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	<title>Portal Cultura PE &#187; fulni-ô</title>
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		<title>Buíque, cidade com fortes raízes indígenas, abre o festival com entoadas Fulni-ô nesta sexta-feira (30)</title>
		<link>https://www.cultura.pe.gov.br/buique-cidade-com-fortes-raizes-indigenas-abre-o-festival-com-entoadas-fulni-o-nesta-sexta-feira-30/</link>
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		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 23:13:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagens: Afrorec Texto: Isabella Ferreira Os mais de 50 mil habitantes do município de Buíque receberam nesta sexta-feira (30) os primeiros grupos de cultura popular, com a responsabilidade de abrir o festival na cidade. E para ressaltar as profundas raízes indígenas, as entoadas possuíam diversos porta-vozes carregando suas respectivas histórias e tradições na Praça Major [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_112887" aria-labelledby="figcaption_attachment_112887" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-3.jpg"><img class="size-medium wp-image-112887" alt="Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagens: Afrorec" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-3-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagens: Afrorec</p></div>
<p dir="ltr">Imagens: Afrorec<br />
Texto: Isabella Ferreira</p>
<p dir="ltr">Os mais de 50 mil habitantes do município de Buíque receberam nesta sexta-feira (30) os primeiros grupos de cultura popular, com a responsabilidade de abrir o festival na cidade. E para ressaltar as profundas raízes indígenas, as entoadas possuíam diversos porta-vozes carregando suas respectivas histórias e tradições na Praça Major França, em frente ao relógio de Buíque.</p>
<p dir="ltr">Por volta das 14h, o grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas pisou pela primeira vez em Buíque, cantando em sua língua materna, o Uiapê, entoadas da tribo Fulni-ô.</p>
<p dir="ltr">“O primeiro cântico que fizemos foi pedindo a Deus para que abençoasse aquele espaço. O segundo, a gente pediu que as crianças respeitem os mais idosos; o terceiro foi uma história sobre como não devemos brigar entre si, e por aí em diante”, afirmou o líder do grupo, Six.</p>
<p dir="ltr">Não foi só a primeira vez do grupo se apresentando. Alunos da Escola Municipal Antônio Yoyo, de Buíque, viram pela primeira vez a apresentação de um grupo de cultura popular indígena.</p>
<p dir="ltr">&#8220;Eu gostei de tudo, mas o que eu mais gostei foi deles dançando, porque eu nunca tinha visto antes como era&#8221;, disse Victória, aluna do 5º ano da instituição, de 10 anos. Muitos de seus colegas demonstraram não só o mesmo interesse, como a mesma resposta: nunca haviam presenciado uma apresentação como aquela ou até mesmo ouvido a língua materna Fulni-ô.</p>
<p dir="ltr">“Estar aqui representa uma força, por eu estar mostrando o que é meu. Mesmo pessoas de tão perto, talvez nem conheçam a fundo a história. E eu estou passando, estou levando a história por onde eu passo. Estar aqui é resistência”, completou Six.</p>
<div id="attachment_112889" aria-labelledby="figcaption_attachment_112889" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-112889" alt="Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagens: Afrorec" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/Flishimayá-2-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagens: Afrorec</p></div>
<p dir="ltr">Do coco das raízes indígenas para o coco de trupé do grupo Coco Fulô do Barro, de Arcoverde, foi apenas um pulo. Em uma mistura de músicas mais populares e das tradicionais, o coco de roda do Fulô do Barro parou muitos alunos que transitavam da volta para casa para prestigiar a performance.</p>
<p dir="ltr">Assim que o relógio bateu 16h, a Praça Major França mudou das histórias de raízes indígenas para as tradições dos brinquedos que vieram do trabalho no corte de cana. O Cavalo Marinho Boi da Luz, formado pelo descendente de Mestre Salustiano, Patrimônio Vivo de Pernambuco, Dinda Salu, estreou o som da rabeca para quem passava perto do Palco Zuzuada, completando o primeiro dia do Palco das Culturas Populares em Buíque.</p>
<div id="attachment_112893" aria-labelledby="figcaption_attachment_112893" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-30-at-19.12.39.jpeg"><img class="size-medium wp-image-112893" alt="Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque - Imagens: Afrorec." src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2024/08/WhatsApp-Image-2024-08-30-at-19.12.39-607x404.jpeg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Grupo Flishimayá Fulni-ô de Águas Belas durante o Festival Pernambuco Meu País, em Buíque &#8211; Imagens: Afrorec.</p></div>
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		<title>Caruaru se transforma na Capital de Todos os Ritmos</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Aug 2024 05:01:44 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É a Capital do Forró. É a Capital do Forró. É por isso que Caruaru é a Capital&#8230; do coco, da ciranda, do samba, do frevo, do maracatu, do caboclinho&#8230; Sim, desde esta sexta-feira (9), Caruaru, a Capital do Forró, tornou-se a capital de todos os ritmos pernambucanos. O Festival Pernambuco Meu País chegou com força na Princesa do Agreste desde cedo.</p>
<p>Logo no começo da tarde, as ruas do Centro do município foram tomadas por diversas manifestações culturais e todos os trilhos levavam à antiga Estação Ferroviária, onde estacionou o caminhão-palco, que abriu os trabalhos do País das Culturas Populares com o Grupo Cultural Indígena Fetxha, de Águas Belas (Agreste); Dona Del do Coco e Ciranda e o Grêmio Recreativo Escola de Samba Preto Velho, ambos de Olinda (Região Metropolitana do Recife).</p>
<p>Nesta etapa acontece uma experiência de interação das atrações que sobem ao palco-caminhão com as que desfilam em cortejo pelas ruas. Enquanto o Fetxha se apresentava, por exemplo, passou o Batalhão Flor de Lis de bacamarteiros de Barra de Guabiraba (Agreste). No palco, o grupo fulni-ô tocou forró e coco prestando homenagens a João do Pife e a Azulão, expoentes da cultura popular caruaruense. Cantando em sua língua originária e em português, também prestou tributo ao antepassados e fez sua própria versão de Asa Branca (Luiz Gonzaga &amp; Humberto Teixeira).</p>
<p>Depois foi a vez de Dona Del, Ouro Preto/Tabajara (Olinda) mostrar porque é uma autêntica instituição quando se trata de manter viva a tradição do coco e da ciranda no Estado. Quase dava para ver subir a poeira sobre o piso de alvenaria do pátio e até ouvir o barulho do mar no Centro da Princesa do Agreste. Com seu grupo de voz e percussão, Dona Del destilou seu repertório próprio com temas de seu imaginário e até composições bastante atuais e engajadas, como Vidas Negras Importam, que dispensa explicações. Enquanto a coquista-cirandeira soltava sua voz, pelo pátio desfilavam a trupe da Associação de Bacamarteiros São João.</p>
<p>Já adentrando a noite, a Escola de Samba Preto Velho trouxe sua versão de palco, com vozes, cavaco, percussão, bailarinos e passistas provocando um Carnaval fora de época no País das Culturas Populares. Em um repertório de sambas-enredos, MPB e cultura popular interpretou canções como Retalhos de Cetim (Benito di Paula); Não Deixe o Samba Morrer (Edson Conceição, Aloísio &amp; Alcione), sucesso da Marrom; Vou Festejar (Jorge Aragão, Dida &amp; Deoci) e Coisinha do Pai (Jorge Aragão, Almir Guineto &amp; Luiz Carlos), hits da Madrinha do Samba; Mas que Nda (Jorge Ben Jor); É Hoje (Didi Mestrino), enredo da União da Ilha de 1982; O que É, o que É (Gonzaguinha); e Zé do Caroço (Leci Brandão). Ficou aquele gostinho de quero mais.</p>
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		<title>Filme pernambucano é destaque no 56° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 16:59:01 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O filme Sekhdese mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_107091" aria-labelledby="figcaption_attachment_107091" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03.png"><img class="size-medium wp-image-107091" alt="Divulgação" src="https://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2023/12/03-607x314.png" width="607" height="314" /></a><p class="wp-caption-text">Longa-metragem Sekhdese, de Alice Gouveia e Graciela Guarani</p></div>
<p>O filme <em>Sekhdese</em> mergulha nas profundezas das aldeias indígenas do Sertão de Pernambuco trazendo à luz a riqueza cultural e as lutas incontáveis enfrentadas pelos povos originários. Dirigido por Alice Gouveia e Graciela Guarani, e com produção de Carla Francine, da Casa de Cinema de Olinda, o documentário estreia no mais prestigiado evento da Sétima Arte do País: o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que chega à 56ª edição. A avant-première acontece nesta quarta-feira (13), no Cine Brasília, com a presença das diretoras e equipe de produção.<br />
Sekhdese é uma expressão carregada de significado, sendo uma palavra &#8211; em yathê &#8211; na língua fulni-ô, que traduzida para o português significa sabedoria. Estruturado em depoimentos colhidos de 2018 a 2023, durante expedições às aldeias indígenas, e com registros de manifestações em Brasília, o documentário expõe a verdadeira sabedoria presente nos relatos das mulheres.<br />
De acordo com as diretoras, a ideia de fazer o filme surgiu em janeiro de 2018 entre as mulheres fulni-ôs, donas dessa língua. Na época Alice e Graciela estavam ministrando oficinas de realização audiovisual e fazendo filmes curtos com um grupo de alunos quando resolveram começar a entrevistar as mulheres do local.<br />
“O que acreditamos ter é um importante conjunto de relatos que tragicamente parecem convergir para questões relativas ao neocolonialismo empreendido pelas igrejas neopentecostais. Em boa parte dos depoimentos percebemos uma preocupação explícita sobre os valores e crenças singulares do local que estão sendo esmaecidos pela presença dos religiosos evangélicos”, afirmam as diretoras.<br />
Essas narrativas revelam um valioso fortalecimento das mulheres enfatizando as batalhas pela proteção da terra, pela preservação da cultura, pela defesa do meio ambiente e contra o etnocídio desencadeado pelas ações das igrejas neopentecostais.<br />
<em>Sekhdese</em> é a mais nova produção da Casa de Cinema de Olinda e tem patrocínio do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) do Governo de Pernambuco. Segundo a produtora executiva Carla Francine, o longa teve início com uma iniciativa de formação audiovisual. “O filme começou no projeto chamado Cinema de Índio, que a gente fez em nove etnias de Pernambuco. A gente foi pelo menos umas três vezes para Brasília, na marcha das mulheres indígenas, nos Acampamentos Terra Livre (ATL). Tem um filme aí muito bonito, que fala de coisas muito importantes para o Brasil e para a humanidade”, conclui.<br />
De acordo com Graciela Guarani e Alice Gouveia, “Sekhedese nasce de dezenas de entrevistas com mulheres indígenas em Pernambuco e seus relatos de resistências que denunciam as diversas violências que permeiam o povo indígena”.</p>
<p><strong>SINOPSE -</strong> Sekhdese significa sabedoria, em yathê, língua do povo fulni-ô, do Nordeste do Brasil. Sabedoria das mulheres indígenas que expôe a luta pela terra, cultura, meio ambiente e o etnocídio do qual são vítimas, pelas investidas das igrejas neopentecostais.</p>
<p><strong>DIRETORAS -</strong> Alice Gouveia é professora universitária, diretora de audiovisual e finalizadora. Trabalha na área desde 1993. É técnica em direção cinematográfica tendo concluído o curso na New York Film Academy em 1998. Em seu currículo destacam-se as séries <em>Olhares sobre Lilith</em>, <em>Vamos Comer Pernambuco</em>, <em>Destinos da Fé</em> e os curtas-metragens <em>Dora</em> e <em>Nina</em>, dentre outros. É coordenadora pedagógica dos projetos de formação Cinema de Índio e Realizando em 1 Minuto.<br />
Graciela Guarani pertence à nação indígena guarani kaiowá e é uma das mulheres indígenas pioneiras em produções originais audiovisuais no Brasil. É professora de cursos promovidos pela ONU Mulheres e do Museu do Índio. Debatedora da mesa redonda Mulheres na Mídia e no Cinema, na 70ª Berlinale (2020). Já realizou vários curtas e é uma das diretoras das séries <em>Cidades (In)visíveis</em>, da Netflix, e da <em>Falas de Terra</em>, da Rede Globo e GloboPlay, e cinegrafista do longa <em>My Blood Is Red</em>, da Needs Must Film, em 2017.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">Ficha técnica:</span></strong></p>
<p>Direção: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Argumento: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Roteiro: Alice Gouveia, Graciela Guarani e Caleb Benjamin<br />
Produção e produção executiva: Carla Francine<br />
Direção de produção: Carla Francine e Mauro Lira<br />
Direção de fotografia: Alice Gouveia e Graciela Guarani<br />
Som direto: Tiago Araújo e Fernanda Misaw<br />
Edição de som e ixagem: Tiago Araújo<br />
Montagem e finalização de imagem: Alice Gouveia<br />
Empresa produtora: Casa de Cinema de Olinda</p>
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		<title>Território indígena Fulni-Ô sedia programação do Cine Comunaty</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Mar 2022 21:04:35 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As terras indígena do povo Fulni-Ô, margeadas pela cidade de Águas Belas, sedia a I Mostra Indígena Cine Comunaty, nos próximos dias 10 e 13 de março. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento foi idealizado pelo coletivo indígena Thul’sê Audiovisual, que desde 2019 registra a cultura Fulni-ô por meio do [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/cinecomunaty.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-91616" alt="" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2022/03/cinecomunaty-607x243.jpg" width="607" height="243" /></a></p>
<p>As terras indígena do povo Fulni-Ô, margeadas pela cidade de Águas Belas, sedia a I Mostra Indígena Cine Comunaty, nos próximos dias 10 e 13 de março. Contemplado pelos recursos da Lei Aldir Blanc em Pernambuco, o evento foi idealizado pelo coletivo indígena Thul’sê Audiovisual, que desde 2019 registra a cultura Fulni-ô por meio do audiovisual. O coletivo Thul’sê tem também uma atuação política, fazendo divulgações de manifestações, visibilizando as lutas dos povos indígenas através do registro documental captado pelo olhar fotográfico dos integrantes.</p>
<p>Sendo assim, a Cine Comunaty é um espaço de visibilidade dessas produções e lutas dos povos indígenas, mas também de outros povos originários e de questões que afetam a vida indígena na comunidade e fora dela. Na programação, estão previstas exibição de filmes e rodas de debates. Além disso, a mostra contará com atividades integradas de oficinas e shows.</p>
<p>O evento será realizado dentro da comunidade, com exibição de filmes e debates ao ar livre, abertos ao público local e convidados. Todas as atividades serão gratuitas e a estimativa média de público é de 1000 pessoas ao longo do evento. Confira a programação completa no site: <a href="https://www.even3.com.br/cinecomunaty2022/" target="_blank"><strong>www.even3.com.br/cinecomunaty2022</strong></a>.</p>
<p>Para mais informações, acesse o perfil da mostra no Instagram: <a href="https://www.instagram.com/cinecomunaty/" target="_blank"><strong>@cinecomunaty</strong></a>.</p>
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		<title>Território indígena Fulni-ô recebe sessão de cinema neste sábado (12)</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2019 20:00:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O território indígena Fulni-ô, no município de Águas Belas, agreste do Estado, recebe neste sábado (12), uma sessão de cinema gratuita. O evento marca a estreia do novo curta-metragem da diretora e artista visual Lia Letícia, que contou com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura. O curta &#8220;THYNIA&#8221;, que surgiu a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O território indígena Fulni-ô, no município de Águas Belas, agreste do Estado, recebe neste sábado (12), uma sessão de cinema gratuita. O evento marca a estreia do novo curta-metragem da diretora e artista visual Lia Letícia, que contou com o incentivo do Governo de Pernambuco, por meio do Funcultura.</p>
<div id="attachment_66078" aria-labelledby="figcaption_attachment_66078" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Frame Thynia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia2.jpg"><img class="size-medium wp-image-66078" alt="Frame Thynia" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia2-607x396.jpg" width="607" height="396" /></a><p class="wp-caption-text">Thynia é o novo curta-metragem de Lia Letícia</p></div>
<p>O curta &#8220;THYNIA&#8221;, que surgiu a partir de uma residência artística de Lia em Berlim (Alemanha), <em>&#8220;é uma alegoria sobre o imaginário de colonizados e colonizadores e está fundamentado na ideia de que a tensão entre uma narrativa visual e uma narrativa sonora pode gerar um novo significado, um novo sentindo para uma determinada imagem&#8221;</em>, explica a realizadora no material de apresentação do filme.</p>
<p>Durante a residência na Alemanha, Lia encontrou dois álbuns de fotografias em um “mercado de pulgas”. O álbum registra três décadas de aniversários, viagens e festas ocorridas entre 1960 e 1990 de uma mulher chamada Inge. A partir dos álbuns, a diretora criou uma narrativa na qual Inge e seus compatriotas terminam por ilustrar textos de cronistas alemães que viajaram para o Brasil entre os séculos XVI e XVIII – Hans Staden, Johan Baptist von Spix e Karl Friedrich Philip von Martius. Tudo narrado por uma voz <em>off</em> na língua indígena do povo Fulni-ô/PE, o yathee.</p>
<div id="attachment_66075" aria-labelledby="figcaption_attachment_66075" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Divulgação</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MARIAPASTORATHINYA_GRAVAÇÃO.jpg"><img class="size-medium wp-image-66075" alt="Divulgação " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/MARIAPASTORATHINYA_GRAVAÇÃO-607x455.jpg" width="607" height="455" /></a><p class="wp-caption-text">A indígena Maria Pastora em gravação para o filme</p></div>
<p>A obra foi filmada em Olinda e em Águas Belas, e recebeu a colaboração de vários profissionais, como a do antropólogo indígena Wilke Torres, que revisou a tradução para o yathee e mediou o contato com o Coletivo de Cinema Fulni-ô, parceiro e parte da equipe do filme. Toda a parte sonora foi gravada no Território Indígena, incluindo a narração em yathee, feita por Maria Pastora, que empresta seu nome indígena ao filme.</p>
<p>O desenvolvimento do projeto contemplou ainda momentos para troca de experiências como conversas sobre produção cultural, linguagem cinematográfica, além da exibição de filmes, entre membros do Coletivo de Cinema Fulni-ô, a produtora executiva e consultora de roteiro do curta-metragem, Clarice Hoffmann, e a diretora.</p>
<div id="attachment_66077" aria-labelledby="figcaption_attachment_66077" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Frame Thynia</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia1.jpg"><img class="size-medium wp-image-66077" alt="Frame Thynia " src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2019/01/thynia1-607x402.jpg" width="607" height="402" /></a><p class="wp-caption-text">Thynia recebeu incentivo do 10º edital do Funcultura Audiovisual</p></div>
<p>Agregando recentes produções audiovisuais desenvolvidas por cineastas indígenas, a sessão deste sábado contempla ainda a exibição dos curtas<br />
<strong> &#8221;Tempo Circular&#8221;</strong>, de Graci Guarani, e <strong>&#8220;Tedyasese&#8221;</strong>, de Elves Ferreira.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SERVIÇO</strong></span><br />
<strong>Estreia do curta THYNIA, de Lia Letícia</strong><br />
Praça do Território Fulni-ô, em Águas Belas &#8211; PE<br />
Sábado, 12 de janeiro, a partir das 18h<br />
Sessão com participação da diretora, da equipe de Águas Belas e parte da equipe Olinda<br />
+ Exibição dos curtas &#8220;Tempo Circular&#8221;, de Graci Guarani e &#8220;Tedyasese&#8221;, de Elves Ferreira</p>
<p><strong>SAIBA MAIS SOBRE A REALIZADORA</strong></p>
<p>Lia Letícia é natural de Viamão/RS, iniciou a carreira com cenografia em teatro e escola de samba. No final da década de 90 muda-se para Olinda/PE e explora a pintura em diversos suportes, inclusive o audiovisual. Surgem as primeiras investigações em videoarte e filmes experimentais. Além de escrever e dirigir seus próprios filmes, trabalha como diretora de arte. Seus trabalhos transitam entre festivais de cinema e exposições de arte. Coordena o Cinecão, mostra de artes híbridas e é educadora em projetos de experimentação audiovisual, como a Escola Engenho. Vive em Recife.</p>
<p>Em sua filmografia, temos SHHH! &#8211; Vídeoarte (Recife/2004), Cotidiano do Ovo de Codorna &#8211; Videoarte (POA/2007), De Todos os Lugares, o Mundo &#8211; Videoarte (2009), Vendo Meu Voto: Tratar Aqui – Videoarte (2010), Orwo Foma &#8211; Curta (Recife/Rio de Janeiro/2013), Encantada &#8211; Curta (Ilha de Itamaracá/2014), Desculpe Atrapalhar o Silêncio de sua Viagem &#8211; Vídeoarte (2015), Golpista Desde Sempre &#8211; Videoarte (2016), Terra Não Dita, Mar Não Visto &#8211; Curta (Recife/2017), Thinya &#8211; Curta (Olinda/Águas Belas/2019).</p>
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		<title>Povos indígenas discutem ampliação do Sistema de Incentivo à Cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 15:10:58 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_32301" aria-labelledby="figcaption_attachment_32301" class="wp-caption img-width-607 alignnone" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft">Foto: Ricardo Moura/Secult-PE</p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/lideranças-indigenas-Pesqueira-Ricardo-Moura.jpg"><img class="size-medium wp-image-32301" alt="Foto: Ricardo Moura/Secult-PE" src="http://www.cultura.pe.gov.br/wp-content/uploads/2015/12/lideranças-indigenas-Pesqueira-Ricardo-Moura-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Encontro de lideranças indígenas realizado em 2012, na Aldeia Xukuru Capim de Planta, em Pesqueira.</p></div>
<p style="text-align: justify;">O momento, que vai contar com a participação da secretária executiva da Secult-PE, Silvana Meireles, tem o apoio da Coordenação de Licença Intercultural Indígena, através da coordenadora e professora Ana Maria Barros. Os Povos Originários (Indígenas) de Pernambuco, serão representados por integrantes das comunidades: Kapinawá, Kambiwá, Pankaiwká, Pankará, Pankararu, Entre Serra Pankararu, Truká, Tuxá, Pipipã, Xucuru, Fulni-ô e Atikun.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da ação, além de inserir e empoderar o debate relativo às mudanças no SIC, visa reforçar o compromisso da Secult-PE e da Fundarpe em relação aos recursos destinados para a ampliação das políticas públicas culturais destinadas às comunidades tradicionais.</p>
<p><strong>Serviço: </strong><br />
<strong>Ciclo de diálogos com populações indígenas sobre a ampliação do Sistema de Incentivo à Cultura (SIC)</strong><br />
<strong>Quando:</strong> terça-feira, 8 de dezembro<br />
<strong>Horário:</strong> a partir das 9h30<br />
<strong>Local:</strong> Centro Acadêmico do Agreste (CAA) &#8211; UFPE Caruaru (Rodovia BR-104, Km 59, s/nº, bairro Nova Caruaru)<br />
<em>Encontro aberto ao público</em></p>
<p><a href="http://www.cultura.pe.gov.br/canal/secultpe/sugestoes-dos-fazedores-de-cultura-do-estado-melhoram-proposta-de-reformulacao-do-sic/" target="_blank"><strong>Saiba mais sobre o projeto</strong></a></p>
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		<title>Festival mostra a força dos povos indígenas</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Aug 2012 12:09:59 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_5678" aria-labelledby="figcaption_attachment_5678" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru.jpg"><img class="size-medium wp-image-5678" alt="Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Encontro-Indígena_Xukuru-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Índios de várias aldeias do estado participam do encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p><em>Encontro que vai até sexta (17/8) coloca em debate o futuro das etnias pernambucanas, através dos jovens</em></p>
<p>Por Chico Ludermir</p>
<p>Pedindo força aos encantados, o cacique Marcos Xukuru abriu ontem (14/8), em Pesqueira, o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas na aldeia Capim de Planta, umas das 24 do seu povo. Compondo a mesa de abertura estavam reunidos representantes de todas as etnias indígenas de Pernambuco. Além dos anfitriões, Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká. “O evento junta os povos para percebermos nossas semelhanças e diferenças. O que esse encontro pretende é discutir o que nós, enquanto juventude, precisamos fazer para garantir nossa unidade”, resumiu a autoridade maior do povo Xukuru.</p>
<p>A plateia, também formada por índios de várias aldeias do estado, presenciou o cântico de abertura de Dona Zenilda Xukuru, mãe do atual cacique, e viúva de Xicão. Aos 62 anos, ela é continuadora das lutas do marido, falecido em 1998 em decorrência de sua militância e luta por territórios. “Ainda sou jovem”, disse antes de soltar uma voz forte, de olhos fechados e pés descalços, enquanto cocalhavam dezenas de maracás. “Salve as matas, as terras e os encantados, em nome de Jesus”, terminou.</p>
<p>Enquanto uma parte dos jovens se encaminhou para as oficinas de artesanato, o restante participou da primeira roda de diálogo do encontro sobre juventude indígena. Depois de uma constatação de que os jovens estão cada vez mais alheios aos rituais sagrados, o cacique afirmou: “Precisamos nos organizar. O nosso sonho é que a juventude não se afaste da tradição e possa até mesmo utilizar de novas tecnologias para afirmar a identidade indígena. O ritual é a nossa mola mestre. Os costumes e as tradições são muito importantes. Só assim seremos guerreiros dos povos indígenas”.</p>
<div id="attachment_5679" aria-labelledby="figcaption_attachment_5679" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena.jpg"><img class="size-medium wp-image-5679" alt="Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/05/Marcos-Xukuru_Encontro-Indígena-607x404.jpg" width="607" height="404" /></a><p class="wp-caption-text">Cacique Marcos Xukuru abriu o encontro (Foto: Ricardo Moura)</p></div>
<p>Elizângela, do povo Entre Serras Pankararu, reclamou da apatia dos jovens, ao mesmo tempo em que questionou novas formas de aproximação. “A gente precisa acompanhar o dinamismo da juventude e encontrar novas formas de provocá-los”. Do povo Atikum, com o rosto todo pintado, Penha representou, ao lado de Mônica, o grupo de jovens que se articulou sozinho para ir ao encontro. “Não desistimos de nossa cultura. Estamos aqui aprendendo com os mais velhos”, afirmou Penha, que, ao final do dia, conduziu um toré, dança circular indígena. “Quando eu era criança eu tinha vergonha, meu Deus! Como a pessoa pode ter vergonha da própria cultura?” problematizou.</p>
<p>Encontro vai ter até a próxima sexta-feira (17/8), com rodas de debate, oficinas e apresentações culturais dos povos.</p>
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		<title>Encontro reúne todas as etnias de Pernambuco</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Aug 2012 17:08:27 +0000</pubDate>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Até sexta (17/8), 12 povos indígenas do Estado se encontram em Pesqueira, no território Xukuru</em></p>
<div id="attachment_5727" aria-labelledby="figcaption_attachment_5727" class="wp-caption img-width-607 aligncenter" style="width: 607px"><p class="wp-image-credit alignleft"></p><a href="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2.jpg"><img class="size-medium wp-image-5727" alt="Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)" src="http://200.238.112.169/wp-content/uploads/2014/06/POVO-INDÍGENA-ENTRE-SERRAS-PANKARARU-Petrolândia2-2-607x405.jpg" width="607" height="405" /></a><p class="wp-caption-text">Povo Indígena Entre Serras Pankararu estará presente no encontro (Foto: Coordenação para Povos Tradicionais)</p></div>
<p>Na Serra Ororubá, em Pesqueira, começa nesta segunda-feira (13/8) o Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas, como parte da programação do Festival Pernambuco Nação Cultural do Agreste Central. A cidade, que é o maior reduto indígena do Nordeste, reunirá representantes das outras 11 etnias do Estado até a próxima sexta-feira (17/8).</p>
<p>Xucuru (povo anfitrião), Atikum, Tuxá, Truká, Pankará, Pankararu, Entre Serras Pankararu, Pankaiwká, Kambiwá, Kapinawá, Fulni-ô, Pipipã e Pankaiwká estarão juntos discutindo política, cultura, direitos e territórios indígenas em rodas de diálogo, através de ações de formação e apresentações culturais. Serão 16 oficinas, sendo dez de artesanato, quatro de teatro e duas de cineclubismo, além de seis rodas de diálogo, com foco na cultura e na juventude. Além disso, a questão dos territórios indígenas será debatida, a partir de caciques de quatro etnias.</p>
<p>Diariamente durante a semana, os grupos culturais de diversas aldeias se apresentam. Torés, rituais, teatro… e ainda mostras de artesanato dos diversos povos. Na quinta e na sexta-feira (16 e 17/8), das 16h às 22h, os produtos serão comercializados também no Caminhão do Pape (Programa de Artesanato de Pernambuco), no Centro de Pesqueira, ao lado do palco principal do festival.</p>
<p>A sexta (17/8), último dia do encontro, será de culminância das oficinas e, a partir das 14h, todos os alunos mostrarão um pouco do que aprenderam durante a semana. O final do encontro será marcado pelo Toré de Todos os Povos, que começa às 16h, com todas as aldeias participantes.</p>
<p>Para Maira Egito,  assessora da coordenação para Povos Tradicionais e Populações Rurais da Secretaria de Cultura do Estado, esta é, acima de tudo, uma oportunidade de encontro entre esses povos e o governo, que valoriza  e cria um espaço de debate. “Este evento traz o protagonismo dos indígenas, que deram o tom e a cara das ações”, afirma a assessora.</p>
<p><strong>// Programação de povos tradicionais</strong></p>
<p>Encontro Juventude, Arte e Culturas Indígenas<br />
Local: Aldeia Capim de Planta – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá<br />
De 13 a 17 de agosto de 2012</p>
<p><strong>Segunda-feira, 13/8</strong></p>
<p>9h – chegada com boas-vindas e café da manhã<br />
• Ritual de abertura<br />
• Apresentação do Toré Xukuru<br />
• Vivência de Dança Circular<br />
14h às 16h30 – Roda de diálogos 1 – “Cineclubismo e as culturas indígenas”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos Indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Atikum<br />
21h – Apresentação Grupo Pankararú Nação Cultural<br />
21h40 – Show Jean Ramos Pankararú</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Terça-feira, 14/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Toré Mirim Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
12h às 12h30 – Coco Raízes de Ororubá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 2 – “Teatro e juventude indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de Cineclubismo e Artesanato indígena<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Pankaiwká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena – Apresentação da Cafurna – Fulni-ô</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
<p><strong>Quarta-feira, 15/8</strong></p>
<p>8h30 – Apresentação do Ritual do Membí<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e de Cineclubismo<br />
13h30 – Apresentação Cultural do Povo Tuxá<br />
14h às 16h30 – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 3 – “O artesanato como prática na educação escolar indígena”<br />
14h às 16h30 – Oficinas de artesanato indígena<br />
14h às 17h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
19h – Mostra de vídeos indígenas<br />
20h – Apresentação Cultural do Povo Truká<br />
21h – Mostra de Teatro indígena Kambiwá</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Quinta-feira, 16/8</strong></p>
<p>8h30 às 9h – Apresentação do Toré Xukuru<br />
9h às 12h – Oficinas de Teatro e Cineclubismo<br />
14h às 16h – Vivência de Dança Circular – Roda de diálogos 4 – “Culturas e Juventude Indígena: Panorama atual”<br />
14h às 16h – Oficinas de artesanato indígena<br />
16h – Apresentação Cultural do Povo Pipipã<br />
17h – Apresentação Cultural do Povo Entre Serras Pankararu<br />
19h às 21h – Roda de Diálogos 5 – A cultura e a relação com o Território. Participação dos/as Caciques: Marcos Xukuru, Neguinho Truká, Dorinha Pankará e Zuka Kambiwá.<br />
21h – Apresentação Cultural do Povo Pankará</p>
<p>16h às 23h – Feira de artesanato Indígena na Festa de Renascença – Centro de Pesqueira</p>
<p><strong>Sexta-feira, 17/8</strong></p>
<p>9h – Apresentação do espetáculo teatral  da Tropa do Balaco-Baco (de Arcoverde)<br />
11h às 12h30 – Roda de diálogos 6 – “Juventude e Culturas Indígenas: Perspectivas”<br />
14h – Mostra dos resultados das oficinas de teatro<br />
16h – Toré de todos os povos</p>
<p>9h às 17h – Mostra de artesanato Indígena – Comunidade Indígena Xukuru do Ororubá</p>
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