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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Sertão do Moxotó 2013</title>
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		<title>Dia de circo e música portuguesa no Polo Coreto, em Arcoverde</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 14:04:54 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Leonardo Vila Nova Um dos grandes sucessos desta edição do Festival Pernambuco Nação Cultural, no Sertão do Moxotó, o circo ganhou destaque na programação do Polo Coreto, na Praça da Bandeira, centro de Arcoverde. E, como não podia ser diferente, neste sábado (20/4), o universo circense também marcou presença no polo, que é voltado [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Leonardo Vila Nova</p>
<p>Um dos grandes sucessos desta edição do Festival Pernambuco Nação Cultural, no Sertão do Moxotó, o circo ganhou destaque na programação do Polo Coreto, na Praça da Bandeira, centro de Arcoverde. E, como não podia ser diferente, neste sábado (20/4), o universo circense também marcou presença no polo, que é voltado para todas as idades.</p>
<div id="attachment_4935" aria-labelledby="figcaption_attachment_4935" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667137168_c60157ebde_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4935" alt="Caravana Tapioca no Polo Coreto (Foto: Costa Neto/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8667137168_c60157ebde_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caravana Tapioca no Polo Coreto (Foto: Costa Neto/Secult-PE)</p></div>
<div>
<p>Ainda de tarde, a Caravana Tapioca trouxe o seu divertidíssimo espetáculo “Brincando no picadeiro”. A dupla de palhaços Cavaco e Nina arrebatou crianças e adultos com suas brincadeiras repletas de bom humor e interatividade, onde todos participavam ou eram surpreendidos com piadas e tiradas irreverentes. A risada era geral</p>
<p>Nem bem havia se refeito das gargalhadas com a Caravana Tapioca, o público foi surpreendido pelo grupo Dona Zefinha, do Ceará. Eles apresentaram “O circo sem teto da lona furada dos bufões”, espetáculo infantil, no qual reverenciam os palhaços e artistas mambembes. Com uma parafernália de instrumentos exóticos, as divertidas histórias da trupe – comandada pelos palhaços Bufão, Panfeto e Pafim – eram contadas através de música e teatro, e o tempo todo eram entremeadas pelas brincadeiras com as crianças que assistiam ao show.</p>
<p>A atração seguinte trouxe outros ares para a (já) noite. De além-mar para o Palco Coreto, o músico português Mário Moita acertou em cheio os ouvidos do público com seu sotaque lusitano. No seu show “4 estações, 4 fados”, a típica canção portuguesa é a grande estrela. Mário traz de volta aos palcos uma forma de releitura do fado, ao piano (o instrumento é, tradicionalmente, executado pela guitarra portuguesa), que se origina no ano de 1870, mas que ficou esquecido nas gavetas da história. Durante a apresentação, ele procurou desvelar o fado em suas várias nuances e possibilidades, associando-o a diversas situações e estados de espírito, fazendo cair por terra a equivocada impressão de que é apenas uma música de choro e lamento. “Neste show, pretendo mostrar que não existe só o fado triste, mas também o fado romântico, o fado alegre”, explicou Moita.</p>
<p>Quem encerrou a programação foi o músico e compositor Tonino Arcoverde. Com o show “Saudando Canção”, ele fez uma homenagem ao poeta popular de São José do Egito. Com canções que traziam os versos de Cancão vestidos por arranjos que remetiam ao típico universo da cantoria nordestina, porém, com uma sonoridade contemporânea.</p>
</div>
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		<title>Encontro de Bois encheu de cores as ruas de Arcoverde</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Apr 2013 02:04:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Vários grupos se reuniram na tarde deste sábado (20/4) para celebrar uma tradição pela qual se vive e se morre na cidade Por Leonardo Vila Nova Uma figura enigmática, que exerce um certo “fascínio cauteloso” em quem o vê, que tanto pode encantar quanto espantar (ou tanger, com se diz popularmente) quem está à volta. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4938" aria-labelledby="figcaption_attachment_4938" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8665684581_113374339a_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4938" alt="O boi é uma das mais populares brincadeiras do Sertão do Moxotó (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8665684581_113374339a_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O boi é uma das mais populares brincadeiras do Sertão do Moxotó (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p><em>Vários grupos se reuniram na tarde deste sábado (20/4) para celebrar uma tradição pela qual se vive e se morre na cidade</em></p>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>Uma figura enigmática, que exerce um certo “fascínio cauteloso” em quem o vê, que tanto pode encantar quanto espantar (ou tanger, com se diz popularmente) quem está à volta. Em meio a evoluções e ao colorido que carrega em seus adornos, o boi é uma das mais tradicionais manifestações populares do Sertão do Moxotó. E durante o Festival Pernambuco Nação Cultural, o Encontro de Bois celebra essa brincadeira que envolve crianças, jovens e adultos. Neste sábado (20/4), oito bois da região deram o ar da graça pelas ruas de Arcoverde, na Praça Virgínia Guerra, Centro da cidade, e atraíram quem estava por perto.</p>
<p>Os bois Arcoverde, Fantástico, Estrela Maluquinha, Cafuné, Diamante, Milagroso, Furioso e Maracatudas protagonizaram um verdadeiro momento de reverências à cultura popular, trazendo a tiracolo o seu rol de personagens humanos, animais e fantásticos: capitão, diabo, anjo, cangaceiros, mateus, catirina e tantos outros que abrilhantam o espetáculo. E pra fazer essa turma dançar, se lança mãos de diversos ritmos: frevo, maracatu, coco, afoxé etc. “Moramos numa terra de muitas manifestações, com a dança e a música. E o boi é uma parte significativa da cultura dessa cidade, e que é ovacionado por seu povo. Se um dia boi deixar de existir em Arcoverde, a cidade morre junto”, explicou Everaldo Marques, presidente da Liga de Bois de Arcoverde.</p>
<p><strong>História</strong><br />
Para entender um pouco dessa relação da cidade com a brincadeira, é preciso voltar entre as décadas de 1940 e 1950, quando as primeiras batidas do boi começaram a surgir, misturadas ao pisar do barro do trupé do coco, típico do município. Pelas mãos de Zé Alagoano, que veio brincar com os coquistas arcoverdenses, surgiu essa tradição, que ganhou vida nos terreiros da cidade. O primeiro foi o Boi Labareda, que é tido como um boi de terreiro, desses mais tradicionais, que faz sua brincadeira dentro da comunidade, não se exibindo pra todo mundo. Mas o boi foi caindo no gosto do povo e outras agremiações foram surgindo, com uma cara mais estilizada e se espalhando por Arcoverde. Hoje, são mais de 30 no município.</p>
<p>A tradição vem ganhando cada vez mais adeptos, com crianças e jovens sendo maior parte das agremiações. “É importante que tenhamos essa geração envolvida com a brincadeira e repassando para as gerações que vierem depois. A beleza do boi é algo muito forte, dentro de cada um desses brincantes. Isso é que o faz ter vida longa”, declarou Everaldo, emendando com sua paixão pela brincadeira. “Eu sei que de boi eu não morro, mas sem ele eu não vivo!”.</p>
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		<title>Encontro de Bois em Arcoverde &#8211; FPNC 2013</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 18:13:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Publicado em 20/04/2013. Encotro de Bois da cidade de Arcoverde, durante o Festival Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão do Moxotó 2013.\r\n \r\n]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 20/04/2013. Encotro de Bois da cidade de Arcoverde, durante o Festival Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão do Moxotó 2013.\r\n \r\n</p>
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		<title>Para manter a cultura viva</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 15:04:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encontro da Cultura dos Povos Tradicionais e Populações Rurais, realizado pelo FPNC, celebrou a preservação da história Por Leonardo Vila Nova Enquanto metrópoles inteiras avançam em meio ao barulho ensurdecedor de um cotidiano que preconiza progresso e tecnologia, mal se sabe que, em locais mais afastados, famílias inteiras seguem no caminho inverso, optando por preservar [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4945" aria-labelledby="figcaption_attachment_4945" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8664556612_ef86eabd55_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-4945" alt="Grupo de Teatro Kambiwá (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8664556612_ef86eabd55_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo de Teatro Kambiwá (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Encontro da Cultura dos Povos Tradicionais e Populações Rurais, realizado pelo FPNC, celebrou a preservação da história</em></p>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>Enquanto metrópoles inteiras avançam em meio ao barulho ensurdecedor de um cotidiano que preconiza progresso e tecnologia, mal se sabe que, em locais mais afastados, famílias inteiras seguem no caminho inverso, optando por preservar aquilo que lhes é tão caro e básico: modos, costumes e cultura. Bens tão preciosos para a base da existência humana, mas vivenciados em sua integridade por poucos. Mexendo o caldo dessa cultura, as mãos do povos indígena e negro foram fundamentais. E boa parte deles teve de se refugiar em terras do interior do estado para conseguir manter viva sua história. Nesta sexta-feira (19/4), o município de Ibimirim viu reafirmar-se essa luta. Durante o Encontro da Cultura dos Povos Tradicionais e Populações Rurais, promovido no FPNC, a história de várias comunidades seculares foi celebrada.</p>
<p>O povo indígena Kambiwá foi o anfitrião da festa, acolhendo as diversas manifestações que por lá passaram. Violeiros, grupos de dança e teatro, a alusão aos ritos religiosos. Tudo isso esteve presente e se congregou de forma indistinta. Parte significativa dessa herança cultural, os povos quilombolas também foram representados. Expedita Maria dos Santos, 41 anos, é da comunidade Sítio Baixas, em Betânia. Com cerca de um século de existência, ela se integra a mais outras três comunidades, que, juntas, reúnem pouco mais de 500 famílias. A sobrevivência se faz a partir da agricultura e do corte de cana. Mas, além disso, da preservação das suas tradições. “Nós sabemos que há um mundo lá fora, que muitos querem viver nas cidades grandes, em busca de emprego, mas poucos sabem que será difícil encontrar a tranquilidade que temos aqui. E é nessa comunidade que, apesar das dificuldades, ainda temos nossa cultura viva”, disse Expedita.</p>
<p>“Acho que esse encontro é de grande importância pra que a gente possa mostrar ainda mais essas tradições que poucos conhecem. E, principalmente, promover esse intercâmbio entre povos diferentes, mas semelhantes na sua luta”, comentou ela. Opinião compartilhada por Givanildo Francisco, o Vana, liderança da comunidade indígena Kambiwá, que tem hoje nove aldeias e um total de, aproximadamente, 5 mil famílias. A agricultura e o artesanato são as marcas desse povo, que mantém firmes seus costumes. A dança toré e os praiás (rito religioso que busca a cura para os males do corpo e da alma) formam parte dessa identidade, que resiste ao tempo, às gerações e às tentações do mundo ao redor. “Acho que o mais importante pra nós é ter viva essa nossa história. Algo que temos orgulho”, falou Vana.</p>
<p>E se engana quem acredita que essa é uma afirmação típica de velhos conservadores. A herança ancestral também está presente nos mais novos. Na voz de Raíres Maria, 18 anos, há claro o desejo de perpetuar o legado indígena. Quando questionada sobre a possibilidade de um dia sair da sua terra, ela foi categórica: “Tá louco, menino? Sair daqui só se for pra mostrar nossa cultura lá fora, para as outras pessoas”, exclamou. “Não podemos jogar fora nossa história que tantos lutaram, e até morreram, para manter viva”, continuou. Afirmações como essas mostram que, sem dúvida, em meio a olhos curiosos por encontrar o que há de diferente no outro, as semelhanças são tamanhas. O desejo por continuar sua trajetória no mundo é uma delas. A sensação de que, apesar das diferenças, somos todos parte de um mesmo povo e que nos reconhecemos em nossas diferentes tradições, é a mais forte delas. Por isso, se segue adiante e se vive. Todos, filhos brasileiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Figurino do coco vira assunto em praça de Arcoverde</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Apr 2013 06:04:04 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4956" aria-labelledby="figcaption_attachment_4956" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8663416201_0c5de1c0fa_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-4956" alt="O figurino do coco foi tema de ação de design e moda na Praça da Bandeira, em Arcoverde. Foto: Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8663416201_0c5de1c0fa_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">O figurino do coco foi tema de ação de design e moda na Praça da Bandeira, em Arcoverde. Foto: Costa Neto</p></div>
<p>Nesta sexta-feira (19), o público do FPNC viveu uma experiência atípica sobre o coco, expressão cultural tradicional de Arcoverde. Em uma ação intitulada “A moda comentando o coco”, a produtora e figurinista, Jéssica Tavares, comentou roupas usadas pelos grupos de Samba de Coco Raízes e Coco Trupé, ambos de Arcoverde.</p>
<p>Partindo do entendimento de que a manifestação de cultura popular é também uma forma de representação cênica que se manifesta através da dança, Jéssica falou sobre a função do figurino na composição dos personagens, sobre o quanto podem representar costumes e hábitos de um determinado momento histórico. A análise, feita a partir das cores, dos cortes, das modelagens e dos estilos de cada figurino, foi feita propondo um diálogo com a história de cada um dos grupos.</p>
<p>De acordo com a produtora de moda, “as diferenças entre os tipos de roupa podem ser percebidas nas cores, no uso ou não do tecido sintético, que facilita a limpeza e custa menos, por exemplo”. Maria José, integrante do Coco Trupé, conta que “é sempre bom fazer os figurinos do grupo, invento na hora e sempre busco fazer coisas novas”, mas também alerta: “os babados dos vestidos tem que ser sempre da cor da calça dos homens”.</p>
<p>Tanto o Coco Raízes como o Trupé já estão trabalhando nos figurinos para os festejos juninos. Ao final da ação, Jéssica prometeu colaborar com ideias para as novas roupas: “É muito interessante essa troca de conhecimentos, quem faz moda costuma ter uma visão mais técnica, mas vou trazer elementos com os quais tenho prática e aproximá-los aos estilos dos grupos da região”.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Samba de Coco Malhada da Terra</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 18:10:16 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 19/04/2013. Trecho da apresentação do Samba de Coco Malhada da Terra, no Encontro de Coco em Arcoverde. Festival Pernambuco Nação Cultural Sertão do Moxotó. 19/04/2013</p>
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		<title>Poesia falada e cantada ao fundo da alma</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 11:04:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Encontro de Poesia Oral, em Arcoverde, trouxe cantadores, emboladores, repentistas e poetas de todo o estado Por Leonardo Vila Nova Uma poesia não se resume apenas a letras impressas no papel. Um bom declamador pode dar voz e sentimento ao que muito se quer dizer em versos. Por vezes, nem mesmo o papel é preciso, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Encontro de Poesia Oral, em Arcoverde, trouxe cantadores, emboladores, repentistas e poetas de todo o estado</em></p>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>Uma poesia não se resume apenas a letras impressas no papel. Um bom declamador pode dar voz e sentimento ao que muito se quer dizer em versos. Por vezes, nem mesmo o papel é preciso, apenas inspiração e dom. Essa capacidade de transformar o mundo ao redor em emoção é uma tradição comum à oralidade dos poetas nordestinos. Mas pouco ainda se conhece sobre esses verdadeiros artesãos da palavra. Nesta quinta-feira (18/4) a Budega da Poesia, em Arcoverde, foi palco para vários desses declamadores, repentistas e emboladores pernambucanos. Dentro da programação do FPNC, o Encontro da Poesia Oral trouxe poetas de várias regiões do estado, celebrando suas diversas formas de dizer poesia.</p>
<p>Um copo numa mão, o limão na outra e os versos na ponta da língua. Alguns goles da “água que passarinho não bebe” para temperar ainda mais a poesia. “Isso é pra deixar a garganta quente e poder cantar direitinho as toadas”, disse Inácio de Roxim, de Sertânia, que, junto ao irmão Tinuca de Roxim, começaram a entoar aboios em versos  que comovem de cara. Com Dejacir do Sítio Macambira e Luiz Freire, também de Sertânia, formam um quarteto falante, empolgado e bastante atuante no município. Segundo eles, são poucos os que ainda sustentam a tradição da oralidade em sua terra. “Ainda tem alguns cantadores de toadas lá em Sertânia, mas de, no máximo, seus 40 anos. Os mais novos não se interessam hoje em dia. Mas eu sigo fazendo as minhas, que é o que me deixa feliz, que me dá força pra viver a vida”, confessou Dejacir.</p>
<p>E os versos surgem de repente, sem ensaio e sob qualquer situação. Um puxa e o outro segue, numa sintonia impressionante. De improviso. “A gente não tem aquele aprendizado de escola, de doutor, alguns até nem sabem ler. Mas a gente tem um dom que vem no sangue, que vem da família. Então, o verso vem junto. O mote pode ser qualquer um”, disse Tinuca. A vida dura que todos têm na lida com o gado e com o corte da madeira não transforma as poesias em lamúrias. Muito pelo contrário; são uma forma de dar uma resposta forte ao cansaço que o cotidiano impõe. “A gente gosta mesmo é de falar de alegria. Aqui não tem choro, não”, disse Luiz Freire.</p>
<p>Entre uma toada e outra, percebe-se que a voz incansável destes poetas carrega gerações a fio de inspiração e de um dom que não se explica e não se aprende. Apenas se tem. Falando e cantando versos que vem do fundo da alma e a ela se destinam. Um encontro desses que emociona quem vê. E Arcoverde viu.</p>
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		<title>Público do festival vivencia experiência caleidoscópica</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 16:04:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Moxotó 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Furtado]]></category>
		<category><![CDATA[Videoinstalação “Caleidoscópia”]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_4994" aria-labelledby="figcaption_attachment_4994" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Caleidoscópia-Foto-Gabriel-Furtado.jpg"><img class="size-medium wp-image-4994" alt="Videoinstalação &quot;Caleidoscópia&quot;, ocupa a Estação Cultural - Arte de Reciclar, em Arcoverde. Foto: Gabriel Furtado" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Caleidoscópia-Foto-Gabriel-Furtado-607x270.jpg" width="607" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Videoinstalação &#8220;Caleidoscópia&#8221;, ocupa a Estação Cultural &#8211; Arte de Reciclar, em Arcoverde. Foto: Gabriel Furtado</p></div>
<p>Um caleidoscópio é uma coisa curiosa até para os mais interessados em ciência. Traduzindo para um “bom português”, o objeto é feito de papelão ou de metal, com vidros pequenos e coloridos no fundo, que reagem ao movimento de quem o maneja, mudando de cor e textura. Pensando em tornar o caleidoscópio ainda mais interativo, o artista multimídia Gabriel Furtado criou uma videoinstalação que reproduz os efeitos a partir das reações que o telespectador tem dentro dele. Sim, dentro dele.</p>
<p>A “Caleidoscópia” criada por Gabriel produz diversos efeitos a partir do movimento e do som do público que entra no ambiente em que a videoinstalação está montada. Tudo acontece com o auxílio de um computador, um projetor, uma câmera e um microfone. “Quero que o espectador se insira na obra e interaja com ela como se estivesse dentro dela. Cada pessoa, ou grupo, vivenciará uma arte diferente, já que eles próprios produzem as imagens”, explica Gabriel. Em Arcoverde, a intervenção vai de 18 a 20/4, das 14 às 18h, na Estação Cultural – Arte de Reciclar. A entrada é gratuita.</p>
<p>Para o idealizador de “Caleidoscópia”, a grande novidade da montagem, que surgiu em 2009, é levá-la para fora dos circuitos tradicionais de exibição. “Esse tipo de arte-tecnologia geralmente fica dentro de capitais, onde o público já está acostumado com a ousadia. Levar a experiência para o sertão vai ser algo totalmente novo”, afirma, eufórico, Gabriel.</p>
<p><strong>Serviço</strong><br />
<strong>Videoinstalação Caleidoscópia</strong><br />
Na Estação Cultural – Arte de Reciclar (Ateliê Wellington Santos) – Centro de Arcoverde<br />
Entre 18 e 20/4, das 14 às 20h<br />
Entrada franca</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Literatura nas ruas e budegas de Arcoverde e Sertânia</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 14:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura popular e artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[A Gente da Palavra]]></category>
		<category><![CDATA[Budega da Poesia em Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro de escritores e leitores]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro de Poesia Oral]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Moxotó 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Passeio Ciclístico da Poesia em Sertânia]]></category>

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		<description><![CDATA[Além de um festival repleto de música e espetáculos, o FPNC tem se firmado como um importante espaço para aproximar a instituição governamental dos agentes da cultura em suas mais diversas linguagens. Na Literatura, acontecem várias atividades gratuitas que buscam ainda o fortalecimento do setor através de seminários e ações. Segundo Wellington de Melo, coordenador [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Além de um festival repleto de música e espetáculos, o FPNC tem se firmado como um importante espaço para aproximar a instituição governamental dos agentes da cultura em suas mais diversas linguagens. Na Literatura, acontecem várias atividades gratuitas que buscam ainda o fortalecimento do setor através de seminários e ações. Segundo Wellington de Melo, coordenador da linguagem, a ideia é realizar encontros com a cadeia criativa e mediadora para mapear o setor em todas as regiões. “Em 2013 queremos conhecer mais sobre a realidade daqueles que lidam com leitura e literatura nas cidades”, afirma.</p>
<div id="attachment_5012" aria-labelledby="figcaption_attachment_5012" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8621654804_38d5fc8351_z1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5012" alt="Encontros buscam o fortalecimento do setor literário em todo o estado. Foto: Costa Neto" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/8621654804_38d5fc8351_z1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontros buscam o fortalecimento do setor literário em todo o estado. Foto: Costa Neto</p></div>
<p><strong>Passeio Ciclístico da Poesia em Sertânia</strong></p>
<p>Uma novidade desta edição é o Passeio Ciclístico da Poesia que alia o incentivo ao hábito de usar bicicletas à fruição da poesia. A pedalada acontece na cidade de Sertânia, na quinta-feira, a partir das 19h, e será intercalada com recitais em cada parada. Também em Sertânia acontece o ‘A Gente da Palavra’, projeto que circula todo o estado e será realizado pela segunda vez no Sertão do Moxotó. A ação consiste em levar poesia de porta em porta e acontece na quinta-feira, na Vila da Cohab, das 09h às 11h, e no bairro Mário Melo, das 15h30 às 17h30.</p>
<p><strong>Budega é ponto da literatura em Arcoverde</strong></p>
<p>Já a cidade de Arcoverde recebe dois encontros, de Poesia Oral e de Escritores e Leitores, voltados para a cadeia criativa, ambos na Budega da Poesia, em São Cristóvão. O primeiro será realizado na quinta-feira (18/4), às 19h, está em sua sua segunda edição e visa mapear as manifestações literárias ligadas à oralidade na região. O segundo tem o objetivo de difundir a produção literária contemporânea de diversas vertentes e também é um espaço de discussão para a realidade dos escritores da região. O Encontro de Escritores e Leitores acontece na sexta-feira (19/4), a partir das 15h.</p>
<p>Dentre as ações em Arcoverde acontece ainda o Seminário de Leitura e Bibliotecas – parte 2: Sertão do Moxotó, que busca aproximar a Comissão Intersetorial em Defesa das Bibliotecas, do Livro e da Leitura dos gestores de bibliotecas de cada região e, além de propor um espaço de capacitação, elaborar uma escuta para saber as reais necessidades do setor nas regiões para servir de subsídio na construção de políticas públicas. A ação acontece nessa quinta-feira (19/4), na Agência do Trabalho, a partir das 09h30.</p>
<p>“Como um dos polos mais fortes de Literatura, nada mais normal que a programação no Moxotó ganhe corpo a cada ano. Ainda há muito por conhecer e a cada edição do FPNC ficamos felizes em descobrir gente que está produzindo coisas muito legais e que vamos incorporando a nossas ações”, afirma Wellington de Melo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A noite é de dança no Palco Nação Cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Apr 2013 12:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fundarpe]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco Nação Cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Academia da Berlinda]]></category>
		<category><![CDATA[FPNC Sertão do Moxotó 2013]]></category>
		<category><![CDATA[Helton Moura e O Cambaio]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Paixão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula Cortes]]></category>
		<category><![CDATA[Móveis Coloniais de Acaju]]></category>
		<category><![CDATA[Samba de Coco Trupé de Arcoverde]]></category>
		<category><![CDATA[Udigrudi de Ave Sangria]]></category>

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		<description><![CDATA[Cultura popular pernambucana e uma atração inédita no Sertão do Moxotó estão na grade desta quinta (18/4) Por Leonardo Vila Nova A programação do Festival Pernambuco Nação Cultural segue movimentando a cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó. E o Palco Nação Cultural é o principal ponto de encontro das grandes atrações musicais que se [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5017" aria-labelledby="figcaption_attachment_5017" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/foto-divulgacao-moveis-complete02web.jpg"><img class="size-medium wp-image-5017" alt="Móveis Coloniais de Acaju estreia em Arcoverde (Foto: Divulgação)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/foto-divulgacao-moveis-complete02web-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Móveis Coloniais de Acaju estreia em Arcoverde (Foto: Divulgação)</p></div>
<p><em>Cultura popular pernambucana e uma atração inédita no Sertão do Moxotó estão na grade desta quinta (18/4)</em></p>
<p><strong>Por Leonardo Vila Nova</strong></p>
<p>A programação do Festival Pernambuco Nação Cultural segue movimentando a cidade de Arcoverde, no Sertão do Moxotó. E o Palco Nação Cultural é o principal ponto de encontro das grandes atrações musicais que se apresentam nestes dias.</p>
<p>Na noite desta quinta-feira (18/4), a cultura popular abre os trabalhos, às 21h, ao som da rabeca do Mestre Luiz Paixão, que mostrará o vigor da sua música concebida nos forrós de engenho e que hoje encanta gente nos quatros cantos do mundo. No show, ele apresentará canções do seu disco “Pimenta com pitú” e do seu novo trabalho, “A arte da rabeca”, com lançamento previsto para maio.</p>
<p>Em seguida, sai de cena o forró e o cavalo-marinho e entra o coco. Mestre Ciço leva ao palco o Samba de Coco Trupé de Arcoverde. Com o gingado e o ritmo contagiante de sua dança, o grupo vai botar todo mundo na brincadeira, que já é tradição e ultrapassa gerações na cidade. O repertório da apresentação está no CD “Vamo pra lá, vamo pra cá e não deixe o coco parar”, lançado recentemente.</p>
<p>Pela primeira vez tocando em Arcoverde, quem vem na sequência é a Academia da Berlinda, que desce as ladeiras de Olinda e chega ao Sertão do Moxotó com suas guarachas, merengues e cumbias, além de uma vestimenta moderna e um jeito <em>caliente</em> e debochado de ser. O repertório é recheado de sucessos dos seus dois álbuns, “Academia da Berlinda” e “Olindance”.</p>
<p>Também estreando em Arcoverde, a banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, que encerra a noite, coleciona passagens por Olinda e Recife, além de Garanhuns. As performances frenéticas, divertidas e – principalmente – interativas do grupo têm se tornado uma atração à parte nos seus shows. Além de, é claro, a mistura de ska, hardocre, pós-punk , garage rock e a autêntica irreverência brasileira, que eles definem como “feijoada búlgara”. No show desta noite, canções dos álbuns “Idem” e “C mpl te”. E, como não poderia deixar de ser, em se tratando de Móveis Coloniais de Acaju, surpresas são esperadas no palco (ou fora dele).</p>
<p>A programação do FPNC é totalmente aberta ao público. O Palco Nação Cultural está montado na Praça Virgínia Guerra, Centro de Arcoverde. Os shows começam sempre às 21h.</p>
<p><strong>Coreto<br />
</strong>Para aqueles que querem assistir a uma programação mais diversa, o eclético Polo Coreto, na Praça da Bandeira, centro de Arcoverde, é o local certo. Ele será ponto de encontro entre a música e outras expressões artísticas – como o circo e a poesia. Sempre a partir das 17h. Nesta quinta (18/4), a programação abre com a apresentação do Cia. Garret Circus, com o espetáculo Circo-lando Arte, que resgata a veia mambembe das performances de rua, com uma linguagem contemporânea.</p>
<p>Quem vem na seqüência é Helton Moura e O Cambaio, banda com origem em Arcoverde, que mescla influências poéticas do trovadorismo e a sonoridade setentista do Udigrudi de Ave Sangria e Lula Côrtes. Em Canto e Poesia, a terceira atração, irá presentear o público com sua música de forte veia lírica, recheada de poesia do Alto Sertão do Pajeú. Fechando a programação do dia, o projeto Coração de Poeta, de Sertânia.</p>
<p><strong>Confira a programação do Palco Nação Cultural até sábado (20/4):</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira, 18/4</strong><br />
- Luiz Paixão<br />
- Samba de Coco Trupé de Arcoverde<br />
- Academia da Berlinda<br />
- Móveis Coloniais de Acaju (Brasília)</p>
<p><strong>Sexta-feira, 19/4</strong><br />
- Nume<br />
- Juliano Holanda<br />
- Mombojó<br />
- Di Melo</p>
<p><strong>Sábado, 20/04</strong><br />
- Vertin Moura<br />
- Radiola Serra Alta<br />
- Os Sertões<br />
- Otto</p>
<p>&nbsp;</p>
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