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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Sertão Central 2012</title>
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		<title>Triunfo recebe hoje (25/7) o segundo dia da Mostra de Videoarte</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jul 2012 16:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A produção fílmica de maior destaque do artista multimídia Paulo Bruscky, realizada entre as décadas de 70 e 80, será exibida a partir das 18h na Fábrica de Criação Popular, antiga cadeia, e novo espaço do Sesc em Triunfo. A Coordenadoria de Artes Visuais teve acesso a esse material através de uma parceria com o [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6031" aria-labelledby="figcaption_attachment_6031" class="wp-caption img-width-600 aligncenter" style="width: 600px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/DSC09865-e1343228798859.jpg"><img class="size-full wp-image-6031" alt="Produção audiovisual de Paulo Bruscky será exibida na Fábrica de Criação Popular (Foto: Coordenadoria de Artes Plásticas)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/DSC09865-e1343228798859.jpg" width="600" height="450" /></a><p class="wp-caption-text">Produção audiovisual de Paulo Bruscky será exibida na Fábrica de Criação Popular (Foto: Coordenadoria de Artes Plásticas)</p></div>
<p>A produção fílmica de maior destaque do artista multimídia Paulo Bruscky, realizada entre as décadas de 70 e 80, será exibida a partir das 18h na Fábrica de Criação Popular, antiga cadeia, e novo espaço do Sesc em Triunfo. A Coordenadoria de Artes Visuais teve acesso a esse material através de uma parceria com o acervo MAMAM, que o disponibilizou especialmente para esta mostra que acontece no FPNC Sertão do Pajeú.</p>
<p>O material que será exibido compõe a coletânea “Circuitos Compartilhados”, que é o resultado de um grande mapeamento da produção de videoarte no Brasil realizado em 2008.</p>
<p><strong>Mais ações de artes visuais no FPNC Pajeú<br />
</strong>A cidade de Serra Talhada recebe, até o dia 27/7 (sexta-feira), uma oficina sobre história da arte, voltada para arte-educadores da região do Pajeú. O objetivo é problematizar os métodos de ensino da história da arte aplicados nas escolas.</p>
<p><em>Oficina: História da Arte – percursos criativos para o ensino<br />
</em>Facilitador: Rafael Angelo<br />
Data: 24 a 27 de Julho<br />
Horário: das 13h às 18h<br />
Local: Estação do Forró (Museu do Cangaço)</p>
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		<title>Alvorada e benção para a tradicional cavalgada</title>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 15:05:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rumo à Pedra do Reino, Cavalgada simboliza o ápice dos festejos em Belmonte, nesta época do ano Por Tiago Montenegro O domingo nem tinha amanhecido quando os primeiros vaqueiros começaram a se organizar em frente à Igreja Matriz de São José do Belmonte para receber a benção do padre Valme. Todo último domingo de maio [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_6094" aria-labelledby="figcaption_attachment_6094" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/IMG_1665-e1338218443124.jpg"><img class="size-medium wp-image-6094" alt="Padre Valme Andrade abençoa os cavaleiros. (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/IMG_1665-e1338218443124-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Padre Valme Andrade abençoa os cavaleiros. (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><em>Rumo à Pedra do Reino, Cavalgada simboliza o ápice dos festejos em Belmonte, nesta época do ano</em></p>
<p>Por Tiago Montenegro</p>
<p>O domingo nem tinha amanhecido quando os primeiros vaqueiros começaram a se organizar em frente à Igreja Matriz de São José do Belmonte para receber a benção do padre Valme. Todo último domingo de maio é assim. Sem ela, ninguém sobe tranquilo a Serra do Catolé, ninguém cavalga em festa até a Pedra do Reino. E esse foi o programa imperdível do domingo (27/5) na região.</p>
<p>Pontualmente, às cinco horas da manhã, começou a ecoar pelas ruas o som bonito dos pífanos da banda do mestre Ulysses. Era mais cedo ainda quando o Coral de Aboios de Serrita pegou a estrada para também participar da benção em Belmonte, recepcionar os vaqueiros, emocioná-los ao entoar <em>A Morte do Vaqueiro</em>.</p>
<p>Marquinhos Mariano chegou atrasado e por pouco não ouviu o grupo de aboiadores, mas logo achou um lugar entre os quase cem cavaleiros concentrados em frente à igreja. Entre um e outro ajuste na sela, me contou que já há 20 anos participa da Cavalgada: “Venho desde o começo, nos últimos quatro anos não pude ir cavalgando, mas fui de carro pra não perder a festa”.</p>
<p>Para quem, como eu, nunca tinha visto a concentração da famosa cavalgada, foi uma surpresa perceber a quantidade de crianças e mulheres que também participam. Jaciara da Silva, por exemplo, tem 23 anos e acordou cedo pra realizar pelo décimo ano o percurso. “Meu pai que me trouxe pela primeira vez. Corro em vaquejada também, é uma das coisas que mais gosto de fazer”, revelou. Para ela, nem é o forró que vai ouvir quando chegar à Pedra que mais a motiva, “é o caminho mesmo, a animação da cavalgada em si”.</p>
<p>Antes de ser transferido para Belmonte, há apenas três anos, padre Valme Andrade desconhecia o enredo místico que caracteriza os festejos no município. “Tive que conversar bastante com as pessoas daqui, ler muito, conhecer a história por trás da manifestação cultural”, contou o vigário. A pesquisa foi importante para que o guia religioso da cidade compreendesse também o seu papel nesta tradição: “Hoje percebo que este é um momento de celebrarmos a vida, não de lembrarmos apenas de quantos morreram na Pedra do Reino. Por isso pedimos a Deus que ilumine os caminhos dos vaqueiros, que cavalguem mais confiantes e retornem em paz”.</p>
<div id="attachment_6095" aria-labelledby="figcaption_attachment_6095" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/IMG_17701-1024x682.jpg"><img class="size-medium wp-image-6095" alt="Cavaleiros rumo à Pedra do Reino (Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/IMG_17701-1024x682-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cavaleiros rumo à Pedra do Reino (Costa Neto)</p></div>
<p>Do centro de Belmonte até a Pedra do Reino, os participantes enfrentam um percurso de 27 quilômetros sob o sol do sertão. Nas duas paradas que fazem antes de chegarem ao destino há música, churrasco, bebidas e sorteio de brindes. No palco Pedra do Reino, Jackson Sanfoneiro e Danilo Pernambucano são as atrações deste ano. O evento é uma realização da Associação Cultural Pedra do Reino, com apoio da Prefeitura de São José do Belmonte e do Governo do Estado através da Secretaria de Cultura e da Fundarpe.</p>
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		<title>Mazurca e São Gonçalo seguem vivos</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 13:05:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontro das manifestações populares, realizado pelo FPNC, embelezou a cidade nesse sábado (26/5)  Por Julya Vasconcelos Conta-se que antigamente todo mundo dançava mazurca em Verdejante (cidade do Sertão Central pernambucano). As casas eram simples, de taipa, e o chão de barro precisava ser aplainado. Para ajudar a bater o piso, as pessoas dançavam, e assim [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7365" aria-labelledby="figcaption_attachment_7365" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276820486_0a88122a27_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7365" alt="São Gonçalo de Verdejante (Foto: Roberta Guimarães)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276820486_0a88122a27_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">São Gonçalo de Verdejante (Foto: Roberta Guimarães)</p></div>
<p><em>Encontro das manifestações populares, realizado pelo FPNC, embelezou a cidade nesse sábado (26/5) </em></p>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Conta-se que antigamente todo mundo dançava mazurca em Verdejante (cidade do Sertão Central pernambucano). As casas eram simples, de taipa, e o chão de barro precisava ser aplainado. Para ajudar a bater o piso, as pessoas dançavam, e assim o ritmo de origem portuguesa foi sendo popularizado no povoado. Durante anos, a mazurca dividiu espaço com o forró, a valsa e o bolero nos salões de baile.</p>
<p>“A mazurca eu comecei a dançar quando era rapazinho jovem. Todo mundo dançava. Depois caiu de moda, como se diz”, conta Seu Antenor, integrante do grupo Na Flor da Idade, e atual representante do São Gonçalo de Verdejante. Além da mazurca e do São Gonçalo, eles dançam também quadrilha e dança da peneira e da fita. O grupo, que já tem 9 anos e cerca de 180 integrantes, se apresentou no início da noite desse sábado (26/05), na praça em frente à prefeitura de Verdejante, como parte da programação do FPNC.</p>
<p>O grupo de mazurca de Parnamirim dividiu o encontro de cultura popular com o São Gonçalo, a mazurca e o forró do grupo do Seu Antenor. Acordeon, zambumba e triângulo tomaram a praça da Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, que estava repleta de crianças, jovens e adultos. Vestidos com um tecido colorido de chita, o grupo de Parnamirim encerrou a apresentação com um discurso de Antônia Souza, que contou a todos que, no alto de seus 57 anos, estava se formando professora. E incentivou as senhoras que ainda não puderam concluir os estudos a fazerem o mesmo.</p>
<div id="attachment_7367" aria-labelledby="figcaption_attachment_7367" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276733228_652dff6ace_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7367" alt="Mazurca de Parnamirim (Foto: Roberta Guimarães)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276733228_652dff6ace_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mazurca de Parnamirim (Foto: Roberta Guimarães)</p></div>
<p>Os grupos de idosos, além de terem o valor inegável de resgate e manutenção das culturas de São Gonçalo e mazurca, tem a importância de dar aos seus integrantes a possibilidade de estarem ligados a uma atividade. Alzira Isabel disse que se sente melhor agora do que no tempo em que era nova. “Eu me sinto bem, me sinto feliz. Às vezes dá uma ‘vergonhinha’ de me apresentar, mas bem pouco. Eu sinto uma vida”, contou, sentada em um dos bancos da praça, um pouco antes de começar a dançar.</p>
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		<title>Despedida com público numeroso em Belmonte</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 13:05:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Última noite do festival levou cerca de 10 mil pessoas para ver shows em homenagem a Gonzagão  Por Tiago Montenegro Se o sucesso de um evento como o Festival Pernambuco Nação Cultural pode ser medido pela quantidade de pessoas que saem de suas casas para conferir a programação, a noite do sábado (26/5) em São [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Última noite do festival levou cerca de 10 mil pessoas para ver shows em homenagem a Gonzagão </em></p>
<p>Por Tiago Montenegro</p>
<p>Se o sucesso de um evento como o Festival Pernambuco Nação Cultural pode ser medido pela quantidade de pessoas que saem de suas casas para conferir a programação, a noite do sábado (26/5) em São José do Belmonte entrou para a história do festival como um dos momentos mais bem sucedidos de todas as edições até aqui. Cerca de 10 mil pessoas compareceram ao estádio Carvalhão para participar de uma grande homenagem a Luiz Gonzaga, que contou com a beleza de alguns dos gêneros e elementos musicais mais ricos da cultura nordestina: o coco, a rabeca, a sanfona e o forró.</p>
<div id="attachment_7362" aria-labelledby="figcaption_attachment_7362" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Sertão-central-blog-tiago.jpg"><img class="size-medium wp-image-7362" alt="Público foi em peso conferir homenagem a Luiz Gonzaga em Belmonte, pelo FPNC (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Sertão-central-blog-tiago-607x386.jpg" width="607" height="386" /></a><p class="wp-caption-text">Público foi em peso conferir homenagem a Luiz Gonzaga em Belmonte, pelo FPNC (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Primeiro grupo a subir no palco, o Coco de Umbigada aproveitou bem a oportunidade de difundir entre os sertanejos o ritmo tradicional da Mata Norte pernambucana. Também sob a influência da região litorânea, o Quarteto Olinda trouxe ciranda, samba de latada e a sonoridade da rabeca, que esquentou o forró e fez o público dançar.</p>
<p>Atração mais aguardada da noite, Alcymar Monteiro iniciou seu show cantando “O Reino da Pedra do Reino”. A canção, feita em homenagem a Belmonte, que o acolheu com euforia, é uma das mais tocadas nesse período de festejos na cidade. Bem próxima ao palco, a estudante Carolina Silva sabia a letra inteirinha: “Fala da nossa cultura, todo mundo aqui já ouviu e sabe cantar”, afirmou. Outros sucessos do cantor não faltaram, mas o destaque foi mesmo para a homenagem que Alcymar preparou para Luiz Gonzaga. Cantando “Noites brasileiras” e “Cintura fina”, o forrozeiro e o público saudaram o Rei do Baião, que completaria 100 anos em 2012 se vivo estivesse.</p>
<p>Sobre outros projetos voltados a celebrar o centenário de Luiz Gonzaga, Alcymar adiantou, na ocasião, detalhes sobre o CD/DVD ao vivo “Concerto para Gonzaga”, com previsão de ser lançado em julho próximo, com o apoio do Governo do Estado: “Nós gravamos no Teatro Guararapes com a Orquestra Criança Cidadã e ficou bem bonito o trabalho. É Luiz Gonzaga sinfônico, algo inédito. Pra mim, foi uma honra cantar o nosso Gonzaga dessa maneira”.</p>
<p>Encerrando o Palco Nação Cultural, e se apresentando pela primeira vez em Belmonte, lá do Ceará veio o cantor Waldonys. Também reconhecido como um dos maiores sanfoneiros do Brasil, ele apresentou na cidade composições de seu 10° álbum e deu continuidade à série de homenagens a Gonzagão. Do xote ao baião, passando pelo romântico e instrumental, o sanfoneiro providenciou até uma chuva de fogos de artifício e fez todo mundo ver como o céu do Sertão ficou lindo aos acordes de “Olha pro céu”.</p>
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		<title>Quilombos unidos em Conceição das Crioulas</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 13:02:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Encontro de Povos Tradicionais reuniu mazurca, São Gonçalo, dança do trancelim e outras manifestações Por Chico Ludermir Há mais de 200 anos, seis mulheres negras chegaram aonde hoje é a comunidade quilombola de Conceição das Crioulas, em Salgueiro. Com dinheiro da venda de algodão, conseguiram comprar “três léguas em quadra” de terra e construíram uma [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro de Povos Tradicionais reuniu mazurca, São Gonçalo, dança do trancelim e outras manifestações</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Há mais de 200 anos, seis mulheres negras chegaram aonde hoje é a comunidade quilombola de Conceição das Crioulas, em Salgueiro. Com dinheiro da venda de algodão, conseguiram comprar “três léguas em quadra” de terra e construíram uma capela para Nossa Senhora da Conceição, em homenagem a uma imagem da santa que lá existia. Na frente desta mesma igreja, tão cheia de significados, foi realizado, nesse sábado (26/5), o Encontro de Povos Tradicionais do Sertão Central, como parte da programação do FPNC. Além dos anfitriões, os quilombos do Araçá, situado em Mirandiba, e de Santana, em Salgueiro, também levaram suas manifestações culturais ao local.</p>
<p>Passava pouco das 16h quando a banda de pífanos de Conceição das Crioulas começou a tocar debaixo de um toldo armado para o evento. Ao redor, moradores da comunidade já estavam juntos para prestigiar uma apresentação que eles já conhecem, mas não cansam de ver. De dentro da igreja, saíram 12 mulheres vestidas com saia branca e blusa estampada de um verde e laranja vivos, dançando a tradicional dança do trancelim, ao som do sopros dos pífanos e das pancadas das zabumbas.</p>
<p>Dona Generoza, de 63 anos, foi uma das dançarinas. Ela contou que as mulheres se apresentam sempre durante as novenas, comuns na comunidade nos meses de maio, junho, agosto e dezembro. “No começo, eram só os homens que dançavam, mas a gente queria mais uma animaçãozinha nas novenas e hoje não sei nem contar quantas mulheres dançam”, explicou ela, lembrando os tempos de criança.</p>
<div id="attachment_7381" aria-labelledby="figcaption_attachment_7381" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276932566_bf0472a50e_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7381" alt="Dança do trancelim (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276932566_bf0472a50e_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Dança do trancelim (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Nem bem saíram de cena as mulheres do trancelim, já entraram os brincantes do São Gonçalo Mães e Filhos do Quilombo Araçá. Na frente das duas fileiras, estavam dois irmãos, um com um violão, outro com uma rabeca. Pouco a pouco, todos os integrantes da fila do rabequeiro iam sendo “roubados” para a do violeiro. “Esse é um dos 12 tipos de roda de São Gonçalo que a gente faz”, explicou Severino Diniz, integrante e organizador do grupo.</p>
<p>O São Gonçalo sai sempre para pagar promessas de curas e conquistas. “Quando alguém alcança o que deseja, chama o São Gonçalo e festeja durante todo o dia”, contou Severino. Em seguida, me ensinou uma das músicas, que eles cantam em coro:</p>
<p>“São Gonçalo de Amarante<br />
feito de cedro cheiroso<br />
Ora viva, ora viva<br />
Viva São Gonçalo, viva<br />
Viva meu santo, viva”</p>
<div id="attachment_7382" aria-labelledby="figcaption_attachment_7382" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276957970_aa37950e95_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7382" alt="São Gonçalo Mães e Filhos (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276957970_aa37950e95_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">São Gonçalo Mães e Filhos (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Do Quilombo de Santana, veio o grupo de mazurca e, num valseado, dançou em pares ao som da sanfona. O grupo foi criado 2004 e faz parte de um resgate de uma tradição antiga da comunidade. “Desde que fomos reconhecidos como quilombolas, foi iniciado um processo de pesquisa com os mais velhos”, disse Senilda Silva, da Associação Quilombola de Santana.</p>
<p>Integrante mais antigo da mazurca, Fernando Moisés do Santos tem 76 anos e ajuda a compartilhar o ritmo que dança há mais de 50. “A gente dançava muito no São João. Antes, a gente dançava mais ligeiro do que hoje”, lembrou. Ao lado dele, João Emerson, integrante mais novo, escutava tudo.</p>
<div id="attachment_7383" aria-labelledby="figcaption_attachment_7383" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276960206_626fa2e0d7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7383" alt="Mazurca do Quilombo de Santana (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276960206_626fa2e0d7_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mazurca do Quilombo de Santana (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Última apresentação da noite, o grupo de dança local Baobá mostrou os ritmos afros afoxé e maculelê quando já caía a noite. Com batuques de uma percussão de conga, alfaia, agogô, ganzá e agbê, as 14 meninas mostraram o resultado do que aprenderam com o professor Adalmir Silva. “É um trabalho que não é tradicional do nosso quilombo, mas tem relação com o fortalecimento da identidade negra em Conceição das Crioulas”, explicou Adalmir.</p>
<p>Articuladora do evento na comunidade, Valdeci Maria da Silva reconheceu na ação um momento importante de troca com os quilombos vizinhos. “A gente pode apresentar os nossos trabalhos culturais e artesanato e, assim, incentivar uns aos outros. Essa troca de experiências é muito importante para as comunidade”, afirmou. Em consonância, Erika Nascimento, coordenadora para Povos Tradicionais da Secretaria de Cultura de Pernambuco, considerou que cumpriu a tarefa de fomentar e valorizar a cultura dos quilombos: “Este encontro proporciona trocas importantes. As comunidades são muito diversas, mas são unidas pelas suas histórias de resistência”.</p>
<div id="attachment_7387" aria-labelledby="figcaption_attachment_7387" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276977072_0f202b1c63_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-7387" alt="Grupo de dança Baobá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7276977072_0f202b1c63_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo de dança Baobá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
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		<title>Mestre Jaime homenageado em cortejo popular no FPNC Sertão Central</title>
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		<pubDate>Sun, 27 May 2012 00:05:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Além da Bicharada do mestre, desfilaram em Salgueiro bonecos de Pesqueira e caretas de Verdejante Por Raquel Holanda Personagem da cultura de Salgueiro, Mestre Jaime foi o anfitrião do cortejo popular organizado pelo Festival Pernambuco Nação Cultural, na noite deste sábado (26/5), na cidade . O evento reuniu representantes dos municípios de Parnamirim, Pesqueira e Verdejante, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Além da Bicharada do mestre, desfilaram em Salgueiro bonecos de Pesqueira e caretas de Verdejante</em></p>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<div id="attachment_7390" aria-labelledby="figcaption_attachment_7390" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275931768_87e0fe6d09_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7390" alt="Mestre Jaime e seus bonecos abriram o cortejo (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275931768_87e0fe6d09_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mestre Jaime e seus bonecos abriram o cortejo (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>Personagem da cultura de Salgueiro, Mestre Jaime foi o anfitrião do cortejo popular organizado pelo Festival Pernambuco Nação Cultural, na noite deste sábado (26/5), na cidade . O evento reuniu representantes dos municípios de Parnamirim, Pesqueira e Verdejante, que se concentraram na Avenida Agamenon Magalhães, em frente à casa do carnavalesco salgueirense.</p>
<p>Enquanto aguardavam o início do cortejo, na concentração, os batuques da banda de instrumentos recicláveis Timbalata animavam as demais entidades presentes e chamava a atenção das pessoas que passavam pela via. Regidos pelo Maestro Júnior, jovens da cidade de Parnamirim tocaram frevos e músicas populares.</p>
<p>“Assistimos ao cortejo de camarote”, comentou Eliana Baborsa, moradora de Salgueiro que acompanhou o desfile das bandas do terraço de sua casa. “Nós adoramos festas de rua, principalmente o Carnaval, e aqui em Salgueiro não tem Carnaval se não tem Mestre Jaime”, disse Paulo Roberto, ao ver a Bicharada do Mestre Jaime abrindo o cortejo.</p>
<p>Com quase 90 anos, Mestre Jaime mostrou que não perdeu o ritmo nem o amor pela sua Bicharada. “É uma honra ser o homenageado desse cortejo, fico muito contente e agradecido por ser tido como a referência da brincadeira de rua de Salgueiro”, falou o personagem, que comandou o desfile de 22 dos seus mais de cem bonecos. Eles dançavam no ritmo do frevo da Orquestra Caliente, do Maestro Paixão.</p>
<p>Outros bonecos gigantes também desfilaram durante o cortejo. Vindos da cidade de Pesqueira, os Bonecos Gigantes do Ziriguidum, representados como Rei e Rainha Afro, Professora Diamantina, Professora Estelitam Zé Pereira, Pedro Lopes, Lampião, Maria Bonita, Bumba-meu-boi, Cavalo Marinho, a Ema e o Caipora, enfeitaram a avenida principal de Salgueiro durante o cortejo. “Viemos para cá para, junto com Mestre Jaime, mostrar dois estilos de bonecos gigantes, já que nós trabalhamos com a arte figurativa e nos inspiramos em lendas e no folclore de Pernambuco”, contou Evaldo Andrade, presidente da Ziriguidum, que desenvolve na cidade de Pesqueira um trabalho com teatro, dança e circo.</p>
<p>Encerrando o cortejo, os caretas de Verdejante chegaram para trazer humor à brincadeira de rua. “Gostamos de brincar com as pessoas e sempre procuramos fazer com que quem assiste também se divirta”, disse George Silva, coordenador do Caretas Treme Treme, que veio do município sertanejo para mostrar a cultura popular de sua cidade, Verdejante.</p>
<div id="attachment_7391" aria-labelledby="figcaption_attachment_7391" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275936568_24dedab9d6_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7391" alt="Caretas de Verdejante (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275936568_24dedab9d6_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caretas de Verdejante (Foto: Daniela Nader)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_7392" aria-labelledby="figcaption_attachment_7392" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275950268_b000c575a8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7392" alt="Bonecos de Pesqueira (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7275950268_b000c575a8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Bonecos de Pesqueira (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Festival levou circo a Belmonte</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 23:05:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Hoje a cidade de São José do Belmonte acordou com mais festa! Palhaços, malabares e muitas cores pararam gente de todas as idades para assistir ao espetáculo “Los mascates excêntricos”. Na Praça Sá Moraes, também estava o nosso fotógrafo Costa Neto. Ele clicou tudo de perto pra gente ver. Dá uma olhada…]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje a cidade de São José do Belmonte acordou com mais festa! Palhaços, malabares e muitas cores pararam gente de todas as idades para assistir ao espetáculo “Los mascates excêntricos”. Na Praça Sá Moraes, também estava o nosso fotógrafo Costa Neto. Ele clicou tudo de perto pra gente ver. Dá uma olhada…</p>
<div id="attachment_7402" aria-labelledby="figcaption_attachment_7402" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273369720_378206c67b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7402" alt="Olha o circo! (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273369720_378206c67b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Olha o circo! (Foto: Costa Neto)</p></div>
<div id="attachment_7404" aria-labelledby="figcaption_attachment_7404" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273369084_2470478394_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7404" alt="Oohhhhh! (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273369084_2470478394_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Oohhhhh! (Foto: Costa Neto)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_7406" aria-labelledby="figcaption_attachment_7406" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273366672_cc8383e8cb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7406" alt="Onde está o... (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273366672_cc8383e8cb_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Onde está o&#8230; (Foto: Costa Neto)</p></div>
<div id="attachment_7407" aria-labelledby="figcaption_attachment_7407" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273367496_45da9a7a5c_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7407" alt="E agora? (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273367496_45da9a7a5c_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">E agora? (Foto: Costa Neto)<span style="font-size: 13px; line-height: 19px;"></span></p></div>
<div id="attachment_7408" aria-labelledby="figcaption_attachment_7408" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273371240_78da65e5e2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7408" alt="Quero só ver... E num é que ele bom mesmo?! (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7273371240_78da65e5e2_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Quero só ver&#8230; E num é que ele bom mesmo?! (Foto: Costa Neto)</p></div>
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		<title>Coco, forró, samba e chuva</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:05:52 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7418" aria-labelledby="figcaption_attachment_7418" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272870140_9b94d326d7_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7418" alt="Show do Quinteto Violado (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272870140_9b94d326d7_z-607x391.jpg" width="607" height="391" /></a><p class="wp-caption-text">Show do Quinteto Violado (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Cirlene Leite</p>
<p>O Palco Nação Cultural montado dentro do Estádio O Carvalhão, em Belmonte, foi o espaço dedicado à multiculturalidade nesta sexta-feira (25/5), no Festival Pernambuco Nação Cultural – Sertão Central. Começou pelo coco, passou pela MPB, o forró e terminou com samba.</p>
<p>O tradicional coco do Raízes de Arcoverde abriu o leque e deu passagem para Anchieta Dali, a segunda atração do noite. O show é um passeio pelos sucessos de Elba Ramalho, Flavio José, Alcymar Monteiro, Maciel Melo e tantos outros que gravaram suas músicas, as mesmas que também fazem parte dos seus sete CDs e dois DVDs produzidos ao longo da sua carreira. Anchieta Dali é natural de Belém de São Francisco, foi criado em Tacaratu e atualmente mora em Belmonte. Fincou raízes no Sertão pernambucano, tanto na geografia, quanto na música. Tudo lembra o dia a dia da região, daí o seu sucesso. “Sou mais reconhecido como compositor, mas me considero os três juntos: poeta, cantor e compositor”, orgulha-se.</p>
<p>Quando o Quinteto Violado sobe ao palco, o público já é bem maior. Bom para seu Natalício Monteiro da Silva, dono de uma barraquinha de balas, chicletes e chocolates próxima à entrada do estádio. “Quando tem festa em Belmonte, a gente vende mais, tira um dinheirinho bom”. Quem também contabiliza os lucros é o vendedor de pulseiras, brincos e anéis artesanais, Jozinaldo Martins. “A noite começou devagar, mas foi melhorando e agora tá dando pra vender mais”. Mas são as barracas de comidas e bebidas que fazem, literalmente, a festa em dia de festa em Belmonte. “Eu tenho muitas amizades aqui, por isso que a minha barraca é a mais animada”, explica Rafael Gomes da Barraca Mouros x Cristãos. O nome faz uma alusão à comemoração dos 20 anos da Cavalgada à Pedra do Reino, que acontece amanhã (27/5) e movimenta a cidade sertaneja.</p>
<p>O sucesso nos negócios certamente se deve muito à qualidade dos shows apresentados na noite. O Quinteto Violado trouxe para Belmonte uma coletânea de sucessos da consagrada carreira e fez o público dançar e cantar de “Disparada”, eternizada na voz de Jair Rodrigues, até “Assum preto”, de Luiz Gonzaga. Outras não menos famosas do Rei do Baião também estiveram no set list. Tudo isso com arranjos diferenciados, marca registrada do grupo.</p>
<p>E para encerrar a noitada, chegou Gerlane Lops e o samba tomou conta do palco e do público, mesmo debaixo de forte chuva, que veio molhar a terra dos sertanejos junto ao festival. “Pra gente é um desafio apresentar o samba em pleno Sertão de forrós e cantorias. É muito bom poder contar com o FPNC para divulgar o DVD ‘Da Branca’ também no interior do estado”. E acrescentou: “Vamos surpreender o público com uma mistura de samba e forró”, finalizou. Bastaram alguns minutos no palco para que o talento de Gerlane Lops caísse nas graças dos belmontenses, com muito samba no pé.</p>
<div id="attachment_7421" aria-labelledby="figcaption_attachment_7421" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272882212_b2e8e1d9ae_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7421" alt="Gerlane Lops fechou a noite de ontem (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272882212_b2e8e1d9ae_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Gerlane Lops fechou a noite de ontem (Foto: Costa Neto)</p></div>
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		<title>Peleja da poesia em Belmonte</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:05:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Tiago Montenegro Para espantar o nervosismo, até de reza e sinal da cruz valeram-se os poetas do Pajeú que nessa sexta-feira (25/5) chegaram a São José do Belmonte para realizar a terceira edição da Mesa de Glosas itinerante, uma ação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão Central. Mesmo após 16 anos transformando em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7425" aria-labelledby="figcaption_attachment_7425" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7425" alt="Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272843604_a40090a1fd_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Mesa de Glosas em São José do Belmonte (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p>Por Tiago Montenegro</p>
<p>Para espantar o nervosismo, até de reza e sinal da cruz valeram-se os poetas do Pajeú que nessa sexta-feira (25/5) chegaram a São José do Belmonte para realizar a terceira edição da Mesa de Glosas itinerante, uma ação do Festival Pernambuco Nação Cultural no Sertão Central.</p>
<p>Mesmo após 16 anos transformando em momento solene a brincadeira surgida nos bares do município de Tabira, os artistas do improviso assumem: “Não é fácil encarar uma plateia cheia de expectativas. Como o tempo é curto pra gente criar e decorar os versos, só com muita fé mesmo”, sorri Dudu Moraes, um dos integrantes da mesa.</p>
<p>Ainda pouco conhecida em outras regiões do Estado, a Mesa de Glosas já é tradição no Sertão do Pajeú e, nas palavras de Dedé Monteiro, um dos idealizadores do encontro, “funciona como um desafio aos poetas participantes, que devem criar suas glosas no menor tempo possível e em cima de motes (os dois versos finais da glosa) que são apresentados aos poetas”. Sob os olhares atentos de um público em silêncio e já encantado com os diferentes processos criativos de cada artista, poeta a poeta levanta e, ora confiante, ora ainda buscando aquela rima difícil de atingir, declama os versos, arranca palmas, enche de alegria o lugar.</p>
<div id="attachment_7427" aria-labelledby="figcaption_attachment_7427" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7427" alt="Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7272846076_f53271c7eb_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Poeta Kerlle Magalhães (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;">A noite da literatura em Belmonte ocupou o salão do Castelo Armorial e contou ainda com um recital dos poetas Keyson Pires, Henrique Brandão, Vitória Gabrielle, Cícero Belmonte, Maviael Melo, Kerlle Magalhães, Zé de Mariano e Marcos Passos, que prestaram homenagens ao escritor José Batista de Siqueira (Cancão). Em 2012, o nosso “pássaro poeta” completaria 100 anos.</p>
<p>Confira algumas glosas surgidas no encontro desta sexta-feira, que reuniu em São José do Belmonte os poetas sertanejos Dedé Monteiro, Genildo Santana, Dudu Moraes, Caio Menezes, Adeval Soares, Clécio Rimas, Gonga Monteiro, Zé Adalberto e George Alves:</p>
<p>“Ela diz que me amou<br />
Mas nisso eu não acredito<br />
Não acho nada bonito<br />
A cena do nosso show<br />
Depois que ela me deixou<br />
Eu vivo assim de dar dó<br />
Ela não perde um forró<br />
E eu fico em casa esquecido<br />
Um coração dividido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Zé Adalberto)</p>
<p>“A gente se emociona</p>
<p>Querendo e buscando o mote<br />
Amor faz de si transporte<br />
Não pode andar de carona<br />
E quando a emoção é dona<br />
O coração dá um nó<br />
Mas amor é pão de ló<br />
Precisa ser repartido<br />
Um coração divido<br />
Na multidão segue só”</p>
<p>(Genildo Santana)</p>
<p>“Nesse reduto bonito</p>
<p>Voltei a unir as pontes<br />
De São José do Belmonte<br />
E São José do Egito<br />
Quem dorme com o infinito<br />
Sonha com a poesia<br />
Tomara que essa alegria<br />
Tenha batido em vocês<br />
Bateu em nós outra vez<br />
Adeus, até outro dia”</p>
<p>(Caio Menezes)</p>
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		<title>Rock, reggae e pop em Salgueiro</title>
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		<pubDate>Sat, 26 May 2012 13:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro de Bandas de Garagem]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2012]]></category>
		<category><![CDATA[Irradiação Fóssil]]></category>
		<category><![CDATA[Marco Polo]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julya Vasconcelos Nesta sexta-feira (25/5), a expressão “bandas de garagem” ampliou o seu alcance e abarcou, em uma mesma noite, pop, reggae e rock dos mais variados estilos. O palco montado ao lado da estação ferroviária de Salgueiro foi marcado pela diversidade. A noite foi para todos os gostos: do mangue beat ao grunge, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_7414" aria-labelledby="figcaption_attachment_7414" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271423572_f5a83bf19b_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7414" alt="Marco Polo tocou clássicos do Ave Sangria (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271423572_f5a83bf19b_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Marco Polo tocou clássicos do Ave Sangria (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Nesta sexta-feira (25/5), a expressão “bandas de garagem” ampliou o seu alcance e abarcou, em uma mesma noite, pop, reggae e rock dos mais variados estilos. O palco montado ao lado da estação ferroviária de Salgueiro foi marcado pela diversidade. A noite foi para todos os gostos: do mangue beat ao grunge, do heavy metal a Legião Urbana, passando por Batuquetos, uma banda cover de Edson Gomes, que abriu a noite abusando dos metais e das coreografias no palco.</p>
<p>Lobo Mauz, Black Out, 12 Anjos e Irradiação Fóssil mostraram um pouco da cena underground salgueirense. Covers de Nação Zumbi, Nirvana, Red Hot Chili Peppers, Black Sabath e Iron Maiden agradaram ao publico presente, composto em sua maioria por adolescentes.</p>
<p>Fechando a noite, Marco Polo trouxe um ótimo show, abrindo com “Lá fora” e passando por todas as 12 músicas do álbum clássico do Ave Sangria, lançado em 1974, um marco do rock experimental brasileiro. Acompanhado de baixo, guitarra e bateria, o cantor fez uma apresentação com energia do início ao fim.</p>
<div id="attachment_7415" aria-labelledby="figcaption_attachment_7415" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271107788_4173e2e1d4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-7415" alt="Irradiação Fóssil no Encontro de Bandas de Garagem (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7271107788_4173e2e1d4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Irradiação Fóssil no Encontro de Bandas de Garagem (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p style="text-align: left;"><strong>FPNC</strong></p>
<p><em id="__mceDel">Severino Pessoa, Presidente da Fundarpe, e Leo Antunes, Coordenador Geral dos Festivais, subiram ao palco enfatizando a satisfação de levar ao Sertão Central e a todas as 12 regiões de desenvolvimento do estado, o Festival Pernambuco Nação Cultural. Pessoa também ressaltou que além dos shows, os festivais atendem, por princípio, a todas as linguagens artísticas através de oficinas, apresentações, debates e palestras. “Tem sido uma festa muito bonita. Salgueiro é uma cidade que respira cultura”, diz o presidente.</em></p>
<p>Leo Antunes explicita seu desejo de que as atividades das bandas não parem, e que a noite seja uma forma de fomentar a cena local. “Nós queremos ser parceiros dessa cena musical”, afirmou o coordenador.</p>
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