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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Caruaru 2013</title>
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		<title>Tradição e contemporaneidade sacudiram Caruaru</title>
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		<pubDate>Mon, 27 May 2013 15:05:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Vinícius Carvalho (Diretor Executivo na Secretaria de Cultura de Pernambuco) Aconteceu durante o segundo Festival Pernambuco Nação Cultural em Caruaru (FPNC) neste mês de maio, realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e FUNDARPE. A cidade merecia um festival assim. Esta foi a frase mais ouvida das pessoas nas plateias e [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Por Vinícius Carvalho (Diretor Executivo na Secretaria de Cultura de Pernambuco)</em></strong></p>
<div id="attachment_11909" aria-labelledby="figcaption_attachment_11909" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/JoaoDoPife.jpg"><img src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2013/05/JoaoDoPife-607x402.jpg" alt="João do Pife. Foto: Marcelo Lyra" width="607" height="402" class="size-medium wp-image-11909" /></a><p class="wp-caption-text">João do Pife. Foto: Marcelo Lyra</p></div>
<p>Aconteceu durante o segundo Festival Pernambuco Nação Cultural em Caruaru (FPNC) neste mês de maio, realização do Governo do Estado, através da Secretaria de Cultura e FUNDARPE.</p>
<p>A cidade merecia um festival assim. Esta foi a frase mais ouvida das pessoas nas plateias e do movimento cultural de Caruaru. A terra de Janduhy, Branco, Jairo, Vitalino, Hebert  foi tomada por inúmeras expressões artísticas, nos distritos, na periferia, no centro, no presídio, na FUNASE e na Normandia.  Desfilou a tradição dos bois, do pífano, do cordel, do bacamarte, as mais variáveis formas de artes cênicas. Dentre apresentações,  encontros, oficinas, mais de cem atividades com vinte mil pessoas envolvidas na capital do Forró, na sede da grande Feira.</p>
<p>João do Pife nos recebeu no anúncio da programação, Azulão chegou de mansinho, com sua elegância, pra assistir o histórico show de Querosene Jacaré, Onildo Almeida se encontrou com outros escritores, Galdino foi exposto. A história da cidade estava sendo contada. A tradição foi bem representada e abriu alas para contemporaneidade e para vanguarda ciceroneada pelo gentleman, filho da terra, Júnio Barreto, que na primeira noite do palco principal participou do show de uma das mais importantes bandas independentes do país, Eddie.</p>
<p>Um corte estético, uma revolução sutil. A juventude que dizia se sentir liberta com uma opção como essa. Os artistas, de alto nível, além da qualidade de suas obras alertam para o momento político e cultural. Um painel de profissionais de ponta das mais diversas matrizes, muita poesia e crítica. O sertanejo do mundo, Lira, e sua linda música Memória, chama atenção pra abertura dos arquivos da ditadura militar, Karina Buhr cantou o amor de forma única, nunca um fuzil deve calar uma guitarra. Ortinho com a autenticidade de um rockstar, coragem e irreverência pra questionar os padrões, uma defesa permanente pela inteligência, a criação, a liberdade de expressão de vozes que soem críticas, não soem chulas, que não rimem apenas, lé com,cré. Ah o Querosene Jacaré, que volta histórica, logo em Caruaru: Rock, muito rock. O Belo de fato, Tibério Azul, a riqueza dos seus arranjos, a delicadeza e a força do seu repertório.</p>
<p>Presenças destacáveis de Zé da Flauta, Cleiton Barros, Neilton, Gilmar Bola Oito, Sérgio Sociólogo da Favela, Pablo, Tiger e Zé brown, manos maduros dividindo a mesma roda, Irmandade 1, Rimocrata. Cláudio Assis, quem não conhece, não reconhece sua ousadia fotográfica, textual, roteirística, um caruaruense a reclamar, “meus filmes correm o mundo, não passam nas salas da minha cidade.” Um sentimento comum de artistas reconhecidos da famosa e importante cena manguebeat, foi que pela primeira vez aportaram em Caruaru: Fábio Trummer, Karina Buhr, Lira, Tibério Azul. Além de Dado Villa Lobos e Sonic Júnior.</p>
<p>Muita qualidade, equipamentos de alta qualidade e um público caloroso, uma juventude engajada e muito talento despontando nos que fazem a cena local da cada vez mais antenada com o mundo. A cidade merece, sim! A população cresce, novos cursos surgem, a economia cresce. Salve Rogéria, Joanatan, Almério, Caapora, Daniel Finizola,  Marcus Mercury, Consciência Nordestina.</p>
<p>Tudo isso com muita paz! Conteúdo e público fazem a diferença na segurança, mais do que qualquer repressão. Mais do que uma festa, um grande festival de cultura, com uma programação que não perde pra nenhum festival de cultura e arte pelo país, com inclusão e geração de renda. Foi um festival construído à várias mãos e com apoio integral da Prefeitura de Caruaru, apoio da PM e dos Bombeiros.</p>
<p>Salve Caruaru, uma nova janela se abriu!</p>
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		<title>Em Caruaru, Palco Nação Cultural encerra com o melhor da música contemporânea</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 14:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banda Caravana do Delírio]]></category>
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		<description><![CDATA[O Palco Nação Cultural se despediu da capital do forró, na noite do último sábado, com um público que lotou a antiga Estação Ferroviária mostrando o crescimento da cena cultural alternativa da cidade. Durante todo o fim de semana, a programação trouxe artistas pernambucanos que vivem seu auge nacional, como Karina Buhr, Lira, Eddie, além [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Palco Nação Cultural se despediu da capital do forró, na noite do último sábado, com um público que lotou a antiga Estação Ferroviária mostrando o crescimento da cena cultural alternativa da cidade. Durante todo o fim de semana, a programação trouxe artistas pernambucanos que vivem seu auge nacional, como Karina Buhr, Lira, Eddie, além do show histórico da banda Querosene Jacaré, que comemorou 15 anos do lançamento do CD “Você não sabe da missa um terço”. Todas as noites, o Palco Nação Cultural contou ainda com artistas caruaruenses que vêm despontando na cena musical pernambucana, com direito a público cantando quase todas as músicas ‘na ponta da língua’. E o sábado veio pra consagrar essa programação.</p>
<div id="attachment_4743" aria-labelledby="figcaption_attachment_4743" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752301410_8eede6513b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4743" alt="Público chegou logo cedo para conferir a última noite do FPNC Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752301410_8eede6513b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Público chegou logo cedo para conferir a última noite do FPNC Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>Já com grande público, quem abriu a noite foi o cantor e compositor caruaruense Daniel Finizola, um dos destaques da atual cena musical da cidade. Com influências que vão dos sutis acordes da sanfona às batidas eletrônicas resultando num som cosmopolita que cria e brinca com melodias e cores, Daniel embalou o público com canções do seu primeiro CD solo, Pincel do Som. Em seguida, o público conferiu os shows da banda Caravana do Delírio e do cantor Tibério Azul.</p>
<div id="attachment_4747" aria-labelledby="figcaption_attachment_4747" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752309660_72f7f9d066_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4747" alt="Daniel Finizola, destaque da atual música caruaruense, abriu a noite do Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752309660_72f7f9d066_z-607x415.jpg" width="607" height="415" /></a><p class="wp-caption-text">Daniel Finizola, destaque da atual música caruaruense, abriu a noite do Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4750" aria-labelledby="figcaption_attachment_4750" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752424394_4b74576279_z-1.jpg"><img class="size-medium wp-image-4750" alt="A banda recifense Caravana do Delírio trouxe seu rock para Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752424394_4b74576279_z-1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">A banda recifense Caravana do Delírio trouxe seu rock para Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<div id="attachment_4751" aria-labelledby="figcaption_attachment_4751" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752538288_b4f1534332_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4751" alt="Tibério Azul conquistou o público caruaruense com seu trabalho solo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752538288_b4f1534332_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Tibério Azul conquistou o público caruaruense com seu trabalho solo. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>Quem encerrou o Palco Nação Cultural foi nada menos que Dado Villa Lobos. Músico, produtor, ex-integrante da Legião Urbana, compôs, em parceria com Marcelo Bonfá e Renato Russo, algumas das músicas mais representativas da recente história da música brasileira. Dado levou para Caruaru a turnê do seu trabalho solo mais recente, O Passo do Colapso, lançado no final do ano passado, mas é claro que sua passagem pelo FPNC não podia deixar de contar com composições que fizeram história com a Legião Urbana. As músicas tocadas foram acompanhadas por um público empolgado e saudosista.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4754" aria-labelledby="figcaption_attachment_4754" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8751692831_6fb33f0560_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4754" alt="Dado Villa Lobos, ex-integrante da Legião Urbana, encerrou o Palco Nação Cultural em Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8751692831_6fb33f0560_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dado Villa Lobos, ex-integrante da Legião Urbana, encerrou o Palco Nação Cultural em Caruaru. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<div id="attachment_4757" aria-labelledby="figcaption_attachment_4757" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/19052013-19052013-_Q6A3278-RicardoMoura-Panorama-1024x545.jpg"><img class="size-medium wp-image-4757" alt="Um público empolgado e saudosista acompanhou todas as músicas da Legião Urbana. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/19052013-19052013-_Q6A3278-RicardoMoura-Panorama-1024x545-607x323.jpg" width="607" height="323" /></a><p class="wp-caption-text">Um público empolgado e saudosista acompanhou todas as músicas da Legião Urbana. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4758" aria-labelledby="figcaption_attachment_4758" class="wp-caption img-width-517 aligncenter" style="width: 517px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752816548_0c46f5e0b5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4758" alt="Guitarrista, produtor e compositor, Dado é responsável por grandes composições da recente música brasileira. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8752816548_0c46f5e0b5_z-517x486.jpg" width="517" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Guitarrista, produtor e compositor, Dado é responsável por grandes composições da recente música brasileira. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<div>
<p>A próxima parada do FPNC é o Sertão Central, entre os dias 24/5 e 01/6, que contará com palcos em São José do Belmonte e Salgueiro e ações em mais seis cidades. Os cantores Josildo Sá e Flávio Leandro, além da banda Paixão Nordestina e Jackson da Sanfona estão entre as atrações confirmadas. No domingo, a tradição popular é mantida com a Cavalgada à Pedra do Reino – tradicional festejo de matrizes mouras e cristãs que há mais de 20 anos ocorre no município. Em breve programação completa do festival.</p>
</div>
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		<title>Lira, do fim ao renascimento</title>
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		<pubDate>Sun, 19 May 2013 01:05:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiza Falcão A voz é a mesma, o homem já não é. Ele era o Lirinha do Cordel do Fogo Encantado e agora é  Lira. Lira e pronto, sem mais delongas. Substantivo próprio que batiza o homem, a turnê e o próprio show. O nome, que é outro, sem diminutivos, talvez até se encaixe melhor na rima, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4768" aria-labelledby="figcaption_attachment_4768" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8750049311_670e8dae6a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4768" alt="Lira se reinventando em Caruaru (Foto: Chico Santana)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8750049311_670e8dae6a_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Lira se reinventando em Caruaru (Foto: Chico Santana)</p></div>
<p><em>Por Luiza Falcão</em></p>
<p>A voz é a mesma, o homem já não é. Ele era o Lirinha do <em>Cordel do Fogo Encantado </em>e agora é  Lira. Lira e pronto, sem mais delongas. Substantivo próprio que batiza o homem, a turnê e o próprio show. O nome, que é outro, sem diminutivos, talvez até se encaixe melhor na rima, na poesia e na música. A sensação da volta de um ídolo era intensa no show feito no Palco Nação Cultural, nesta sexta-feira (17/5), e se misturava a de lançamento, ou relançamento, de um cantor fadado ao sucesso.</p>
<p>Natural de Arcoverde, Lira foi criado vendo em Caruaru uma referência e tanto. Era a cidade grande mais próxima, onde se formam grandes músicos, filhos da cidade ou não. A última vez que tocou na Capital do Agreste foi com o <em>Cordel</em> há muitos anos, tantos que ele nem sabe contar. A volta não podia ser mais emocionante do que um show solo, debaixo de sereno, num palco que lotou a antiga Estação Ferroviária de fãs que sabiam nada menos que todas as letras, inclusive das poesias declamadas. “Tocar em Caruaru é muito emocionante porque eu sinto que estou em casa, que estou mais perto da minha história, de mim mesmo”, confessa Lira.</p>
<div id="attachment_4770" aria-labelledby="figcaption_attachment_4770" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0123-1024x680.jpg"><img class="size-medium wp-image-4770" alt="Público lotou a Estação Ferroviária para curtir todo o lirismo do arcoverdense Lira. Na foto ele canta “Assum Preto”, de Gonzagão. Foto: Chico Santana/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0123-1024x680-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou a Estação Ferroviária para curtir todo o lirismo do arcoverdense Lira. Na foto ele canta “Assum Preto”, de Gonzagão. Foto: Chico Santana/Secult-PE</p></div>
<p>Sobre sua carreira solo, mais teatral, performática e poética do que nunca, Lira revela que o Cordel foi um projeto que ele ajudou a construir e que o deixou muito realizado, mas que estava sentindo falta de algo que pertencia só a ele, uma música mais autoral, mais próxima da sua história de vida, do lirismo e de toda a semântica que a palavra lira, ou o nome Lira, podem trazer. “Eu não me renomeei do nada, Lira era o nome da turnê e dos shows, mas, na hora da divulgação, as pessoas entenderam que eu queria que fosse chamado de Lira. Foi assim que eu entendi que isso me fazia sentir mais completo”, explica.</p>
<p><strong>Noite de rock do início ao fim</strong> - Do cabelo raspado de Rogéria ao visual cor de abóbora de Karina Buhr, passando pelas experimentações de Lira e as caras e bocas de Ortinho do Querosene Jacaré, a noite foi dos roqueiros. Quem curte uma pegada autoral e performática ficou satisfeito com cada apresentação.</p>
<p>De uns tempos para cá, a “Capital do Forró” pegou um gosto pelo rock e não perde a oportunidade de apreciar seus melhores expoentes. O encerramento da noite, na voz da soteropolitana Karina Buhr, foi o reflexo deste um incremento nas tradições culturais do caruaruense. Quem acha que o cabelo alaranjado e a maquiagem sempre extravagante são os aspectos mais marcantes da artista se engana. A música instigada, as opiniões marcantes e a presença de palco se encarregam disso.</p>
<div id="attachment_4773" aria-labelledby="figcaption_attachment_4773" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Karina-1024x680.jpg"><img class="size-medium wp-image-4773" alt="Extremamente performática, Karina Buhr encerrou a noite com muito rock autoral. Foto: Chico Santana/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Karina-1024x680-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Extremamente performática, Karina Buhr encerrou a noite com muito rock autoral. Foto: Chico Santana/Secult-PE</p></div>
<p>Em Caruaru, ela não estava mesmo para brincadeiras, dançou, se jogou no chão, rebolou, cantou sucessos como “<em>Não me ame tanto</em>“, subiu em uma das estruturas metálicas que sustentavam o palco e até enrolou o fio do microfone no pescoço. Esse é o estilo Karina Buhr de ser. É assim que ela é adorada pelo público, que não se importou nem um pouco em chegar tarde em casa para vê-la até o último minuto.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Música, dança, guerra e tradição no Alto do Moura</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 21:05:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FPNC Caruaru 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiza Falcão De longe os tiros assustas, mas é só pólvora  não machuca ninguém. Os bacamarteiros de Caruaru são uma tradição mais velha que a própria cidade. Reza a lenda que os primeiros bacamarteiros lutaram na Guerra do Paraguai e chegaram dando tiros para festejar a vitória. Em caruaru, existem mais de 20 batalhões diferentes [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4788" aria-labelledby="figcaption_attachment_4788" class="wp-caption img-width-510 aligncenter" style="width: 510px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/alto-do-moura.jpg"><img class="size-full wp-image-4788" alt="Antes de iniciar a salva de tiros, bacamarteiros desfilaram pelo Alto do Moura e reverenciaram o Mestre Vitalino no casa museu em que ele viveu. Foto: Chico Santana/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/alto-do-moura.jpg" width="510" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Antes de iniciar a salva de tiros, bacamarteiros desfilaram pelo Alto do Moura e reverenciaram o Mestre Vitalino no casa museu em que ele viveu. Foto: Chico Santana/Secult-PE</p></div>
<p><em>Por Luiza Falcão</em></p>
<p>De longe os tiros assustas, mas é só pólvora  não machuca ninguém. Os bacamarteiros de Caruaru são uma tradição mais velha que a própria cidade. Reza a lenda que os primeiros bacamarteiros lutaram na Guerra do Paraguai e chegaram dando tiros para festejar a vitória.</p>
<p>Em caruaru, existem mais de 20 batalhões diferentes de homens (e mulheres) dedicados a essa arte. Neste sábado (18), o Alto do Moura deixou os homens de barros um pouco de lado para vê-los passar divididos em três grupos, cada um com cerca de 15 participantes, um comandante e um trio de triângulo, sanfona e Zabumba.</p>
<p>No batalhão 41, quem manda é José Manoel dos Santos, 74 anos, mais conhecido como Zé Benedito, nome do primeiro chefe do batalhão fundado em 1851, seis anos antes de Caruaru virar cidade. No grupo dele as crianças começam cedo, antes dos 10. A única exigência é que sejam homens. “Uma mulher num grupo de 25 homens ia bagunçar tudo. Um homem não pode. conversar nem fazer suas obrigações na frente de uma moça”, explica, todo desconfiado, seu José.</p>
<div id="attachment_4790" aria-labelledby="figcaption_attachment_4790" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0108-1024x680.jpg"><img class="size-medium wp-image-4790" alt="Além de bacamarteira, Willyane canta, toca sanfona e triângulo. Orgulhosa de perpetuar as tradições caruaruenses, ela quer passar isso para filhas e sobrinhas também. Foto: Chico Santana/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/DSC_0108-1024x680-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Além de bacamarteira, Willyane canta, toca sanfona e triângulo. Orgulhosa de perpetuar as tradições caruaruenses, ela quer passar isso para filhas e sobrinhas também. Foto: Chico Santana/Secult-PE</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No Batalhão 333, Willyane Nair discorda. Aos 23 anos, ela já soma três como participante do grupo de bacamarte e nunca sofreu represálias. Antes de descobrir uma doença nos ossos, ela até atirava, e atirava bem, diz ela, mas agora parou. No grupo dela, duas mulheres participam e ainda tem lugar para mais quantas quiserem.</p>
<p>Depois dos tiros e da festa, foi a vez dos pifeiros animarem o lugar. Para quem não conhece, os pífanos são instrumentos de sopro, semelhantes a flautas, que se toca de lado, paralelamente à boca e possuem som agudo e peculiar. No encontro dos pifeiros tinha até pífano feito de cano de PVC.</p>
<p><strong>Uma rezadeira no meio do povo - </strong>Atenta a tudo no fundo da plateia, uma senhora de 69 anos admirava as apresentações. De altura, não chega a 1,60, mas trazia nos olhos uma luz que a engrandecia. Dona Júlia dos Santos nasceu em Brejo da Madre de Deus e se mudou para Caruaru aos 15 anos. Desde então ela mora na mesma casinha da Rua Vilela, perto do Campo da Aviação. Por lá, todo mundo conhece o trabalho dela, uma rezadeira que abençoa e tira olhado de gente, de casa e até de carro.</p>
<div id="attachment_4791" aria-labelledby="figcaption_attachment_4791" class="wp-caption img-width-511 aligncenter" style="width: 511px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/benzedeira.jpg"><img class="size-full wp-image-4791" alt="Niziani Miotto (Fundarpe) foi uma das benzidas por Dona Júlia depois do encontro de bacamarteiros e pifeiros. Foto: Chico Santana/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/benzedeira.jpg" width="511" height="339" /></a><p class="wp-caption-text">Niziani Miotto (Fundarpe) foi uma das benzidas por Dona Júlia depois do encontro de bacamarteiros e pifeiros. Foto: Chico Santana/Secult-PE</p></div>
<p>Quando perguntada como aprendeu a arte que carrega no pescoço em forma de terço, ela responde categoricamente “foi Deus quem me ensinou a rezar”. Depois da entrevista, ela se ofereceu para me rezar e eu, de pronto, aceitei. Depois de mim, uma pequena fila para a benção se formou. Teve gente saindo até com casamento prometido de lá.</p>
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		<title>De Olinda para o Palco Nação Cultural de Caruaru</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 23:05:28 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4808" aria-labelledby="figcaption_attachment_4808" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Banda-Eddie-se-apresenta-no-Palco-Nação-Cultural.-Foto-Ricardo-Moura.Secult-PE.jpg"><img class="size-medium wp-image-4808" alt="Banda Eddie se apresenta no Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Banda-Eddie-se-apresenta-no-Palco-Nação-Cultural.-Foto-Ricardo-Moura.Secult-PE-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Banda Eddie se apresenta no Palco Nação Cultural. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>Quando os caras da banda <em>Eddie</em> subiram ao Palco Nação Cultural para encerrar a primeira noite de shows, ainda não havia ninguém cansado. Um público jovem, animado, com pegada roqueira e letras decoradas esperavam pelos criadores do “Original Olinda Style” com energia de sobra. Na madrugada da quinta-feira (16/5) para a sexta (17/5), a banda se apresentou pela primeira vez em Caruaru, transformando a Estação Ferroviária da “Capital do Agreste e do Forró” em um pedacinho autêntico do carnaval de Olinda. Para garantir o sucesso da mistura com o litoral, o caruaruense Junio Barreto subiu ao palco como convidado, agradando ao público de sua terra natal.</p>
<div id="attachment_4809" aria-labelledby="figcaption_attachment_4809" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Banda-Eddie-se-apresenta-no-Palco-Nação-Cultural.-Foto-Ricardo-Moura.Secult-PE2.jpg"><img class="size-medium wp-image-4809" alt="O caruaruense Junio Barreto temperou a noite fazendo uma participação especial no show da banda Eddie. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Banda-Eddie-se-apresenta-no-Palco-Nação-Cultural.-Foto-Ricardo-Moura.Secult-PE2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O caruaruense Junio Barreto temperou a noite fazendo uma participação especial no show da banda Eddie. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p></div>
<p>É bem verdade que a cidade já começou a se decorar para o São João, que dura todo o mês de Junho, mas o clima era de completo carnaval. Não faltou quem soubesse cantar <em>“Ela vai dançar”, “Danada”, “De fazer chorar”, “Pode me chamar”, “O baile Betinha”, “Passione”</em> e<em> “Não vou embora”</em>. E eles não queriam ir embora mesmo. Os pedidos de mais um do público resultavam em outro sucesso e no adiamento do que era inevitável, o fim do show. O acordo quase às 2h, selando a miscigenação naturalmente pernambucana da música e da cultura, mostrando que o casamento do Agreste com o Litoral pode dar samba, rock, frevo e muito mais!</p>
<p><strong>Primeira noite</strong> – O Palco nação Cultural também recebeu a banda recifense Caapora, que mistura folclore com música experimental e rock, juntando o triângulo, caxixi e pífano com a guitarra, bateria, violão e baixo  numa música eletrizante. O guitarrista Joanatan Richard, com estilo Elvis Presley, e a “banda de um homem só”, do hiperativo Sonic Junior, completaram a abertura dos shows do Festival Pernambuco Nação Cultural em Caruaru.</p>
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		<title>Quando as raízes negras se juntam à música polonesa</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 23:05:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Você sabe o que é uma mazuca (ou mazurca)? Não? Na internet, não há muita informação. Os textos que existem são raros e superficiais. Sendo assim, só vivendo para saber o significa. Na sexta-feira (17/5), o Bairro das Rendeiras, em Caruaru, virou palco para essa tradição centenária, surgida quando os escravos observavam os senhores de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4796" aria-labelledby="figcaption_attachment_4796" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Mazurca.jpg"><img class="size-medium wp-image-4796" alt="A festa aconteceu ali mesmo, na escadaria da Igreja, com a mistura de ritmos (Foto: Chico Santana)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Mazurca-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A festa aconteceu ali mesmo, na escadaria da Igreja, com a mistura de ritmos (Foto: Chico Santana)</p></div>
<p>Você sabe o que é uma mazuca (ou mazurca)? Não? Na internet, não há muita informação. Os textos que existem são raros e superficiais. Sendo assim, só vivendo para saber o significa. Na sexta-feira (17/5), o Bairro das Rendeiras, em Caruaru, virou palco para essa tradição centenária, surgida quando os escravos observavam os senhores de engenho dançar a mazuca polonesa. Na apresentação, três equipes de mazurcas e coco perpetuavam a tradição. Nem a chuva impediu que os grupos se apresentassem durante o Festival Pernambuco Nação Cultural. Ao invés de dançarem e cantarem na praça, a escadaria da igreja foi a eleita para fazer ressoar o ritmo marcante dos homens e mulheres que pisam no chão para garantir a tradição dos seus antepassados.</p>
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		<title>Programação para toda a família no Parque Severino Montenegro, em Caruaru</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 20:05:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O espaço tem uma área verde incrível, com gramado, árvores e um lago, destinada exclusivamente ao lazer, ao contato direto com a natureza e ao convívio familiar. Para complementar esse cenário, o FPNC trouxe música, teatro e circo numa programação para atrair as famílias caruaruenses. No sábado e no domingo (18 e 19/5), o Parque [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4828" aria-labelledby="figcaption_attachment_4828" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Picadeiro-pernambucano-fogo-Foto-Victor-Juca.jpg"><img class="size-medium wp-image-4828" alt="Picadeiro pernambucano. Foto: Victor Jucá/ Santo Lima." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Picadeiro-pernambucano-fogo-Foto-Victor-Juca-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Picadeiro pernambucano. Foto: Victor Jucá/ Santo Lima.</p></div>
<p>O espaço tem uma área verde incrível, com gramado, árvores e um lago, destinada exclusivamente ao lazer, ao contato direto com a natureza e ao convívio familiar. Para complementar esse cenário, o FPNC trouxe música, teatro e circo numa programação para atrair as famílias caruaruenses. No sábado e no domingo (18 e 19/5), o Parque Severino Montenegro recebe quatro atrações por dia, sendo uma de Artes Cênicas e três musicais, a partir das 17h. O sábado começa com espetáculo do<i> Grupo Carcará, </i>o <i>“Picadeiro pernambucano – a tradição milenar”</i>, com números de palhaço, ilusionismo, malabares, equilíbrio em pernas de pau, bola de contato, contorcionismo e acrobacia, levando ao público a arte do Circo. É para encantar adultos e crianças de todas as idades. A programação seguinte tem a participação de <i>O Baile dos Seres Imaginários</i>, com recital poético e musical, além do grupo C<i>axiado</i> e do artista caruaruense Felipe Magoo. Ainda sem álbuns gravados, Felipe faz um trabalho intimista ao lado de dois músicos.</p>
<div id="attachment_4831" aria-labelledby="figcaption_attachment_4831" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Divinas-Eric-Gomes.jpg"><img class="size-medium wp-image-4831" alt="Espetáculo “Divinas” reinventa o sonhar. Foto: Eric Gomes/SecultPE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Divinas-Eric-Gomes-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo “Divinas” reinventa o sonhar. Foto: Eric Gomes/SecultPE</p></div>
<p style="text-align: left;">No domingo, as atrizes Lívia Falcão, Fabiana Pirro e Odília Nunes se transformam para viver as palhaças Zanoia, Uruba e Bandeira em um espetáculo que incentiva a sonhar. Montado pela <i>Duas Companhias,</i> o “<i>Divinas</i>” conta com emoção e graça a história de vida de sertanejos que se reinventam. As <i>Fadas Magrinhas</i>, interpretadas pelas irmãs gêmeas Aninha e Lulu Araújo, cantam e tocam percussão, voltadas principalmente para o público infantil. Fábio Duarte e Almério encerram a última noite do festival.</p>
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		<title>FPNC Caruaru realiza 3ª edição do Seminário de Leitura e Bibliotecas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 19:05:42 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Na sexta-feira (17/5), o Festival Pernambuco Nação Cultural etapa Caruaru abre espaço para uma discussão atemporal, a quantidade e a qualidade de bibliotecas disponíveis no estado e as atividades de incentivo à leitura que elas realizam. Em sua terceira edição, o Seminário de Leitura e Bibliotecas acontece das 9h às 17h na Associação Comercial e Empresarial de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na sexta-feira (17/5), o Festival Pernambuco Nação Cultural etapa Caruaru abre espaço para uma discussão atemporal, a quantidade e a qualidade de bibliotecas disponíveis no estado e as atividades de incentivo à leitura que elas realizam. Em sua terceira edição, o Seminário de Leitura e Bibliotecas acontece das 9h às 17h na Associação Comercial e Empresarial de Caruaru.</p>
<p>Facilitado pelos membros da Comissão Intersetorial em Defesa das Bibliotecas, do Livro e da Leitura Ana Escurra, Aderilsom, Bárbara Gonçalves, Cida Fernandez e Gabriel Santana, o seminário será composto por duas partes. Pela manhã, uma mesa com palestras e discussões pretende conhecer a realidade de bibliotecas públicas, escolares e comunitárias de Caruaru e das cidades vizinhas que compõem o agreste centro norte pernambucano, traçando um mapa das ações e das legislações municipais sobre bibliotecas no estado.</p>
<p>Para a facilitadora Ana Escurra, os seminário pode trazem uma “luz” para aquelas cidades em que o estado das bibliotecas é muito precário ou que não existe legislação específica para elas. “Uma realidade é que os nossos municípios não tem orçamento para bibliotecas, o que inviabiliza até a efetivação de alguma legislação que exista”, completa Ana.</p>
<p>A iniciativa da Secretaria de Cultura de viabilizar os seminários nos festivais surge com a intenção de dar visibilidade aos encontros e interiorizar as discussões.</p>
<p><b>Comissão Intersetorial em Defesa das Bibliotecas, do Livro e da Leitura</b> – Formada a partir de um desdobramento do I Seminário do Livro, Leitura e Literatura, realizado em abril de 2012, a Comissão Intersetorial em Defesa das Bibliotecas, do Livro e da Leitura está dentro de um contexto nacional de luta por políticas públicas de cultura. Composta por representantes da sociedade civil, de órgãos públicos, de ONG’s e fundações e de empresas privadas é um coletivo que vem trabalhando já há algum tempo para a construção de uma política pública para o livro, leitura, literatura e bibliotecas.</p>
<div id="attachment_4851" aria-labelledby="figcaption_attachment_4851" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/6963463036_0e97832399_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4851" alt="O seminário busca conhecer a realidade das bibliotecas e discutir melhorias. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/6963463036_0e97832399_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O seminário busca conhecer a realidade das bibliotecas e discutir melhorias. Foto: Ricardo Moura/Secult-PE<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
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		<title>Teatro de emoções, sutilezas e imaginação em Caruaru</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 19:05:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[“Duas mulheres em preto e branco”]]></category>
		<category><![CDATA[“O fio mágico”]]></category>
		<category><![CDATA[“O homem velho” de Marcelo Braga]]></category>

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		<description><![CDATA[As artes cênicas têm espaço garantido na programação do FPNC Caruaru 2013. Uma programação recheada de espetáculos emocionantes e profundos vai invadir o cotidiano da cidade nos próximos dias. E o ponto de encontro é o Teatro Rui Limeira Rosal, no Sesc Caruaru. Abrindo a programação, na noite de ontem(14/5), “O homem vermelho”, do bailarino [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4855" aria-labelledby="figcaption_attachment_4855" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/o-homem-vermelho.jpg"><img class="size-medium wp-image-4855" alt="“O homem velho”, de Marcelo Braga, abre a programação teatral em Caruaru / Divulgação." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/o-homem-vermelho-607x357.jpg" width="607" height="357" /></a><p class="wp-caption-text">“O homem velho”, de Marcelo Braga, abre a programação teatral em Caruaru / Divulgação.</p></div>
<p>As artes cênicas têm espaço garantido na programação do FPNC Caruaru 2013. Uma programação recheada de espetáculos emocionantes e profundos vai invadir o cotidiano da cidade nos próximos dias. E o ponto de encontro é o Teatro Rui Limeira Rosal, no Sesc Caruaru.</p>
<p>Abrindo a programação, na noite de ontem(14/5), “O homem vermelho”, do bailarino Marcelo Braga, prendeu a atenção do público em uma trama instigante e curiosa. Mais do que um espetáculo de dança contemporânea, é um corajoso recorte de um difícil momento da vida de Braga, quando foi acometido por um raro linfoma de pele. A clausura imposta por sua dolorosa trajetória – restrita à janela do seu apartamento em Copacabana e a hospitais e clínicas médicas – lhe pôs a observar o mundo através de uma ótica de profunda delicadeza, que resultou na  transformação da sua vida em arte, desnudando emoções. A concepção do espetáculo é do próprio bailarino e teve o suporte de alguns amigos, possibilitando um diálogo de linguagens artísticas, com a colaboração da atriz Simone Spoladore, da artista visual Laura Erber, do cineasta Walter Carvalho e do músico Domenico Lancelloti, e com a assistência de direção da bailarina Laura Sam.</p>
<div id="attachment_4858" aria-labelledby="figcaption_attachment_4858" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/o-fio-mágico1.jpg"><img class="size-medium wp-image-4858" alt="“O fio mágico”, da Mão Molenga Teatro de Boneco, é voltado para crianças / Divulgação" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/o-fio-mágico1-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">“O fio mágico&#8221;, da Mão  Molenga Teatro de Boneco, é voltado para crianças / Divulgação</p></div>
<p>A programação segue hoje(15/5), quando o Limeira Rosal recebe a peça “Frei Molambo”, texto de Lourdes Ramalho, com direção de Severino Florêncio. Um cavaleiro bíblico, mítico, decide sair pelo mundo pregando e ensinando aos povos as profecias bíblicas, atraindo multidões. Ele faz um acordo com seu anjo protetor: para cada erro cometido em sua jornada, dará um rasgão em sua roupa. Ao longo do caminho, se auto-flagela sem piedade, rasgando-se, até encontrar um ser misterioso que o transformará e o tornará humilde, divinamente humano, ou humanamente divino.</p>
<div>
<p>O espetáculo “Duas mulheres em preto e branco” é a opção da sexta (17/5). Sob a direção de Moacir Chaves, o espetáculo é baseado num conto do livro “Retratos imorais”, de Ronaldo Correia de Brito, que se passa no Recife. Fala das experiências de uma geração que ora via a vida em preto e branco – nos anos da ditadura militar – e ora multicolorida, pelas lentes da contracultura. É às 20h, no Teatro Rui Limeira Rosal.</p>
<p><b>Teatro para infância e juventude</b></p>
<p>O fim de semana teatral em Caruaru é dedicado às crianças e aos jovens.  No sábado (18/5), o Mão Molenga Teatro de Bonecos apresenta, às 16h, no Teatro Rui Limeira Rosal, o espetáculo “O fio mágico”, que conta a história de Gérard, um menino impaciente que recebe o dom de adiantar o tempo manipulando o fio de sua própria vida. Porém, ele não esperava que fosse se deparar com problemas inevitáveis, como os conflitos entre o bem e o mal, o envelhecimento e a morte.</p>
<p>“Conto de retalhos” encerra a programação teatral do festival, no domingo (19/5). O espetáculo infantil de contações de histórias se divide em três momentos: um neto que aprende de forma simples e emocionante a conhecer e decifrar as lembranças e os sentimentos, com a ajuda de sua avó; outro menino que mora ao lado de um abrigo de idosos e é amigo de uma velhinha que perdeu a memória; e uma vovó que adora viajar e aprender coisas sobre outros países e outras culturas, mas tudo isso sem precisar sair de casa. O espetáculo traz, de forma simples, lúdica e poética temas como saudade, memória, respeito e descobertas, além do incentivo ao prazer da leitura e do resgate da convivência entre pessoas de diferentes idades e da valorização e do enriquecimento das relações afetuosas entre netos e avós. É às 16h.</p>
<p><strong>Confira a programação abaixo:</strong></p>
<p><b>Quarta (15/5)<br />
</b>Frei Molambo<br />
10h<br />
Teatro Rui Limeira Rosal – Sesc Caruaru<br />
<b><br />
Sexta (17/5)<br />
</b>Duas Mulheres em Preto e Branco<br />
20h<br />
Teatro Rui Limeira Rosal – Sesc Caruaru<br />
<b><br />
Sábado (18/5)<br />
</b>Fio Mágico<br />
16h<br />
Teatro Rui Limeira Rosal – Sesc Caruaru<br />
<b><br />
Domingo (19/5)<br />
</b>Conto de Retalho<br />
16h<br />
Teatro Rui Limeira Rosal – Sesc Caruaru</p>
</div>
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		<title>Em Caruaru, o tradicional e a inovação se unem em exposições</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 00:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
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		<description><![CDATA[A ideia era criar uma exposição que reunisse os descendentes dos grandes mestres caruaruenses do barro, mas o resultado foi muito além disso. A exposição “Raízes e Gerações”, sediada no Museu do Barro de Caruaru (MUBAC), criou uma verdadeira árvore genealógica do artesanato na cidade, comparando as criações dos mestres Vitalino, Manuel Eudócio, Zé Caboclo [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4866" aria-labelledby="figcaption_attachment_4866" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Artesanato.jpg"><img class="size-medium wp-image-4866" alt="Artesanato do Alto do Moura é uma espécie de herança em Caruaru. Exposição “Raízes e Gerações” monta a árvore genealógica dessa história. Foto: Clara Gouvêa" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Artesanato-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Artesanato do Alto do Moura é uma espécie de herança em Caruaru. Exposição “Raízes e Gerações” monta a árvore genealógica dessa história. Foto: Clara Gouvêa</p></div>
<p>A ideia era criar uma exposição que reunisse os descendentes dos grandes mestres caruaruenses do barro, mas o resultado foi muito além disso. A exposição “Raízes e Gerações”, sediada no Museu do Barro de Caruaru (MUBAC), criou uma verdadeira árvore genealógica do artesanato na cidade, comparando as criações dos mestres Vitalino, Manuel Eudócio, Zé Caboclo e Galdino com as que são feitas por seus filhos, netos e bisnetos. A montagem foi aberta com palestra do professor mestre em História, Josué Euzébio, que integra o Núcleo de Pesquisas da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Caruaru (FAFICA). A exposição fica em cartaz de 14 a 19/5, integrando a programação do Festival Pernambuco Nação Cultural, mas segue até o dia 7/6 na cidade. O museu pode ser visitado das 9h às 17h, de segunda a sábado, e de 9h às 17h aos domingos.</p>
<p>Já no galpão da Estação Ferroviária, oito artistas caruaruenses vão unir suas obras na exposição coletiva intitulada “Uma viagem, uma linguagem em diferentes construções”. A mostra une artes plásticas com imagens figurativas, arte conceitual, surrealista e concreta, com destaque para a pintura a óleo, além de algumas instalações. Entre as inspirações dos criadores estão a vida do nordestino, a seca, o êxodo e a reinvenção do homem. As obras estarão expostas da quarta-feira (15) até o sábado (18), das 16 às 22h.</p>
<p>Quem quiser conhecer um caleidoscópio por dentro pode visitar a “Caleidoscópia” criada por Gabriel Furtado, que produz diversos efeitos a partir do movimento e do som do público que entra no ambiente em que a videoinstalação está montada. Tudo acontece com o auxílio de um computador, um projetor, uma câmera e um microfone. “Quero que o espectador se insira na obra e interaja com ela como se estivesse dentro dela. Cada pessoa, ou grupo, vivenciará uma arte diferente, já que eles próprios produzem as imagens”, explica Gabriel. Em Caruaru, a intervenção vai de 15 a 18/5, das 15 às 21h, na Estação Ferroviária.</p>
<p>Programação completa de exposições:</p>
<p><strong>Artesanato</strong> - Exposição:  “Raízes e Gerações”, dos artesões Vitalino, Manoel Eudocio, Zé Caboclo e Galdino.</p>
<p>Datas: De 14 à 19/05 <em>(A Exposição permanecerá até o dia 07/06)</em><br />
Horário: Das 9h às 17h, e Domingo 9h às 13h<br />
Local: Museu do Barro (MUBAC), no Pátio de Eventos</p>
<p><strong>Artes Visuais</strong> - Exposição Coletiva: “Uma Viagem, Uma linguagem em diferentes construções”, com os artistas convidados Marco Firmo, Patrícia Paschoal, Edvane Felix, Glauber Fábio, Márcio Ferreira, Jorge Souza, Josélito Vasconcelos, Regina Luz e Francisco de Assis. Curadoria: Josélito Vasconcelos.<br />
Datas: De 15 à 18/05<br />
Horário: Das 16h às 22h<br />
Local: Galpão/Estação Ferroviária</p>
<p><strong>Artes Visuais</strong> - Videoinstalação “Caleidoscópia”, de Gabriel Furtado<br />
Datas: De 15 à 18/05<br />
Horário: Das 15h às 21h<br />
Local: Plataforma/Estação Ferroviária</p>
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