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	<title>Portal Cultura PE &#187; FPNC Sertão do Pajeú 2012</title>
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		<title>Público no show de Tulipa Ruiz</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2012 16:47:42 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 03/08/2012. Sexta, 27 de julho de 2012, na praça de eventos de Triunfo, durante o Festival Pernambuco Nação cultural &#8211; Sertão do Pajeú 2012. Tulipa Ruiz &#8211; FPNC Sertão do Pajeú 2012.</p>
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		<title>Tulipa Ruiz &#8211; FPNC Sertão do Pajeú 2012</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2012 16:44:55 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Publicado em 03/08/2012. Sexta, dia 27 de julho de 2012, na praça de eventos de Triunfo, durante o Festival Pernambuco Nação Cultural &#8211; Sertão do Pajeú 2012.</p>
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		<title>Público lota praça de Triunfo na última noite</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 15:07:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Giselly Andrade A última noite do Palco Nação Cultural foi dedicada ao centenário de Luiz Gonzaga. O público, que lotou a praça de eventos de Triunfo no sábado (28/7), acompanhou desde o forró tradicional a releituras dos clássicos do Rei do Baião. Além de uma grande show do cantor Fagner, que veio pela primeira [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por Giselly Andrade</p>
<p>A última noite do Palco Nação Cultural foi dedicada ao centenário de Luiz Gonzaga. O público, que lotou a praça de eventos de Triunfo no sábado (28/7), acompanhou desde o forró tradicional a releituras dos clássicos do Rei do Baião. Além de uma grande show do cantor Fagner, que veio pela primeira vez à cidade e se emocionou com a receptividade das pessoas que acompanharam seu show, subiram ao palco Lindomar Souza e Baião Polinário.</p>
<p>O cantor e sanfoneiro Lindomar Souza abriu a programação. Quando o artista de Afogados da Ingazeira entrou em cena, o público ainda estava tímido, mas aos poucos foi se aproximando do palco e logo muitos casais já dançavam ao som dos grandes clássicos de Gonzagão. Em seguida, foi a vez do Baião Polinário, do Recife. O projeto, que tem entre os integrantes a cantora Isaar, busca dar às tradicionais músicas de Luiz Gonzaga e seus parceiros arranjos mais contemporâneos, mixando baião com hip hop, rap, entre outros estilos. O público aprovou e dançou do começo ao fim do show, sempre acompanhando as letras.</p>
<p>Quando chegou o momento da grande atração da noite subir ao palco, a praça de eventos, na beira do Lago João Barbosa, já estava pequena para tanta gente. Não só triunfenses, mas pessoas que vieram dos mais diversos lugares para assistir ao show, como foi o caso de Mônica Costa, farmacêutica. Ela veio de Arcoverde com o marido e uma tia apenas para ver Fagner. “Viajamos duas horas e vamos voltar ainda hoje. Estamos com muito pique para ver o show, porque por ele vale a pena”, disse Mônica, ansiosa por ouvir “Borbulhas de amor”.</p>
<div id="attachment_5746" aria-labelledby="figcaption_attachment_5746" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FPNC-2012-EM-001.jpg"><img class="size-medium wp-image-5746" alt="Mônica Costa saiu de Arcoverde especialmente para ver Fagner com a família (Foto: Edmar Melo)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FPNC-2012-EM-001-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Mônica Costa saiu de Arcoverde especialmente para ver Fagner com a família (Foto: Edmar Melo)</p></div>
<p>Ao subir no palco, Fagner foi recebido com muitos aplausos. Era a primeira vez que o cantor se apresentava em Triunfo e ficou muito feliz com o carinho com o que foi recebido. Ao conversar com o público, ele falou da emoção de estar cantando em um lugar com uma beleza tão inspiradora, além de estar satisfeito em fazer parte das homenagens do centenário de Luiz Gonzaga. Logo no início do show, ele homenageou o Mestre Lua cantando “A morte do vaqueiro”, acompanhado pelo público, que, aliás, seguiu o cantor do começo ao fim do show, quase como uma segunda voz, principalmente em grandes sucessos como “Espumas ao vento”, “Borbulhas de amor”, “Canteiros”, entre tantas outras. Depois do romantismo, Fagner colocou todo mundo para dançar forró.</p>
<div id="attachment_5748" aria-labelledby="figcaption_attachment_5748" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FPNC-2012-EM-004-1024x681.jpg"><img class="size-medium wp-image-5748" alt="Público lotou praça de eventos de Triunfo (Foto: Edmar Melo)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/FPNC-2012-EM-004-1024x681-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Público lotou praça de eventos de Triunfo (Foto: Edmar Melo)</p></div>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<p>O bloco que encerrou o show foi uma verdadeira mistura de grandes clássicos: “Asa branca”, “Noturno” e “Quando fevereiro chegar” fecharam a apresentação do cearense, que ainda jogou um chapéu de couro para o público como lembrança desse momento memorável que, certamente, ficará marcado na história da cidade de Triunfo.</p>
<p>Depois do show, o DJ 440 transformou a praça num grande baile dançante, que foi até as 3h da manhã com uma sequência de sambas e outros ritmos bem brasileiros.</p>
<p><strong>Coreto</strong><br />
A noite de homenagem a Luiz Gonzaga no Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú começou mais cedo no sábado (28/7), às 18h. No Palco Coreto, também na praça de eventos, o grupo As Severinas animou o público, que foi tomando a rua em frente ao Cine Teatro Guarany para dançar forró pé-de-serra. Formado por três mulheres de Itapetim e São José do Egito, elas encantaram a plateia com muita música e poesia. Em seguida, o grupo triunfense Só Triscando não deixar o forró parar, entoando sucessos como “Asa branca”, “No meu pé de serra” e “Numa sala de reboco”.</p>
</div>
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		<title>Quilombo Abelha em tarde de festa com o FPNC Sertão do Pajeú</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Jul 2012 14:07:58 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A comunidade recebeu culminância de oficina e apresentação de pífano e coco no último sábado (28/7), durante o festival Por Chico Ludermir “Antigamente o povo era mais corajoso. Enfrentavam o plantio da mandioca, construía casa de farinha… Era tudo vereda e todo mundo ia de boi para tirar madeira para as construções”, contou Sr. Sebastião [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5752" aria-labelledby="figcaption_attachment_5752" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Encontro-de-cultura-quilombola_Abelha_Carnaíba_peça.jpg"><img class="size-medium wp-image-5752" alt="Espetáculo de mamulengos da Tropa do Balacobaco (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Encontro-de-cultura-quilombola_Abelha_Carnaíba_peça-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Espetáculo de mamulengos da Tropa do Balacobaco (Foto: Costa Neto)</p></div>
<div id="attachment_5756" aria-labelledby="figcaption_attachment_5756" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Encontro-de-cultura-quilombola_Abelha_Carnaíba_público.jpg"><img class="size-medium wp-image-5756" alt="Público assistindo ao espetáculo na comunidade quilombola (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Encontro-de-cultura-quilombola_Abelha_Carnaíba_público-607x359.jpg" width="607" height="359" /></a><p class="wp-caption-text">Público assistindo ao espetáculo na comunidade quilombola (Foto: Costa Neto)</p></div>
<p style="text-align: left;">
<p><em>A comunidade recebeu culminância de oficina e apresentação de pífano e coco no último sábado (28/7), durante o festival<br />
</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>“Antigamente o povo era mais corajoso. Enfrentavam o plantio da mandioca, construía casa de farinha… Era tudo vereda e todo mundo ia de boi para tirar madeira para as construções”, contou Sr. Sebastião Gonçalo da Silva, 76 anos, morador da comunidade quilombola Abelha, em Carnaíba (PE). A lembrança, que Sebastião conta muito bem, serviu de mote para a peça apresentada no sábado (28/7) como resultado da oficina de teatro realizada no quilombo pelo Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú. Além do espetáculo, a tarde também  teatro de mamulengos e grupos de coco e pífano.</p>
<p>Um grupo formado por seis meninos da região reencenou a história da qual eles fazem parte, utilizando as técnicas aprendidas durante os dois dias com o professor Romualdo Freitas, da Associação Cultural Tropa do Balacobaco, da cidade de Arcoverde. “Foi uma experiência muito boa. Aprendemos teatro ao mesmo tempo em que refletimos sobre as nossas raízes”, afirmou Edna de Andrade, 22 anos. Neta de Sebastião, ela já tinha ouvido seu avô lhe contar outras recordações dos seus tempos de menino.</p>
<p>Depois de uma apresentação do espetáculo de mamulengos “Vade retro Satanás”, também da Tropa do Balacobaco, subiu ao palco uma banda de pífano que já vem na família de Seu Dezinho há mais de 120 anos. A Raízes do Caruá, composta por dois pífanos, uma zabumba, um caixa e um prato, tocou baião, marchinha e alvorada durante quase uma hora.</p>
<p>Quando já era noite, se apresentaram os grupos de Coco de Roda do Sítio Abelha – do qual Sebastião é o cantor e Edna, dançarina – e o Coco de Negros e Negras do Quilombo Leitão da Carapuça. Com uma pisada diferente das dos cocos do litoral, o trupé dos dançarinos fazia a marcação da música, complementando o som do pandeiro.</p>
<p>Ao final da festa, a coordenadora de Povos Tradicionais da Secretaria de Cultura do Estado, Érica Nascimento, estava satisfeita. “Já vínhamos fazendo essa articulação no sentido de incentivar o samba de coco da região e conseguimos fazer desse momento um encontro de brincadeiras das comunidades da região. Mais uma vez o festival vem chegando aonde não chegava e é o festival que recebe dos quilombolas”, afirmou Erica, de um lado, enquanto do outro, Sr. Sebastião concordava: “Estou muito feliz e emocionado ao lado de tanto gente boa. Chega tou suspenso”.</p>
<div id="attachment_5759" aria-labelledby="figcaption_attachment_5759" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Encontro-de-cultura-quilombola_Abelha_Carnaíba_sebastião1.jpg"><img class="size-medium wp-image-5759" alt="Pimenta Embolador e Sebastião Gonçalo no quilombo (Foto: Costa Neto)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Encontro-de-cultura-quilombola_Abelha_Carnaíba_sebastião1-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pimenta Embolador e Sebastião Gonçalo no quilombo (Foto: Costa Neto)</p></div>
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		<title>É hoje homenagem especial ao Rei do Baião</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 21:07:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Neste sábado (28/7), o Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú, em Triunfo, promete esquentar a noite, colocando todo mundo para dançar muito forró, com shows em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. Quem abre a noite no Palco Pernambuco Nação Cultural é o cantor e sanfoneiro Lindomar Souza, natural [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5785" aria-labelledby="figcaption_attachment_5785" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/fagner.jpg"><img class="size-medium wp-image-5785" alt="Fagner promete surpresa na sua homenagem a Luiz Gonzaga (foto: Val Lima)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/fagner-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Fagner promete surpresa na sua homenagem a Luiz Gonzaga (foto: Val Lima)</p></div>
<div>
<div>Neste sábado (28/7), o Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú, em Triunfo, promete esquentar a noite, colocando todo mundo para dançar muito forró, com shows em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião.</div>
<p>Quem abre a noite no Palco Pernambuco Nação Cultural é o cantor e sanfoneiro Lindomar Souza, natural de Afogados da Ingazeira, do Pajeú. Logo em seguida, é a vez do Baião Polinário. O projeto iniciado em 2010 é formado por artistas de diferentes correntes estéticas que se propõem a tocar o baião de uma maneira diferente, com uma sonoridade inovadora. No repertório, grandes sucessos de Luiz Gonzaga e seus parceiros Humberto Teixeira, Zé Dantas e seu grande sucessor Dominguinhos.</p>
<p>Para encerrar a noite, quem sobe ao palco Pernambuco Nação Cultural é o cantor Fagner. Com grandes expectativas para o show, o artista disse se sentir inspirado pela beleza da cidade de Triunfo. “Estou encantado com esta cidade, certamente será um show muito inspirador. Tenho certeza de que Triunfo me trará um público muito especial”, diz Fagner, que antecipou que cantará seus grandes sucessos, como “Canteiros”, “Borbulhas de amor”, “Espumas ao vento”, entre outros.</p>
<p>O cantor também prestará sua homenagem a Luiz Gonzaga. “Sempre cantei músicas do Mestre Lua e este ano é ainda mais especial. Ele merece todas as homenagens e o povo de Triunfo pode esperar uma muito especial em meu show”, disse o artista que afirmou ter preparado uma surpresa para homenagear o Rei do Baião.</p>
<p><strong>Confira a programação deste sábado (28/7) no palco:<br />
</strong>22h – Lindomar Souza<br />
23h – Baião Polinário<br />
0h – Fagner</p>
</div>
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		<title>Teatro de Rua provoca curiosidade e interação</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 21:07:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Intervenção “Estar aqui ou ali” integrou na sexta (27/7) a programação de artes cênicas. Neste sábado (28/7), é a vez de “Roliúde” Por Giselly Andrade Muitas pessoas se encontravam em Triunfo, por volta das 20h, próximo ao Coreto da cidade, quando, de repente, apareceram dois homens: o primeiro caminhava rápido, carregando uma mochila, de tênis [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Intervenção “Estar aqui ou ali” integrou na sexta (27/7) a programação de artes cênicas. Neste sábado (28/7), é a vez de “Roliúde”</em></p>
<p>Por Giselly Andrade</p>
<p>Muitas pessoas se encontravam em Triunfo, por volta das 20h, próximo ao Coreto da cidade, quando, de repente, apareceram dois homens: o primeiro caminhava rápido, carregando uma mochila, de tênis e roupa colorida. O outro o acompanhava segurando um guarda-chuva. Sem entender o que acontecia, o público começou a se aproximar curioso. Aos poucos, a intervenção “Estar aqui ou ali”, que integrou ontem (27/7) a programação de artes cênicas do Festival Pernambuco Nação Cultural do Sertão do Pajeú, em Triunfo, foi interagindo com o público e buscando aguçar a curiosidade do povo para provocar a reflexão sobre temas como a utilização dos espaços público e privado.</p>
<div id="attachment_5795" aria-labelledby="figcaption_attachment_5795" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/intervenção-fpnc.jpg"><img class="size-medium wp-image-5795" alt="Intervenção &quot;Estar aqui ou ali&quot;, de Kleber Lourenço, foi feita em Triunfo (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/intervenção-fpnc-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Intervenção &#8220;Estar aqui ou ali&#8221;, de Kleber Lourenço, foi feita em Triunfo (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>A intervenção veio a Triunfo pela primeira vez e, segundo o ator Kleber Lourenço, que levou três anos para pesquisá-la e montá-la, foi uma experiência muito particular apresentá-la no festival. “Ter a plateia como coautora de um espetáculo é sempre estimulante, principalmente quando você se apresenta num espaço público. Foi muito gratificante a participação das pessoas aqui em Triunfo, meu trabalho fluiu com facilidade”, afirmou o artista.</p>
<p>A programação de Teatro de Rua termina neste sábado (28/7), com o monólogo “Roliúde”, às 20h, próximo ao Coreto de Triunfo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma festa cheia de história</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 16:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Conheça um pouco dos que fazem a memória da Festa dos Estudantes de Triunfo, que chega à 54ª edição junto ao FPNC do Pajeú Por Raquel Holanda Era final de julho de 1942 quando os amigos Gastãozinho, Nivan Antas, Josias Pereira, Manoel Andrade, Zé Pacheco, Evandro Norões e Zuzinha Amara, que estudavam no Recife, resolveram [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5808" aria-labelledby="figcaption_attachment_5808" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/IMG_8302.jpg"><img class="size-medium wp-image-5808" alt="Ivanilda Viana no dia em que foi coroada rainha da festa (Foto: arquivo pessoal)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/IMG_8302-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Ivanilda Viana no dia em que foi coroada rainha da festa (Foto: arquivo pessoal)</p></div>
<p><em>Conheça um pouco dos que fazem a memória da Festa dos Estudantes de Triunfo, que chega à 54ª edição junto ao FPNC do Pajeú</em></p>
<p>Por Raquel Holanda</p>
<p>Era final de julho de 1942 quando os amigos Gastãozinho, Nivan Antas, Josias Pereira, Manoel Andrade, Zé Pacheco, Evandro Norões e Zuzinha Amara, que estudavam no Recife, resolveram fazer um baile que marcaria o final das férias em Triunfo. Os anos se passaram e, na década de 1980, o que era uma simples celebração expandiu suas proporções, passando a acontecer durante uma semana.</p>
<p>Hoje, já são 60 anos da união dos estudantes triunfenses para celebrar as férias. Para os que fizeram parte desta história e ajudaram a construir esta festa, que faz do Sertão do Pajeú um dos destinos mais procurados na última semana de julho em Pernambuco, o saudosismo é um sentimento comum. Conversei com duas gerações de uma família que participou ativamente dessa história: Carlos Ferraz e Erick Gustavo Ferraz, pai e filho que nas décadas de 1970/1980 e 1990, respectivamente, participaram da equipe que organizava a Festa dos Estudantes de Triunfo.</p>
<p>“A ideia era só fazer uma despedida das férias, com um baile no último sábado, no Clube Sociedade Triunfense de Cultura”, comenta Carlos Ferraz. O triunfense, que presidiu a comissão da festa em 1982, também revelou que por alguns anos, não precisamente lembrados por ele, o baile não aconteceu. “Era em meados dos anos 70 quando a organização desandou e muitos estudantes perderam o interesse, fazendo com que o baile só voltasse a existir 1976/1977”. O dia de despedida das férias era marcado por torneios esportivos no Stella Maris pela manhã e, à noite, um baile de gala encerrava a programação.</p>
<p>No tempo em que a Festa dos Estudantes era comemorada em apenas uma noite de gala, o baile era o momento de coroação da rainha. Ivanilda Viana foi uma das moças que, vestida em trajes finos, conquistou o trono em 1976. Segundo ela, hoje funcionária pública, a festa era uma oportunidade interessante para conhecer pessoas. “Eu era muito jovem e o baile tinha como maior objetivo ser um momento de socializar e fazer amigos”, descreveu a ex-rainha. O brilho da conquista também foi um desafio para Ivanilda. “Eu vim de uma família simples, minha mãe era viúva, então chegar a ser rainha da festa foi uma grande aventura, não esperava de forma alguma vencer a disputa. E tudo isso me ajudou muito”, recorda.</p>
<p>Dentre as lembranças do tempo em que era estudante, o triunfense Denis Carlos Gomes, hoje funcionário público, relembra o carro de som de Otoni Propaganda. “Otoni Propaganda fez a animação da festa entre 1977 e 1997, com seu carro de som da Pitu. Ele envolvia com poesia a Festa dos Estudantes”, recorda Denis. Ele  ressalta ainda que “isso é a memória de um trabalho de integração feito por e para os estudantes de Triunfo”. Mas como “bom triunfense”, como se define, Denis diz que já participava da celebração ainda na infância. “Desde criança já participava da festa. Há uns 12 anos mais ou menos participei da minha primeira oficina. Era uma oficina de teatro com Marília Rameh. Depois, comecei a participar da organização e hoje novamente estou contribuindo com ela”, conta Denis, atualmente membro dos Amigos Estudantes Triunfenses, um grupo, que segundo ele, se reúne para resgatar as boas lembranças da Festa dos Estudantes de Triunfo.</p>
<p><strong>Crescimento</strong></p>
<p>Após 40 anos de sua criação, a Festa dos Estudantes de Triunfo resolveu ganhar novos ares e expandiu sua programação, chegando a ser realizada durante uma semana. Carlos Ferraz conta que  foi responsável pela ampliação do evento, introduzindo ao seu conceito uma vasta atividade cultural, com exibição de espetáculos de teatro, dança, passeios turísticos e ações sociais. “Muitos não acreditaram que isso daria certo, mas vamos buscando apoio aqui outro ali, e mesmo não tendo dinheiro algum, conseguimos fazer uma grande festa que tinha o baile como o alto da programação”, explica.</p>
<p>Uma vez ampliada a celebração, os próprios estudantes passaram a fazer jus a essa tradição. “A festa já estava consolidada quando eu me tornei presidente, o que buscamos aperfeiçoar foi a conotação voltada para as artes que a semana dos estudantes tinha de forte”, diz Erick Gustavo Ferraz, que presidiu a comissão organizadora da festa em sua 40ª e 41ª edições.</p>
<p>Hoje, a Festa dos Estudantes de Triunfo, que já aconteceu durante o chamado Circuito do Frio, chega à sua 54ª edição e é realizada no mesmo período da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural, que atualmente é feita em várias regiões do estado pela Secretaria de Cultura de Pernambuco e Fundarpe, que seguem investindo na continuidade e na qualidade da festa triunfense. Além de Triunfo, o festival acontece em mais nove cidades do Sertão do Pajeú, como Serra Talhada, São José do Egito, Tabira, Tuparetama e outras, com shows, espetáculos, oficinas e diversas ações.</p>
<p>Confira aqui programação do FPNC do Pajeú <a title="AQUI" href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/Programação-–-Sertão-do-Pajeú-2012.docx" target="_blank">AQUI</a>.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Fim de semana começa bem em Triunfo</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/fim-de-semana-comeca-bem-em-triunfo/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 14:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Orquestra Rockfônica de Frevo, Tulipa Ruiz e Lenine se apresentaram na noite de sexta (27/7) do FPNC do Sertão do Pajeú Por Chico Ludermir A noite da sexta-feira (27/7) trouxe a Orquestra Rockfônica de Frevo, Tulipa Ruiz e Lenine para o Palco Nação Cultural, em Triunfo. Começou o fim de semana e o público se fez presente, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5813" aria-labelledby="figcaption_attachment_5813" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662232390_c96b688ffd_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5813" alt="Orquestra Rockfônica abriu a noite tocando rock em ritmo de frevo (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662232390_c96b688ffd_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Orquestra Rockfônica abriu a noite tocando rock em ritmo de frevo (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p><em>Orquestra Rockfônica de Frevo, Tulipa Ruiz e Lenine se apresentaram na noite de sexta (27/7) do FPNC do Sertão do Pajeú</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>A noite da sexta-feira (27/7) trouxe a Orquestra Rockfônica de Frevo, Tulipa Ruiz e Lenine para o Palco Nação Cultural, em Triunfo. Começou o fim de semana e o público se fez presente, deixando cheia a praça de eventos. Abrindo o palco pontualmente às 22h, o maestro Ademir Araújo comandou a mistura de rock em ritmo de frevo: músicas dos Beatles, Rolling Stones, Iron Maiden e Nirvana tocadas sem guitarra ou baixo elétrico e, sim, com todos os instrumentos de uma orquestra de frevo.</p>
<p>“O frevo recebe muito bem qualquer ritmo. Fazemos versões sem bulir em nenhuma nota. Aqui não é o país do futebol, é o país da música”, afirmou o maestro, de boné, óculos escuros e cheio de atitude rockeira. Os flautins, clarinetes, sax, trompetes, pandeiro agradaram a plateia. “Eles são muito massa. É uma mistura perfeita”, afirmou Andrei Gonçalves, 18 anos, que dançou animadíssimo durante todo o show. Andrei veio junto com outras 21 pessoas de São José do Egito, cidade próxima também do Sertão do Pajeú, para ver Lenine, mas acabou positivamente surpreendido logo no primeiro show.</p>
<p>Revelação da nova MPB, Tulipa Ruiz começou com “Efêmera”, música que também dá título ao seu primeiro álbum, lançado em 2011. Cantando todos sucessos que fizeram do seu disco de estreia um dos mais aclamados pela crítica, a cantora fez ainda uma versão de “Da maior importância”, imortalizada na voz de Gal Costa. Performática como de costume, a paulista se enrolou no fio do microfone e quase deitou no chão. Apesar de estar prestes a lançar o novo CD,“Tudo tanto”, Tulipa não cantou nenhuma música do novo projeto.</p>
<div id="attachment_5814" aria-labelledby="figcaption_attachment_5814" class="wp-caption img-width-322 aligncenter" style="width: 322px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662571756_50b0a84690_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5814" alt="Tulipa Ruiz foi de &quot;Efêmera&quot; (foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662571756_50b0a84690_z-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Tulipa Ruiz foi de &#8220;Efêmera&#8221; (foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>A noite foi fechada com um Lenine aclamado pelo público. A própria Tulipa saiu do backstage para ver o pernambucano no gargarejo do palco. “Isso é só o começo”, cantou enquanto se mostrava para um público que se manteve animadíssimo até o final. Numa pegada mais acústica, o cantor mesclou músicas do seu último trabalho, “Chão” (2011), com sucessos já consagrados e muito conhecidos, como “Leão do Norte”, “Paciência” e “Hoje eu quero sair só”, com que finalizou o show.</p>
<div id="attachment_5817" aria-labelledby="figcaption_attachment_5817" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662746962_9b320265e2_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5817" alt="Lenine tocou repertório com pegada acústica (foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662746962_9b320265e2_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">Lenine tocou repertório com pegada acústica (foto: Eric Gomes)</p></div>
<p style="text-align: left;">No palco, Lenine esteve acompanhado apenas do seu filho, Bruno Giorgi, e o guitarrista JR Tostoi. Visivelmente sentindo prazer de estar ali, o cantor dançou, conversou e afagou o público de Triunfo, que ainda pedia mais, mesmo depois do bis. Neste sábado (28/7), no último dia do Palco Nação Cultural de Triunfo, se apresentam Lindomar Souza, Baião Polinário e Fagner, em uma noite em homenagem ao centenário de Luiz Gonzaga.</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Palco Coreto</strong></p>
<div id="attachment_5819" aria-labelledby="figcaption_attachment_5819" class="wp-caption img-width-322 aligncenter" style="width: 322px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662034892_45e4c1b3a5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5819" alt="Zezinho e Som Brasil, de Arcoverde (Foto: Eric Gomes)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7662034892_45e4c1b3a5_z-322x486.jpg" width="322" height="486" /></a><p class="wp-caption-text">Zezinho e Som Brasil, de Arcoverde (Foto: Eric Gomes)</p></div>
<p>Também nesta sexta-feira (27/7) se apresentaram no Palco Coreto, no início da noite, Zezinho do Acordeom e Som Brasil, além do Quarteto Egan. O primeiro mostrou um chorinho misturando o batuque do pandeiro, cavaquinho e violão de sete cordas à melodia do acordeom. Como não podia faltar, o grupo se despediu com a consagrada “Brasileirinho”, de Waldir Azevedo. Segunda atração, o Quarteto Egan foi das “Quatro estações”, do italiano Vivaldi, a “Asa Branca”, imortalizada na voz do pernambucano Luiz Gonzaga, tudo tocado com dois violinos, uma viola e um violoncelo.</p>
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		<title>AbraCASAbra lotou Cine Teatro Guarany</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 13:07:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ilusionista caruaruense apresentou, nesta sexta-feira (27/7), espetáculo que mistura encenação e mágica. Por Chico Ludermir Um Cine Teatro Guarany lotado se impressionou ao ver as mágicas de Rapha Santacruz. O espetáculo se chama AbraCASAbra; o enredo, nada mais do que o cotidiano do artista. Ele chega em casa, arruma aqui, limpa ali, coloca água no aquário. [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Ilusionista caruaruense apresentou, nesta sexta-feira (27/7), espetáculo que mistura encenação e mágica.</em></p>
<div id="attachment_5882" aria-labelledby="figcaption_attachment_5882" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7661980276_f9b58a51fb_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5882" alt="De Caruaru, Rapha Santacruz impressionou público do Guarany, em Triunfo (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7661980276_f9b58a51fb_z-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">De Caruaru, Rapha Santacruz impressionou público do Guarany, em Triunfo (Foto: Eric Gomes/Secult-PE)</p></div>
<div>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Um Cine Teatro Guarany lotado se impressionou ao ver as mágicas de Rapha Santacruz. O espetáculo se chama AbraCASAbra; o enredo, nada mais do que o cotidiano do artista. Ele chega em casa, arruma aqui, limpa ali, coloca água no aquário. O que poderia ser simples, no entanto, é entrecortado por truques de deixar qualquer um intrigado: o lixeiro cospe o papel de volta, a tigela de água que ele usa para encher o aquário não esvazia nunca e a mesa levita e faz um duo de dança com o ilusionista.</p>
<p>Dos 165 lugares, todos ocupados, se ouviam risos e aplausos a cada ato. Da terceira fila, Lucilene Gomes foi convidada para participar de um número com bolinhas. Quando todo mundo achava que na mão dela teria uma, tinha duas. Quando seriam duas, tinham três. Quando se pensava existirem três, nenhuma. “Eu achei um espetáculo. Foi mágico e criativo. Fiquei com vergonha no começo, mas me diverti muito com essa experiência”, contou Lucilene acompanhada por suas duas filhas.</p>
<p>Além das bolinhas que se multiplicaram e desapareceram, Rapha ainda partiu e juntou de diversas formas uma corda e engoliu luz; cuspiu uma fita colorida com vários metros e  transformou moeda em caneta. “Encontrei aqui um público muito receptivo. Crianças e adultos que interagiram o tempo todo”, conto o mágico que está pela primeira vez em Triunfo, ao final do espetáculo. Neste sábado (28/7), a programação do Cine Teatro Guarany se encerra às 17h, com a apresentação de Decripolou Dotepou.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Um dia para debater Cancão</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2012 12:07:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Julya Vasconcelos Quando chegava em algum lugar em que estavam recitando suas poesias, Cancão escutava atento cada palavra declamada. No final, vibrava, aplaudia, disparando um clássico “muito bem, muito bem!”, e perguntava, para a surpresa de todos: “de quem é essa poesia?”. A pesquisadora Karlla Christine Souza, da Universidade Estadual do Rio Grande do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5887" aria-labelledby="figcaption_attachment_5887" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659840994_ec36203cd5_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5887" alt="Pesquisadora fala sobre oralidade, escrita e memória (Foto: Ricardo Moura) " src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659840994_ec36203cd5_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Pesquisadora fala sobre oralidade, escrita e memória (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Por Julya Vasconcelos</p>
<p>Quando chegava em algum lugar em que estavam recitando suas poesias, Cancão escutava atento cada palavra declamada. No final, vibrava, aplaudia, disparando um clássico “muito bem, muito bem!”, e perguntava, para a surpresa de todos: “de quem é essa poesia?”.</p>
<p>A pesquisadora Karlla Christine Souza, da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, conta essa história durante a palestra “O Cantar do Pajeú – Tradição e oralidade na poética popular”, apresentada hoje às 15h30, em São José do Egito. Quando Cancão pergunta de quem é a poesia, isso simboliza, segundo a pesquisadora, um gesto de doação, de despreendimento em relação a sua própria produção. “Cancão sabia que a poesia que fazia não era dele, mas um bem coletivo, cultural”, explica, completando que existe uma espécie de acervo coletivo, sem dono, de palavras ditas e reditas, ao qual os poetas recorrem.</p>
<p>A palestra da professora problematizou sobretudo o caráter fugidio da oralidade, e a importância dos ritos, como as cantorias, os desafios e as mesas de glosa, que acabam por ter a função de manter viva a tradição. A memória, o imaginário do sertão, e a coexistência do popular e do erudito na poesia de Cancão foram temas tocados na exposição da pesquisadora.</p>
<div id="attachment_5888" aria-labelledby="figcaption_attachment_5888" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659860580_c443369dd8_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5888" alt="Josivaldo Custódio fala sobre as proximidades das obras de Augusto dos Anjos e Cancão (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659860580_c443369dd8_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Josivaldo Custódio fala sobre as proximidades das obras de Augusto dos Anjos e Cancão (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Popular e erudito também permearam a fala do segundo palestrante do dia, o Prof. Dr. Josivaldo Custódio. Um estudo comparativo das obras de Cancão e Augusto dos Anjos foi apresentado, ressaltando aspectos interessantes da obra do poeta egipciense que dialogam com a do inclassificável Augusto dos Anjos. A melancolia e o pessimismo dos poemas de Cancão foram debatidos. “Ele monta um eu-lírico que se indigna com a mãe-natureza, que cria os seus filhos e os come”, diz o pesquisador sobre um dos poemas de Cancão que analisa durante a apresentação.</p>
<p>No mesmo dia houve o lançamento do livro “Cancão, o gênio inocente”, de Paulo Passos, que reúne poemas de vários escritores do Sertão do Pajeú em homenagem ao grande poeta de São José do Egito. “Cancão não era um poeta só sertanejo, era um poeta parnasiano, modernista, realista. Ele é um dos grandes poetas da literatura brasileira”, diz o o autor e poeta.</p>
<div id="attachment_5889" aria-labelledby="figcaption_attachment_5889" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659894276_b22d0a6ab4_z.jpg"><img class="size-medium wp-image-5889" alt="Caio Menezes, de S. J. do Egito, arranca aplausos na Mesa de Glosa (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/7659894276_b22d0a6ab4_z-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Caio Menezes, de S. J. do Egito, arranca aplausos na Mesa de Glosa (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Fechando o dia intenso, uma mesa de glosas com poetas de Tuperatama, Afogados da Ingazeira, Tabira, Itapetim e São José do Egito prendeu a atenção de uma platéia composta por estudantes, crianças, e sobretudo poetas. As melhores rimas arrancaram aplausos entusiasmados do público. Por fim, Chico Pedrosa e Bia Marinho animaram o público com o “Show de Palavras ao Plenilúnio”, no Centro Cultural Professor Bernardo Jucá.</p>
<p>Neste sábado a programação continua intensa na cidade de São José do Egito:</p>
<p>10h30 às 12h30 – Mesa de Prosa: A casa do ébrio<br />
Facilitadores/prosadores: Antônio de Catarina, Zé Silva, Edvaldo da Bodega, Sebastião Siqueira (Beijo), Cícero Formosino, Pedro Tunu, Reginaldo, Ida de Coraci, Joselito Nunes, Donzílio Luiz.<br />
Apresentação: Edinaldo Leite<br />
Local: Sheko´s Bar</p>
<p>15h às 16h – Palestra<br />
O conto popular e a poesia de Cancão – um estudo comparativo<br />
Facilitador: Profª Drª Maria Nazareth Arrais (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>16h às 17h15 – Aula espetáculo: A serra do Teixeira e o nascimento do Poeta Pássaro<br />
Facilitadores: Edison Roberto, Marcos Passos e Greg Marinho.<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>17h30 às 18h30 – Palestra de encerramento<br />
A poesia de Cancão como marco do Pajeú<br />
Facilitador: Prof. Dr. Nélson Barbosa (UFPB)<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>19h às 20h – Recital Poético<br />
Apresentação: Marcos Passos<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>20h30 às 21h45 – Mesa Redonda: Cancão e a tradição poética do Pajeú<br />
Facilitador: Aroldo Ferreira Leão (UNIVASF), Neném Patriota, Colégio Interativo (São José do Egito), Meca Moreno (UNICORDEL).<br />
Local: Centro de Inclusão Digital</p>
<p>22h – Show Depois da Chuva<br />
Em Canto em Poesia e Tonino Arcoverde<br />
Local: Centro de Cultura Professor Bernardo Jucá</p>
<p>&nbsp;</p>
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