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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Mata Norte 2013</title>
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		<title>Encontro de Caboclinhos e Índios encerrou o FPNC Mata Norte</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 18:04:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de uma semana de atividades culturais em 19 cidades da região, o FPNC fechou sua programação na Mata Norte com desfile em Goiana. Próxima parada é o Sertão do Moxotó Por Maria Peixoto Rivaldo tem 53 anos e é curandeiro do caboclinho Tribo Tupiguarani (1945), de Caixa d’Água, desde os 5 anos. Sua neta, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5048" aria-labelledby="figcaption_attachment_5048" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/caboclinhos.jpg"><img class="size-full wp-image-5048" alt="Grupos desfilaram na Rua Direita (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/caboclinhos.jpg" width="600" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Grupos desfilaram na Rua Direita (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><em>Depois de uma semana de atividades culturais em 19 cidades da região, o FPNC fechou sua programação na Mata Norte com desfile em Goiana. Próxima parada é o Sertão do Moxotó</em></p>
<p>Por Maria Peixoto</p>
<p>Rivaldo tem 53 anos e é curandeiro do caboclinho Tribo Tupiguarani (1945), de Caixa d’Água, desde os 5 anos. Sua neta, Lidiane, tem 10 e participa desde os 4. Andrea, 33, faz parte do grupo Canindé de São Lourenço (1937) junto com seus dois filhos, o  pequeno Ossain, de só 2 anos, e Fethxanne, índia fulniô, de 15 anos.  Marcone Zé dos Santos entrou com 10 anos no caboclinho Tapirapé (1957) do Alto Zé do Pinho e hoje é vice-presidente do grupo. Esses e mais 14 caboclinhos participaram ontem (7/4) do VI Encontro de Caboclinhos e Índios de Goiana, realizado dentro da programação do FPNC Mata Norte.</p>
<p>O tradicional evento de Goiana vem de um simbolismo criado e recriado, algo bem do feitio das manifestações de cultura popular. Em 1645, foi fundada uma assembleia indígena na aldeia de Tapisserica, em que os próprios índios votaram para eleger seus representantes. O que era, nos idos de 1600, um ato político de grande importância para os indígenas é  hoje comemorado anualmente com um encontro festivo de várias tribos da região.</p>
<p>Durante o encontro do domingo (7/4), eles cantavam “Eu fui pra mata construir um pau, fiz uma flecha pra eu juremar”, lembrando a tradição da Jurema Sagrada, associada ao festejo. Marcone, do Tapirapé, conta que seu caboclinho tem uma mãe de santo que cuida do índio, guia do seu grupo.  Também podia se ver, em muitos grupos, a presença do personagem do curandeiro, responsável por “limpar as energias negativas” antes do desfile, segundo contou Andrea, do Canindé de São Lourenço.</p>
<p>Um dos mais caprichados desfiles foi o do Tribo Tupã (1979), do Alto Zé do Pinho, do Recife, campeão vários anos do Carnaval recifense, inclusive de 2013. Além da flauta, das maracas e do surdo, o conjunto de tocadores possuía um timbau, dando um tom de afoxé à cadência do toré. A diversidade de passos e rapidez, e a desenvoltura em realizá-los, também chamou bastante atenção.</p>
<p>O evento fechou a programação do FPNC Mata Norte e foi realizado em parceria com a Associação dos Caboclinhos e Índios de Pernambuco. A próxima parada festival é o Sertão do Moxotó, entre os dias 16 e 21 de abril.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Grafite e cultura popular em Nazaré da Mata</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 23:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Deixando uma marca da passagem do FPNC pela Mata Norte, o artista visual Jota ZerOff realizou neste sábado uma intervenção com grafite nos muros do Centro das Artes e Juventude de Nazaré da Mata. O local ganhou desenhos e pinturas que revelam alguns elementos da cultura popular na região, como o maracatu e o cavalo-marinho. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Deixando uma marca da passagem do FPNC pela Mata Norte, o artista visual Jota ZerOff realizou neste sábado uma intervenção com grafite nos muros do Centro das Artes e Juventude de Nazaré da Mata.</p>
<div id="attachment_5068" aria-labelledby="figcaption_attachment_5068" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8626225848_cfb3d80ca7_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5068" alt="Cavalo-marinho e o maracatu serviram de inspiração para o artista. Foto: Eric Gomes" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8626225848_cfb3d80ca7_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Cavalo-marinho e o maracatu serviram de inspiração para o artista. Foto: Eric Gomes</p></div>
<p>O local ganhou desenhos e pinturas que revelam alguns elementos da cultura popular na região, como o maracatu e o cavalo-marinho.</p>
<p>Confira outras fotos do FPNC Mata Norte em <a href="http://www.flickr.com/fundarpe" target="_blank" rel="nofollow nofollow">www.flickr.com/fundarpe</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Silvério entre a tradição e o contemporâneo no FPNC Mata Norte</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 19:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Sou da Zona da Mata Norte de Pernambuco, nasci em Carpina e todo o meu imaginário está vinculado à cultura dessa região, dos engenhos, das crenças e dos valores do homem e da mulher do campo”. É assim que Silvério Pessoa, uma das atrações da noite deste sábado (6/4), no Palco Nação Cultural, em Goiana, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>“Sou da Zona da Mata Norte de Pernambuco, nasci em Carpina e todo o meu imaginário está vinculado à cultura dessa região, dos engenhos, das crenças e dos valores do homem e da mulher do campo”. É assim que Silvério Pessoa, uma das atrações da noite deste sábado (6/4), no Palco Nação Cultural, em Goiana, descreve a ligação da sua música com a terra natal.</p>
<div id="attachment_5078" aria-labelledby="figcaption_attachment_5078" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8277699472_bae0c76cf5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5078" alt="Silvério Pessoa traz sua sonoridade para a Zona da Mata, região que serve como base de seu trabalho. Foto: Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8277699472_bae0c76cf5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Silvério Pessoa traz sua sonoridade para a Zona da Mata, região que serve como base de seu trabalho. Foto: Costa Neto</p></div>
<p>Após a saída do Grupo Cascabulho, Silvério se lançou em carreira solo e seu álbum mais recente é o ‘NO GRAU’, com músicas autorais e uma pegada marcada por guitarras, que dialogam com o que o cantor acredita ser uma base mundial, o baião. “NO GRAU é uma expressão que falávamos no bairro onde morei, o Barro, para expressar que tudo estava bem, tudo equilibrado, tudo NO GRAU. Exatamente como me sinto hoje. O show em Goiana vai ser com base nesse trabalho, porém, outras canções como NAS TERRAS DA GENTE, ALTO QUE SÓ, FORRÓ NA GAFIEIRA, onde faço uma homenagem a Dominguinhos, até VENDEDOR DE AMENDOIM que é uma canção que canto desde o CASCABULHO também estão no repertório.” Silvério conta ainda que a base do show é pesada, onde a guitarra e os efeitos de voz estão bem evidentes e, ao mesmo tempo, tem leveza e poesia.</p>
<p>“Hoje, eu afirmo que minha música, meu trabalho é o hibridismo entre a Zona da Mata e a urbanidade. Porque na verdade, o que sou mesmo, é um filho da Zona da Mata adotado pela metrópole, onde vi e vivenciei toda uma cultura urbana, dos grafites, skate, FM’s até o rock”, afirma o artista.</p>
<p>Além de Silvério Pessoa, apresentam-se neste sábado Lucas Torres, Zé Manoel e Mundo Livre S/A. Os shows são gratuitos e começa a partir das 21h.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O cavalo-marinho de Mestre Antônio em boas mãos</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 19:04:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com 82 anos, o mestre não brinca mais, mas a continuidade de seu folguedo parece estar garantida pelas crianças e pelos jovens de Condado Por: Maria Peixoto* Quando a gente foi chegando, na noite de sexta (5/4), no terreiro do Cavalo-Marinho Estrela Brilhante de Condado, qual não foi minha surpresa ao ver dezenas de crianças [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5075" aria-labelledby="figcaption_attachment_5075" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mateus-e-bastiao.jpg"><img class="size-medium wp-image-5075" alt="À direita, o Mateus, Seu Bita  (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mateus-e-bastiao-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">À direita, o Mateus, Seu Bita (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p><em>Com 82 anos, o mestre não brinca mais, mas a continuidade de seu folguedo parece estar garantida pelas crianças e pelos jovens de Condado</em></p>
<p>Por: Maria Peixoto*</p>
<p>Quando a gente foi chegando, na noite de sexta (5/4), no terreiro do Cavalo-Marinho Estrela Brilhante de Condado, qual não foi minha surpresa ao ver dezenas de crianças tomando conta do lugar. Uns um pouco mais velhos, mas ainda adolescentes, tocavam os instrumentos. E a criançada toda fazia num misto de brincadeira e seriedade, cada um com seu estilo, mas sem perder a sincronia, os passos do cavalo-marinho.</p>
<p>Um senhor observava tudo de longe, sentado numa cadeira.Era Mestre Antônio Teles, de 82 anos. Ele começou a brincar cavalo-marinho com 12 anos. Quando a idade foi chegando, o mestre passou o bastão do folguedo pra sua filha, Nice. Mas garante que ainda toca: “A brincadeira que eu mais gosto de fazer é cavalo-marinho e viola”. Sento ao lado de seu Antônio, e fico ali proseando vez por outra, perguntando as coisas a ele. “Ô, Seu Antônio, esses passos que eles tão fazendo têm nome?”. Aí ele foi me dizendo: “mergulhão”, “trupé”… Eu olho pra ele com cara de quem não tá entendendo direito e ele: “Palavra de cavalo-marinho num se explica”. Eu aceito. São os filhos de Nice e netos de Mestre Antônio que hoje tocam pandeiro e rabeca no Estrela Brilhante. De vez em quando, Seu Antônio gritava: “Olha as voz, cadê o tom?”; “As voz tão morta! Né toada não!”; “Dá nesse pandeiro direito, nojento!”, ensinando o ofício pros netos.</p>
<p>Outro senhor sério que estava ali atento ao passo das crianças era Severino, ou Bita. Ele me conta que Nice expandiu mais o cavalo-marinho. Ela organiza oficinas do folguedo pros pequenos e criou um cavalo-marinho só formado por eles, o Estrela da Manhã. Quem faz parte das oficinas é Jonatas, 13 anos. O menino, que minutos antes dançava bem firmemente no terreiro, guiando os outros, conta que brinca desde os 6 : “Brincava no de Biu Alexandre e aqui, aí fui ficando”. Ele quer brincar de Mateus quando crescer. Esse é mesmo o personagem que cai na graça das crianças. Todas interagem com ele quando aparece pra cuidar do terreiro, a pedido do capitão. E o Mateus do Estrela Brilhante é Bita, o mesmo senhor sério com quem eu conversava minutos antes. Como que por feitiço, Bita pinta a cara, se traveste do personagem e se transforma num palhaço de carteirinha.</p>
<p>Confesso que fiquei um pouco desconfiada ao me deparar com a pouca idade dos meninos comandando o cavalo-marinho, mas a surpresa de ver a seriedade misturada com brincadeira com que eles levaram o folguedo me deixou bem contente. Eles faziam fala a fala, gesto a gesto aquilo que aprenderam com seus mestres, de forma muito bem feita, e com um sorriso no rosto de mostrar a todo mundo o prazer que sentiam. Parece que Seu Antônio pode ficar sossegado, que o cavalo-marinho dele está muito bem cuidado pela nova geração ali de Condado.</p>
<p>*Texto escrito a partir de cobertura do Encontro de Cavalo-marinho realizado pelo Festival Pernambuco Nação Cultural (FPNC) da Mata Norte, em 2013.</p>
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		<title>FPNC realizou Encontro de Violeiros em Vicência</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 18:04:12 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5081" aria-labelledby="figcaption_attachment_5081" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/violeiros.jpg"><img class="size-medium wp-image-5081" alt="Hino Aguiar e Mocinha de Araçoiaba (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/violeiros-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Hino Aguiar e Mocinha de Araçoiaba (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>Por Maria Peixoto</p>
<p>Ontem (5/4), em frente ao Mercado das Artes, em Vicência, dois violeiros cantavam. Essa cena deve ser até bem corriqueira pra cidade, assim como para todo município do interior. A diferença é que os cantadores tinham destaque no palco armado pelo FPNC. Os senhores, todos de chapéu, que estavam na praça pararam pra olhar; os que passavam de moto e de bicicleta também. Assim como três professoras da cidade, que já sabiam da programação do festival e foram pra praça só pra prestigiar o evento. Dizia uma delas, a professora de história Nilzete Capitulino, 44, sobre o evento: “Tem que ter, pras pessoas não esquecerem da nossa cultura”.</p>
<p>A dupla de cantadores entoou primeiro em sextilha, depois partiram pro mourão perguntado, que era mais ou menos assim: um dizia um verso, o outro respondia e eles tinham que terminar a estrofe com a frase: “Isso é mourão perguntado, isso é responder mourão”. Então eles cantavam: “Meu gado, falta ração, tá tudo desmantelado. Isso é mourão perguntado, isso é responder mourão”. Um dos temas recorrentes puxados por Mocinha foi a afirmação da mulher, ela dizia que quer “Botar as mulheres lá em cima”, e brincava: “Eu num tenho que defender minha parte não, é?”.</p>
<p>Enquanto Mocinha de Araçoiaba e Hino Aguiar cantavam suas “saudades e a dor que o peito sente”, tinha também uma menininha de 8 anos filmando tudo. Era Sabrina, neta de dona Mocinha. Enquanto a avó, que começou no repente com 18 anos, cantava “Eu também vim mostrar que mulher tem conhecimento”, a neta aprendia. Depois que Dona Mocinha e Hino fizeram muitos improvisos falando da cultura pernambucana, do sofrimento da seca e do trabalhador rural, fui perguntar a dona Mocinha daquela menina atenta, sua neta. Ela disse “Ela é doida por maracatu e cantoria. Vai cantar também quando crescer”. A senhora vai ensinar?, perguntei. “Eu tenho 17 netos, num tem um que cante, isso num se ensina não, isso é um dom”.</p>
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		<title>Estreia do Palco Nação Cultural reúne multidão</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 17:04:57 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Milhares de moradores e visitantes de Goiana compareceram na noite de ontem (sexta, 5/4), à grande estreia do Palco Nação Cultural em 2013.  Comemorando com Maciel Salu seus 15 anos de carreira, o público prestigiou o novo projeto do mestre rabequeiro: o Baile da Rabeca. Acompanhando de convidados como Dinda Salú, Isaar de Franca, Nice [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Milhares de moradores e visitantes de Goiana compareceram na noite de ontem (sexta, 5/4), à grande estreia do Palco Nação Cultural em 2013.</p>
<div id="attachment_5084" aria-labelledby="figcaption_attachment_5084" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8624569064_59f9f470e9_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5084" alt="Público da primeira noite de shows no Palco Nação Cultural em Goiana. Foto: Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8624569064_59f9f470e9_c-607x430.jpg" width="607" height="430" /></a><p class="wp-caption-text">Público da primeira noite de shows no Palco Nação Cultural em Goiana. Foto: Costa Neto</p></div>
<p style="text-align: left;"> Comemorando com Maciel Salu seus 15 anos de carreira, o público prestigiou o novo projeto do mestre rabequeiro: o Baile da Rabeca. Acompanhando de convidados como Dinda Salú, Isaar de Franca, Nice Teles e Luiz Paixão, Maciel promoveu uma noite memorável, que destacou a rabeca como instrumento essencial para a riqueza da nossa música popular.</p>
<div id="attachment_5085" aria-labelledby="figcaption_attachment_5085" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8623468725_66ccb5594a_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5085" alt="Maciel Salú levou o projeto Baile da Rabeca à Goiana. Foto: Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8623468725_66ccb5594a_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Maciel Salú levou o projeto Baile da Rabeca à Goiana. Foto: Costa Neto</p></div>
<p>Antes disso, coube à prata da casa, o goianense Ítalo Pay e sua Zabumba Mundi iniciar a noite de shows na cidade. Apresentando o repertório do seu primeiro disco, que traça diálogos possíveis e bem executados entre a zabumbada e o pop, o samba e até o jazz, o artista começou a arrastar a multidão que se formou para ver de perto as performances de Nando Cordel e Reginaldo Rossi.</p>
<div id="attachment_5086" aria-labelledby="figcaption_attachment_5086" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8624571696_52e1138d8d_c.jpg"><img class="size-medium wp-image-5086" alt="Italo Pay e a Zabumba Mundi apresentou repertório de seu primeiro CD. Foto: Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8624571696_52e1138d8d_c-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Italo Pay e a Zabumba Mundi apresentou repertório de seu primeiro CD. Foto: Costa Neto</p></div>
<p style="text-align: left;">Com shows repletos de sucessos que marcam as trajetórias desses dois ícones da música popular pernambucana, Nando e Rossi animaram o público do festival, que cantou junto hits como <em>Hoje é dia de Folia, Garçom, A raposa e as Uvas.</em></p>
<div id="attachment_5087" aria-labelledby="figcaption_attachment_5087" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/reginaldo.jpg"><img class="size-medium wp-image-5087" alt="Multidão compareceu aos shows de Reginaldo Rossi e Nando Cordel." src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/reginaldo-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">Multidão compareceu aos shows de Reginaldo Rossi e Nando Cordel.</p></div>
<p>Neste sábado, a programação no Palco Nação Cultural começa às 21h com shows de Lucas Torres, Zé Manoel, Silvério Pessoa e Mundo Livre S/A.</p>
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		<title>A terra das mulheres que têm mão boa</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 14:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acompanhe como foi o II Encontro de Rezadeiras, Benzedeiras e Parteiras da Mata Norte, durante o FPNC Por Maria Peixoto Em Lagoa de Itaenga, Dona Maria Júlia da Conceição, de 66 anos, mais conhecida como Maria Cabocla, diz que faz reza pra tudo: “dor de cabeça, dor de ouvido, só num rezo dor de feiura”. Diz [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5093" aria-labelledby="figcaption_attachment_5093" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_0783.jpg"><img class="size-full wp-image-5093" alt="Dona Maria Asa Branca bota menino no mundo e faz reza bonita (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/IMG_0783.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Dona Maria Asa Branca bota menino no mundo e faz reza bonita (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><em>Acompanhe como foi o II Encontro de Rezadeiras, Benzedeiras e Parteiras da Mata Norte, durante o FPNC</em></p>
<p>Por Maria Peixoto</p>
<p>Em Lagoa de Itaenga, Dona Maria Júlia da Conceição, de 66 anos, mais conhecida como Maria Cabocla, diz que faz reza pra tudo: “dor de cabeça, dor de ouvido, só num rezo dor de feiura”. Diz também que se ela fosse rezar todo mundo que chegasse, num tinha tempo nem pra botar o feijão no fogo: “O povo diz que é porque eu tenho a mão muito boa”. Enquanto isso, Maria Gomes de Souza, ou Maria de Dodô, de 63, me conta que um dia tava lavando roupa e chegou o irmão adoentado. Ela nunca tinha rezado ninguém, mas já tinha visto a mãe rezar, deu um chá de água doce, rezou o menino três vezes, ele ficou bom.</p>
<p>Essas e outras senhoras encheram ontem (4/) a sala do Centro de Juventude de Lagoa de Itaenga, no II Encontro de Rezadeiras, Benzedeiras e Parteiras da Mata Norte. Dona Maria de Dodô falou de como é importante um encontro como esse, por causa do preconceito que as rezadeiras e benzedeiras sofrem, defendendo que “oração não faz mal a ninguém”.</p>
<p>Maria Cabocla e Maria de Dodô explicam que não gostam de receber nada em troca pelas rezas, que o povo oferece dinheiro, bolacha. A única coisa que Dona Maria Cabocla aceita é se trouxerem um maço de vela pra Santo Expedito. Diz que “é pecado trocar a reza por dinheiro”.</p>
<p>Dona Maria de Dodô é tão conhecida por rezar menino que eles próprios dizem às mães: “Leva, mamãe, eu pra Maria rezar”. Ela reza as crias de casa também. O filho tava que não se aguentava, com os olhos sem poder nem abrir, “só escorrendo água”, ela foi lá, rezou, ele ficou bom. Ela reza da cabeça até as unhas do pé: “Rezo peito aberto, ventre caído, espinhela caída”. “Oiado a pessoa reza ou com um gainho de mato ou com um terço”. Diz que já rezou pra mais de 500 pessoas. Até ela mesma se benze. Contou pra mim: “Às vezes, eu tô com a casa pra limpar, os pratos pra lavar e eu sem coragem, aí eu me benzo e faço tudinho”. Faz 30 anos que Maria de Dodô é rezadeira. Quando ela se casou teve que explicar pro marido porque se dedicava tanto a isso: “Tirando a dor dos irmãozinhos, a minha diminui”. Ela conta que só pode ser dom de Deus esse seu saber, afinal, “num tem escola pra aprender isso”.</p>
<p>A maioria das mulheres ali tem Maria no primeiro nome. Maria de Dodô diz que essa é uma das coisas que ela mais ama, além de sua cor e de sua atividade de rezar. Outra Maria é Dona Maria Asa Branca, parteira. Ela preparou toda uma encenação pra demonstrar como fazer um parto, levou um ursinho de pelúcia, pra representar a grávida, injeção, a “placenta”. Primeiro fez uma oração bem bonita, como que pedindo as bênçãos pra criança chegar bem. Depois ia dizendo: “Desceu a placenta, agora a gente vai fazer a limpeza da barriga da mãe, agora a gente vai cortar o imbigo”…  Terminado o “parto”, a senhora completou: “Eu tenho 163 afilhados, de uns 15, pelo menos, fui eu quem cortei o imbigo”. E perguntou pras outras senhoras que assistiam aos risos: “Eu ganhei dois nenéns e em casa o meu parto foi desse jeito. No de vocês foi assim?”. Todas responderam que “sim” em coro.</p>
<p>O encontro terminou com um grupo musical local e os cânticos das senhoras, rezando pra São Gonçalo:</p>
<p>“São Gonçalo foi um santo que arrumou a fogueira<br />
São Gonçalo, o provedor, da cultura brasileira.”</p>
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		<title>Cineclube é foco de encontro no FPNC</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 19:04:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Maria Peixoto Hoje (7/4), o dia inteiro foi dedicado ao cineclube aqui no Cine Teatro Polytheama, em Goiana. De manhã, os debatedores falaram sobre a atividade cineclubista dentro do contexto da era da informação. Gê Carvalho, presidente da Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec), ressaltou o papel do ambiente do cineclubismo para que se adquira qualidade [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5058" aria-labelledby="figcaption_attachment_5058" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cineclube.jpg"><img class="size-full wp-image-5058" alt="Rodrigo Almeida contou sua experiência no Cineclube Dissenso (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/cineclube.jpg" width="600" height="400" /></a><p class="wp-caption-text">Rodrigo Almeida contou sua experiência no Cineclube Dissenso (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Maria Peixoto</p>
<p>Hoje (7/4), o dia inteiro foi dedicado ao cineclube aqui no Cine Teatro Polytheama, em Goiana. De manhã, os debatedores falaram sobre a atividade cineclubista dentro do contexto da era da informação. Gê Carvalho, presidente da Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec), ressaltou o papel do ambiente do cineclubismo para que se adquira qualidade de vida a respeito das informações, numa luta constante contra as “infotoxinas”. Ele criou o termo pra falar sobre as informações, que assim como os agrotóxicos usados na plantação, chegam a nós e nos envenenam, sem que tenhamos consciência disso. Gê Carvalho defende que, bem mais do que uma sensibilização estética, o cinema deve ser usado como estratégia de desenvolvimento da reflexão crítica.</p>
<p>O realizador Marcelo Pedroso ressaltou o paradoxo que a era da informação oferece ao cineclubista. Se por um lado há hoje uma enorme facilidade em conseguir os filmes pela internet, por outro a mesma disponibilidade dos títulos pode fazer os espectadores perderem a disposição de ir para as exibições. Ele lamenta que, dessa maneira, a experiência coletiva, principal qualidade do cineclube, venha cada vez mais sendo minada. Pedroso fala dos cineclubes enquanto espaço de resistência à hegemonia da programação do<em>mainstream</em> cinematográfico: “Os cineclubes estão oxigenando o cinema alternativo”, disse ele. Rodrigo Almeida, do Cineclube Disenso, destacou também a função dos cineclubes como aglutinadores: “Quantas pessoas se conhecem num cineclube e a partir daí passam a realizar projetos?”.</p>
<p>A segunda mesa do debate contou com a participação de dois cineclubistas da região: Caio Dornelas, do Cineclube Iapôi, daqui de Goiana, e Mery Lemos, do Cineclube Claraboia, de Carpina. Eles falaram do contexto totalmente diferente, da Zona da Mata, para exibir filmes a quem não tem acesso às salas de cinema.</p>
<p>O Cineclube Iapôi surgiu a partir de uma oficina da Federação Pernambucana de Cineclubes, em 2009. Hoje, além das exibições, o grupo atua com o Núcleo Engenho Digital da Mata Norte, que busca formar profissionais do audiovisual, e realiza a Mostra Canavial de Cinema, com filmes de temáticas relacionadas à identidade do povo da Mata Norte. Foi quando essa mostra chegou a Carpina que surgiu a ideia para montar o Cineclube Claraboia, que é itinerante e realiza atividades em escolas, associações e comunidades.</p>
<p>Também estiveram presentes no encontro representantes dos Cineclubes Cinemata, de Aliança; Olhos da Vila, de Timbaúba; Cine Mais Cultura, de Vicência, e Cineclube Alto do Moura, de Caruaru. Agora à tarde, participam do encontro as coordenadorias de audiovisual da Secult-PE e do Minc, e a Federação Pernambucana de Cineclubes. No fim do evento, os cineclubistas se reunirão e redigirão uma carta com suas demandas ao governo.</p>
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		<title>Palcos vão do rock à cultura popular</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 18:04:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5096" aria-labelledby="figcaption_attachment_5096" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Val Lima</p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/reginaldo-rossi.jpg"><img class="size-medium wp-image-5096" alt="Val Lima" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/reginaldo-rossi-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Reginaldo Rossi&#8221; fecha a noite de sexta (5/4) em Goiana</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Festival Pernambuco Nação Cultural está na Mata Norte desde a última terça-feira (2/4) com atividades de formação e difusão. Nesta quinta (4/4), tem abertura a programação de shows gratuitos do FPNC em quatro palcos, sendo dois deles localizados na cidade de Goiana, polo do evento, e os demais, em Tracunhaém e no Paudalho.</p>
<p>No Polo Nova Goiana, os shows começam a partir das 20h. Na abertura, as atrações são os grupos Coco Catolé, Forró Avulso e a cantora Selma do Coco, Patrimônio Vivo de Pernambuco, que encerra esta primeira noite. Já nesta sexta (5/4), é a vez de João Limoeiro e a Ciranda Brasileira, Macumbá, Ciranda Zabumbada e o Forró Pimenta com Pitú subirem ao palco. E no sábado, último dia do polo, entram em cenaa Ciranda do Rosildo, o Coco Popular de Aliança, Coco de Pareia e Santos da Casa.</p>
<p>Já no Palco Nação Cultural, localizado na Rua Direita, no Centro da cidade, os shows são na sexta-feira (5/4) e no sábado (6/4), com grandes nomes da música pernambucana. Na primeira noite, a partir das 21h, a programação traz Ítalo Pay e Zabumba Mundi, Baile da Rabeca, com Maciel Salu e convidados, Nando Cordel e Reginaldo Rossi. O sábado (6/4) é dos shows de Lucas Torres, Zé Manoel, Silvério Pessoa e Mundo Livre S/A.</p>
<p>O Paudalho também conta com um palco do FPNC, com shows de Os Populares Nordestinos, Zeca Cirandeiro e do Terno do Cambinda, na sexta (6/4), a partir das 20h, e no sábado, com as apresentações da Banda Chinelo de Couro e de Rosimar Lima e Os Canavieiros, no mesmo horário. Já Tracunhaém recebe o Palco Garagem, onde oito bandas de rock fazem shows no fim de semana. Matalanamão e Prisma Orbe estão entre as bandas que subirão ao palco.</p>
<p><strong>Confira a programação completa de shows:</strong></p>
<p><strong>GOIANA</strong><br />
<strong>&gt;&gt; Shows | Palco Nação Cultural {Praça Frei Caneca – Centro}</strong><br />
Sempre a partir das 21h</p>
<p><strong>Sexta-feira, 5/4</strong><br />
- Italo Pay e Zabumba Mundi<br />
- Baile da Rabeca (Maciel Salu e convidados)<br />
- Nando Cordel<br />
- Reginaldo Rossi</p>
<p><strong>Sábado, 6/4</strong><br />
- Lucas Torres<br />
- Zé Manoel<br />
- Silvério Pessoa<br />
- Mundo Livre S/A</p>
<p><strong>&gt;&gt; Shows | Polo Nova Goiana {Trevo da PE-22 – sentido Condado}<br />
</strong>Sempre a partir das 20h</p>
<p><strong>Quinta-feira, 4/4</strong><br />
- Coco Catolé<br />
- Forró Avulso<br />
- Selma do Coco</p>
<p><strong>Sexta-feira, 5/4</strong><br />
- João Limoeiro e a Ciranda Brasileira<br />
- Macumbá<br />
- Ciranda Zabumbada<br />
- Forró Pimenta com Pitu</p>
<p><strong>Sábado, 6/4</strong><br />
- Ciranda do Rosildo<br />
- Coco Popular de Aliança<br />
- Coco de Pareia<br />
- Santos de Casa</p>
<p><strong>PAUDALHO</strong><br />
<strong>&gt;&gt; Shows | Palco Paudalho {Parque de Eventos Beira Rio}</strong><br />
Sempre a partir das 20h</p>
<p><strong>Sexta-feira, 5/4</strong><br />
- Os Populares Nordestinos<br />
- Zeca Cirandeiro<br />
- Terno do Cambinda</p>
<p><strong>Sábado, 6/4</strong><br />
- Banda Chinelo de Couro<br />
- Rosimar Lima e Os Canavieiros</p>
<p><strong>TRACUNHAÉM</strong><br />
<strong>&gt;&gt; Shows | Palco Garagem {Centro, ao lado da Igreja do Rosário}<br />
</strong>Sempre a partir das 20h</p>
<p><strong>Sexta-feira, 5/4</strong><br />
- Rubros e Turvos<br />
- Prisma Orbe<br />
- Homem de Barro<br />
- Projeto Armazém</p>
<p><strong>Sábado, 6/4</strong><br />
- Sid3 Sacrificio e Fé<br />
- Extreme Rage<br />
- Kannibale<br />
- Matalanamão</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>FPNC Mata Norte 2013</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Apr 2013 18:01:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Publicado em 02/04/2013. Fred Zero Quatro, vocalista e compositor da Mundo Livre S/A, convida o público para o show da aclamada banda pernambucana no Festival Pernambuco Nação Cultural da Mata Norte. A apresentação é no sábado (6/4), no palco da cidade de Goiana, polo do festival.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 02/04/2013. Fred Zero Quatro, vocalista e compositor da Mundo Livre S/A, convida o público para o show da aclamada banda pernambucana no Festival Pernambuco Nação Cultural da Mata Norte. A apresentação é no sábado (6/4), no palco da cidade de Goiana, polo do festival.</p>
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