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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Sertão Central 2013</title>
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		<title>No Sertão Central, cortejo levou cultura popular para Cedro</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jun 2013 19:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dança de São Gonçalo, mazurca, trancelim, reisado, caretas e maracatu se encontraram sábado (1/6) Por Maria Peixoto Logo ao adentrarmos as ruazinhas de Cedro, fomos avistando de longe umas senhoras todas vestidas de rosa, com detalhes brilhantes, uns senhores de calça e camisa social, chapéu. Eles seguiam até a Praça da Matriz, onde se apresentariam [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Dança de São Gonçalo, mazurca, trancelim, reisado, caretas e maracatu se encontraram sábado (1/6)</em></p>
<p><em>Por Maria Peixoto</em></p>
<p>Logo ao adentrarmos as ruazinhas de Cedro, fomos avistando de longe umas senhoras todas vestidas de rosa, com detalhes brilhantes, uns senhores de calça e camisa social, chapéu. Eles seguiam até a Praça da Matriz, onde se apresentariam dali a pouco. Um menino chegou e perguntou: “Mas vocês são o quê? Dançarinas de São Gonçalo, é?”. Disseram que sim, as visitantes de Verdejante. E eu sentei ali do lado de uma delas, Dona Eva Vieira, e comecei a puxar assunto. Ela começou a me explicar que aquela roupa tinha sido feita especialmente para essa apresentação, mas que a roupa de dançar o São Gonçalo de promessa é branca com chapéu de palha na cabeça.</p>
<div id="attachment_4500" aria-labelledby="figcaption_attachment_4500" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/sao-goncalo-640.jpg"><img class="size-medium wp-image-4500" alt="“Viva São Gonçalo, viva!”, cantava o grupo de Verdejante (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/sao-goncalo-640-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">“Viva São Gonçalo, viva!”, cantava o grupo de Verdejante (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p>Ela me contou que a dança era feita assim: “Você pede a São Gonçalo e se alcançar essa graça, você tem que fazer a festa. E alcança. Dependendo da sua fé, vai alcançar a graça”. Graça alcançada, elas partem em busca de esmolas na cidade pra conseguir custear a festa: “Lá a gente faz festa, faz muita comida. Pede a esmola ao povo, o povo dá com prazer. É uma festança,  é muito bonito. São 24 rodas de São Gonçalo”.</p>
<p>Dona Eva, de 56 anos, disse que tem oito parafusos nas costas, mas continua dançando, porque ela e sua irmã “ficaram com essa penitência” depois que sua mãe morreu. “Dona Laura foi a primeira que fez o São Gonçalo, lá no Sítio Quixabeirinha. Quando ela morreu, mamãe ficou fazendo em Verdejante”, conta.</p>
<p>“O que você quiser na sua vida, se você pedir e esperar, você vai alcançar”, garantiu Dona Eva, que também é rezadeira. Um dia, ela estava deitada ao lado da sua mãe e ela começou a aboiar. Eva ficou toda arrepiada e foi na casa da rezadeira chamá-la, mas ela disse pra a própria menina de 12 anos rezar a mãe. “Eu rezei, mamãe começou a amansar. Eu num sei o que é que eu tinha , que ela me aceitou do lado dela”, disse Dona Eva. Ela disse que tinha sido “umas criação” (de gado) que a mãe tinha, que o povo não queria que ela criasse solto.</p>
<p>Dona Eva, que junto com os outros idosos ali presentes, no sábado (1/6), fazem parte do grupo da terceira idade, de Verdejante, também apresentaram o trancelim e a mazurca.</p>
<p>Ainda na Praça da Matriz, foi a vez de chegarem os Caretas de Verdejante, que fizeram a malhação de Judas.</p>
<div id="attachment_4502" aria-labelledby="figcaption_attachment_4502" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/malhação-de-judar.jpg"><img class="size-medium wp-image-4502" alt="Caretas de Verdejante (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/malhação-de-judar-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Caretas de Verdejante (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p>Depois se apresentou o Reisado de São José do Belmonte, do mestre João Cícero, de 78 anos. Ele, junto a dois filhos e dez netos, cantava: “Na Pedra do Reino tem uma pedra falante que o povo anda dizendo que ela vai dar sinal”.</p>
<div id="attachment_4505" aria-labelledby="figcaption_attachment_4505" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Reisado.jpg"><img class="size-medium wp-image-4505" alt="“Ô de casa, ô de fora. Maria, vá ver quem é. Somos cantador de reis” (Foto:Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Reisado-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">“Ô de casa, ô de fora. Maria, vá ver quem é. Somos cantador de reis” (Foto:Rubem Lima)</p></div>
<p>Seu João Cícero me contou que fez uma cirurgia recentemente, mas isso não lhe impediu de fazer a dança melhor até do que seus netos: se abaixava, se levantava, com uma desenvoltura de dar gosto. “Se fosse pra brincar umas 30 peças, 40, eu brincava. Eu sei muita peça na minha cabeça”, disse entusiasmado. Ele contou que começou aos 10 anos, junto com seus avós e que sempre tinha dançado bem: “O que o mestre fazia, eu fazia melhor”. Seu Cícero contou que está muito satisfeito em fazer o que faz: “Em todo canto que manda me chamar eu brinco, porque eu adoro brincar”, disse ele ao fim da apresentação.</p>
<p>No fim do cortejo, o Maracatu de Baque Virado Nação Salgueirense desfilou pelas ruas da cidade animando a todos, que saíam de suas casas, fotografavam, enquanto outros acompanhavam o desfile. O grupo, que se apresentou junto à Cia de Dança Pisada do Sertão, foi do maracatu ao coco, passando pela ciranda.</p>
<p style="text-align: center;">
<div id="attachment_4506" aria-labelledby="figcaption_attachment_4506" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/maracatu.jpg"><img class="size-medium wp-image-4506" alt="Maracatu de Baque Solto Salgueirense (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/maracatu-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Maracatu de Baque Solto Salgueirense (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p>Mais tarde, o forró movimentou os moradores de Cedro, com show das bandas Paulo Pedro e os vaqueiros do forró, Rose Rangel e Novinho do Acordeon.</p>
<div id="attachment_4508" aria-labelledby="figcaption_attachment_4508" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/forro.jpg"><img class="size-medium wp-image-4508" alt="À noite, os moradores de Cedro caíram no forró (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/forro-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">À noite, os moradores de Cedro caíram no forró (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Todos os ritmos se encontraram no Palco Garagem em Salgueiro</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jun 2013 04:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Rock, hip hop, música regional. Estes foram alguns dos estilos musicais que marcaram presença na segunda noite do Palco Garagem em Salgueiro. A diversidade de ritmos atraiu e agradou o público que compareceu ao Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade na noite desse sábado (01 de junho). Primeiro banda a subir ao palco, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Rock, hip hop, música regional. Estes foram alguns dos estilos musicais que marcaram presença na segunda noite do Palco Garagem em Salgueiro. A diversidade de ritmos atraiu e agradou o público que compareceu ao Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade na noite desse sábado (01 de junho).</p>
<p>Primeiro banda a subir ao palco, a salgueirense Gory Screm mostrou um repertório cheio de influências de bandas como Metalica e Sepultura, mas mostrando também personalidade com composições próprias.</p>
<p>Na sequência foi a vez da Black Out – outra banda de Salgueiro – trazer para o público músicas próprias e grandes sucessos de grupos como Legião Urbana e Capital Inicial. Entre as canções próprias, destacaram-se “Nuvens Cinzas”, “Liberdade Submissa”e “Falsas Aparências”.</p>
<p>A terceira apresentação da noite ficou a cargo da Raciocinética – grupo de Salgueiro com forte pegada hip hop.</p>
<p>A programação foi fechada em grande estilo com o grupo recifense Cascabulho. O grupo surgiu em 1995, em plena afirmação da cena musical pernambucana. A banda que mistura ritmos regionais a estilos como pop, jazz e outros, contagiou o público com um show cheio de energia. Um dos pontos altos da apresentação foi quando a banda executou “Manguetown”- sucesso da Nação Zumbi – com a participação de Gilmar Bola 8, percussionista da banda e mestre de cerimônia do Palco Garagem.</p>
<div id="attachment_4514" aria-labelledby="figcaption_attachment_4514" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho.jpg"><img class="size-medium wp-image-4514" alt="Show do Cascabulho contou com a participação especial de Gilmar Bola 8 (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Show do Cascabulho contou com a participação especial de Gilmar Bola 8 (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<div>
<p>Uma oportunidade especial que o público salgueirense teve de conferir a apresentação da banda pernambucana que já fez shows em todo o Brasil e diversos países da Europa.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Exposição resgata histórias e personagens da Missa do Vaqueiro</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jun 2013 17:06:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A força de umas das mais importantes manifestações culturais dos sertanejos exposta através de belas e profundas imagens, além de peças e vestimentas tradicionais. É isto que o público poderá conferir durante o Festival Pernambuco Nação Cultural Sertão Central na exposição do acervo da Fundação Padre João Câncio. A mostra fica em cartaz no Memorial [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4558" aria-labelledby="figcaption_attachment_4558" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Expo-3-1.jpg"><img class="size-full wp-image-4558" alt="Fotos e outras peças expostas no Memorial do Couro em Salgueiro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Expo-3-1.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Fotos e outras peças expostas no Memorial do Couro em Salgueiro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>A força de umas das mais importantes manifestações culturais dos sertanejos exposta através de belas e profundas imagens, além de peças e vestimentas tradicionais. É isto que o público poderá conferir durante o Festival Pernambuco Nação Cultural Sertão Central na exposição do acervo da Fundação Padre João Câncio. A mostra fica em cartaz no Memorial do Couro, em Salgueiro, entre os dias 28 de maio e 01 de junho, das 10h às 18h.</p>
<div id="attachment_4559" aria-labelledby="figcaption_attachment_4559" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Expo-2.jpg"><img class="size-full wp-image-4559" alt="Objetos usados pelos vaqueiros integram a exposição (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Expo-2.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Objetos usados pelos vaqueiros integram a exposição (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p style="text-align: left;"> A exposição traz fotos, indumentárias e objetos pertencentes à Fundação Padre João Câncio – apoiadora do evento e que gentilmente cedeu as peças. O material, rico em detalhes, transportam os visitantes para o universo dos vaqueiros sertanejos. Uma ótima oportunidade para conhecer mais sobre a história desses verdadeiros guerreiros nordestinos.</p>
<div id="attachment_4560" aria-labelledby="figcaption_attachment_4560" class="wp-caption img-width-500 aligncenter" style="width: 500px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Expo-1-.jpg"><img class="size-full wp-image-4560" alt="Público se encanta com as imagens (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Expo-1-.jpg" width="500" height="333" /></a><p class="wp-caption-text">Público se encanta com as imagens (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><b>História – </b>A primeira celebração religioso aconteceu em julho de 1971, sob o sol escaldante do Sertão. Um grande número de vaqueiros, montados a cavalo e vestidos a caráter, compareceram ao altar de pedra no município de Serrita, no Interior de Pernambuco. Com o apoio de Luiz Gonzaga, o padre João Câncio prestava sua homenagem a Raimundo Jacó, dando origem a um dos eventos religiosos mais populares do Nordeste, a Missa do Vaqueiro.</p>
<p>Serviço:<br />
Exposição do acervo da Fundação Padre João Câncio<br />
Local: Memorial do Couro – Salgueiro<br />
Período: 28 de maio a 01 de junho<br />
Horário: 10h às 18h</p>
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		<title>Encontro promove rede de escritores em Salgueiro</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jun 2013 15:06:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por: Maria Peixoto O Encontro de Escritores e Leitores, acontecido ontem (31/5), em Salgueiro foi um momento dos escritores sertanejos compartilharem suas experiências e angústias. Todos são da opinião de que o Sertão é lugar de muita produção de literatura de qualidade. Porém, também lamentam que muitos “não tem uma estrutura de se promover”, como [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4579" aria-labelledby="figcaption_attachment_4579" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-de-Escritores-e-Leitores-Salgueiro.jpg"><img class="size-medium wp-image-4579" alt="Encontro de Escritores e Leitores Foto: Ricardo Moura" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-de-Escritores-e-Leitores-Salgueiro-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Escritores e Leitores Foto: Ricardo Moura</p></div>
<p><em>Por: Maria Peixoto</em></p>
<p>O Encontro de Escritores e Leitores, acontecido ontem (31/5), em Salgueiro foi um momento dos escritores sertanejos compartilharem suas experiências e angústias. Todos são da opinião de que o Sertão é lugar de muita produção de literatura de qualidade. Porém, também lamentam que muitos “não tem uma estrutura de se promover”, como afirma o escritor Keyson Oliveira, de São José do Belmonte.</p>
<p>Com toda dificuldade, Keyson começou a escrever em 1992. Ele argumenta que “quem tá no Recife, os acessos são outros, às publicações, aos eventos”. E ratifica a necessidade da criação de “um canal para promover o acesso dos escritores do Sertão”. Lembra que em Tabira, São José do Egito, Tuparetama, toda sexta, sábado e domingo tem cantoria. “Você já imaginou fazer publicações com eles?”, pergunta entusiasmado. Valdir Nogueira, também de Belmonte, fala da riqueza poética de sua cidade: “toda casa lá tem alguém que faz poesia. Tem vaqueiros de 90 anos de idade que fazem poesia”.</p>
<p>A escritora Lívia Monteiro, sobrinha de Wilson Monteiro, também presente no encontro, conta que muitos de sua família, em Salgueiro escrevem. Porém, analisa que há no interior uma “tendência a supervalorizar o que vem de fora”. Para ela, seriam necessários encontros periódicos entre os escritores, para fortalecer a literatura na região. “A comunicação que a gente tem aqui é pela internet”, diz Lívia. Inclusive, foi ela quem favoreceu o encontro de alguns deles. Maurílio Sampaio conta que conheceu alguns dos escritores de sua cidade pelo facebook e fala da importância de formar essa rede de escritores, para “dar mais conhecimento e unir as pessoas”.</p>
<p>Meca Moreno, da União Brasileira de Escritores falou da importância de encontros como aquele, para que a Secretaria de Cultura se aproxime dos escritores e esses das políticas de literatura. Meca e a coordenadora da biblioteca onde ocorreu o evento, Nivaneide da Silva, falaram das políticas de literatura do Estado, explicando aos escritores as oportunidades que já existem no governo, caso do edital do Funcultura.</p>
<p>Meca também ressaltou as metas de interiorização da UBE, que forma núcleos nas cidades e dá apoio aos escritores, já tendo implantando um em Triunfo, em Serra Talhada, em Paulista. E enfatizou a possibilidade de se criar núcleos também nas cidades dos escritores presentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vaqueiros que cantam poesia, ou os poetas que chamam gado no Sertão Central</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jun 2013 14:06:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cobertura do III Encontro de Aboiadores, em Serrita Por Maria Peixoto  No Sertão há uma linguagem que só vaqueiros sabem falar e os bois entendem, o aboio. Misto de canto, chamado e lamentação,  no palco, o aboio fala de um eterno saudosismo sertanejo: saudade de ser vaqueiro, para aqueles que deixaram a profissão; saudade do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4586" aria-labelledby="figcaption_attachment_4586" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Aboiadores.jpg"><img class="size-medium wp-image-4586" alt="“Eu dormindo, eu sonhava com corrida de mourão”, cantam Raimundo Gomes e Luciano                     Foto: Rubem Lima" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Aboiadores-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">“Eu dormindo, eu sonhava com corrida de mourão”, cantam Raimundo Gomes e Luciano Foto: Rubem Lima</p></div>
<p><i>Cobertura do III Encontro de Aboiadores, em Serrita</i></p>
<p><em>Por Maria Peixoto</em></p>
<p><b> </b>No Sertão há uma linguagem que só vaqueiros sabem falar e os bois entendem, o aboio. Misto de canto, chamado e lamentação,  no palco, o aboio fala de um eterno saudosismo sertanejo: saudade de ser vaqueiro, para aqueles que deixaram a profissão; saudade do Sertão, para aqueles que tiveram que ir embora ou até saudade de um tempo antigo que não volta mais, tempo onde ao invés de televisão, o povo se voltava pro oratório, ao invés de geladeira, o povo tomava a água dos potes de barro.</p>
<p>No campo, o aboio serve pra chamar o gado, “ele vai bater na porteira pelo chamado dos donos. Quando a gente aboia bem alto, ele se arrebanha”, conta Cláudio Ágria, que tem 48 anos e 15 de aboio. “Desde os 10 anos que eu andava no campo. A minha satisfação era pegar o boi, estrovar e botar na estrada”, conta.</p>
<p>Mas parece que mais do que dar uma ordem ao boi, aboiar é um carinho deles que tanto gostam dos animais, e tanto apreço têm a essa profissão. “O amor que eu tenho ao gado eu não doei por ninguém”, canta o aboiador. Cláudio diz que “o gado fica mais habilidoso, ele tem amor aos donos”. Seu Luciano, de 64 anos e 10 de aboio diz que nasceu vaqueiro e “termino minha vida lutando com o gado, se Deus quiser”. Ele canta com saudosismo a história daqueles que tem que fugir da seca: “Reparando a vacaria, saí com uma dor no peito vendo as vacas morrendo. E eu sem poder dar jeito. Os bezerros me arrodeando e o cachorro latindo, como quem tava me chamando..”</p>
<p>Quando não estão em serviço, os aboiadores são poetas cuja missão, segundo eles é “cantar a cultura do Sertão”. “Tou aqui pra prestar minha homenagem à cidade de Serrita e mostrar que eu faço parte da cultura do vaqueiro”, diz o aboiador Cassiano. Serrita é terra conhecida pela Missa do Vaqueiro, que acontece anualmente, em julho, quando vaqueiros de todo o nordeste se juntam em homenagem ao vaqueiro Raimundo Jacó, primo de Luiz Gonzaga, assassinado em 1954.</p>
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		<title>Encontro de culturas e possibilidades sonoras no FPNC Sertão Central</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 19:05:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2013]]></category>
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		<description><![CDATA[Convidada para encerrar a programação do Palco Garagem em Salgueiro, neste sábado (1/6), a banda Cascabulho é uma das que melhor representam o rock pernambucano em seu estilo original incrementado com o manguebeat. Os shows começam nesta sexta-feira (31/5), a partir das 21h, no Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade. A programação completa [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4597" aria-labelledby="figcaption_attachment_4597" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho.-Foto.jpg"><img class="size-medium wp-image-4597" alt="Cascabulho encerra a noite (Foto: Marcelo Soares)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Cascabulho.-Foto-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Cascabulho encerra a noite (Foto: Marcelo Soares)</p></div>
<p><em>Convidada para encerrar a programação do Palco Garagem em Salgueiro, neste sábado (1/6), a banda Cascabulho é uma das que melhor representam o rock pernambucano em seu estilo original incrementado com o manguebeat. Os shows começam nesta sexta-feira (31/5), a partir das 21h, no Centro de Cultura, Turismo e Lazer da cidade. A programação completa você pode conferir após a entrevista. Formado em 1995, o Cascabulho já sofreu algumas mudanças na formação, mas assegura que seu ritmo “contaminado” de influências das músicas rurais e urbanas continua bem vivo. Confira agora uma entrevista com Kleber Magrão, vocalista do grupo, que também conta com Alex Ferreira (guitarra, flauta e vocais), Léo Lira (guitarra), Jackson Rocha Jr. ( baixo), Do Jarro (bateria) e Orosca (percussão).</em></p>
<p><b>FPNC.org – Se ouve muito que a banda surgiu com uma identidade própria, unindo elementos rurais à cultura urbana. Hoje, 18 anos depois, qual seria o traço marcante da música feita pelo Cascabulho?<br />
</b><strong>Kleber Magrão - </strong>Após esses 18 anos na estrada com o Cascabulho, nossa música se encontrou com todas as referências sonoras da música brasileira que escutamos enquanto músicos (pop, jazz, rock e música popular moderna do Brasil) e isso nos deu um equilíbrio para encontrar nossa sonoridade. Ou seja, esse mosaico sonoro como principal marca.</p>
<p><b><b>FPNC.org -</b> Ao longo dos anos, a banda passou por algumas alterações na formação. Essas mudanças promoveram uma alteração no estilo musical? Por quê?</b><b><br />
</b><strong>Kleber Magrão - </strong>Sim, naturalmente novos integrantes trazem nova energia e novas possibilidades sonoras em qualquer trabalho. No entanto, o Cascabulho tornou-se mais vigoroso e criativo com essas mudanças em sua formação, até porque estamos bem integrados agora.</p>
<p><em></em><b>FPNC.org – O que caracteriza a “música Cascabulho”?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong><em> </em>A música Cascabulho caracteriza-se por um encontro de culturas e possibilidades sonoras. O pop flertando com a música rural e o jazz sendo acariciado com a música dos tambores do Brasil.</p>
<p><b>FPNC.org – Qual a expectativa da banda para a apresentação em Salgueiro neste sábado? Vocês já haviam tocado na cidade antes?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong> Estamos bem animados para mostrar esse novo show em Salgueiro, pois estamos gravando um novo CD que será lançado no segundo semestre e novas canções serão apresentadas ao público da cidade. No mais, será se divertir com nossa música nessa primeira passagem por esta bela cidade de nosso estado.</p>
<p><b>FPNC.org – Tocar para o público do Sertão tem alguma característica particular?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong> Cada público se comporta de maneira diferente nos diferentes lugares. Espero que nossa música possa ser bem recebida em Salgueiro, já que é uma música que representa uma geração que levou o nome e a música de Pernambuco para o mundo, apesar de não ser executada nas rádios de nosso estado.</p>
<p><b>FPNC.org – O Cascabulho está alcançando a maioridade esse ano. Vocês têm projetos novos para comemorar a data ou alguma ideia visando os 20 anos?<br />
</b><strong>Kleber Magrão -</strong> Sim, isso já está sendo pensado com muito carinho e profissionalismo. No momento, estamos focados na finalização desse novo CD que será lançado em breve.</p>
<p><b>FPNC.org: Quais as músicas não podem faltar repertório do show que vocês estão preparando para Salgueiro? Existe alguma surpresa em mente? Algum convidado especial?</b><b><br />
</b><strong>Kleber Magrão – </strong>Iremos tocar um mix de músicas dos discos anteriores e coisas do novo CD. Também preparamos uma surpresa para o público de Salgueiro, que gosta da boa música que se faz em Pernambuco e para todos que curtem o som que veio a se chamar de “manguebeat”.</p>
<p><b>FPNC.org: Por que o público não pode perder esse show?<br />
Kleber Magrão - </b>Porque estamos levando toda a nossa energia, nossa música e nosso desejo que Salgueiro conheça o som do Cascabulho. Com certeza será a primeira de muitas vezes que tocaremos lá.</p>
<p><strong><br />
Confira abaixo a programação completa do Palco Garagem em Salgueiro:</strong></p>
<p><strong>Palco Garagem</strong><br />
Local: Centro de Cultura, Turismo e Lazer<br />
Horário: a partir das 21h</p>
<p><strong>Sexta-feira, 31 de maio</strong><br />
- 48 Graus<br />
- Ressonância<br />
- Rogério e os Cabras</p>
<p><strong>Sábado, 1º de junho</strong><br />
- Gory Scream<br />
- Black Out<br />
- Raciocinética<br />
- Cascabulho</p>
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		<title>Cia. Balançarte levou terreiro de cavalo-marinho pro palco</title>
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		<pubDate>Fri, 31 May 2013 15:05:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cavalo marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalo-Marinho Boi Pintado de Aliança]]></category>
		<category><![CDATA[Cia. Balançarte]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2013]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maria Peixoto (em Salgueiro) Ao contrário do que previam os jovens Isaac (15) e Isabella (15), o público ontem (30/5) lotou o Teatro Professora Alaíde Conserva, em Salgueiro. Os jovens atores da cidade me contavam das dificuldades que geralmente encontram para atrair público aos espetáculos de arte: “A gente sofre muita concorrência com as [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Maria Peixoto<br />
</em>(em Salgueiro)<em></em></p>
<p><em></em>Ao contrário do que previam os jovens Isaac (15) e Isabella (15), o público ontem (30/5) lotou o Teatro Professora Alaíde Conserva, em Salgueiro. Os jovens atores da cidade me contavam das dificuldades que geralmente encontram para atrair público aos espetáculos de arte: “A gente sofre muita concorrência com as festas. Já teve vez de a gente apresentar só pra três pessoas”, disse Isabella. “O povo num gosta muito de arte, a gente num pode forçar”, emendou Isaac. Porém, na noite de ontem, a plateia ocupou todos os 120 lugares do teatro e ainda aplaudiu de pé os jovens dançarinos da Cia. Balançarte, de Petrolina.</p>
<div id="attachment_4604" aria-labelledby="figcaption_attachment_4604" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-4604" alt="Cia. Balançarte lotou teatro em Salgueiro (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-3-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Cia. Balançarte lotou teatro em Salgueiro (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p>O espetáculo “Do terrêro de Salu” mistura dança popular e contemporânea aos ritmos que estão no sangue de Maciel Salustiano (coco, ciranda, cavalo-marinho…). Ele traduz exatamente aquilo que o filho de Mestre Salu fez com a música popular, segundo me contou Marcos Aurélio Soares, diretor do espetáculo: “trazer inovação e elementos contemporâneos para o tradicional”.</p>
<p>Foi uma apresentação de encher os olhos, da beleza dos figurinos e da performance dos atores, capazes de nos transportar direto para um terreiro de cavalo-marinho, reproduzindo toda a energia e a brincadeira que a gente encontra lá.</p>
<div id="attachment_4606" aria-labelledby="figcaption_attachment_4606" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-4606" alt="A apresentação foi de encher os olhos… (Foto: Rubem Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Balancarte-2-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">A apresentação foi de encher os olhos… (Foto: Rubem Lima)</p></div>
<p>As caretas, as brincadeiras e as cambalhotas também cederam lugar à melancolia de falar da seca: “Seca castiga, racha a terra do Sertão. Chora o vaqueiro e o patrão…”, entoava a música de Maciel Salu, enquanto um carro de boi trazia os atores pra cena. Eles reproduziam um pouco do drama sertanejo, com chocalhos amarrados nas pernas.</p>
<p>Mas foi com alegria que o espetáculo terminou, depois de passar pela Zona da Mata e Sertão, e dançar coco, ciranda, xaxado, maracatu e cavalo-marinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Encontro de literatura promove trocas no Sertão Central</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 19:06:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Encontro de escritores e leitores]]></category>
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		<category><![CDATA[Maurílio Sampaio Carvalho]]></category>
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		<description><![CDATA[O Encontro de Escritores e Leitores, promovido pela Coordenadoria de Literatura da Fundarpe e Secult-PE, vem sendo realizado em todos as edições do FPNC com o intuito de promover uma troca entre autores e leitores das mais variadas regiões, além de mapear as suas cadeias criativas. “Os encontros vêm sendo um momento muito rico. Em [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4615" aria-labelledby="figcaption_attachment_4615" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Para-Maria.-Foto-Costa-Neto.jpg"><img class="size-medium wp-image-4615" alt="Encontro de Escritores e Leitores em Nazaré da Mata (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Para-Maria.-Foto-Costa-Neto-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de Escritores e Leitores em Nazaré da Mata (Foto: Costa Neto)</p></div>
<div>
<p>O Encontro de Escritores e Leitores, promovido pela Coordenadoria de Literatura da Fundarpe e Secult-PE, vem sendo realizado em todos as edições do FPNC com o intuito de promover uma troca entre autores e leitores das mais variadas regiões, além de mapear as suas cadeias criativas. “Os encontros vêm sendo um momento muito rico. Em cada cidade que passa, a gente vai ampliando essa massa crítica, recolhendo dados sobre a realidade de cada lugar, o que contribui para a construção das políticas públicas para o setor”, afirma Wellington de Melo, coordenador de literatura da Secult-PE e Fundarpe.</p>
<p>Outra das metas da Fundarpe e Secult-PE é valorizar a produção das mais variadas localidades do estado, como diz Wellington, para “fazer com que Pernambuco olhe Pernambuco, rompendo com a lógica metropolitana de que toda produção acontece aqui”. Além disso, promover a aproximação dos escritores, criando redes, “é muito importante para que eles possam dar continuidade a esse trabalho, enriquecidos com esses novos olhares”, termina o coordenador de literatura.</p>
<p>Participarão do encontro os escritores em Salgueiro, durante este FPNC do Sertão Central: Manoel Joaquim Leite Neto, Maria Lívia de Lima Leal Alves Monteiro, Maurílio Sampaio Carvalho, Gaudemiro Lima Alves, Wilson Monteiro e Jefferson Vasilievicki.</p>
<p>A União Brasileira de Escritores também se fará presente, implantando células nas regiões. O representante escolhido pela UBE para o encontro do Sertão Central é Meca Moreno, diretor de articulação política da instituição e membro da Comissão Setorial de Literatura.  “A participação da UBE fortalece a representação da sociedade civil nos encontros, que além de um espaço de difusão cultural, é um canal de cogestão”, explica Wellington de Melo.</p>
<p>O Encontro do Sertão Central, aberto a todos os interessados, acontecerá na sexta-feira (31/5), no Auditório da Biblioteca Pública Municipal Francisco Augusto, em Salgueiro, das 15h às 17h30 e das 19h às 21h30.</p>
</div>
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		</item>
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		<title>Festival fortalece a cultura dos quilombolas do Sertão Central</title>
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		<pubDate>Thu, 30 May 2013 14:05:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Banda de Pífano Alvorada Santa Rita]]></category>
		<category><![CDATA[Banda de Pífano de Conceição das Crioulas]]></category>
		<category><![CDATA[Banda Forró Mania]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Sertão Central 2013]]></category>
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		<category><![CDATA[Quadrilha de Massapê]]></category>
		<category><![CDATA[São Gonçalo do Araçá]]></category>
		<category><![CDATA[Trancelim]]></category>

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		<description><![CDATA[A partir de inventários realizados junto às comunidades, a Coordenadoria de Povos Tradicionais e Populações Rurais constatou que algumas manifestações tradicionais estavam se perdendo em Pernambuco. Na comunidade quilombola de Santana, há uma mazurca bem tradicional e singular, porém o grupo se queixa da falta de interesse das pessoas em manter viva a manifestação. Já [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4622" aria-labelledby="figcaption_attachment_4622" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mazurca-quilombo-santana.jpg"><img class="size-medium wp-image-4622" alt="Apresentação da mazurca do Quilombo Santana" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/mazurca-quilombo-santana-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Apresentação da mazurca do Quilombo Santana</p></div>
<p>A partir de inventários realizados junto às comunidades, a Coordenadoria de Povos Tradicionais e Populações Rurais constatou que algumas manifestações tradicionais estavam se perdendo em Pernambuco. Na comunidade quilombola de Santana, há uma mazurca bem tradicional e singular, porém o grupo se queixa da falta de interesse das pessoas em manter viva a manifestação. Já na comunidade rural de São Domingos, há uma quadrilha que vem se achando antiquada em relação às demais da mesma localidade. Em Poço Cercado, os pífanos são tradicionais por acompanhar as procissões, mas, da mesma forma, a tradição vem se perdendo.</p>
<p>É com o intuito de fortalecer as expressões tradicionais de cada uma dessas comunidades que serão realizadas oficinas no FPNC do Sertão Central pela coordenadoria. Em São Domingos, uma pessoa da própria localidade trabalhará para dar uma inovada nos passos da quadrilha; em Santana e em Poço Cercado, os grupos de mazurca e de pífanos, respectivamente, ministrarão as oficinas de estímulo e propagação das expressões culturais.</p>
<p>Além das oficinas, a Coordenação de Povos Tradicionais e Populações Rurais promoverá rodas de diálogo, todas com o intuito de fortalecer as expressões culturais locais e promover encontros entre as variadas comunidades, para que aquelas com mais experiência na preservação de sua identidade cultural possam trocar com as demais, caso da comunidade de Conceição das Crioulas, em Salgueiro.</p>
<p>Os grupos culturais das comunidades também se apresentarão neste sábado (1/6), no quilombo do Feijão, em Mirandiba. São eles: a Quadrilha de Massapê, a Banda de Pífano Alvorada Santa Rita, o grupo familiar de dança de Poço Cercado, o São Gonçalo do Araçá, do Trancelim e a Banda de Pífano de Conceição das Crioulas, o Grupo de Dança Zumbi de Mirandiba, a Mazurca de Santana, a Banda Forró Mania, com Felipe dos Teclados, e o grupo de dança (hip hop) da comunidade do Feijão.</p>
<p><strong>Confira a Programação de Povos Tradicionais e Populações Rurais neste FPNC:</strong></p>
<p><strong>Comunidade do Feijão</strong></p>
<p><strong>Jogo de Patrimônio na Comunidade do Feijão</strong><br />
Data: 30/5<br />
Horário: manhã ou tarde<br />
Facilitador: Mário Gouveia<br />
Local: Comunidade do Feijão – Mirandiba<br />
Carga horária: 4h<br />
Público: A partir 12 anos<br />
Vagas: 30</p>
<p><strong>Roda de Diálogo: “Políticas de artesanato para povos tradicionais e populações rurais”</strong><br />
Data: 31/5<br />
Horário: 15h às 17h<br />
Facilitadoras: Maria do Livramento e Breno Nascimento<br />
Local: Comunidade Quilombola do Feijão<br />
Carga horária: 2h<br />
Público: Pessoas da comunidade do Feijão<br />
<em>Vagas: ilimitado</em></p>
<p><strong>Roda de Diálogo: “Expressões culturais na construção das identidades”</strong><i><br />
</i>Data: 1/6<br />
Horário: 14h às 17h<br />
Facilitadores: Coordenadoria de Povos Tradicionais<br />
Local: Comunidade Quilombola do Feijão<br />
Carga horária: 2h<br />
Público: pessoas da comunidade do Feijão<br />
Vagas: ilimitado</p>
<p>Encontro da Cultura dos Povos Tradicionais e Populações Rurais do Sertão<br />
Data: 1/6<br />
Horário: a partir das 14h<br />
Apresentações: Quadrilha de Massapê, Banda de Pífano Alvorada Santa Rita, grupo familiar de dança de Poço Cercado, São Gonçalo do Araçá, Trancelim e Banda de Pífano de Conceição das Crioulas, Grupo de Dança Zumbi de Mirandiba, Mazurca de Santana, Banda Forró Mania, com Felipe dos Teclados, e grupo de dança (hip hop) da comunidade do Feijão.<br />
<strong><br />
Comunidade Quilombola de Santana</strong></p>
<p><strong>Oficina: Mazurca</strong><br />
Data: 30/5 e dia 2/6<br />
Horário: 14h às 18h<br />
Facilitadora: Senilda Fernanda<br />
Local: Comunidade Quilombola de Santana<br />
Carga horária: 20h<br />
Público: pessoas da comunidade<br />
Vagas: 30</p>
<p><strong>São Domingos (comunidade rural)</strong></p>
<p><strong>Cenário e coreografia para Quadrilhas</strong><br />
Data: 27 a 31/5 e dia 2/6<br />
Horário: 14h às 18h<br />
Facilitador: Emanuel<br />
Local: São Domingos (comunidade rural)<br />
Carga horária: 20h<br />
Público: pessoas da comunidade<br />
Vagas: 30 pessoas</p>
<p><strong>Poço Cercado (comunidade rural)</strong></p>
<p><strong>Pífano e Identidade Rural</strong><br />
Data: 27 a 31/6<br />
Horário: 14h às 18h<br />
Facilitador: Raimundo Quirino<br />
Local: Poço Cercado (comunidade rural)<br />
Carga horária: 20h<br />
Público: pessoas da comunidade<br />
Vagas: 30 pessoas</p>
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		<title>Programação cênica vai do adulto ao infantil no Sertão Central</title>
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		<pubDate>Wed, 29 May 2013 15:05:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4631" aria-labelledby="figcaption_attachment_4631" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Madleia.-Daniela-Nader.jpg"><img class="size-medium wp-image-4631" alt="“Madleia + ou – doida” encerra grade de espetáculos no sábado (1/6) (Foto: Daniela Nader)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Madleia.-Daniela-Nader-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">“Madleia + ou – doida” encerra grade de espetáculos no sábado (1/6) (Foto: Daniela Nader)</p></div>
<p align="left">Desta quarta-feira (29/5) até o sábado (1º/6), a programação cênica do Festival Pernambuco Nação Cultural vai transformar a cidade de Salgueiro em um grande palco. O local será o Teatro Professora Alaíde Conserva, onde diferentes temáticas serão encenadas. Do infantil ao adulto, os espetáculos abordam a cultura pernambucana, além de levar dança contemporânea e até releitura do teatro grego.</p>
<p>Nesta quarta-feira (29/5), na abertura da grade, às 20h, o público será brindado com “A nova sina de Mateus e Catirina”, da Cia. de Dança Eparrê Oyá de Salgueiro. Trata-se de uma espécie de continuação da história em que Catirina estava grávida e desejava a língua de um boi. Com o nascimento de Mimosa, filha do casal, a sina recomeça com os pais ensinando a cultura do nosso país à sua pequena. A peça conta com oito gêneros de dança: bumba-meu-boi, caboclinho, balé afro, cacuriá, ciranda, coco, orixás e frevo. Entre uma dança e outra, os personagens Mateus, Catirina e Mimosa roubam a cena com muito humor e aprendizado.</p>
<p>A quinta-feira (30/5) é dia de contar e recontar a história de um dos grandes nomes da cultura popular pernambucana, o Mestre Salu. A partir das 20h, o espetáculo “Do terrêro do Salu”, criado pela Cia Balançarte de Petrolina, une danças populares, como maracatu, coco, ciranda e toada de cavalo marinho, com a linguagem contemporânea, integrando as interpretações ao movimento do corpo – às vezes com veneração, às vezes com humor.</p>
<p>A festa começa mais cedo na sexta-feira (31/5), às 16h. Voltado para a criançada, o espetáculo “Minha cidade”, do Grupo de Teatro Marco Zero, é interação pura. A plateia é convidada pelos personagens Luana e Gabriel a participar da construção de uma cidade imaginária, onde cada aspecto da vida do lugar (paisagem natural e transformada, moradia, transporte, trabalho, governo, escola, lazer etc.) é posto em questão como peça fundamental. Tudo isso é pensado com a utilização de formas animadas (bonecos e sombras).</p>
<p>Quem encerra a sequência teatral no sábado, a partir das 20h, é a peça “Madleia + ou – doida”, da Cia do Ciste. O espetáculo é todo baseado no formato de colagem teatral, com composição de cenas com fragmentos e citações textuais, visuais ou musicais de diferentes épocas e estilos. O ponto de partida é o mito grego de Medeia, que se vinga dos próprios filhos depois de ser traída. Para alcançar o resultado, o grupo incrementou a peça com letras do cancioneiro popular e com o texto “Gota d’água”, da dupla Paulo Pontes e Chico Buarque. O visual avermelhado das roupas meio rasgadas atribui a áurea de loucura que intitula a peça.</p>
<p><strong>Serviço:<br />
</strong><strong>Programação de artes cênicas do FPNC em Salgueiro/PE<br />
</strong>Local: Teatro Professora Alaíde Conserva</p>
<p align="left"><b>Quarta-feira, 29 de maio</b><br />
DANÇA – “A nova sina de Mateus e Catirina” – Cia de Dança EparrêOyá (Salgueiro)<br />
Apresentação seguida de debate<br />
Horário: 20h</p>
<p align="left"><b>Quinta-feira, 30 de maio</b><br />
ARTES CÊNICAS/DANÇA – “Do terrêro de Salu” – Cia Balançarte (Petrolina)<br />
Horário: 20h</p>
<p align="left"><b>Sexta-feira, 31 de maio</b><br />
TEATRO PARA A INFÂNCIA – “Minha cidade” – Grupo de Teatro Marco Zero (Recife)<br />
Local: Teatro Professora Alaíde Conserva<br />
Horário: 16h</p>
<p align="left"><b>Sábado, 1 de junho</b><br />
TEATRO ADULTO – “Madleia + ou – doida” – Cia do Chiste (Recife)<br />
Horário: 20h</p>
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