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	<title>Portal Cultura PE &#187; François Moïse Bamba</title>
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		<title>Projeto imersivo reúne práticas da oralidade do Sertão do Pajeú e da África Ocidental</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2023 14:15:24 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Funcultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Do Burkina Faso a Terras Quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[François Moïse Bamba]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/Casa-de-Farinha-quilombo_foto-de-Paula-Vanina.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-98418" alt="Paula Vanina/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/01/Casa-de-Farinha-quilombo_foto-de-Paula-Vanina-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a></p>
<p>Criado em 2020, com a proposta de reunir as tradições orais da África Ocidental e do Sertão do Pajeú, o projeto imersivo “Do Burkina Faso a Terras Quilombolas” ganha continuidade em 2022. Entre os dias 14 e 24 de janeiro, o artista contador de histórias africano François Moïse Bamba, do país Burkina Faso, volta a Pernambuco para realização de um conjunto de atividades artísticas e culturais de intercâmbio entre as comunidades quilombolas Abelha, Travessão do Caroá, Brejo de Dentro e Gameleira, no município de Carnaíba. A iniciativa conta com incentivo do Governo de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>Será uma imersão no patrimônio imaterial local das comunidades, em diálogo com o universo cultural do artista convidado, tendo como guia sua prática profissional no campo da oralidade, da narração e da transmissão e salvaguarda do patrimônio imaterial. François Moïse Bamba é um dos contadores de histórias de maior reconhecimento na África Ocidental, que vem viajando o mundo como um porta-voz das culturas tradicionais orais de sua região. <em>“Quando se tornou contador, François foi buscar seu repertório no vilarejo de origem de sua família, coletando histórias do seu povo, os Sénoufo. É toda essa experiência do artista que vai guiar o processo que será realizado conjuntamente com as comunidades, que também tem uma riquíssima prática da oralidade: junto a lideranças e jovens da comunidade, conversaremos sobre como coletar histórias, iremos a campo à escuta das histórias, para depois trabalhá-las numa oficina de narração&#8221;</em>, explica Laura Tamiana, uma das idealizadoras do projeto e tradutora em cena.</p>
<p>Ao final do encontro será realizada uma grande roda de histórias, aberta ao público. <em>“A proposta é valorizar e reativar essa prática da narração em contextos familiares e comunitários, que permitem a transmissão dos saberes e fazeres locais, além de munir os jovens e a Comissão Quilombola da arte da narração, pelo viés da prática oral africana, uma ferramenta potente na luta pelo seu reconhecimento”</em>, completa Karuna de Paula, co-idealizadora.</p>
<p>A relação entre François Bamba e a arte de contar histórias vem da infância. <em>“Desde pequeno, tive a sorte de ter meu pai que contava histórias. Pouco a pouco, um grupo de crianças contadoras se constituiu, tentando imitar as histórias do meu pai. Indo coletar os contos, eu descobri um outro valor da vida, um outro valor do humano, que começa a desaparecer nas grandes cidades”, comenta o ator. “Então, assim que eu soube que viria encontrar comunidades, foi um grande prazer para mim, porque significava, imediatamente, poder conhecer mais e também compartilhar as palavras de onde eu venho, além de encontrar as palavras daqui, desta comunidade”</em>, completa.</p>
<p><em>“As tradições orais carregam uma imensa sabedoria. Acreditamos que colocar em contato essas práticas, entre pessoas de cá e de lá, seja profundamente enriquecedor para ambos os lados, pois o encontro permite reconhecermos no corpo a conexão antes de tudo humana que a oralidade traz, e mais precisamente a conexão histórica que existe, e através desse corpo torná-la atual e viva, abrindo caminho para novos possíveis”</em>, pontua Laura Tamiana, que desde 2017 trabalha em parceria com Bamba, com atividades artísticas e culturais entre o Brasil e o Burkina. “<em>Quando vivemos o encontro e a experiência no corpo, quando encontramos realmente a partir da presença, tem algo que fica impresso na gente, no sentido do afeto, que é extremamente transformador”</em>, finaliza.</p>
<p>O projeto não pretende parar por aí. O passo seguinte será buscar caminhos para viabilizar a ida de integrantes das comunidades para participarem do FIASSE – Festival Internacional das Artes da Cena e dos Saberes Endógenos, organizado por Bamba anualmente em seu país. <em>“Eu ouvi algumas pessoas falando que conhecer a África é conhecer a história delas que foi negada. E história é memória. E memória é poder”</em>, afirma Karuna de Paula.</p>
<p><strong>“Do Burkina Faso a Terras Quilombolas: um encontro pela oralidade” -</strong> Em 2020, François Moïse Bamba visitou pela primeira vez as comunidades quilombolas Abelha, Travessão do Caroá, Brejo de Dentro e Gameleira, no sertão do Pajeú. O subtítulo dessa primeira etapa do projeto “Do Burkina Faso a Terras Quilombolas” foi &#8220;Um encontro pela oralidade”. Durante oito dias, Bamba e uma pequena equipe residiram na comunidade de Abelha, com um programa que incluía atividades e momentos cotidianos, espaços para o artista e os moradores das quatro comunidades partilharem mutuamente suas heranças e vivências na tradição oral. Foi um intercâmbio cultural carregado de identificação e vivências compartilhadas, unindo as tradições orais da África Ocidental e do Sertão pernambucano.</p>
<p>O registro da experiência, feito em foto e vídeo pela artista Paula Vanina, que integrou a equipe em imersão, se transformou em um documentário, também nomeado &#8220;Do Burkina Faso a Terras Quilombolas: um encontro pela oralidade”. O filme, que teve estreia em agosto de 2021, está disponível para o público no canal de YouTube de Laura Tamiana.</p>
<p><iframe title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/2BQXYjhqwQE" height="400" width="600" allowfullscreen="" frameborder="0"></iframe></p>
<p><strong>A relação com o Brasil -</strong> O projeto “Do Burkina Faso a Terras Quilombolas” se insere no contexto de uma colaboração mais ampla entre o Brasil e o Burkina Faso. Desde 2017, François Moïse Bamba e Laura Tamiana trabalham juntos, realizando projetos culturais e artísticos entre seus países. A dupla deu ao conjunto de suas atividades realizadas em parceria o nome de Ba-kô, que na língua africana Bambara tem dois significados: “as costas da mãe” e “do outro lado da margem”, esse nome simbolizando para eles o convite a ir ao encontro do outro, à descoberta do mundo, a partir de um lugar de acolhimento e cuidado, já que é nas costas que as mães africanas carregam seus bebês.</p>
<p><em>“Nos encontramos no palco graças ao nosso fazer artístico e rapidamente muitas afinidades se criaram. Nosso desejo é o de alargar cada vez mais essa ponte, para que mais pessoas de cá e de lá possam se encontrar, esse é o objetivo dos nossos projetos”</em>, explica Laura. A artista, que se tornou parceira do FIASSE, festival de patrimônios imateriais realizado por Bamba em seu país, vem também através de sua produtora, a Terreiro Produções, organizando anualmente turnês de Bamba no Brasil, com apresentações de contos, oficinas, conferências e intercâmbios. Após a realização deste projeto no sertão do Pajeú, será a vez de Recife acolher uma oficina e uma apresentação do artista, no final do mês de janeiro, últimas atividades desta turnê que já passou por São Paulo e Rio de Janeiro antes de chegar em Pernambuco.</p>
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		<title>François Moïse Bamba traz mais cultura africana para Pernambuco</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Nov 2018 18:33:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artes Cênicas]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Bongar]]></category>
		<category><![CDATA[Burkina Faso]]></category>
		<category><![CDATA[François Moïse Bamba]]></category>
		<category><![CDATA[Xambá]]></category>

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		<description><![CDATA[Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife. No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_64933" aria-labelledby="figcaption_attachment_64933" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Geyson Magno</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno.jpg"><img class="size-medium wp-image-64933" alt="Geyson Magno" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2018/11/geysonmagno-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">François Moïse Bamba vem para Recife, Olinda e Aldeia para realizar vivências, oficinas e apresentações. </p></div>
<p>Após passar por São Paulo, Bahia, Maranhão, Alagoas e interior de Pernambuco, o contador de histórias africano François Moïse Bamba retorna ao Estado com agenda na Região Metropolitana do Recife<i>.</i> No Brasil pela terceira vez, o ator natural do Burkina Faso (país no Oeste da África) e reconhecido pelo mundo como “o ferreiro contador”, levará apresentações e oficinas para o Recife, Olinda, e Aldeia (Camaragibe) entre os dias 2 e 10 de dezembro. A circulação do artista no Brasil tem a produção da pernambucana Terreiro Produções e o apoio do Institut Trançais du Brésil e Consulado da França no Nordeste.</p>
<p>A programação do artista em Pernambuco inicia no próximo domingo (2), das 9h às 17h, em dia de vivência junto à natureza, em Aldeia. O encontro é formatado com um passeio na mata embalado por contação de histórias, banho de bica, almoço, vivência e bate-papo. Já de segunda (3) a quarta-feira (5), na Fundaj, em Casa Forte, François comanda uma oficina sobre a oralidade como base educacional, em uma atividade voltada para contadores, artistas, educadores e demais interessados em histórias e oralidade. Ainda na Fundaj, o artista se apresenta no dia 10 de dezembro dentro da programação de um seminário da instituição em torno da cultura africana.</p>
<p>Na quarta-feira (5) também é a vez da Comunidade Xambá, em Olinda, receber o contador de histórias que fará uma apresentação com participação do Grupo Bongar. Por lá, François Moïse também dará uma oficina destinada aos jovens da comunidade. “A África é parte tão fundamental da nossa história como Brasil, e apesar disso resta ainda tão desconhecida de nós. Sinto que esse contato atual, que pode acontecer através da arte, é algo extremamente curador para nós, como indivíduos, como povo. Algo que nutre, preenche, reconhece, liberta”, anota Laura Tamiana, que além da tradução, também produz a turnê do artista.</p>
<p>Consigo, o “ferreiro contador” carrega cinco repertórios de contos tradicionais do Burkina Faso, dentre os quais escolhe as histórias que serão contadas na hora da apresentação de acordo com a sua percepção do público presente. As narrativas retratam os povos do país africano com suas culturas, histórias, crenças, valores e visões de mundo, para um enriquecimento mutuo e promoção do respeito às diferenças.  A turnê ainda passará pela cidade de Natal, no Rio Grande do Norte, nos dias 9 e 10 de dezembro.</p>
<p><b>Sobre François Moïse Bamba</b><br />
O contador de histórias e ator do Burkina Faso foi iniciado na arte do conto por seu pai e criado em estreita relação com a tradição da cultura e da arte griot. Credita sua formação artística principalmente a Hassane Kouyaté, Habib Dembélé e Jihad Darwiche. Coletou e reescreveu contos do Burkina Faso, alguns deles dando origem a CD, DVD e livros publicados na França. Hoje é reconhecido internacionalmente por seu trabalho e viaja o mundo inteiro. Desde 2003, participou de festivais, na França, no Niger, Egito, Djibouti, Congo, Québec, Martinica e outros. No Brasil, esteve duas vezes, em 2011, no festival África Diversa no Rio de Janeiro; e em 2017 no festival FETEAG, em Recife e Caruaru.  Foi por diversos anos diretor artístico do festival Yeleen, no Burkina Faso, diretor artístico e cultural da Maison de la Parole (Casa da Palavra) e coordenador geral da rede internacional de contadores de histórias da África do Oeste Afrifogo. Realiza em seu país o Festival Internacional dos Patrimônios Imateriais, que a cada edição propõe um mergulho em uma das 65 etnias do Burkina Faso.</p>
<p><b><span style="text-decoration: underline;">SERVIÇO:</span></b></p>
<p><b>Vivência, oficina e bate-papo: “Na escuta da natureza”</b><br />
<i>2/12, das 9h às 17h</i><br />
<b>Proposta:</b> Um passeio contado com histórias e músicas ao longo de uma pequena caminhada pela mata. A programação traz ainda banho de bica, almoço, vivência em torno da oralidade e bate-papo.<br />
<b>Local:</b> Clube Sete Casuarinas (Aldeia – Camaragibe)<br />
<b>Acesso:</b> inscrições prévias (R$ 150) com vagas limitadas. Informações: (81) 9.9961.1423</p>
<p><b>Oficina: “A oralidade como base educacional “</b><br />
<i>De 3 a 5/12, das 9h às 13h</i><br />
<b>Proposta:</b> Descobrir os contos e experimentar a arte de contar, explorar as fontes onde encontrar suas histórias, descobrir as ferramentas da contação, descobrir suas próprias capacidades narrativas e criativas, encontrar sua própria palavra como contador, criar e enriquecer seu repertório e melhorar duas capacidades vocais e criativas.<br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito (vagas limitadas e as inscrições podem ser feitas pelo <a href="mailto:oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br" target="_blank">oficinacontacaodehistorias@fundaj.gov.br</a>. Informações: 3073.6489</p>
<p><b>Apresentação: “Na escola dos ancestrais</b>” (part. Grupo Bongar)<br />
<i>5/12, às 19h, </i><br />
<b>Proposta:</b> “Em quase todo vilarejo, tem uma grande praça, com uma grande árvore, e debaixo dessa grande árvore, ao longo dos dias e das noites, encontramos os mais velhos prontos a nos dar conselhos, a compartilhar uma palavra com todo ouvido pronto a escutá-los. De onde venho, dizemos que não importa a beleza de uma palavra, ela é em vão se não tem ouvidos para escutá-la”.<br />
<b>Local:</b> Pracinha Tio Luís, Quilombo da Xambá (Olinda)<br />
<b>Acesso</b>: Colaboração espontânea (um produto de limpeza para ajudar na manutenção do Centro Cultural Grupo Bongar – Nação Xambá)</p>
<p><b>Apresentação: Palavras de mulheres do meu vilarejo</b><br />
<i>10/12, às 19h</i><br />
<b>Local:</b> Fundaj (Avenida Dezessete de Agosto, 2187, Casa Forte)<br />
<b>Acesso:</b> Gratuito</p>
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