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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Caruaru 2012</title>
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		<title>Poesia para o Festival Pernambuco Nação Cultural em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 21:05:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Adiel Luna Caruaru te visita novamente o calendário seus naturais e turistas enfeitam teu relicário toda cultura se agita não tem festa mais bonita que festa de aniversário Um berço extraordinário de artistas nordestinos terra que deu Zé Caboclo deu Dila e Mané Galdino deu Ortinho e Ivanildo também deu Herbert e Onildo Azulão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Adiel Luna</p>
<p>Caruaru te visita<br />
novamente o calendário<br />
seus naturais e turistas<br />
enfeitam teu relicário<br />
toda cultura se agita<br />
não tem festa mais bonita<br />
que festa de aniversário</p>
<p>Um berço extraordinário<br />
de artistas nordestinos<br />
terra que deu Zé Caboclo<br />
deu Dila e Mané Galdino<br />
deu Ortinho e Ivanildo<br />
também deu Herbert e Onildo<br />
Azulão e Vitalino</p>
<p>A cidade se enfeita<br />
de maneira sem igual<br />
o estado presenteia<br />
teu povo com festival<br />
Caruaru, Parabéns<br />
pelos valores que tens<br />
nesta Nação Cutural</p>
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		<title>Espetáculo para todas as idades na despedida do FPNC</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 15:05:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A caravana do Festival Pernambuco Nação Cultural se despede hoje de Caruaru, com o espetáculo “Ato”, do Grupo Magiluth. Criado no Recife em 2004, a partir da união de amigos do curso de Artes Cênicas da UFPE, o grupo vem angariando aplausos nacionalmente. Com este espetáculo, ganhou o maior prêmio do festival Janeiro de Grandes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7576" aria-labelledby="figcaption_attachment_7576" class="wp-caption img-width-364 aligncenter" style="width: 364px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Ato-Magiluth.jpg"><img class="size-medium wp-image-7576" alt="Grupo se apresenta no Parque Severino Montenegro (Foto: Olívia Mindêlo)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Ato-Magiluth-364x486.jpg" width="364" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo se apresenta no Parque Severino Montenegro (Foto: Olívia Mindêlo)</p></div>
<p>A caravana do Festival Pernambuco Nação Cultural se despede hoje de Caruaru, com o espetáculo “Ato”, do Grupo Magiluth.</p>
<p>Criado no Recife em 2004, a partir da união de amigos do curso de Artes Cênicas da UFPE, o grupo vem angariando aplausos nacionalmente. Com este espetáculo, ganhou o maior prêmio do festival Janeiro de Grandes Espetáculos em 2009. A montagem já rodou diversas cidades do interior pernambucano, através de apoio da Funarte. Uma delas foi Barreiros, logo depois de o município da Zona da Mata Sul ter sido devastado pela enchente.</p>
<p>Com características de encenação mambembe, o espetáculo funciona muito bem na rua. Em cena, os quatro atores fazem experimentação da arte do clown, que une conceito, técnica e poesia inspirados na linguagem cênica de Samuel Beckett para falar das relações de poder.</p>
<p>Em Caruaru, a apresentação acontece às 17h, no Parque Municipal Ambientalista Severino Montenegro, localizado na Av. José Rodrigues de Jesus, no bairro de Indianópolis. A entrada é gratuita e aberta ao público de todas as idades.</p>
<p><strong>Shows</strong></p>
<p>Depois do Magiluth, o público do parque pode conferir shows gratuitos à beira do laguinho. Na programação, estão Mozart Vieira e A Trupe da Boa Música, além do som do Areia Projeto. A partir das 17h30.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As Levianinhas divertiu Parque Severino Montenegro, em Caruaru</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 13:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apresentação de As Levianinhas ontem (19/5) no Parque Municipal Ambientalista Severino Montenegro de Caruaru. O público, curtiu, aplaudiu e se divertiu! A fotógrafa Daniela Nader se envolveu de perto, com suas lentes. Olha só…]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Apresentação de As Levianinhas ontem (19/5) no Parque Municipal Ambientalista Severino Montenegro de Caruaru.</p>
<p>O público, curtiu, aplaudiu e se divertiu!</p>
<p>A fotógrafa Daniela Nader se envolveu de perto, com suas lentes. Olha só…</p>
<div id="attachment_7582" aria-labelledby="figcaption_attachment_7582" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Caruaru_As-Levianinhas_Dani-Nader.jpg"><img class="size-medium wp-image-7582" alt="As Levianinhas (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Caruaru_As-Levianinhas_Dani-Nader-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">As Levianinhas (Foto: Daniela Nader)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_7583" aria-labelledby="figcaption_attachment_7583" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Caruaru_As-Levianinhas2_Dani-Nader.jpg"><img class="size-medium wp-image-7583" alt="As Levianinhas (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Caruaru_As-Levianinhas2_Dani-Nader-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">As Levianinhas (Foto: Daniela Nader)</p></div>
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		<title>Sangue agrestino</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 12:05:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Entrevista com Otto Por Raquel Holanda Uma das principais atrações do FPNC de Caruaru foi o cantor Otto. Natural de Belo Jardim, no Agreste pernambucano, o músico começou seu caminho no cenário musical dos anos 1990, quando integrou bandas como Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Em 1998, deixou de lado a percussão e partiu [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entrevista com Otto</em></p>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<p>Uma das principais atrações do FPNC de Caruaru foi o cantor Otto. Natural de Belo Jardim, no Agreste pernambucano, o músico começou seu caminho no cenário musical dos anos 1990, quando integrou bandas como Nação Zumbi e Mundo Livre S/A. Em 1998, deixou de lado a percussão e partiu para a carreira solo, numa trajetória de bons trabalhos e reconhecimento da crítica e do público. Nos bastidores do seu primeiro show em Caruaru, Otto conversou com o fpnc.org e, em meio ao entusiasmo de deixar o palco visto por conterrâneos e familiares, o belo-jardinense revelou a emoção de tocar na sua região de origem.</p>
<div id="attachment_7586" aria-labelledby="figcaption_attachment_7586" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/otto.jpg"><img class="size-medium wp-image-7586" alt="Otto durante apresentação no FPNC de Caruaru (Foto: Clara Gouvêa)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/otto-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Otto durante apresentação no FPNC de Caruaru (Foto: Clara Gouvêa)</p></div>
<p><strong>FPNC.org – Otto, esta foi sua primeira apresentação em Caruaru. Por você ser da região do Agreste, isso tornou sua apresentação diferente?</strong><br />
<strong>Otto –</strong> Cara, foi importante, porque eu sempre digo duas coisas: eu sou agrestino e tenho duas cidades. Uma é Belo Jardim, onde eu nasci, onde minha família veio de Brejo. Mas eu nasci aqui (Caruaru), porque lá não tinha maternidade. Então, eu sou um caruaruense astrologicamente e juridicamente – as coisas, a minha família – sou de Belo Jardim. Eu me sinto duplamente honrado por estar aqui no Agreste, de ver as pessoas cantando as minhas músicas, são os meus conterrâneos. O que prezo com o meu trabalho é representar a minha região musicalmente, culturalmente, intelectualmente e eu estou aqui na minha fonte, na região onde eu vi as coisas até certa idade na minha vida. Então, é uma honra estar em Caruaru, que além de ser a Capital do Forró, é uma cidade culturalmente muito rica, ela é muito importante como um elo de todos os interiores que dão aqui em Caruaru. É o desenvolvimento do Agreste, a terra do cordel. É uma satisfação saber que minha música está chegando aqui, tem um público que canta junto. Estar nos 155 anos de Caruaru e no Festival Pernambuco Nação Cultural, que é uma iniciativa do Governo de trazer música pros interiores… Eu acho que isso tem que se repetir, tem que trazer a música pra rua, as pessoas de Pernambuco que estão batalhando, que disputam no Brasil seu espaço. E isso é Pernambuco. Eu evoco a minha terra, eu sou um representante dela, as pessoas aí eu quero que tenham orgulho do show que elas viram, de eu ser uma pessoa que representa elas.</p>
<p><strong>FPNC.org – São mais de 20 anos de carreira já tendo realizado shows em várias cidades e países. Como se sente ao demorar tanto tempo para se apresentar em Caruaru, como você mesmo disse, sua terra natal?</strong><br />
<strong>Otto –</strong> Tudo tem a sua hora, tem sempre a hora certa para as coisas e a minha hora para Caruaru é essa. Eu estou novo, relativamente novo, e a hora é a que tem que ser.</p>
<p><strong>FPNC.org – Fazer um show onde sua família está em maior número distingue esse show dos demais?</strong><br />
<strong>Otto –</strong> É muito melhor tocar para eles. E tocar aqui já facilita, pois eles não precisaram dirigir até o Recife; eles estão a 70 km daqui e vão dormir na minha casa antiga em Belo Jardim. Eu fico muito feliz, é união, é minha região.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Palco Nação Cultural se despediu em clima junino</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 05:05:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Chico Ludermir A última noite do Palco Nação Cultural, no sábado (19/5), foi de homenagem a Luiz Gonzaga. Com muito forró, o FPNC se despediu de Caruaru deixando a cidade em clima de festa junina. João Silva, um dos maiores parceiros do Rei do Baião, subiu ao palco quando a plateia já estava quente [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7591" aria-labelledby="figcaption_attachment_7591" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230781594_662307d903_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7591" alt="João Silva é considerado um dos maiores parcerios de Gonzagão (Foto: Roberta Guimarães)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230781594_662307d903_z-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">João Silva é considerado um dos maiores parcerios de Gonzagão (Foto: Roberta Guimarães)</p></div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>A última noite do Palco Nação Cultural, no sábado (19/5), foi de homenagem a Luiz Gonzaga. Com muito forró, o FPNC se despediu de Caruaru deixando a cidade em clima de festa junina. João Silva, um dos maiores parceiros do Rei do Baião, subiu ao palco quando a plateia já estava quente dos shows de Seu Luiz e os Comparsas e de Valdir Santos. Aos 76 anos, o arcoverdense fez uma apresentação com energia de menino.</p>
<p>No repertório, estiveram composições suas que ficaram famosas em gravações do Mestre Lua e do Trio Nordestino, como “Sanfona choradeira”, “Forró de cabo a rabo”, “Forró danado de bom” e “Nem se despediu de mim”. Emendando xote em baião, João Silva terminou em rito de quadrilha com “Pagode russo”.</p>
<p>Quase sem dar tempo para o público recuperar o fôlego, Herbert Lucena entrou em cena para lançar, na sua cidade natal, seu novo CD. “Não me peça jamais para dar de graça tudo aquilo que eu tenho para vender”, recém-lançado, já está entre os álbuns mais importantes do ano, tendo sido o maior indicado do Prêmio da Música Brasileira, concorrendo em quatro categorias.</p>
<p>Num som em que mistura a percussão do coco e da ciranda com violoncelo, violino, sax, trompete e trombone, Herbert mostrou tudo o que experimentou. Na apresentação da noite, ele ainda contou com diversos convidados, entre eles Publius, Gustavo Azevedo, Climério de Oliveira, e ainda Valdir Manoel, da Mazuca de Agrestina, presente na plateia. Ao final, os convidados se juntaram para fazer uma versão de “Noites brasileiras” lembrando mais uma vez o homenageado da noite, que completaria cem anos em 2012, se vivo estivesse. A 1h, Israel Filho começou o último show do FPNC Caruaru 2012, com “Ai que saudade d’ocê”, e fechou a noite com mais forró.</p>
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		<title>Em Caruaru: “Já é São João já, oxe!”</title>
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		<pubDate>Sun, 20 May 2012 04:06:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Olívia Mindêlo Em Pernambuco, a brincadeira é tradicionalmente junina. Enfileirados como quem marcha segundo o protocolo do batalhão militar, eles parecem prontos para o “serviço”: espingarda de um lado, bolsa para abastecer do outro. Vestem farda azul, adornada com um lencinho vermelho na gola da camisa, e ainda levam um chapéu na cabeça. A [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7598" aria-labelledby="figcaption_attachment_7598" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230355118_00b3a931f5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7598" alt="Brincadeira de bacamarteiro (Foto: Daniela Nader) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230355118_00b3a931f5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Brincadeira de bacamarteiro (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>Por Olívia Mindêlo</p>
<p>Em Pernambuco, a brincadeira é tradicionalmente junina. Enfileirados como quem marcha segundo o protocolo do batalhão militar, eles parecem prontos para o “serviço”: espingarda de um lado, bolsa para abastecer do outro. Vestem farda azul, adornada com um lencinho vermelho na gola da camisa, e ainda levam um chapéu na cabeça. A luta aqui, contudo, tem cara de alegria. Alguns usam até uma rosa, como que querendo pedir licença poética para a guerra. Olhando mais de perto, os “soldados” nem marcham, dão pulinhos. Quando a sanfona, a zabumba e o triângulo saem na rua, eles seguem o ritmo como se o objetivo nem fosse atirar. Mas, apesar do barulho estrondoso da espingarda, a arma deles só tem pólvora e papel. O que eles querem mesmo é se divertir.</p>
<p>Assim são os bacamarteiros, personagens imponentes dos festejos juninos de Caruaru, geralmente em dias de junho, principalmente Santo Antônio, São João e São Pedro. Neste sábado (19/5), quando eles se reuniram no Alto do Moura, por iniciativa do Festival Pernambuco Nação Cultural, o calendário não marcava nenhuma destas datas. Mas Seu Reginaldo Mendes de Oliveira, “72 anos 10 meses e dez dias”, o bacamarteiro mais animado dos grupos presentes, me garantiu: “Já é São João já, oxe!”. Faltando pouco mais de um mês para a grande festa da “Capital do Forró”, de fato ele estava certo. E mesmo não sendo o anúncio oficial do Ciclo Junino em Caruaru, o FPNC fez uma programação bem no clima de abertura da festa.</p>
<p>Descendo as ladeiras do Alto do Moura, cerca de 40 bacamarteiros, de grupos diferentes, iniciou os trabalhos. “É a instrução”, me falou Seu Reginaldo, natural de Caruaru, explicando sobre o momento de arrumação e esquente dos bacamartes. Nesse começo, eles saíram saltitando pelo bairro. Entraram em igreja e em bar, e cumprimentaram os moradores. Quando chegaram à Praça do Artesão, passava das 18h. O espetáculo estava prestes a começar. Após algumas voltas ensaiadas, veio a seção de “pei pei”.</p>
<p>O barulho de canhão, contudo, não espantou os presentes, nem parou a igreja evangélica bem próxima dali. O alarme de um carro até tocou diversas vezes com os sopapos das espingardas e certamente saímos um pouco mais surdos dali. Seu Reginaldo, no entanto, estava feliz feito criança, pinto no lixo. Balançou-se o tempo todo com sua arma pesada, numa alegria que chamava atenção. Foi uma “batalha” cheia de luz.</p>
<div id="attachment_7600" aria-labelledby="figcaption_attachment_7600" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230345794_9444980af1_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7600" alt="Reginaldo Mendes de Oliveira (Foto: Daniela Nader) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7230345794_9444980af1_z-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Reginaldo Mendes de Oliveira (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A feira que fez nascer uma cidade</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 19:05:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça um pouco do cotidiano deste espaço de vivência da cultura e arte de Caruaru que continua atraindo olhares encantados. Raquel Holanda (texto) &#124; Roberta Guimarães (fotos) A data precisa de sua primeira formação é algo ainda incerto (por volta da segunda metade do século 18), mas sua dimensão é indiscutível. A tradicional Feira de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Conheça um pouco do cotidiano deste espaço de vivência da cultura e arte de Caruaru que continua atraindo olhares encantados.</em></p>
<div id="attachment_7610" aria-labelledby="figcaption_attachment_7610" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/caruaru-4-foto-roberta-guimarães1.jpg"><img class="size-medium wp-image-7610" alt="Uma das mercearias da Feira de Caruaru (Foto: Roberta Guimarães)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/caruaru-4-foto-roberta-guimarães1-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Uma das mercearias da Feira de Caruaru (Foto: Roberta Guimarães)</p></div>
<p>Raquel Holanda (texto) | Roberta Guimarães (fotos)</p>
<p>A data precisa de sua primeira formação é algo ainda incerto (por volta da segunda metade do século 18), mas sua dimensão é indiscutível. A tradicional Feira de Caruaru, hoje situada no Parque 18 de Maio, faz parte da história da cidade e se torna um lugar à parte para muitos caruaruenses e visitantes.</p>
<p>Era manhã de uma quarta-feira quando a equipe do FPNC.org foi acompanhar de perto a vida própria deste espaço pela primeira vez. Em meio aos seus 40 mil metros quadrados, com barracas dos mais diversos produtos culturais, encontramos um grupo de cerca de cem crianças de uma escola municipal. Elas visitavam a feira para conhecer um pouco mais sobre a cultura e a história de Caruaru. Uma das professoras que acompanhava a trupe era Poliana de Lurdes, que contou sobre como a aula-passeio serve “para eles (os alunos) conhecerem sua própria cultura, o artesanato, como iniciou a produção em barro com Mestre Vitalino, os vários artesãos da cidade e suas maneiras diferentes de fazer arte”, além das músicas e dos rituais do São João. Envolvidos neste clima, os alunos passeavam pela feira cantando a famosa música de Onildo Almeida:</p>
<p>“A Feira de Caruaru,<br />
Faz gosto a gente vê.<br />
De tudo que há no mundo,<br />
Nela tem pra vendê,<br />
Na feira de Caruaru.</p>
<p>Tem massa de mandioca,<br />
Batata assada, tem ovo cru,<br />
Banana, laranja, manga,<br />
Batata, doce, queijo e caju,<br />
Cenoura, jabuticaba,<br />
Guiné, galinha, pato e peru,<br />
Tem bode, carneiro, porco,<br />
Se duvidá… inté cururu…”</p>
<div id="attachment_7611" aria-labelledby="figcaption_attachment_7611" class="wp-caption img-width-324 aligncenter" style="width: 324px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/caruaru-3-foto-roberta-guimarães.jpg"><img class="size-medium wp-image-7611" alt="Aprendendo com a feira (Foto: Roberta Guimarães) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/caruaru-3-foto-roberta-guimarães-324x486.jpg" width="324" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Aprendendo com a feira (Foto: Roberta Guimarães)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
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		<title>Enquanto isso na feira…</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 18:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Caruaru 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Marcos Mercury]]></category>
		<category><![CDATA[“Cardápio do corpo – projeto antídoto”]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de apresentar ontem (18/5) a intervenção urbana “Cardápio do corpo – projeto antídoto”, na Vila Padre Inácio, o artista Marcos Mercury amanheceu neste sábado (19/5) na Feira de Caruaru. No lugar mais famoso da cidade, mudou o cotidiano das pessoas, que estranharam e, ao mesmo tempo, sentiram-se atraídas pelo trabalho. “Foi fantástico, escolhi a feira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7617" aria-labelledby="figcaption_attachment_7617" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/7226832572_9f1ee5ec8a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7617" alt="Marcos Mercury se apresentou em três lugares durante o festival (Foto: Roberta Guimarães)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/7226832572_9f1ee5ec8a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marcos Mercury se apresentou em três lugares durante o festival (Foto: Roberta Guimarães)</p></div>
<p>Depois de apresentar ontem (18/5) a intervenção urbana “Cardápio do corpo – projeto antídoto”, na Vila Padre Inácio, o artista Marcos Mercury amanheceu neste sábado (19/5) na Feira de Caruaru. No lugar mais famoso da cidade, mudou o cotidiano das pessoas, que estranharam e, ao mesmo tempo, sentiram-se atraídas pelo trabalho.</p>
<p>“Foi fantástico, escolhi a feira de ervas. Aquilo é um patrimônio nacional, acontece de tudo. Então, foi muito bom. O  público interagiu, ganhei iogurte de criança, carteira de cigarro… Muita gente ficou perguntando. Legal, fiquei feliz, foi bem bonito”, comentou o bailarino, natural de Caruaru.</p>
<p>Na sua definição, a performance foca na ideia do corpo ou da dança ocupando o espaço urbano. De como o corpo preenche este espaço. “É um outro corpo, falando de outra maneira, corpo a corpo. Chamou de gostoso…</p>
<p>Marcos Mercury também se apresentou na ação do FPNC na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, na última quinta (17/5).</p>
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		<title>Cultura Livre na Feira de Caruaru</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 18:05:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[Banda de Pífano Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Boneco de Barro]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Caruaru 2012]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Cultura Livre nas Feiras]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Raquel Holanda Quem foi à feira de Caruaru na manhã desse sábado (19/5) encontrou uma atividade diferente da venda de verduras, carnes, artesanato e vestuário. O projeto Cultura Livre nas Feiras, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, estava em ação no setor de frutas e verduras, e os feirantes e seus fregueses acompanharam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7620" aria-labelledby="figcaption_attachment_7620" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/culturalivrenasfeirasroberta-guimarães.jpg"><img class="size-medium wp-image-7620" alt="Banda de Pífanos Cultural em apresentação na Feira de Caruaru (Foto: Roberta Guimarães)" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/culturalivrenasfeirasroberta-guimarães-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda de Pífanos Cultural em apresentação na Feira de Caruaru (Foto: Roberta Guimarães)</p></div>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<p>Quem foi à feira de Caruaru na manhã desse sábado (19/5) encontrou uma atividade diferente da venda de verduras, carnes, artesanato e vestuário. O projeto Cultura Livre nas Feiras, desenvolvido pela Secretaria de Cultura de Pernambuco, estava em ação no setor de frutas e verduras, e os feirantes e seus fregueses acompanharam a apresentação da banda de Pífano Cultural, Cheiro de Sanfona e Boneco de Barro.</p>
<p>Para Lúcia Silva, que trabalha há quatro anos na limpeza da feira, o projeto transformou o seu dia de trabalho. “Desde o início de maio, minhas manhãs de sábado passam mais rápidas e divertidas, pois a cada folga que tenho no trabalho venho dançar um pouco”, falou. E não foram apenas os que fazem da feira seu local de trabalho que aprovaram a iniciativa musical. Messias da Silva, de 71 anos, sempre vem à feira de Caruaru fazer compras aos sábados, mas hoje ele acabou se distraindo. “Costumo fazer as compras cedo e voltar para casa perto das oito, mas hoje fiquei por aqui vendo os shows e perdi o tempo”, contou Messias.</p>
<p>Nesta edição especial, no FPNC de Caruaru, o Cultura Livre nas Feiras fez uma homenagem ao forró. Alemão é percussionista e produtor da banda Cheiro de Sanfona e levou o forró pé-de-serra para a feira livre. “Nossa banda já viajou para vários países levando o legítimo forró de Caruaru, e tocar na feira livre é uma forma de reafirmar a autenticidade desse ritmo”, comentou Alemão, antes dos cinco integrantes de sua banda começar a tocar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produção audiovisual em debate</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 13:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Alice Gouveia]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudio Assis]]></category>
		<category><![CDATA[debate “Produção audiovisual"]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Caruaru 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Taciano Valério]]></category>
		<category><![CDATA[“Cinema americano”]]></category>
		<category><![CDATA[“Elisa”]]></category>
		<category><![CDATA[“Texas Hotel”]]></category>

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		<description><![CDATA[A Coordenadoria de Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco promove neste sábado (19/5), às 19h, o debate “Produção audiovisual no Brasil e em Pernambuco – oportunidades e perspectivas”, como parte da programação do FPNC Caruaru. Sob a mediação de Carla Francine, coordenadora da pasta, o encontro acontece na Casa da Cultura de Caruaru. O [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Coordenadoria de Audiovisual da Secretaria de Cultura de Pernambuco promove neste sábado (19/5), às 19h, o debate “Produção audiovisual no Brasil e em Pernambuco – oportunidades e perspectivas”, como parte da programação do FPNC Caruaru. Sob a mediação de Carla Francine, coordenadora da pasta, o encontro acontece na Casa da Cultura de Caruaru.</p>
<p>O encontro abre com a exibição dos curtas pernambucanos “Texas Hotel”, de Cláudio Assis; “Cinema americano”, de Taciano Valério; e “Elisa”, de Alice Gouveia. Em seguida, o produtor de elenco e ator Rutílio Oliveira se juntará aos cineastas que tiveram seus filmes exibidos para a mesa redonda.</p>
<div id="attachment_7623" aria-labelledby="figcaption_attachment_7623" class="wp-caption img-width-400 aligncenter" style="width: 400px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/texas-hotel.jpg"><img class="size-full wp-image-7623" alt="&quot;Texas Hotel&quot;, de Cláudio Assis, será exibido" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2014/06/texas-hotel.jpg" width="400" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Texas Hotel&#8221;, de Cláudio Assis, será exibido</p></div>
<p>De acordo com Carla Francine, esta é uma oportunidade de promover uma discussão sobre a realidade do cenário audiovisual em Pernambuco e no País para estudantes, cineastas, pesquisadores e demais interessados. Além disso, de debater as formas de produção e de incentivo, também entre os assuntos do encontro.</p>
<p>O crescimento da indústria cinematográfica pernambucana provoca a necessidade de se ter conhecimento sobre as alternativas para produção e distribuição de projetos independentes em cinema e TV.</p>
<p>Segundo Carla Francine, esses debates têm o intuito de aproximar os realizadores do Agreste nesta discussão, tendo em vista que “o setor de audiovisual vive um período de crescimento no País e no estado, e a produção para televisão tem tudo para crescer ainda mais diante de incentivos e projetos de lei, como a Lei nº 12.485, que prevê a inserção de 3,5 horas semanais oriundas da produção independente, em todos os canais de TV por assinatura com concessão no País”.</p>
<p><strong>Conheça os participantes do encontro:</strong></p>
<p>Cláudio Assis: cineasta pernambucano muito premiado, nascido em Caruaru. Realizou os longas “Amarelo manga”, “Baixio da bestas”, “Febre do rato”. Antes disso, produziu e dirigiu vários curtas e foi diretor de produção do filme Baile Perfumado.</p>
<p>Alice Gouveia: curta-metragista e professora da UFPE. Tem experiência em produção para televisão. Dirigiu a série “Vamos comer Pernambuco” e participou da equipe das séries “Viva os brincantes”, “Expresso Brasil”, entre outras.</p>
<p>Rutílio Oliveira: produtor de elenco de vários longas-metragens brasileiros. Já trabalhou com Cláudio Assis, Nelson Pereira dos Santos, Fábio Barreto, Lírio Ferreira, Silvio Tendler, entre outros.</p>
<p>Taciano Valério: curta-metragista residente em Caruaru, premiado com “Bode movie”. Atualmente desenvolve o seu primeiro projeto de longa-metragem.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Debate “Produção audiovisual no Brasil e em Pernambuco – oportunidades e perspectivas”, com a exibição dos curtas “Texas Hotel”, “Cinema americano” e “Elisa”.<br />
Quando: Sábado, 19/5, das 19h às 22h. Aberto ao público.<br />
Local: Casa da Cultura de Caruaru – Parque 18 de Maio s/nº.</p>
<p>&nbsp;</p>
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