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	<title>Portal Cultura PE &#187; fred jordão</title>
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		<title>Exposição fotográfica de Fred Jordão segue aberta até o dia 20 de fevereiro</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/exposicao-fotografica-de-fred-jordao-segue-aberta-ate-o-dia-20-de-fevereiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 17:46:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcus Iglesias</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A exposição “Sertão”, do fotógrafo pernambucano Fred Jordão, foi prorrogada por conta do sucesso de público e seguirá agora até o dia 20 de fevereiro no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. Aberta na primeira semana de novembro do ano passado, a mostra já recebeu mais de 12 mil visitantes. Fruto de um trabalho [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_90838" aria-labelledby="figcaption_attachment_90838" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fred Jordão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/SERTAO_24032011_©FredJordao_7092.jpg"><img class="size-medium wp-image-90838" alt="Fred Jordão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/SERTAO_24032011_©FredJordao_7092-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a><p class="wp-caption-text">. Ao todo, são exibidas 110 fotografias, em formatos variados e impressas em canvas</p></div>
<p>A exposição “Sertão”, do fotógrafo pernambucano Fred Jordão, foi prorrogada por conta do sucesso de público e seguirá agora até o dia 20 de fevereiro no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda. Aberta na primeira semana de novembro do ano passado, a mostra já recebeu mais de 12 mil visitantes.</p>
<p>Fruto de um trabalho que vem sendo construído desde a década de 90, a exposição “Sertão”, inclui fotografias do livro Sertão Verde – Paisagens (publicado em 2012), do documentário Sertão Século 21 (em produção), além de sucessivas viagens e pesquisas desenvolvidas por Fred Jordão durante os últimos 25 anos. Ao todo, são exibidas 110 fotografias, em formatos variados e impressas em canvas. As visitas acontecem de terça a domingo, das 9h às 17h.</p>
<p>A exposição respeita todos os protocolos de segurança sanitária estabelecidos pelas autoridades governamentais para eventos culturais. O design de exposição e peças gráficas são de autoria de Carla Gama e as ampliações fotográficas foram feitas no Atelier de Impressão. A produção executiva do projeto é de Maria Rosa Maia.</p>
<div id="attachment_90839" aria-labelledby="figcaption_attachment_90839" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Fred Jordão/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/SERTAO_©FredJordao_DSC7124.jpg"><img class="size-medium wp-image-90839" alt="Fred Jordão/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/02/SERTAO_©FredJordao_DSC7124-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Exposição foi produzida com incentivo do Funcultura</p></div>
<p>Audiodescrição - Um dos diferenciais do projeto é o cuidadoso processo de audiodescrever a exposição, um trabalho que durou meses e foi realizado pelas audiodescritoras Liliana Tavares e Silvia Albuquerque, da Com Acessibilidade Comunicacional, que desenvolveram o projeto em forma de visita guiada.</p>
<p>Com o recurso, os deficientes visuais, sem nenhum agendamento prévio, podem solicitar o tour com audiodescrição e guia. Através das faixas, é possível ouvir a descrição das imagens, receber orientações sobre direções, posições, indicações de sons e também ouvir os textos e poemas que intercalam as fotografias, assinados, respectivamente, por Fred e pela poeta, cantora e compositora Ágda. Ainda é possível pausar, pular ou voltar as faixas da audiodescrição.</p>
<p>“Sertão”, que conta também com um catálogo, com fotos, textos e poemas, tem patrocínio do Governo do Estado de Pernambuco, por meio do Funcultura, e conta com o apoio da Cepe Editora (@cepeeditora) e do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, por meio da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco – Adepe (@agenciaadepe), ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (@sdecpe).</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço:</strong></span><br />
Exposição Sertão, do fotógrafo pernambucano Fred Jordão<br />
Local: Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Largo do Varadouro, Olinda-PE. @mercadoeufrasiobarbosa<br />
Horário de visitação: Terça a domingo das 9h às 17h.<br />
Instagram do autor: <a href="https://www.instagram.com/fredvjordao/" target="_blank"><strong>@fredvjordao</strong></a><br />
Site: <strong><a href="http://www.fredjordao.com.br/" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=http://www.fredjordao.com.br/&amp;source=gmail&amp;ust=1643993824704000&amp;usg=AOvVaw3ojXnt0EAevCtFt0ps_lg_">www.fredjordao.com.br</a></strong></p>
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		<title>Em cartaz no Mercado Eufrásio Barbosa, mostra &#8220;Sertões&#8221; ganha audiodescrição</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/em-cartaz-no-mercado-eufrasio-barbosa-mostra-sertoes-ganha-audiodescricao/</link>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2021 17:47:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atento à importância da acessibilidade para todos os públicos, o fotógrafo pernambucano Fred Jordão lança neste sábado (18), às 16h, a audiodescrição da exposição “Sertão”, que segue em exposição no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, apresentando, através de imagens, textos – e agora, áudios – uma visão diferente do estereótipo de terra seca [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/SERTAO_RN_18FEV2011_FredJordao-4796.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-89966" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/12/SERTAO_RN_18FEV2011_FredJordao-4796-607x403.jpg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>Atento à importância da acessibilidade para todos os públicos, o fotógrafo pernambucano Fred Jordão lança neste sábado (18), às 16h, a audiodescrição da exposição “Sertão”, que segue em exposição no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, apresentando, através de imagens, textos – e agora, áudios – uma visão diferente do estereótipo de terra seca e rachada. A mostra conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura.</p>
<p>O cuidadoso processo de audiodescrever a exposição, um trabalho que durou meses, foi realizado pelas audiodescritoras Liliana Tavares e Silvia Albuquerque, da Com Acessibilidade Comunicacional, que desenvolveram o projeto em forma de visita guiada.</p>
<p>Assim, os deficientes visuais, sem nenhum agendamento prévio, podem solicitar o tour com audiodescrição e guia. Através das faixas, é possível ouvir a descrição das imagens, receber orientações sobre direções, posições, indicações de sons e também ouvir os textos e poemas que intercalam as fotografias, assinados, respectivamente, por Fred e pela poeta, cantora e compositora Ágda. Ainda é possível pausar, pular ou voltar as faixas da audiodescrição.</p>
<p><em>“Antes do lançamento do recurso, os textos foram revisados por deficientes visuais e pelo próprio Fred, tudo para garantir a fidelidade ao projeto”</em>, explica Liliana Tavares, que também empresta a voz ao tour guiado.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Exposição</strong></span><br />
Fruto de um trabalho que vem sendo construído desde a década de 90, a exposição “Sertão”, que fica em cartaz até o dia 4 de fevereiro, no mais novo espaço cultural de Olinda, inclui fotografias do livro Sertão Verde – Paisagens (publicado em 2012), do documentário Sertão Século 21 (em produção), além de sucessivas viagens e pesquisas desenvolvidas por Fred Jordão durante os últimos 25 anos. Ao todo, são exibidas 110 fotografias, em formatos variados e impressas em canvas. As visitas acontecem de de terça a domingo, das 9h às 17h.</p>
<p>Vale ressaltar que a exposição respeita todos os protocolos de segurança sanitária estabelecidos pelas autoridades governamentais para eventos culturais. O design de exposição e peças gráficas são de autoria de Carla Gama e as ampliações fotográficas foram feitas no Atelier de Impressão. A produção executiva do projeto é de Maria Rosa Maia.</p>
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		<title>Fred Jordão inaugura a exposição fotográfica &#8220;Sertão&#8221;, no Mercado Eufrásio Barbosa</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2021 15:13:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O fotógrafo pernambucano Fred Jordão abre, nesta quinta-feira (4), às 19h, no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, a sua mais nova exposição. “SERTÃO”, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, apresenta uma visão diferente do estereótipo de terra seca e rachada com carcaças de [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Sertão-de-FRED-JORDÃO.jpeg"><img class="alignnone size-medium wp-image-88971" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2021/11/Sertão-de-FRED-JORDÃO-607x403.jpeg" width="607" height="403" /></a></p>
<p>O fotógrafo pernambucano Fred Jordão abre, nesta quinta-feira (4), às 19h, no Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, em Olinda, a sua mais nova exposição. “SERTÃO”, que conta com incentivo do Governo do Estado de Pernambuco, por meio dos recursos do Funcultura, apresenta uma visão diferente do estereótipo de terra seca e rachada com carcaças de bichos mortos e pobreza gritante. Imagens de uma região verdejante, ancorada nas chuvas, e apontando para as transformações por que passa este território tão presente no imaginário coletivo.</p>
<p>Para o artista, o Sertão do século XXI reúne não só a idealização de um espaço consagrado pela literatura regionalista como o território das ausências e reconhecido repositório de tradições e guardião de saberes, mas também um Sertão Contemporâneo e conectado com o mundo globalizado. <em>“Vejo o Sertão como um território repleto de inquietações e ebulições. As transformações que vêm acontecendo nas últimas décadas criaram camadas distintas &#8211; o velho e o novo, o moderno e o arcaico convivem numa simbiose original. O Sertão permanece tradicional e ao mesmo tempo desperta moderno”</em>, resume Jordão.</p>
<p>Fruto de um trabalho que vem sendo construído desde a década de 90, a exposição inclui fotografias do livro &#8220;Sertão Verde &#8211; Paisagens&#8221; (2012), do documentário &#8220;Sertão Século 21&#8243; (em produção), além de sucessivas viagens e pesquisas desenvolvidas pelo autor durante os últimos 25 anos. Sertão é composta por 110 fotografias, em formatos variados e impressas em canvas.</p>
<p>Arqueologia Contemporânea, Cartografia, Sertão Verde e Retratos são os Espaços/Ensaios que fazem parte da expografia desta que é a oitava mostra do fotógrafo. Ele publicou vários livros, entre eles, o “RECIFE”, finalista do Prêmio Jabuti 2020.</p>
<p>A exposição no mais novo espaço cultural de Olinda conta com audiodescrição (Com Acessibilidade Comunicacional) e respeitará todos os protocolos de segurança sanitária estabelecidos pelas autoridades governamentais para eventos culturais. O design de exposição e peças gráficas são de autoria de Carla Gama e as ampliações fotográficas foram feitas no Atelier de Impressão. A produção executiva do projeto é de Maria Rosa Maia.</p>
<p>“Sertão” segue em cartaz até o dia 4 de fevereiro de 2022. A mostra conta com o apoio da Cepe Editora e do Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, por meio da Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe), ligada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco. O horário de visitação vai de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.</p>
<p><strong>O AUTOR -</strong> Com formação em jornalismo, Fred Jordão conheceu o Sertão no final da década de 80 quando atuou em alguns dos principais veículos de comunicação do País. As pautas, via de regra, eram todas relacionadas à seca, à fome, e à miséria. “O interesse da mídia, era sempre pelos estereótipos que representavam a seca no sertão”.</p>
<p>Foi nos anos 1990, durante as filmagens do Longa Metragem Baile Perfumado e em trabalhos de documentação técnica para Codevasf e Articulação do Semi-Árido (ASA), que começou a despertar para os ciclos de chuva no Sertão, descobrindo uma região repletas de vida e riquezas.</p>
<p>Por vários anos percorreu a região do semi-árido nordestino, do Piauí a Bahia, sempre durante os períodos de chuva. Foi também durante estas longas viagens que compreendeu as mudanças que a chegada da eletrificação rural proporcionava nos lugares mais remotos.</p>
<p>Durante as viagens, Jordão resolveu reler os clássicos do regionalismo, Graciliano, Raquel de Queiroz, José Lins do Rego, Euclides e Ariano. Repassando a história do Sertão pelas letras, pelo cinema do cangaço, os retirantes de Portinari, e as músicas de Luiz Gonzaga. <em>“Que sertão era aquele de gente saudável e feliz, que não fazia parte daquele enredo consagrado do sertão de pedra, pau e poeira?”</em>, questionava-se.</p>
<p>Em 2012, Jordão editou o livro &#8220;Sertão Verde &#8211; Paisagens&#8221;, com texto de Xico Sá, amigo pessoal de quem recebeu o livro “A Invenção do Nordeste”, do professor Durval Muniz de Albuquerque Jr. <em>“Foi uma grande descoberta. Estava tudo sintetizado ali, de uma forma extraordinária. A cristalização de um estereótipo que já não corresponde à realidade atual. O sertão é outro e poucas pessoas sabem disso”</em>, diz Jordão. &#8220;Sertão Verde&#8221; mostra, de forma sutil, essas contradições.</p>
<p>A partir de então, continuou a fotografar o sertão com os olhos atentos a este momento de transformações. Atualmente, além da exposição em cartaz, desenvolve mais uma parte deste projeto com o documentário Sertão Século 21, com depoimentos de sertanejos sobre que sertão é este que desabrocha no novo século.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Serviço</strong></span><br />
Exposição fotográfica “Sertão”, por Fred Jordão<br />
Abertura: 4 de Novembro de 2021 (quinta-feira), às 19h<br />
Local: Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa, Largo do Varadouro, Olinda-PE.<br />
Horário de visitação: terça-feira a domingo, das 9h às 17h.<br />
Instagram do autor: <a href="https://www.instagram.com/fredvjordao/" target="_blank"><strong>@fredvjordao</strong></a><br />
Site: <a href="http://www.fredjordao.com.br/" target="_blank"><strong>www.fredjordao.com.br</strong></a></p>
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		<title>Três livros da Cepe são semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 21:50:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Cepe Editora conta com três títulos entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020, que chega à 62ª edição. A relação geral dos dez finalistas por categoria (20 ao todo) foi divulgada, nesta quinta-feira (22), pela Câmara Brasileira do Livro. Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958), com roteiro de Clarice Hoffmann e de Abel Alencar,  ilustrado por [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Cepe Editora conta com três títulos entre os semifinalistas do Prêmio Jabuti 2020, que chega à 62ª edição. A relação geral dos dez finalistas por categoria (20 ao todo) foi divulgada, nesta quinta-feira (22), pela Câmara Brasileira do Livro. <i>Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958),</i> com roteiro de Clarice Hoffmann e de Abel Alencar,  ilustrado por Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira, concorre na categoria Histórias em Quadrinhos; <i>Solo para vialejo</i>, de Cida Pedrosa, disputa a categoria Poesia; e <i>Recife – Fotografias: </i><i>1986-2018</i>, de Fred Jordão, está entre os dez em Fotografia. No dia 5 de novembro, será divulgada a lista dos cinco finalistas por categoria, e, no dia 26, acontecerá a cerimônia virtual que revelará os vencedores.</p>
<div id="attachment_79441" aria-labelledby="figcaption_attachment_79441" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Cepe/Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/cepe-semifinalista-prêmio-jaboti.jpg"><img class="size-medium wp-image-79441" alt="Cepe/Divulgação" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2020/10/cepe-semifinalista-prêmio-jaboti-607x303.jpg" width="607" height="303" /></a><p class="wp-caption-text">&#8220;Solo para vialejo&#8221; disputa a categoria Poesia; &#8220;Obscuro fichário dos artistas mundanos (1934-1958)&#8221; concorre na categoria Histórias em Quadrinhos; e &#8220;Recife – Fotografias: 1986-2018&#8243; está entre os dez em Fotografia</p></div>
<p>Álbum de estreia do Selo HQ da Cepe Editora, <i><strong>Obscuro Fichário dos Artistas Mundanos</strong>, </i>foi inspirado no projeto de pesquisa da jornalista e produtora cultural Clarice Hoffman, realizado entre os anos de 2014 e 2017, e que teve como fonte os arquivos da Delegacia de Ordem Política e Social (Dops). Em 115 páginas coloridas, a HQ apresenta quatro histórias baseadas em fatos reais ocorridas durante a ditadura de Getúlio Vargas. Em 2020, o livro também foi destacado pelo Prêmio Grampo 2020, conferido por jornalistas e críticos especializados no segmento literário, entrando na lista dos dez melhores títulos em quadrinhos publicados no Brasil.</p>
<p><strong><i>Recife &#8211; Fotografias: </i><i>1986-2018</i></strong>, de Fred Jordão, documenta as transformações urbanas sofridas pela cidade ao longo dos 30 anos. Em 175 fotografias, revela os muitos contrastes da metrópole, marcada pela extrema pobreza e opulência, pela riqueza arquitetônica e o passado em decadência. Em textos assinados, o arquiteto e urbanista Luiz Amorim e o pesquisador José Afonso Jr. – ambos professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) -  refletem tais mutações.</p>
<p>Com 128 páginas,<strong> <em>Solo para vialejo</em></strong>, de Cida Pedrosa, é um longo poema épico-lírico que se inicia em percurso (geográfico e sentimental) do litoral rumo ao Sertão. Um retorno às memórias da escritora, natural de Bodocó, em busca de sua própria identidade. Uma narrativa poética que, carregada de referências à poesia moderna, à música e à cultura pop, também reflete fragmentos coletivos, como a diáspora de homens e mulheres que deixaram o litoral migrando para o Sertão com a chegada do branco colonizador.</p>
<p><b>ABEU</b> -A Cepe Editora também é finalista do 6º Prêmio ABEU 2020, concedido pela Associação Brasileira de Editoras Universitárias. O livro  Moema Cavalcanti: livre para voar (2019), coedição da Cepe e da Imprensa Oficial de São Paulo (Imesp), foi selecionado e concorre na categoria Projeto Gráfico. Os vencedores serão conhecidos na próxima segunda-feira (26), em cerimônia transmitida pelo Canal do YouTube da ABEU, a partir das 19h.</p>
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