimento é uma palavra boa. A cidade, o País e a gente mesmo se reconhece melhor. Reconhecimento no sentido de entendimento. O Magiluth encontrando um lugar para si. Não usamos ápice, porque a gente não sabe o que vem.</p>
<p><strong>Projetos do grupo<br />
</strong>O nosso projeto é ter uma sede e manter espetáculos em temporada. Queremos ter esse espaço e que supra a necessidade de outros grupos. Que isso reverbere. A gente quer viver do teatro. Já estamos pensando um espetáculo sobre Luiz Gonzaga que vamos estrear em novembro.</p>
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		<title>Afetos deram o tom da segunda noite</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 14:07:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Música]]></category>
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		<description><![CDATA[Zé Cafofinho, Marcelo Jeneci e Fafá de Belém embalaram público de Taquaritinga do Norte Por Raquel Holanda A segunda noite do Palco Nação Cultural, em Taquaritinga do Norte, foi marcada pelas canções que falam dos afetos da vida cotidiana. Como a própria cantora Fafá de Belém disse: “Minha carreira foi feita por músicas que tocam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5451" aria-labelledby="figcaption_attachment_5451" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905351160_7a7ee50f68_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5451" alt="Praça foi tomada por uma multidão de apaixonados (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905351160_7a7ee50f68_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Praça foi tomada por uma multidão de apaixonados (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><em>Zé Cafofinho, Marcelo Jeneci e Fafá de Belém embalaram público de Taquaritinga do Norte</em></p>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<p>A segunda noite do Palco Nação Cultural, em Taquaritinga do Norte, foi marcada pelas canções que falam dos afetos da vida cotidiana. Como a própria cantora Fafá de Belém disse: “Minha carreira foi feita por músicas que tocam o coração”. Estar perto do público para sentir o que ele sente é também a aposta de Marcelo Jeneci em suas composições. “A minha inspiração vem das pessoas que estão na rua, pegando o busão, o metrô, pessoas comuns que carregam uma beleza, carregam em si uma verdade.”</p>
<p>Ambos estiveram ontem (31/8) no palco da Praça Central Otto Sailer  que, embalado por este clima, foi envolvido  por uma multidão de apaixonados. A caruaruense Fernanda Xavier era uma delas. “As letras das músicas de Jeneci são tudo. Elas tiram o que tem escondido dentro do meu coração”, falou emocionada a jovem, enquanto acompanhava o show de seu ídolo.</p>
<div id="attachment_5452" aria-labelledby="figcaption_attachment_5452" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905487264_265afe3abe.jpg"><img class="size-full wp-image-5452" alt="Marcelo Jeneci (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905487264_265afe3abe.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Marcelo Jeneci (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Mas os afetos durante as apresentações foram além letras das músicas. Para os cantores de outros estados, se apresentar em solo pernambucano, por exemplo, remete a boas lembranças. Marcelo Jeneci disse que a relação com o Agreste pernambucano é de afeito familiar. “Minha infância, entre os 7 e 14 anos, foi marcada pelas férias que passava em Sairé, cidade de meu pai. Então, tocar hoje aqui é uma relação de querer chegar mais perto das pessoas daqui, conhecer suas sentimentos”, disse.</p>
<p>Já para a cantora Fafá de Belém, Pernambuco é um estado que a revelou uma redescoberta da música. “Há dois anos, passei um Carnaval no Recife e isso mexeu comigo, senti uma vontade de voltar a produzir. Então, reencontrar Pernambuco pra mim foi reencontrar um Brasil que existe, e que é forte e real”, falou Fafá de Belém, que desde então tem trabalhado num novo álbum, previsto para ser lançado em março de 2013.</p>
<div id="attachment_5453" aria-labelledby="figcaption_attachment_5453" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905672856_aabf572a68_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5453" alt="Fafá de Belém (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905672856_aabf572a68_z-607x399.jpg" width="607" height="399" /></a><p class="wp-caption-text">Fafá de Belém (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><strong>Pernambuco<br />
</strong>Na abertura dos shows da noite, Zé Cafofinho fez sua estreia no Festival Pernambuco Nação Cultural, que percorre todas as regiões pernambucanas. O cantor ressaltou a importância de se descentralizarem as ações de cultura. “Fomentar o mercado do estado além do Recife e Olinda é maravilhoso. Descentralizar os eixos dos mercados é importantíssimo para a música pop, para a música que eu faço chegar ao interior”, enfatizou.</p>
<div id="attachment_5454" aria-labelledby="figcaption_attachment_5454" class="wp-caption img-width-323 aligncenter" style="width: 323px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905941664_00a25a234a.jpg"><img class="size-medium wp-image-5454" alt="Zé Cafofinho (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7905941664_00a25a234a-323x486.jpg" width="323" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Zé Cafofinho (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;">Na programação do FPNC, a noite deste sábado (1/9) será de homenagem a Luiz Gonzaga. Confira o que aguarda o público de Taquaritinga a partir das 22h:</p>
<p><strong>Sábado, 1/9</strong><br />
- Forró do Bardigão<br />
- Fabiana Pimentinha<br />
- Josildo Sá<br />
- Projeto Viva Gonzagão: Santanna, Petrúcio Amorim, Cristina Amaral, Nádia Maia, Cezzinha, Roberto Cruz, Rogério Rangel, Terezinha do Acordeon, Benil e Dudu do Acordeon</p>
<p>Todas as apresentações têm acesso gratuito. Taquaritinga do Norte fica no Agreste Setentrional, assim como as demais quatro cidades que integram o festival na região, em 2012.</p>
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		<title>Dança, música e poesia em Limoeiro</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 12:09:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5458" aria-labelledby="figcaption_attachment_5458" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903661516_2ff5cf4921_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5458" alt="Companhia de dança do Sesc Petrolina apresentou na cidade &quot;Eu vim da ilha&quot; (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903661516_2ff5cf4921_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Companhia de dança do Sesc Petrolina apresentou na cidade &#8220;Eu vim da ilha&#8221; (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>O anfiteatro da Praça da Bandeira, em Limoeiro, foi palco de diferentes atrações do Festival Pernambuco Nação Cultural, na noite de ontem (31/8). Às 19h, se apresentou o espetáculo “Eu vim da ilha”, da Cia de dança do Sesc de Petrolina, seguido da primeira edição do festival Recicantando, que mesclou música e poesia.</p>
<p>Fruto de uma vivência de três anos do grupo na Ilha de Massangano, situada entre Petrolina e Juazeiro, o premiado trabalho “Eu vim da Ilha” explora as sensações do encontro entre os 13 bailarinos e as cerca de 200 famílias da comunidade do Sertão pernambucano. Da ilha, os bailarinos aprenderam o “samba de véio”, tradição antiga dos moradores, que se mistura aos movimentos da dança contemporânea. Percebe-se a água nos movimentos; percebe-se o sol na iluminação. E, somados aos cantos e aos batuques dos bailarinos em cena, constata-se uma verdade no encontro entre a companhia e Massangano.</p>
<p>Apresentado em Limoeiro pela primeira vez, o espetáculo agradou Dona Maria José de Oliveira. “Achei diferente. E é maravilhoso poder ver coisas diferentes”, afirmou, mostrando que, aos 63 anos, ainda tem encanto pela novidade. Do outro lado, o coreógrafo Jailson Lima  também estava satisfeito. “A gente gosta muito de circular nas cidades pequenas. A gente traz no espetáculo uma ilha que é maior do que a gente”, disse.</p>
<p><strong>Música e poesia</strong></p>
<div id="attachment_5459" aria-labelledby="figcaption_attachment_5459" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903583054_b9419f2f9e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5459" alt="Público assistiu à primeira edição do projeto Recicantando (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903583054_b9419f2f9e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público assistiu à primeira edição do projeto Recicantando (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Depois da dança, foi a vez do encontro da poesia com a música na primeira edição do Recicantando. Idealizado pelo poeta limoeirense Maciel França, o projeto intercalou recitações de poesia por poetas locais com músicas que foram criadas a partir de poemas.</p>
<p>Sivaldo Venerando, Fátima Oliveira, William Araújo, Sérgio Ricardo e o próprio Maciel França recitaram suas poesias. Já os cantores Djalma Santana, Saulo e Hélio Aragão apresentaram versões para “José” (baseado no poema de Carlos Drummond, musicado por Paulo Diniz), “Canteiros” (baseado no poema de Cecília Meireles, musicado por Fagner), “Monte castelo” (baseado no poema de Camões, musicado por Renato Russo), entre outras canções, sempre com a mesma proposta.</p>
<p>Ao final das apresentações, Maciel França contou que este evento foi a possibilidade de trazer luz para os poetas locais. “A gente estava um pouco esquecido. É uma forma de tornar a poesia visível. Espero que o evento se repita várias vezes”, afirmou. Se depender do público, a vontade do idealizador vai se realizar. “Eu queria era mais saúde para poder sempre ver esse tipo de coisa”, disse Antônio Luis Duarte, 64 anos, ao lado da esposa Marinete.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Tarde de mamulengos e bois em Orobó</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Sep 2012 12:00:21 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5462" aria-labelledby="figcaption_attachment_5462" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903738836_45075d1a08_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5462" alt="De Glória de Goitá, Zé Lopes trouxe o seu mamulengo Teatro do Riso (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903738836_45075d1a08_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">De Glória de Goitá, Zé Lopes trouxe o seu mamulengo Teatro do Riso (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>O fim da tarde de sexta-feira (31/8) foi de cultura popular na cidade de Orobó. A partir das 17h, na quadra de eventos da cidade, se apresentaram o mamulengo Teatro do Riso, do Mestre Zé Lopes, e os bois Teimoso e Cara Branca. Tudo pela programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Setentrional.</p>
<p>Colada ao palco dos bonecos, uma dezena de crianças se espremiam tentando chegar mais perto dos mamulengos. Algumas delas pulavam para tocar nos personagens do brinquedo popular que tanto representa a cultura pernambucana.</p>
<p>Por trás dos panos, mestre Zé Lopes, com 50 anos de experiência, comandava alguns dos bonecos que levou para a apresentação. Mané Paulo, Janeiro, a velha macumbeira; um a um se mostrando e arrancando riso da plateia, sempre com o humor debochado e desbocado, característico do teatro de mamulengos.</p>
<p><strong>Bois<br />
</strong>Na sequência, e em cortejo, vieram os bois de caboclinho Teimoso e Cara Branca, de Limoeiro. Com penas alaranjadas, os integrantes do Teimoso dançaram e fizeram acrobacias. Em seguida, os vice campeões do Carnaval deste ano, Cara Branca, também sambaram ao som dos caixas, ganzás e da flauta transversal.</p>
<p>“É lindo demais, disse Dona Neuza Silva, de 63 anos, ao lado do neto Hélio. “Quando eu era pequeno eu tinha medo, mas hoje eu acho bonito. Gosto dos pulos que eles dão com essas penas grandes”, afirmou o garoto.</p>
<div id="attachment_5463" aria-labelledby="figcaption_attachment_5463" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903708104_94b08e05d9_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5463" alt="7903708104_94b08e05d9_z" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903708104_94b08e05d9_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi do Caboclinho Teimoso (Foto: Ricardo Moura)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_5464" aria-labelledby="figcaption_attachment_5464" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903694696_3975810f32_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5464" alt="Boi do Caboclinho Cara Branca (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/7903694696_3975810f32_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Boi do Caboclinho Cara Branca (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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